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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Pesquisas sugerem que o corpo da mulher carrega dentro de si ADN do sémen dos seus parceiros anteriores

Por Daryush Valizadeh

Pesquisas científicas convincentes revelaram que os insectos e os mamíferos do sexo feminino são capazes de absorver ADN estranho através das células dos seus corpos. Nos seres humanos já foi demonstrado de forma convincente que este fenómeno ocorre durante a gravidez quando material genético do bebé em crescimento funde-se com áreas do cérebro da mulher, afectando as suas chances de desenvolver a doença de Alzheimer.

As evidências sugerem agora que os animais do sexo feminino podem incorporar dentro de si ADN do esperma dos parceiros sexuais anteriores. Este ADN estranho acaba  depois por fazer parte dos filhos futuros após a mulher ser bem sucedida em engravidar de um homem totalmente diferente. No nosso mundo isto significa que os filhos que o homem vier a ter com uma mulher promiscua podem ter genes de parceiros sexuais anteriores que ele nunca viu ou chegou a conhecer.

Existem também estudos sociológicos que revelam que quando a mulher teve mais do que dois parceiros sexuais, os casamentos são mais susceptíveis de acabar (1234), mas agora apoio adicional para o dantes suspeito campo da telegonia está a revelar que existem também motivos genéticos para não iniciar um casamento com uma mulher promiscua: as crianças que vieres a ter com ela podem ter o "pool" genético poluído pelos seus encontros aleatórios anteriores e pelos encontros casuais.

A telegonia é uma ideia avançada inicialmente por Aristóteles e ela alega que os filhos podem herdar genes dos parceiros sexuais anteriores. Esta ideia não tinha suporte científico até que as evidências se amontoaram em favor do microquimerismo - o fenómeno do ADN estranho a incorporar-se no genoma dum indivíduo. Reparou-se que isto acontece no caso das transfusões de sangue. Se por acaso tu recebes sangue enquanto te encontras num estado traumático, o ADN do doador pode-se incorporar no teu genoma. Surpreendentemente, poucas pesquisas foram feitas entretanto, mas todas as evidências indicam que este é um fenómeno genético comum por todo o reino animal.

Um estudo importante em torno das moscas mostrou como as fêmeas incorporavam o ADN dos parceiros sexuais anteriores, e como, mais tarde, os traços desse ADN masculino se manifestava na prole que elas vinham a ter com machos totalmente distintos.

Cientistas da Universidade de New South Wales [Austrália] descobriram que, pelo menos nas moscas da fruta, o tamanho da descendência era determinado pelo tamanho do primeiro macho com quem a fêmea acasalou, e não com o segundo macho com quem ela gerou descendência. (...)

"As nossas pesquisas levam as coisas para um nível superior - mostrando que o macho também pode transmitir algumas das suas características adquiridas à prole gerada por outros machos" disse ela. "Mas ainda não sabemos se isto se aplica a outras espécies. (...)

O Dr Stuart Wigby, do Departamento de Zoologia da Universidade de Oxford, acrescentou: "O princípio da telegonia é, teoricamente, possível para qualquer animal internamente fertilizado, mas historicamente não tem havido muitas evidências em favor disso.

Cientistas envolvidos no estudo estão a lançar a hipótese de que o ADN do esperma é absorvido dentro dos ovos femininos sem, no entanto, fertilizá-los:

Os pesquisadores sugeriram que o efeito deve-se às moléculas que se encontram dentro do fluído seminal do primeiro macho e destes serem absorvidos pelos ovos femininos que ainda não estão amadurecidos, e influenciando posteriormente o crescimento da descendência dos machos subsequentes.

Já foi observado que o corpo humano feminino age como uma esponja em relação ao ADN estranho que é depositado dentro dele:

É possível que o Mc [microquimerismo] no cérebro seja capaz de distinguir os vários fenótipos amadurecidos, ou atravesse por uma fusão com as células pré-existentes, e adquira um novo fenótipo, tal como sugerido por estudos feitos em murinos ou em humanos onde células derivadas da medúla óssea circulavam até ao cérebro e geravam células neuronais por diferenciação, ou por fusão com neurónios pré-existentes. (....)

Embora a relação entre o Mc do cérebro e a saúde versus a doença necessite de mais estudos, os nossos achados sugerem que o Mc com origem fetal pode impactar a saúde maternal e, potencialmente, pode ter um significado evolutivo [sic].

O estudo citado em cima tem duas implicações sísmicas: o primeiro é que a mulher pode absorver ADN suficiente durante a sua vida que venha a causar a que ela mude o seu fenótipo (isto é, a sua aparência e o seu estado de saúde geral). Pode haver alguma verdade na frase "cara de vadia", onde uma mulher altamente promíscua sofre alterações na sua aparência física devido aos variados tipos de esperma de homens distintos que foram depositados dentro dela.

A segunda implicação emana do facto de que é cientificamente conclusivo que as mães solteiras têm ADN dos seus filhos bastardos a viver permanentemente dentro dos seus corpos. Qualquer homem que se reproduza com uma mãe solteira, irá ter filhos que têm dentro de si ADN dos seus filhos bastardos, o que, obviamente, inclui ADN dos seus pais ausentes.

Isto implica que os homens podem ser geneticamente traídos [inglês: "cuckholded"] sem terem sido traídos da maneira normal, e que ter filhos com uma mãe solteira é, e termos prácticos, dar ao pai do seu primeiro filho um prémio adicional no jogo da evolução.

O microquimerismo foi também observado nos cães, onde os mais velhos passam os seus genes aos irmãos mais novos, sugerindo que os primeiros filhos têm o grau mais elevado de pureza genética - uma suspeição muito provavelmente notada pela nobreza do passado. Não só isso, mas as cadelas incorporam o material genético associado ao cromossoma Y proveniente da sua descendência masculina. Essencialmente, a cadela fica mais masculina ao ter descendência masculina.

Os pesquisadores encontraram células com cromossomas Y na mãe depois destes nascimentos, o que significa que a mãe tinha células masculinas no seu corpo. Os pesquisadores encontraram células masculinas geneticamente semelhantes na descendência feminina da mesma mãe nas ninhadas posteriores. Estas cadelinhas eram recém-nascidas e nunca tinham estado grávidas, o que sugere fortemente que elas haviam adquirido as células que haviam ficado para trás, deixadas pelos seus irmãos mais velhos enquanto estes se encontravam no útero.

Se as mulheres absorvem genes associados ao cromossoma Y através do sexo casual, então isso pode explicar o porquê das mulheres com um passado sexualmente promíscuo exibirem mais traços masculinos, algo que qualquer playboy internacional pode confirmar. A mulher promiscua torna-se mais masculina devido ao facto de vários genes masculinos estarem a ser inseridos no seu genoma, e estarem a afectar o seu fenótipo.

Algumas ideias mais antigas relativas à telegonia, datando de há mais de um século, não parecem agora estar longe da verdade:

No seu livro “Individual Evolution, Heredity and Neo-Darwinists” (1899), o biólogo e filósofo Francês Felix Le Dantec menciona vários factos que demonstram a telegonia, mas as evidências eram bastante pseudo-científicas até mesmo para essa altura.

O autor menciona dois exemplos com animais e um com seres humanos. Le Dantec escreveu que um agricultor lhe havia dito que, a dada latura, uma das suas porcas copulou com um javali, e, na sua cor, a descendência parecia-se totalmente com o pai. Mas quando a mesma porca copulou com outro javali, alguns porquinhos da segunda ninhada continuavam a ter semelhanças cromáticas com o javali com quem a porca havia copulado em primeiro lugar.

Ele escreveu também da forma como Lord Morton cruzou uma égua com uma zebra e obteve o híbrido dum cavalo com uma zebra. Quando ele voltou a cruzar a mesma égua com um cavalo, esta segunda copulação gerau um potro que tinha mesmo assim linhas semelhantes às de uma zebra.

