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segunda-feira, 10 de julho de 2017

Rothschild exige que as nações ocidentais ataquem a Síria

Por Baxter Dmitry

Sir Evelyn de Rothschild apelou às nações ocidentais que se "unissem como um" como forma de "intervir" na Síria, derrubar Assad  e "trazer a Síria para o novo século". 

Descrevendo Assad como um "ditador brutal que tem que ser forçado a se ajoelhar" durante um discurso sombrio que ocorreu numa angariação de fundos no distrito financeiro da City de Londres, Rothschild exigiu que as nações ocidentais "derrubassem o regime de Assad" porque o mesmo está a "resistir à decência comum" e é uma ameaça aos nosso "valores corporativos".

Rothschild falou também do negócio familiar que teve origem quando cinco irmãos estabeleceram "o primeiro e o único sistema bancário verdadeiramente global", operando a partir de Londres, Paris, Viena, Nápoles e Frankfurt pouco antes do fim do século 19. Ele disse:

Estes cinco irmãos, trabalhando em conjunto como forma de partilhar informação e ideias, construíram um negócio extraordinário que superou limites e culturas.

Pouco depois de 200 anos mais tarde, estas ideias empresariais, que têm resistido ao tempo, encontram-se sob a ameaça de regimes despóticos que resistem à decência comum. Estes regimes são uma ameaça aos nossos valores internacionais e corporativos.


Sir Evelyn, um bilionário que se encontra casado com Lynn Forester de Rothschild, não explicou o porquê dos governos terem que seguir a sua exigência de mais guerras intervencionistas no Médio Oriente.

No entanto, já foi sugerido que ele está a advogar por uma invasão da Síria apenas e só porque esta nação é uma das cinco nações do mundo que não têm um banco central controlado pelos Rothschild.

No ano de 2000 existiam 8 nações que não tinham um banco central controlado pelos Rothschild, no entanto, o Iraque, a Líbia e o Afeganistão - depois da invasão levada a cabo pelas nações ocidentais - têm agora bancos centrais.

Será que a Síria será o próximo?

Fonte: http://bit.ly/2tAzoLT

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Claro que o Médio Oriente tem outro regime controlado por ditadores que não parece estar sob ataques por parte de membros da família Rothschild. Porque será?

Oh, I see.
Enquanto as nações do médio Oriente (e do mundo) se sujeitarem ao dólar e aos Rothschild, os mesmos não serão alvos de ataques por parte do exército dos globalistas (o exército Americano). 

Quando, por outro lado, uma nação (como a Hungria ou a Rússia ou a Polónia) rejeita partes importantes da agenda globalista (tal como a invasão islâmica), a mesma é alvo de ataques pelos globalistas e por parte das agências "noticiosas"  por eles controladas.

A Líbia, embora longe dos padrões de alguns países Europeus, era um país relativamente estável e próspero. Mas, como a sua economia não estava totalmente sob o controle dos globalistas, os globalistas resolveram trazer a "democracia" até lá. E hoje, a Líbia é um país destruído, mas controlado e subjugado

Pelo menos têm "democracia"
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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

«Quer fazer um juízo sobre o Estado Novo à luz da História?

«Um juízo sobre o Estado Novo à luz da História? Mas a História é uma mão-cheia de interpretações de factos que existiram ou que se supõe terem acontecido.

Eu considero este período, de quase quarenta anos, como um dos poucos em que houve ordem em Portugal, onde se conseguiu trabalhar eficazmente. Foi o único período desde D. João V em que não obedecemos a pressões dos credores e batemos o pé às grandes potências. É que nós andávamos muito atrasados e não me parece que os passos na Primeira República tivessem avançado muito...

Nos principais anos da minha longa vida fui duas dezenas de vezes intimado a voltar para casa por uns senhores com cartucheiras e espingardas às costas, que exerciam a profissão de revolucionários civis: "Hoje não há escola", "Hoje não há liceu"... Já professor de liceu, via as aulas do Pedro Nunes interrompidas por outros profissionais que já ostentavam petardos nos cintos.

O Rato era o local interdito nesses tempos em que não existia a Avenida Álvares Cabral. Como passar para as Avenidas Novas? Lá ia eu, chapéu de coco e bengala, distribuir garotagem que morava para lá do Parque Eduardo VII. Outros professores chefiavam outros grupos. De vez em quando encontrávamos patrulhas, ora de revolucionários civis, ora de "outros" revolucionários. Obrigavam-me a gritar "Viva a República" ou "Abaixo a militança!".

Viveram-se assim dezoito anos! Não venham com "teorias" os que os não sofreram!. Não evoquem o mito da liberdade! Não tínhamos Armada, não tínhamos Marinha Mercante, não tínhamos Exército! Teimámos em ir à guerra contra o parecer da nossa Velha Aliada, que sabia que nada iríamos fazer à Flandres.

Durante três ou quatro anos vi as ruínas das "régions devastées", como um turista que visitasse as ruínas de Pompeia. Havia mesmo comboios especiais com horários diários. Com o coração amargurado só ouvi falar da intervenção da nossa tropa em Armentières e em La Couture. Vi as ruínas de Espanha. Vi ruínas novamente em França, na Alemanha, em Inglaterra, na Bélgica, na Holanda.

O Estado Novo conseguiu equilibrar-se numa neutralidade que permitiu acolher crianças austríacas e gentes em fuga temerosa. Numa terra de solo paupérrimo e de subsolo desconhecido, iniciámos uma marcha para a prosperidade que ia impante por sermos dirigidos pelo único Homem de Estado surgido em Portugal desde os começos do século passado. Um homem honrado, não egoísta, missionário da ideia de que qualquer sociedade tem de ser hierarquizada para poder trabalhar com método na execução de um plano.

Do que aconteceu depois da revolução de 1974, pouco sei. Nestes últimos anos passei a França e daí ao Brasil, onde fui encontrar duas centenas de milhar de Portugueses fugidos da Europa e de Angola. Alguns milhares de fugitivos conseguiram transportar consigo móveis, tapeçarias, loiças, pratarias, quadros, livros, obras de arte... Como foi isto possível, não sei... 

Portugal ficou imensamente mais pobre, mas deu ensejo à formação de fortunas de antiquários portugueses nascidos da competição.

(...) Desde a Revolução Francesa que Portugal sempre obedeceu aos seus credores ou às potências poderosas no mar. Salazar não obedeceu aos credores porque acabou com eles. "Orgulhosamente só", conseguiu poupar Portugal à guerra que destrói choupanas e monumentos, museus e bibliotecas, florestas, pomares e prados; que mata gado e populações que surgem amalgamadas num número e sob a designação de "mortos de guerra".

Ficam heróis, ficam mitos, renascem ódios. Espera-se que o tempo esfarele essas realidades momentâneas. Ficarão Histórias e historietas, que são tentativas de interpretação, convicções de historiadores!».

Francisco de Paula Leite Pinto (in «Salazar visto pelos seus próximos - 1964-68»).



sábado, 27 de agosto de 2016

Red Symphony: O interrogatório dum comunista financiado pelos banqueiros

Por Daryush Valizadeh

Um documento com o nome de "Red Symphony" é tido como uma transcrição do interrogatório feito por um agente da KGB a um comunista Trotskista que tentou subverter Estaline. O mesmo é tido como autêntico mas, obviamente, não há forma de ter certezas absolutas. O comunista detalha uma conspiração levada a cabo pelos banqueiros com o propósito de controlar o mundo.

