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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Mulheres esquerdistas têm fantasias sexuais com o "Novo Hitler"








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sábado, 27 de agosto de 2016

Red Symphony: O interrogatório dum comunista financiado pelos banqueiros

Por Daryush Valizadeh

Um documento com o nome de "Red Symphony" é tido como uma transcrição do interrogatório feito por um agente da KGB a um comunista Trotskista que tentou subverter Estaline. O mesmo é tido como autêntico mas, obviamente, não há forma de ter certezas absolutas. O comunista detalha uma conspiração levada a cabo pelos banqueiros com o propósito de controlar o mundo.

Texto integral: http://mailstar.net/red-symphony.html

O Comunismo irá obter a vitória graças às contradições do Capitalismo [...] ...uma maior concentração dos meios de produção corresponde a uma maior massa proletária, uma força mais numerosa para a construção do Comunismo. Não é assim?

Esta contradição declara que, com o passar do tempo, o capitalismo vai ficando mais centralizado no topo, onde cada vez menos homens detém os meios de produção. Isto aumento o número dos que nada têm, que, consequentemente, se movem em favor do comunismo porque não têm riqueza. Portanto, a longo prazo, o capitalismo irá gerar as condições que irão causar a que o comunismo se torne numa boa ideia para aqueles que se encontram na base da escala do poder económico.

Tal como sabemos, o propósito único de qualquer luta dentro da esfera económica é em favor de se ganhar mais e trabalhar menos. Tal é o absurdo económico, mas  segundo a nossa terminologia, tal é a contradição que não foi notada pelas massas, que ficam cegas quando, a dada altura, há um aumento de salários, que é rapidamente anulado pelo aumento dos preços.

E se os preços são limitados pela acção governamental, então a mesma coisa acontece, isto é, a contradição entre o desejo de gastar mais, produzir menos, é qualificada aqui pela inflação monetária. E devido a isto, entramos num ciclo vicioso: greve, fome, inflação, fome.

Controlar o dinheiro é apenas uma forma através da qual os banqueiros operam para atingir os seus objectivos: poder.

G. - Mas se, segundo você - e eu sou da mesma opinião - eles já têm poder político global, então qual é o poder que eles ainda querem obter?

R. -Já lhe disse: Poder total, tal como aquele que Estaline tem na URSS, mas a nível global.

As pessoas que nós vêmos em posições proeminentes parecem ter poder, mas essas pessoas não se encontram no topo da escala:

...nenhum "Deles" é a pessoa que ocupa uma posição política ou uma posição dentro do Banco Mundial. Tal como eu passei a entender depois do assassinato de Rathenau em Rapallo, eles dão posições politicas ou financeiras aos intermediários. Claro que são pessoas de confiança e leais, e pessoas que dão imensas garantias: logo, pode-se dizer que os banqueiros e os políticos nada mais são que homens-palha .... apesar destes ocuparem posições elevadas e parecerem ser os autores dos planos que são levados a cabo.

A ajuda da Maçonaria dentro desta conspiração:

Todas as organizações maçónicas tentam fomentar e gerar todos os pré-requisitos necessários para o triunfo da revolução Comunista; este é o propósito óbvio da maçonaria; é bem claro que tudo isto é feito sob vários pretextos; mas eles escondem-se sempre por trás do seu bem-conhecido triplo-slogan. (Liberdade, Igualdade, Fraternidade).

Hitler nada mais era que um peão dentro deste jogo, até que eles passou a ter a ideia de imprimir o seu próprio dinheiro (...)

Como forma de controlar Estaline, a finança internacional viu-e forçada a ajudar no crescimento de Hitler e do Partido Nacional Socialista. Rakowsky confirmou que financiadors Judeus ajudaram os Nazis embora Hitler não estivesse ciente disso.

