
Como tal, numa sociedade sã - isto, a maioria delas até os finais do século 20 - as mulheres são impedidas dos trabalhos mais perigosos e os homens fazem o "trabalho sujo".


Apenas 15% dos pilotos da SAA são negros, e isto inclui indianos e os coloridos. Os restantes são brancos, e 91% são homens.
Ledwaba disse que a SAA aceitaria pilotos brancos masculinos quando aparecessem vagas que não pudessem ser preenchidas com pessoas de outras raças.
Foi perguntado o porquê das candidaturas dos brancos estarem a ser rejeitadas de modo consistente. Um pai irritado ligou ao jornal Beeld para se queixar do facto do seu filho, que tinha licença de piloto comercial e cumpria os critérios educacionais e físicos, ter sido rejeitado apenas e só por ser branco.
Tomando as palavras do pai como base para a sua investigação, o jornal enviou candidaturas falsas à SAA. Depois da informação ter sido cruzada e verificada, o jornal apurou que o formulário online havia sido programado para rejeitar aplicações provenientes de brancos.
Família britânica que vive na colónia das Bermudas há mais de 20 anos foi ordenada a abandonar o país uma vez que o governo está a desenvolver esforços para reduzir a presença de imigrantes provenientes da Grã-Bretanha.
Antes de serem expulsos
Stephen e Kirsty Tomlinson e os seus dois filhos ficaram a saber que tinham pouco menos de um mês para abandonar a ilha do norte do Atlântico depois do seu local de trabalho ter ardido. Agora, depois de regressarem, o casal trocou as praias cheias de Sol pelo cimento da casa do sr Tomlinson em Hull - Este de Yorkshire.Eles foram ordenados a sair do país, embora a sua filha Holy, de 12 anos, e o seu filho Joseph, de 6, tenham ambos nascido nas Bermudas.
Tendo este gesto das Bermudas como exemplo, é simplesmente ridículo que as nações europeias sejam qualificadas de "racistas" por fazerem o que as outras nações não-europeias fazem. Não só não é imoral, como não é impossível.
Note-se que, mal o homem perdeu o emprego, ele ficou a saber que tinha cerca de 1 mês para sair do país, embora os seus dois filhos tenham nascido no país. Note-se também que local de nascimento não é o suficiente para proporcionar cidadania.

* * * * * * *
Sinceramente não sei o porquê dos portugueses ainda ficarem neste país totalmente imerso no ódio racial contra os brancos. Será que eles não se apercebem que o seu tempo por lá acabou? Não é possível viver lado a lado com pessoas que te odeiam por seres como és (branco, negro, chinês, indiano, cigano, etc) - e não por causa daquilo que acreditas ou aquilo que fizeste.
Tal como as coisas estão, citando o blogue Dextra, "Eles contam com o silêncio de toda a grande média ocidental e com o apoio velado ou explícito de toda as classes conversadeiras nas academias, na imprensa, nos governos esquerdistas e nas ONGs ocidentais que, pelo menos desde os anos 60, fomentam o ressentimento e o ódio dos negros e outros grupos não brancos contra os eurodescendentes."
Isto faz parte da agenda marxista tendo em vista a nivelação da cultura mundial ao mínimo denominador comum. Os agentes marxistas não fazem isto porque se preocupam com os negros, mas sim como forma de destruir a identidade e a superior civilização Ocidental - tradicionalmente mais difícil de se submeter às mentiras esquerdistas.
Dito de outra forma: como não conseguem fazer a revolução com os brancos/Cristãos/Judeus/heterossexuais/etc, eles [os engenheiros marxistas] buscam outros "oprimidos" com os quais possam fazer aquilo que um dos líderes da Escola de Frankfurt tinha em mente quando perguntou: "Quem nos livrará da civilização ocidental?"
Foi uma longa espera mas parece que já há um leque enorme de "oprimidos" prontos a fazer isso mesmo.
O mais estranho não é o facto de haver feministas que desculpabilizam a violência feminina, mas sim o facto de toda a sociedade pactuar com essa mentalidade - directamente ou indirectamente.
