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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Brasil: População branca cai abaixo dos 50%

O número de pessoas que se declaram brancas no Brasil baixou pela primeira vez e já representa uma percentagem inferior ao dos que se declaram negros e mestiços, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2010, o número de brasileiros que se classificaram como brancos foi de 91 milhões, o que fez com que este grupo passasse a representar 47,7 por cento da população, de aproximadamente 191 milhões de pessoas.

Em 2000, os que se declaravam brancos representavam 53,7 por cento da população brasileira.

Na mesma base de comparação, a percentagem de brasileiros que se declarou negra passou de 6,2 por cento, em 2000, para 7,6 por cento, cerca de 15 milhões de pessoas, em 2010.

A parte da população que se considerou mestiça também cresceu, ao passar de 38,5 por cento, em 2000, para 43,1 por cento (82 milhões de pessoas) em 2010.

Dois milhões de brasileiros consideraram-se amarelos e outros 817 mil declararam-se índios.

Fonte

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Aborígenes loiros vencem concursos politicamente correctos

Num mundo controlado por esquerdistas racistas a única forma de avançar na vida é pertencer a um dos grupos "protegidos" da esquerda política. Perante esta situação, o que é que o homem branco pode fazer?

Na Austrália, eles adaptam-se:

O académico legal Mark McMillan venceu um dos prémios mais ricos direccionados aos estudantes aborígenes -- a "Fulbright Indigenous Scholarship".

Com então aborígene, certo?

Eis aqui uma foto do McMillan:

Se ele pode passar por um aborígene, por que não por uma mulher negra?

McMillan foi mais longe; ele venceu também a "Black Women’s Action in Education Foundation Scholarship", originalmente dirigida à educação de mulheres negras e não homens brancos.

O beneficiário sortudo do espólio politicamente correcto explica como ter a aparência dum homem branco normal torna-o ainda mais na oprimida mulher negra aborígene:

Sou um aborígene australiano loiro, com olhos azuis e com pele clara.

Quando era criança, eu cresci à espera que todos tivessem uma aparência semelhante à minha - loiro e com olhos azuis.

Claramente, as minhas ideias ingénuas sobre como os aborígenes se "deveriam" parecer estavam erradas. Mas, ser aborígene, branco e loiro para mim era normal e como tal eu cresci num mundo onde era tratado como "normal".

O que ainda impedia o meu crescimento de uma pessoa jovem para um adulto era a questão de identidade. Eu era um homem negro branco . . . . Eu estava a tornar-me numa vítima.

Por incrível que pareça, esta argumentação atinge um ponto fulcral -- e funciona. Evidentemente que MacMillan tem alguém aborígene algures na sua árvore genealógico. Não se sabe ainda como é que ele convence outras pessoas de que ele é uma mulher, mas ele declara-se como "orgulhosamente gay".

McMillan não é o único a usar esta táctica.

O académico Danie Mellor, venceu esta semana o nosso mais rico prémio destinado a artistas aborígenes - o prémio Telstra ($40,000).

Eis aqui o "aborígene" Danie Mellor:

(Fonte)


O racismo esquerdista leva-nos a situações onde as pessoas que não pertençam aos "grupos protegidos" tenham que fazer coisas ridículas como as manifestas em cima.

No entanto, convém ressalvar que o ridículo não é só eles aplicaram-se para estes prémios (e vencerem), mas sim como o estatuto de "grupo protegido" faz com que aquilo que supostamente deveria ser combatido (o racismo) seja exacerbado.

Criar prémios destinados só a uma etnia ou raça é racismo. O que é que os esquerdistas esperam conseguir com isso?

Se amanhã se criar um prémio científico destinado só ao homem branco, não será isso racismo? Então algum esquerdista pode explicar como criar prémios destinados a todos MENOS ao homem branco não constitui racismo?

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