O livro é intrigante, e parece confirmar o que sabemos sobre a forma como a elite opera.

http://bit.ly/2bOiRe

* * * * * * *

Isto confirma também o que já havia sido dito no passado: a "guerra" entre o comunismo e o capitalismo é uma fachada visto que a mesma Alta Finança controla ambas as ideologias. (Convém salientar que "capitalismo" e "livre mercado" podem ter pontos comuns mas uma não é idêntica à outra)

O motivo que levou a Alta Finança mundial (os assim-chamados globalistas) a tentar destruir Estaline prende-se com o facto deste último avançar com o Comunismo "Nacionalista" (se é que isso existe) enquanto que os banqueiros desejavam o Comunismo Internacionalista. Visto que Estaline aparentemente não estava a cooperar com quem havia financiado a Revolução "Russa", os banqueiros resolveram removê-lo do poder.

Quando Estaline se tornou uma ameaça demasiado grande para ser contida, os globalistas elevaram Hitler como forma de o usar contra Estaline.

Mas Hitler começou a imprimir o seu próprio dinheiro e a desenvolver um sistema económico que diminuía a dependência da banca internacional, o que, desde logo, fez dele uma ameaça económica ainda maior que Estaline, levando os internacionalistas a buscar formas de avançar com uma guerra para destruir a sua influência.

Resumidamente, "Red Symphony" revela a forma como os agentes activos das guerras e das "mudanças de regime" são os mesmos banqueiros que há já algum tempo escravizam as nações através da dívida.

Chaim Rakover ("Christian Rakovsky", o homem que revelou o que se leu em cima) diz que as cinco pontas da estrela comunista são os cinco irmãos Rothschild e os seus bancos. Para os idiotas úteis que olhavam para o comunismo como forma de "lutar contra os banqueiros", fica a revelação de que o comunismo sempre foi financiado pelos mesmos banqueiros que eles dizem ser contra.

Por fim, Chaim Rakover identifica o único verdadeiro inimigo do sistema comuno-globalista:
Na verdade, o Cristianismo é o nosso único inimigo real visto que todo o fenómeno político e económico dos Estados Burgueses emana dele. O Cristianismo, ao controlar o indivíduo, é capaz de anular a projecção revolucionária do neutral Estado Soviético ou Ateísta.
A ler: 1 e 2



sábado, 22 de setembro de 2012

As raízes socialistas de Benito Mussolini

Algo que as escolas não ensinam. Visto aqui
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Quando eu me encontrava na 6ª classe, uma cópia de 1967 do livro "The Pageant of World History" (por Gerald Leinwand) chegou-me as mãos. Embora eu tenha aprendido muito com o mesmo, ele contém omissões chocantes. Eis aqui o que Leinwand diz dos anos iniciais de Mussolini:
Mussolini, que a dada altura havia sido um socialista, e um jornalista, escreveu alguns artigos apelando à subversão do capitalismo.
Tudo verdade, mas muito enganador. Da forma como Leinwand escreve, ficamos com a impressão que Mussolini havia sido um jornalista menor que, por acaso, havia sido um membro casual do partido socialista. Só décadas mais tarde, quando descobri os trabalhos de A. James Gregor, especialmente o seu Young Mussolini and the Intellectual Origins of Fascism., é que fiquei a saber toda a história.

Felizmente para os alunos que actualmente se encontram no 6º ano, a Wikipédia tem consigo os factos que Leinwand deixou de fora.

Mussolini não era só mais um socialista; ele era o Lenine italiano - o líder da facção revolucionária mais rígida. E Mussolini não era só um "jornalista"; ele era o editor da Avanti!, o jornal oficial do Partido Socialista.

Por volta de 1910, ele . . .
...era considerado um dos mais proeminentes Socialistas de Itália. A Setembro de 1911, Mussolini participou num motim, liderado por Socialistas, contra a guerra italiana contra a Líbia. Ele denunciou amargamente a "guerra imperialista" italiana feita para capturar a capital da Líbia (Tripoli), acção que lhe custou 5 meses de prisão.
Depois de liberto, ele ajudou a expulsar das fileiras do partido Socialista dois "revisionistas" que haviam apoiado a guerra, Ivanoe Bonomi, e Leonida Bissolati. Como resultado, ele foi recompensado com o lugar de editor do jornal do Partido Socialista, Avanti! Sob a sua liderança, a circulação do jornal subiu de 20,000 para 100,000.
O artigo da Wikipédia em torno do Partido Socialista Italiano contém ainda mais detalhes em torno da purga de "revisionistas" levada a cabo por Mussolini:
No princípio do século 20, no entanto, o PSI escolheu não se opor de modo vigoroso ao governo liderado pelo cinco-vezes Primeiro Ministro Giovanni Giolitti. Esta conciliação com o governo existente e o aumento da sua influência eleitoral, ajudaram a estabelecer o PSI como um partido italiano "mainstream" por volta da década com início em 1910.

