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Na verdade, o Cristianismo é o nosso único inimigo real visto que todo o fenómeno político e económico dos Estados Burgueses emana dele. O Cristianismo, ao controlar o indivíduo, é capaz de anular a projecção revolucionária do neutral Estado Soviético ou Ateísta.
Mussolini, que a dada altura havia sido um socialista, e um jornalista, escreveu alguns artigos apelando à subversão do capitalismo.Tudo verdade, mas muito enganador. Da forma como Leinwand escreve, ficamos com a impressão que Mussolini havia sido um jornalista menor que, por acaso, havia sido um membro casual do partido socialista. Só décadas mais tarde, quando descobri os trabalhos de A. James Gregor, especialmente o seu Young Mussolini and the Intellectual Origins of Fascism., é que fiquei a saber toda a história.
...era considerado um dos mais proeminentes Socialistas de Itália. A Setembro de 1911, Mussolini participou num motim, liderado por Socialistas, contra a guerra italiana contra a Líbia. Ele denunciou amargamente a "guerra imperialista" italiana feita para capturar a capital da Líbia (Tripoli), acção que lhe custou 5 meses de prisão.O artigo da Wikipédia em torno do Partido Socialista Italiano contém ainda mais detalhes em torno da purga de "revisionistas" levada a cabo por Mussolini:
Depois de liberto, ele ajudou a expulsar das fileiras do partido Socialista dois "revisionistas" que haviam apoiado a guerra, Ivanoe Bonomi, e Leonida Bissolati. Como resultado, ele foi recompensado com o lugar de editor do jornal do Partido Socialista, Avanti! Sob a sua liderança, a circulação do jornal subiu de 20,000 para 100,000.
No princípio do século 20, no entanto, o PSI escolheu não se opor de modo vigoroso ao governo liderado pelo cinco-vezes Primeiro Ministro Giovanni Giolitti. Esta conciliação com o governo existente e o aumento da sua influência eleitoral, ajudaram a estabelecer o PSI como um partido italiano "mainstream" por volta da década com início em 1910.Para os socialistas, obviamente, a apostasia de Mussolini nada mais prova para além do facto dele ser o mal incarnado. Para todos os outros, a história em torno das origens de Mussolini coloca toda a sua carreira sob uma nova luz. Quem vê as coisas de fora, observa o que quem se encontra do lado de dentro se nega a admitir: a fruta apóstata raramente cai longe da árvore ortodoxa.
No entanto, apesar da melhoria dos resultados eleitorais, o PSI permaneceu divido em dois ramos grupos distintos: os Reformistas, liderados por Filippo Turati, e bastante influentes junto dos sindicatos e dentro do grupo parlamentar e os Maximalistas, liderados por Costantino Lazzari, afiliados ao "London Bureau" de grupos socialistas, uma associação internacional de partidos socialistas esquerdistas.
Em 1912 os Maximalistas, liderados Benito Mussolini, prevaleceram durante a convenção do partido, o que levou a divisão do Partido Socialista Reformador Italiano.

O polémico Vox Day tem um post no seu blogue onde fala duma experiência muito reveladora. Embora eu não concorde com tudo o que ele diz, algumas das suas considerações são difíceis de refutar.
Se estás disposto a alinhar o teu estilo de vida com qualquer que seja a última moda, e ostracizar aqueles que não fazem o mesmo, provavelemente estás também disponível a obedecer cegamente figuras autoritárias que te dizem o que é bom para ti.Contemplem isto: se todas as mulheres estiveram dispostas a dar choques eléctricos a cachorrinhos bonitos apenas e só porque uma figura autoritária lhes ordena, o que é que elas não estarão dispostas a fazer? Sem dúvida que as mulheres que participaram na experiência não tinham qualquer tipo de desejo de magoar cachorrinhos, e provavelmente explicariam o seu comportamento afirmando "obrigaram-me a fazer", mas é precisamente esta maleabilidade que é o ponto.Se isto é verdade, então podemos especular que as mulheres são melhores soldados rasos para qualquer que seja a elite autoritária mais tangível nas suas vidas - o que revela que uma maior propensão feminina em aceitar ordens autoritárias sem as questionar.
Podemos acrescentar a esta especulação não só a observação pessoal e centenas de episódios confirmadores, mas, também, evidências científicas que demonstram que as mulheres são, de facto, mais obedientes à autoridade que os homens.