O microquimerismo encontra-se na vanguarda das pesquisas genéticas que têm, ultimamente, incluído a epigenética que é o ligar e o desligar de certos genes devido a estímulos ambientais. A epigenética tem levantado questões contra a teoria da evolução porque ela demonstra que a adaptação pode ocorrer dentro dos indivíduos sem a acção da selecção natural. Pesquisas recentes estão a revelar o pouco que sabemos em relação à forma como o genoma humano funciona, sugerindo uma imagem mais complexa do que aquela que havíamos imaginado.

As pesquisas sociológicas foram as primeiras a revelar que casar com uma mulher com um passado sexual robusto aumentava as probabilidades do casamento falhar.

Agora, as pesquisas genéticas disponibilizam mais evidências de que tais mulheres irão dar à luz filhos que - segundo princípios que ainda não entendemos - não são totalmente do pai. Devido ao facto deste campo de pesquisa ser politicamente incorrecto (ao pintar consequências fortemente negativas para as mulheres que levam uma vida promiscua "forte e independente") é pouco provável que as universidades esquerdistas aprovem mais pesquisas neste área.

Durante milhares de anos, a pureza feminina foi estimada acima de qualquer coisa no momento em que se pensava em formar uma família. Hoje, a comunidade científica está a confirmar a validade dessa práctica. Até que a ciência fique estabelecida neste ponto, os homens que insistam em casar com uma mulher promiscua devem pelo menos exigir uma entrevista com os seus parceiros sexuais anteriores para que fiquem mais familiarizados com os homens cujos genes podem vir a ser transmitidos para os seus futuros filhos.

http://bit.ly/1UacFKR



sábado, 1 de novembro de 2014

7 mentiras que as mulheres dizem durante um relacionamento

Por Nicholas Jack

Muitos de vocês certamente que já ouviram falar do livro que escrevi com o título The Key Logger . Para escrever esse livro, usei um key logger para registar todas as coisas tecladas pelas mulheres que usaram o meu computador durante o tempo em que elas se encontravam num relacionamento comigo. Tive um key logger no meu computador durante bastante tempo, e isso permitiu-me fazer uma coisa que a maioria dos homens não pode: saber quando é que as mulheres me estavam a mentir.

Estas sete mentiras foram as mais comuns que as mulheres me disseram durante os muitos anos que usei um key logger. Irei linkar-me a vários artigos e estudos como forma de vos ajudar a entender o porquê das mulheres mentirem à vossa frente, e o porquê disso estar totalmente errado.

7. Idade

A maior parte das raparigas com quem saio têm idades compreendidas entre os 18 e os 22 anos. No entanto. reparei numa coisa junto do pequeno grupo de mulheres com mais de 24 anos com quem andei: elas frequentemente mentem em relação à sua idade. Podem ser só alguns anos, mas elas mentem. Normalmente não incluiria uma amostra tão pequena nesta lista, mas devido ao facto de muitas delas terem tentado "cortar" alguns anos, eu tive que acrescentar.

As mulheres mentem em relação à sua idade por motivos óbvios: os homens têm atracção por mulheres jovens [ed: isto tem o nome de coreogamia - do grego “kore“, para mulher jovem solteira, donzela, sugerindo uma mulher atraente núbil, e, claro, -gamia, que significa fertilização, ou reprodução, do grego gamos, que significa "casamento"]. Leiam este artigo que fala em que idades as mulheres e os homens se acham no ponto mais alto do seu poder de atracção.

Mesmo com as mentiras dos média ("40 são os novos 30"), as mulheres sabem instintivamente quando é que os homens as acham mais atraentes, e quando elas se encontram acima dessa idade, elas tentam saltar para dentro uma máquina do tempo. Infelizmente, isso não funciona.

6. Estar solteira

Outra mentira que as mulheres dizem é em relação ao facto de estarem ou não solteiras. Há a mentira óbvia que elas dizem de ter um namorado quando o homem que se aproxima delas não lhes interessar, mas vamos focar a nossa atenção na situação inversa. Quando as mulheres realmente gostam dum homem que elas acabam de conhecer, muitas mentem e dizem não ter namorado. Ou mentem, ou nunca chegam a mencionar, o que é o mesmo que mentir.

Houve algumas mulheres que se encontravam num relacionamento sério antes de me conhecerem. Eu normalmente nunca pergunto se ela está solteira; eu assumo que sim a partir do facto dela me deixar beijá-la e tocá-la duma forma muito mais que amigável. Estas raparigas nunca mencionavam que tinham namorados e eu nunca saberia deles disto, se não fossem telefonemas estranhos, mensagens no Facebook, ou o facto de eu usar o key logger contra elas e ficar a saber que elas estavam a fazer malabarismo com dois (ou mais) homens.

Por vezes, estas raparigas tentavam continuar a ter um relacionamento comigo e com o outro homem, mas em outras alturas elas acabavam o relacionamento com o outro homem se por acaso nós os dois homens estivéssemos a desenvolver um padrão de vida onde acabavamos por nos encontrar. E havia também as raparigas que traíam os namorados de longa data apenas e só pela paixão e pela excitação de estar com outro homem.

A coisa mais assustadora disto é que o homem com quem elas traem pode acabar por lhes engravidar. Vejam este estudo para verem o quão honestas elas são em relação a isto. 50% das mulheres ADMITEM que iriam mentir ao namorado e dizer que o filho era seu (quando não era), e 42% das mulheres iriam mentir em relação à pílula como forma de engravidarem (...).

5. Somos apenas amigos, ele não está interessado

Outra mentira comum que as mulheres dizem quando dizem que estão num compromisso contigo é dizer, "Nós somos apenas amigos, ele não está interessado em mim." Eu pensava que elas realmente acreditavam nisto, e que apenas eram ingénuas o suficiente para notar no que estava a acontecer.. Isto não mudou muito até que notei na maneira óbvia como estes outros homens agiam em relação a elas: "Estou com saudades tuas" , "Estão tão sensual nesta foto", etc.. 

A partir deste tipo de mensagens ficou claro que nenhuma pode honestamente acreditar que estes outros homens só estavam interessados em ter amizade com elas. Para além disso, havia mulheres que respondiam a estes homens da mesma forma como eles falavam com elas.

Porque é que as mulheres fazem isto? Existem alguns motivos: Por vezes elas fazem isto para obter algum tipo de validação. Noutras alturas pode-se dar o caso delas estarem aborrecidas, ou então elas terem outros planos.

As mulheres costumam ter "planos de segurança" e "aqueles que me escaparam" com quem elas continuarão a falar e a flirtar. Elas guardam os "planos de segurança" para o caso do relacionamento actual não funcionar, e elas terem alguém para quem correr sempre que ocorrer uma discussão enorme dentro do relacionamento. Elas guardam "aqueles que me escaparam" para o caso delas conseguirem conquistá-los. Vocês podem ser despachados brevemente se por acaso elas forem bem sucedidas em conquistar um dos "que escaparam".

As mulheres normalmente saltam dum barco a afundar para outro sempre que pensam que podem obter um homem de valor superior. Isto é perturbador devido a forma bem fácil através da qual ela pode acabar por ficar grávida de outro homem. Pode acontecer que "aquele que lhe escapou" durma com ela uma vez e nunca mais a veja, ou então um dos homens do "plano de segurança" consiga ter acesso às suas calcinhas bem no meio duma das vossas discussões.

De qualquer forma, ela pode acabar na mesma situação que este homem. Este homem educou uma criança, mas depois ficou a saber que a sua esposa o havia enganado com outro homem e este outro homem era o pai da criança. Depois disto tudo, eles acabaram por se divorciar. Vamos lá, adivinhem quem teve que continuar a pagar pensão alimentícia para a criança. Vou-vos dar uma pista: não é o pai biológico. Exacto; é o homem que foi enganado e levado a criar a criança de outro homem.

Para aumentar ainda mais o insulto, a sua ex-mulher acabou por voltar para o pai biológico da criança. Portanto, o homem acabou por pagar uma pensão para uma criança que não era sua e que vivia com a mãe e com o pai biológico. É bem provável que o affair da esposa tenha acontecido depois da mulher dizer ao marido que o pai biológico da criança "nada mais é que um amigo".

