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domingo, 1 de setembro de 2013

Desocupadas do BE discutem fim do piropo nas ruas do país

Elsa Almeida e Adriana Lopera criticam banalização da ideia de que a mulher "está aí para ser tocada"

Duas bloquistas querem que o piropo seja controlado. Como? Ainda não sabem como e se é preciso a legislação travar os elogios pouco elegantes nas ruas portuguesas, mas acreditam que há frases que de elogiosas têm pouco e podem até ser consideradas assédio sexual. O tema vai estar em debate este fim de semana no Fórum Socialismo, a iniciativa de rentrée política do Bloco.

Para já, o assunto não vai passar do debate que este fim-de-semana os bloquistas vão fazer no Liceu Camões em Lisboa, mas Elsa Almeida e Adriana Lopera, duas feministas militantes do BE que promovem a discussão, querem que o piropo seja considerado assédio e defendem que o "assédio só pode estar enquadrado na área na violência contra as mulheres, portanto da violência de género ou violência machista".

Mas as próprias autoras da iniciativa não querem, para já, que isto passe do debate para a legislação. Adriana Lopera explicou ao i: "Não estamos a discutir legislação, estamos a discutir o piropo como violência de género. Temos de começar devagar."

Adriana Lopera faz parte de várias associações que lutam contra a violência sobre as mulheres e por isso quis trazer ao debate algo que considera uma agressão. Diz Adriana que, além da violência doméstica, há outro tipo de violência, como o assédio sexual, que pode ser exercida via piropos. Mas o próprio partido afasta à partida qualquer iniciativa para enquadrar legalmente a questão. 

As promotoras concordam que é cedo e defendem que "neste debate veremos como podemos fazer para viabilizar esta questão e a importância de agir sem fazer ouvidos moucos".

O debate vai acontecer no sábado às 10h30, mas num artigo online no esquerda.net as duas militantes avançam as linhas gerais. Para Adriana Lopera e Elsa Almeida, "o homem é ensinado desde pequeno a ser sujeito sexual, a ter desejo, prazer, orgasmo e a falar disto abertamente fazendo alegoria dos seus dotes de engate e não só" e "pelo contrário à mulher é reservada apenas a possibilidade de ser objecto sexual".

A prova de que, no entender das militantes do BE, o assunto deve ser discutido é que "está instituído que o piropo é inofensivo" e está banalizada a ideia da "mulher enquanto ser que está aí para cumprir o seu papel, ser vista e avaliada, tocada". A situação só poderá ser alterada se as mulheres conseguirem acabar com uma "sociedade patriarcal e machista", que "expulsou a voz das mulheres do palco". 

Além do debate no Fórum Socialismo, Adriana Lopera e Elsa Almeida estão a preparar várias iniciativas para levar a cabo no dia 25 de Novembro para protestar contra a violência sobre as mulheres.




sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O paraíso perdido

"E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida."
Génesis 3:24


Uma mulher lamenta o facto do paraíso feminista com o nome de "Suécia" estar a ficar cada vez mais perigoso para os homens as mulheres. Os meus comentários pelo meio.

Em um mundo de boas intenções, frases meigas e beijos virtuais, muitos assuntos são empurrados para debaixo do tapete. Mexer neles então parece coisa de gente preconceituosa, racista, intolerante e reacionária. Se está tudo escondido, talvez por milagre possa desaparecer. Uma blogueira sueca publicou um texto e foi rapidamente condenada, chamada de racista.

Condenada por quem? "Racismo" contra que "raça"?

Quando estou de bom humor não acredito nas diferenças de gênero, pelo contrário, defendo a idéia de que todos somos humanos e agimos de acordo a nossa consciência, não de acordo ao gênero. Mas em dias não tão bons acredito que existe uma linha invisível que separa o pensamento masculino do feminino.

Essa linha existe, quer seja "em dias não tão bons" como quando se está "de bom humor."

E ao ler o texto da blogueira, publicado em um site americano, tive certeza disso. Parece que as mulheres conseguem decifrar imediatamente o que ela quis dizer, já os homens reagem e chamam ela de racista e xenofóbica.

Portanto, os homens são iguais às mulheres, excepto quando os homens são piores que as mulheres.

