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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Os revolucionários da "Earth First!"


Se os apelos do Professor Richard Parncutt para a execução de quem não acredita no aquecimento global não te convencem de que os ambienta-nazis não são  só um bocado doidos, mas malignos, pode ser que o apelo do grupo Earth First! para  “eco-assassínios” te faça mudar de opinião.

Encantados pelas actividades terroristas do seu herói e modelo Ted Kaczynski, os EF! estão a formar um grupo dissidente explicitamente dedicado a não colocar de lado a violência. Uma lista de alvos é fornecida, contendo as moradas e os números de telefone dos alvos, exibindo na sua maioria CEOs [directores executivos] de companhias que fornecem energia à sociedade de modo a que esta possa funcionar.

Brandon Darby, que avisou as autoridades dos planos que os esquerdistas tinham de lançar bombas incendiárias sobre carros da polícia durante a conveção Republicana de 2008, faz também parte da lista. Os esquerdistas evitam acusações formais de conspiração ao serem cuidadosos para não propor o assassinato:
Sejamos claros, isto não é um apelo ao assassinato da elite nojenta que está a pilhar o planeta e a escravizar a população - não porque nós achemos que isso é uma má ideia. E não é também por acharmos que matar CEOs e lobistas seja má publicidade. De facto, a maior parte das pessoas odeias estes idiotas, e muitos saudariam a sua queda. [ed: a normal tendência esquerdista de pensar que toda a população é tão doente como eles]
Se tivessem essa hipótese, alguns estariam até bastante entusiasmados em fazer uma oferta à roupa interior do assassino, tal como se viu no ano passado quando o Estado vendeu os objectos pessoais deTed [Kaczynski] como forma de ajudar a família Thomas J. Mosser, vítima o Unabomber (...).
Não estamos a apelar ao assassinato de CEOs e lobistas primariamente porque estes [OBSCENIDADE APAGADA] são descartáveis e facilmente trocados por outros, enquanto que nós, eco-revolucionários,  somos poucos em número, e se alguém for acusado com este tipo de acusação, pode ficar fora do jogo por muito tempo.
Portanto, até que a policia estatal e o complexo industrial prisional estejam enfraquecidos, tornando as coisas mais equilibradas, nós propomos uma campanha de “assassinatos de brincadeira.” Isto envolve vários actos criados com o expresso propósito de lembrar as pessoas que eles são vulneráveis, e bastante odiados, e que nós desejamos muito que eles morram.
Os "assassinatos de brincadeira" sugeridos envolvem actos infantis que, de modo característico, envolvem fezes. Mas se um destes doentes mentais que faz "assassinatos de brincadeira" fizer um assassinato a sério e matar alguém, isso não é, segundo a EF!, "uma má ideia."

Os violadores da "mãe Terra" alegadamente merecem morrer por tornarem possível que a luz funcione quando se carrega no interruptor.

Este punho tem uma  longa história por trás de si, e normalmente, quando ele chega ao poder, milhões de inocentes perdem a vida.




domingo, 30 de dezembro de 2012

Pena de morte para quem não acredita na teoria do aquecimento global?

Fonte
Os verdadeiros crentes no aquecimento global não são só malucos; eles são malucos e malignos. Para se ter uma ideia disso, basta analisar a solução final que o perito australiano Richard Parncutt (professor na Universidade de Graz - Áustria), propõe que seja levada a cabo contra aqueles que não aceitam as mentiras em torno do não-existente aquecimento global:
Sou de opinião que a pena de morte é apropriada para os membros mais influentes entre aqueles que negam o AGA [Aquecimento Global Antrópico].
Como é normal junto da esquerda militante, Parncutt justifica a matança dos seus adversários ideológicos com o truque utilitário do autoritarismo: qualquer crime pode ser desculpado se uma elite não-representativa decidir que essa matança promove um "bem maior" para a maioria das pessoas. Nas suas palavras, Parncutt diz:
Se existe uma probabilidade na ordem dos 10 porcento de 10 milhões de pessoas morrerem, isso equivale a 1 milhão de pessoas ter 100 porcento de probabilidade de morrer.
Isto é, mesmo que exista apenas 10 porcento de probabilidade da teoria do aquecimento global ser verdadeira, isso equivale a matar 1 milhão de pessoas - a menos que nós deixemos que pessoas como Parncutt imponham um totalitarismo global e um padrão de vida Medieval (excepto para eles mesmos). Portanto, ao silenciarem alguns milhares de vozes que se agarram à politicamente incorrecta noção da liberdade individual, a elite esquerdistas estará, no entanto, a "salvar" muitas mais vidas. E se esses milhares de vozes não forem suficientes . . . .  (Já sabem como isto acaba)

Sendo um homem que sofre da doença com o nome de "esquerdismo", Parncutt acredita que os genocidas não deveriam de maneira receber a pena de morte. No entanto, aqueles que lhe dizem que é virtualmente impossível o ser humano reduzir a temperatura do planeta abandonando actividades tais como conduzir um carro ou viajar de avião, merecem, no entanto, a pena de morte. Tudo isto, note-se, em nome dum "bem maior".