4. Eu não flirto com outros homens

A mentira comum que se segue é uma que elas dizem com frequência: "Eu não flirto com outros homens." Esta é uma mentira comum e uma difícil de levá-la a admitir porque tudo depende da definição vaga de "flirtar".

Eis aqui a minha definição de flirtar: falar com um homem normal duma forma que o leve a pensar que tu estás sexualmente interessada nele. As mulheres conseguem ler a linguagem corporal melhor que os homens, e como tal, elas sabem quando é que elas estão a flirtar e quando é que eles estão interessados em "algo mais". Elas fazem isto pelos mesmos motivos listados em cima: planos de segurança, aborrecimento, etc.

3. É a primeira vez que eu faço isto

Acho que todos os homens experientes já ouviram isto várias vezes. Depois de trazeres uma mulher para tua casa após o  primeiro encontro, ou depois de se terem conhecido no clube, ela dirá algo do tipo "Eu nunca havia feito isto antes." Ela diz isto só para que tu penses que ela á uma boa rapariga, e que ela é incapaz de ir para cama com um homem que acabou de conhecer, e que tu és um-num-milhão com quem isto acabou por acontecer. Claro que se ela diz isto, então nem de perto nem de longe esta foi a primeira vez que isto aconteceu.

As raparigas tentam gerar a aparência de inocência de modo a que não percam a chance de ter um relacionamento contigo. As raparigas sabem que "Não é possível transformar uma vadia numa dona de casa" e como tal, elas irão tentar gerar a ilusão na esperança de que tu acredites nela. Infelizmente, muitos homens caem no golpe e coisas tais como as mencionadas no estudo que se segue acabam por acontecer.
Quanto mais parceiros sexuais os inquiridos [homens e mulheres] haviam tido entre os seus 18 anos e o momento do seu primeiro casamento ou primeira coabitação, mais provável ele ou ela eram de serem infiéis. (1.01) Fonte.
Sim, tu entras num casamento, e surpresa!, ela trai-te.

2. A última vez que teve relações sexuais

Esta é uma das perguntas favoritas. Comecei a fazer esta pergunta há muito tempo, e ainda é engraçado perguntar devido à ridiculamente elevada percentagem de mulheres que mente nas suas respostas. Não sei porquê, mas a maioria das mulheres gosta de dizer que a última vez que tive relações sexuais foi há seis meses atrás. Por alguma razão, nas suas cabeças, isto soa bem. Que pena que 8 em cada 10 instâncias isto seja uma mentira descarada.

Tal como disse anteriormente, as mulheres estão bem cientes que os homens não querem ter um relacionamento sério com mulheres promiscuas, da mesma maneira que as mulheres não querem ter um relacionamento sério com um homem desempregado ou que vive com a sua mãe. Elas sabem disto, e como tal, elas fingem uma inocência que não têm e usam-na como uma arma.

Este é um artigo que escrevi há algum tempo atrás, documentando o facto duma mulher ter dormido com os três escritores de Swooptheworld no espaço de 9 meses. Isto revela as suas hilariantes respostas quando confrontada com o facto de todos nós os três sabermos que havíamos estado com ela. Mesmo assim, ela ainda queria ser vista como uma "boa moça".

1. Número de parceiros sexuais

A mentira mais comum dita pelas mulheres centra-se na sua contagem de parceiros sexuais. Eu diria que 90% das mulheres mentiram-me em relação a isto, e esta foi a primeira mentira em relação a qual eu reparei, há anos atrás, na existência dum padrão. As raparigas querem ser vistas como inocentes, mas elas querem também que isso seja credível para ti. A maior parte de nós viu o filme “American Pie.” Nesse filme há uma cena que menciona o seguinte:
Jessica: Se um homem te diz o número de raparigas com quem ele já teve um relacionamento, esse número nem de perto nem de longe está perto da realidade. Pegas nesse número e divides por três, e então chegas ao número verdadeiro. Ok. Portanto, se ele te diz três raparigas, então é bem mais provável que seja apenas uma ou nenhuma. 
Vicky: Nenhuma? 
Jessica: A regra é três. Isto é uma ciência exacta. Consistente como a gravidade.
A regra dos três também funciona nesta situação, mas em sentido contrário. Quando a rapariga te diz que ela só teve três homens, então o mais provável é terem sido 9. Se ela te diz seis, então são 18. No entanto, já descobri que em muitas situações o número é 6 ou mesmo 7 vezes mais elevado que o número que ela te disse. Ao contrário do que a Jessica diz em relação à regra dos três, isto não é uma ciência exacta, mas usar esta regra é uma boa forma de ver o número de homens com quem ela já esteve.

É estranho que ninguém fale nisto visto que é uma mentira óbvia, e uma que pode levar um homem a dar tudo o que tem uma mulher que tem andado a saltar de cama em cama durante toda a sua vida. Reparem neste estudo que revela a forma drástica como os divórcios aumentam após cada um dos parceiros com quem ela dormiu:


O que estas mentiras comuns nos dizem:

Sim, as mulheres têm-te mentido durante toda a tua vida, mas há um dado positivo que pode ser extraído destas mentiras todas: elas significam que ela está interessada em ter um relacionamento contigo. Infelizmente, isso é a ÚNICA coisa positiva destas mentiras. Só porque elas querem algo sério contigo, isso não justifica o uso de mentiras como forma de tu teres um relacionamento com elas.

Elas usam o facto dos homens quererem uma mulher inocente [para relacionamento sério], e como tal,  tornaram-se mestres na arte de gerar a ilusão de serem mais inocentes do que realmente são. 

Elas querem o seu príncipe mas não querem viver como princesas. Não se deixem enganar.




domingo, 31 de agosto de 2014

Mulher que "só" teve 18 parceiros sexuais chocada por descobrir que os homens não se querem casar com ela

