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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Igualdade de oportunidades nos acidentes de trabalho


O gráfico de cima pertence a Mark Perry, que escreve que fechar o intervalo que há nas diferenças salariais entre homens e mulheres significa necessariamente que a taxa de mortalidade feminina nos acidentes de trabalho tem que subir até atingir a taxa que afecta os homens.
Os homens estão mais dispostos a correr riscos de modo a obter mais dinheiro (ou algum dinheiro) em empregos como mineiros e policias.

O psicólogo Roy Baumeister declarou que os homens são prescindíveis, e que, como historicamente a maioria dos homens não se reproduziu, os homens estão mais orientados a correr riscos. Provavelmente esta tendência do homem ainda se encontra presente no mundo actual.

Mas as feministas queixam-se das diferenças salariais e da alegada "discriminação" mas muito poucas mulheres - feministas incluídas - querem trabalhar nas minas. Segundo o psicólogo Baumeister, ainda bem que as coisas estão assim uma vez que o crescimento populacional depende de úteros.

Como tal, numa sociedade sã - isto, a maioria delas até os finais do século 20 - as mulheres são impedidas dos trabalhos mais perigosos e os homens fazem o "trabalho sujo".

Tudo isto faz parte do senso comum, mas hoje em dia não se pode esperar que qualquer pessoa entenda estas coisas.


sábado, 8 de setembro de 2012

Onde está a condenação internacional ao racismo sul-africano?

Foi reportado há algum tempo que as candidaturas para pilotos-cadete provenientes de homens brancos não serão mais aceites pela South African Airways (SAA).

O porta-voz da SAA, Kabelo Ledwaba, afirmou que o programa de treino para cadetes estava a ser publicitado online como uma iniciativa que visava ajustar a demografia entre os pilotos com a composição demográfica do pais no geral.

Apenas 15% dos pilotos da SAA são negros, e isto inclui indianos e os coloridos. Os restantes são brancos, e 91% são homens.

Ledwaba disse que a SAA aceitaria pilotos brancos masculinos quando aparecessem vagas que não pudessem ser preenchidas com pessoas de outras raças.

Foi perguntado o porquê das candidaturas dos brancos estarem a ser rejeitadas de modo consistente. Um pai irritado ligou ao jornal Beeld para se queixar do facto do seu filho, que tinha licença de piloto comercial e cumpria os critérios educacionais e físicos, ter sido rejeitado apenas e só por ser branco.

Tomando as palavras do pai como base para a sua investigação, o jornal enviou candidaturas falsas à SAA. Depois da informação ter sido cruzada e verificada, o jornal apurou que o formulário online havia sido programado para rejeitar aplicações provenientes de brancos.


* * * * * * *

Como seria de esperar, não há condenação internacional a este óbvio caso de racismo uma vez que o grupo étnico/ideológico que está a ser discriminado não faz parte dos "grupos protegidos" da esquerda militante. No mundo ocidental actual, o homem branco, heterossexual, Judeu ou Cristão (ou mesmo ateu), é um cidadão de segunda , embora ele tenha sido o arquitecto dessa mesma civilização.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Bermudas mostra como lidar com os imigrantes

As Bermudas expulsam imigrantes de longa data:
Família britânica que vive na colónia das Bermudas há mais de 20 anos foi ordenada a abandonar o país uma vez que o governo está a desenvolver esforços para reduzir a presença de imigrantes provenientes da Grã-Bretanha.

Antes de serem expulsos

Stephen e Kirsty Tomlinson e os seus dois filhos ficaram a saber que tinham pouco menos de um mês para abandonar a ilha do norte do Atlântico depois do seu local de trabalho ter ardido. Agora, depois de regressarem, o casal trocou as praias cheias de Sol pelo cimento da casa do sr Tomlinson em Hull - Este de Yorkshire.

Eles foram ordenados a sair do país, embora a sua filha Holy, de 12 anos, e o seu filho Joseph, de 6, tenham ambos nascido nas Bermudas.

Não deixa de ser irónico que os britânicos estejam ser expulsos dos países da Commonwealth ao mesmo tempo que milhões de cidadãos da mesma Commonwealth recebam permissão para viver na Grã-Bretanha. Claramente, isto é racismo contra os brancos.

Tendo este gesto das Bermudas como exemplo, é simplesmente ridículo que as nações europeias sejam qualificadas de "racistas" por fazerem o que as outras nações não-europeias fazem. Não só não é imoral, como não é impossível.

Note-se que, mal o homem perdeu o emprego, ele ficou a saber que tinha cerca de 1 mês para sair do país, embora os seus dois filhos tenham nascido no país. Note-se também que local de nascimento não é o suficiente para proporcionar cidadania.

Fonte

Vítimas do racismo aprovado pelo esquerdismo

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

África do Sul: criminosos admitem ter afogado criança de 12 anos em água a ferver

Imagem de Amaro Viana, de 12 anos, colocada no Facebook.

Amaro Viana tinha 12 anos quando foi afogado em água a ferver pelos homens que violaram a sua mãe e mataram os seus pais durante um assalto à sua casa em Joanesburgo. Este massacre ocorreu a 1 de Outubro de 2011 e esta semana os três indivíduos admitiram a sua culpa. A sentença é conhecida a 6 de Setembro.

Os três homens entraram na casa da família Viana em Wakerville, Joanesburgo, a 1 de Outubro de 2011 com o objectivo de assaltarem a residência e vingarem-se da forma como a sua patroa, Geraldine Viana, 42 anos, os tratava.

O jardineiro da família, Patrick Petrus Radebe, 24 anos, o filho da sua empregada doméstica, Sipho Mbele, 21, declararam-se na terça-feira culpados de três acusações de homicídio e uma de violação cada. David Motaung, de 20 anos, declarou-se culpado da acusação de roubo.

O jornal Beeld relata os três abandonaram o tribunal sul-africano de volta às suas celas de sorriso nos lábios.

Segundo o contado pelos três acusados esta terça-feira em tribunal, Tony Viana, de 53 anos, chegou a casa, foi atacado com um taco de golfe e uma catana e ordenaram-lhe que abrisse o cofre da residência. Tony foi então amarrado e a mulher e o filho, que chegaram a casa pouco depois, foram amarrados em quartos separados.

Mbele violou então Geraldine enquanto Radebe a segurava, colocando-se em cima da sua cara. A mãe de Amaro foi depois violada por Radebe. Depois mataram-na com um tiro na cabeça com a arma do marido, que teve o mesmo destino.

Como eram conhecidos da família, os três acusados chegaram à conclusão de que iriam ser identificados por Amaro, de apenas 12 anos. "Fomos à casa de banho e abrimos a torneira. Fomos buscá-lo [ao Amaro] e pusemos-lhe uma mordaça porque ele estava a chorar. Depois metemos-lhe a cabeça dentro da banheiro, sabendo que ia afogar-se", disse o trio nos seus depoimentos.

