Por
"Humans are Free"
No dia 4 de Junho de 1963, foi assinado um decreto Presidencial
virtualmente desconhecido, a
Ordem
Executiva 11,110, com o poder de retirar ao Banco Rothschild o seu
poder de emprestar, com juros, dinheiro ao Governo Federal dos Estados Unidos. Com uma simples assinatura, o Presidente Kennedy declarou que o
banco privado com o nome de Reserva Federal, pertencente aos
Rothschild, estaria brevemente fora de serviço.
A instituição com o nome de "Christian Law Fellowship" pesquisou de
modo exaustivo este assunto dentro do Registo Federal e também dentro
da Livraria do Congresso. Hoje podemos dizer com toda a segurança que
esta Ordem Executiva nunca foi repelida, alterada, ou suplantada por
uma Ordem Executiva posterior. Dito de forma simples, a Ordem Executiva
11110 ainda está válida.
Quando o Presidente John Fitzgerald Kennedy assinou este Ordem,
devolveu ao governo federal dos Estados Unidos - especificamente ao
Departamento do Tesouro - o poder Constitucional de criar e emitir a
moeda - dinheiro - sem passar pelo privado Banco da Reserva Federal dos
Rothschild.
A Reserva Federal
Um mito com o qual vivem os Americanos é a charada com o nome de
"Reserva Federal". Para muitos é um choque descobrir que esta
instituição não é uma agência do Governo dos Estados Unidos. O nome
"Reserva Federal" foi criado para enganar, e ainda o faz; este banco
não é federal e nem é propriedade do governo, mas é sim [um banco]
privado.
Ele paga o seu próprio porte postal tal como qualquer outra companhia.
Os seus empregados não se encontram dentro do serviço civil. A sua
propriedade privada é mantida sob acções privadas, e encontra-se
sujeito à tributação local. Como se sabe, o património governamental
não está sujeito à tributação.
Este banco é um engenho que criou uma inimaginável fortuna privada, até
mesmo para os financeiramente sofisticados. Ele permitiu que a elite
imperial manipulasse a nossa economia em favor da sua agenda, e usasse
o governo como executor dessa agenda. Essa elite controla os tempos,
dita as regras dos negócios, afecta as nossas casas e virtualmente tudo
aquilo que nos interessa.
É preciso muita força para manter um império, e este caso não é
diferente. Os motivos de preocupação da liderança da "Reserva Federal"
e dos seus benfeitores secretos parecem estar mais além da moeda e das
taxas de juro.
Ordem Executiva 11,110
A Ordem Executiva 11,110 do Presidente Kennedy deu ao Departamento de
Tesouro a autoridade explícita: "para emitir certificados de prata em
troca de qualquer lingote de prata, ou dólares de prata padrões do
Tesouro." Isto significa que para cada onça de prata dentro dos cofres
do Departamento de Tesouro dos EUA, o governo poderia introduzir
dinheiro novo em circulação tendo como base o lingote de prata
fisicamente mantido lá.
Como resultado, mais de 4 mil milhões de Notas dos Estados Unidos foram
colocadas em circulação com as denominações de $2 e $5. As denominações
$10 e $20 das Notas dos Estados Unidos nunca chegaram a estar em
circulação mas estavam a ser impressas quando Kennedy foi assassinado.
Parece óbvio que o Presidente Kennedy sabia que as Notas da Reserva
Federal que estavam a ser usadas como a alegada moeda legal, eram
contrários à Constituição dos Estados Unidos. Foram emitidas "Notas dos
Estados Unidos" como a moeda livre de juros e de dívida suportadas
pelas reservas de prata no Tesouro dos Estados Unidos.
Fizemos uma comparação entre as
"Notas da Reserva Federal" emitidas pelo banco central privado
dos Estados Unidos (o Banco da Reserva Federal, isto é, o Sistema da
Reserva Federal) com uma
"Nota dos
Estados Unidos" do Tesouro. Americanos, emitidas pela Ordem
Executiva do Presidente Kennedy.
Elas são muito parecidas, excepto que
uma diz "Federal Reserve Note" na parte superior enquanto que a outra
diz
"Unites States Note". Para além disso, a Nota da Reserva Federal
tem um selo verde e um número de série enquanto que a Nota dos Estados
Unidos tem um selo vermelho e um número de série.
O Presidente Kennedy foi assassinado no dia 22 de Novembro de 1963, e
as Notas dos Estados Unidos foram imediatamente retiradas de
circulação, e as Notas da Reserva Federal continuara a ser a moeda
oficial da nação. Segundo os Serviços Secretos dos Estados Unidos, 99%
de todo o papel "moeda" em circulação em 1999 eram Notas da Reserva
Federal.
Kennedy sabia também que se as Notas dos Estados Unidos fossem
amplamente circuladas, elas iriam eliminar a demanda pelas Notas da
Reserva Federal. Isto é um assunto económico simples. As USN [United
State Notes] estavam suportadas pela prata enquanto que as FRN [Federal
Reserve Notes] não se encontravam suportadas por nada de valor
intrínseco.