Há alguns dias atrás Marcos Kitano Matsunaga foi brutalmente assassinado por uma mulher com o nome de Elize Ramos Kitano Matsunaga. Alegadamente, os motivos que levaram ao assassinato prendiam-se com a traição a que ela foi alvo por parte dele.
Inicialmente, as pessoas atribuíram a morte de Marcos ao alegado estado de espírito da mulher traída, mas à medida que os dias foram passando, tornou-se claro que o assassinato foi mais macabro do que inicialmente se pensava.
O tiro que Marcos recebeu foi dado de cima para baixo, o que leva as forças policias a inferir que ele foi apanhado de surpresa no momento que a sua esposa disparou. Mas o seu sofrimento não acabou aqui. A mulher, notando que o marido ainda estava vivo após o tiro, pegou numa faca e decapitou o seu marido.
Independentemente das preferências ideológicas das pessoas, não passa pela cabeça de ninguém defender uma pessoa (homem ou mulher) que toma a lei nas suas mãos e decapita o cônjuge devido à violação dos votos de casamento.
Mas, claro, isso era antes da desvalorização do homem - e divinização da mulher - ter tomado conta da arena pública. Hoje em dia é normal acusar-se o homem assassinado como o "culpado" pela sua própria morte.
Para se ver este tipo de mentalidade, basta ver como reagiram alguns membros do grupo do Facebook com o nome de Elize Ramos Kitano Matsunaga. O que se seguem são alguns dos comentários lá presentes.
Entretanto, e como dito em cima,à medida que os dias foram passando, foram surgindo mais dados em relação ao caso - o que poderia levar as pessoas mais sensatas a alterar a sua posição.
Mas factos não interessam para quem já tem a mentalidade fixa no conceito "homem = mau", "mulher = anjo".
Quando os papéis são alterados, e o assassino passa a ser o homem, muito poucas pessoas querem saber dos motivos que o levaram a fazer o que fez. Ninguém pergunta se ela o traía, se ela o tratava mal, se ela era péssima mãe ou outra coisa qualquer (factos que, mesmo a serem verdade, não justificam o assassinato).
Quando o homem é o assassino o que interessa é que ele é um homem e que é um assassino. Nada mais é preciso saber.
O Correio da Manhã informa
Executada a tiro por marido ciumentoOs comentários foram os previsíveis.Estava proibido pelo tribunal de se aproximar da mulher. Matou-a com quatro tiros. Mais um crime violento, desta vez na Moita. Saiba tudo no CM.
Entretanto, deixo aqui um texto escrito por um contacto do Facebook.
O caso do executivo da Yoki que foi morto pela mulher nos mostra muita coisa de como a sociedade pensa e de como somos influenciados por uma mídia com tendências no mínimo estranhas. E isso consequentemente para pessoas inteligentes traz questões sobre novos papéis na guerra dos sexos que existe inegavelmente, sobre quem realmente oprime, sobre o papel ambíguo da mulher, entre outros factores. E isso irá ser questionado no texto abaixo.
Alguns termos novos são comuns de escutarmos por textos especialiados, tais como a misandria, que quer dizer o ódio ao homem e tudo que representa o masculino, assim como ¨brincadeiras¨e propagandas que denigrem a imagem do homem na sociedade e colocam esse como vilão sempre.
Esse termo dá origem a pessoa misândrica, em geral mulheres feministas que recusam-se a ver o homem como um par, uma pessoa necessária como ela em uma sociedade pacífica e equilibrada. Assim como existe a misandria directa, como o caso da feminista Solanas - e suas inúmeras admiradoras - que escreveu o manifesto SCUM que prega a morte e o extermínio dos homens existe o misandrismo indirecto aonde por meios de propagandas, piadinhas e brincadeiras o homem é ridicularizado, aparece citado sempre como bandido ,incapaz, inseguro e coisas assim.
Isso é muito comum e estimulado hoje pela mídia e sociedade, que nega a importância do pai em uma família (a não ser pagar contas), nega valores masculinos como honra, moral, respeito, que propaga a garotos que ser homem é dizer sempre sim as mulheres,vestir-se de modo afeminado, não ter atitude, em outras palavras, ser um capacho, um frouxo, etc.
Outro termo que também existe é a misoginia, o ódio a mulher que, em compensação ,é condenado por leis e punido severamente. Essa última expressão tem relação com o machismo, cujos seguidores acreditam serem superiores as mulheres.