A moça conta sua vida na Suécia, esse lugar que para muitos parece o paraíso. Cresceu na igualdade e na justiça. Mesmo assim saiu várias vezes dessa bola de cristal, viajou o mundo inteiro e conheceu outras culturas. Às amigas estrangeiras se cansou de explicar o conceito de paquera na Suécia. Quem gosta de uma pessoa vai lá e puxa conversa. Ao contrário do resto do planeta os homens suecos aprendem desde pequenos que as mulheres são iguais a eles, essa frase de `homem pode, mulher não ´ não existe lá.

Quem acompanha a forma de pensar esquerdista sabe que esta coisa de "ensinar as crianças desde pequenas" significa "remover do seu pensamento qualquer tendência natural  que possa moldar o seu pensamento de forma contrária ao que a elite esquerdista quer".

Porque é que é preciso ensinar aos rapazes que as mulheres, como seres humanos, estão no  mesmo patamar  que os homens? Isso é auto-evidente. Começando na concepção, todo o ser humano tem a mesma dignidade, e todos nós somos iguais em humanidade..

O problema - para os esquerdistas - é que a noção de "igualdade" que eles propagam não está de acordo com a realidade.

A partir do momento que uma criança de 4, 5 ou 6 anos observa que os rapazes vão para uma casa de banho, e as meninas para outra, ela apercebe-se que existe *alguma diferença* entre os sexos.  O que os engenheiros socias fazem na Suécia é destruir a natural e normal crença que se desenvolve nas crianças em torno das diferenças entre os sexos, e indoutriná-las em favor duma mitológica e não existente "igualdade entre os sexos".

Mulheres não são objetos, não são tratadas como brinquedo, não são propriedade de ninguém. Eles não conhecem essa divisão cultural na qual vivemos e parece natural, onde é o homem que tem a iniciativa

Sonho de qualquer feminista. E daí talvez não, como se vê a seguir . . . .

Um dia na Suécia a moça estava com suas amigas em um parque. E ali deitadas, pegando o sol, começaram a escutar comentários de baixo calão. Ao se virarem repararam em um grupo de estrangeiros. Com medo, preferiram ir embora.

Dado importante: os homens que causaram o desconforto eram estrangeiros e não os emasculados suecos.

No texto ela é clara, defende a imigração, como sueca entende o conceito de direitos humanos melhor do que ninguém, entende a necessidade que existe detrás da imigração e como grandes países se constroem na mistura de diferentes culturas.

Ela defende a imigração, embora tenha sido a mesma imigração que tenha causado ela e as amigas a fugir do parque.

Mas sabe também que países como Suécia, Finlândia e Noruega são excepção no mundo. A Noruega discretamente começa a apresentar rachaduras na parede. Com a imigração os serviços públicos começaram a sentir o peso,o sistema que antes funcionava perfeitamente, agora começa a mostrar sinais de cansaço.

Ou seja, a imigração que elas defendem está a destruir o sistema. Solução? Mais imigração.

E a questão cultural, que essa moça levanta no texto? Imigrantes não trazem só a vontade de trabalhar e construir uma vida, também carregam sua bagagem  cultural, social, emocional.

Então os seus hábitos culturais não ficaram por magia nos seus países de origem?
! Como foi isso possível? Mas então não basta transladar um português do seu país para a Suécia para ele deixar de ter prazer em comer bacalhau, ouvir o Fado ou apreciar o futebol? Do mesmo modo, não é suficiente transportar muçulmanos da Somália, do Egipto, ou do Líbano para a Noruega para que eles deixem de ter uma atitude depreciativa em relação à mulher?

As suecas que não conheciam o sexismo e o machismo, estão começando a sentir o mesmo desconforto e medo que as latinas, européias e orientais sentem.

Falso. Esta feminista equivale actos ofensivos ("comentários de baixo calão") e perigosos (a maior parte da violação sexual na Suécia e na Noruega é feita por imigrantes) com o que as latinas, as europeias e as orientaias "sentem". Sem dúvida que há casos desses na América do Sul, nos Estados Unidos, e na Europa, mas em nada se compara com o que as mulheres realmente sentem no países islâmicos (que é de onde é  originária a maior parte dos imigrantes dos países nórdicos).