Texto integral: http://mailstar.net/red-symphony.html

O Comunismo irá obter a vitória graças às contradições do Capitalismo [...] ...uma maior concentração dos meios de produção corresponde a uma maior massa proletária, uma força mais numerosa para a construção do Comunismo. Não é assim?

Esta contradição declara que, com o passar do tempo, o capitalismo vai ficando mais centralizado no topo, onde cada vez menos homens detém os meios de produção. Isto aumento o número dos que nada têm, que, consequentemente, se movem em favor do comunismo porque não têm riqueza. Portanto, a longo prazo, o capitalismo irá gerar as condições que irão causar a que o comunismo se torne numa boa ideia para aqueles que se encontram na base da escala do poder económico.

Tal como sabemos, o propósito único de qualquer luta dentro da esfera económica é em favor de se ganhar mais e trabalhar menos. Tal é o absurdo económico, mas  segundo a nossa terminologia, tal é a contradição que não foi notada pelas massas, que ficam cegas quando, a dada altura, há um aumento de salários, que é rapidamente anulado pelo aumento dos preços.

E se os preços são limitados pela acção governamental, então a mesma coisa acontece, isto é, a contradição entre o desejo de gastar mais, produzir menos, é qualificada aqui pela inflação monetária. E devido a isto, entramos num ciclo vicioso: greve, fome, inflação, fome.

Controlar o dinheiro é apenas uma forma através da qual os banqueiros operam para atingir os seus objectivos: poder.

G. - Mas se, segundo você - e eu sou da mesma opinião - eles já têm poder político global, então qual é o poder que eles ainda querem obter?

R. -Já lhe disse: Poder total, tal como aquele que Estaline tem na URSS, mas a nível global.

As pessoas que nós vêmos em posições proeminentes parecem ter poder, mas essas pessoas não se encontram no topo da escala:

...nenhum "Deles" é a pessoa que ocupa uma posição política ou uma posição dentro do Banco Mundial. Tal como eu passei a entender depois do assassinato de Rathenau em Rapallo, eles dão posições politicas ou financeiras aos intermediários. Claro que são pessoas de confiança e leais, e pessoas que dão imensas garantias: logo, pode-se dizer que os banqueiros e os políticos nada mais são que homens-palha .... apesar destes ocuparem posições elevadas e parecerem ser os autores dos planos que são levados a cabo.

A ajuda da Maçonaria dentro desta conspiração:

Todas as organizações maçónicas tentam fomentar e gerar todos os pré-requisitos necessários para o triunfo da revolução Comunista; este é o propósito óbvio da maçonaria; é bem claro que tudo isto é feito sob vários pretextos; mas eles escondem-se sempre por trás do seu bem-conhecido triplo-slogan. (Liberdade, Igualdade, Fraternidade).

Hitler nada mais era que um peão dentro deste jogo, até que eles passou a ter a ideia de imprimir o seu próprio dinheiro (...)

Como forma de controlar Estaline, a finança internacional viu-e forçada a ajudar no crescimento de Hitler e do Partido Nacional Socialista. Rakowsky confirmou que financiadors Judeus ajudaram os Nazis embora Hitler não estivesse ciente disso.

O livro é intrigante, e parece confirmar o que sabemos sobre a forma como a elite opera.

http://bit.ly/2bOiRe

* * * * * * *

Isto confirma também o que já havia sido dito no passado: a "guerra" entre o comunismo e o capitalismo é uma fachada visto que a mesma Alta Finança controla ambas as ideologias. (Convém salientar que "capitalismo" e "livre mercado" podem ter pontos comuns mas uma não é idêntica à outra)

O motivo que levou a Alta Finança mundial (os assim-chamados globalistas) a tentar destruir Estaline prende-se com o facto deste último avançar com o Comunismo "Nacionalista" (se é que isso existe) enquanto que os banqueiros desejavam o Comunismo Internacionalista. Visto que Estaline aparentemente não estava a cooperar com quem havia financiado a Revolução "Russa", os banqueiros resolveram removê-lo do poder.

Quando Estaline se tornou uma ameaça demasiado grande para ser contida, os globalistas elevaram Hitler como forma de o usar contra Estaline.

Mas Hitler começou a imprimir o seu próprio dinheiro e a desenvolver um sistema económico que diminuía a dependência da banca internacional, o que, desde logo, fez dele uma ameaça económica ainda maior que Estaline, levando os internacionalistas a buscar formas de avançar com uma guerra para destruir a sua influência.

Resumidamente, "Red Symphony" revela a forma como os agentes activos das guerras e das "mudanças de regime" são os mesmos banqueiros que há já algum tempo escravizam as nações através da dívida.

Chaim Rakover ("Christian Rakovsky", o homem que revelou o que se leu em cima) diz que as cinco pontas da estrela comunista são os cinco irmãos Rothschild e os seus bancos. Para os idiotas úteis que olhavam para o comunismo como forma de "lutar contra os banqueiros", fica a revelação de que o comunismo sempre foi financiado pelos mesmos banqueiros que eles dizem ser contra.

Por fim, Chaim Rakover identifica o único verdadeiro inimigo do sistema comuno-globalista:
Na verdade, o Cristianismo é o nosso único inimigo real visto que todo o fenómeno político e económico dos Estados Burgueses emana dele. O Cristianismo, ao controlar o indivíduo, é capaz de anular a projecção revolucionária do neutral Estado Soviético ou Ateísta.
A ler: 1 e 2



segunda-feira, 25 de abril de 2016

Os Rothschilds e a CIA por trás de "Revolução dos cravos"


Na véspera de um dia de mistificação, vou-vos contar uma história, esta autêntica...Os cravos vermelhos são, desde o Séc. XIX, um dos principais símbolos dos Rothschilds e dos banqueiros da City de Londres. Simbolizam o poder da banca internacional, como muito bem é caracterizado no final do filme «Mary Poppins» do Walt Disney (que detestava os banqueiros e os Rothschilds)...

No dia 22 de Abril de 1974, entra no Tejo uma esquadra da NATO/OTAN, incluindo um porta-aviões e dois navios de guerra electrónica, o USS Warrior e o Iate Apollo. Na noite desse dia, descarregam cerca de trinta contentores no porto de Lisboa, cheios de cravos vermelhos da América do Sul. Para quem não saiba, em Portugal os cravos só florescem nos finais de Maio e início de Junho... Agora há estufas para cultura intensiva, mas na época não...

Na madrugada do dia 25/4, uma frota de camiões da NATO distribuiu esses cravos por várias unidades militares revoltosas, para que os soldados os colocassem nos canos das armas. Finalidade: indicar às forças «amigas» (da banca internacional) que estava tudo bem, e que o golpe era controlado por «eles»... Isto foi-me confirmado por várias fontes militares ligadas à NATO...

Depois, para encobrir a vergonhosa verdade. inventou-se a historieta (para tótós) de que teria sido uma certa D. Celeste Martins Caeiro, empregada da limpeza de um restaurante no edifício «Franjinhas» da rua Brancaamp que, tendo o dono (não era um dono, mas uma dona, e a «história» para tótós está toda aldrabada), que estava a aprontar a sala para a inauguração, dito para os empregados levarem as flores (cravos que ainda não havia à venda nessa altura em Portugal) para casa... 

