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sexta-feira, 13 de março de 2015

O porquê dos bilionários financiarem o feminismo

By: Jay Dyer

Tenho recebido várias mensagens por parte de feministas questionar o porquê de me atrever a questionar os direitos das mulheres, a suposta igualdade e o empoderamento. Havendo já escrito um artigo em torno da natureza Satânica do feminismo, a crença operacional por parte destas questionadoras é, obviamente, orientada pela narrativa oficial da História como nada mais que uma opressão patriarcal, onde só nos últimos séculos a "tirania" dos homens brancos envelhecidos foi exposta dentro da enorme teoria da conspiração conhecida como género.

Claro que nada disto é verdade, mas achei apropriado responder a estas acusações e explicar a verdadeira natureza do feminismo como um plano (dos tecnocratas) de engenharia social levado a cabo como forma de reorganizar a humanidade. Para entender isto, temos que analisar os verdadeiros agentes por trás da "emancipação das mulheres", começando essencialmente no período do Iluminismo e da Revolução Francesa, passando pela Comuna de Paris, e acabando na aliança com o Marxismo e com o socialismo como forma de gerar uma frente organizada contra o longo domínio dos homens malignos, estúpidos e tirânicos.

Como é normalmente o caso, a verdadeira história e o poder por trás destas causas revolucionárias eram oligárquicas e subversivas, sem qualquer tipo de interesse nas mulheres no geral, mas sim com um interesse da desconstrução da sociedade ocidental por parte das elites endinheiradas.

Embora isto possa soar contra-intuitivo, o facto é que quase todos os assim-chamados movimentos "liberais" foram financiados, cooptados, usados e aproveitadas pelo poder financeiro como forma de guerra psicológica tendo em vista a destruição da ordem existente. O feminismo não é excepção disto, e, tal como o Marxismo, teve o apoio de interesses financeiros poderosos que poderiam utilizar a "emancipação", apelando à ignorância iludida e ingénua dos jovens, tal como o mundo testemunha com a revolução cultural de Mao.

Logo, da mesma como que elite banqueira financiou os revolucionários da Rússia e da China como forma de desestabilizar os regimes existentes, com o feminismo e com a "emancipação das mulheres", a destabilização das massas poderia ser mais facilmente atingida, e não só através da alteração das estruturas sociais, mas também com um ataque ao género.

O ataque ao género é um processo longo e científico que teve início com a emancipação das mulheres e estando, agora, consumado com uma reescrição sintética de toda a natureza. No decorrer deste caminho longo, cientificista e tecnocrata, os oligarcas argumentaram que a inversão de todas as ordens naturais através da subversão resultaria no Admirável Mundo Novo de androginia forçada - a feminização dos homens e a masculinização das mulheres.

Por volta do Iluminismo, Mary Wollstonecraft havia falado como uma defensora primitiva dos "direitos das mulheres" com o seu Vindication of the Rights of Women, publicado em 1792. Daí, e juntamente com os radicais da Comuna de Paris, a assim-chamada libertação foi uma onde a remoção das monarquias existentes deu origem ao socialismo e ao republicanismo. É importante lembrar que o iluminismo de Weishaupt era comunismo, e que a liberté, egalité, fraternité, tão reverenciadas pelos Jacobinos iluministas e pelos revolucionários, encontrou o seu complemento natural junto da emancipação das mulheres.

Podemos, portanto, ver paralelos entre a Maçónica Declaração dos Direitos do Homem com tratados tais como o da Wollstonecraft. O mesmo igualitarismo radical do comunismo de Paris manifestar-se-ia mais tarde na propaganda Bolchevique e Soviética quando era dito às mulheres que lançassem para longe a escravatura de domesticidade em favor das ocupações masculinas.

Avançando rapidamente para o último século encontramos a mesma estratégia: a filha de Rockefeller, Abby, foi instrumental no estabelecimento da Cell 16, um grupo feminista radical que promovia o celibato e o fim dos papéis de género tradicionais. Abby e a Cell 16 organizaram algumas das primeiras conferências feministas que se tornariam influentes junto da estratégia da "Terceira Vaga do Feminismo" de ataque ao Ocidente.

A biografia autorizada dos Rockefellers feita por Collier e Horowitz apresenta Abby como uma rebelde contra a aparência capitalista da família, mas tal como iremos ver, isto não está propriamente correcto. Collier e Horowitz escrevem:

Mais para o final de 1968, ela [Abby] foi visitada por um outro tipo de suplicante. Era Roxanne Dunbar, e ela estava a pedir financiamento como forma de enviar uma delegação para uma conferência feminista vindoura (em Chicago), a primeira grande reunião deste tipo. Juntamente com Dana Densmore, Betsy Warrior, e algumas outras precursoras do novo movimento das mulheres, Roxanne já havia fundado e publicado a edição inaugural do "The Journal of Female Liberation". ..