Essencialmente, o que esta feminista está a tentar fazer é capitalizar do que os muçulmanos fazem as mulheres, e usar isso contra os homens não-muçulmanos. Como qualquer pessoa pode ver, os  não-muçulmanos não podem ser responsabilizados pela forma como os maometanos tratam as mulheres.

É francamente desonesto desta feminista querer equivaler situações que em nada são iguais.

Ela pergunta  - É normal se sentir despida com olhares de estranhos? Não, normal não é,  mas acontece. Muitos homens que chegaram como imigrantes a Suécia levaram o costume  de desnudar as mulheres com o olhar, olhar os seios indiscretamente, fazer comentários de cunho sexual, usar palavras de baixo calão e passar a mão em transporte público. O horror da sueca diante dessa nova realidade é o horror de quem nunca passou por isso.

Mas graças à explosiva imigração, associada à emasculinização dos homens suecos, as mulheres suecas que se habituem. Não há homens másculos para as defender porque as feministas trataram de remover toda a masculinidade dos homens suecos.

Como essas meninas suecas vão poder se defender se nem sabem o que é isso? Elas não conhecem as agressões que quase todas as mulheres passam no mundo inteiro, nunca foram tratadas como objetos nem consideradas brinquedos sexuais.

Só na cabeça duma feminista é que "quase todas as mulheres" ocidentais são tratadas com "comentários de baixo calão" quando se encontram a relar num local público.

Apesar do cuidado,o texto da sueca caiu em desgraça. Os homens que leram o blog acusam ela de ser xenofóbica e incentivar o ódio aos estrangeiros. Ela se defende, dizendo que apenas quer de volta o direito de freqüentar parques e não se sentir assaltada sexualmente, nem por gestos nem por palavras.

Os homens que a criticam são tão esquerdistas como ela, portanto, temos aqui uma discussão intra-esquerdina.

Segundo, duvido muito que tenham sido só os homens a chamar esta mulher de racista e xenofóbica uma vez que, normalmente, as feministas do mundo inteiro são fortes apoiantes da imigração em massa (para a Europa e para os EUA).

Terceiro: se a mulher sueca quer de volta o país que os seus pais tinham há 20, 30 ou 40 anos atrás, ela tem que dar poder político aos homens e mulheres que se comprometem a fazer isso mesmo. O problema é que esses políticos geralmente não são esquerdistas, portanto, a mulher sueca tem duas opções:
  • Ou continua a dar apoio aos partidos que defendem a imigração muçulmana, o que vai aumentar o número de homes [muçulmanos] que acham que é  perfeitamente normal lançar "comentários de baixo calão" a desconhecidas que se encontram a relaxar no parque;
  • Ou ela começa a dar apoio aos partidos não-neo-nazis que defendem  a limitação da imigração, e a expulsão dos imigrantes que violem as leis locais.
Como disse o dissidente russo Yuri Bezmenov, os factos por si só, são irrelevantes para quem já se encontra totalmente imerso no esquerdismo. Algo pessoal tem que acontecer para que esta sueca mude de visão de mundo. Obviamente, ninguém está a sugerir que ela seja vítima de abuso sexual ou outra coisa igualmente horrível; o que está a ser dito é que o evento do parque pode fazer uma pessoa normal mudar de ideia em relação à imigração, mas dificilmente fará um esquerdista mudar de ponto de vista.

Paralelamente, esta sueca dificilmente vai conectar os pontos e aperceber-se que foi o seu esquerdismo que abriu as portas aos maometanos que  fazem "comentários de baixo calão" nos parques suecos. E, claro, ela também não se aperceberá que os mesmos polítios esquerdistas que abriram as portas à imigração não se preocupam mesmo nada com o que acontece às mulheres.

Por matemática a blogueira deveria saber que não tem pra onde correr. Existem apenas três países no mundo que respeitam a mulher e com o passar do tempo eles serão invadidos por outras culturas, acostumadas a maltratar e abusar das mulheres.

Traduzindo: existem 3 países do mundo que destruíram por completo a masculinidade ao mesmo tempo que abriram as portas aos maometanos. Uma vez que os maometanos possuem uma taxa de natalidade elevada, as mulheres locais, fortes e independentes, ou se submetem à nova ordem e passam a andar de hijab e niqab, ou correm o risco de receber "comentários de baixo calão" (ou pior)  sempre que se encontrarem em espaços públicos.