Por Wintery Knight

A Sunshine Mary linkou-se a um post do Reddit escrito por uma mulher "progressista" de 32 anos que se encontra surpreendida com o facto de que dormir com 18 homens diferentes em 15 anos não ser atraente para homens com intenção de casar:
Os meus pais são imigrantes de primeira geração. Tenho um irmão mais novo e uma irmã mais nova. Na minha família eu sempre fui a rebelde: com relativa frequência eu desafiava os meus pais. A minha família era muito severa no que toca aos encontros românticos e os meus irmãos normalmente seguiam o que eles diziam. No entanto, eu desafiava as normas. Como consequência, o meu irmão e a minha irmã foram muito reprimidos sexualmente enquanto que eu perdi a minha virgindade com 17 anos (com o meu namorado de então). 
O meu irmão e a minha irmã seguiram o tradicional percurso matrimonial indiano: ele não teve qualquer tipo de relacionamento sexual até à noite de núpcias, casando-se com a idade de 25 anos (casamento combinado), e a minha irmã (que nunca havia beijado um rapaz) casou-se recentemente com um rapaz indiano que conheceu no nosso Templo (ela tinha 24 anos e ambos os pais aprovaram o casamento). 
Vivo em L.A. [Los Angeles], cidade onde tanto homens como mulheres se casam um bocado mais tarde, no entanto eu passei os meus anos 20 com o sentimento de que, de alguma forma, eu havia estragado tudo. Segui o percurso errado, e como tal, a linha temporal dos meus "momentos-importantes-de-vida" estavam desligada. Até com os meus amigos mais progressistas as coisas começaram lentamente no início, quando eu tinha 27 anos...... um post de noivado no Facebook, um convite para um casamento - as coisas estavam a acontecer. As pessoas que eu conhecia estavam a dar início à fase seguinte das suas vidas e a dizer "Aceito". 
Durante toda a minha vida eu nunca cheguei a ter relacionamentos com homens indianos; eu só me relacionava exclusivamente com homens brancos. No entanto, hoje apercebo-me mais do que tudo que os homens com quem eu me relacionava nunca me levaram a sério. Eles nunca olharam para mim como alguém com quem eles eventualmente se casariam. Para eles, eu nada mais era que uma diversão exótica; quando me apercebi disto, fiquei magoada até as partes mais íntimas do meu ser. 
Eu nunca rejeitei os homens indianos para os provocar ou algo assim. Eu fiz o que a maioria das minhas amigas brancas fazia, pensando que eu era igual a elas. Mas isto não poderia estar mais longe da verdade. A maioria dos homens com quem me relacionei queria casar com uma mulher branca. 
Actualmente tenho 32 anos e parece que todas as pessoas da minha família passaram por cima de mim. Eu também quero uma família e um casamento, no entanto as minhas probabilidades de encontrar alguém esfumaram-se. Na minha idade, obter um casamento combinado ou encontrar um homem indiano que queira casar comigo está fora de questão. A maioria dos homens indianos normalmente casa-se bem cedo, e normalmente com uma rapariga indiana que conhecem aqui, ou então voltam para Índia para ter um casamento arranjado. 
Os meus pais tentaram inscrever-me num site matrimonial, mas os homens que conheço por lá ficariam desanimados com a minha história (eu bebo, como carne, não sou virgem). [...] A maioria dos meus relacionamentos foram de longa duração, e eu só estive com 18 homens (tendo começado a minha actividade sexual com a idade de 17 anos).
Ela só teve relacionamentos sexuais estáveis com 18 homens em 15 anos! Isso não muito, certo? Vejamos o que a Sunshine Mary tem a dizer sobre isto:
No entanto, quanto mais eu penso nisto, mais me parece que artigos como este são uma coisa boa porque revelam a mentira. As feministas venderam um carta de bens às mulheres - que elas podem viver como os homens, ter sexo como os homens, e voltar a viver como mulheres quando bem lhes apetecer. 
Nós rimo-nos com mulheres como esta, e afirmamos coisas como "Será que ela não sabia que as coisas acabariam assim?" Não, ela não sabia. E isto acontece porque quando se tem 17 anos, não se pensa muito (especialmente neste cultura de adolescência prolongada). E quando te dizem desde a tenra idade que, como rapariga, é o teu destino Obter Tudo Exactamente Quando Tu Quiseres, certamente que é desorientador dares por ti na casa dos 30 sem marido algum e sem a perspectiva de algum dia vir a ter algum, e com a realização de que o teu emprego e o teu apartamento solitário não são tão enriquecedores como ser uma esposa e uma mãe o teria sido. 
[...] Pessoalmente, não sinto qualquer tipo de alegria com o sofrimento desta mulher. Não acho que um Cavaleiro Branco deva agir de forma a salvar esta mulher visto que ela deve sofrer as consequências naturais das suas decisões, mas não me alegro sabendo que a sua vida terá este destino. 
No entanto, o que a maioria de nós parece não entender é que as mulheres jovens fazem escolhas terríveis porque é-lhes dito desde que são jovens que essas escolhas são boas. Algumas raparigas são capazes de resistir a essa mensagem (que satura todos os aspectos dos média e das escolas) mas a maioria delas não é, e elas não desenvolvem a  sabedoria necessária até quando já é tarde demais.
(...)
Deixem-me dizer o que vai acontecer ao homem que se casa com uma mulher que passou os seus anos 20 a envolver-se com homens bonitos que não tinham qualquer interesse em casar, e que nem demonstraram qualquer habilidade para proteger, prover e liderar em tópicos morais/espirituais.

Ela ter-se-á convencido de que é mais bonita do que realmente é visto que, na sua mente, ela merece um homem tão atraente quanto ela. Que outro critério ela poderá ter para julgar os homens para além da aparência? Nenhum.

Portanto, não recomendo a homem algum a casar com esta mulher tal como ela se encontra actualmente. O que os homens precisam num casamento é afeição, respeito, afirmação e aprovação. Uma mulher com este passado não terá a confiança e a vulnerabilidade que um homem com intenção de casar quer. A única forma de remediar esta confiança destruída é um longo período de castidade. Ela tem que escolher formar um relacionamento com um homem que seja um bom protector/provedor/líder moral/espiritual, e essa é a única forma de reparar os estragos causados pela promiscuidade sexual (se é que algum dia podem ser reparados).

O homem pode sentir o quanto que a mulher confia nele, e o quão vulnerável ela é, através da forma como ela confia nele e o encoraja nos seus planos. Se a mulher o manda abaixo constantemente, chamando-lhe nomes, e inventado desculpas do porquê ela não ter que se preocupar com as necessidades e sentimentos dele, então isso é a o seu passado promíscuo a vir ao de cima. Mulheres virgens que tiveram um bom relacionamento com o pai não menosprezam os homens dessa forma; elas escolhem homens bons que estão a fazer coisas boas, e encorajam-nos.

A minha recomendação para as mulheres é que elas se apercebam de que estão a fazer más escolhas em relação aos homens, e ter um atitude negativa em relação aos homens que escolhem nada mais é que olhar no espelho e assumir que elas são problema. A solução é, portanto, encontrar um bom homem e trabalhar de forma árdua para ser submissa e sua apoiante, mas de forma casta.

Parem de escolher homens com motos; parem de escolher ateus; parem de escolher bêbados; parem de escolher homens que são a favor do aborto e do "casamento" homoerótico. Parem de escolher homens que querem um governo de maiores dimensões. Pura e simplesmente, parem.

Este é o conselho que daria a esta mulher. Escolham homens que podem fazer o trabalho que os homens fazem dentro dum casamento. Descubram quais são os planos dos homens, e apoiem-no nas habilidades necessárias para o seu plano. Casem-se com ele.


* * * * * * *
Uma coisa que o autor do texto não comentou é a forma como esta mulher indiana aparentemente não entende o porquê de não ter muitas hipóteses de se casar com quem quer que seja. Os motivos que ela usa como justificação para os homens lhe rejeitarem é o facto dela beber, comer carne e não ser virgem, e não o facto dela ter dormido com 18 homens diferentes em 15 anos (!).

Ou seja, para esta mulher, aparentemente os homens dão mais importância à carne que uma mulher come (se come), ou ao facto dela beber, mas os homens não dão assim tanta importância ao facto dela se ter entregue sexualmente a vários homens num curto espaço de tempo. (OBS: quer seja curto ou longo, é irrelevante. O motivo da rejeição masculina centra-se no número de parceiros sexuais)

Este desconhecimento na natureza masculina vai-lhe sair caro, mas certamente que com 15 anos de experiência sexual, ela já deveria saber que a forma mais rápida de perder um homem honrado é dando-lhe aquilo (sexo) que as mulheres castas só dão após um compromisso sério e exclusivo ter sido firmado (isto é, depois do casamento).

Mas nem tudo são más notícias para as mulheres promiscuas......






sexta-feira, 25 de abril de 2014

O papel da competição feminina dentro do feminismo

Um rápido exercício de associação: o que é que vos vem à mente quando ouvem as palavras "competitividade, agressividade, violência"? Se por acaso pensaram na palavra "macho" ou "homem", muito provavelmente vocês não estão sozinhos. Os traços listados em cima são frequentemente atribuídos à masculinidade. Após análise mais apurada ficamos imediatamente a observar que a competitividade, agressividade e a violência masculina é normalmente dirigida a outros homens (nos campos de batalha, nos campos desportivos, nos locais de trabalho, nos bares, ou nas estradas).

Há já muito tempo que se notou na existência de competição intra-sexual entre os machos, e que essa competição é feita para obter a atenção e o favor reprodutivo das fêmeas. Influenciados por essa forma de pensar (e também pelo facto de que, até recentemente, a maior parte dos pesquisadores serem homens), a maior parte das pesquisas em torno da competição intra-sexual focou-se na luta levada a cabo pelos homens como forma de obter o acesso sexual às mulheres. Só nos anos 80 é que a ciência começou a investigar de forma mais apurada o mesmo fenómeno do outro lado da divisão sexual: a competição feminina por um macho adequado.

Uma vasta gama de estudos recentes demonstrou de forma convincente que a visão tradicional das mulheres como passivas e não-competitivas está errada. As mulheres, sabe-se agora, estão envolvidas na sua própria competição, disputando agressivamente por uma posição na batalha que lhes permita conquistar um macho adequado.