‘Durante toda a minha, sempre me considerei uma feminista, embora nunca usasse essa frase porque odiava tudo o que envolvesse a palavra "feminina". Não era um caso de auto-ódio, mas sim a realização de que, como mulher, não havia nada que me tivessem dado que eu pudesse gostar. 

Todas as associações eram repelentes para mim. Todos os maneirismos "femininos" - colocar maquilhagem, usar roupas que os homens criaram, agir da forma que os homens haviam estipulado - pareciam ser  armadilhas criadas com o propósito de levar as mulheres a agir duma forma desprezível para os homens, levando a que eles as odiassem..’…

Com Roxanne e com as outras, Abby deu início à Cell 16, que rapidamente se tornou da principal organização feminista.  (The Rockefellers: An American Dynasty, 599-600.)

Claro que nos é dito que Abby era a ovelha negra da família, e que o seu Marxismo e o seu feminismo eram uma oposição directa à família, no entanto quando levamos em conta o apoio que a Fundação Rockefeller deu aos vários projectos, vêmos que eles não são desconhecedores das causas feministas. De facto, no seu editorial de 1973 feito para o New York Times, David Rockefeller elogiou de modo sonante a China Maoista (...).

Mesmo hoje, os projectos da Fundação Rockefeller envolvem o financiamento de inúmeros projectos de emancipação das mulheres, todos eles sob a máscara do populismo (como exemplo, vejam aqui, e aqui). Ironicamente, o populismo é algo que David Rockefeller escarnece nas suas Memórias:

PARANÓIA POPULISTA

Durante mais de um século os ideólogos extremistas em ambos os lados do espectro político agarraram-se aos incidentes amplamente publicitados, tais como o meu encontro com [Fidel] Castro, como forma de atacar a família Rockefeller pela desmesurada influência que eles alegam que nós temos junto das instituições políticas e económicas Americanas. Alguns chegam a acreditar que fazemos parte duma cabala secreta que opera contra os interesses dos Estados Unidos, caracterizando a minha família de "internacionalistas" e acusando-nos de conspirar com outros espalhados pelo mundo como forma de construir uma estrutura política e económica mais integrada - um mundo único, se posso falar assim. Se essa é a acusação, então sou culpado e orgulhoso disso. (“Proud Internationalist,” Memoirs, pg. 405)

Outro exemplo colossal deste estratégia de subversão é o uso de feministas radicais tais como as Pussy Riot ou as Femen por parte de ONGs financiadas por George Soros. No caso de Soros e das ONGs do Departamento de Estado Americano, estes movimentos feministas radicais têm o propósito de serem factores de desestabilização social e psicológica. De facto, estes grupos circenses existem como forma de levarem a cabo terrorismo estético, todos eles com o apoio de bilionários e como forma de gerarem dissidência contra Putin e contra a Eurásia.

Certamente que existem outros métodos, tal como se vangloriou Soros ao afirmar que financiou a crise da Crimeia através da revolução colorida. Kurt Nimmo explica:

George Soros disse ao Fareed Zakaria da CNN durante o fim de semana que ele foi responsável pelo estabelecimento duma fundação na Ucrânia que, em última análisa, contribuiu para o derrube do líder nacional eleito, e para a instalação duma junta esclhida a dedo pelo Departamento de Estado.

“Começando pela Ucrânia, uma das coisas que muitas pessoas reconheceram em relação a si é que você, durante as revoluções de 1989, financiou muitas actividades dissidentes e grupos da sociedade civil na Europa do Leste, na Polónia, na República Checa. Você está a fazer a mesma coisa na Ucrânia?"  Zakaria perguntou a Soros.

“Bem, estabeleci uma fundação na Ucrânia antes dela se tornar independente da Rússia. E essa fundação tem operado desde então, e desempenhou um papel importante nos eventos de hoje", respondeu Soros.

De igual modo, o produtor de Hollywood Aaron Russo encontrou-se com Nicholas Rockefeller e relatou numa entrevista que Nicholas o havia informado da verdadeira natureza do feminismo e do porquê desse movimento ter sido financiado pelas elites.

O cerne da questão é que o feminismo, e a assim chamada "emancipação" das mulheres, é útil para os tecnocratas bilionários como forma de reorganizar a sociedade; esse movimento de maneira alguma está relacionado com a emancipação ou a liberdade, mas sim com a escravização das paixões e, por fim, com a morte através da disgênica e através da queda das taxas de reprodução.

A explicação é melhor dada através das próprias palavras de Russo, especialmente se levarmos em conta a admissão de Gloria Steinem de que o feminismo, através da Ms. Magazine, foi financiado pela CIA:



* * * * * * *

O feminismo, tal como o movimento homossexual, tal como os movimentos raciais, tal como o comunismo, e virtualmente tal como quase todos os movimentos sociais impostos pela elite nos países de maioria branca e Cristã, são manobras de subversão cultural, e não medidas que visam proteger os direitos supostamente perdidos pelas "minorias" étnicas e/ou "minorias" sexuais. Dado isto, resistir ao feminismo é resistir às imposições da elite sobre a sociedade, e não uma luta contra os "direitos das mulheres".