As provas forenses indicam que Amaro foi afogado em água a ferver. Os seus pés e mãos estavam atados.

O cão da família foi esventrado porque ladrou muito durante o ataque.

A sentença será conhecida a 6 de Setembro.

Fonte

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Sinceramente não sei o porquê dos portugueses ainda ficarem neste país totalmente imerso no ódio racial contra os brancos. Será que eles não se apercebem que o seu tempo por lá acabou? Não é possível viver lado a lado com pessoas que te odeiam por seres como és (branco, negro, chinês, indiano, cigano, etc) - e não por causa daquilo que acreditas ou aquilo que fizeste.

Tal como as coisas estão, citando o blogue Dextra, "Eles contam com o silêncio de toda a grande média ocidental e com o apoio velado ou explícito de toda as classes conversadeiras nas academias, na imprensa, nos governos esquerdistas e nas ONGs ocidentais que, pelo menos desde os anos 60, fomentam o ressentimento e o ódio dos negros e outros grupos não brancos contra os eurodescendentes."

Isto faz parte da agenda marxista tendo em vista a nivelação da cultura mundial ao mínimo denominador comum. Os agentes marxistas não fazem isto porque se preocupam com os negros, mas sim como forma de destruir a identidade e a superior civilização Ocidental - tradicionalmente mais difícil de se submeter às mentiras esquerdistas.

Dito de outra forma: como não conseguem fazer a revolução com os brancos/Cristãos/Judeus/heterossexuais/etc, eles [os engenheiros marxistas] buscam outros "oprimidos" com os quais possam fazer aquilo que um dos líderes da Escola de Frankfurt tinha em mente quando perguntou: "Quem nos livrará da civilização ocidental?"

Foi uma longa espera mas parece que já há um leque enorme de "oprimidos" prontos a fazer isso mesmo.


domingo, 29 de julho de 2012

O ódio contra mulheres

Estas são algumas das palavras "simpáticas" que as feministas (e os feministas) têm lançado contra a página "Mulheres contra o feminismo". Se vocês entrarem na dita página e pesquisarem nos arquivos, encontrarão muitas outras palavras de ódio, intolerância, preconceito e discriminação dirigido às mulheres que a gerem.


Não deixa de ser curioso que as palavras mais intolerantes dirigidas às donas desta página tenham vindo das mesmas pessoas que dizem "lutar pelos direitos das mulheres", - isto é, feministas. Aparentemente as mulheres são livres para escolher a sua ideologia política, desde que não se alinhem contra o feminazismo.

domingo, 22 de julho de 2012

Dualidade de critérios no caso Marcos Kitano Matsunaga

Observar a forma como algumas mulheres se desdobram para justificar a violência feminina é um exercício bastante revelador. As pessoas que realmente acreditam que a mentalidade feminista está em busca da "igualdade" deveriam ler repetidamente o que elas afirmam quando uma mulher mata o marido ou os filhos (ou outra pessoa inocente).

O mais estranho não é o facto de haver feministas que desculpabilizam a violência feminina, mas sim o facto de toda a sociedade pactuar com essa mentalidade - directamente ou indirectamente.

Há alguns dias atrás Marcos Kitano Matsunaga foi brutalmente assassinado por uma mulher com o nome de Elize Ramos Kitano Matsunaga. Alegadamente, os motivos que levaram ao assassinato prendiam-se com a traição a que ela foi alvo por parte dele.

Inicialmente, as pessoas atribuíram a morte de Marcos ao alegado estado de espírito da mulher traída, mas à medida que os dias foram passando, tornou-se claro que o assassinato foi mais macabro do que inicialmente se pensava.

O tiro que Marcos recebeu foi dado de cima para baixo, o que leva as forças policias a inferir que ele foi apanhado de surpresa no momento que a sua esposa disparou. Mas o seu sofrimento não acabou aqui. A mulher, notando que o marido ainda estava vivo após o tiro, pegou numa faca e decapitou o seu marido.

Independentemente das preferências ideológicas das pessoas, não passa pela cabeça de ninguém defender uma pessoa (homem ou mulher) que toma a lei nas suas mãos e decapita o cônjuge devido à violação dos votos de casamento.

Mas, claro, isso era antes da desvalorização do homem - e divinização da mulher - ter tomado conta da arena pública. Hoje em dia é normal acusar-se o homem assassinado como o "culpado" pela sua própria morte.

Para se ver este tipo de mentalidade, basta ver como reagiram alguns membros do grupo do Facebook com o nome de Elize Ramos Kitano Matsunaga. O que se seguem são alguns dos comentários lá presentes.


Ela deu um tiro ao seu marido antes de lhe cortar a cabeça, mas não era louca. O que é que ela precisava de fazer para ser considerada louca? Comer o seu marido num ritual de magia negra?


Exacto. O desequilibrado é aquele que tem várias mulheres, e não aquela que dá um tiro na sua cabeça.


Ele levou um tiro na cabeça e viu a sua cabeça a ser cortada, mas ela é que tem a vida destruída. De certa forma, a Flavia tem razão. Ela tem a vida destruída. Ele só não tem a vida destruída porque a Elize tirou-lhe a vida.


Ou seja, sempre que uma mulher sentir que o seu ego foi ferido, ela pode matar o autor do acto. As emoções são colocadas como motivo suficiente para se tirar a vida a um homem.


Ela é que tralhava para um site de prostituição, mas ele é que o safado. Exclusivamente.


Não foi assassina, brutal, cruel e violenta. Não. Ela apenas foi "burra".

"Ferir o coração duma mulher" é motivo suficiente para levar um tiro na cabeça e ser decapitado.




Ela é que é a vítima da matança do esposo. Por essa ordem de ideias, ele deve ser o culpado.




Liberdade para quem dispara para a cabeça dum homem desarmado antes de cortá-la.

Ou seja, tomara que mais mulheres comecem a disparar sobre os seus maridos e, posteriormente, cortem as suas cabeças.


Usando esta "lógica", se todos os homens punissem (tiros na cabeça e decapitação) as mulheres adúlteras, "não existira traição".


Era preferível, portanto, acabar com a vida dum homem do que perder 15 quilos. Isto demonstra o valor que esta mulher dá à vida do marido.

Entretanto, e como dito em cima,à medida que os dias foram passando, foram surgindo mais dados em relação ao caso - o que poderia levar as pessoas mais sensatas a alterar a sua posição.

Mas factos não interessam para quem já tem a mentalidade fixa no conceito "homem = mau", "mulher = anjo".

Se isto é verdade - isto é, que ela foi às compras depois de ter disparado e decapitado o marido - não é evidência que isto foi um crime frio e racional e não algo "passional"?