Combine-se o utilitarismo, com a rejeição esquerdista dum sistema moral significativo (bem como a histeria que causa a elite buscar por uma Solução Final) e a anedota que é a teoria do aquecimento global pode-se tornar numa justificação para matar mais perigosa que o Comunismo. Tudo o que é preciso para que isso ocorra é a instalação das pessoas certas nos lugares certos - e isso já está feito.

Se estas pessoas consolidarem o seu poder de forma eficiente, quem sabe quais os passos que eles tomarão como forma de tornar o mundo um lugar mais seguro para todos, menos para os seres humanos? 

Entretanto, durante os últimos 16 anos não houve qualquer tipo aquecimento global, mas pode ser que o fuzilamento de pessoas que apontam este facto faça com essa verdade inconveniente desapareça.

Parncutt: O Heinrich Himmler da Era do Esquerdismo
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Antes que algum esquerdiota diga que o aquecimento global é um "facto!", aconselho vivamente a leitura  deste blogue.



terça-feira, 18 de setembro de 2012

Jessica Hopper "O meu feminismo nasceu a partir da raiva"


Como é o teu mundo emocional se tu és uma feminista radical? Deparei-me com este interessante e corajoso artigo onde uma (antiga) feminista radical descreve a sua transição dum lugar cheio de ódio, para outro onde ela desenvolveu uma visão mais compassiva dos assuntos em torno do género.

Primeiro, ela descreve como era a sua vida emocional:
Quando eu era mais nova, talvez com 10, 12 ou 15 anos, eu costumava afirmar que odiava os homens. Provavelmente até odiava. O meu feminismo nasceu a partir da raiva - dirigida a eles num mundo onde eles pareciam ser demasiado poderosos e demasiado felizes em obter algum tipo de vantagem perante a fraqueza das outras pessoas.

Em segundo lugar, na minha lista de raiva feminista, encontravam-se as mulheres que aparentemente dificultavam a vida das outras mulheres ao sucumbirem perante os homens, usando a sua aparência e o seu apelo sexual como forma de obter uma parcela desse poder.
Este é um lugar terrível para se estar uma vez que fica-se em luta e ódio constante contra os homens, bem como contra as mulheres que "sucumbem" perante os homens.

No entanto, e enquanto lia um livro duma feminista negra, esta feminista radical teve um vislumbre:

Perto do final da introdução havia uma linha onde ela escrevia que, inconscientemente, e de modo a que ela pudesse sentir que as mulheres poderiam ser livres, ela esperava que os homens morressem. Depois de ler esta linha, fiquei sem fôlego. Não me consegui conter e desatei a chorar.

Eu havia dedicado muito tempo e muita energia a reforçar esta ideia na minha cabeça - de que os homens eram meus inimigos - e isso tinha-me transformado numa pessoa amarga e desconfiada em relação aos homens e em relação às mulheres que eu qualificava como alguém que estava "do lado deles."

Eu tinha tanta dor enrolada na minha visão política que eu estava ciente que não poderia continuar desta forma.
Esperar que os homens morram parece algo insano, mas eu acredito nela. Se tu és uma feminista radical, a única solução aceitável é o desaparecimento dos homens uma vez que, enquanto eles estiverem por perto, eles irão oprimir as mulheres.

Saúdo esta mulher em particular (Jessica Hopper) pela sua honestidade e fico realmente feliz por ela ter deixado o ódio para trás. Ao mesmo tempo, é preciso levar em conta que ela não é um caso isolado. O feminismo radical encontra-se razoavelmente disseminado e algumas características importantes desta ideologia fazem parte do feminismo "mainstream". Isto significa que o ódio aos homens faz parte da esfera das políticas de género.

Isto, obviamente, é terrível para os homens, mas tal como Jessica Hopper demonstra, a pessoa tem estes sentimentos também se encontra numa péssima posição.A solução é abraçar uma nova visão em torno dos assuntos de género - uma que inclui os assuntos que afectam tanto as mulheres como os homens, e que demonstre que ambos os sexos possuem os seus problemas (e não só as mulheres).


sexta-feira, 27 de abril de 2012

Ambientalista morre depois de tentar subsistir apenas com a luz do Sol

O jornal suíço Tages-Anzeiger relata o caso antigo duma mulher que morreu de fome depois de dar início a uma "dieta espiritual" onde ela colocava de lado toda a comida, e subsistia com nada mais que a luz do Sol.