Como já dito no passado, o feminismo Americano foi financiado, apoiado e promovido (em oculto) pelos homens da elite como forma de desorganizar a sociedade. Logo, quem quer que resista ao feminismo, está a revelar um apoio forte à ordem social que (ainda) existe no seu país. Por outro lado, as mulheres que dão o seu apoio ao feminismo, estão a preparar o caminho para a futura instalação duma ditadura.



terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Série "O Exterminador": Revelação da Era Vindoura da Inteligência Artificial

Por Jay

Vou-vos poupar qualquer tipo de imitação de Arnold visto que imitações do Exterminador são permanentemente material de comediantes banais. Pelo contrário, a série O Exterminador é um dos exemplos mas profundos de programação predictiva, estabelecendo memes e implantando ideias comparáveis ao filme The Matrix. Embora o filme The Matrix seja o filme conspiracional clássico dum "despertar" da fraude do sistema como um todo, a série O Exterminador é muito mais sinistra e séria na sua mensagem-presságio.

Presságio porque o verdadeiro plano do governo-sombra é, na verdade, o de erguer uma Skynet, e sério porque o paradigma central do establishment é o de despovoamento. Misturando os dois, ficamos com O Exterminador.  Devido a isso, há anos que sou de opinião de que a instalação da Inteligência Artificial, embora cheia de conotações esotéricas, centra-se pragmaticamente na instalação dum grade de controle independente do erro humano que irá, posteriormente, funcionar como uma grade de eliminação global do ser humano.

Os regimes e os impérios do passado entraram em colapso devido à corrupção, à degeneração e devido à fragilidade humana. Qual é, então, a única forma de evitar esta atrofia imperial? A resposta é a robótica e a remoção dos seres humanos da equação - a ascenção das máquinas. Para esta análise, não irei usar a abordagem tradicional de cena a cena do simbolismo: A série O Exterminador é bastante directa. Tal como um dedo-médio andróide gigante, os filmes O Exterminador são um exemplo frontal dos planos a longo prazo do establishment de instalar uma grade de controle com os agentes humanos fora do sistema. Irei também olhar para os genuínos papeis brancos e planos que detalham este enredo, bem como as vozes proeminentes que também fizerem este mesmo aviso.

Os Filmes

No primeiro fascículo somos confrontados com um futuro apocalíptico onde uma amorfa Skynet dizimou o globo com um ataque nuclear com o propósito de colocar um fim à população humana. A este ponto, chega Arnold, o assassino cyborg modelo T-800, enviado para o passado como forma de impedir o nascimento de John Connor, o futuro líder da resistência humana. Com arque-típicas luzes azuis da década 80, a cena começa com um Arnold nu a devastar Los Angeles em busca de Sarah, a mulher que está próxima de ser mãe e que se envolve sexualmente com Kyle Reese, outro membro da resistência do futuro enviado com o propósito de dar à luz John.

Não tenho a certeza, mas há algo deste enredo que não bate certo: se o teu futuro pai volta atrás no tempo para te conceber, então presumivelmente tu também poderias voltar atrás no tempo para te conceberes a ti mesmo, se por acaso fosses incestuoso. Mas isto toca num tópico marginal dos filmes O Exterminador, para além da Inteligência Artificial, nomeadamente, o tópico do determinismo, tempo e o livre arbítrio. Se o Apocalipse nuclear é predestinado ou se o continuum do tempo pode ser alterado, eram tópicos na linha da frente durante os anos 80 - basta perguntar a Marty McFly e ao Doc [ed: do filme "Regresso ao Futuro"].

A Skynet nuka a América (pensem no Matthew Broderick no filme Wargames!) porque a sua "auto-consciência" adquirida resulta numa análise de custo-benefício da ameaça e da utilidade de biliões de sacos de carne hominídeos. O pensamento, as emoções e a fragilidade humana dão origem ao erro, e os seres humanos podem desligar a Skynet, e como tal, os seres humanos têm que ser eliminados.

A revelação essencial não é que a robótica irá evoluir para a consciência (que se baseia por inteiro na antiquada visão mecanicista do Iluminismo de que a realidade nada mais é que um determinismo causal atomística), mas sim que o programa radical eugénico da elite global passou a ser um transhumanismo tecnocrata. A eugénica racial e familiar é algo do passado - uma forma eugénica que deu lugar à bioética e à bioengenharia. Combinado com o futurismo tecnocrata, nós temos agora, resultande dos modelos Darwinistas e Malthusianos - transhumanismo ou o pós-humanismo.

No filme "O Exterminador 2 - Dia do Juízo Final", isto torna-se ainda mais evidente quando um ridículo robô esvidraçado T-1000 encontra-se agora a perseguir John Connor, e depara-mo-nos agora com um dado curioso: os humanos do futuro enviaram também um T-800 hackeado para proteger John. Ocorrem debates em torno da habilidade do livre arbítrio de mudar o curso da história, blá, blá, mas o que é mais relevante na sequela é a declaração que Arnold faz em relação à forma como Skynet veio a existir.