A D. Celeste leva-as para o Largo do Carmo - pessoalmente, a comandar uma frota de camiões da NATO - e começa a distribuir os ditos cravos, sabendo de antemão o que nem a PIDE/DGS suspeitava!

Outras «fontes revolucionáris» dão a D. Celeste como florista com lojinha no edifício do Cinema Império, que, com colegas, andou a recolher cravos inexistentes nos stocks para distribuir aos revoltosos... Estava mais bem informada que a PIDE, a CIA e a KGB, não contando o MI6 de Sua Majestade...

Enfim, e assim se alicerçam «a martelo» as mentirolas de Abril... Não a 1, mas a 25... E continuam...

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A «Revolução dos Cravos» não passou de um golpe da CIA


A censura do Facebook apagou-me há tempos um post onde eu explicava detalhadamente a orquestração do 25 de Abril de 1974 pela CIA americana, e descrevia a distribuição dos cravos vermelhos - símbolo da banca da City de Londres - pelas forças da OTAN que haviam entrado no Tejo a 22 de Abril...

Também descrevi, num dos comentários, o episódio em que as forças revoltosas da Escola Prática de Cavalaria foram paradas pelos blindados de lagartas (tanques M47) do Regimento de Cavalaria 7, fiéis ao governo de Marcello Caetano, quando estavam no Terreiro do Paço e avançavam para a Ribeira das Naus (primeira foto).

Nesse momento, a fragata Gago Coutinho (segunda foto) posicionou-se frente à praça, para fazer fogo sobre os revoltosos assim bloqueados, caso estes não se rendessem.

Nesse momento, o contratorpedeiro canadiano Huron das forças da OTAN meteu-se entre a Gago Coutinho e a Praça, anulando intencionalmente a manobra da nossa fragata, e abrindo caminho aos revoltosos (terceira foto).

Por fim, na página de Lisboa de Antigamente, encontrei as fotos da sequência funesta, demonstrando que afinal, a «Revolução dos Cravos» não passou de um golpe americano da CIA...

Se calhar, também me vão censurar este post...

Blindados de lagartas do Regimento de Cavalaria 7, fiéis ao governo de Marcello Caetano
Fragata Gago Coutinho posicionou-se frente à praça
Contratorpedeiro Huron das forças da OTAN meteu-se entre a Gago Coutinho e a Praça.
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Claro que os Americanófilos terão dificuldade em aceitar que, contrariamente ao que lhes foi dito, a NATO, os Americanos e a elite que controla o Ocidente não são os "bons", e nem são "maus"  aqueles que são contra os seus sonhos de manutenção e aumento da hegemonia militar, económica e cultura sobre o mundo. Essencialmente, a NATO só serve para submeter os países ao FMI e ao domínio  Anglo-Americano.

Nesta guerra de blocos imperialistas é complicado identificar um deles como estando do lado do bem, e outro estando do lado do mal, mas é muito fácil dizer que a NATO não luta pela "democracia", e que os interesses económicos da elite financeira mundial (liderada pela família do escudo vermelho) estão na base de quase todas "revoluções" e conflictos armados no mundo.

Os Portugueses têm sido enganados há 40 anos sobre a "revolução", e as vozes que sabem da verdade (como o Carlos) estão a ser censuradas. A única forma de garantirmos que as gerações vindouras saibam da verdade que se abateu sobre a nação, e como o país está a ser controlado por interesses financeiros sediados em Londres, é falando aos outros.



sábado, 29 de agosto de 2015

A Reserva Federal e a lista de presidentes assassinados

Por "Humans are Free"

No dia 4 de Junho de 1963, foi assinado um decreto Presidencial virtualmente desconhecido, a Ordem Executiva 11,110, com o poder de retirar ao Banco Rothschild o seu poder de emprestar,  com juros, dinheiro ao Governo Federal dos Estados Unidos. Com uma simples assinatura, o Presidente Kennedy declarou que o banco privado com o nome de Reserva Federal, pertencente aos Rothschild, estaria brevemente fora de serviço.

A instituição com o nome de "Christian Law Fellowship" pesquisou de modo exaustivo este assunto dentro do Registo Federal e também dentro da Livraria do Congresso. Hoje podemos dizer com toda a segurança que esta Ordem Executiva nunca foi repelida, alterada, ou suplantada por uma Ordem Executiva posterior. Dito de forma simples, a Ordem Executiva 11110 ainda está válida.

Quando o Presidente John Fitzgerald Kennedy assinou este Ordem, devolveu ao governo federal dos Estados Unidos - especificamente ao Departamento do Tesouro - o poder Constitucional de criar e emitir a moeda - dinheiro - sem passar pelo privado Banco da Reserva Federal dos Rothschild.

A Reserva Federal

Um mito com o qual vivem os Americanos é a charada com o nome de "Reserva Federal". Para muitos é um choque descobrir que esta instituição não é uma agência do Governo dos Estados Unidos. O nome "Reserva Federal" foi criado para enganar, e ainda o faz; este banco não é federal e nem é propriedade do governo, mas é sim [um banco] privado.

Ele paga o seu próprio porte postal tal como qualquer outra companhia. Os seus empregados não se encontram dentro do serviço civil. A sua propriedade privada é mantida sob acções privadas, e encontra-se sujeito à tributação local. Como se sabe, o património governamental não está sujeito à tributação.

Este banco é um engenho que criou uma inimaginável fortuna privada, até mesmo para os financeiramente sofisticados. Ele permitiu que a elite imperial manipulasse a nossa economia em favor da sua agenda, e usasse o governo como executor dessa agenda. Essa elite controla os tempos, dita as regras dos negócios, afecta as nossas casas e virtualmente tudo aquilo que nos interessa.

É preciso muita força para manter um império, e este caso não é diferente. Os motivos de preocupação da liderança da "Reserva Federal" e dos seus benfeitores secretos parecem estar mais além da moeda e das taxas de juro.

Ordem Executiva 11,110

A Ordem Executiva 11,110 do Presidente Kennedy deu ao Departamento de Tesouro a autoridade explícita: "para emitir certificados de prata em troca de qualquer lingote de prata, ou dólares de prata padrões do Tesouro." Isto significa que para cada onça de prata dentro dos cofres do Departamento de Tesouro dos EUA, o governo poderia introduzir dinheiro novo em circulação tendo como base o lingote de prata fisicamente mantido lá.

Como resultado, mais de 4 mil milhões de Notas dos Estados Unidos foram colocadas em circulação com as denominações de $2 e $5. As denominações $10 e $20 das Notas dos Estados Unidos nunca chegaram a estar em circulação mas estavam a ser impressas quando Kennedy foi assassinado.

Parece óbvio que o Presidente Kennedy sabia que as Notas da Reserva Federal que estavam a ser usadas como a alegada moeda legal, eram contrários à Constituição dos Estados Unidos. Foram emitidas "Notas dos Estados Unidos" como a moeda livre de juros e de dívida suportadas pelas reservas de prata no Tesouro dos Estados Unidos.

Fizemos uma comparação entre as "Notas da Reserva Federal" emitidas pelo banco central privado dos Estados Unidos (o Banco da Reserva Federal, isto é, o Sistema da Reserva Federal) com uma "Nota dos Estados Unidos" do Tesouro. Americanos, emitidas pela Ordem Executiva do Presidente Kennedy.