Ela "torturou muito pouco", o que implica que deveria ter torturado mais. Tortura de homens que traem as mulheres parece ser a sua sugestão, portanto. Pergunto-me se ela estaria de acordo que o mesmo fosse feito às mulheres adúlteras.

Em cima defende que a tortura que foi feita ao marido foi "muito pouco", mas aqui ela mesmo já diz que homem que tortura uma mulher "não passa de um monte de lixo". Ela pode torturar sem ser considerada "um monte de lixo", mas os homens não. Deve ser aquela "igualdade" que as feministas tanto falam.


A morte por decapitação é classificada de "é menos um".


A Lais diz que a esposa levou a cabo um crime, mas que estava certa. Se os papéis fossem invertidos, a Laís não pensaria assim.

Quando os papéis são alterados, e o assassino passa a ser o homem, muito poucas pessoas querem saber dos motivos que o levaram a fazer o que fez. Ninguém pergunta se ela o traía, se ela o tratava mal, se ela era péssima mãe ou outra coisa qualquer (factos que, mesmo a serem verdade, não justificam o assassinato).

Quando o homem é o assassino o que interessa é que ele é um homem e que é um assassino. Nada mais é preciso saber.

O Correio da Manhã informa

Executada a tiro por marido ciumento

Estava proibido pelo tribunal de se aproximar da mulher. Matou-a com quatro tiros. Mais um crime violento, desta vez na Moita. Saiba tudo no CM.

Os comentários foram os previsíveis.
Note-se que esta ignorante usa este incidente para atacar todos os homens - e não só aquele que levou a cabo o assassínio. Isto é clássico da mentalidade feminista: aquilo que os homens fazem de mau é resultado dele ser homem, no entanto aquilo que as mulheres fazem de mal é culpa da sociedade. O feminismo declara, assim, que as mulheres, ao contrário do resto da sociedade, não tem culpa nenhum dos seus actos.

Resta saber em que parte do país é que os "homens maléficos" tem liberdade para matar matar mulheres a seu "bel-prazer".


Isto implica que o problema da violência levada a cabo contra as mulheres é o resultado delas estarem em minoria nos cargos políticos e jurídicos. Se isto é assim, então como é que se justifica a violência que as mulheres levam a cabo contra os homens, que estão em maioria nos cargos políticos e jurídicos?

Entretanto, deixo aqui um texto escrito por um contacto do Facebook.



A vítima e a assassina - Para as pessoas sem noção de respeito, mulheres malucas e manginas.

O caso do executivo da Yoki que foi morto pela mulher nos mostra muita coisa de como a sociedade pensa e de como somos influenciados por uma mídia com tendências no mínimo estranhas. E isso consequentemente para pessoas inteligentes traz questões sobre novos papéis na guerra dos sexos que existe inegavelmente, sobre quem realmente oprime, sobre o papel ambíguo da mulher, entre outros factores. E isso irá ser questionado no texto abaixo.

Alguns termos novos são comuns de escutarmos por textos especialiados, tais como a misandria, que quer dizer o ódio ao homem e tudo que representa o masculino, assim como ¨brincadeiras¨e propagandas que denigrem a imagem do homem na sociedade e colocam esse como vilão sempre.

Esse termo dá origem a pessoa misândrica, em geral mulheres feministas que recusam-se a ver o homem como um par, uma pessoa necessária como ela em uma sociedade pacífica e equilibrada. Assim como existe a misandria directa, como o caso da feminista Solanas - e suas inúmeras admiradoras - que escreveu o manifesto SCUM que prega a morte e o extermínio dos homens existe o misandrismo indirecto aonde por meios de propagandas, piadinhas e brincadeiras o homem é ridicularizado, aparece citado sempre como bandido ,incapaz, inseguro e coisas assim.

Isso é muito comum e estimulado hoje pela mídia e sociedade, que nega a importância do pai em uma família (a não ser pagar contas), nega valores masculinos como honra, moral, respeito, que propaga a garotos que ser homem é dizer sempre sim as mulheres,vestir-se de modo afeminado, não ter atitude, em outras palavras, ser um capacho, um frouxo, etc.

Outro termo que também existe é a misoginia, o ódio a mulher que, em compensação ,é condenado por leis e punido severamente. Essa última expressão tem relação com o machismo, cujos seguidores acreditam serem superiores as mulheres.

Tem relação mas não são a mesma coisa. Aqui entra uma grande farsa que muitas pessoas, em geral mulheres, tentam fazer como igual. Ao questionarmos muitas mulheres com lógica e bom senso, muitos homens são tratados como machistas e que não gostam de mulher. Por outro lado é comum em muitos grupos de garotas escutarmos muitas dizendo que bateram em homens, que os usaram, os enganaram, etc e que não pode ser condenado. Isso hoje é a igualdade com relação as mulheres.

Por sorte, existem grupos de mulheres antifeminismo também mas são minoria. E muitas mulheres que dizem não ser feministas, após tanta lavagrm cerebral da mídia, acham justo o pensamento das feministas, mesmo que indirectamente, pois estão lutado pelo liberdade da mulher.Mas será que a mulher hoje é realmente oprimida? Ou vítima? (leia mais abaixo)

Outro termo comum refere-se aos homens manginas. Esse termo refere-se ao mix da expressão man mais vagina. Refere-se ao homem que dá apoio a mulher incondicionalmente só por ela ser mulher. Eles fazem isso por ter tido uma educação aonde foi ensinado que a mulher é tudo na vida e que nunca devem contrariá-las.

Eles são os homens que apoiam quando as mulheres colectivamente ridicularizam os homens falado mal deles, eles acham que é a mulher tem razão sempre, eles sempre defendem a mulher, sem questionar se ela está errada e mesmo se ela estiver eles acham algum modo de defende-la.

Ele pode ser um homem forte e alto. O caso de uma mulher que bate em um homem, algo comum hoje, e que como resposta tem o agredido revidando a agressora (a pessoa está se defendendo) faz sempre um homem aparecer e bater no outro homem ao mesmo tempo que diz¨NUNCA bate-se em mulher¨, mesmo quando tenha sido em legitima defesa e a agressora inicial tenha sido a mulher.

O mangina concorda em geral com feministas, acha justo tudo o que as feministas falam e não questiona a malícia e interesses que visam outros interesses nada românticos.Em bom português seria o cabra frouxo,covarde e capacho em virtude de aceitar o misandrismo que lhe é imposto pela mídia e grupos sociais.

Existem também o matrixiano cujo nome provém do filme Matrix.

O matrixiano vive no mundo que tem como real e nega todos esses jogo de interesses femininos. Para ele esse papo não interessa e ele nega-se a questionar os factos com lógica. Como nega a ver o que acontece no mundo concreto e com a ajuda da mídia, o matrixiano escolhe o caminho mais fácil e em geral torna-se um mangina pois quer ser aceite pelo grupo,c oisa que todo o ser humano quer e assim não questiona (manginas) quem realmente comanda (feministas e simpatizantes), no caso, a maioria.