Tem relação mas não são a mesma coisa. Aqui entra uma grande farsa que muitas pessoas, em geral mulheres, tentam fazer como igual. Ao questionarmos muitas mulheres com lógica e bom senso, muitos homens são tratados como machistas e que não gostam de mulher. Por outro lado é comum em muitos grupos de garotas escutarmos muitas dizendo que bateram em homens, que os usaram, os enganaram, etc e que não pode ser condenado. Isso hoje é a igualdade com relação as mulheres.
Por sorte, existem grupos de mulheres antifeminismo também mas são minoria. E muitas mulheres que dizem não ser feministas, após tanta lavagrm cerebral da mídia, acham justo o pensamento das feministas, mesmo que indirectamente, pois estão lutado pelo liberdade da mulher.Mas será que a mulher hoje é realmente oprimida? Ou vítima? (leia mais abaixo)
Outro termo comum refere-se aos homens manginas. Esse termo refere-se ao mix da expressão man mais vagina. Refere-se ao homem que dá apoio a mulher incondicionalmente só por ela ser mulher. Eles fazem isso por ter tido uma educação aonde foi ensinado que a mulher é tudo na vida e que nunca devem contrariá-las.
Eles são os homens que apoiam quando as mulheres colectivamente ridicularizam os homens falado mal deles, eles acham que é a mulher tem razão sempre, eles sempre defendem a mulher, sem questionar se ela está errada e mesmo se ela estiver eles acham algum modo de defende-la.
Ele pode ser um homem forte e alto. O caso de uma mulher que bate em um homem, algo comum hoje, e que como resposta tem o agredido revidando a agressora (a pessoa está se defendendo) faz sempre um homem aparecer e bater no outro homem ao mesmo tempo que diz¨NUNCA bate-se em mulher¨, mesmo quando tenha sido em legitima defesa e a agressora inicial tenha sido a mulher.
O mangina concorda em geral com feministas, acha justo tudo o que as feministas falam e não questiona a malícia e interesses que visam outros interesses nada românticos.Em bom português seria o cabra frouxo,covarde e capacho em virtude de aceitar o misandrismo que lhe é imposto pela mídia e grupos sociais.
Existem também o matrixiano cujo nome provém do filme Matrix.
O matrixiano vive no mundo que tem como real e nega todos esses jogo de interesses femininos. Para ele esse papo não interessa e ele nega-se a questionar os factos com lógica. Como nega a ver o que acontece no mundo concreto e com a ajuda da mídia, o matrixiano escolhe o caminho mais fácil e em geral torna-se um mangina pois quer ser aceite pelo grupo,c oisa que todo o ser humano quer e assim não questiona (manginas) quem realmente comanda (feministas e simpatizantes), no caso, a maioria.
Essa nomenclatura nasce de questões nada simples: Existe hoje a guerra dos sexos?A mulher é vítima do sistema e está realmente em condição desigual?
Na verdade a guerra dos sexos existe sim. E o politicamente correcto hoje faz somente um lado lutar em vantagem com direitos e leis para isso (as mulheres) e condena a resposta(dos homens), já que essa é vista como vítima.
Uma batalha desigual. Mas realmente o lado feminino é ou foi vítima? Existem inúmeros vídeos no YouTube que analisam essa questão e mostram por A mais B.
Sem querer aprofundar tanto podemos questionar se igualdade quer dizer privilégios. Exemplos: homem
Normas para proteger as mulheres como priorizar uma vida feminina em botes salva-vidas, não bater em mulheres, dar a sua vida para proteger a vida de uma mulher, trabalhar duro para construir uma casa confortável para a sua esposa e até a imagem romântica de usar a própria roupa para a mulher não molhar os pés na água, ficar de joelhos pedindo em casamento, etc nos mostram que não é bem assim a verdade.
Algumas mulheres feministas e simpatizante não querem se vingar pelo que elas sofreram no passado pois elas não sofreram no passado. As mães e avós delas talvez, elas não. Hoje as feministas protestam sem argumentos, tirando a roupa como na marcha das vadias, querem que todos nós, mulheres antifeminismo e homens, concordemos com elas e ficam nesse revanchismo hipócrita de que somos iguais. São incapazes de ver que uma menina é diferente de um menino mas querem que a pobre garota se torne um. Feministas tem vergonha de terem nascido mulher.
