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segunda-feira, 26 de junho de 2017

7 métodos que a elite usa para controlar o povo

Por Michael Sebastian

Todas as sociedades são controladas por uma elite. No passado, esta elite era a aristocracia hereditária, mas hoje em dia, a elite é composta por globalistas extremamente ricos. Eis aqui algumas das técnicas que eles usam para se manterem no topo.

Os 3 primeiros itens da lista são itens sobre os quais nós temos pouca influência visto serem totalmente determinadas pelo governo, que, por sua vez, encontra-se totalmente controlado pela elite. Teoricamente isto pode ser mudado através do voto, mas na realidade, nós não temos qualquer tipo de influência sobre estas políticas.

Os 4 últimos itens também se encontram totalmente controlados pela elite, mas o nosso uso deles está sob o nosso controle. Se por acaso estamos a ser controlados através deles, então não podemos culpar ninguém a não ser nós mesmos.

1. Violência.

Uma das formas mais óbvias através da qual a elite controla a população é através da ameaça de violência. Se alguém que não faz parte da classe governante [classe essa que é bem mais alargada que a classe 'democraticamente eleita'] tenta obter acesso a local barrado ao povo, essa pessoa irá rapidamente ser colocada numa prisão ou morta. Virtualmente todas as classes governantes da História usaram este método.

Os Estados Unidos fazem uso constante da violência como forma de reforçar a ordem estabelecida. E ocasionalmente, a força usada é excessiva. Por exemplo, em 2013 uma higienista dental chamada Miriam Carey conduziu até ao ponto de controle da Casa Branca. 

Quando os oficiais a ordenaram que parasse, ela tentou inverter a marcha e voltar para a estrada de onde tinha vindo. Os policiais bloquearam-na e ela foi-se embora, gerando uma perseguição policial que terminou quando os policiais dispararam e mataram a jovem mãe (apesar dela não ser qualquer tipo de ameaça para eles).

O monopólio estatal do uso da violência é a forma de controle mais aceitável. Quando ela é usada correctamente, ela preserva a ordem sem afectar de modo negativo a maior parte das pessoas. Esse monopólio só se torna problemático quando ele se torna excessivo.

2. Assistência Social

Há já milhares de anos que os governos usam a assistência social como forma de placar as massas deslavadas. Durante a parte final da República Romana, os políticos disponibilizavam pão aos votantes mais pobres como forma de comprar os seus votos.

Infelizmente, o esquema da compra de votos não durou para sempre. Mal as pessoas se aperceberam que elas poderiam votar por "coisas gratuitas" para si mesmas, a República tornou-se ingovernável.

Depois de muitos tumultos políticos, a situação eventualmente precisou dum ditador forte na figura de Júlio César.

Nos dias de hoje, os governos disponibilizam alimento grátis, alojamento, e até telemóveis aos pobres como forma de comprar os seus votos e impedir que causem problemas.

Não pensem por um minuto que quando Hillary propõe outra ronda de ofertas ela tem uma preocupação genuína pelos seus concidadãos; isto nada mais é que mas uma compra de votos.

3. Impostos

A elite usa a política tributária como forma de impedir que os outros se tornem abastados e, desde logo, passem eles mesmos a fazer parte dessa mesma elite. Nos Estados Unidos, as pessoas que fazem parte dos 1% mas ricos pagam muito pouco de impostos visto que a maior parte do seu rendimento deriva de ganhos de capital, que são tributados a taxas mais baixas que o rendimento comum.

Ironicamente, os Democratas que querem tributar as pessoas que ganham rendimentos elevados para "atacar os ricos" estão, na verdade, a perpetuar o elitismo enraizada dos super ricos. Para fomentar uma maior mobilidade económica, o sistema tributário deveria ser menos progressivo tendo em vista o propósito de baixar os impostos dos rendimentos comuns.

4. Desporto

Karl Marx é famoso por dizer que a religião é o ópio das massas. É provável que isso fosse verdade nos dias de Marx, mas claramente não é isso que se passa hoje. Actualmente, a religião desempenha um papel menor da vida da maior parte das pessoas. Em vez disso, o ópio mais poderoso na vida dos homens modernos é o desporto televisionado.

Existem segmentos consideráveis da população masculina (e cada vez mais mulheres) que passam os Sábados e os Domingos fixados na TV a assistir as suas equipas favoritas. E isto já não é mero entretenimento; as pessoas levam estes desportos tão a sério que podem ficar deprimidas quando a sua equipa perde um jogo importante.