Essa nomenclatura nasce de questões nada simples: Existe hoje a guerra dos sexos?A mulher é vítima do sistema e está realmente em condição desigual?

Na verdade a guerra dos sexos existe sim. E o politicamente correcto hoje faz somente um lado lutar em vantagem com direitos e leis para isso (as mulheres) e condena a resposta(dos homens), já que essa é vista como vítima.

Uma batalha desigual. Mas realmente o lado feminino é ou foi vítima? Existem inúmeros vídeos no YouTube que analisam essa questão e mostram por A mais B.

Sem querer aprofundar tanto podemos questionar se igualdade quer dizer privilégios. Exemplos: homem se aposentam mais tarde que as mulheres e trabalham, pagando impostos até uma idade mais alta, homens em geral fazem serviços necessários pesados e insalubres enquanto a mulher faz serviços mais leves, homens de modo obrigatório são obrigados a prestar serviço militar e são os primeiros a combater em guerras (que existem desde sempre) para defender a própria pátria e as mulheres, isso desde agora até no passado quando guerras eram mais comuns.

Normas para proteger as mulheres como priorizar uma vida feminina em botes salva-vidas, não bater em mulheres, dar a sua vida para proteger a vida de uma mulher, trabalhar duro para construir uma casa confortável para a sua esposa e até a imagem romântica de usar a própria roupa para a mulher não molhar os pés na água, ficar de joelhos pedindo em casamento, etc nos mostram que não é bem assim a verdade.

Algumas mulheres feministas e simpatizante não querem se vingar pelo que elas sofreram no passado pois elas não sofreram no passado. As mães e avós delas talvez, elas não. Hoje as feministas protestam sem argumentos, tirando a roupa como na marcha das vadias, querem que todos nós, mulheres antifeminismo e homens, concordemos com elas e ficam nesse revanchismo hipócrita de que somos iguais. São incapazes de ver que uma menina é diferente de um menino mas querem que a pobre garota se torne um. Feministas tem vergonha de terem nascido mulher.

Hoje na verdade a mulher ainda não se decidiu de que lado quer estar e esse seu rolo ambíguo é a sua maior arma. Uma hora é a super heroína fria que quer igualdade total, direitos iguais, sem aceitar limites físicos e biológicos que existem até entre pessoas do mesmo género sexual. Por outro lado já decidiu que o homem é o opressor, o bandido.

Ao entrarem em confronto directo e sem regalias como existiria em caso de uma batalha HONRADA de um homem contra outro homem, diz-se injustiçada e afirma ser mulher, vítima do sistema,q ue quer educação, bons modos, cavalheirismo,etc. Tudo ao mesmo tempo.

Os homens como foram condicionados desde a antiguidade a tratar bem as mulheres assim o fazem. Mas esquecem de ver que as mulheres de hoje possuem outros interesses que nada tem a ver com o romantismo de outros tempos e esse vítimismo na verdade é usado por conveniência.

Esse é o seu grande trunfo e arma que existe porque os homens e suas atitudes que vem sido dizimadas,fingem não se importar.Basta lembrar que existem mulheres realmente mulheres vítimas mas seus direitos e seus sofrimentos são exagerados enquanto os homens vítimas são excluídos ou ridicularizados na nossa sociedade que prega a igualdade com privilégios para umas e nunca para uns.

Mulheres foram sempre privilegiadas e hoje, com tantos direitos que já tinham, possuem ainda vantagens na guarda de crianças (mesmo se péssimas mães), ganham a propriedade da casa após a separação (no caso da lei assinada por Dilma no programa minha casa, minha vida) mesmo que tenham pago 2% das prestações e o homem 98% ,possuem a lei Maria da Penha em caso de vítimas de agressão mas muitas fingem serem vítimas sem ser ou após terem feito o homem enlouquecer com provocações, jogos psicológicos ou após agredirem um homem.

Muitas se vangloriam a viram vítimas após mutilações ou ao cometerem assassinato (caso Yoki) ainda irão ter pessoas (em geral outras mulheres e homens manginas) que justificam actos sanguinários com desculpas como: ele traiu ela.

Devemos lembrar que a assassina, a sua esposa é uma ex-prostituta, que préviamente sabia que ele era casado com uma ex-esposa. Devemos também pensar que hoje mulheres também traem seus maridos, namorados e falam isso para as amigas com vantagem. Devemos imaginar que se fosse um homem que tivesse feito algo a mulher, a sociedade não estaria achando graça ou criando desculpas para tal e praticamente todos os homens estariam sendo condenados e vistos como potencias criminosos.

E se a resposta a traição deve ser a violência desse nível e esquartejar os outros, demonstra o quanto ainda somos animais e estamos longe de sermos civilizados.