Hoje na verdade a mulher ainda não se decidiu de que lado quer estar e esse seu rolo ambíguo é a sua maior arma. Uma hora é a super heroína fria que quer igualdade total, direitos iguais, sem aceitar limites físicos e biológicos que existem até entre pessoas do mesmo género sexual. Por outro lado já decidiu que o homem é o opressor, o bandido.
Ao entrarem em confronto directo e sem regalias como existiria em caso de uma batalha HONRADA de um homem contra outro homem, diz-se injustiçada e afirma ser mulher, vítima do sistema,q ue quer educação, bons modos, cavalheirismo,etc. Tu
Os homens como foram condicionados desde a antiguidade a tratar bem as mulheres assim o fazem. Mas esquecem de ver que as mulheres de hoje possuem outros interesses que nada tem a ver com o romantismo de outros tempos e esse vítimismo na verdade é usado por conveniência.
Esse é o seu grande trunfo e arma que existe porque os homens e suas atitudes que vem sido dizimadas,fingem não se importar.Basta lembrar que existem mulheres realmente mulheres vítimas mas seus direitos e seus sofrimentos são exagerados enquanto os homens vítimas são excluídos ou ridicularizados na nossa sociedade que prega a igualdade com privilégios para umas e nunca para uns.
Mulheres foram sempre privilegiadas e hoje, com tantos direitos que já tinham, possuem ainda vantagens na guarda de crianças (mesmo se péssimas mães), ganham a propriedade da casa após a separação (no caso da lei assinada por Dilma no programa minha casa, minha vida) mesmo que tenham pago 2% das prestações e o homem 98% ,possuem a lei Maria da Penha em caso de vítimas de agressão mas muitas fingem serem vítimas sem ser ou após terem feito o homem enlouquecer com provocações, jogos psicológicos ou após agredirem um homem.
Muitas se vangloriam a viram vítimas após mutilações ou ao cometerem assassinato (caso Yoki) ainda irão ter pessoas (em geral outras mulheres e homens manginas) que justificam actos sanguinários com desculpas como: ele traiu ela.
Devemos lembrar que a assassina, a sua esposa é uma ex-prostituta, que préviamente sabia que ele era casado com uma ex-esposa. Devemos também pensar que hoje mulheres também traem seus maridos, namorados e falam isso para as amigas com vantagem. Devemos imaginar que se fosse um homem que tivesse feito algo a mulher, a sociedade não estaria achando graça ou criando desculpas para tal e praticamente todos os homens estariam sendo condenados e vistos como potencias criminosos.
E se a resposta a traição deve ser a violência desse nível e esquartejar os outros, demonstra o quanto ainda somos animais e estamos longe de sermos civilizados.
Misândria = ódio ou desprezo pelo sexo masculino.Bem diferente. Ponto final. Podemos ir embora porque a Liana e Lola decidiram que uma feminista não pode ser misândrica. Claro que, como ambas as feministas sabem, quem define os termos vence o debate.
Feminismo = movimento que defende direitos iguais e uma vivência humana liberta de padrões opressores baseados em normas de género. Bem diferente.
De facto, uma coisa não tem nada a ver com a outra. Achar que feministas odeiam homens é ideia (fixa) de quem odeia o feminismo, mas está longe de ser verdade.As feministas estão tão habituadas a fazer o papel de vítimas que não conseguem defender o feminismo sem se colocarem nesse papel. Repare-se que, de repente, definir o feminismo como um movimento misândrico faz com que a pessoa que assim opera passe a estar na posição de alguém com "ódio" ao feminismo. Com uma ligeira adulteração de definições e reenquadramento da discussão, a Lola passou a estar no papel de vítima e os MRAs passaram a estar na posição de agressores. No entanto, o "crime" dos MRAs foi apenas o de definirem correctamente os termos; devido a isto, a Lola não tem justificação para se fazer de vítima.