Cortesia do leitor uh por nos chamar a atenção para a replicação da experiência Milgram:
Charles Sheridan e Richard King lançaram a hipótese de que alguns dos participantes da experiência de Milgram suspeitavam que a vítima estava a fingir, e como tal, eles repetiram a experiência mas desta vez com uma genuína vítima: um "cachorrinho fofo e macio" que recebeu choques eléctricos genuínos embora inofensivos.
Eles apuraram resultados similares a Milgram: metade dos homens e todas as mulheres obedeceram até ao fim. Alguns participantes da experiência revelaram níveis elevados de perturbação durante a experiência, enquanto outros [e outras] choraram.
Para além disso, Sheridan e King notaram que a duração do tempo que o botão era carregado foi gradualmente diminuindo à medida que os choques eléctricos se tornavam mais fortes, significando que quanto mais forte fosse o choque, maior era a relutância dos intervenientes em carregar no botão.
Lembrem-se disto: todas as mulheres participantes na experiência na experiência Milgram - de obediência à autoridade - continuaram a dar choques eléctricos apesar das suas lágrimas.
A resistência ao mal requer a habilidade de oferecer resistência e recusar-se a submeter. O Senhor Jesus não só foi Obediente ao Pai, como Se recusou a adorar o Príncipe do Mundo.
E note-se que não são só as mulheres que não têm a habilidade de resistir ao que elas consideram ser uma figura autoritária, mas metade dos homens também. Não foi só o sufrágio feminino que transformou as democracias em ditaduras, mas o sufrágio universal também.
Isto também sublinha a importância de observar o comportamento feminino e não as suas palavras. Se alguém lhes perguntasse "eras capaz de sujeitar um cachorrinho a choques eléctricos dolorosos?", a maior parte das mulheres negaria de modo veemente essa ideia. No entanto, as evidências demonstram que, se fossem ordenadas a fazer isso mesmo, elas fariam-no - mesmo que a acção lhes cause grande comoção e desconforto.
As mulheres constituem o elemento mais importante das audiências. Normalmente, as mulheres lideram, seguidas das crianças. Quando eu tiver conquistado toda a família, os maridos serão os próximos a seguir.Ou seja, Hitler usou a tendência natural da mulher de se sujeitar à autoridade para atrair para si os alemães. Uma vez atraída a mulher, os filhos viriam atrás e, obviamente, o marido, não querendo ficar isolado, seguiria também.Adolf Hitler para Hanfstaeng, 1923
Hoje em dia os políticos fazem uso desta característica de forma mais óbvia e aberta.. Um dos tópicos quentes da esfera política americana é a mitológica "guerra às mulheres"" que alegadamente os Republicanos estão a levar a cabo. Infelizmente para os esquerdistas, esta narrativa falhou por completo porque o candidato Republicano não viu a sua opinião junto das eleitoras perturbada. Mas a questão aqui é mesmo como os políticos se desdobram para usar a psicologia feminina a seu favor.
Semelhantemente, esta capacidade feminina pode, em larga escala - e tal como já disse a Erin Pizzey - explicar o porquê da esquerda militante usar o feminismo para colocar as mulheres no mercado de trabalho: segundo a Erin, aparentemente é mais fácil controlar e manipular as mulheres do que controlar e manipular os homens. Como consequência disto, o influxo maciço de mulheres no mercado de trabalho necessariamente tornará a força laboral mais obediente e mais maleável - exactamente o que o governo e os globalistas querem.

Na arte, nos filmes e nas revistas nazis, as mulheres foram sempre retratadas como o sexo mais justo, lutando na frente doméstica ao mesmo tempo que os homens lutavam nos campos de batalha. Mas o livro mostra que tudo isto foi apenas propaganda e que as mulheres que trabalharam para Hitler foram tão brutais como os homens.
Naquela que é a primeira análise alemã pós-guerra do papel da mulher nos crimes dos nazis, a historiadora Kathrin Kompisch revelou o quefoi varrido para baixo do tapete desde 1945. Ela diz:
A história do Nacional Socialismo há muito que foi reduzida a uma que culpa os homens por tudo. Esta era, e ainda é, a imagem popular.Mas o sexo gentil venerado pela máquina de propaganda de Josef Goebbels era, segundo a senhora Kompisch, igualmente capaz de girar os cadeados nos porões onde se encontravam as vítimas da Gestapo por toda a Europa.
O seu livro mostra que as mulheres eram também tão fanáticas como os homens quando se falava em esmagar a resistência que se opunha a Hitler. Isto foi particularmente retratado pela Kate Winslet, que desempenhou o papel duma guarda nazi no filme "The Reader".