Arnold revela que os militares Americanos decidiram passaram a ter uma força robótica e uma força de drones totalmente composta por Inteligência Artificial. Os leitores mais alertas irão reconhecer que isto está rapidamente a tornar-se uma realidade visto que muitas publicações já reportaram que a Air Force planeia passar a ter drones totalmente controlados por Inteligência Artificial. O plano declassificado da Força Aérea Americana para 2009-2049, em torno da Inteligência Artificial, diz:

Figura 10 - Longo Prazo - Autonomia Total

O plano final do portfolio revela uma total capacidade autónoma, "swarming", e tecnologia Hypersónica como forma de causar a que o inimigo fique desequilibrado ao ser capaz de, instantaneamente, gerar efeitos através do espaço de batalha. Tecnologia para fazer auto-reparações no ar, auto-reabastecimento no ar, manutenção automática,  acoplamento automático de alvos, voo supersónico, e a capacidade de fazer "swarming" iriam causar alterações através do espectro DOTMLPF-P. O resultado final seria uma revolução nos papéis humanos na guerra aérea.

4.6.4.1 Long Term (FY25-47) Technology Enablers

Assumindo que as decisões legais e políticas assim permitam, os avanços tecnológicos na Inteligência Artificial irão permitir que os UAS [ed: em inglês "UAS" = "Unmanned aerial vehicle" que signific "Veículo aéreo não tripulado"] tomem e executem decisões complexas durante esta fase da autonomia. Actualmente, a tecnologia de reconhecimento de alvos normalmente depende da comparação e equivalência de informações sensoriais específicas com modelos predictivos do alvo pretendido. À medida que o número de tipos de alvos e factores ambientais aumentam, a complexidade e o tempo disponível para levar a cabo a missão aumentam.

Para além disso, muitos algoritmos de alvejamento focam-se em equipamentos militares. Os nossos inimigos actuais e os nossos inimigos do futuro irão encontrar formar de contrariar os nossos sistemas. Os sistemas alvejamento autónomo têm que ser capazes de aprender e exercer um espectro de missões úteis para o Joint Warfighter. No entanto, os seres humanos irão reter a habilidade de alterar o nível de autonomia apropriada para o tipo de fase ou de missão.

O propósito é, portanto, o de obter autonomia total, com os sistemas de ataque a funcionarem de forma a detectar os alvos e as ameaças antes do tempo usando modelos preditivos, algo como uma versão militar do pré-crime. Tal como no filme Minority Report, a decisão da Skynet de quem será uma ameaça futura e tem que ser, consequentemente, eliminado  (se um julgamento e sem o processo devido) será determinado pro algoritmos predictivos!

A justificação para a doutrina do iStrike preemptivo é, obviamente, o "cenário de guerra", mas toda esta conversa legal significa que todos os seres humanos são uma ameaça potencial num "cenário de guerra" global. Embora a maior parte da humanidade ainda pense que a campo de batalha da vida e a competição entre estados-nação e entre as corporações rivais, há décadas que os globalistas planearam com antecedência, nos seus papeis brancos, os cenários dum teatro universal e perpétuo de guerra levada a cabo contra as "insurgentes" populações humanas em massa.

No filme "O Exterminador 3 - A Ascenção das Maquinas",  um prateado nanobot sexy do futuro é mais uma vez enviado de volta para o passado para caçar John Connor, ao mesmo tempo que Arnold, como um mais velho modelo Commodore 64, regressa para ser anjo da guarda de Connor.  Tanto "O Exterminador 2" como o "Exterminador 3"incluem o tema da Inteligência Artificial obter a "auto-consciência" - com cenas lamechas de Arnold e Connor a estabelecer laços emotivos, e com Arnold a começar a ter "sentimentos".

Todo o ethos da Inteligência Artificial obter "consciência" é nele mesmo um mito sem-sentido nascido da ligação entre o Darwinismo e a tecnologia, operando sobre a assumpção reducionista, mecanicista e materialista de que a "consciência" nada mais é que um evolução complexa de reacções químicas. O propósito final desta ideia é, tal como já escrevi, uma espelhada imitação virtual da nossa realidade actual, fundida com uma bio-orgânica.

Esta gigantesca narrativa de substituição é o mito maior da Royal Society perpetuado durante os últimos séculos, e quase todos os técnicos colegiados bem como o guru do establishment empresarial, foram enganados por ele. Havendo sido enganados pela propaganda do Exterminador, mais as horas adicionais da operação psicológica de Hollywood em torno do T-1000,  bem como anos de educação padronizada desde a sua idade mais jovem, o treino de ver a robôs com "Inteligência Artificial" passarem a ficar "vivos" é, hoje em dia, uma acção reflexiva a décadas de condicionamento (pensem na simpatia que sentimos por “David” no filme de Spielberg e Kubrick com o nome de "Inteligência Artificial").