Na realidade, eu não conheço uma só feminista que se encaixe nesse perfil, e olha que eu conheço um monte (mais virtualmente que na vida real, mas ainda assim).O solipsismo feminino está bem patente na frase anterior uma vez que a Lola assume que o facto dela pessoalmente não conhecer feministas que discriminam os homens, automaticamente signifique que tais feministas não existem. A verdade dos factos é que não há falta de feministas assumidas - e fora do armário - que afirmam ódio ao género masculino.
Imaginem Hamish McDonald, um escocês, sentado a ler o seu Glasgow Morning Herald onde ele vê um artigo que diz "Maníaco Sexual de Brighton Volta a Atacar." Hamish fica chocado e declara que "Nenhum escocês faria uma coisa destas."No dia seguinte ele encontra-se mais uma vez a ler o Glasgow Morning Herald e desta vez depara-se com um artigo em torno dum homem de Aberdeen [Escócia] cujas acções brutais fazem com que os actos do maníaco sexual Brighton pareçam cavalheirescas. Isto demonstra que Hamish estava errado na sua opinião, mas será que ele o admitirá? Nem por isso. Desta vez ele diz "Nenhum genuíno escocês faria tal coisa." [Fonte]
Conheço algumas mulheres que, não sei se realmente odeiam homens (quem é louc@ pra odiar metade da humanidade? Opa, os mascus!)Para quem não sabe, a Lola toma como exemplo de "mascus" alguns doentes mentais que usurparam o nome "Silvio Koerich" para disseminar ódio e preconceito contra mulheres e contra HOMENS que agiam de forma que eles [os doentes mentais] não concordavam. A Lola realmente pensa que associar esses dois ou três perturbados mentais aos MRAs é argumento irrefutável da sua parte.
Conheço algumas mulheres que, não sei se realmente odeiam homens mas vivem dizendo “Homem não presta”, “homem é tudo igual”, e emitindo opiniões muito desfavoráveis aos homens de forma geral. Ironicamente, nenhuma dessas mulheres é feminista. Pelo contrário, elas detestam o feminismo.A sério? Nenhuma das mulheres que vive propagando ódio aos homens é feminista? Ou a Lola está a falar da sua vida pessoal? Se for o segundo caso, então não posso confirmar ou desmentir o que ela disse. Até pode ser que todas as mulheres que a Lola conheça na sua vida pessoal, e que digam as coisas que ela escreveu em cima, "odeiem" o feminismo. No entanto, isso não invalida o facto de haver imensas mulheres que odeiam os homens e sejam feministas confessas e assumidas.
Também não entendo por que algumas pessoas têm a necessidade de um rótulo para chamar @s “extremistas” de um movimento. Quem é extremista? Quem é radical? De acordo com que padrão?O padrão que se usa para qualificar as feministas de extremistas é o padrão da decência, humanidade, moralidade e senso comum.
Se extremistas existem em todo e qualquer movimento, eles são minoria.......Excepto entre aqueles que lutam contra o feminismo, não é Lola? Como uma minoria ínfima de pessoas que se opõe ao feminismo promove o que o que os MRAs rejeitam, a Lola usa a minoria para manchar todo o movimento. Ou seja, ela é culpada daquilo que ela critica nos anti-feministas. Ela usa, assim, uma dualidade de critérios gritante.
Pra essas pessoas, o próprio facto de existir um movimento social que luta por direitos já é um ato extremista.Primeiro, o feminismo não é um "movimento social" mas sim um movimento político e económico (e lésbico). Segundo, o feminismo não luta pela "igualdade" mas pela supremacia e tratamento preferencial das mulheres à custa dos direitos dos homens e dos bebés intra-uterinos.
Essa gente ou quer manter seus privilégios intocadosQuais "privilégios" são esses? Os "privilégios" de poder ser expulso da própria casa quando uma mulher mentirosa declara que ele a batia e que abusava dos filhos? Ou será o privilégio de morrer, em média, mais cedo que a mulher "oprimida"? Ou ainda o "privilégio" de OBRIGATORIAMENTE ter que morrer pelo país? Ou será ainda o acima referido privilégio de ver as doenças que o afectam colocadas em segundo plano, enquanto as doenças que afectam as "oprimidas" recebam mais do dobro do financiamento?