A Ordem Executiva 11,110 deveria ter impedido que a dívida nacional
atingisse o seu nível actual (virtualmente toda a dívida de $9 triliões
de dívida federal foi criado desde 1963) se LBJ ou qualquer Presidente
subsequente tivesse a tivesse executado.
Essa mesma Ordem teria permitido que o Governo dos Estados Unidos
tivesse a habilidade para pagar a sua dívida sem recorrer aos Bancos da
Reserva Federal e sem ser cobrado com juros por criar novo
"dinheiro". A Ordem Executiva 11,110 deu aos Estados Unidos, mais uma
vez, a habilidade de criar o seu dinheiro suportado pela prata e por
bens com algum valor.
Mais uma vez, e segundo a nossa pesquisa, apenas cinco meses depois de
Kennedy ter sido assassinado, nunca mais foram emitidos
"Silver
Certificates" da Série 1958 e eles foram subsequentemente retirados de
circulação. É provável que o assassinato de Kennedy tenha sido um aviso
para os presidentes futuros para que estes não interferissem com o
controle que o Banco da Reserva Federal dos Rothschild tem sobre a
emissão de dinheiro.
É bem evidente que o Presidente Kennedy desafiou os "poderes que
existem por trás dos Estados Unidos e do mundo da finança".
No dia 22 de Novembro de 1963 foi morto em Dallas, Texas, em
circunstâncias extremamente estranhas. Phyllis Hall, enfermeira que fez
parte das tentativas desesperadas que foram tomadas para salvar a vida
do Presidente John F. Kennedy depois dele ter sido assassinado, alegou
que ele foi atingido por "
uma
bala misteriosa". Existem também evidências fortes do
envolvimento
de Lyndon B. Johnson (o Presidente Americano que se seguiu) na
conspiração de assassinato.
Lista de Presidentes assassinados
Abraham Lincoln trabalhou de forma valente para impedir que os
Rothschilds se envolvessem no financiamento da Guerra Civil.
Curiosamente, foi o Czar da Rússia que disponibilizou a assistência
necessária contra os Britânicos e os Franceses, que se encontravam
entre as forças motoras por trás da secessão do Sul e o seu posterior
financiamento. A Rússia interveio ao disponibilizar forças navais para
o bloqueio da União sobre o Sul em águas Europeias, e ao deixar bem
notório para os dois países que se eles tentassem juntar-se
`confederação com forças militares, teriam que ir para a guerra com a
Rússia também.
Os interesses dos Rothschild foram mais tarde bem sucedidos através do
seu agente Salmon P. Chase, Secretário do Tesouro, ao forçar um
projecto de lei (o National Banking Act) pelo Congresso, criando o
banco central fretado federalmente que tinha o poder de emitir Notas
Americanas. Mais tarde, Lincoln avisou o povo Americano:
Os
poderes financeiros predam sobre a
nação em tempos de paz e conspiram contra a mesma em tempos de
adversidade. Eles são mais despóticos que a monarquia, mais insolentes
que a autocracia, mais egoístas que a burocracia. Vejo num futuro
próximo o aproximar duma crise que me enerva, e causa a que trema pela
segurança do meu país. As
corporações foram entronizadas, uma era de corrupção se seguirá, e
os poderes financeiros do país esforçar-se-ão para prolongar o seu
reinado, trabalhando nos preconceitos das pessoas até que a riqueza
seja acumulada em poucas mãos e a república seja destruída.
Lincoln continuou a luta contra o banco central, e algumas pessoas
acreditam agora que foi o seu sucesso antecipado em influenciar o
Congresso para limitar o Banco dos Estados Unidos só para os anos de
guerra, que foi o factor motivador por trás do seu assassinato.
Nasce o mito do assassino solitário
Pesquisadores modernos descobriram evidências duma gigantesca
conspiração que une as partes que se seguem com o Banco dos Rothschild:
O Secretário de Guerra Edwin Stanton, John Wilkes Booth, os seus 8
co-conspiradores, e mais de 70 oficiais governamentais e homens de
negócios envolvidos na conspiração.
Quando o diário de Booth foi descoberto pelas tropas de Stanton, o
mesmo foi entregue a Stanton. Mais tarde, quando o mesmo foi tornado
público durante as investigações, 18 páginas haviam sido arrancadas.
Estas páginas, contendo os nomes citados em cima, foram mais tarde
descobertos num sótão dum dos descendentes de Stanton.
Dentro da mala de Booth foi encontrado um código que o ligou
directamente a Judah P. Benjamin, o gerente de campanha da Guerra Civil
no Sul para a Casa dos Rothschild. Quando a guerra acabou, o chave do
código foi encontrado na posse de Benjamin.
O assassino, caracterizado como um perturbado atirador solitário com
uns poucos amigos radicais, escapou através de única ponte em
Washington que não estava guardada pelas tropas de Stanton. "Booth" foi
localizado, escondido numa celeiro perto de Por Royal, na Virgina, três
dias depois de ter escapado de Washington. Ele foi baleado por um
soldado chamado Boston Corbett que disparou sem receber ordens.