Os mitos precisam duma componente futura e milenarista, bem como duma grandiosa explicação narrativa para o passado, e o Darwinismo misturado com o tecno-utopianismo é a junção perfeita para o homem moderno, talvez com a panspermia a ser lançada para dentro da mistura. No entanto, embora uma "Inteligência  Artificial" consciente "viva" não possa ser obtido, tal como JC Collins já elucidou, e tal como eu já comentei, uma subconsciência sintética, orientada por dados, pode ser possível através da colecta em massa de dados através da Internet e das redes sociais durante um longo período de tempo.

Regressamos para nosso teatro virtual por alguns momentos. O aspecto mais marcante do Exterminador 3 é a activação da Skynet por parte da Força Aérea como um programa de software instalado em quase todos os computadores e engenhos electrónicos. que, posteriormente, pode activar um cenário de guerra de ataque nuclear mútuo entre a Rússia e o Ocidente. Daquilo que sei, isto é absurdo visto que as centrais eléctricas e os arsenais nucleares não estão ligados à internet. Por exemplo, foi por isso que os ataques às instalações nucleares Iranianas exigiram uma instalação directa de vírus através duma drive zip.

Independentemente disso, a Skynet do Exterminador 3 é um omnipresente programa informático que se torna global. Se os rumores em torno do software da PROMIS estiverem certos, então a ascenção de coisas "Inteligentes" pode fazer disto uma possibilidade. É preciso não esquecer o que Petraeus, como chefe da CIA, disse em relação à possibilidade máquina de lavar poder espiar os donos. De fato, o plano público da IBM é o de estabelecer SmartCities totalmente integradas em áreas tais como Singapura e Rio.

Já postei muitas vezes sobre isso, mas o CEO explicitamente declara que o pré-crime e a consciência informacional total será uma realidade nestes pesadelos de plástico. Imaginem viver Best Buy do tamanho duma cidade.

No filme "O Exterminador 4: Salvação", a acção decorre num futuro onde a resistência ataca directamente a base da Skynet em São Francisco através da infiltração ajudada pelo cyborg Cyberdyne criminoso, Marcus Wright (Sam Worthington). Marcus revela-se como sendo um plano a longo prazo da Skynet tendo em vista o assassínio de  John Connor através da infiltração da resistência com um super soldado assassino, híbrido e programado.

O imaginário de Cristo toma o lugar principal, com Wright a juntar-se aos humanos para os ajudar a destruir Skynet. Na parte 4, a Skynet é o antagonista imediato, e nós recebemos uma imagem total da sua macabra fábrica de escravos e do sistema de controle instalado em torno das experiências e, por fim, da eliminação da humanidade. A parte saliente aqui é que Skynet encontra-se estruturara tal como uma SmartCity!

A integração total de todas as células, bem como da Internet das Coisas, resulta numa cidade de escravos onde os sres humanos são escravos brutalizados da tecnologia que eles mesmos construíram. Vice reportou recentemente o verdadeiro programa militar da Skynet, revelando a integração holística da qual estou a falar :

O seu estudo alega que o DoD pode usar uma "colecção de dados em larga escala" para a medicina e para a sociedade, através da "monitorização de indivíduos e de populações usando sensores, engenhos usáveis, e a IoT [‘Internet of Things’ = Internet das Coisas]” que, em união, "irão disponibilizar detecção e analítica predictiva." O Pentágono pode construir uma capacidade para isto "associando-se a provedores privados grandes, onde a maior parte das soluções inovadoras estão actualmente a ser desenvolvidas.

Em particular, o Pentágono tem que melhorar a sua capacidade de análise rapido de conjuntos de dados, investindo em "técnicas automáticas de análise, análise de textos, e técnicas de interface como forma de reduzir o tempo cíclico e as exigências de mão-de-obra necessáris para a análise de conjuntos de dados maiores.

A robótica Cloud, termo cunhado por James Kuffner, o mais novo chefe de robótica da Google, permite que os robôs individuais aumentem as suas capacidades através da conexão via internet como forma de partilhar os recursos online e colaborar com outras máquinas.

Por volta de 2030, quase todos os aspectos da sociedade global podem-se tornar, nas suas palavras, "instrumentalizadas, em rede, e potencialmente disponíveis para o controle através da internet, numa hierarquia de sistemas cyber-físicos.

Levemos também em consideração que o artigo da Vice qualifica-nos a todos de potenciais insurgentes e terroristas. Quando levamos em conta a mais antiga visão do mundo anti-humana baseada na eugénica mantida pelo verdadeiro sistema global, e quando levamos em conta a supremacia da IBM nesse espectro, não é uma falha de lógica considerar que o plano supremo é o de acabar com a humanidade através duma sistema de matança totalmente integrado baseado na "Inteligência Artificial"

Se por acaso assistiram ao mais recente filme Captain America: Winter Soldier, esse era o enredo do filme, incluindo a presença de algorítmos predictivos feitos eliminar os  futuros líderes da nossa resistência.