Nos Estados Unidos, os desportos são uma indústria milionária e todos eles são disponibilizados pelas elites que são abastadas o suficiente para comprar equipas. Até os desportos universitários são financiados pelos endinheirados financiadores das universidades.

A forma de evitar ser encurralado pela distracção dos desportos televisionados é colocando-os na sua perspectiva adequada. Embora não haja nada de mal em assistir a um jogo durante o fim de semana, não há motivos para comprar imensa propaganda desportiva ou gastar o tempo a memorizar estatísticas. Porque é que ficamos tão emotivos quando duas empresas entram em confronto uma com a outra?

Para além disso, é sempre melhor participar em desportos do que assistir outros a practicá-lo. Este é também um bom conselho para a distracção que se segue que é..

5. Pornografia.

Começando nos anos 50, os pornógrafos levaram a cabo uma guerra com a duração de 3 décadas tentando enfraquecer as leis Americanas contra a obscenidade. E eles foram bem sucedidos. Com o advento da internet, a pornografia tornou-se omnipresente. Embora os libertários celebrem isto como um triunfo da liberdade pessoal, a realidade dos factos é que a pornografia tornou-se numa das formas de controle das massas mais poderosas que existe.

Não é preciso dizer aos homens o quão poderoso o impulso sexual é. Para nós, o estímulo visual é extremamente viciante. Alguns estudos revelam que pelo menos metade dos homens encontra-se viciada em pornografia, mas eu acho que esta percentagem é bem mais elevada.

O uso da pornografia é uma imensa perda de tempo. Em vez de ser levado a cabo algo de útil, alguns homens passam uma ou duas horas a tentar encontrar imagens excitantes. Esse tempo poderia ser melhor usado a levantar pesos, a aprender uma arte marcial, a conhecer mulheres, a gerar uma família, ou a fundar uma empresa.

Mas a pornografia é mais do que uma perda de tempo visto que ela engana o homem, levando-o a acreditar que ele tornou-se no Imperador da China com um número ilimitado de mulheres prontas a satisfazer todas as suas necessidades. 

Dito de outra forma, o uso da pornografia torna o homem complacente. Isto pode ser visto no comportamento dos "homens herbívoros" do Japão que acham mais simples ficar em casa e masturbar-se, do que encontrar uma mulher ou atingir um objectivo qualquer.

Quer seja intencional ou não, a pornografia tornou-se numa das mais eficazes formas de controle das massas. Se estamos ocupados a estimular o nosso cérebro, então não estamos a reparar na forma como o nosso governo se está a transformar numa plutocracia. Isto causa a que não nos importemos com o facto de estarmos a ser tratados como gado como forma de enriquecer os nossos senhores.

6. Entretenimento

O post mais popular do meu blogue foi o primeiro que escrevi. O tópico era o que eu havia aprendido enquanto acompanhava um programa televisivo com o nome de "Naked and Afraid". Embora eu seja de opinião que esse post tem uma mensagem benéfica, os meus posts mais profundos têm muito menos visualizações. O motivo por trás da sua popularidade é o facto de se centrar num programa de televisão. Os posts aqui no ROK que comentam filmes são, também, muito populares.

Tal como o desporto televisivo, não há nada de mal em apreciar programas televisivos, filmes ou jogos de computador quando isto é feito com moderação. Mas o entretenimento popular está quase sempre cheio de mensagens que têm o propósito de avançar com a agenda dos esquerdistas. E tal como a pornografia ou o deporto televisivo, demasiada envolvência com o entretenimento pode-nos cegar em relação ao que *realmente* está a acontecer no mundo real. (...)

7. Redes Sociais

Quando elas não estão a ser censuradas pelas elites, as redes sociais podem ser uma ferramenta extremamente poderosa que podemos explorar para trazer de volta o patriarcado. Infelizmente, 99% das pessoas não usam as redes sociais como ferramenta do bem, mas sim como forma de obter algum tipo de "status". As mulheres são mais culpadas disto, mas os homens também o são quando postam fotos das suas bebidas alcoólicas ou das suas técnicas de grelhar carne.

A melhor forma de usar as redes sociais é usá-las com prudência. Se por acaso deres por ti envolvido em guerra de "status" ou em discussões sem sentido, afasta as redes sociais da tua vida e vai fazer alguma coisa de útil.

Conclusão:

Aristóteles ensinou que a liberdade genuína não é a licença para se fazer o que bem se quiser, mas sim a habilidade de agir em concordância com a razão. Se nós nos encontramos incapazes de fazer o bem, independentemente da linguagem empoderadora que usemos para mascarar o facto da servidão, nós somos escravos.