No entanto, apesar da melhoria dos resultados eleitorais, o PSI permaneceu divido em dois ramos grupos distintos: os Reformistas, liderados por Filippo Turati, e bastante influentes junto dos sindicatos e dentro do grupo parlamentar e os Maximalistas, liderados por Costantino Lazzari, afiliados ao "London Bureau" de grupos socialistas, uma associação internacional de partidos socialistas esquerdistas.

Em 1912 os Maximalistas, liderados Benito Mussolini, prevaleceram durante a convenção do partido, o que levou a divisão do Partido Socialista Reformador Italiano.
Para os socialistas, obviamente, a apostasia de Mussolini nada mais prova para além do facto dele ser o mal incarnado. Para todos os outros, a história em torno das origens de Mussolini coloca toda a sua carreira sob uma nova luz. Quem vê as coisas de fora, observa o que quem se encontra do lado de dentro se nega a admitir: a fruta apóstata raramente cai longe da árvore ortodoxa.

Sim, Mussolini apercebeu-se que o socialismo mais o nacionalismo tinham um apelo de massas superior que o socialismo simples. Sim, Mussolini apercebeu-se que o socialismo ficaria mais forte se ele se alia-se com a Igreja em vez dele tentar destruí-la. Sim, Mussolini apercebeu-se que a apropriação em massa da propriedade privada devastaria a economia.
E sim, Mussolini apercebeu-se que a palavra "socialismo" alienaria milhões de italianos que estariam de outro modo receptivos à sua mensagem. Mas isto não faz de Mussolini um socialista radical que traiu tudo em que acreditava, mas sim um socialista radical que se livrou de dogmas socialistas periféricos como forma de desbravar o caminho entre ele e o poder absoluto.

Se ele tivesse mantido a etiqueta socialista e tivesse evitado a aliança com Hitler [outro socialista], Mussolini hoje poderia ser um ícone esquerdista tão grande como Che Guevara.


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

História é liberdade

Brandon Smith ressalva o ódio que os colectivistas nutrem pela herança cultural e pela História

Um desdém ou ódio pela  herança cultural ["heritage"] está na base de todos os esforços de reestruturação levados a cabo pelos colectivistas.  Esta reestruturação usualmente foca-se nos princípios da liberdade individual e auto-governação ao mesmo tempo que alega lutar contra a opressão e contra a corrupção.

Os princípios antigos ou são apresentados como ultrapassados e  insuficientes para lidar com os novos problemas da cultura, ou são apresentados como a CAUSA dos problemas presentes na cultura.

Em qualquer dos casos, a elite que controla a máquina colectivista começa a apelar a uma purga dos ideias do passado.


Na China Comunista, Mao Tse Tung instalou a "Revolução Cultural", que encorajou os desmiolados e hipnotizados colectivistas da população chinesa a destruir tudo o que representava  o passado. Obras de arte, edifícios, artefactos históricos, livros; até professores e proponentes de qualquer herança pré-comunista foram atacados.

Na Alemanha Fascista, os Nazis destruíram inúmeros livros e manuscritos, reescreveram a historia da Alemanha, censuraram e removeram milhares de obras de arte, instituíram obras de arte aprovadas pelo Estado que descreviam a visão colectivista  para nova sociedade.
 

Na Rússia, os Comunistas focaram-se de modo agressivo não só em liquidar manuscritos que exultavam os métodos de eras distintas, mas também as pessoas que os escreveram. Sob Lenine e Estaline, o propósito era o de aniquilar a memória do mundo que existia antes da sua chegada, mesmo que isso significasse aniquilar as massas no processo.

Uma total reestruturação da infraestrutura educacional seguiu-se. As crianças na nova era colectivista tinham que ser indoutrinadas como se nunca havia existido outra forma de fazer as coisas.