Portanto, temos as Forças Aéreas a admitir estes planos, bem como a IBM, mas o que dizer da Skynet? Tenho más notícias. Não só é a Skynet uma realidade, existem rumores de que os filmes "O Exterminador" basearam-se nos planos a longo prazo do Pentágono, e não o contrário. Já escrevi no passado sobre o tópico da Skynet e do sistema global totalmente integrado com microchips, bem como da tecnologia de satélites que pode atacar os "insurgentes" com armas energéticas direccionadas. Tal como o que já foi escrito aqui, este é um plano militar real desclassificado no site Fas.org.

Isto não são especulações de ficção científica - reparem nas tendências no mundo militar, no mundo económico, e no mundo bancário, etc, até chegar à nossa vida diária com o nosso Melhor Amigo Para Sempre, o teu iPhone. Segundo algumas especulações, durante os próximos anos o teu iPhone será o teu assistente pessoal, capaz de ter uma conversa contigo, semelhante ao "IOS" do excelente filme de SPike Jonze com o título de "Her".

No entanto, "Her" pode ser considerado segundo este prisma: é este filme mais uma ferramenta de condicionamento, preparando-nos para a ideia de nos apaixonarmo-nos com a nossa femme fatale tecnológica? Irão notar que que por duas vezes Scarlett foi a cara destas novas deusas Pistis Sophia tecno-gnósticas, de levarmos em consideração Lucy.

Para além disso, brevemente iremos ter novos filmes que giram em volta da "Inteligência Artificial", exibindo mais mulheres bonitas. Tal como um comentador do meu site opinou, podemos observar mas da esterilidade eugénica a operar nos vindouros robôs sexuais.

E podemos pensar mais uma vez na "Inteligência Artificial", onde Jude Law faz o papel de Gigolo Joe, o acompanhante robô com a aparência de Fred Astaire. O propósito final é o de enganar os homens, levando-os a pensar que o virtual e o sintético podem satisfazer os seus desejos, e mal ele começa a aceitar  esta sobreposição falsa, a grade de matança começará a despovoar de modo maciço.

Concluindo, temos que pensar bem para onde é que o nosso mais recente ídolo - a tecnologia - nos está a levar. Com o empresário da tecnologia Elon Musk  emitir avisos semelhantes, isto é algo que temos que pensar de modo sério. Ao mesmo tempo que os média estão ocupados com histórias disparatadas e ridículas e eventos eventos encenados, todas as agências de informação alternativas seguem o comboio dos média mainstream, salientando apenas alguma "ordem executiva" de Obama como o suposto perigo que se aproxima e que se esconde por trás dos videojogos.

Pelo contrário, e tal como começo a acreditar, o verdadeiro propósito destas distracções é mais desonesto e com maior alcance: é a instalação da Skynet, a verdadeira Skynet, que se encontrará ligada a todos os outros objectos "Inteligentes", uma fábrica global de "Internet das Coisas" totalmente enredada, permitindo que os computadores da "Inteligência Artificial" aproveitem o sistema para a "eliminação humana" segundo propósitos de despovoamento.

Serão os humanos - os globalistas - a programar a Inteligência Artificial de modo a que esta possa eliminar as ameaças, e não a Inteligência Artificial a ficar viva como que por magia. Vale a pena repetir que Bill Joy avisou-nos para esta possibilidade no seu famoso artigo para a Wired“Why the Future Doesn’t Need Us.” Alternadamente, Musk opina:

"Com a inteligência artificial, nós estamos a convocar o demónio," disse Musk durante a semana passada durante o 2014 Centennial Symposium do MIT Aeronautics and Astronautics Department. Vocês conhecem todas estas histórias onde há um homem com um pentagrama e água santa, e ele diz coisas como . . . claro que ele consegue controlar o demónio, mas não é assim que as coisas funcionam.


- http://bit.ly/1v3Zhi7

* * * * * * *

O texto do Jay pode ser resumido com algumas poucas frases: Quanto maior é a nossa dependência em relação à tecnologia, mais fácil será a nossa eliminação física. O eugenismo da elite, associado ao Darwinismo e à tecnologia imoral, certamente que são receita para a escravização da humanidade. Mas de certa forma, nós já somos escravos, só que ainda não sabemos.





sexta-feira, 20 de junho de 2014

Será que o filme "O Internacional" previu a morte dos banqueiros?


Nas análises cinematográficas que são encontradas nas fontes noticiosas alternativas é frequentemente a norma buscar por símbolos ocultos e códigos malignos omnipresentes, como se todos os trabalhos artísticos estivessem sob o controle de black ops sombrios e ocultistas. Temos que evitar este negativismo e deixar de lado esta visão tão míope do mundo. Alguns filmes são boa propaganda e disponibilizam uma mensagem positiva.

Uma dessas mensagens positivas encontra-se no filme "The International", de 2009. Este filme de Tom Tykwer é uma assombrosa revelação do criminoso sindicato que é o sistema bancário global, também conhecido como a Nova Ordem Mundial. E uma questão ainda mais interessante é: será que o filme de Tykwer previu ou prenunciou a morte de vários banqueiros de alto nível que ocorreu nos dias actuais?