A senhora Kompisch escreve:
Com a excepção de alguns exemplos cruéis, a participação da mulher nos crimes dos nazis foi removido da consciência colectiva dos alemães durante muito tempo. Tentei analisar os motivos e as circunstâncias pessoais das mulheres envolvidas, e colocar a questão em torno da sua responsabilidade pessoal nos eventos decorridos.Ela descobriu que Hitler e os seus sátrapas virtualmente hipnotizaram as mulheres de modo a que estas levassem a cabo os propósitos dum regime fundado na violência e no ódio racial.
Como tal, elas tornaram-se mulheres-a-dia os S.S.; encheram as "quintas dos bebés" onde as crianças "super-homem" nasciam, e prestaram assistência aos médicos que iniciaram com as esterilizações.
Mais tarde as mulheres tornaram-se assassinas dos deficientes tal como guardas dos gulags de campos de concentração.
Nunca nos devemos esquecer das legiões de mulheres que deram o seu apoio aos homens enquanto estes matavam dezenas de milhares de pessoas pela Rússia, Polónia,e em lugares como Auschwitz and Treblinka.... As mulheres dactilografaram as estatísticas das vítimas assassinadas pela S.S. Action Squads no Este, operaram as rádios requisitando mais balas, eram invariavelmente as secretárias - e algumas vezes muito mais - em todos os pontos de controle da Gestapo. . . .No final da guerra, elas tentaram diminuir a sua responsabilidade alegando que elas eram apenas peças mínimas ma maquinaria maioritariamente masculina que emitia as ordens.
Analisando as estatísticas pré e pós-guerra, a senhora Kompisch apurou que havia mais empregos governamentais, privados e militares entregues a mulheres durante o tempo em que Hitler esteve no poder do que em períodos de paz.Mas mesmo aquelas que não trabalhavam, arranjaram outras formas de sujar as mãos com sangue inocente.
Em larga maioria, eram as donas de casa que se alinhavam nos armazéns governamentais para comprar a mobília, as jóias, outros utensílios caseiros e as roupas dos seus vizinhos Judeus que haviam desaparecido sem deixar notícia.
Kompisch verificou que desde o princípio que a hierarquia masculina e carregada de testosterona do estado Nazi impedia as mulheres de terem acesso a lugares de liderança, mas o regime activamente encorajava a participação feminina na execução do terror Nazi ao nível mais baixo [inglês: "grassroot level"]. A maior parte das 'Blockwaerts' – espiões que detectavam actividades anti-nazis e as reportavam ao partido - eram mulheres.
Na ordem de 3 para 1, quando comparadas com os homens, as mulheres faziam denuncias não-oficiais à Gestapo em torno de vizinhos suspeitos, Judeus ou outros inimigos do Estado nazi. Os ficheiros da Gestapo da cidade de Duesseldorf notaram que as mulheres "tentaram mudar o equilíbrio de poder na família denunciando os maridos como espiões, comunistas ou anti-nazis".
O cliché das mulheres de ouro, munidas com um crucifixo ao pescoço, e a criar 10 filhos ao mesmo tempo que faziam pão é tão mitológico como a noção de que todas as mulheres dos anos 1920 bebiam absinto ao mesmo tempo que faziam o Charleston. . . As mulheres podiam e chegaram a avançar de modo maciço durante o 3º Reich.Cerca de 3,200 mulheres serviram nos campos de concentração.
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A senhora Kompisch reporta vários episódios de outras mulheres aparentemente normais e inteligentes como forma de apurar a corrupção do seu sexo durante a Alemanha Nazi. Uma delas, Karin Magnussen, nascida em 1908 (Bremen), foi uma bióloga brilhante e física.
Ela era uma mulher venerada pela sua profissão, pouco afectada pelos levantamentos políticos e financeiros que levaram a Hitler ao poder. O livro revela como ela chegou a usar globos oculares de prisioneiros ainda vivos, retirados pelo demente Dr. Josef Mengele, para as suas experiências em torno da pigmentação da íris humana.
A senhora Kompisch conclui:
A realidade dos factos é que as mulheres permitiram que as suas características femininas fossem suprimidas de modo a que elas se aliassem ao Estado Nazi e às suas agências. Afirmar que elas não sabiam do terror e das torturas, como afirmaram muitos no final da guerra, é simplesmente inacreditável. Elas deram o seu apoio a tal terror e tortura.
* * * * * * *

Mas antes queria comentar algumas das coisas lá escritas:
A rede conspirativa que se vai instalando na terra tem claramente origem em formações capitalistas proclamadamente religiosas.Evidências? Factos de apoio?