Estas purgas, tal como inúmeros exemplos já revelaram, eram apenas temporárias.  O grande enigma para as elites não foi só o obstáculo da memória, mas o obstáculo da alma; aquela qualidade inerente do ser humano que nos compele a buscar a liberdade, o equilíbrio, e a verdade, independentemente dos limites do nosso ambiente.

Os documentos e o remanescente da herança cultural que os oligarcas buscam destruir mais não são que expressões das nossas consciências inatas.  Dentro de cada pessoa, independentemente do que ela tenha sido levada a acreditar, existe uma fonte de ideias vitais que entra em rota de colisão com as mecanizações do colectivismo. O individualismo encontra uma forma de submergir, e como tal, os governantes centralizados têm que começar tudo outra vez, buscando uma forma de controle desconhecida.


A sede totalitária pela eliminação e edição criativa dos eventos da História dá algum suporte a tese de que o conhecimento da História é importante, talvez integral como forma de entender e manter a liberdade humana.

O propósito dos regimes totalitários é a estagnação, que envolve não só a destruição do futuro, e a sua transformação numa cópia do presente, mas também a destruição do passado.


Fonte

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Este é mais um ponto em comum entre o nacional-socialismo, o comunismo e o islão uma vez que não se passaram ainda 15 anos desde que os Talibãs destruíram as estátuas budistas presentes no seu país há séculos. Para além disso, segundo me foi contado por Egípcios Cristãos, os livros de História do seu país aparentemente não se debruçam muito sobre os 6/7 séculos que antecederam a invasão islâmica do Egipto. Esses 600/700 anos foram os anos em que o Cristianismo controlou o Egipto.

Para além disso, é normal os maometanos identificarem o período que antecedeu a chegada do islão na Arábia como "os Tempos da Ignorância" ["Jahiliyah"]. Referências a esse período como uma linha temporal de onde se  podem extrair ensinamentos morais é atitude tida como errada por muitos maometanos.

Contraste-se este ódio à História nutrido pelas ideologias totalitárias, com o que os primeiros líderes Cristãos fizeram com as obras da Grécia Clássica, onde muitos deles só chegaram à nossa posse precisamente graças a essa preservação Cristã [tanto no Império Romano do Ocidente como no Império Romano do Oriente, com capital em Constantinopla].

Devido a esta atitude criativa que os colectivistas têm em relação ao passado, e como já está manifesto no texto citado em cima, é seguro afirmar que quem quer mudar a História, quer mais facilmente controlar a sociedade.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Sufrágio universal versus democracia.

O polémico Vox Day tem um post no seu blogue onde fala duma experiência muito reveladora. Embora eu não concorde com tudo o que ele diz, algumas das suas considerações são difíceis de refutar.


Este artigo, feito pelo Roissy, deve explicar o porquê dos Pais Fundadores [os homens que declararam a independência dos EUA da Grã-Bretanha] terem limitado o direito ao voto a cerca de 1/5 da população:
Se estás disposto a alinhar o teu estilo de vida com qualquer que seja a última moda, e ostracizar aqueles que não fazem o mesmo, provavelemente estás também disponível a obedecer cegamente figuras autoritárias que te dizem o que é bom para ti.

Se isto é verdade, então podemos especular que as mulheres são melhores soldados rasos para qualquer que seja a elite autoritária mais tangível nas suas vidas - o que revela que uma maior propensão feminina em aceitar ordens autoritárias sem as questionar.

Podemos acrescentar a esta especulação não só a observação pessoal e centenas de episódios confirmadores, mas, também, evidências científicas que demonstram que as mulheres são, de facto, mais obedientes à autoridade que os homens.

Cortesia do leitor uh por nos chamar a atenção para a replicação da experiência Milgram:

Charles Sheridan e Richard King lançaram a hipótese de que alguns dos participantes da experiência de Milgram suspeitavam que a vítima estava a fingir, e como tal, eles repetiram a experiência mas desta vez com uma genuína vítima: um "cachorrinho fofo e macio" que recebeu choques eléctricos genuínos embora inofensivos.

Eles apuraram resultados similares a Milgram: metade dos homens e todas as mulheres obedeceram até ao fim. Alguns participantes da experiência revelaram níveis elevados de perturbação durante a experiência, enquanto outros [e outras] choraram.