O facto de nos vermos livres do controlo da elite pode não os derrubar a curto prazo, mas vai fazer com que a nossa vida melhore. Só isto é motivo suficiente para se levar a cabo esforços nesse sentido.

Fonte: http://bit.ly/2t8Tw8L
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domingo, 20 de julho de 2014

Pausa para compromissos publicitários

A todos os machistas leitores que se interessam por desporto e indústria automóvel recomendamos o excelente blogue Diário Automóvel «Diário Automóvel, as últimas novidades em primeira mão.»







sábado, 1 de setembro de 2012

Jornalista turco: Jogos Olímpicos estão a destruir a figura feminina

Já há muito que se sabe que, com a excepção de algumas modalidades, as participantes femininas dos eventos desportivos têm uma aparência muito pouco feminina. O que não se sabia é que estas coisas não poderiam ser ditas.

Um colunista dum jornal turco foi duramente criticado depois de escrever um artigo onde ele defende que os Jogos Olímpicos (JOs) estão a destruir a figura feminina. O artigo - com o nome de "Womanhood is dying at the Olympics'" [A feminidade está a morrer nos Jogos Olímpicos] - foi escrito por Yuksel Aytug e foi publicado no jornal diário com o nome de Sabah - e no site do respectivo jornal.

No entanto, em pouco tempo o artigo espalhou-se pelo mundo inteiro ao afirmar que os JOs estavam a distorcer os corpos das mulheres, e que pontos extras deveriam ser conferidos às atletas que tivessem a forma mais feminina.

Segundo o Hurriyet Daily News, ele afirmou:
Com ombros largos, peitos lisos e ancas pequenas, elas são totalmente indistinguíveis dos homens. Os seus seios - símbolos da feminidade e maternidade - são achatados uma vez que são vistos como um impedimento para a velocidade.
Aytug afirmou ainda que a aparência de muitas atletas olímpicas era "patética".

Depois da publicação do artigo, Aytug foi duramente criticado através do Twitter, e mesmo pelas suas colegas.

Zoe Smith, de 18 anos, e que fez parte da equipa britânica que esteve presente nos JOs, sofreu abuso cibernético antes do evento. Depois de ter aparecido num documentário no início do ano, ela foi sujeita a abuso maligno através da internet, com trolls anónimos a afirmarem que ela tinha a aparência duma "lésbica" e dum "homem".


* * * * * * *
A reacção histérica que se seguiu à publicação do artigo não faz sentido nenhum, especialmente se levarmos em conta que o que ele escreveu é a pura verdade.

"Mulheres"


sexta-feira, 20 de julho de 2012

Biologia supera ideologia: mulheres preferem desportos mais femininos

Apesar de décadas de dispendiosas e agressivas tentativas de reconstruir as mulheres à imagem dos homens, elas ainda preferem desportos mais femininos tais como ginástica e patinagem artística.

Estudo recente levado a cabo por Erin Whiteside (Universidade do Tennessee) e Marie Hardin (Universidade Pennsylvania State) explora estas questões. Os resultados, publicados na "Communication, Culture & Critique", mostram que as mulheres preferem eventos desportivos condensados - tais como os Jogos Olímpicos - em vez de desportos com épocas mais longas.

Para além disso, quando chega o momento de assistir um evento olímpico em particular, as mulheres normalmente escolhem eventos que são vistos como tradicionalmente mais "femininos" tais como a ginástica e a patinagem artística.

Marie Hardin afirma:

A nossa pesquisa fornece algum discernimento sobre o porquê dos Jogos Olímpicos continuarem a ser tão populares entre as mulheres. A questão não se centra só no tipo de evento que está a ser exibido - embora isso possa ter o seu peso - mas também na forma como os Jogos são disponibilizados: em parcelas pequenas - que podem requerer apenas 10 minutos de compromisso para assistir a um empolgante evento desportivo - e durante uma altura do dia em que as mulheres sentem que podem fazer esse compromisso.
Virtualmente todas as mulheres inquiridas expressaram preferência pelos Jogos Olímpicos por motivos patrióticos mas também por motivos de ritmo. Whiteside explica:
As mulheres prefeririam o estilo condensado da cobertura, algo que elas descreveram como "fácil de acompanhar."
A frequência dos eventos durante os Olímpicos, bem como a omnipresente discussão em torno dos mesmos - desde a televisão à rádio - tornam-nos mais apelativos para as mulheres que, de outro modo, não se identificam como ávidas consumidoras de desporto e nem sempre tem tempo para se dedicar a assistir os desportos.