Elas são muito parecidas, excepto que uma diz "Federal Reserve Note" na parte superior enquanto que a outra diz "Unites States Note". Para além disso, a Nota da Reserva Federal tem um selo verde e um número de série enquanto que a Nota dos Estados Unidos tem um selo vermelho e um número de série.

O Presidente Kennedy foi assassinado no dia 22 de Novembro de 1963, e as Notas dos Estados Unidos foram imediatamente retiradas de circulação, e as Notas da Reserva Federal continuara a ser a moeda oficial da nação. Segundo os Serviços Secretos dos Estados Unidos, 99% de todo o papel "moeda" em circulação em 1999 eram Notas da Reserva Federal.

Kennedy sabia também que se as Notas dos Estados Unidos fossem amplamente circuladas, elas iriam eliminar a demanda pelas Notas da Reserva Federal. Isto é um assunto económico simples. As USN [United State Notes] estavam suportadas pela prata enquanto que as FRN [Federal Reserve Notes] não se encontravam suportadas por nada de valor intrínseco.

A Ordem Executiva 11,110 deveria ter impedido que a dívida nacional atingisse o seu nível actual (virtualmente toda a dívida de $9 triliões de dívida federal foi criado desde 1963) se LBJ ou qualquer Presidente subsequente tivesse a tivesse executado.

Essa mesma Ordem teria permitido que o Governo dos Estados Unidos tivesse a habilidade para pagar a sua dívida sem recorrer aos Bancos da Reserva Federal e sem ser cobrado com  juros por criar novo "dinheiro". A Ordem Executiva 11,110 deu aos Estados Unidos, mais uma vez, a habilidade de criar o seu dinheiro suportado pela prata e por bens com algum valor.

Mais uma vez, e segundo a nossa pesquisa, apenas cinco meses depois de Kennedy ter sido assassinado, nunca mais foram emitidos "Silver Certificates" da Série 1958 e eles foram subsequentemente retirados de circulação. É provável que o assassinato de Kennedy tenha sido um aviso para os presidentes futuros para que estes não interferissem com o controle que o Banco da Reserva Federal dos Rothschild tem sobre a emissão de dinheiro.

É bem evidente que o Presidente Kennedy desafiou os "poderes que existem por trás dos Estados Unidos e do mundo da finança".

No dia 22 de Novembro de 1963 foi morto em Dallas, Texas, em circunstâncias extremamente estranhas. Phyllis Hall, enfermeira que fez parte das tentativas desesperadas que foram tomadas para salvar a vida do Presidente John F. Kennedy depois dele ter sido assassinado, alegou que ele foi atingido por "uma bala misteriosa". Existem também evidências fortes do envolvimento de Lyndon B. Johnson (o Presidente Americano que se seguiu) na conspiração de assassinato.

Lista de Presidentes assassinados

Abraham Lincoln trabalhou de forma valente para impedir que os Rothschilds se envolvessem no financiamento da Guerra Civil. Curiosamente, foi o Czar da Rússia que disponibilizou a assistência necessária contra os Britânicos e os Franceses, que se encontravam entre as forças motoras por trás da secessão do Sul e o seu posterior financiamento. A Rússia interveio ao disponibilizar forças navais para o bloqueio da União sobre o Sul em águas Europeias, e ao deixar bem notório para os dois países que se eles tentassem juntar-se `confederação com forças militares, teriam que ir para a guerra com a Rússia também.

Os interesses dos Rothschild foram mais tarde bem sucedidos através do seu agente Salmon P. Chase, Secretário do Tesouro, ao forçar um projecto de lei (o National Banking Act) pelo Congresso, criando o banco central fretado federalmente que tinha o poder de emitir Notas Americanas. Mais tarde, Lincoln avisou o povo Americano:

Os poderes financeiros predam sobre a nação em tempos de paz e conspiram contra a mesma em tempos de adversidade. Eles são mais despóticos que a monarquia, mais insolentes que a autocracia, mais egoístas que a burocracia. Vejo num futuro próximo o aproximar duma crise que me enerva, e causa a que trema pela segurança do meu país. As corporações foram entronizadas, uma era de corrupção se seguirá, e os poderes financeiros do país esforçar-se-ão para prolongar o seu reinado, trabalhando nos preconceitos das pessoas até que a riqueza seja acumulada em poucas mãos e a república seja destruída.

Lincoln continuou a luta contra o banco central, e algumas pessoas acreditam agora que foi o seu sucesso antecipado em influenciar o Congresso para limitar o Banco dos Estados Unidos só para os anos de guerra, que foi o factor motivador por trás do seu assassinato.

Nasce o mito do assassino solitário

Pesquisadores modernos descobriram evidências duma gigantesca conspiração que une as partes que se seguem com o Banco dos Rothschild: O Secretário de Guerra Edwin Stanton, John Wilkes Booth, os seus 8 co-conspiradores, e mais de 70 oficiais governamentais e homens de negócios envolvidos na conspiração.

Quando o diário de Booth foi descoberto pelas tropas de Stanton, o mesmo foi entregue a Stanton. Mais tarde, quando o mesmo foi tornado público durante as investigações, 18 páginas haviam sido arrancadas. Estas páginas, contendo os nomes citados em cima, foram mais tarde descobertos num sótão dum dos descendentes de Stanton.

Dentro da mala de Booth foi encontrado um código que o ligou directamente a Judah P. Benjamin, o gerente de campanha da Guerra Civil no Sul para a Casa dos Rothschild. Quando a guerra acabou, o chave do código foi encontrado na posse de Benjamin.

O assassino, caracterizado como um perturbado atirador solitário com uns poucos amigos radicais, escapou através de única ponte em Washington que não estava guardada pelas tropas de Stanton. "Booth" foi localizado, escondido numa celeiro perto de Por Royal, na Virgina, três dias depois de ter escapado de Washington. Ele foi baleado por um soldado chamado Boston Corbett que disparou sem receber ordens.

Ainda é um ponto de discussão se o homem morto era ou não Booth, mas o facto permanece que, quem que que ele tenha sido, ele não teve a oportunidade de se identificar. Foi o Secretário de Guerra Edwin Stanton que fez a identificação final. Algumas pessoas acreditam que foi usado um joguete e que o verdadeiro John Wilkes Booth escapou com a assistência de Stanton.

Mary Todd Lincoln, quando ficou a saber que o seu marido havia sido assassinado, começou a gritar, "Ó, aquela casa ["House"] maldita!" Os historiadores antigos eram de opinião que esta reacção espontânea era referência à Casa Branca, Actualmente, alguns acreditam que ela era dirigida a Thomas W. House, um "gun runner", financiador, e agente dos Rothschild durante a Guerra Civil, e um pessoa que se encontrava associado aos interesses anti-Lincoln e pró-banqueiros.

Andrew Jackson

Andrew Jackson foi o primeiro Presidente a oeste dos Apalaches, e ele foi único no seu tempo ao ser eleito pelos votantes sem qualquer apoio directo duma organização política. Ele vetou a renovação da Carta para o Banco dos Estados Unidos no dia 10 de Julho de 1832. Em 1835, o Presidente Jackson declarou o seu desdém pelos banqueiros internacionais:

Vocês são um antro de víboras. Quero-vos expulsar daqui, e juro pelo Deus Eterno que vos irei expulsar. Se as pessoas ao menos entendessem a total injustiça do nosso dinheiro e do nosso sistema bancário, haveria uma revolução antes do amanhecer.