quinta-feira, 5 de julho de 2012

A dualidade de critérios da feminista Lola

A Lola escreveu há alguns meses atrás um post desesperado onde tenta (sem sucesso) criar uma distinção entre as "feministas radicais" e as "feministas não-radicais". Este exercício mental parece ser análogo a tentar criar uma linha divisória entre "nazistas radicais" e "nazistas não-radicais". A Lola parece não entender que o problema não está em ser "radical" ou não mas sim em ser feminista ou ser nazista.
Um dos métodos não-muito subtis através do qual Lola tenta esconder a natureza violenta e discriminatória do feminismo é a forma como ela define as palavras "misândria" e "feminismo". Não se sabe bem como, mas a Lola parece acreditar que é logicamente impossível ser-se ambas em simultâneo. Ela começa citando uma tal de Liana que disse:
Misândria = ódio ou desprezo pelo sexo masculino.
Feminismo = movimento que defende direitos iguais e uma vivência humana liberta de padrões opressores baseados em normas de género. Bem diferente.
Bem diferente. Ponto final. Podemos ir embora porque a Liana e Lola decidiram que uma feminista não pode ser misândrica. Claro que, como ambas as feministas sabem, quem define os termos vence o debate.
Para começar, a misandria não é só "ódio ou desprezo pelo sexo masculino" mas também a discriminação, tratamento preconceituoso e dualidade de critérios contra uma pessoa apenas e só por ser do sexo masculino. Do mesmo modo, racismo não é só "ódio ou desprezo" por uma pessoa por esta ser branca, negra ou chinesa, mas também todo o leque de actos, palavras e omissões que demonstram tratamento preferencial ou discriminatório por virtude da sua etnia.
O que a Lola e a sua companheira Liana fizeram foi definir dois termos de forma a que , por definição, o seu feminismo seja isento de acusações de misandria.
Do mesmo modo que o termo misândria foi mal definido, o termo feminismo também o foi. Para começar, o movimento feminista não "defende direitos iguais" mas sim regalias iguais entre os homens do topo e todas as mulheres.
Dito de outra forma: quando uma feminista diz que quer "direitos iguais", ela não está a falar em direitos iguais no acesso ao trabalho nas minas, nem direitos iguais na idade da reforma, nem direitos iguais no dinheiro investido no cancro da mama e no cancro da próstata, nem direitos iguais no número de casualidades nas forças policias, nas guerras e nos acidentes de trabalho, mas sim "direitos iguais" com os donos dos bancos, com os engenheiros, com os economistas e com todos os homens que, por virtude do seu esforço, talento e dedicação, atingiram elevadas posições, elevado estatuto e elevado prestígio social.
As feministas querem, assim, "direitos iguais" com estes homens em especial e não com os homens no geral.
Segundo; a "vivência humana liberta de padrões opressores" é algo definido arbitrariamente pelas feministas. Elas, tal como muitos muçulmanos, definem como "opressão" aquilo que impede o avanço da sua agenda política. Por exemplo, há feministas que classificam o casamento como algo "opressivo" para a mulher, pese embora o facto desta instituição ser a estrutura que melhor protege a mulher e as crianças, tanto fisicamente como emocionalmente.
A Lola continua:
De facto, uma coisa não tem nada a ver com a outra. Achar que feministas odeiam homens é ideia (fixa) de quem odeia o feminismo, mas está longe de ser verdade.
As feministas estão tão habituadas a fazer o papel de vítimas que não conseguem defender o feminismo sem se colocarem nesse papel. Repare-se que, de repente, definir o feminismo como um movimento misândrico faz com que a pessoa que assim opera passe a estar na posição de alguém com "ódio" ao feminismo. Com uma ligeira adulteração de definições e reenquadramento da discussão, a Lola passou a estar no papel de vítima e os MRAs passaram a estar na posição de agressores. No entanto, o "crime" dos MRAs foi apenas o de definirem correctamente os termos; devido a isto, a Lola não tem justificação para se fazer de vítima.
Na realidade, eu não conheço uma só feminista que se encaixe nesse perfil, e olha que eu conheço um monte (mais virtualmente que na vida real, mas ainda assim).
O solipsismo feminino está bem patente na frase anterior uma vez que a Lola assume que o facto dela pessoalmente não conhecer feministas que discriminam os homens, automaticamente signifique que tais feministas não existem. A verdade dos factos é que não há falta de feministas assumidas - e fora do armário - que afirmam ódio ao género masculino.
Mas lembrem-se: a Lola já definiu a misandria como algo que está fora do âmbito do feminismo portanto todas as vezes que listarmos uma feminista que defenda a misandria, a Lola dirá que ela não é uma "verdadeira feminista". Por definição, como se viu em cima, não é possível ser-se feminista e misândrica.
Isto, obviamente, é análogo ao argumento do genuíno escocês, aludido por Antony Flew:
Imaginem Hamish McDonald, um escocês, sentado a ler o seu Glasgow Morning Herald onde ele vê um artigo que diz "Maníaco Sexual de Brighton Volta a Atacar." Hamish fica chocado e declara que "Nenhum escocês faria uma coisa destas."
No dia seguinte ele encontra-se mais uma vez a ler o Glasgow Morning Herald e desta vez depara-se com um artigo em torno dum homem de Aberdeen [Escócia] cujas acções brutais fazem com que os actos do maníaco sexual Brighton pareçam cavalheirescas. Isto demonstra que Hamish estava errado na sua opinião, mas será que ele o admitirá? Nem por isso. Desta vez ele diz "Nenhum genuíno escocês faria tal coisa." [Fonte]
Quando a declaração "todos os A são B" é feita de forma a excluir todos os A que não são B, isto é assumir o que tem que ser provado. A conclusão é assumida pela definição de quem é o "genuíno A".
Semelhantemente, se a declaração "as feministas não são misândricas" é feita de forma a excluir as feministas que são misândricas, a conclusão é assumida pela definição de quem é uma "genuína feminista". Ou seja, a definição de Lola não refuta a tese de que o feminismo é um movimento misândrico uma vez que o seu argumento é logicamente inválido.
Conheço algumas mulheres que, não sei se realmente odeiam homens (quem é louc@ pra odiar metade da humanidade? Opa, os mascus!)
Para quem não sabe, a Lola toma como exemplo de "mascus" alguns doentes mentais que usurparam o nome "Silvio Koerich" para disseminar ódio e preconceito contra mulheres e contra HOMENS que agiam de forma que eles [os doentes mentais] não concordavam. A Lola realmente pensa que associar esses dois ou três perturbados mentais aos MRAs é argumento irrefutável da sua parte.
No entanto, ela está bem ciente que os MRAs não têm qualquer tipo de "parceria" nem simpatia por eles, mas ela continua a usar e abusar dessa linha de pensamento para manter as feministas do seu blogue na escuridão. Socialmente falando, não há grupos mais facilmente manipuláveis do que as mulheres que acompanham e concordam com o conteúdo dos blogues feministas.
A verdade dos factos é que não são os MRAs que nutrem ódio por metade da população mundial mas sim as feministas. Pior ainda, uma vez que as feministas dão um apoio maciço ao aborto, elas não só nutrem ódio aos homens, como também nutrem ódio aos membros do sexo feminino . O aborto, como se sabe, mata mais mulheres do que homens.
Pode-se dizer que o aborto provavelmente é o exemplo máximo do poder masculino sobre o corpo da mulher uma vez que a elite masculina esquerdista enganou as feministas de forma tão perfeita que elas agora pensam que matar os seus próprios filhos - e principalmente as filhas - é um sinal de "poder" e "liberdade".
Não deixa de ser curioso o facto de que as pessoas que mais se movem para acabar com esta matança de mulheres por métodos abortivos são os "mascus" que a Lola tanto odeia. São os homens conservadores - aliados às mulheres conservadoras - que estão na linha da frente na defesa da vida humana desde o momento da concepção. Ao dar o seu apoio ao aborto, a Lola e o seu bando de feministas dão apoio à maior opressão que está a ser feita à mulher grávida e à menina que se encontra no ventre materno.
Conheço algumas mulheres que, não sei se realmente odeiam homens mas vivem dizendo “Homem não presta”, “homem é tudo igual”, e emitindo opiniões muito desfavoráveis aos homens de forma geral. Ironicamente, nenhuma dessas mulheres é feminista. Pelo contrário, elas detestam o feminismo.
A sério? Nenhuma das mulheres que vive propagando ódio aos homens é feminista? Ou a Lola está a falar da sua vida pessoal? Se for o segundo caso, então não posso confirmar ou desmentir o que ela disse. Até pode ser que todas as mulheres que a Lola conheça na sua vida pessoal, e que digam as coisas que ela escreveu em cima, "odeiem" o feminismo. No entanto, isso não invalida o facto de haver imensas mulheres que odeiam os homens e sejam feministas confessas e assumidas.
Também não entendo por que algumas pessoas têm a necessidade de um rótulo para chamar @s “extremistas” de um movimento. Quem é extremista? Quem é radical? De acordo com que padrão?
O padrão que se usa para qualificar as feministas de extremistas é o padrão da decência, humanidade, moralidade e senso comum.
Se extremistas existem em todo e qualquer movimento, eles são minoria.
......Excepto entre aqueles que lutam contra o feminismo, não é Lola? Como uma minoria ínfima de pessoas que se opõe ao feminismo promove o que o que os MRAs rejeitam, a Lola usa a minoria para manchar todo o movimento. Ou seja, ela é culpada daquilo que ela critica nos anti-feministas. Ela usa, assim, uma dualidade de critérios gritante.
Pra essas pessoas, o próprio facto de existir um movimento social que luta por direitos já é um ato extremista.
Primeiro, o feminismo não é um "movimento social" mas sim um movimento político e económico (e lésbico). Segundo, o feminismo não luta pela "igualdade" mas pela supremacia e tratamento preferencial das mulheres à custa dos direitos dos homens e dos bebés intra-uterinos.
Essa gente ou quer manter seus privilégios intocados
Quais "privilégios" são esses? Os "privilégios" de poder ser expulso da própria casa quando uma mulher mentirosa declara que ele a batia e que abusava dos filhos? Ou será o privilégio de morrer, em média, mais cedo que a mulher "oprimida"? Ou ainda o "privilégio" de OBRIGATORIAMENTE ter que morrer pelo país? Ou será ainda o acima referido privilégio de ver as doenças que o afectam colocadas em segundo plano, enquanto as doenças que afectam as "oprimidas" recebam mais do dobro do financiamento?
A única coisa que os homens e as mulheres que se alinham contra o feminismo querem é que a retórica destrutiva, misândrica e assassina das feministas seja removida da sociedade, e que as famílias voltem a ser instituições respeitadas, protegidas e fomentadas. O feminismo é destrutivo para todos e como tal é dever de todos combater essa ideologia satânica. Não é por uma questão de "manter os privilégios" mas sim manter a sanidade da sociedade.
Os mascus, por exemplo, que têm como missão declarada destruir o feminismo, que tanto empobreceu as mulheres (eles gostariam de voltar à década de 1950), só conhecem uma feminista: Valerie Solanas.
Aparentemente a Lola pensa que os MRAs são tão burros como as suas leitoras. Não, Lola, os MRAs, infelizmente, conhecem muitas outras feministas que propagam o ódio, a discriminação e o preconceito contra os homens.
E de facto, a Lola tem razão num coisa: os MRAs - tanto os homens como as mulheres - têm como missão destruir o feminismo. Claro que estamos cientes que, como o feminismo não tem origens humanas, esse movimento baseado no ódio nunca será totalmente destruído por mãos humanas. O melhor que os homens e as mulheres que activamente lutam contra o ódio feminista podem fazer é conter este mal até a restauração da ordem original.
Eles têm muito mais familiaridade com a Solanas do que eu.
Irrelevante. Ninguém disse que a Lola sabia tudo sobre a feminista Solanas. A questão não é "quantas feministas é que a Lola conhece" mas sim "o feminismo é um movimento misândrico".
Apesar de eu me considerar feminista desde criancinha, só ouvi falar na Solanas quando vi um filme independente, Um Tiro para Andy Warhol. E no filme o mais importante é o que tá no título (ela atirou num artista super conhecido; felizmente não conseguiu matá-lo), não que ela é feminista.
Então a Lola concorda que a Solanas era uma feminista, o que já é bom.
Dizer que o "importante" no filme é o título é falso. O filme só se tornou conhecido devido ao ódio feminista que a Solanas subscrevia. Todos os anos várias pessoas famosas são vítimas de algum tipo de violência, mas ninguém se lembra de fazer filmes em torno delas. Este filme retrata a ideologia feminista em práctica no mundo real.
Ela escreveu um manifesto chamado SCUM, cujas iniciais talvez (isso não está em nenhum lugar do livro) signifiquem Society For Cutting Up Men (Sociedade para Mutilar os Homens).
"Talvez", diz a Lola. Se calhar SCUM queria dizer "Society For Cuddling Up Men"? Ou então "Society For Choosing Up Men"?
Sinceramente, a Lola faz-se de burra [para as suas leitoras] mas a sua táctica não engana ninguém. É claro que SCUM quer dizer "Society For Cutting Up Men" e foi dessa forma que as feministas o entenderam desde o inicio. Mas vamos assumir que o título tem outro significa só conhecido da Solanas. Quantas feministas é que a Lola já viu darem a essa sigla outro significado? Se as próprias feminazistas assumem a misandria dessas iniciais, porque é que a Lola se tenta fazer de ignorante quando ela sabe bem qual é a verdade?
O manifesto é absurdo, e muita gente acha que Solanas estava sendo sarcástica.
O que "muita gente" [feministas exclusivamente] pensa do manifesto é irrelevante. O que interessa é que o mesmo foi escrito por uma das líderes do movimento feminista, que colocou em práctica o seu ódio tentando matar um homem inocente. Palpito que quando as evidências se tornarem demasiado óbvias para serem rejeitadas, a Lola tente encontrar outro tipo de justificação para o que a feminista Solanas fez ao homem Andy Warhol. Se calhar o culpado foi o Andy. Quem lhe manda encontrar-se à frente da arma de Solanas?
Obviamente quem pensa que todas as feministas são como Solanas creem que ela estava falando seríssimo.
Não, nós não assumimos que todas as feministas querem propagar o seu ódio através do uso de armas ou através da via escrita. Nós estamos bem cientes que há outras feministas que propagam o seu ódio com blogues e com vídeos.