Em poucas décadas a cultura predominante na Suécia será estrangeira e com o tempo todos os tipos de violência serão inseridos no dia dia delas. Hoje parece anormal alguém passar a mão em uma mulher sueca em um transporte coletivo.Mas e amanhã?

Amanhã as mulheres suecas, que são fortes e independentes, vão começar a ser raptadas e "casadas" com muçulmanos, tal como acontece com as raparigas Cristãs egípcias. Para além disso, e como forma de manter a "coesão comunitária", as leis locais vão ser modificadas de modo a não ofender as sensibilidades dos imigrantes.

Em relação às "slutwalk", esquecem lá isso; vão ser todas proibidas para não ofender as sensibilidades dos imigrantes.

Ou seja, de "paraíso feminista", a Suécia vai passar a ser um "paraíso islâmico". O mais estranho é que nenhum esquerdista vai-se questionar sobre os eventos que levaram a alteração radical. Ninguém vai questionar a imigração, o feminismo, o gayzismo ou a a destruição dos valores morais Cristãos.

Como todos os grandes impérios do passado, o processo de destruição vai estar completo muito antes das pessoas se aperceberem do que realmente se está  a passar.

O futuro? Será pior do que ela imagina. Fechar as fronteiras é considerado um gesto de má  vontade política, xenofobia e não resolve a questão.

Não resolve a questão, mas é um passo na direcção certa. Continuar de portas abertas a grupos ideológicos que não respeitam as normas sociais do país é um tipo de estupidez característico dos esquerdistas mais fanáticos, incapazes de ver que a sua ideologia falhou.

Já existem suficientes imigrantes na Suécia com filhos, passando de geração em geração a idéia de que mulheres são objetos.

Da mesma forma que as feministas conseguiram convencer os governos locais a destruir a masculinidade dos homens suecos, elas podem tentar fazer o mesmo com a masculindade dos homens imigrantes. Eu digo tentar de modo sarcástico; todos nós sabemos que os governos vão dar o proverbial chute no traseiro das  feministas, e continuar a importar imigrantes.

As feministas suecas não entendem, mas elas já cumpriram o seu papel. A sua acção de destruição está feita. A sociedade está fragmentada e o vazio local foi preenchido com um grupo ideológico pronto a agarrar em armas para prosseguir a destruição iniciada pelas feministas. Devido a isto, os governos nórdicos já não precisam do feminismo. Agora é hora dos governos nórdicos manterem o seu poder dando aos muçulmanos o que eles querem. As feministas foram as idiotas úteis cuja existência já não é necessária.

O mundo pode mudar e deixar para trás essa mentalidade? Não. Pelo menos não será nesta vida, ainda vai levar uns séculos. Não houve tempo das coisas mudarem e se transformarem como foi na Suécia.

Ainda bem, senão hoje estaríamos todos prontos a ser subjugados pelos maometanos.

Outra coisa que é preciso levar em conta: Foram precisos mais de 700 anos de guerra armada sangrenta para reconquistar a Península Ibérica da mãos dos maometanos. Para além disso, milhares de homens valentes perderam a vida na defesa dos Portões de Viena. Outros tantos morreram na Batalha de Lepanto. Não falando dos que lutaram em Constantinopla e em muitos outros sítios onde o islão e o Cristianismo entraram em confronto.

Devido a isto, será lógico assumir que um grupo de feministas, licenciadas em "Estudos Femininos" e "Identidade de Género" (ou "Inglês"), aliadas a um grupo de "homens" efeminados, pode resistir à ameaça islâmica? Mil e quatrocentos anos de luta armada contra o Ocidente, e estas feministas esperam mudar a forma de pensar dos seus imigrantes maometanos em "alguns séculos"?

Agora as mulheres de lá estão condenadas a perder o status de cidadãs e se tornarem mulheres,como no resto do mundo, esse gênero perseguido, torturado, estuprado e escravizado.

