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segunda-feira, 10 de julho de 2017

Rothschild exige que as nações ocidentais ataquem a Síria

Por Baxter Dmitry

Sir Evelyn de Rothschild apelou às nações ocidentais que se "unissem como um" como forma de "intervir" na Síria, derrubar Assad  e "trazer a Síria para o novo século". 

Descrevendo Assad como um "ditador brutal que tem que ser forçado a se ajoelhar" durante um discurso sombrio que ocorreu numa angariação de fundos no distrito financeiro da City de Londres, Rothschild exigiu que as nações ocidentais "derrubassem o regime de Assad" porque o mesmo está a "resistir à decência comum" e é uma ameaça aos nosso "valores corporativos".

Rothschild falou também do negócio familiar que teve origem quando cinco irmãos estabeleceram "o primeiro e o único sistema bancário verdadeiramente global", operando a partir de Londres, Paris, Viena, Nápoles e Frankfurt pouco antes do fim do século 19. Ele disse:

Estes cinco irmãos, trabalhando em conjunto como forma de partilhar informação e ideias, construíram um negócio extraordinário que superou limites e culturas.

Pouco depois de 200 anos mais tarde, estas ideias empresariais, que têm resistido ao tempo, encontram-se sob a ameaça de regimes despóticos que resistem à decência comum. Estes regimes são uma ameaça aos nossos valores internacionais e corporativos.


Sir Evelyn, um bilionário que se encontra casado com Lynn Forester de Rothschild, não explicou o porquê dos governos terem que seguir a sua exigência de mais guerras intervencionistas no Médio Oriente.

No entanto, já foi sugerido que ele está a advogar por uma invasão da Síria apenas e só porque esta nação é uma das cinco nações do mundo que não têm um banco central controlado pelos Rothschild.

No ano de 2000 existiam 8 nações que não tinham um banco central controlado pelos Rothschild, no entanto, o Iraque, a Líbia e o Afeganistão - depois da invasão levada a cabo pelas nações ocidentais - têm agora bancos centrais.

Será que a Síria será o próximo?

Fonte: http://bit.ly/2tAzoLT

* * * * * * *

Claro que o Médio Oriente tem outro regime controlado por ditadores que não parece estar sob ataques por parte de membros da família Rothschild. Porque será?

Oh, I see.
Enquanto as nações do médio Oriente (e do mundo) se sujeitarem ao dólar e aos Rothschild, os mesmos não serão alvos de ataques por parte do exército dos globalistas (o exército Americano). 

Quando, por outro lado, uma nação (como a Hungria ou a Rússia ou a Polónia) rejeita partes importantes da agenda globalista (tal como a invasão islâmica), a mesma é alvo de ataques pelos globalistas e por parte das agências "noticiosas"  por eles controladas.

A Líbia, embora longe dos padrões de alguns países Europeus, era um país relativamente estável e próspero. Mas, como a sua economia não estava totalmente sob o controle dos globalistas, os globalistas resolveram trazer a "democracia" até lá. E hoje, a Líbia é um país destruído, mas controlado e subjugado

Pelo menos têm "democracia"
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sábado, 7 de janeiro de 2012

A história de 2 homens honrados

"Porém ele lhe disse: Eis que há nesta cidade um homem de Deus, e homem honrado é: tudo quanto diz sucede assim, infalivelmente: vamo-nos agora lá; porventura nos mostrará o caminho que devemos seguir."
1 Samuel9:6


A Segunda Grande Guerra produziu vários heróis e vários homens honrados. Um desses homens foi Butch O'Hare, piloto-combatente a quem foram atribuídas missões no sul do Pacífico.

Um dia, todo o seu esquadrão foi enviado para uma missão. Depois de estar em pleno ar ele reparou que alguém se tinha esquecido de encher o tanque de combustível. como consequência disto, se ele prosseguisse com a missão, não teria combustível suficiente para voltar ao porta-aviões.

Depois de informado, o líder da missão ordenou-o que voltasse ao porta-aviões, ordem que ele respeitou de modo relutante. Ele saiu da formação e voltou para o barco.