As mulheres que responderam ao inquérito preferiram desportos considerados mais femininos e não masculinos. De modo geral, elas não viram qualquer tipo de ganho em acompanhar o desporto feminino que exibe desempenho atlético que desafia os papéis de género - tal como o basquetebol. Em vez disso, elas expressaram um forte interesse em desportos tais como ginástica, ténis e patinagem artística.

Apesar dos programas que transformam as mulheres em amazonas - homens com seios - terem sido um falhanço total (e em vez de se tornarem fisicamente mais aptas e atraentes, as mulheres apenas se tornaram mais pesadas) não há qualquer tipo de sinal entre os políticos e entre os académicos de querem colocar um ponto final no financiamento da masculinização da mulher.

No entanto, a natureza não se importa muito com as atmosferas ideológicas dominantes e opressivas, e como tal, por mais que as feministas se tentem convencer do contrário, as mulheres querem ser mulheres e irão sempre ser mulheres.


Modificado a partir do original


domingo, 15 de janeiro de 2012

Mulheres espantosamente feias unem-se contra atleta Cristão

Um coven de bruxas uniu-se para lançar um feitiço, na esperança de encerrar a sequência de vitórias miraculosas do jogador Cristão Tim Tebow em favor da sua equipa Denver Broncos.
Tebow orando antes dum jogo
Lorelei e Lori Bruno, duas bruxas de Massachusetts, realizaram uma sessão espírita ao meio-dia da sexta-feira 13 na Esquina do Esconderijo do Corvo, na cidade de Salem, Massachusetts. A meta delas: garantir que o time New England Patriots derrote Tebow e seu time Denver Broncos.
Vou levantar a energia do universo e enviar todos os encantamentos”, Lorelei disse para o jornal Boston Herald. “Lori invocará os anjos”. [Só que estes "anjos" não são aqueles que trabalham para Deus, mas para o inimigo de Deus.]

As bruxas afirmam que não estão fazendo bruxaria contra Tebow, mas confessaram que querem fazer um altar com um boneco de Tom Brady, zagueiro do New England Patriots [para ajudá-lo a vencer Tebow].

Uma bruxa da localidade teria costurado o boneco, que ficará no altar ao lado das bolsas cheias de ervas e pedras para ajudar todos os jogadores do New England Patriots.

Bruxas Lorelei e Lori invocando os demónios
Tom Brady verá o que ele precisa ver, estará onde ele precisa estar e conduzirá o New England Patriots a outra vitória”, Lorelei disse ao Boston Herald.
Entretanto, os Cristãos não estão se curvando a essa bruxaria. Kim Daniels, fundadora dos Ministérios Palavra Falada, uma igreja multirracial de periferia de cidade, e vereadora da cidade de Jacksonville, Flórida, está organizando intercessores para orar às 17h e meia-noite, horários que as bruxas chamam de “a hora das bruxas” e que Kim chama de “a hora do Espírito Santo.
O governo de Deus está se manifestando e expondo a escuridão. Vamos ter muitos montes Carmelos onde nos defrontaremos com o diabo, e ele não vai ficar com a glória”, disse Kim.
Exactamente como cremos em Jesus, há pessoas que acreditam no diabo. Essa é uma chamada para a igreja despertar. O mal existe e em qualquer lugar em que a luz, haverá choque com as trevas. No estádio de futebol é hora de Tebow. Mas na esfera espiritual é hora de Jesus. Tebow pertence a Jesus”.

. . . . . . .

Tim Tebow deve estar a fazer algo de correcto quando consegue unir do mesmo lado ateus militantes, que negam o sobrenatural, e ocultistas, que defendem a existência do sobrenatural.

Isto vem na mesma linha de pensamento já aludida na segunda aula do Padre Paulo Ricardo em torno do marxismo cultural: eles (esquerdistas) irão defender o que quer que seja, desde que isso sirva a revolução.

Unir-se a pessoas que defende exactamente o oposto do que eles acreditam é válido desde que estejam a lutar contra alguém, ou algo, que atrapalhe avanço da revolução. Coerência e consistência não são ideias dignas de serem defendidas se isso atrapalhar o esquerdismo.

Se alguém duvida que isto faz parte dum jogo político, ficam as perguntas: se Tim fosse muçulmano, ou defendesse algum tipo de ideologia útil ao esquerdismo, será que assistiríamos este tipo de animosidade contra ele? Ou é a sua devoção ao Senhor Jesus Cristo e ao Cristianismo que incomoda aos demónios que controlam a esquerda politica?

Se Tim fosse macumbeiro, astrólogo, practicante do yoga ou outra estupidez ocultista qualquer, não veríamos este tipo de ataque contra ele visto que essas crenças estão de acordo com a esquerda política.


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

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