"Religiosas" de que religião? Budismo? Hinduísmo? Islamismo?
Basta olhar-se para o esquema organizativo que vai chegando ao conhecimento público para nele se reconhecer a mãozinha sinuosa dos jesuítas e dos illuminati maçónicos.Portanto "religiosas" equivale a "jesuítas"?
Em que universo paralelo é que ocultistas trabalham lado a lado com Cristãos para o controle do sistema económico e político mundial?
A história dos Protocolos poderia, em princípio, parecer um conto de fadas. Mas os quadros dos anúncios que aí se promovem são bem reais.Dominação mundial é algo que muitos grupos ideológicos querem levar a cabo, incluindo os comunistas. De que forma é que uma farsa anti-semita (usada por outra grande socialista como arma contra os Judeus, Adolf Hitler) entra neste jogo?
Acho também curiosa a forma como o jornal "Avante!" demonstra algum desconforto quando imagina que grupos ideológicos antagónicos têm planos iguais aos seus, nomeadamente, controle mundial.
Os comunistas deveriam dizer de uma vez por todas o que é que eles estão contra:
* Um governo mundial
* Um governo mundial de cariz mais Cristão/Capitalista/anti-socialista
É que se a sua oposição é à primeira, então podem ter alguma razão no que dizem. Mas se eles só estão contra a segunda hipótese, citar falsificações anti-semitas em favor da hipótese de que "alguém" quer dominar o mundo é claramente hipócrita uma vez que eles também têm os mesmos planos.
Isto é semelhante aos muçulmanos serem contra as Cruzadas, mas serem a favor da jihad. Elas não são equivalentes no sentido em que o mundo ocidental não-militante-ateu as entende, mas são exactamente a mesma coisa na forma como os muçulmanos a vêem: expansão religiosa por via da "guerra santa".
Da mesma forma que os muçulmanos não podem ser contra o que eles pensam que as Cruzadas foram mas serem a favor da jihad, os comunistas não podem ser contra um domínio mundial em absoluto quando esse domínio se afigura de cariz não-socialista, mas ser a favor do domínio mundial quando o mesmo é de cariz mais socialista.
Eis aqui uma instituição esquerdista que deseja controle dos recursos mundiais mas que aparentemente não perturba os comunistas:
1. Governo Mundial: Ficção ou Intenção?
2. Noam Chomsky: Talvez a Solução Para o (Não-Existente) Aquecimento Global Seja Uma Ditadura
3. Aquecimento Global: Nações Unidas pede ajuda a Hollywood
4. O Dia Internacional da Justiça Social
Não creio que nas próximas edições do "Avante!" eles façam críticas às Nações Unidas devido aos seus planos de controle mundial.
Está hoje amplamente provado que este documento forjado provém da adulteração e combinação de dois textos diferentes, um da autoria do anti-bonapartista Maurice Joly (1829-1879), escrito em 1864, "Dialogue aux Enfers entre Machiavel et Montesquieu, ou la politique de Machiavel au XIXe siècle", onde Joly dava conta de uma suposta conspiração dos descendentes de Napoleão I para controlar o Mundo; e um outro texto retirado da novela escrita em 1868 por Retcliffe, pseudónimo de Hermann Goedsche (1815-1878), "Biarritz. Auf dem Judenfriedhof von Prag", na qual um rabi ficcional pronuncia um discurso de conteúdo semelhante ao encontrado nos Protocolos.
Sabe-se que Joly, por sua vez, plagiou Eugène Sue (1804-1857) mais concretamente, a sua obra "Les mistères du peuple".
O carácter perigoso desta falsificação, usada amplamente por Hitler como forma de justificação para a perseguição e extermínio dos judeus europeus, ainda hoje se faz sentir, seja através da perigosa associação dos Protocolos ao mito do Priorado de Sião estabelecida por Lincoln, Baigent e Leigh ("O Sangue de Cristo e o Santo Graal", pp. 234-240), seja nos movimentos extremistas que ainda hoje reproduzem e divulgam este documento espúrio um pouco por todo o mundo islâmico como forma de propaganda anti-Israel, ou ainda em certos tipos de propaganda neonazi.
Nada disto é novo: o que espanta é que o Jorge Messias e os editores do "Avante!" ainda não saibam nada disto. Mas a suprema ironia é termos um documento forjado na Rússia czarista pelo antisemita Sergei Nilus, um documento composto com o fito de propaganda czarista e anti-revolucionária, a ser usado como uma referência verídica pelo periódico revolucionário e comunista "O Avante!".