À medida que voava em direcção ao portador, ele viu algo que lhe congelou o sangue: um esquadrão de Zeros japoneses voava em direcção à base naval marítima de onde Butch tinha vindo. Os combatentes americanos não se encontravam presentes e o portador estava totalmente indefeso.

Butch não teria tempo de chegar perto do seu esquadrão e traze-los de volta a tempo de salvar o porta-aviões. Semelhantemente, ele não conseguia avisar a base naval do perigo eminente.

Só havia uma coisa a fazer. De uma forma ou outra, ele tinha que manter os Zeros longe da sua frota.

Deixando de lado todos os pensamentos de segurança pessoal, ele mergulhou na formação de aviões japonesa, atacando o inimigo surpreso, um avião de cada vez.

Butch entrelaçou-se na - agora - disforme formação inimiga e disparou em direcção ao maior número possível de aviões até que as suas munições acabaram.

Destemido, ele continuou o ataque. Mergulhou em direcção aos Zeros tentando, pelo menos, destruir uma asa ou uma cauda. Estava determinado em fazer o que fosse necessário para manter os Zeros longe dos barcos americanos.

Finalmente, o exasperado esquadrão japonês mudou de direcção.

Profundamente aliviado, Butch O'Hare e o seu esfarrapado avião cambalearam até ao porta-aviões. Quando chegou ao portador, reportou o ocorrido aos superiores. O filme da câmara montada no seu avião contou o resto da história. A mesma mostrou a extensão das corajosas tentativas de Butch levadas a cabo como forma de proteger a sua frota.

Devido a isto, ele foi reconhecido como um herói e foi-lhe dada uma das honras mais elevadas do país: a "Congressional Medal of Honor".

Hoje, o aeroporto O'Hare em Chicago recebeu o seu nome em tributo à sua coragem.

Easy Eddie.

Alguns anos antes de Butch O'Hare existiu um homem em Chicago com o nome de "Easy Eddie". Durante os anos da existência de Eddie, quem mandava na cidade era Al "Scarface" Capone e ele não era famoso por ser heróico. As suas façanhas era tudo menos dignas de louvor.

Ele era, em vez disso, conhecido por inundar a cidade de Chicago com álcool ilegal, prostituição e morte.

Easy Eddie era o advogado de Capone e havia bons motivos para isso. Ele era um excelente advogado. De facto, as suas manobras legais mantiveram o Big Al fora da prisão.

Como forma de demonstrar o seu reconhecimento, Capone pagava-lhe bem. Não só o dinheiro era imenso, como o eram os dividendos. Por exemplo, ele e a sua família ocupavam uma mansão murada que não só continha empregados a viver na mesma, como continha todo o tipo de conforto disponível na altura. A mansão era tão grande que ocupava um quarteirão inteiro de Chicago.

Sim, Eddie vivia a vida luxuosa dum criminoso de Chicago e nem levava em consideração as atrocidades que ocorriam em seu redor.

No entanto, Eddie tinha um ponto fraco: um filho que ele muito amava.

Eddie certificava-se que o seu filho tinha tudo do bom e do melhor - as melhores roupas, carros e uma boa educação. Nada era retido e o dinheiro não era um problema.

Apesar do seu envolvimento no crime organizado, Eddie tentou ensinar ao filho a diferença entre o bem e o mal. Sim, Eddie tentou ensinar o seu filho a erguer-se acima do seu mundo sórdido. Ele queria que o filho fosse um homem melhor do que ele era.

No entanto, com toda a sua riqueza e influência, havia duas coisas que Eddie não poderia passar ao filho - duas coisas que ele havia sacrificado em favor da turba de Capone que ele não poderia passar ao filho: um bom nome e um bom exemplo.

Um dia, Eddie tomou uma decisão difícil. Oferecer um bom nome ao filho era mais importante que toda a riqueza que era despejada aos seus pés. Ele tinha que rectificar toda a maldade que havia feito. Ele tinha que se dirigir directamente às autoridades e revelar toda a verdade em torno do "Scarface" Al Capone.