Os mascus, por exemplo, que têm como missão declarada destruir o feminismo, que tanto empobreceu as mulheres (eles gostariam de voltar à década de 1950), só conhecem uma feminista: Valerie Solanas.Aparentemente a Lola pensa que os MRAs são tão burros como as suas leitoras. Não, Lola, os MRAs, infelizmente, conhecem muitas outras feministas que propagam o ódio, a discriminação e o preconceito contra os homens.
Eles têm muito mais familiaridade com a Solanas do que eu.Irrelevante. Ninguém disse que a Lola sabia tudo sobre a feminista Solanas. A questão não é "quantas feministas é que a Lola conhece" mas sim "o feminismo é um movimento misândrico".
Apesar de eu me considerar feminista desde criancinha, só ouvi falar na Solanas quando vi um filme independente, Um Tiro para Andy Warhol. E no filme o mais importante é o que tá no título (ela atirou num artista super conhecido; felizmente não conseguiu matá-lo), não que ela é feminista.Então a Lola concorda que a Solanas era uma feminista, o que já é bom.
Ela escreveu um manifesto chamado SCUM, cujas iniciais talvez (isso não está em nenhum lugar do livro) signifiquem Society For Cutting Up Men (Sociedade para Mutilar os Homens)."Talvez", diz a Lola. Se calhar SCUM queria dizer "Society For Cuddling Up Men"? Ou então "Society For Choosing Up Men"?
O manifesto é absurdo, e muita gente acha que Solanas estava sendo sarcástica.O que "muita gente" [feministas exclusivamente] pensa do manifesto é irrelevante. O que interessa é que o mesmo foi escrito por uma das líderes do movimento feminista, que colocou em práctica o seu ódio tentando matar um homem inocente. Palpito que quando as evidências se tornarem demasiado óbvias para serem rejeitadas, a Lola tente encontrar outro tipo de justificação para o que a feminista Solanas fez ao homem Andy Warhol. Se calhar o culpado foi o Andy. Quem lhe manda encontrar-se à frente da arma de Solanas?
Obviamente quem pensa que todas as feministas são como Solanas creem que ela estava falando seríssimo.Não, nós não assumimos que todas as feministas querem propagar o seu ódio através do uso de armas ou através da via escrita. Nós estamos bem cientes que há outras feministas que propagam o seu ódio com blogues e com vídeos.
De um jeito ou de outro, achar que Solanas representa o feminismo, que ela é sequer um nome importante, é tão ridículo quanto dizer que Jack o Estripador representa os homens.Semelhantemente, achar os "sactus" representam os MRAs, que eles sequer sejam nomes importantes, é tão ridículo quanto dizer que Solanas é um nome menor dentro do movimento feminista.
Nunca vi o termo “feminista radical” (ou seu insulto pesado, feminazi, criado por Rush Limbaugh, um dos maiores reaças americanos) ser usado com um mínimo de bom senso.Deixa-me repetir o que já disse em cima: o que a Lola viu ou deixou de ver é irrelevante. A Lola tem que se aperceber que há um mundo para além das suas experiências pessoas, subjectivas e relativas. Usar os seus sentimentos como argumento é logicamente ridículo. Se a Lola acha que sim, então eu posso dizer:
Ele é empregado toda vez em que uma feminista não fica lá, quietinha no seu canto, calada e fofinha, deixando que os homens falem por ela, ou quando critica alguém.
Tem quem defenda o uso de femista pra diferenciar feministas de mulheres que odeiam homens. Nunca usei femista e não sei de onde veio, mas desconfio que foi da mente torpe de alguém sem apreço pelo feminismo,Na verdade, o termo "femismo" foi criado para identificar as feministas violentas e radicais. Curiosamente, foi um termo criado pelas próprias feministas como forma de gerarem a inexistente linha divisória entre as "radicais" e as "não-radicais". Mais uma vez, a Lola tenta distanciar-se da génese dum termo que teve a sua origem junto das mulheres que se identificam com o mesmo feminismo que a Lola subscreve.