Depois disto, seguiu-se uma tentativa de assassinato fracassa contra vida do Presidente Jackson, que mais tarde disseo ao seu vice-presidente Martin Van Buren:

O banco, Sr Van Buren, está a tentar matar-me.

Será que este foi o princípio dum padrão de intriga que iria assolar a própria Casa Branca durante as décadas que se seguiriam? Será que a sua morte, e a de Lincoln, estão unidas por um fio invisível aos banqueiros internacionais?

James Garfield

O Presidente James Abram Garfield, o nosso 20º Presidente, havia sido previamente Presidente da "House Commitee on Appropriations" e era perito em assuntos fiscais. (Depois da sua eleição, e entre outras coisas, ele nomeou dois colectores aduaneiros pouco populares para Nova York, o que causou a que dois senadores de Nova York - Roscoe Conkling e Thomas Platt - abdicassem dos seus assentos).

O Presidente Garfield declarou abertamente que quem quer que controlasse a oferta de moeda, iria controlar a vida empresarial e as actividades de todas as pessoas. Depois de apenas 4 meses como Presidente, o Presidente Garlfied foi baleado numa estação ferroviária no dia 2 de Julho de 1881. Mas uma coincidência.

O rasto de sangue continua

Durante os anos 70 e 80, o Congressista Larry P. McDonald liderou os esforços para se expor as fortalezas ocultas e as intenções dos interesses da banca internacional. Os seus esforços terminaram no dia 31 de Agosto de 1983 quando ele foi morto no momento em que o avião da Korean Airlines 007 dentro do qual ele se encontrava foi "acidentalmente" atingido quando se encontrava no espaço aéreo Soviético. Mias uma estranha coincidência.

O Senador John Heinz e o antigo Senador John Tower haviam feito parte de poderosos comités Senatorias bancários e financeiros, e eram críticos abertos da Reserva Federal e da "Eastern Establishment". No dia 4 de Abril de 1991, o Senador John Hein morreu num acidente de avião perto de Filadélfia. No dia seguinte, 5 de Abril de 1991, o antigo Senador John Tower foi morreu também num acidente de avião.

As coincidências não têm fim.

As tentativas de se auditar a Reserva Federal continuam a ser mal sucedidas. É virtualmente impossível gerar algum tipo de apoio para qualquer assunto que tem o benefício do blackout mediático. (A bizarra mas trágica realidade do povo Americano ter instituições mediáticas geridas e controladas é tópico para outra discussão).

Início da série

Durante vários anos, vários autores tentaram soar o alarme em relação à existência dum "governo sombra" que de facto governa a América. A maior parte das pessoas rejeitou estas "teorias da conspiração" e qualificou-as de extremistas e pouco realistas. No entanto, quando eu tive a oportunidade de almoçar com Otto von Habsburg, membro do Parlamento Europeu, ele fez duas declarações que cativaram a minha atenção. A primeiro foi:

A ignorância da América é sobrepujante

De facto, o contraste entre a consciência geral dos assuntos do mundo entre o Americano comum e o Europeu comum é espantoso.

Foi a segunda observação que realmente me provocou:

A concentração de poder na América é assustadora.

Como um executivo-sénior razoavelmente circunspecto, tendo passado três décadas dentro da finança internacional, e tendo visto a América como uma democracia representativa com base alargada, as suas observações chocaram-me, e isso motivou-me a fazer mais trabalho de casa. Os resultados dos meus inquéritos são perturbadores. 


(...)



terça-feira, 9 de junho de 2015

Os Rothschilds e a CIA por trás de "Revolução dos cravos"


Na véspera de um dia de mistificação, vou-vos contar uma história, esta autêntica.

Os cravos vermelhos são, desde o Séc. XIX, um dos principais símbolos dos Rothschilds e dos banqueiros da City de Londres. Simbolizam o poder da banca internacional, como muito bem é caracterizado no final do filme «Mary Poppins» do Walt Disney (que detestava os banqueiros e os Rothschilds).

No dia 22 de Abril de 1974, entra no Tejo uma esquadra da NATO/OTAN, incluindo um porta-aviões e dois navios de guerra electrónica, o USS Warrior e o Iate Apollo. Na noite desse dia, descarregam cerca de trinta contentores no porto de Lisboa, cheios de cravos vermelhos da América do Sul. Para quem não saiba, em Portugal os cravos só florescem nos finais de Maio e início de Junho... Agora há estufas para cultura intensiva, mas na época não...

Na madrugada do dia 25/4, uma frota de camiões da NATO distribuiu esses cravos por várias unidades militares revoltosas, para que os soldados os colocassem nos canos das armas. Finalidade: indicar às forças «amigas» (da banca internacional) que estava tudo bem, e que o golpe era controlado por «eles»... Isto foi-me confirmado por várias fontes militares ligadas à NATO.

Depois, para encobrir a vergonhosa verdade. inventou-se a historieta (para tótós) de que teria sido uma certa D. Celeste Martins Caeiro, empregada da limpeza de um restaurante no edifício «Franjinhas» da rua Brancaamp que, tendo o dono (não era um dono, mas uma dona, e a «história» para tótós está toda aldrabada), que estava a aprontar a sala para a inauguração, dito para os empregados levarem as flores (cravos que ainda não havia à venda nessa altura em Portugal) para casa.

A D. Celeste leva-as para o Largo do Carmo - pessoalmente, a comandar uma frota de camiões da NATO - e começa a distribuir os ditos cravos, sabendo de antemão o que nem a PIDE/DGS suspeitava!

Outras «fontes revolucionáris» dão a D. Celeste como florista com lojinha no edifício do Cinema Império, que, com colegas, andou a recolher cravos inexistentes nos stocks para distribuir aos revoltosos... Estava mais bem informada que a PIDE, a CIA e a KGB, não contando o MI6 de Sua Majestade...

Enfim, e assim se alicerçam «a martelo» as mentirolas de Abril... Não a 1, mas a 25... E continuam.

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A «Revolução dos Cravos» não passou de um golpe da CIA


A censura do Facebook apagou-me há tempos um post onde eu explicava detalhadamente a orquestração do 25 de Abril de 1974 pela CIA americana, e descrevia a distribuição dos cravos vermelhos - símbolo da banca da City de Londres - pelas forças da OTAN que haviam entrado no Tejo a 22 de Abril...

Também descrevi, num dos comentários, o episódio em que as forças revoltosas da Escola Prática de Cavalaria foram paradas pelos blindados de lagartas (tanques M47) do Regimento de Cavalaria 7, fiéis ao governo de Marcello Caetano, quando estavam no Terreiro do Paço e avançavam para a Ribeira das Naus (primeira foto).

Nesse momento, a fragata Gago Coutinho (segunda foto) posicionou-se frente à praça, para fazer fogo sobre os revoltosos assim bloqueados, caso estes não se rendessem.

Nesse momento, o contratorpedeiro canadiano Huron das forças da OTAN meteu-se entre a Gago Coutinho e a Praça, anulando intencionalmente a manobra da nossa fragata, e abrindo caminho aos revoltosos (terceira foto).

Por fim, na página de Lisboa de Antigamente, encontrei as fotos da sequência funesta, demonstrando que afinal, a «Revolução dos Cravos» não passou de um golpe americano da CIA...

