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quinta-feira, 20 de março de 2014

Os Invencíveis

Por Blazej

Poucos ocidentais sabem da guerra mortífera que envolveu a Polónia e os seus antigos territórios (Ucrânia Ocidental e a Bielorrússia) depois da suposta "libertação" por parte dos "aliados" Soviéticos depois de 1944-45.

Um grupo de nacionalistas e Católicos convictos, a maior parte pertencente ao movimento de resistência AK (Armia Krajowa), decidiu que não iriam tolerar o comunismo ateu nas suas terras. Estes homens e mulheres, endurecidos para a batalha depois de terem passado vários anos a combater os Alemães, receberam apoio considerável por parte da população local. Entre 1944 e 1963 cerca de 200,000 Polacos lutaram na revolta anti-comunista.

Os Soviéticos delegaram enormes recursos para localizar e neutralizar estes combatentes, incluindo várias divisões da NKVD. Colaboradores Polacos foram também usados nesta guerra, embora seja importante ressalvar que muitos membros seniores da UB [a KVKD Polaca] eram comunistas Judeus.

No entanto, os "soldados proscritos", como eles são hoje conhecidos na Polónia, causaram danos consideráveis aos comunistas. O combate de guerrilha incluiu uma vasta gama de ataques militares contra as novas prisões comunistas, bem como contra as instalações de segurança estatal, contra as prisões para presos políticos, e contra campos de concentração instalados por todo o país. Eles salvaram presos políticos, atacaram unidades comunistas e executaram colaboradores e interrogadores particularmente perversos. Os lideres comunistas estavam tão preocupados com isto que anunciaram várias amnistias, todas elas nada mais que engodos para capturar e executar os combatentes - ou pelo menos para os lançar na prisão.

A revolta foi finalmente derrotada quando o país estava saturado com tropas comunistas Soviéticas e Polacas e se tornou claro que nenhum tipo de ajuda viria do ocidente. Os últimos tiros foram disparados no dia 21 de Outubro de 1963, 18 anos depois do fim da 2ª Guerra Mundial.

Durante toda a revolta, nenhum apoio veio da parte das democracias ocidentais; Truman e Churchil estavam decididos a respeitar o Acordo de Yalta, que deu aos Soviéticos largos territórios compostos previamente por países Cristãos democráticos. Qualquer chance de se destruir o comunismo para sempre morreu com o General Patton.

No entanto, todos aqueles que sobreviveram à guerra e ao regime comunista (é preciso não esquecer que os comunistas são extremamente vingativos) frequentemente declaravam a sua felicidade por terem tomado parte na luta, embora ela estivesse largamente condenada ao fracasso e tivesse sido, por fim, infrutífera. A sua atitude foi resumida numa citação do Prof. Henryk Elzenberg, um erudito catedrático que foi despedido por ser "politicamente incorrecto":

O sentimento de luta não deve ser medido pela probabilidade de vitória mas sim pelos valores em defesa dos quais a luta foi feita.

Na Polónia actual, largamente controlada por partidos comunistas e liberais, está a ficar cada vez mais difícil reter a memória destes bravos heróis que não queriam derrubar um poder maligno só para ser substituído por outro [do Nacional Socialismo para o Comunismo]. Por terem atacado os comissários Judeus durante a revolta, os média liberais caracterizam os "soldados proscritos" de anti-semitas.

Nenhum tipo de financiamento está a ser feito para o filme sobre estes heróis; o mesmo está a ser largamente subsidiado por donativos e tem como nome "Historia Roja". Não faltam verbas para a produção dum filme em favor do figurante Walesa, que chegou ao público este ano. Claramente, a elite Comunista/Maçónica tem as suas prioridades.

COMENTÁRIOS:

Muito obrigado por este último artigo. Como você sabe, tudo o que a juventude precisa é de encorajamento e de exemplos a seguir. Estes guerrilheiros Polacos anti-comunistas são chamados de "Os Invencíveis". O último foi localizado e morto no campo pelos comunistas há exactamente 50 anos atrás, em Outubro de 1963 - isto é, vinte anos depois da guerra.

Se por acaso querem compreender este fenómeno tão escarnecido pelos historiadores mainstream ocidentais, têm que admitir uma característica básica:  amor heróico, inflexível, irreprimível pela liberdade. Este formidável atavismo genético tornou possível que a nação pudesse viver entre duas culturas cruelmente antagónicas: A Teutónica Alemã e a Rússia imperial. Ambas guardam um rancor profundo e têm um medo mortal do nosso arraigado e profundo amor pela liberdade. Como sociedade, nós somos indisciplinados, e para ser honesto, não tenho qualquer orgulho nisso. Mas como nação, nós somos gigantes; um olhar para os Invencíveis é evidência suficiente.