Para além disso, Sheridan e King notaram que a duração do tempo que o botão era carregado foi gradualmente diminuindo à medida que os choques eléctricos se tornavam mais fortes, significando que quanto mais forte fosse o choque, maior era a relutância dos intervenientes em carregar no botão.

Lembrem-se disto: todas as mulheres participantes na experiência na experiência Milgram - de obediência à autoridade - continuaram a dar choques eléctricos apesar das suas lágrimas.

Contemplem isto: se todas as mulheres estiveram dispostas a dar choques eléctricos a cachorrinhos bonitos apenas e só porque uma figura autoritária lhes ordena, o que é que elas não estarão dispostas a fazer? Sem dúvida que as mulheres que participaram na experiência não tinham qualquer tipo de desejo de magoar cachorrinhos, e provavelmente explicariam o seu comportamento afirmando "obrigaram-me a fazer", mas é precisamente esta maleabilidade que é o ponto.

A resistência ao mal requer a habilidade de oferecer resistência e recusar-se a submeter. O Senhor Jesus não só foi Obediente ao Pai, como Se recusou a adorar o Príncipe do Mundo.

E note-se que não são só as mulheres que não têm a habilidade de resistir ao que elas consideram ser uma figura autoritária, mas metade dos homens também. Não foi só o sufrágio feminino que transformou as democracias em ditaduras, mas o sufrágio universal também.

Isto também sublinha a importância de observar o comportamento feminino e não as suas palavras. Se alguém lhes perguntasse "eras capaz de sujeitar um cachorrinho a choques eléctricos dolorosos?", a maior parte das mulheres negaria de modo veemente essa ideia. No entanto, as evidências demonstram que, se fossem ordenadas a fazer isso mesmo, elas fariam-no - mesmo que a acção lhes cause grande comoção e desconforto.

* * * * * * *
A qualidade feminina de se sujeitar mais facilmente à figuras de autoridade não é um defeito - contrariamente ao que se possa pensar - uma vez que a mesma só se torna problemática se a figura de autoridade for alguém com propósitos malignos. Um exemplo disso foi o líder Nacional-Socialista Hitler quando este usou esta característica a seu favor. Ele diz:
As mulheres constituem o elemento mais importante das audiências. Normalmente, as mulheres lideram, seguidas das crianças. Quando eu tiver conquistado toda a família, os maridos serão os próximos a seguir.
Adolf Hitler para Hanfstaeng, 1923
Ou seja, Hitler usou a tendência natural da mulher de se sujeitar à autoridade para atrair para si os alemães. Uma vez atraída a mulher, os filhos viriam atrás e, obviamente, o marido, não querendo ficar isolado, seguiria também.

Hoje em dia os políticos fazem uso desta característica de forma mais óbvia e aberta.. Um dos tópicos quentes da esfera política americana é a mitológica "guerra às mulheres"" que alegadamente os Republicanos estão a levar a cabo. Infelizmente para os esquerdistas, esta narrativa falhou por completo porque o candidato Republicano não viu a sua opinião junto das eleitoras perturbada. Mas a questão aqui é mesmo como os políticos se desdobram para usar a psicologia feminina a seu favor.

Semelhantemente, esta capacidade feminina pode, em larga escala - e tal como já disse a Erin Pizzey - explicar o porquê da esquerda militante usar o feminismo para colocar as mulheres no mercado de trabalho: segundo a Erin, aparentemente é mais fácil controlar e manipular as mulheres do que controlar e manipular os homens. Como consequência disto, o influxo maciço de mulheres no mercado de trabalho necessariamente tornará a força laboral mais obediente e mais maleável - exactamente o que o governo e os globalistas querem.


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Livro alega que as mulheres nazis eram tão violentas como os homens.

Mulheres que trabalharam sob as ordens de Hitler eram tão violentas como os homens, alega livro escrito em 2009. "Female Perpetrators; Women Under National Socialism" expõe o mito de que as mulheres que trabalharam para Hitler eram o sexo mais gentil e que elas apenas foram arrastadas pelas acções violentas dos homens.