Ele tentaria limpar o seu nome manchado e oferecer ao filho algo que se parecesse com integridade. Para fazer isto, ele teria que testemunhar contra a Turba (máfia de Capone e companhia). Mas mais que isto, ele queria ser um exemplo para o seu filho.

Ele queria fazer tudo de modo a que houvesse uma restauração e, esperançosamente, deixar um bom nome ao filho.

Então ele testemunhou.

No espaço dum ano, a vida de Easy Eddie acabou num tiroteio numa solitária rua de Chicago. Ele não só havia dado ao filho a melhor oferta que poderia dar, como havia pago por isso com o melhor que ele poderia oferecer.

. . . . .

Já sei o que estão a perguntar: "mas qual é a relação entre estas duas histórias?"

Só uma: Easy Eddie era o pai de Butch O'Hare.

Easy Eddie teve uma mudança de coração.

Ele decidiu ser um homem HONRADO.

No entanto, esta redenção custou-lhe a vida.

Mas ao fazê-lo de um modo tão altruísta, ele ensinou ao filho como ser um HERÓI.

Isto demonstra de um modo empírico a diferença que um pai honrado, ou a falta dum, pode fazer.

Lembrem-se disto sempre que alguém (feministas, principalmente) tentar destruir a estrutura familiar ou tentar minimizar a importância que um pai tem na vida do filho.





Mas, também, se padecerdes por amor da justiça, sois bem-aventurados
1 Pedro 3:14

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Destruindo o mito de que as religiões são as maiores responsáveis pelas guerras

No seu livro "The Irrational Atheist" Theodore Beale (também conhecido por Vox Day) demoliu o mito ateu de que a religião causa guerras.

Tendo como referências as mais variadas fontes, incluindo a "Encyclopaedia of Wars" compilada por C. Phillips e A. Axelrod, Vox Day examina 1,763 guerras levadas a cabo desde 2325 antes de Cristo até aos tempos modernos.

De todas estas guerras apenas 123, ou 6,98%, podem ser razoavelmente atribuídas às religiões. Como mais de metade destas guerras religiosas - 66 - foram levadas a cabo por Muçulmanos, isto significa que, com a excepção do Islão, as religiões do mundo foram responsáveis por 3,23% de todas as guerras durante mais de 4,000 anos.

Portanto, de acordo com Vox Day, "as evidências históricas são conclusivas. A religião não é a causa primária das guerras". Esta percentagem inclui, as infames Cruzadas.

Embora elas provavelmente se mantenham como o modelo da guerra santa Cristã, a razão pela qual ela já não está na linha da frente dos ataques ateus é a de estar a ficar cada vez mais difícil agitar um dedo acusador às acções de homens que se depararam com o desafio de resistir a expansão de uma militante "Ummah" (comunidade muçulmana) nas suas fronteiras.

Vox Day vira então o argumento contra os ateus. Ele mostra que o "Grande Salto em Frente" e o Holocausto, causados por um regime ateu e outro pagão-ateu, resultaram no genocídio de 43 e 6 milhões respectivamente, enquanto que a Inquisição Espanhola causou a morte a 3,230 pessoas durante um período de três séculos e meio.

Não só isso, mas num único ano (1936) ateus espanhóis mataram 6,832 membros do clero Católico, "mais do dobro das vítimas da Inquisição durante 345 anos."

Num único ano os ateus conseguiram superar - e dobrar - o número de mortes causado pelo mais horrífica matança feita por "cristãos".

Em suma, Vox Day revela que 52 líderes ateus do século 20 - entre 1917 a 2007 - foram responsáveis por uma contagem de corpos na ordem dos 148 milhões - "três vezes mais do que todos os seres humanos mortos em guerras nacionais, guerras civis e crime individual durante todo o século vinte combinado."

Conclusão:

O registo histórico do ateísmo colectivo é 182,716 vezes pior anualmente do que o pior e mais famoso acto negativo cristão, a Inquisição Espanhola.

Não esperem que a pesquisa do Theodore Beale (Vox Day) seja aludida pelos órgãos de (des)informação esquerdistas.

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