Se calhar, também me vão censurar este post...

Blindados de lagartas do Regimento de Cavalaria 7, fiéis ao governo de Marcello Caetano
Fragata Gago Coutinho posicionou-se frente à praça
Contratorpedeiro Huron das forças da OTAN meteu-se entre a Gago Coutinho e a Praça.
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Claro que os Americanófilos terão dificuldade em aceitar que, contrariamente ao que lhes foi dito, a NATO, os Americanos e a elite que controla o Ocidente não são os "bons", e nem são "maus"  aqueles que são contra os seus sonhos de manutenção e aumento da hegemonia militar, económica e cultura sobre o mundo. Essencialmente, a NATO só serve para submeter os países ao FMI e ao domínio  Anglo-Americano.

Nesta guerra de blocos imperialistas é complicado identificar um deles como estando do lado do bem, e outro estando do lado do mal, mas é muito fácil dizer que a NATO não luta pela "democracia", e que os interesses económicos da elite financeira mundial (liderada pela família do escudo vermelho) estão na base de quase todas "revoluções" e conflictos armados no mundo.

Os Portugueses têm sido enganados há 40 anos sobre a "revolução", e as vozes que sabem da verdade (como o Carlos) estão a ser censuradas. A única forma de garantirmos que as gerações vindouras saibam da verdade que se abateu sobre a nação, e como o país está a ser controlado por interesses financeiros sediados em Londres, e falando aos outros.



sexta-feira, 13 de março de 2015

O porquê dos bilionários financiarem o feminismo

By: Jay Dyer

Tenho recebido várias mensagens por parte de feministas questionar o porquê de me atrever a questionar os direitos das mulheres, a suposta igualdade e o empoderamento. Havendo já escrito um artigo em torno da natureza Satânica do feminismo, a crença operacional por parte destas questionadoras é, obviamente, orientada pela narrativa oficial da História como nada mais que uma opressão patriarcal, onde só nos últimos séculos a "tirania" dos homens brancos envelhecidos foi exposta dentro da enorme teoria da conspiração conhecida como género.

Claro que nada disto é verdade, mas achei apropriado responder a estas acusações e explicar a verdadeira natureza do feminismo como um plano (dos tecnocratas) de engenharia social levado a cabo como forma de reorganizar a humanidade. Para entender isto, temos que analisar os verdadeiros agentes por trás da "emancipação das mulheres", começando essencialmente no período do Iluminismo e da Revolução Francesa, passando pela Comuna de Paris, e acabando na aliança com o Marxismo e com o socialismo como forma de gerar uma frente organizada contra o longo domínio dos homens malignos, estúpidos e tirânicos.

Como é normalmente o caso, a verdadeira história e o poder por trás destas causas revolucionárias eram oligárquicas e subversivas, sem qualquer tipo de interesse nas mulheres no geral, mas sim com um interesse da desconstrução da sociedade ocidental por parte das elites endinheiradas.

Embora isto possa soar contra-intuitivo, o facto é que quase todos os assim-chamados movimentos "liberais" foram financiados, cooptados, usados e aproveitadas pelo poder financeiro como forma de guerra psicológica tendo em vista a destruição da ordem existente. O feminismo não é excepção disto, e, tal como o Marxismo, teve o apoio de interesses financeiros poderosos que poderiam utilizar a "emancipação", apelando à ignorância iludida e ingénua dos jovens, tal como o mundo testemunha com a revolução cultural de Mao.

Logo, da mesma como que elite banqueira financiou os revolucionários da Rússia e da China como forma de desestabilizar os regimes existentes, com o feminismo e com a "emancipação das mulheres", a destabilização das massas poderia ser mais facilmente atingida, e não só através da alteração das estruturas sociais, mas também com um ataque ao género.

O ataque ao género é um processo longo e científico que teve início com a emancipação das mulheres e estando, agora, consumado com uma reescrição sintética de toda a natureza. No decorrer deste caminho longo, cientificista e tecnocrata, os oligarcas argumentaram que a inversão de todas as ordens naturais através da subversão resultaria no Admirável Mundo Novo de androginia forçada - a feminização dos homens e a masculinização das mulheres.

Por volta do Iluminismo, Mary Wollstonecraft havia falado como uma defensora primitiva dos "direitos das mulheres" com o seu Vindication of the Rights of Women, publicado em 1792. Daí, e juntamente com os radicais da Comuna de Paris, a assim-chamada libertação foi uma onde a remoção das monarquias existentes deu origem ao socialismo e ao republicanismo. É importante lembrar que o iluminismo de Weishaupt era comunismo, e que a liberté, egalité, fraternité, tão reverenciadas pelos Jacobinos iluministas e pelos revolucionários, encontrou o seu complemento natural junto da emancipação das mulheres.

Podemos, portanto, ver paralelos entre a Maçónica Declaração dos Direitos do Homem com tratados tais como o da Wollstonecraft. O mesmo igualitarismo radical do comunismo de Paris manifestar-se-ia mais tarde na propaganda Bolchevique e Soviética quando era dito às mulheres que lançassem para longe a escravatura de domesticidade em favor das ocupações masculinas.

Avançando rapidamente para o último século encontramos a mesma estratégia: a filha de Rockefeller, Abby, foi instrumental no estabelecimento da Cell 16, um grupo feminista radical que promovia o celibato e o fim dos papéis de género tradicionais. Abby e a Cell 16 organizaram algumas das primeiras conferências feministas que se tornariam influentes junto da estratégia da "Terceira Vaga do Feminismo" de ataque ao Ocidente.

A biografia autorizada dos Rockefellers feita por Collier e Horowitz apresenta Abby como uma rebelde contra a aparência capitalista da família, mas tal como iremos ver, isto não está propriamente correcto. Collier e Horowitz escrevem:

Mais para o final de 1968, ela [Abby] foi visitada por um outro tipo de suplicante. Era Roxanne Dunbar, e ela estava a pedir financiamento como forma de enviar uma delegação para uma conferência feminista vindoura (em Chicago), a primeira grande reunião deste tipo. Juntamente com Dana Densmore, Betsy Warrior, e algumas outras precursoras do novo movimento das mulheres, Roxanne já havia fundado e publicado a edição inaugural do "The Journal of Female Liberation". ..

‘Durante toda a minha, sempre me considerei uma feminista, embora nunca usasse essa frase porque odiava tudo o que envolvesse a palavra "feminina". Não era um caso de auto-ódio, mas sim a realização de que, como mulher, não havia nada que me tivessem dado que eu pudesse gostar. 

Todas as associações eram repelentes para mim. Todos os maneirismos "femininos" - colocar maquilhagem, usar roupas que os homens criaram, agir da forma que os homens haviam estipulado - pareciam ser  armadilhas criadas com o propósito de levar as mulheres a agir duma forma desprezível para os homens, levando a que eles as odiassem..’…

Com Roxanne e com as outras, Abby deu início à Cell 16, que rapidamente se tornou da principal organização feminista.  (The Rockefellers: An American Dynasty, 599-600.)

Claro que nos é dito que Abby era a ovelha negra da família, e que o seu Marxismo e o seu feminismo eram uma oposição directa à família, no entanto quando levamos em conta o apoio que a Fundação Rockefeller deu aos vários projectos, vêmos que eles não são desconhecedores das causas feministas. De facto, no seu editorial de 1973 feito para o New York Times, David Rockefeller elogiou de modo sonante a China Maoista (...).