Na arte, nos filmes e nas revistas nazis, as mulheres foram sempre retratadas como o sexo mais justo, lutando na frente doméstica ao mesmo tempo que os homens lutavam nos campos de batalha. Mas o livro mostra que tudo isto foi apenas propaganda e que as mulheres que trabalharam para Hitler foram tão brutais como os homens.

Naquela que é a primeira análise alemã pós-guerra do papel da mulher nos crimes dos nazis, a historiadora Kathrin Kompisch revelou o quefoi varrido para baixo do tapete desde 1945. Ela diz:

A história do Nacional Socialismo há muito que foi reduzida a uma que culpa os homens por tudo. Esta era, e ainda é, a imagem popular.
Mas o sexo gentil venerado pela máquina de propaganda de Josef Goebbels era, segundo a senhora Kompisch, igualmente capaz de girar os cadeados nos porões onde se encontravam as vítimas da Gestapo por toda a Europa.


O seu livro mostra que as mulheres eram também tão fanáticas como os homens quando se falava em esmagar a resistência que se opunha a Hitler. Isto foi particularmente retratado pela Kate Winslet, que desempenhou o papel duma guarda nazi no filme "The Reader".

A senhora Kompisch escreve:

Com a excepção de alguns exemplos cruéis, a participação da mulher nos crimes dos nazis foi removido da consciência colectiva dos alemães durante muito tempo. Tentei analisar os motivos e as circunstâncias pessoais das mulheres envolvidas, e colocar a questão em torno da sua responsabilidade pessoal nos eventos decorridos.
Ela descobriu que Hitler e os seus sátrapas virtualmente hipnotizaram as mulheres de modo a que estas levassem a cabo os propósitos dum regime fundado na violência e no ódio racial.

Como tal, elas tornaram-se mulheres-a-dia os S.S.; encheram as "quintas dos bebés" onde as crianças "super-homem" nasciam, e prestaram assistência aos médicos que iniciaram com as esterilizações.

Mais tarde as mulheres tornaram-se assassinas dos deficientes tal como guardas dos gulags de campos de concentração.

Nunca nos devemos esquecer das legiões de mulheres que deram o seu apoio aos homens enquanto estes matavam dezenas de milhares de pessoas pela Rússia, Polónia,e em lugares como Auschwitz and Treblinka.... As mulheres dactilografaram as estatísticas das vítimas assassinadas pela S.S. Action Squads no Este, operaram as rádios requisitando mais balas, eram invariavelmente as secretárias - e algumas vezes muito mais - em todos os pontos de controle da Gestapo. . . .

No final da guerra, elas tentaram diminuir a sua responsabilidade alegando que elas eram apenas peças mínimas ma maquinaria maioritariamente masculina que emitia as ordens.

Analisando as estatísticas pré e pós-guerra, a senhora Kompisch apurou que havia mais empregos governamentais, privados e militares entregues a mulheres durante o tempo em que Hitler esteve no poder do que em períodos de paz.

Mas mesmo aquelas que não trabalhavam, arranjaram outras formas de sujar as mãos com sangue inocente.

Em larga maioria, eram as donas de casa que se alinhavam nos armazéns governamentais para comprar a mobília, as jóias, outros utensílios caseiros e as roupas dos seus vizinhos Judeus que haviam desaparecido sem deixar notícia.

Kompisch verificou que desde o princípio que a hierarquia masculina e carregada de testosterona do estado Nazi impedia as mulheres de terem acesso a lugares de liderança, mas o regime activamente encorajava a participação feminina na execução do terror Nazi ao nível mais baixo [inglês: "grassroot level"]. A maior parte das 'Blockwaerts' – espiões que detectavam actividades anti-nazis e as reportavam ao partido - eram mulheres.

Na ordem de 3 para 1, quando comparadas com os homens, as mulheres faziam denuncias não-oficiais à Gestapo em torno de vizinhos suspeitos, Judeus ou outros inimigos do Estado nazi. Os ficheiros da Gestapo da cidade de Duesseldorf notaram que as mulheres "tentaram mudar o equilíbrio de poder na família denunciando os maridos como espiões, comunistas ou anti-nazis".