O filme tem como protagonistas Naomi Watts, como a Procuradora-Assistente Distrital “Eleanor Whitman”, e Clive Owen como o agente da Interpol “Louis Salinger”, ambos seguindo a pista do(s) assassino(s) dum proeminente banqueiro que a Interpol está a tentar aliciar para fora da IBBC, a "International Bank of Business and Credit".

A IBBC do filme corresponde a dois bancos genuínos, tais como o "Bank for International Settlements", the BIS, ou o BCCI, o "Bank of Credit and Commerce International". O primeiro é o Banco Suiço de elite sentado sob o topo do império bancário mundial em Basle, na Suíça.

Produto do último século de globalização, o historiador do "Council on Foreign Relations" o Dr. Carroll Quigley dá-nos um vislumbre para o seu interior no seu livro "Tragedy and Hope", e discute os "Round Table Groups" de Lord Milner, nos quais o RIIA, o "Council on Foreign Relations", o BIS da elite se baseia. Quigley escreve:

Os poderosos do capitalismo financeiro tinham um plano de longo alcance, e este era nada menos que a criação dum sistema mundial de controle financeiro sob governo de entidades privadas capazes de dominar o sistema politico de todos os países, bem como a economia do mundo como um todo... O seu segredo é que eles tomaram para si, e das mãos dos governos, das monarquias e das repúblicas do mundo, o poder de criar o dinheiro  mundial .... (página 324).

O BCCI foi o conhecido banco-fachada do CIA usado para "lavar" dinheiro envolvido em operações terroristas, tais como o famoso escândalo "Iran Contra". Por essa altura, ele era o 7ª maior banco do mundo e estava envolvido em tudo desde o tráfico de drogas até à burla em massa como forma de financiar operações sombrias por todo o mundo.

O BCCI dificilmente tinha algum tipo de regulamentação, que é precisamente o propósito de qualquer instituição internacional em conjunto com serviços secretos de informação que precisam de financiamento não registado em documentos oficiais. O clipinformativo que se segue sumariza os eventos dos anos 80 que foram o "Iran Contra" e o BCCI:


Portanto, quer o filme esteja a usar o IBBC como o BCCI ou como o BIS, isto é claramente simbólico do sistema bancário mundial que é admitido pelo Dr Quigley como sendo nada mais que um cartel que existe para controlar tudo e todos.

No enredo, Salinger e Whitman localizam o assassino que foi contratado pelo IBBC para matar, inicialmente, um delator bancário, e depois um bilionário traficante de armas Italiano e candidato político, Umberto Calvini. O IBBC monta o assassinato de Calvini de modo a que as "Brigadas Vermelhas" sejam responsabilizadas por ele, algo que ecoa a famosa Operação da NATO com o nome de "Operation Gladio", que incluía operações de rectaguarda onde a responsabilidade dos actos de terrorismo seria atribuída aos comunistas. Tom Tykwer parece estar a criar a alusão de que Gladio e o terrorismo Euro são, na verdade, actos encobertos da elite bancária.

No entanto, os bancos não estão apenas a financiar "o terrorismo de direita"; no centro das intrigas da narrativa é revelado que a IBBC está também a financiar os comunistas do "Revolutionary Freedom Front" da “Nibéria” (Libéria) como forma de lucrar com a desestabilização. Antes de ser assassinado, Calvini revela isto de forma secreta aos investigadores:

O IBBC está para se tornar no único corrector do Terceiro Mundo. Tudo isto resume-se ao controle. O objectivo é controlar a dívida. O valor real do conflito encontra-se na dívida. Controlas a dívida, e tu controlas tudo.

Salinger descobre então que o IBBC contratou o mesmo atirador para assassinar em Bruxelas o chefe do FMI [Fundo Monetário Internacional] Stefan Heuss antes da sua investigação, o que gera um padrão. Através destas conexões, Salinger descobre o atirador bem como e o consultor que o banco contratou para lidar com ele. O Coronel Wexler, ex-Stasi e ex-Comunista, revela a Salinger a forma de pensar do IBBC, o seu suposto inimigo.

A justiça é uma ilusão. O sistema garante a segurança do IBBC. Todos estão envolvidos. Hezbollah, CIA, os cartéis de droga Colombianos, o crime organizado russo, o  Irão, a Alemanha, a China, todos os governos - o teu governo, todas as instituições internacionais precisam dum banco como o IBBC de modo a que possam operar dentro das latitudes cinzentas e negras [da lei].

Raramente se vê uma declaração tão sucinta e tão realista por parte dum enredo de Hollywood. O que o Coronel Wexler diz é precisamente o que acontece e é desta forma que o mundo real funciona. O IBBC e os seus afiliados financiam ambos os lados do conflito de modo a que possam lucrar com a desestabilização através da dívida e da reconstrução. Isto é o que os EUA têm feito em todas as nações-alvo desde o Iraque até a Ucrânia, buscando, em última análise, formas de colocar essas nações sob o controle total do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, ambos sujeitos ao BIS.