Mesmo hoje, os projectos da Fundação Rockefeller envolvem o financiamento de inúmeros projectos de emancipação das mulheres, todos eles sob a máscara do populismo (como exemplo, vejam aqui, e aqui). Ironicamente, o populismo é algo que David Rockefeller escarnece nas suas Memórias:

PARANÓIA POPULISTA

Durante mais de um século os ideólogos extremistas em ambos os lados do espectro político agarraram-se aos incidentes amplamente publicitados, tais como o meu encontro com [Fidel] Castro, como forma de atacar a família Rockefeller pela desmesurada influência que eles alegam que nós temos junto das instituições políticas e económicas Americanas. Alguns chegam a acreditar que fazemos parte duma cabala secreta que opera contra os interesses dos Estados Unidos, caracterizando a minha família de "internacionalistas" e acusando-nos de conspirar com outros espalhados pelo mundo como forma de construir uma estrutura política e económica mais integrada - um mundo único, se posso falar assim. Se essa é a acusação, então sou culpado e orgulhoso disso. (“Proud Internationalist,” Memoirs, pg. 405)

Outro exemplo colossal deste estratégia de subversão é o uso de feministas radicais tais como as Pussy Riot ou as Femen por parte de ONGs financiadas por George Soros. No caso de Soros e das ONGs do Departamento de Estado Americano, estes movimentos feministas radicais têm o propósito de serem factores de desestabilização social e psicológica. De facto, estes grupos circenses existem como forma de levarem a cabo terrorismo estético, todos eles com o apoio de bilionários e como forma de gerarem dissidência contra Putin e contra a Eurásia.

Certamente que existem outros métodos, tal como se vangloriou Soros ao afirmar que financiou a crise da Crimeia através da revolução colorida. Kurt Nimmo explica:

George Soros disse ao Fareed Zakaria da CNN durante o fim de semana que ele foi responsável pelo estabelecimento duma fundação na Ucrânia que, em última análisa, contribuiu para o derrube do líder nacional eleito, e para a instalação duma junta esclhida a dedo pelo Departamento de Estado.

“Começando pela Ucrânia, uma das coisas que muitas pessoas reconheceram em relação a si é que você, durante as revoluções de 1989, financiou muitas actividades dissidentes e grupos da sociedade civil na Europa do Leste, na Polónia, na República Checa. Você está a fazer a mesma coisa na Ucrânia?"  Zakaria perguntou a Soros.

“Bem, estabeleci uma fundação na Ucrânia antes dela se tornar independente da Rússia. E essa fundação tem operado desde então, e desempenhou um papel importante nos eventos de hoje", respondeu Soros.

De igual modo, o produtor de Hollywood Aaron Russo encontrou-se com Nicholas Rockefeller e relatou numa entrevista que Nicholas o havia informado da verdadeira natureza do feminismo e do porquê desse movimento ter sido financiado pelas elites.

O cerne da questão é que o feminismo, e a assim chamada "emancipação" das mulheres, é útil para os tecnocratas bilionários como forma de reorganizar a sociedade; esse movimento de maneira alguma está relacionado com a emancipação ou a liberdade, mas sim com a escravização das paixões e, por fim, com a morte através da disgênica e através da queda das taxas de reprodução.

A explicação é melhor dada através das próprias palavras de Russo, especialmente se levarmos em conta a admissão de Gloria Steinem de que o feminismo, através da Ms. Magazine, foi financiado pela CIA:



* * * * * * *

O feminismo, tal como o movimento homossexual, tal como os movimentos raciais, tal como o comunismo, e virtualmente tal como quase todos os movimentos sociais impostos pela elite nos países de maioria branca e Cristã, são manobras de subversão cultural, e não medidas que visam proteger os direitos supostamente perdidos pelas "minorias" étnicas e/ou "minorias" sexuais. Dado isto, resistir ao feminismo é resistir às imposições da elite sobre a sociedade, e não uma luta contra os "direitos das mulheres".

Como já dito no passado, o feminismo Americano foi financiado, apoiado e promovido (em oculto) pelos homens da elite como forma de desorganizar a sociedade. Logo, quem quer que resista ao feminismo, está a revelar um apoio forte à ordem social que (ainda) existe no seu país. Por outro lado, as mulheres que dão o seu apoio ao feminismo, estão a preparar o caminho para a futura instalação duma ditadura.



sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Quem é Karen Hudes?

Por Michael Snyder

Karen Hudes é graduada pela Yale Law School e trabalhou para o departamento legal do Banco Mundial durante mais de 20 anos. Na verdade, ela foi despedida por denunciar a corrupção que existe dentro do Banco Mundial. Devido a isto, ela está numa posição única para observar a forma como a elite global controla o mundo; a informação que ela está agora a revelar ao público é absolutamente surpreendente.

Segundo Hudes, a elite usa um restrito grupo de instituições financeiras e mega-empresas para dominar o planeta. O objectivo é o controle; eles querem-nos escravos da dívida, querem todos os nossos governos escravos da dívida, e querem todos os nossos políticos viciados às gigantescas contribuições financeiras que eles canalizam para as suas campanhas eleitorais. Uma vez que a elite é também dona das grandes companhias mediáticas, os média nunca nos revelam nada do segredo de que há algo fundamentalmente errado com a forma como funciona o nosso sistema.

Lembrem-se: isto: isto não são as palavras dum "teórico  da conspiração" mas sim as palavras duma advogada graduada de Yale que trabalhou dentro do Banco Mundial por mais de duas décadas. O resumo que se segue das suas credenciais chegam-nos directamente do seu site:

Kares Hudes estudou Direito na Yale Law School e Economia na Universidade de Amsterdão. Para além disso, Hudes trabalhou dentro do US Export Import Bank dos Estados Unidos  entre 1980 a 1985, e no Departamento Legal do Banco Mundial entre 1986 a 2007. Ela fundou o Non Governmental Organization Committee da International Law Section da American Bar Association, o Committee on Multilateralism, e o Accountability of International Organizations do American Branch of the International Law Association.

Actualmente, Hudes tenta de forma dedicada expor o sistema financeiro corrupto que a elite global usa para controlar a riqueza do mundo. Durante uma entrevista para o New American, Hudes falou da forma como nós estamos a permitir que este grupo de elitistas controle de forma absoluta os recursos do planeta:

Antiga funcionária do Banco Mundial, a ex-Consultora Sénior Karen Hudes afirma que o sistema financeira global é dominado por um pequeno, e corrupto, grupo de figuras sedentas de poder, centrado no banco privado com o nome de Federal Reserve (Estados Unidos). Ela explicou como esta rede obteve o controle dos média como forma de ocultar os seus crimes.

Numa entrevista para o The New American, Hudes disse que quando tentou alertar [o público] para os múltiplos problemas dentro do Banco Mundial, ela foi despedida pelos seus esforços. Hoje em dia, e juntamente com uma rede de denunciantes, Hudes está determinada a expor e colocar um ponto final na corrupção. E ela está confiante no seu sucesso.

Citando um explosivo estudo Suiço publicado na revista PLOS ONE sobre a "rede global de controle corporativo", Hudes ressalvou que um pequeno grupo de entidades - na sua maioria, instituições financeiras e, especialmente, bancos centrais - exerce ocultamente uma quantidade gigantesca de influência sobre a economia internacional. Ela explicou que, "O que realmente está a acontecer é que os recursos mundiais estão a ser dominados por este grupo", acrescentando ainda que "pessoas corruptas ávidas de poder" conseguiram também dominar os média. "Eles estão a receber permissão para o fazer."