O cliché das mulheres de ouro, munidas com um crucifixo ao pescoço, e a criar 10 filhos ao mesmo tempo que faziam pão é tão mitológico como a noção de que todas as mulheres dos anos 1920 bebiam absinto ao mesmo tempo que faziam o Charleston. . . As mulheres podiam e chegaram a avançar de modo maciço durante o 3º Reich.
Cerca de 3,200 mulheres serviram nos campos de concentração.

. . .

A senhora Kompisch reporta vários episódios de outras mulheres aparentemente normais e inteligentes como forma de apurar a corrupção do seu sexo durante a Alemanha Nazi. Uma delas, Karin Magnussen, nascida em 1908 (Bremen), foi uma bióloga brilhante e física.

Ela era uma mulher venerada pela sua profissão, pouco afectada pelos levantamentos políticos e financeiros que levaram a Hitler ao poder. O livro revela como ela chegou a usar globos oculares de prisioneiros ainda vivos, retirados pelo demente Dr. Josef Mengele, para as suas experiências em torno da pigmentação da íris humana.

A senhora Kompisch conclui:

A realidade dos factos é que as mulheres permitiram que as suas características femininas fossem suprimidas de modo a que elas se aliassem ao Estado Nazi e às suas agências. Afirmar que elas não sabiam do terror e das torturas, como afirmaram muitos no final da guerra, é simplesmente inacreditável. Elas deram o seu apoio a tal terror e tortura.

* * * * * * *


sábado, 5 de novembro de 2011

Os protocolos dos sábios marxistas

Reproduzo aqui na íntegra o texto que

1. Governo Mundial: Ficção ou Intenção?

2. Noam Chomsky: Talvez a Solução Para o (Não-Existente) Aquecimento Global Seja Uma Ditadura

3. Aquecimento Global: Nações Unidas pede ajuda a Hollywood

4. O Dia Internacional da Justiça Social

5. Cientista Climático Propõe "Plano Mestre" Para Que a Sociedade Seja "Transformada" e Gerida Por um Grupo de Elite Composto por "Homens Sábios"

Não creio que nas próximas edições do "Avante!" eles façam críticas às Nações Unidas devido aos seus planos de controle mundial.


Um artigo de Jorge Messias publicado recentemente no "Avante!" vem defender a factualidade da infame farsa dos "Protocolos dos Sábios de Sião", um documento forjado pelo antisemita Sergei Nilus na Rússia czarista entre 1902 e 1903, e que dava conta de uma suposta conspiração judaica internacional para o controlo dos destinos do Mundo.

Está hoje amplamente provado que este documento forjado provém da adulteração e combinação de dois textos diferentes, um da autoria do anti-bonapartista Maurice Joly (1829-1879), escrito em 1864, "Dialogue aux Enfers entre Machiavel et Montesquieu, ou la politique de Machiavel au XIXe siècle", onde Joly dava conta de uma suposta conspiração dos descendentes de Napoleão I para controlar o Mundo; e um outro texto retirado da novela escrita em 1868 por Retcliffe, pseudónimo de Hermann Goedsche (1815-1878), "Biarritz. Auf dem Judenfriedhof von Prag", na qual um rabi ficcional pronuncia um discurso de conteúdo semelhante ao encontrado nos Protocolos.

Sabe-se que Joly, por sua vez, plagiou Eugène Sue (1804-1857) mais concretamente, a sua obra "Les mistères du peuple".

O carácter perigoso desta falsificação, usada amplamente por Hitler como forma de justificação para a perseguição e extermínio dos judeus europeus, ainda hoje se faz sentir, seja através da perigosa associação dos Protocolos ao mito do Priorado de Sião estabelecida por Lincoln, Baigent e Leigh ("O Sangue de Cristo e o Santo Graal", pp. 234-240), seja nos movimentos extremistas que ainda hoje reproduzem e divulgam este documento espúrio um pouco por todo o mundo islâmico como forma de propaganda anti-Israel, ou ainda em certos tipos de propaganda neonazi.

Nada disto é novo: o que espanta é que o Jorge Messias e os editores do "Avante!" ainda não saibam nada disto. Mas a suprema ironia é termos um documento forjado na Rússia czarista pelo antisemita Sergei Nilus, um documento composto com o fito de propaganda czarista e anti-revolucionária, a ser usado como uma referência verídica pelo periódico revolucionário e comunista "O Avante!".

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