A competição intra-sexual irá ter como preocupação primária os traços que são atraentes para o sexo oposto. O psicólogo Americano descobriu durante os anos 80 que a competição intra-sexual toma duas formas primárias: auto-promoção e a desvalorização da concorrência. Os homens demonstram e promovem as suas habilidades físicas e o seu status, traços masculinos favorecidos pela maioria esmagadora das mulheres (hipergamia), enquanto que as mulheres tendem a promover a sua juventude e a sua atractividade física, traços femininos favorecidos pelos homens (coreogamia - do grego “kore“, para mulher jovem solteira, donzela, sugerindo uma mulher atraente núbil, e, claro, -gamia, que significa fertilização, ou reprodução, do grego gamos, que significa "casamento").

Os homens tentam depreciar os seus rivais atacando a força física e robustez económica (ou falta delas) dos seus adversários enquanto que as mulheres tendem a criticar a idade, a aparência e a castidade (ou a falta dela) das suas oponentes.

Tomando como base o trabalho pioneiro de David Buss, os pesquisadores canadianos Anthony Cox e Maryanne Fisher descobriram há alguns anos atrás outras duas tácticas frequentemente usadas na competição intra-sexual: 1) manipulação dos companheiros/as e 2) manipulação da concorrência.

A manipulação dos companheiros envolve tentar terminar a corrida quando já estamos na liderança e antes dos nossos concorrentes chegarem ao nosso nível. Por exemplo, se o companheiro duma mulher lhe visita com frequência no local de trabalho, e ela frequentemente tem por perto a presença duma colega de trabalho atraente e solteira, é possível que a mulher se sinta motivada para pedir ao companheiro que deixe de visitá-la no seu emprego.

A manipulação da concorrência é o mesmo que afirmar que um dado filme não vale o preço que se paga para vê-lo. Isto pode ser conseguido falando mal do filme (por exemplo, quando as mulheres falam mal de um homem por quem nutrem uma atracção, fazendo com que as outras mulheres "desistam" dele) ou aumentando o preço do bilhete (como quando um homem gasta uma soma imensa de dinheiro com uma mulher, desencorajando outros homens com um status económico aparentemente inferior de tentarem a sua sorte com essa mulher).

Segundo Joyce Benenson, pesquisadora do "Emmanuel College" em Boston, a competição entre as mulheres têm três características únicas:

1. Uma vez que elas têm que proteger os seus corpos do dano físico (como forma de não interferir com a gravidez actual ou futura), as mulheres dependem mais de agressividade oculta dirigida às outras mulheres (por trás de ginástica verbal ou escondida dentro dum grupo) e não através do confronto físico.

2. As mulheres muito atraentes e com status elevado precisam de menos ajuda e de menos protecção por parte das outras mulheres, e desde logo, estão menos motivadas em investir noutras mulheres (que representam competição em potência). Consequentemente, a mulher que se tenta distinguir ou promover, ameaça as demais mulheres e irá, devido a isso, encontrar hostilidade por parte delas.

Segundo Benenson, uma forma comum através da qual as mulheres lidam com a ameaça representada por uma mulher extremamente poderosa ou bonita é insistindo em padrões de igualdade, uniformidade, e partilha para todas as mulheres do grupo, e fazendo os possíveis para que estes atributos se tornem requerimentos normativos para a própria definição de feminidade. Isto faz com que as características únicas da mulher bonita/jovem/casta se diluam dentro de grupo, e outros requerimentos arbitrários sejam colocados no seu lugar - requerimentos esses que as demais mulheres podem também "possuir", elevando artificialmente o seu status aos seus próprios olhos (mas não aos olhos dos homens).

3. Em casos extremos, as mulheres podem-se proteger de potenciais competidoras através da exclusão social.

Se uma mulher bonita aparece na vizinhança (ou na escola, ou no clube), todas as outras mulheres podem-lhe virar as costas, levando a que ela (a mulher bonita) se retire da cena, e desde logo aumentando as chances das demais mulheres de captar a atenção dos homens.

Mais Estudos

Um certo número de estudos reforçaram ainda mais a ideia da "competição feminina". Por exemplo, Jon Maner e James McNulty (Florida State) descobriram que os níveis de testosterona das mulheres aumentaram quando elas, sem saberem, cheiraram camisas de mulheres jovens em ovolução (supostamente em preparação para competição agressiva).

Os pesquisadores Canadianos Aanchal Sharma e Tracy Vaillancourt revelaram a forma como as mulheres julgam e condenam as outras mulheres com base na aparência organizando um estudo de modo a que as participantes interagissem com uma jovem mulher que fazia o papel de assistente de pesquisas. Algumas das participantes viram a assistente vestida com roupas bastante reveladoras enquanto outras participantes viram-na vestida com jeans e uma t-shirt. Os pesquisadores analisaram então as respostas dadas à assistente durante o encontro e depois dela ter abandonado o local.

Resultado: A assistente foi unanimemente criticada quando usou as roupas mais reveladoras, e largamente ignorada quando usou roupas menos reveladoras. Estes resultados confirmam um dado importante da competição intra-sexual feminina: as mulheres mais atraentes (isto é, aquelas que têm mais daquilo que os homens mais apreciam - juventude, castidade, beleza) são mais susceptíveis de enfrentar hostilidade e pouca cooperação por parte das outras mulheres porque a sua presença ameaça o acesso das demais mulheres ao prémio sexual (os homens).

Um palco central para a competição entre as mulheres é o próprio comportamento sexual. Estudos sociais demonstraram que as mulheres tendem a criticar e a rejeitar as mulheres cujo comportamento é visto como sexualmente promíscuo. Há pouco tempo atrás a pesquisadora Zhana Vrangalova e as suas colegas da "Cornell University" inquiriram 750 estudantes universitárias acerca do seu comportamento e das suas atitudes em torno do sexo. Depois disso, as participantes leram uma pequena descrição duma hipotética pessoa (do seu próprio sexo) que havia tido 2 parceiros sexuais (não-permissiva) e de outra hipotética mulher que havia tido 20 parceiros sexuais (permissiva). Posteriormente, as participantes avaliaram esta potencial amiga segundo vários items relativos à amizade.

Os resultados mostraram que as mulheres envolvidas na pesquisa, independentemente da sua própria experiência sexual, tinham uma preferência sobrepujante pela hipotética mulher com apenas 2 parceiros sexuais. Segundo os pesquisadores, isto prende-se com o facto das mulheres quererem manter os seus parceiros (o que é mais complicado se ele tem interacção constante com amigas promiscuas), e não querem obter algum tipo de estigma social: se uma mulher tem o hábito de conviver com uma mulher que se sabe ser promiscua, existe o perigo real desse rótulo se agarrar a ela também, e ela ver o seu valor marital reduzido (quando se fala em casamento, os homens têm uma preferência natural por mulheres com nenhuma ou pouca experiência sexual).

Este estudo, bem como outros, alinham-se com a observação de que as mulheres são as principais executoras de normas estritas e por vezes cruéis em torno da aparência e do comportamento sexual feminino. Por exemplo, o bárbaro ritual da mutilação genital feminina (que ainda é practicado em alguns países islâmicos) está construído para fazer da menina um "bom material matrimonial" para os homens. Tendo em vista esse fim, a clitoridectomia reduz a sua habilidade de desfrutar do sexo, e consequentemente reduz a probabilidade dela enganar o marido. Coser a abertura vaginal, que é frequentemente feito depois do corte vaginal, reduz a possibilidade dela vir a ter sexo antes do casamento, e, mais uma vez, beneficia os interesses do futuro marido. Mesmo assim, esta cerimónia é gerida, executada e forçada pelas mulheres (normalmente as mães ou as avós).

Outro exemplo: amarrar os pés das meninas foi um costume na China por mais de mil anos até que foi ilegalizado no princípio do século 20. Este costume antigo (que envolvia partir os dedos da bebé, dobrá-los e amarrá-los ao pé durante anos) era valorizado porque as mulheres com pés pequenos eram sexualmente mais desejadas e porque os pés pequenos da esposa eram evidência da riqueza do marido ("Sou tão rico que a minha mulher não precisa de trabalhar. Na verdade, ela nem pode trabalhar"). Também neste caso, as principais executoras deste costume eram as mães e as avós.