Nessa confusão sobre o que é feminismo radical se misturam outras besteiras. Por exemplo, isso de achar que toda mulher é feminista.Quem faz esse erro - mais uma vez - são as feministas Elas é que se auto-conferiram a posição de "falar pelas mulheres" [como se ódio pelos homens fosse algo endémico das mulheres e não algo aprendido]. Felizmente, a maior parte dos MRAs está bem ciente que, apesar de serem muito poucas, já há um número relativamente considerável de mulheres que se alinham contra o feminazismo. Esperemos que o número aumente.
A gente sabe que não é, e que inclusive tá cheio de mulher com os mesmos valores machistas dos homens.Onde é que elas estão? O que é uma mulher machista? Devem ser as mulheres bonitas.
Mas, na hora de atacar femininista, vale tudo ― até inventar que mulheres num programa de TV americano que riram de um pênis decepado seriam feministas. Essas mulheres nunca se declararam feministas.Mesmo que elas se declarassem feministas, e escrevessem livros a dizer como sentiram prazer em fazer pouco do sofrimento masculino, a Lola provavelmente diria que elas "não são bem feministas" ou que "o que elas dizem é manifesto é absurdo, e muita gente acha que essas mulheres estava sendo sarcásticas." O padrão parece ser este:
Rir de pênis decepados, sacanear homens, objetificar homens, odiar homens, piadinha sobre homem incapaz, comercial de produtos de limpeza tratando homens como incompetentes (e assim perpetuando a lenda de que só mulher pode cuidar da casa) ― nada disso é feminismo.TUDO isto é consequência lógica do feminismo e da sua atitude misândrica. Quantas feministas PUBLICAMENTE se revoltaram contra o riso daqueles mulheres? Quantas feministas PUBLICAMENTE lutam contra a discriminação e o preconceito contra os homens e em favor da reforma do sistema de saúde e do sistema legal de modo a que os homens não sejam prejudicados? Quantas, Lola? Listas aí os seus nomes para nós vejamos.
Homem inocente que esteve preso durante 17 anos - depois de ter sido erradamente condenado por violação - não só não terá qualquer tipo de compensação pelo tempo que esteve, como está na obrigação de pagar $111,000 por suporte infantil (pensão) em atraso.
Alan Northrop e o co-réu Larry Davis foram presos em 1993 pouco depois da violação duma mulher em Vancouver, Washington State. Em Julho desse ano o par recebeu sentenças superiores a 23 anos depois de terem sido condenados por violação em primeiro grau, rapto e roubo.
Mas numa reviravolta dramática no ano passado, e devido às recentes evidências de DNA que entretanto surgiram, o Ministério Público de Washington State foi forçado a retirar as sentenças que pendiam sobre ambos. Os testes de ADN mostraram que as células epidérmicas encontradas nas unhas da vítima pertenciam a outro (desconhecido) homem. Os homens foram ,devido a isso, colocados em liberdade depois de terem passado 17 anos na prisão.
Mas o alívio de Northrop foi de pouca duração. Segundo as leis de Washington, os ex-presidiários exonerados podem tentar iniciar processos legais devido aos danos causados, mas tais casos raramente são bem sucedidos uma vez que é preciso provar que houve má-conduta intencional por parte das forças policiais.
Em vez disso, Northrop ficou a saber que devia $111,000 em pensão infantil em atraso. Cerca de metade desse dinheiro pertence à mãe da criança e a outra metade ele deve ao estado (que ajudou a suportar a família enquanto ele esteve injustamente preso).
Alan Northrop: duplamente prejudicado pelo sistema legal misândrico.
. . . . . . . . . . . . .
Em 2009 o bebé Alex Sutherland, 13 meses, foi encontrado morto no seu carrinho de bebé em frente a um ribombante fogo. Ele encontrava-se morto há pelo menos 3 dias e o seu pequeno corpo estava carbonizado e queimado. Ele havia sofrido de assaduras severas e tinha nódoas negras na cabeça e no corpo (indicando que era alvo de violência doméstica).
A sua mãe, Tracey Sutherland, 39 anos e uma antiga farmacêutica, foi encontrada a andar à chuva, de pijamas e a cheirar a álcool.
Ela foi sentenciada a 27 anos meses de "prisão".
E esta é a sociedade que as feministas classificam de "machista", onde as mulheres alegadamente são tratadas abaixo de cão e "oprimidas" pelo "patriarcado".