Além disso, se a Lola acha que Solanas não estava "falando seríssimo", então a Lola é que tem que demonstrar isso. Até lá, e como Solanas levou a cabo a sua misandria tentando matar Andy Warhol, vamos assumir que a feminista assassina Solanas estava a falar a sério.
De um jeito ou de outro, achar que Solanas representa o feminismo, que ela é sequer um nome importante, é tão ridículo quanto dizer que Jack o Estripador representa os homens.
Semelhantemente, achar os "sactus" representam os MRAs, que eles sequer sejam nomes importantes, é tão ridículo quanto dizer que Solanas é um nome menor dentro do movimento feminista.
Nunca vi o termo “feminista radical” (ou seu insulto pesado, feminazi, criado por Rush Limbaugh, um dos maiores reaças americanos) ser usado com um mínimo de bom senso.
Deixa-me repetir o que já disse em cima: o que a Lola viu ou deixou de ver é irrelevante. A Lola tem que se aperceber que há um mundo para além das suas experiências pessoas, subjectivas e relativas. Usar os seus sentimentos como argumento é logicamente ridículo. Se a Lola acha que sim, então eu posso dizer:
"Eu pessoalmente nunca vi o termo feminista radical ou o termo feminazi serem usados SEM o mínimo de bom senso."
Ele é empregado toda vez em que uma feminista não fica lá, quietinha no seu canto, calada e fofinha, deixando que os homens falem por ela, ou quando critica alguém.
Não; nós usamos esse termo sempre que uma feminista defende, financia ou mata um bebé inocente (aborto), ou quando ela dispara contra um homem inocente, ou quando elas usam o sistema legal como força bruta contra os homens ou outras mulheres, ou quando elas invadem e incendeiam edifícios Cristãos - em nome da igualdade, obviamente - ou quando elas nos ameaçam com processos legais apenas e só por usar a suas palavras contra ela.
Tem quem defenda o uso de femista pra diferenciar feministas de mulheres que odeiam homens. Nunca usei femista e não sei de onde veio, mas desconfio que foi da mente torpe de alguém sem apreço pelo feminismo,
Na verdade, o termo "femismo" foi criado para identificar as feministas violentas e radicais. Curiosamente, foi um termo criado pelas próprias feministas como forma de gerarem a inexistente linha divisória entre as "radicais" e as "não-radicais". Mais uma vez, a Lola tenta distanciar-se da génese dum termo que teve a sua origem junto das mulheres que se identificam com o mesmo feminismo que a Lola subscreve.
Nessa confusão sobre o que é feminismo radical se misturam outras besteiras. Por exemplo, isso de achar que toda mulher é feminista.
Quem faz esse erro - mais uma vez - são as feministas Elas é que se auto-conferiram a posição de "falar pelas mulheres" [como se ódio pelos homens fosse algo endémico das mulheres e não algo aprendido]. Felizmente, a maior parte dos MRAs está bem ciente que, apesar de serem muito poucas, já há um número relativamente considerável de mulheres que se alinham contra o feminazismo. Esperemos que o número aumente.
A gente sabe que não é, e que inclusive tá cheio de mulher com os mesmos valores machistas dos homens.
Onde é que elas estão? O que é uma mulher machista? Devem ser as mulheres bonitas.
No universo da Lola, a mulher só pode ser duas coisas: feminista como ela, ou machista. Não passa pela cabeça da Lola que uma mulher possa ser contra o feminismo e contra o machismo. Por definição e por coerência, quem é contra a discriminação, tem que ser contra o feminismo uma vez que o feminismo é um movimento discriminatório.
Quem é a favor do feminismo não tem argumentos contra quem é a favor da discriminação contra as mulheres. Do mesmo modo, não se pode ser contra o racismo mas ser-se a favor do KKK, do nacional-socialismo ou dos Black Panthers. A Lola, ao dar o seu apoio ao feminismo, não tem autoridade para criticar os homens que injustamente discriminam as mulheres.
Mas, na hora de atacar femininista, vale tudo ― até inventar que mulheres num programa de TV americano que riram de um pênis decepado seriam feministas. Essas mulheres nunca se declararam feministas.
Mesmo que elas se declarassem feministas, e escrevessem livros a dizer como sentiram prazer em fazer pouco do sofrimento masculino, a Lola provavelmente diria que elas "não são bem feministas" ou que "o que elas dizem é manifesto é absurdo, e muita gente acha que essas mulheres estava sendo sarcásticas." O padrão parece ser este:
  • Negação: "Elas não disseram que eram feministas!"
  • Realização: "Sim, elas eram feministas mas . . "
  • Desculpabilização: "Ninguém as levou a sério" ; "era sarcasmo".
  • Culpabilização: "A culpa foi dos homens. Quem lhes manda gravar as mulheres enquanto elas se riam do sofrimento do outro homem?"
Além disso é preciso levar uma coisa em consideração: o clima misândrico que prospera na elite ocidental, inclusive no mundo das artes, é consequência lógica da retórica feminista que permeia a nossa sociedade. A Lola pode achar que para que o feminismo seja responsabilizado por um acto é necessário que as perpetradoras publicamente se afirmem como feministas, mas a realidade dos factos hoje em dia isso já não é assim.
Se as mulheres crescem num ambiente onde os homens são constante demonizados, e o seu sofrimento relativizado, a questão já não se centra no facto dela se identificar como feminista mas sim se ela declaradamente rejeita o feminismo. Da forma como as coisas estão hoje em dia, todas as mulheres são feministas ou simpatizantes com o feminismo até que ela prove o contrário. Isto não é uma forma de estigmatizar a mulher, mas sim uma forma de proteger o homem. Basta tomar a própria Lola como exemplo quando ela diz se "considerar feminista desde criancinha."
Por fim, chegamos ao real ponto do post da Lola:
Rir de pênis decepados, sacanear homens, objetificar homens, odiar homens, piadinha sobre homem incapaz, comercial de produtos de limpeza tratando homens como incompetentes (e assim perpetuando a lenda de que só mulher pode cuidar da casa) ― nada disso é feminismo.
TUDO isto é consequência lógica do feminismo e da sua atitude misândrica. Quantas feministas PUBLICAMENTE se revoltaram contra o riso daqueles mulheres? Quantas feministas PUBLICAMENTE lutam contra a discriminação e o preconceito contra os homens e em favor da reforma do sistema de saúde e do sistema legal de modo a que os homens não sejam prejudicados? Quantas, Lola? Listas aí os seus nomes para nós vejamos.