A explicação para este fenómeno depende da presunção de que ter sexo com uma mulher (e desde logo ter acesso ao seu útero) é um recurso biológico desejável e raro para os homens. Para as mulheres em idade de conceber, reduzir a "oferta" de mulheres em idade de conceber aumenta o poder feminino na economia das relações. Logo, para as mulheres é benéfico colocar em práctica o conservadorismo sexual mesmo que isso signifique ostracizar e manipular as mulheres vistas como promiscuas. Pela mesma lógica, as mães e as avós têm um forte incentivo para garantir que as suas filhas (que carregam os seus genes) se tornem atraentes para os homens, mesmo que isso signifique causar sofrimento inicial e mutilação.

Feminismo

A psicologia feminista, no entanto. alega que a competição entre as mulheres é primariamente motivado não pelos imperativos biológicos mas sim pelos mecanismos sociais. Segundo este argumento, a agressiva competição entre as mulheres prende-se principalmente com o facto das mulheres, nascidas e criadas numa sociedade dominada pelos homens, internalizaram a perspectiva masculina (o "olhar masculino") e adoptarem-na como a sua. A visão masculina das mulheres como objectos sexuais torna-se assim numa profecia que se cumpre a ela mesma. Quanto mais as mulheres são levadas a considerar a validação masculina como a única fonte de força, valor, conquista e identidade, mais elas são levadas a batalhar umas com as outras pelo prémio.

Olhando para as coisas segundo esta perspectiva, a interpretação feminista disto tudo alega que muitas mulheres encontram-se rodeadas pelo que Karl Marx chamou de "falsa consciência." Segundo Marx, o operário da fábrica que foi convencido de que o seu inimigo é outro operário buscando por um emprego, tem uma falsa consciência porque não entende que o seu verdadeiro inimigo é o dono da fábrica que coloca os operários uns contra os outros como forma de subjugar ambos e enriquecer através do seu trabalho. Segundo este argumento, muitas mulheres recusam-se a ver que a verdadeira ameaça às suas conquistas, ao seu poder, ao seu valor e à sua identidade não são as outras mulheres, mas o establishment masculino que controla as suas vidas.

De qualquer das formas, a competição feminina tem um preço e não só ao nível político. Esta competição produz muito do stress que interfere com a felicidade de muitas mulheres, especialmente das mais jovens. Alguns estudos demonstram que, comparadas com os homens, as mulheres tendem a ser mais sensíveis à informação emocional e elas são melhores a descodificar mensagens sociais e interpessoais habilmente codificadas. Para além disso, o sentido feminino do valor próprio baseia-se mais na opinião que ela julga que as amigas têm dela. Esta combinação de percepção - e sensibilidade - apurada em relação às pistas sociais deixa as mulheres mais vulneráveis à agressão interpessoal.

Por exemplo, o pesquisador Christopher Ferguson (Stetson Universit, Flórida) e os seus colegas, perguntaram às participantes para assistir dois programas de televisão (um com uma mulher esbelta e outro com uma mulher gorda) e interagir com uma mulher (com roupa atraente ou casual). Eles apuraram que o estado de espírito e a imagem própria das participantes não era afectado pelos programas de TV mas afectado de um modo significativo pelos encontros reais. Interagir com mulheres atraentes vestidas com roupas vistosas levou as participantes a sentirem-se deprimidas e negativas em relação ao seu próprio corpo, especialmente se esses encontros se realizaram na presença de homens atraentes.

A tendência para se envolver em competição intra-sexual parece fazer parte do nosso hardware genético e é um traço da nossa herança cultural. Não é fácil mudar os nossos genes e os nossos hábitos sociais, e certamente que isso não acontecerá da noite para o dia. Mas o primeiro passo para a alteração dos hábitos é a realização dos mesmos. Tendo isso em fim, os homens têm que se questionar se "conquistar a rapariga" vale o sangue derramado e os narizes partidos, enquanto que as raparigas podem reflectir se o objectivo de obter o homem (e o seu esperma e os seus recursos) justificam as tácticas competitivas de manipular, envergonhar ou ostracizar as outras mulheres, bem como a dor que isso lhes causa.

Modificado a partir do original

* * * * * * *

Uma parte relevante do artigo tem uma ligação directa com o movimento feminista:

Segundo Benenson, uma forma comum através da qual as mulheres lidam com a ameaça representada por uma mulher extremamente poderosa ou bonita é insistindo em padrões de igualdade, uniformidade, e partilha para todas as mulheres do grupo, e fazendo os possíveis para que estes atributos se tornem requerimentos normativos para a própria definição de feminidade

Portanto, o ódio das feministas ao slut-shamming, ao fat-shamming, e aos ataques feitos às mães solteiras promiscuas (bem como os seus ataques à recusa masculina de colocar as mulheres menos atraentes ao mesmo nível que as mais bonitas) nada mais são que estratégias de competição intra-sexual entre as mulheres; é a luta das mulheres com menor poder de atracção contra as mulheres com maior poder de atracção

(Na foto ao lado vê-se como isso é feito: existem mulheres com seios bonitos e outras com seios menos atraentes; as feministas removem essa natural distinção, e dizem que TODOS os seios são bonitos. Isso faz com que as mulheres com seios genuinamente bonitos vejam a sua vantagem reduzida, e as mulheres com seios menos atraentes sejam colocadas (artificialmente) ao mesmo nivel que as primeiras.)

Tendo como base este conhecimento, qualquer pessoa pode facilmente reformular qualquer argumento esquerdista em torno duma "guerra às mulheres" como, na realidade, uma guerra das mulheres derrotadas contra as mulheres bem sucedidas. É a guerra das promiscuas e menos atraentes contra as castas e bonitas.

A beleza desta reformulação do argumento é: que mulher é que gostaria de fazer parte do grupo das derrotadas (promiscuas e menos atraentes) e não do grupo das vencedoras (bonitas e castas)? Que mulher quer pertencer ao grupo inferior e não ao grupo no topo?

Isto leva-nos também a inferir que as mulheres com um valor marital baixo (menos bonitas, promiscuas, etc) enveredam pelo feminismo como um mecanismo social que visa, ao mesmo tempo, reduzir a competição feita pelas mulheres com um valor marital mais elevado, e aumentar as suas escolhas sexuais e o seu acesso aos recursos masculinos.

Elevar o status das mulheres vistas como maritalmente inferiores, ao mesmo tempo que se ataca as mulheres com um valor marital elevado, é um dos grandes objectivos do feminismo. É por isso que para a feminista comum a promoção da castidade sexual é um perigo para ela - não porque ela (a feminista) veja algo de fundamentalmente errado nisso, mas sim porque ela está bem ciente que se os homens valorizarem as mulheres castas, a esmagadora maioria das mulheres em idade para casar verá o seu valor marital reduzido de forma colossal.

Como forma de evitar essa desvalorização, as feministas defendem que ser casta é "anormal", e que o "bom" é ser-se promiscua. Desta forma, um elevado número de mulheres vê o seu valor marital artificialmente elevado, e as mulheres castas observam como um dos seus pontos mais fortes é desvalorizado (o que faz com que muitas mulheres enveredem pela promiscuidade, reduzindo assim o seu valor marital - tal como as feministas querem). 

O feminismo não se centra, portanto, numa guerra contra as mulheres, e nem tem em vista proteger a mulher do "patriarcado maligno"; para além de tudo o resto, o feminismo é (também) uma guerra ENTRE as mulheres. Todas as queixas em torno da "igualdade", todos os juízos morais, todo o combate ao slut-shamming e todo o combate ao patriarcado nada mais são que palavras vazias que as derrotadas da vida emitem como forma de poderem ter algum tipo de chance na sua luta contra as mulheres mais bonitas e mais desejáveis.



terça-feira, 8 de abril de 2014

O porquê dos homens preferirem casar com mulheres castas

Quando ele se sente suficientemente forte para pensar no passado, as memórias de Andy Phillips em relação ao seu filho são dolorosas, tal como no passado eram preciosas. Há aquele emocionante num dia de Novembro de 1990 quando Jordan nasceu no Tameside General Hospital em Derbyshire, e foi colocado nos seus braços. Quando fecha os olhos e pensa nisso, Andy ainda consegue ver o pequeno Jordan a dar os primeiros passos. Andy lembra-se de lhe comprar o primeiro conjunto de bateria e ver, espantado, a forma como o pequeno rapaz imediatamente toca a música "Hey Jude!" dos Beatles.