Ainda é um ponto de discussão se o homem morto era ou não Booth, mas o
facto permanece que, quem que que ele tenha sido, ele não teve a
oportunidade de se identificar. Foi o Secretário de Guerra Edwin
Stanton que fez a identificação final. Algumas pessoas acreditam que
foi usado um joguete e que o verdadeiro John Wilkes Booth escapou com a
assistência de Stanton.
Mary Todd Lincoln, quando ficou a saber que o seu marido havia sido
assassinado, começou a gritar, "Ó, aquela casa ["House"] maldita!" Os
historiadores antigos eram de opinião que esta reacção espontânea era
referência à Casa Branca, Actualmente, alguns acreditam que ela era
dirigida a Thomas W. House, um "gun runner", financiador, e agente dos
Rothschild durante a Guerra Civil, e um pessoa que se encontrava
associado aos interesses anti-Lincoln e pró-banqueiros.
Andrew Jackson
Andrew Jackson foi o primeiro Presidente a oeste dos Apalaches, e ele
foi único no seu tempo ao ser eleito pelos votantes sem qualquer apoio
directo duma organização política. Ele vetou a renovação da Carta para
o Banco dos Estados Unidos no dia 10 de Julho de 1832. Em 1835, o
Presidente Jackson declarou o seu desdém pelos banqueiros
internacionais:
Vocês
são um antro de víboras. Quero-vos expulsar daqui, e juro pelo Deus
Eterno que vos irei expulsar. Se as pessoas ao menos entendessem a
total injustiça do nosso dinheiro e do nosso sistema bancário, haveria
uma revolução antes do amanhecer.
Depois disto, seguiu-se uma tentativa de assassinato fracassa contra
vida do Presidente Jackson, que mais tarde disseo ao seu
vice-presidente Martin Van Buren:
O
banco, Sr Van Buren, está a tentar matar-me.
Será que este foi o princípio dum padrão de intriga que iria assolar a
própria Casa Branca durante as décadas que se seguiriam? Será que a sua
morte, e a de Lincoln, estão unidas por um fio invisível aos banqueiros
internacionais?
James Garfield
O Presidente James Abram Garfield, o nosso 20º Presidente, havia sido
previamente Presidente da
"House
Commitee on Appropriations" e era perito em assuntos fiscais.
(Depois da sua eleição, e entre outras coisas, ele nomeou dois
colectores aduaneiros pouco populares para Nova York, o que causou a
que dois senadores de Nova York - Roscoe Conkling e Thomas Platt -
abdicassem dos seus assentos).
O Presidente Garfield declarou abertamente que quem quer que
controlasse a oferta de moeda, iria controlar a vida empresarial e as
actividades de todas as pessoas. Depois de apenas 4 meses como
Presidente, o Presidente Garlfied foi baleado numa estação ferroviária
no dia 2 de Julho de 1881. Mas uma coincidência.
O rasto de sangue continua
Durante os anos 70 e 80, o
Congressista Larry
P. McDonald liderou os esforços para se expor as fortalezas ocultas
e as intenções dos interesses da banca internacional. Os seus esforços
terminaram no dia 31 de Agosto de 1983 quando ele foi morto no momento
em que o avião da Korean Airlines 007 dentro do qual ele se encontrava
foi "acidentalmente" atingido quando se encontrava no espaço aéreo
Soviético. Mias uma estranha coincidência.
O
Senador
John Heinz e o antigo
Senador John Tower
haviam feito parte de poderosos comités Senatorias bancários e
financeiros, e eram críticos abertos da Reserva Federal e da "Eastern
Establishment". No dia 4 de Abril de 1991, o Senador John Hein morreu
num acidente de avião perto de Filadélfia. No dia seguinte, 5 de Abril
de 1991, o antigo Senador John Tower foi morreu também num acidente de
avião.
As coincidências não têm fim.
As tentativas de se auditar a Reserva Federal continuam a ser mal
sucedidas. É virtualmente impossível gerar algum tipo de apoio para
qualquer assunto que tem o benefício do blackout mediático. (A bizarra
mas trágica realidade do povo Americano ter instituições mediáticas
geridas e controladas é tópico para outra discussão).
Início da série
Durante vários anos, vários autores tentaram soar o alarme em relação à
existência dum "governo sombra" que
de
facto governa a América. A maior parte das pessoas rejeitou
estas "teorias da conspiração" e qualificou-as de extremistas e pouco
realistas. No entanto, quando eu tive a oportunidade de almoçar com Otto
von Habsburg, membro do Parlamento Europeu, ele fez duas declarações
que cativaram a minha atenção. A primeiro foi:
A
ignorância da América é sobrepujante
De facto, o contraste entre a consciência geral dos assuntos do mundo
entre o Americano comum e o Europeu comum é espantoso.
Foi a segunda observação que realmente me provocou:
A
concentração de poder na América é assustadora.
Como um executivo-sénior razoavelmente circunspecto, tendo passado três
décadas dentro da finança internacional, e tendo visto a América como
uma democracia representativa com base alargada, as suas observações
chocaram-me, e isso motivou-me a fazer mais trabalho de casa. Os
resultados dos meus inquéritos são perturbadores.
(...)