Conclusão:

Todo o choradinho do post da Lola resume-se a isto: as feministas não querem tomar responsabilidade pelos seus actos. Quando elas matam, odeiam, perseguem, torturam ou fazem vídeos preconceituosos, a culpa não é do feminismo; é do vizinho do lado. Mesmo que as perpetradoras se identifiquem 100% feministas, ou que elas sigam à letra a filosofia feminista, tal como a mesma foi sempre entendida, a Lola acha que ela pode descartá-las como feministas apenas e só porque elas foram ou são violentas.
Curiosamente, no caso dos "sanctus", a Lola faz exactamente o contrário: apesar desses anormais terem sido PUBLICAMENTE e CONSTANTEMENTE criticados pelos MRAs - culminando na sua expulsão dos fóruns e dos grupos do orkut - a Lola não tem problemas nenhuns em usá-los como exemplos clássicos do que é um masculinista. A internet está cheia de blogues que revelam a verdadeira natureza dos propósitos masculinistas (*, *, *) mas destes a Lola não fala; só dos sanctus.
Muito bem. Se ela pode usar essa forma de "pensar" em relação aos homens que criticam o feminismo, ela que não se admire se os seus inimigos ideológicos fizerem o mesmo em relação a si e as feministas violentas que pertencem ao movimento que ela subscreve - especialmente se levarmos em conta que há mais afinidade ideológica entre Valerie Solanas e Lola Aronovich do que entre os "sanctus" e o comum MRA lusófono.


quinta-feira, 7 de junho de 2012

A misândria do sistema legal

Duas histórias bastante reveladoras.