Por cima de todas estas memórias felizes, no entanto, encontra-se o terrível dia, há dois anos, quando Jordan, então cim 21 anos, apareceu na casa de Andy (Telford, Shropshire) com um pedaço de papel no seu bolso de trás. Andy, de 43 anos, recorda:

Era um teste de ADN. Jordan disse que tinha algo para me contar. Fez uma pausa e disse: "Tu não és o meu pai"

Esse momento devastador deu início a dois anos infernais na vida de Andy, durante os quais ele batalhou para entender o porquê de ter sido terrivelmente enganado pela mãe do Jordan, Andrea Roberts (42 anos).

Forçado a pagar pensão depois de se ter separado de Andrea quando Jordan tinha 7 anos, Andy acredita que há já muitos anos que Andrea suspeitava que Jordan não era filho dele. E embora Andrea tenha concordado em pagar £19,000 como parte dum acordo legal feito nos instantes finais, depois dele ter dado início a um processo legal tendo em vista algum tipo de compensação por danos psicológicos a si causados por parte da mentira de Andrea, Andy afirma que não há vencedores nesta triste história - muito menos o Jordan, que tem andado para trás e para  frente na guerra entre os seus "pais".

De facto, o caso judicial causou uma tal mágoa a Jordan, hoje com 23 anos e baterista duma banda, que ele já não fala com o homem a quem ele dantes chamava de Pai apesar de Andy sempre dizer que o amava como um filho:

Ele não quer saber mais de mim. É como se eu o tivesse perdido duas vezes.

Embora Andy (engenheiro) esteja ainda a receber aconselhamento psicológico como forma de lidar com o trauma de ter descoberto que Jordan não é seu filho, Andrea diz que também ela sofreu, insistindo que não sabia ao certo se Jordan era filho de Andy ou não, e que só ficou a saber de certeza depois do teste de Outubro de 2011 ter revelado toda a verdade:

Eu tinha 18 anos. Nem acredito que o que aconteceu quando eu ainda era tão jovem ainda me atormenta até aos dias de hoje.

Numa carta sentida que ela enviou ao Andy depois dele ter descoberto a verdade há dois anos atrás, ela escreveu:

Quando eu tinha 18 anos, eu não tinha qualquer tipo de plano, mas [eu] era uma rapariga assustada, imatura e confusa, cujo próprio pai lhe havia virado as costas. Eu levava as coisas um dia de cada vez, e [eu] tentava fazer o que era o melhor para mim. Eu e tu estávamos juntos, e era assim que eu queria que ficássemos. Eu não queria magoar ninguém. [ênfase adicionado]

E em mais um episódio desta história, Andrea encontra-se agora num relacionamento com o pai biológico dde Jordan - um antigo amante dela.

O Princípio

Então como foi que as coisas chegaram a este ponto confuso e triste? Segundo documentos legais enviados ao Daily Mail, as sementes da mentira foram plantadas logo desde o início da relação entre o Andy e a Andrea.

Conheceram-se num pub em Glossop (Derbyshire) no verão de 1989 quando Andrea tinha 17 anos e Andy 19. Eles tinham andado na mesma escola integral na cidade mas mal se lembravam um do outro dos tempos da escola:

Ela aproximou-se de mim. Ela era muito bonita e conversadora. Começamos a sair juntos e eu sempre a acompanhava para casa. Eu era muito leal a ele, logo desde o início.

Mas Andy não era o único admirador de Andrea. Alguns meses depois de se terem tornado amantes, ela traiu Andy com o seu primeiro namorado, Paul Rothery, outro antigo aluno da "Glossop Comprehensive" que Andy conhecia de jogar futebol com ele no clube de jovens local. Por essa altura, Andy não ficou a saber da infidelidade da sua namorada. Andrea alega que o seu "encontro" com Paul foi um "incidente único".

Na carta que ela enviou ao Andy, ela disse que, embora ela suspeitasse que Paul pudesse ser o pai, "havia sempre a chance dele (Jordan) ser teu filho". [ed: os testes de ADN existem desde os finais dos anos 70, início dos anos 80]

Andrea estava grávida de vários meses quando disse a Andy sobre o bebé. Ele comprometeu-se a ficar com ela, o que gerou a ira do pai dela - um sargento-detective na  polícia de Greater Manchester -  bem como a ira dos seus próprios pais. Andy relata:

Eu sempre usava contraceptivos, e como tal, fui apanhado de surpresa; mas assumi que algo tinha falhado. Eu estava apaixonado por ela e nem questionei a possibilidade do filho não ser meu. Eu tinha um emprego estável e estava feliz por me tornar num pai. Mas o pai dela estava furioso e como tal, ela veio viver comigo e com os meus pais pouco antes do Jordan nascer.

Andy esteve presente no nascimento de Jordan, em Novembro de 1990, e lembra-se de ver Jordan a rastejar pela primeira vez. Os pais dele também adoravam o bebé:

Foi um momento espectacular e muito emotivo. Mas hoje em dia é muito difícil pensar nisso, sabendo que eu estava a cuidar do bebé de outro homem, e que ela nunca me disse que suspeitava que o Jordan não era meu.

Por meados de 1991, Andy havia poupado dinheiro suficiente para alugar uma pequena casa em Glossop para a sua pequena família. Ele pagou tudo, diz Andrea, enquanto Andrea cuidava do Jordan:

Eu só ganhava cerca de £300 por semana, mas estava feliz em suportá-los. Quando eu chegava a casa, depois do trabalho, levava o Jordan ao parque. As pessoas diziam o quanto que ele se parecia comigo, e como ela tinha os meus maneirismos. Não havia nada que me deixasse suspeito.

Mas ele sempre achou estranho a Andrea não ter tido interesse em casar ou ter mais filhos.

Olhando para trás, pergunto-me se isso não era porque ela nunca me amou. Se calhar nós só estávamos juntos porque eu fui o único que permaneci por perto durante o período em que ela estava grávida.

Mesmo que seja possível sentir simpatia pelo drama de Andrea, é muito mais difícil de sentir simpatia pelo comportamento que ela adoptou nos anos que se seguiram. Sem surpresa alguma, dado o segredo que ela escondia, o relacionamento deles lentamente se deteriorou:

Com relativa frequência, eu estava cansado depois do trabalho, e ficava em casa a tomar conta do Jordan. Ela começou a sair demasiadas vezes com as suas amigas.

No entanto, Andrea colocou a sua própria versão dos eventos nos documentos legais, afirmando que o temperamento de Andy causou uma divisão entre eles. Andy nega tudo isto e diz que - ameaçada por uma acção legal - esta foi uma tentativa desesperada de tentar manchar a reputação do antigo companheiro.

Eles separaram-se temporariamente em 1995, quando Jordan tinha 5 anos, mas no ano seguinte, Andy convenceu Andrea a dar mais uma chance à relação por amor ao Jordan. Em 1997, e depois dela voltar a dizer para ele se ir embora [da casa que ele havia comprado], ele saiu de casa e nunca mais voltou:

Era mais do que óbvio que ela não me queria por perto.

Começam os Pagamentos

A separação poderia ter apresentado uma chance de Andrea colocar as coisas em pratos limpos e revelar toda a verdade em torno da paternidade de Jordan, mas em vez disso, ela pediu ao Andy que lhe pagasse £120 por mês como pensão alimentícia, mesmo depois dela se ter casado com o mais novo namorado (1990), Rod Pryce. [Note-se que o argumento de que ela escondeu a paternidade do Jordan porque estava "assustada, imatura e confusa" já não cola desta vez.]

