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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Mulher arranca os olhos de criança de 6 anos


A polícia da China está oferecendo uma recompensa de US$ 16 mil (R$ 37,9 mil) para quem fornecer informações sobre uma mulher suspeita de ter arrancado os olhos de um menino de seis anos no último sábado, na província de Shanxi, no norte do país.

De acordo com a agência de notícias chinesa Xinhua, a mulher teria levado o menino para um local descampado, onde o atacou.

Ele foi encontrado pelos pais várias horas depois sem os olhos, que foram recuperados pela polícia na cena do crime.

Os médicos do Hospital de Olhos de Shanxi conseguiram reimplantar os olhos do garoto, mas disseram que ele ficará cego pelo resto da vida.

A princípio, a polícia havia informado que as córneas haviam removidas, o que foi retificado horas mais tarde.

As autoridades acrescentaram que não estão investigando a hipótese de que a mulher esteja envolvida em uma rede de tráfico de órgãos.

O menino contou à sua mãe que, antes de atacá-lo, a mulher lhe perguntou se alguém em sua casa jogava Mahjong, um jogo de mesa de origem chinesa.

Os pais dos meninos são camponeses e dizem não ter ideia de quem possa ter atacado seu filho.

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Tanto o homem como a mulher são igualmente capazes de levar a cabo actos de violência extrema. O movimento feminista, por outro lado, faz todos os possíveis para passar a imagem de que a violência na sociedade só tem origens masculinas.



terça-feira, 21 de agosto de 2012

Machismo causa que mulher tente matar filha de 6 anos

Quando os vizinhos encontraram Adrianna Harmon (6 anos) deitada sobre a sua cama, coberta de sangue e gravemente ferida, ela declarou à polícia que "A mãe tentou-me matar." Agora, a sua mãe, Tasha D. Harmon (30 anos), encontra-se aprisionada e acusada de tentativa de homicídio.

Documentos legais disponibilizados na Sexta-Feira revelaram que a mulher disse à polícia que "Enlouqueci e tentei matar a minha filha e cometer suicídio."

A filha de Harmon sofreu ferimentos gravíssimos, incluindo um pulmão perfurado causado pelo esfaqueamento do peito, mas espera-se que recupere.

Pouco depois das 2:30 a.m, Harmon dirigiu-se ao apartamento dos vizinhos e disse, "Acabei de esfaquear a minha filha e a mim mesmo," reportou o Channel 3000. Ela tinha ferimentos no peito e na garganta, causados por auto-esfaqueamento. A polícia acredita que Harmon esfaqueou a filha várias vezes com uma faca de carne quando a filha dormia. Desconhece-se o motivo por trás desta tentativa de assassínio.

Harmon foi levada para um hospital antes de ser conduzida a uma prisão. Os registos legais revelam que tinha já sido condenada em 2007 por colocar vidas em perigo e por emitir cheques sem provisão.


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Segundo se diz, apesar das mulheres serem as responsáveis primárias pela violência doméstica contra crianças, este tipo de violência raramente recebe o tipo de publicidade que merece. Não há só uma razão por trás deste silêncio selectivo, mas provavelmente isso deve-se - como sempre - ao dinheiro.

Uma vez que a indústria da violência doméstica é uma das formas através da qual a agenda feminista é financiada, não é do seu interesse colocar a mulher no papel de acusada quando a sua agenda depende do vitimismo feminino. Se mais vítimas precisarem de apoio financeiro, menos sobrará para as vítimas femininas. O seu propósito, portanto, não é ajudar as vítimas da violência doméstica, mas sim usar esses casos para avançar com a sua agenda política [feminismo].

Levando isto em conta, não é de todo interesse seu gerar outros perpetradores ou outros criminosos que não o homem. Consequentemente, a violência levada a cabo por mulheres é virtualmente ignorada pelo movimento feminista. Quem sofre com isso, obviamente, são as crianças. Mas, sendo o movimento feminista um dos motores do avanço da assassina agenda aborcionista, fica por demais óbvio que elas não se interessam por aí além com o bem estar das crianças.


quarta-feira, 9 de maio de 2012

Menino de 6 anos acusado de "assédio sexual" por cantar música a colega

Um aluno de seis anos foi acusado de assédio sexual por ter cantado a música "I'm sexy and I know it", da banda LMFAO, a uma colega. Como castigo, foi proibido de entrar na escola primária de Aurora, no Colorado, Estados Unidos da América.

Acusado de assédio sexual, o pequeno D'Avonte Meadows foi proibido de entrar na escola durante três dias por ter cantado a música da banda norte-americana LMFAO, enquanto esperava na fila da cantina para almoçar.

Esta não foi a primeira vez que D'Avonte Meadows cantou o tema "I'm sexy and I know it" a esta mesma colega, tendo sido anteriormente repreendido pelo director da escola pública de Aurora. "Eu só cantei a música", garantiu à "ABC News".

Num comunicado, a escola sublinha que há "políticas e protocolos em vigor para evitar qualquer perturbação no ambiente de aprendizagem".

A expulsão da criança de seis anos indignou a mãe de D'Avonte. "Compreendia [o castigo] se ele estivesse a acariciá-la, a olhar por debaixo da sua saia, tentando olhar pelo decote da camisa. Isso para mim é que é assédio sexual", apontou Stephanie Meadows.

Surpreendida com a acção radical da escola, a mãe manifestou preocupação com a imagem do filho, receando que passem a olhar "para ele como se fosse um pervertido e isso não é justo".

Fonte

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Nem as crianças de 6 anos escapam ao politicamente correcto.


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