Homem inocente que esteve preso durante 17 anos - depois de ter sido erradamente condenado por violação - não só não terá qualquer tipo de compensação pelo tempo que esteve, como está na obrigação de pagar $111,000 por suporte infantil (pensão) em atraso.

Alan Northrop e o co-réu Larry Davis foram presos em 1993 pouco depois da violação duma mulher em Vancouver, Washington State. Em Julho desse ano o par recebeu sentenças superiores a 23 anos depois de terem sido condenados por violação em primeiro grau, rapto e roubo.

Mas numa reviravolta dramática no ano passado, e devido às recentes evidências de DNA que entretanto surgiram, o Ministério Público de Washington State foi forçado a retirar as sentenças que pendiam sobre ambos. Os testes de ADN mostraram que as células epidérmicas encontradas nas unhas da vítima pertenciam a outro (desconhecido) homem. Os homens foram ,devido a isso, colocados em liberdade depois de terem passado 17 anos na prisão.

Mas o alívio de Northrop foi de pouca duração. Segundo as leis de Washington, os ex-presidiários exonerados podem tentar iniciar processos legais devido aos danos causados, mas tais casos raramente são bem sucedidos uma vez que é preciso provar que houve má-conduta intencional por parte das forças policiais.

Em vez disso, Northrop ficou a saber que devia $111,000 em pensão infantil em atraso. Cerca de metade desse dinheiro pertence à mãe da criança e a outra metade ele deve ao estado (que ajudou a suportar a família enquanto ele esteve injustamente preso).


Alan Northrop: duplamente prejudicado pelo sistema legal misândrico.

. . . . . . . . . . . . .

Em 2009 o bebé Alex Sutherland, 13 meses, foi encontrado morto no seu carrinho de bebé em frente a um ribombante fogo. Ele encontrava-se morto há pelo menos 3 dias e o seu pequeno corpo estava carbonizado e queimado. Ele havia sofrido de assaduras severas e tinha nódoas negras na cabeça e no corpo (indicando que era alvo de violência doméstica).

A sua mãe, Tracey Sutherland, 39 anos e uma antiga farmacêutica, foi encontrada a andar à chuva, de pijamas e a cheirar a álcool.

Ela foi sentenciada a 27 anos meses de "prisão".



* * * * * * *

E esta é a sociedade que as feministas classificam de "machista", onde as mulheres alegadamente são tratadas abaixo de cão e "oprimidas" pelo "patriarcado".

Se isto é opressão, como será a supremacia e o tratamento preferencial?


domingo, 1 de abril de 2012

Grupo esquerdista alemão quer ver igrejas a arder

Um apelo online em favor de se "verem igrejas a arder" foi publicado num "Desejo de Natal" de 2011 por parte dum grupo esquerdista com o nome de ‘Antifa Freiburg’:
Não abdicaremos da esperança de observarmos um milagre [de Natal], de modo a que nos possamos aquecer com o brilho de igrejas a arder.
Havendo recebido várias queixas por parte de Cristãos que recearam que estes incitamentos, se não punidos de forma rápida, pudessem ser postos em práctica, um promotor público deu início a um inquérito. No entanto, pouco depois de terem iniciado o dito inquérito, as autoridades locais tomaram a decisão de arquivar o incidente, afirmando que os desejos do grupo Antifa Freiburg "em ver igrejas a arder no próximo ano" foram só "publicações de mau gosto que, não sendo direccionadas contra uma pessoa particular ou igreja particular, não eram relevantes para a lei criminal."

Reparem no que este promotor não disse; ele convenientemente deixou de fora a expressão "grupo particular" porque isso seria suficiente para continuar com as "incómodas" investigações. Ele teve o cuidado de dizer "pessoa particular" e "igreja particular" como justificação para cancelar o inquérito visto que, na verdade, a ameaça não ataca nenhuma pessoa individual e nem especifica uma igreja por nome.

No entanto. qualquer pessoa se apercebe que este "motivo" para abandonar as investigações são uma farsa esquerdista porque a ameaça é dirigida a um grupo específico - os Cristãos. Se o mesmo tipo de ameaças fossem dirigidas às sinagogas, qualquer pessoa não ébria com o vinho marxista cultural veria que isso era uma ameaça dirigida aos judeus como grupo específico - apesar de não ser dirigido a um judeu em particular nem a uma sinagoga específica.

Para além disso, disseram as autoridades, seria difícil determinar o autor dos desejos de natal visto que o grupo Antifa Freiburg publica a sua propaganda incendiária num servidor situado na Islândia.

A impunidade gera o crime. A recusa do promotor público em investigar este caso foi tomado como um encorajamento por parte do auto-intitulado grupo "anti-fascista" (que, a julgar pelas suas acções, são a versão moderna dos Sturmabteilung). Como é que sabemos que o grupo tomou este gesto do promotor como um sinal de encorajamento? Ora, porque o mesmo grupo "anti-fascista" publicou outra declaração incendiária apelando à queima das instalações da Kath.net - o website que reportou o caso.

É fácil de imaginar o tipo de acções que os promotores públicos da maioria dos países europeus levariam a cabo se por acaso o mesmo tipo de apelos à violência tivessem sido dirigidos a muçulmanos, homossexuais, minorias étnicas ou outro "grupo protegido" da esquerda politica. Os Cristãos, no entanto, não são (nem querem ser) um dos "grupos-vítima" da esquerda militante, e como tal, grupos esquerdistas sentem-se perfeitamente à vontade para propagar o ódio contra eles.

O anti-Cristianismo actual, semelhante ao anti-semitismo do nacional-socialista Adolf Hitler, vai ter (e já está a ter) consequências graves se não for combatido de forma firme HOJE.

O "Observatory on Intolerance and Discrimination against Christians", um instituto de pesquisa não-governamental, publicou recentemente um relatório em torno dos crimes de ódio e da violência. O que foi apurado é que os Cristãos, e não um dos grupos normalmente catalogados como "oprimidos", são as vítimas mais comuns do discurso de ódio e da violência.

Sem surpresa algum, a fatia de leão do ódio dirigido aos Cristão na Europa é emitido por grupos da esquerda militante - feministas, activistas homossexuais, aborcionistas, etc.

Não é preciso viajar até a um país maometano para encontrarmos Cristãos expostos à perseguição e à intolerância. Nós podemos encontrar o mesmo ódio e atitude genocida em países outrora Cristãos como a Alemanha.

Pior que isso, as autoridades que deveriam monitorizar este tipo de comportamento não parecem excepcionalmente empenhadas em defender a integridade física dos Cristãos.

O marxismo cultural está a avançar tal como planeado.

Fonte

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Vêr também: Ateísmo militante: criminoso e violento.


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