Quando Salinger descobre que Jonas Skarssen, presidente do IBBC, tem planos para investir em ambos os lados do conflito Israelo-Árabe através dum traficante de armas Turco, Salinger planeia expor Skarssen e revelar os segredos dos planos de Skarssen aos seus inimigos e à máfia Italiana. Os filhos de Calvini matam o sr White do IBBC, aumentando ainda mais o número de banqueiros mortos. À medida que Salinger localiza Skarssen para o matar, o atirador de Skarssen chega para matar o Coronel Wexler ao mesmo tempo que o atirador dos Calvini, havendo, afinal, usado Salinger para localizar Skarssen, dispara sobre Skarssen.

No total, cinco banqueiros morrem no filme, mas o seu enredo foi escrito por Eric Warren Singer durante os anos 80 e 90, o que revela que ele foi presciente do colapso e socorro bancário de 2008. No entanto, o mais impressionante é a possibilidade do filme de Tywker ter previsto a recente erupção de dezenas de oficiais banqueiros de elite morrerem de um modo súbito e misterioso, supostamente por "suicídio". Max Keiser reportou em Março que mais de 20 banqueiros haviam morrido até então, ao mesmo tempo que ZeroHedge narrou em Março mais das mortes que haviam sido notícia por essa altura:

Não passa uma semana sem que algum banqueiro ou comerciante cometa suicídio. Hoje obtivemos notícias do mais recente e trágico evento desse tipo: no dia 12 de Março do ano corrente Kenneth Bellando, de 28 anos e antigo banqueiro da JP Morgan, actual empregado da Levy Capital e irmão do principal director de investimentos da JPM, saltou para a sua morte do 6º andar do seu apartamento em East Side.

E mais uma jovem vida é tragicamente retirada antes do seu tempo, o 11º profissional da área financeira a cometer suicídio em 2014, e o 3ª em 3 semanas. Quantos mais ainda virão? 

Sumariando, eis aqui a lista das mortes prematuras dos profissionais da área financeira que testemunhamos nos meses mais recentes:

1 – William Broeksmit, 58 anos, e antigo executivo do Deutsche Bank AG, foi encontrado morto na sua casa no dia 26 de Janeiro depois dum aparente suicídio em South Kensington, centro de Londres.

2 – Karl Slym, 51 anos, director-gerente da Tata Motors, foi encontrado morto no quarto andar do hotel Shangri-La em Bangkok no dia 27 de Janeiro.

3 – Gabriel Magee, 39 anos, empregado da JP Morgan, morreu depois de cair do telhado da sede Europeia da JP Morgan European, em Londres, no dia 27 de Janeiro.

4 – Mike Dueker, 50 anos, economista-chefe dum banco de investimento americano, foi encontrado morto perto da Tacoma Narrows Bridge no Estado de Washington.

5 – Richard Talley, 57 anos e fundador da "American Title Services" em Centennial, Colorado, foi encontrado morto no princípio deste mês depois de aparentemente disparar sobre ele mesmo com uma pistola de pregos.

6 – Tim Dickenson, director de comunicação da Swiss Re AG, sediado no Reino Unido, morreu também no mês passado mas as circunstâncias da sua morte ainda são desconhecidas.

7 – Ryan Henry Crane, um executivo da JP Morgan de 37 anos morreu alegadamente por suicídio há apenas algumas semanas. Não foram disponibilizados detalhes alguns sobre a sua morte com a excepção do anúncio orbituário no Stamford Daily Voice.

8 – Li Junjie, banqueiro de 33 anos de Hong Kong, saltou para a sua morte na sede da JP Morgan em Hong Kong.

9 – James Stuart Jr, antigo CEO do "National Bank of Commerce", foi encontrado morto em Scottsdale, Arizona, pela manhã do dia 19 de Fevereio. O porta-voz familiar não disse o que causou a sua morte.

10 – Edmund (Eddie) Reilly, negociante de 47 anos do "Midtown’s Vertical Group", cometeu suicídio saltando para frente dum comboio LIRR.

11 – Kenneth Bellando, negociante de 28 anos que trabalhava para a "Levy Capital", antigo analista da banca de investimento da JP Morgan, saltou para sua morte do 6º andar do seu apartamento em East Side.

Aqui no JaysAnalysis levei em conta a conexão entre os numerosos filmes e os mais recentes eventos como incidentes de "programação predictiva", revelações dos métodos e segredos de comunicação dos serviços secretos. Embora eu não tenha conhecimento certo de que Tykwer e do seu roteiro cinematográfico estavam certamente a prever uma erupção de mortes suspeitas de banqueiros, posso dizer que a ligação é digna de ser ressalvada. Mesmo que a afinidade seja uma coincidência, a mensagem do filme não é: o cartel bancário internacional que controla o mundo foi planeado há muito tempo, e neste caso, a realidade supera a ficção.





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