Eu escrevi previamente sobre o estudo Suíço que Hudes menciona. O mesmo foi levado a cabo por um grupo de pesquisadores do Swiss Federal Institute of Technology em Zurique (Suiça). Eles estudaram os relacionamentos entre 37 milhões de companhias e de investidores do mundo inteiro, e descobriram que existe uma "super-entidade" de apenas 147 e vincadamente restritas mega-corporações que controlam 40% de toda a economina mundial..

Quando a equipa continuou a desenredar ainda mais a rede de posse, descobriu que a maior parte dela rastreava de volta para uma "super-entidade" de 147 companhias ainda mais coesas - toda a sua posse era mantida por membros da super-entidade - que controlava 40% de toda a riqueza dentro da rede. "Na verdade, menos de 1% das companhias era capaz de controlar 40% de toda a rede", afirma Glattfelder. A maior parte eram instituições financeiras e as 20 do topo incluíam o Barclays Bank, a JPMorgan Chase, e o Goldman Sachs Group.

Mas a elite global não controla só estas mega-corporações; segundo Hudes, ela [a elite] controla também as não-eleitas e não-responsabilizáveis organizações que controlam as finanças de virtualmente todas as nações sobre a face do planeta. O Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, e os bancos centrais - tais como o Federal Reserve - literalmente controlam a criação e o fluxo de dinheiro em todo o mundo.

No ápice deste sistema está o Bank for International Settlements [Banco de Compensações Internacionais]; este é o banco central dos bancos centrais e mais embaixo encontra-se um vídeo onde se pode ver Hudes a dizer o seguinte a Greg Hunter (USAWatchdog.com):

Não temos que esperar até que alguém despeça o Fed [Federal Reserve] ou o BIS [Bank for International Settlements] .... Alguns estados já começaram a reconhecer a prata e o ouro, metais preciosos, como moeda.

A maior parte das pessoas nunca ouviu falar no Bank for International Settlements, mas o mesmo é uma organização extremamente importante. Num artigo anterior descrevi como este "banco central do mundo" é de, forma literal, imune às leis de todos os governos nacionais:

Uma imensamente poderosa organização internacional, da qual a maior parte das pessoas nunca ouviu falar, secretamente controla o fornecimento de dinheiro do mundo inteiro. A mesma chama-se Bank for International Settlements, e é o banco central dos bancos centrais. Localizado em Basileia, na Suiça, o mesmo tem filiais em Hong Kong, e na Cidade do México.

Essencialmente, esta instituição é o banco central não-eleito e não-responsabilizável do mundo, e o mesmo tem imunidade total de tributação e de subserviência às leis nacionais. Até a Wikipedia admite que o mesmo "não responde [legalmente] perante um único governo nacional do mundo".

O Bank for International Settlements foi usado pelos Nazis para lavagem de dinheiro durante a Segunda Guerra Mundial, mas actualmente o propósito principal do BIS é o de orientar e direccionar o sistema financeira global centralmente-planeado. Hoje, um total de 58 bancos centrais do mundo pertencem ao BIS e o mesmo tem muito mais poder sobre a forma como a economia Americana (ou qualquer outra economia) se irá desempenhar durante o próximo ano do que qualquer político.

A cada dois meses, o banqueiros centrais do mundo reúnem-se em Basileia para mais um "Encontro Económico Mundial". Durante estes encontros, são tomadas decisões que afectam todo o homem, mulher e criança do planeta, no entanto nenhum de nós tem voz sobre o que por lá ocorre. O Bank for International Settlements é uma organização que foi criada pela elite global , opera para o benefício da elite global, e tem como propósito ser uma das pedras angulares do emergente sistema económico mundial único.

Este sistema não veio a existir por acaso mas é sim algo que a elite global tem estado a desenvolver há já algum tempo. Num artigo anterior com o título de "Quem Controla o Mundo?", inclui a citação do professor de História da Georgetown University, Carroll Quigley, que faz parte dum livro que ele escreveu no logínquo ano de 1966, onde ele discute os planos da elite para o Bank for International Settlements:

[O]s poderosos do capitalismo financeiro tinham outro propósito de longo alcance: nada menos que a criação dum sistema mundial de controle financeiro na posse de  entidades privadas, não só capazes de dominar o sistema político de cada país, mas também a economia do mundo como um todo. Este sistema seria controlado duma forma feudalista pelos bancos centrais do mundo (agindo em sintonia), por acordos secretos conseguidos em encontros frequentes, e por reuniões privadas. O ápice deste sistema seria controlado pelo "Bank for International Settlements" na Basileia, Suíça, sendo ele um banco privado possuído e controlado pelos bancos centrais do mundo que seriam também eles companhias privadas.

E é precisamente isso que temos nos dias de hoje. Temos um sistema de "neo-feudalismo" onde todos nós e os nossos governos se encontram escravos da dívida. O sistema é governado pelos bancos centrais e pelo Bank for International Settlements, e o mesmo transfere de forma sistemática a riqueza do país das nossas mãos para as mãos da elite global.

Mas a maior parte das pessoas não sabe que isto está a acontecer porque a elite global também controla o que vemos, ouvimos e que tipo de coisas nós pensamos. Hoje em dia, seis empresas mediáticas gigantescas controlam 90% de todas as notícias e entretenimento que assistimos nas televisões Americanas. É este sistema insidioso que Karen Hudes está a tentar desmascarar.

Para mais informações, oiçam Joyce Riley (Power Hour) a entrevistar Karen Hudes por uma hora aqui [mp3].


Fonte: http://bit.ly/1ruzPf4

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Convém ressalvar que é esta mesma elite global que financia o activismo homossexual, o feminismo, os "movimentos sociais", e todos os movimentos que visam desestabilizar a ordem social dos países ocidentais. Lembrem-se do que Snyder diz no artigo: Temos um sistema de neo-feudalismo. Neste sistema neo-feudal, quanto menos organizados estiverem os "não-feudais", melhor é para a elite global visto que uma oposição organizada é uma ameaça constante.

É precisamente sob esse prisma que temos que olhar para os "movimentos sociais" (activismo lgbt, feminismo, movimentos raciais, etc) - nomeadamente, como armas da elite capitalista que têm como propósito desorganizar a sociedade, consolidar o poder da elite, e lucrar duplamente com a nossa miséria.

Também por isso é que é importante levar em conta que resistência aos alegados "movimentos sociais" não é "ódio" aos homossexuais, nem às mulheres, e muito menos às ditas "minorias étnicas", mas sim uma guerra cultural contra uma elite que "apenas e só" controla tudo o que ocorre dentro da sociedade, e que uma vitória dos "movimentos sociais" não é uma vitória para os homossexuais, nem para as mulheres ou e nem para as ditas "minorias", mas apenas e só para a elite capitalista que controla os bancos centrais e quase todo o mundo.

A única ideologia com alcance global, e com o poder real (espiritual), capaz de resistir às investidas da elite capitalista é o Cristianismo; é precisamente por isso (ou também por isso) que os activistas lgbt, as feministas - e muitos outros grupos - têm um ódio particular contra esta religião (e só contra ela).







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