Para mim, pessoalmente, o grande herói dos Invencíveis foi Witold Pilecki, o jovem que propositadamente se deixou prender pelas SS nas estradas da Varsóvia como forma de ser preso no campo da morte de Auschwitz. Se vocês conseguem acreditar nisto, ele foi lá por vontade própria.

Lá, ele construiu um movimento de resistência e escapou de lá para escrever o primeiro relatório em torno dos campos de concentração Alemães, submetido pelo exército de resistência polaca [Armia Krajowa] ao governo Britânico. Ele foi ao inferno e regressou, mas mais tarde foi capturado pelos comunistas; depois de torturas sádicas Witold Pilecki morreu no ano de 1948. Pouco antes da sua morte, Pilecki disse que as SS eram uma brincadeira de criança quando comparadas aos Soviéticos.

O corpo de Pilecki, juntamente com muitos dos seus camaradas, foi enterrado num local secreto, e sem qualquer documentação oficial. Durante este ano, os seus restos mortais foram provavelmente positivamente identificados numa vala comum não-identificada por trás da cerca do cemitério de Varsóvia. O herói terá brevemente, e finalmente, um enterro honroso.

Os Invencíveis foram heróis de verdade, de tamanho incompreensível para o homem moderno, mas mesmo assim, reais.

Liberdade acima de tudo. ZZ.





terça-feira, 10 de abril de 2012

Mulher-polícia pede ajuda civil para prender um suspeito

Depois dum ataque ocorrido no norte de Seattle, uma mulher-polícia identificou dois suspeitos através de duas testemunhas. Mal os suspeitos se aperceberam da presença da polícia, ambos fugiram a pé através do quarteirão.

Corajosamente seguindo-lhes o rasto (e seja notado que foi um acto corajoso - a maior parte das mulheres-polícia nem se daria ao esforço) ela deu início a perseguição de ambos, conseguindo-se manter no rasto dum deles. No entanto, ela começou a perder o contacto com o delinquente. Felizmente, um civil (homem) estava a sair do seu apartamento precisamente na altura em que o criminoso passava:
O suspeito correu em sentido ascendente uma sequência de degraus próximos a um complexo de apartamentos na 12300 block da 33rd Avenue Northeast. Precisamente na altura em que o suspeito passava em frente ao edifício, um residente saiu do seu apartamento. À medida que a oficial se aproximava, ela gritou para o residente "Polícia de Seattle. Pare esse homem!" O residente obstruiu o suspeito em fuga e derrubou-o ao chão sem qualquer tipo de lesão física. A mulher-policia deteve-o imediatamente.
Esta é uma bonita história em torno dum cidadão que age de forma decisiva para parar um suspeito, mas é - ao mesmo tempo - um evento altamente incomum um polícia pedir ajuda dum civil na apreensão dum criminoso em fuga, especialmente se levarmos em conta que isto poderia ser perigoso para um civil desarmado e sem preparação para tal. No entanto, a mulher-polícia provavelmente precisava da ajuda.

Tenho sérias dúvidas que ela conseguisse deter e derrubar sozinha um homem jovem, agitado e violento. A questão que emerge deste incidente é se realmente vale a pena pagar às mulheres o mesmo salário que é pago aos homens quando, aparentemente, elas não estão fisicamente equipadas para levar a cabo o mesmo tipo de trabalho.

Sem dúvida que as mulheres-polícia podem ser eficazes em outro tipo de circunstâncias (por exemplo, discernir mentiras ditas por outras mulheres), mas será que devemos baixar os requerimentos só para que elas possam andar com um crachá e uma arma?
* * * * * * *
Aparentemente a segurança pública pode ser sacrificada em prol da versão feminista da "igualdade". 

Todos nós sabemos que é mais importante prestar um serviço policial de qualidade superior, mesmo que isso implique reduzir a presença de mulheres em certas áreas desse mesmo serviço, do que prestar um serviço público e policial inferior por causa das "quotas" e da "igualdade".

É auto-evidente que há empregos que, pela sua natureza e pela possibilidade da falta de força física poder resultar na morte de inocentes, não deveriam estar abertos para as mulheres.

Isto não é "descriminação" mas sim a própria natureza da actividade que exige pessoas com maior resistência física. Da mesma forma que não faz sentido aceitar mulheres nas minas de carvão ("incrível" como as feministas nunca reclamam por "quotas" para as minas), certas áreas da actividade policial deveriam ser exclusivamente feitas por homens.

Mas para as feministas nada disso importa. Para o lobby feminista, não há problemas em colocar mulheres em empregos como "bombeiras" e "soldados" ou "polícias" desde que isso sirva a sua agenda política de colocar as mulheres no mercado de trabalho (mesmo em empregos que são fisicamente demasiado exigentes).


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