Só que no resto do mundo não é hábito as mulheres serem "perseguidas", "torturadas", estupradas" e "escravizadas".  Talvez seja assim no mundo islâmico, mas não é assim no resto do mundo ocidental. De facto, a mulher ocidental pertence a uma classe previlegiada uma vez que
1) em média, vive mais tempo,
2) tem melhor assistência médica,
3) é a maioria dos estudantes universitários,
4) recebe penas de prisão mais leves,
5) gasta o seu dinheiro e o do esposo/namorado/pai,
6) reforma-se mais cedo,
7) não tem obrigação de participar nos confrontos armados,
8) em caso de divórcio, fica com metade dos bens do marido, os filhos e uma pensão monetária,
9) consegue a proeza de receber o mesmo ordenado que pessoas que fazem testes físicos mais exigentes, correm mais riscos, e trabalham mais horas.

Longe de ser uma "vítima", a mulher ocidental é altamente favorecida pela sociedade.

Era para que nós mulheres latinas, européias e orientais chegássemos ao ponto onde as suecas estão.

Esta feminista quer que o resto do mundo siga o percurso que a Suécia já seguiu, embora ela possa observar que o caminho que esse país seguiu acaba mal. Ou seja, a imigração está a destuir o feminismo. Solução? Mais imigração.

Éramos nós que sonhávamos morar em um lugar sem preconceitos, mas o mundo virou do avesso de vez  e agora serão as suecas e norueguesas que vão se unir a nós.

Tradução: eram as feministas que pensavam que as suecas estavam no bom caminho, mas afinal o caminho feminista que a Suécia seguiu acabou mal. Agora as suecas e as outras nórdicas vêem-se obrigadas a exilarem-se EXACTAMENTE nos paises onde as  feministas locais dizem viver em "sofrimento".

Finalmente os machistas ganharam, não existirá um lugar na Terra onde uma mulher não seja tratada como objeto.


* * * * * *

Na verdade, quem ganhou foi a Nova Ordem Mundial e o bloco islâmico (cuja organização mais poderosa - a Irmandade Muçulmana -  supostamente pertence à mesma NOM). Os "machistas" (que eu assumo serem os homens do mundo ocidental) não ganham nada com a vitória do islamismo sobre a Suécia - para além da confirmação de que o esquerdismo é destrutivo.

Para além disso, fica confirmado mais uma vez o que o em cima referido Yuri  Bezmenov afirmou: mal a elite esquerdista obtém o poder total sobre a sociedade, os activistas da destruição (lobby gay, feminazis, multiculturalistas, etc), são  rejeitados, e muitas vezes fisicamente eliminados.

É um testemunho muito forte da ignorância do ser humano o facto dele ser capaz de repetir exactamente os mesmos erros, século após século, e esperar algum tipo de resultado diferente. Certamente que a feminista que escreveu as palavras citadas em cima não saberá somar dois mais dois, e ver que foi  o seu esquerdismo que preparou o caminho para a chegada dos maometanos. Para além disso, ela certamente não se questionará se uma sociedade vazia de masculinidade pode sobreviver.

Em relação à ultima dúvida, a resposta é simples: sim, uma sociedade pode "sobreviver" sem masculinidade da mesma forma que um barco sem combustível pode "avançar" no mar. No entanto, esse avanço não é propositado e tencional, mas sim o resultado das forças da natureza a agir sobre si. Esse barco andará à deriva, vazio de significado e objectivo, até que alguém o encontre e o arraste até ao porto mais próximo.

O que o destrutivo movimento feminista fez na Suécia foi garantir que os barcos que viessem em seu auxílio fossem todos ladrões - piratas da era moderna - e não pessoas com boas intenções.  Ou seja, os "piratas" chegam, invadem o barco, levam o que querem e deixam o barco pior do que já estava.

O mesmo vai acontecer na Suécia; os muçulmanos chegaram numa altura em que a Suécia já estava à deriva, instalaram-se comodamente, aumentaram o seu número, estão a drenar o sistema ("a imigração os serviços públicos começaram a sentir o peso,o sistema que antes funcionava perfeitamente, agora começa a mostrar sinais de cansaço."), e vão ficar por lá enquanto isso lhes for economicamente útil. Quando a Suécia já não tiver mais nada para oferecer, eles irão para outro país.

E as feministas? Bem, essas, vão ser casualidade de guerra ("colateral damage"). A sua utilidade actual como forma de combate é nula, e a sua vontade de lutar em favor da Suécia ainda menor. Practicamente, só têm críticas a fazer, mas nunca constroem nada de positivo. E quando criticam, não o fazem da forma correcta. Pior ainda, são ávidas defensoras do aborto, algo que só beneficia o invasor (que não practica o aborto).  