Poucos anos depois ela pediu ao Andy que aumentasse os pagamentos para £160 por mês, ameaçando que se queixaria à "Agência de Apoio à Criança" [Child Support Agency - CSA] caso ele não concordasse. Andy, que se recusou a pagar mais por acreditar que já estava a pagar o suficiente, disse:

Foi cruel da sua parte fazer-me passar por tudo isto sabendo que havia a possibilidade do Jordan não ser meu. Todos aqueles anos de engano são difíceis de serem perdoados. Durante os meus anos 20 e anos 30 tive isto a pairar sobre a minha cabeça.

Explicando o porquê de ter mantido a mentira por tanto tempo, Andrea escreveu na sua carta a Andy:

À medida que o tempo foi passando, comecei a pensar seriamente de que tínhamos que saber a verdade. Senti que o Jordan tinha o direito de saber, mas o tempo certo nunca parecia chegar. Mais do que tudo, eu estava assustada com a perspectiva de magoar o Jordan.

Mas se Andrea tinha suspeitas em torno da paternidade do filho, o pai biológico de Jordan, Paul Rothery, também as tinha. E em mais uma declaração legal disponibilizada como parte deste caso perturbador, disse que desde o princípio que a ideia de Jordan ser seu filho lhe passou pela cabeça. Houve uma altura, era Jordan ainda criança, que Paul - que vivia por perto - o viu a brincar no jardim e notou semelhanças físicas que o levaram a admitir:

Isto fez com que eu começasse a pensar que se calhar Jordan era meu filho.

Ele escreveu a Andrea, sem mencionar as suas suspeitas, mas ele diz que Andrea nunca lhe respondeu à cara. Foi só em 2011, depois do casamento com o padrasto de Jordan, Rob Pryce, se ter desmoronado, que eles finalmente se encontraram e discutiram o assunto.Alguns meses depois, contaram a Jordan dos seus receios e ele pediu logo que o assunto fosse resolvido com um teste de ADN.

Andy foi o último a saber. Por essa altura, ele estava casado com Mariya, hoje  com 33 anos, que ele conheceu há 10 anos e com quem se casou em 2007. O seu filho Joshua nasceu em Abril de 2011 e havia sido apresentado a Jordan como seu meio-irmão. Embora Andy se tenha mudado para Telford, que fica a duas horas de carro, Jordan às vezes vinha e passava lá a noite, chegando até por uma vez a trazer a sua namorada.

Não consigo perdoar a Andrea por não vir ela mesma, para me dizer. Nem consigo pensar no que Jordan passou por ter que me contar os resultados dos testes e visto que a sua mãe não tinha a coragem de ser ela a fazer isso.

Embora Andy tenha chorado quando soube da notícia, Jordan permaneceu calmo:

Ele já sabia da notícia há alguns meses, e como tal, eu questiono-me se ele já não tinha superado o seu momento de dor. Ele [Jordan] disse que isso não iria afectar a nossa relação, e que ele ainda me via como pai e que isso não iria mudar. Eu estava totalmente chocado mas eu disse-lhe o mesmo: que o amava e que ele seria sempre meu filho.

Mas Jordan retirou-se da presença de Andy, e depois de mais algumas visitas, parou de responder às suas chamadas e aos seus SMS.

Finalmente, eu liguei para o padrasto do Jordan, Rob, e perguntei-lhe se ele estava bem. Ele disse-me que ele apenas estava a tentar lidar com a situação.

Andrea tentou explicar o seu comportamento numa carta enviada a Andy ANTES dele ter dado início ao processo legal. Nessa carta, ela escreveu:

Eu só me posso culpar a mim mesma, mas eu desejava que, com tal idade, eu não tivesse que lidar com tal problema - sozinha. Eu não podia falar com ninguém, não tinha apoio e não tinha onde viver. Precisei da minha mãe e do meu pai mas eles não estavam lá para me ajudar. Devido a isso, eu tive que resolver as coisas sozinha. Tu e eu estávamos juntos e era assim que eu queria que as coisas ficassem. Por essa altura, eu não pensei a longo prazo e inocentemente pensei que poderíamos ser uma família. [ênfase adicionado]

Nos dois anos que já se passaram desde que ficou a saber a verdade, e afastado que está do convívio com Jordan, a dor de Andy transformou-se em raiva, e, sem surpresa, em amargura dirigida à Andrea:

Isto começou a devorar-me por dentro. Senti que não conseguia respirar de noite e nem conseguia dormir. Essa altura da minha vida foi horrível.

O sentido de injustiça de Andy tornou-se tão profundo que ele escreveu uma carta à CSA perguntando se ele poderia ter os seus pagamentos de volta. Ele calcula que os pagamentos somem um total de £4,894 e que ele pagou £2,760 adicionais, colocados na conta de Jordan durante os anos. Quando lhe foi dito que ele não pode ter de volta o seu dinheiro, ele decidiu seguir pela via legal.

Em retrospectiva, será que este foi um passo inteligente? Será que ele não previu que isso poderia ser doloroso para o seu filho? Admitindo que ele não levou em conta como isso poderia afectar a relação, Andy afirmou:

Eu queria justiça. Não estava interessado na vingança mas não conseguia viver cm o que ela me havia feito.

Visto que os tribunais do Reino Unido consideram o acto de educar uma criança como um privilégio, não é possível reclamar pagamentos de manutenção que tenham sido feitos a uma mãe mentirosa, mas só reclamar danos psicológicos como consequência da decepção.

O advogado de Andy, Roger Terrell, que se especializa na fraude na paternidade, afirma que tal número de alegações está a crescer rapidamente. Em Janeiro de 2013, naquele que se acredita ter sido o primeiro caso deste tipo, outro dos seus clientes, Richard Rodwell, recebeu £25,000 em danos depois de descobrir que o filho e a filha que havia criado não eram dele. Desde então, o Terrell foi contactado por dezenas de outros homens que de igual modo foram enganados; crê-se que um em cada 25 pais estão a criar filhos que não são seus.

Mas em casos como este, raramente há um final feliz. Andy descobriu através de documentos enviados ao seu advogado que seis meses depois dos testes de ADN, Jordan mudou o seu nome de Phillips para Pryce, segundo o ex-marido de Andrea e seu ex-padrasto. Andy comenta:

Isto foi incrivelmente doloroso. Eu ainda olhava para ele como o meu filho, e ainda teria um relacionamento com ele, se pudesse, mas o Jordan virou-se contra mim. Ele pensa que, ao tomar esta acção legal contra a sua mãe, eu o estou a castigar; mas ele é uma vítima, tal como eu o sou.

O relacionamento da Andrea com o pai biológico de Jordan foi o mais recente dado desta história. Mas tal como ela diz na sua declaração legal, "Não estaria correcto pensar que estamos a jogar o jogo da "Família Feliz" com o Jordan visto que isso está totalmente longe da realidade." Na sua declaração, Paul admite que:

Tem sido difícil gerar um relacionamento com o Jordan e isso é algo que está a demorar tempo.

E depois de tantos anos de segredos e mentiras, é difícil ver como é que as feridas se podem curar facilmente. Andy, que espera outro filho com a sua esposa, diz:

É como se uma grande parte da minha vida não tivesse sido o que eu pensava que era.

(...)

Daily Mail

* * * * * * * *
De forma bem concreta, esta história revela um dos grandes motivos que leva os homens a não querer casar com mulheres promiscuas (ou mulheres com um passado sexual "frutífero"). Este homem, Andy, envolveu-se com uma mulher promiscua e passou 20 anos da sua vida a pagar por um filho que não é seu, algo que ninguém no seu perfeito juízo qualificaria de "bom". 

Isto não quer dizer que casar com mulheres castas é garantia de não ser vítima de fraude, e nem quer dizer que não é possível uma mulher com um passado sexual promíscuo mudar o seu estilo de vida. O que isto quer dizer é que o homem é perfeitamente lógico e racional em usar o passado sexual da mulher para saber quais são as probabilidades dele vir a ser vítima de fraude no futuro.





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