Se isto é opressão, como será a supremacia e o tratamento preferencial?
Um apelo online em favor de se "verem igrejas a arder" foi publicado num "Desejo de Natal" de 2011 por parte dum grupo esquerdista com o nome de ‘Antifa Freiburg’:Não abdicaremos da esperança de observarmos um milagre [de Natal], de modo a que nos possamos aquecer com o brilho de igrejas a arder.Havendo recebido várias queixas por parte de Cristãos que recearam que estes incitamentos, se não punidos de forma rápida, pudessem ser postos em práctica, um promotor público deu início a um inquérito. No entanto, pouco depois de terem iniciado o dito inquérito, as autoridades locais tomaram a decisão de arquivar o incidente, afirmando que os desejos do grupo Antifa Freiburg "em ver igrejas a arder no próximo ano" foram só "publicações de mau gosto que, não sendo direccionadas contra uma pessoa particular ou igreja particular, não eram relevantes para a lei criminal."
Reparem no que este promotor não disse; ele convenientemente deixou de fora a expressão "grupo particular" porque isso seria suficiente para continuar com as "incómodas" investigações. Ele teve o cuidado de dizer "pessoa particular" e "igreja particular" como justificação para cancelar o inquérito visto que, na verdade, a ameaça não ataca nenhuma pessoa individual e nem especifica uma igreja por nome.
No entanto. qualquer pessoa se apercebe que este "motivo" para abandonar as investigações são uma farsa esquerdista porque a ameaça é dirigida a um grupo específico - os Cristãos. Se o mesmo tipo de ameaças fossem dirigidas às sinagogas, qualquer pessoa não ébria com o vinho marxista cultural veria que isso era uma ameaça dirigida aos judeus como grupo específico - apesar de não ser dirigido a um judeu em particular nem a uma sinagoga específica.
Para além disso, disseram as autoridades, seria difícil determinar o autor dos desejos de natal visto que o grupo Antifa Freiburg publica a sua propaganda incendiária num servidor situado na Islândia.
A impunidade gera o crime. A recusa do promotor público em investigar este caso foi tomado como um encorajamento por parte do auto-intitulado grupo "anti-fascista" (que, a julgar pelas suas acções, são a versão moderna dos Sturmabteilung). Como é que sabemos que o grupo tomou este gesto do promotor como um sinal de encorajamento? Ora, porque o mesmo grupo "anti-fascista" publicou outra declaração incendiária apelando à queima das instalações da Kath.net - o website que reportou o caso.
É fácil de imaginar o tipo de acções que os promotores públicos da maioria dos países europeus levariam a cabo se por acaso o mesmo tipo de apelos à violência tivessem sido dirigidos a muçulmanos, homossexuais, minorias étnicas ou outro "grupo protegido" da esquerda politica. Os Cristãos, no entanto, não são (nem querem ser) um dos "grupos-vítima" da esquerda militante, e como tal, grupos esquerdistas sentem-se perfeitamente à vontade para propagar o ódio contra eles.
O anti-Cristianismo actual, semelhante ao anti-semitismo do nacional-socialista Adolf Hitler, vai ter (e já está a ter) consequências graves se não for combatido de forma firme HOJE.
O "Observatory on Intolerance and Discrimination against Christians", um instituto de pesquisa não-governamental, publicou recentemente um relatório em torno dos crimes de ódio e da violência. O que foi apurado é que os Cristãos, e não um dos grupos normalmente catalogados como "oprimidos", são as vítimas mais comuns do discurso de ódio e da violência.
Sem surpresa algum, a fatia de leão do ódio dirigido aos Cristão na Europa é emitido por grupos da esquerda militante - feministas, activistas homossexuais, aborcionistas, etc.
Não é preciso viajar até a um país maometano para encontrarmos Cristãos expostos à perseguição e à intolerância. Nós podemos encontrar o mesmo ódio e atitude genocida em países outrora Cristãos como a Alemanha.
Pior que isso, as autoridades que deveriam monitorizar este tipo de comportamento não parecem excepcionalmente empenhadas em defender a integridade física dos Cristãos.
O marxismo cultural está a avançar tal como planeado.
* * * * * * *
Vêr também: Ateísmo militante: criminoso e violento.