São incapazes de ver onde está o problema, mas mesmo assim acham que têm as soluções para todo o mundo.

Pois bem; elas que resolvam o problema que criaram na Suécia. Quando terminarem isso, o resto do mudo estará pronto para as ouvir (ou não).
..

sábado, 11 de agosto de 2012

Mulher belga assediada por imigrantes

A história duma mulher belga tornou-se notícia das manchetes depois dela ter filmado o que aconteceu quando ela andou pelas ruas de Bruxelas. Homens de origem africana (muçulmanos?) assediaram-na, quer seja com piropos rudes ou chamando-lhe nomes como "prostituta" ou "vadia".

As imagens que ela recolheu foram gravadas numa tarde, e num "quarteirão problemático" de Bruxelas chamado de Anneessenswijk.

Na versão do filme exibido no Daily Mail, ela entrevista um dos imigrantes, que começa por colocar culpas em alguns aspectos da sua própria cultura (as mulheres cobrem-se demasiadamente, o que alegadamente causa frustração) , mas depois culpa a cultura ocidental (a objectivação da mulher). Mais para o final da entrevista, um bode de expiação é encontrado: as mulheres ocidentais não estão emancipadas o suficiente, e como tal, precisamos de mais feminismo.

Mas isto evita duas conclusões óbvias.

Primeiro: no que toca o tratamento diário da mulher, os homens ocidentais (brancos, heterossexuais, Cristãos ou Judeus) não são assim tão maus, como nos é dito 24/7.

Segundo: uma percentagem de africanos a viver em Anneessenswijk nutre muito pouco respeito pela mulher ocidental, criando efectivamente uma área "no-go" (barrada aos não-locais) para as mulheres belgas que não queiram ser assediadas em plena rua.

Quem estiver interessado em ver o vídeo na totalidade, pode vê-lo aqui. O mesmo termina duma forma interessante: um certo número de mulheres reconta como foram vítimas nessas áreas, e como se sentiram pressionadas para mudar de residência.

Fonte

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Como já foi dito noutro post, "Os bárbaros agirão como bárbaros. Foi assim com os bárbaros vikings, foi assim com os bárbaros germânicos, foi assim com os bárbaros mongóis, e vai ser assim com todos os bárbaros que foram importados pelos marxistas culturais como forma de obter um bloco permanente de votantes . Os bárbaros reproduzem-se, alimentam-se e destroem. Mais nada."

"eles são cruéis, e não usarão de misericórdia"
Jeremias 6:23

O que está a acontecer com a Bélgica acontecerá com todos os países Europeus que importaram para o seu seio culturas não assimiláveis . O que muitos não sabem é que foi mesmo com esse propósito que essas minorias foram importadas.



quarta-feira, 9 de maio de 2012

Menino de 6 anos acusado de "assédio sexual" por cantar música a colega

Um aluno de seis anos foi acusado de assédio sexual por ter cantado a música "I'm sexy and I know it", da banda LMFAO, a uma colega. Como castigo, foi proibido de entrar na escola primária de Aurora, no Colorado, Estados Unidos da América.

Acusado de assédio sexual, o pequeno D'Avonte Meadows foi proibido de entrar na escola durante três dias por ter cantado a música da banda norte-americana LMFAO, enquanto esperava na fila da cantina para almoçar.

Esta não foi a primeira vez que D'Avonte Meadows cantou o tema "I'm sexy and I know it" a esta mesma colega, tendo sido anteriormente repreendido pelo director da escola pública de Aurora. "Eu só cantei a música", garantiu à "ABC News".

Num comunicado, a escola sublinha que há "políticas e protocolos em vigor para evitar qualquer perturbação no ambiente de aprendizagem".

A expulsão da criança de seis anos indignou a mãe de D'Avonte. "Compreendia [o castigo] se ele estivesse a acariciá-la, a olhar por debaixo da sua saia, tentando olhar pelo decote da camisa. Isso para mim é que é assédio sexual", apontou Stephanie Meadows.

Surpreendida com a acção radical da escola, a mãe manifestou preocupação com a imagem do filho, receando que passem a olhar "para ele como se fosse um pervertido e isso não é justo".

Fonte

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Nem as crianças de 6 anos escapam ao politicamente correcto.


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