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quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Mulher arranca os olhos de criança de 6 anos
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terça-feira, 21 de agosto de 2012
Machismo causa que mulher tente matar filha de 6 anos
Quando os vizinhos encontraram Adrianna Harmon (6 anos) deitada sobre a sua cama, coberta de sangue e gravemente ferida, ela declarou à polícia que "A mãe tentou-me matar." Agora, a sua mãe, Tasha D. Harmon (30 anos), encontra-se aprisionada e acusada de tentativa de homicídio.Documentos legais disponibilizados na Sexta-Feira revelaram que a mulher disse à polícia que "Enlouqueci e tentei matar a minha filha e cometer suicídio."
A filha de Harmon sofreu ferimentos gravíssimos, incluindo um pulmão perfurado causado pelo esfaqueamento do peito, mas espera-se que recupere.
Pouco depois das 2:30 a.m, Harmon dirigiu-se ao apartamento dos vizinhos e disse, "Acabei de esfaquear a minha filha e a mim mesmo," reportou o Channel 3000. Ela tinha ferimentos no peito e na garganta, causados por auto-esfaqueamento. A polícia acredita que Harmon esfaqueou a filha várias vezes com uma faca de carne quando a filha dormia. Desconhece-se o motivo por trás desta tentativa de assassínio.
Harmon foi levada para um hospital antes de ser conduzida a uma prisão. Os registos legais revelam que tinha já sido condenada em 2007 por colocar vidas em perigo e por emitir cheques sem provisão.
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Uma vez que a indústria da violência doméstica é uma das formas através da qual a agenda feminista é financiada, não é do seu interesse colocar a mulher no papel de acusada quando a sua agenda depende do vitimismo feminino. Se mais vítimas precisarem de apoio financeiro, menos sobrará para as vítimas femininas. O seu propósito, portanto, não é ajudar as vítimas da violência doméstica, mas sim usar esses casos para avançar com a sua agenda política [feminismo].
Levando isto em conta, não é de todo interesse seu gerar outros perpetradores ou outros criminosos que não o homem. Consequentemente, a violência levada a cabo por mulheres é virtualmente ignorada pelo movimento feminista. Quem sofre com isso, obviamente, são as crianças. Mas, sendo o movimento feminista um dos motores do avanço da assassina agenda aborcionista, fica por demais óbvio que elas não se interessam por aí além com o bem estar das crianças.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Menino de 6 anos acusado de "assédio sexual" por cantar música a colega
Um aluno de seis anos foi acusado de assédio sexual por ter cantado a música "I'm sexy and I know it", da banda LMFAO, a uma colega. Como castigo, foi proibido de entrar na escola primária de Aurora, no Colorado, Estados Unidos da América.
Acusado de assédio sexual, o pequeno D'Avonte Meadows foi proibido de entrar na escola durante três dias por ter cantado a música da banda norte-americana LMFAO, enquanto esperava na fila da cantina para almoçar.
Esta não foi a primeira vez que D'Avonte Meadows cantou o tema "I'm sexy and I know it" a esta mesma colega, tendo sido anteriormente repreendido pelo director da escola pública de Aurora. "Eu só cantei a música", garantiu à "ABC News".
Num comunicado, a escola sublinha que há "políticas e protocolos em vigor para evitar qualquer perturbação no ambiente de aprendizagem".
A expulsão da criança de seis anos indignou a mãe de D'Avonte. "Compreendia [o castigo] se ele estivesse a acariciá-la, a olhar por debaixo da sua saia, tentando olhar pelo decote da camisa. Isso para mim é que é assédio sexual", apontou Stephanie Meadows.
Surpreendida com a acção radical da escola, a mãe manifestou preocupação com a imagem do filho, receando que passem a olhar "para ele como se fosse um pervertido e isso não é justo".
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Nem as crianças de 6 anos escapam ao politicamente correcto.