O jornal de Zurique reportou na Quarta-Feira que a mulher suíça, cujo nome não foi revelado e que estava na casa dos 50 anos, decidiu seguir o jejum radical em 2010 depois de ver um documentário austríaco acerca dum guru indiano que alega ter vivido desta forma durante 70 anos.

O Tages-Anzeiger afirma ainda que já houve casos similares na Alemanha, Grã-Bretanha e Austrália. O Ministério Público do cantão de Aargau na Quarta-Feira que a mulher morreu em Janeiro de 2011 na cidade de Wolfhalden na zona Este da Suíça.

Fonte

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Ideias têm consequências e o ambientalismo radical têm-se revelado fonte infindável de casos extremos e/ou ridículos:

1. Cães e Raposas "Assassinam" Pinguins

2. Fechem a Austrália para reduzir 0.01 graus à temperatura mundial!

3. Direitos dos Animais: terroristas atacam na Grécia


quinta-feira, 12 de abril de 2012

A planeada destruição da família

Recentemente, uma "mulher abusada"- esta era a forma como ela se identificava - requisitou a minha ajuda. O seu amante, que não vivia com ela e com os seus filhos, a havia espancado de forma violenta forçando-a a ir ao hospital. Depois disto, ele trouxe-a de volta à sua casa e ficou com ela durante o tempo em que as suas mazelas recuperavam.

Com um grande suspiro eu disse "você não é uma mulher abusada". Eu defino uma mulher abusada como aquela que é uma vítima genuína da violência do seu parceiro. "Você é uma mulher inclinada à violência, vítima da sua necessidade da violência."

Eu dei um longo suspiro porque essas duas frases, proferidas há 25 anos atrás, durante o meu trabalho inicial em Chiswick, causaram a que eu fosse odiada e desprezada. Tornei-me na consciência da nação.

Atrevi-me a afirmar publicamente que as mulheres podem ser tão violentas como os homens e que as mulheres eram psicologicamente mais violentas que os homens. No caso desta mulher há muito trabalho por fazer, e ele precisa de arranjar um bom terapeuta.

. . . .

Em 1971, inspirada pela promessa de mulheres jornalistas e outras manipuladores dos média, decidi juntar-me ao recentemente formado Movimento das Mulheres. "A irmandade [feminina] é poderosa" cantavam elas. "Irmãs, uni-vos, fim à competição, mulheres a ajudar outras mulheres."

Soava demasiado bom para ser verdade. O meu primeiro encontro deixou-me cheia de dúvidas. O mesmo foi mantido num casa muito classe-média em Chiswick e eu olhei para os cartazes de Mao [militante ateu, esquerdista e o maior genocida da história da humanidade] nas paredes da sala de estar.

Quando me perguntaram o porquê de eu estar ali, eu disse que o meu marido era um repórter televisivo e devido a isso raramente estava em casa; como tal eu sentia-me sozinha e isolada com os meus dois filhos.

O seu problema não é o seu isolamento mas o seu marido. Ele oprime-a e é um capitalista.
Eu ressalvei o facto dela também ter uma mensalidade da casa para pagar, e que longe de ser um "opressor", o meu marido tinha ficado em casa a tomar conta das crianças enquanto eu ia à reunião. O marido dela encontrava-se numa reunião sindical a organizar a fábrica "Brentford Biscuit" , com a ajuda das suas qualificações em Ciência Política, como forma de preparar a revolução vindoura.

O que a mulher não sabia é que eu era filha dum diplomata. Nasci na China e viajei o mundo inteiro com o meu pai. Também trabalhei para o Ministério das Relações Exteriores e estava bem ciente das atrocidades da Rússia e da China.

Depois, durante o chá, foi-nos assegurado que as mulheres eram um grupo minoritário. Eu ressalvei que as mulheres são 52% da população mundial [algo que o aborto está a mudar de forma rápida visto que o mesmo mata mais mulheres que homens]. Foi-me dado o pequeno livro vermelho de Mao e uma cópia da revista SHREW magazine. Levei-a para casa e fiquei horrorizada com o ódio que a mesma vomitava contra os homens.

Decidi que esta organização precisava de ser analisada de modo mais atento.

Com ambas as crianças na escola, e com tempo livre nas minhas mãos, fui trabalhar para a "Women's Liberation Workshop" em Shaftsbury Avenue. Fui testemunha de mulheres a abrirem cartas e a colocarem nos seus bolsos as 3 libras e os 10 shillings que mulheres desesperadas enviavam como forma de se alistarem ao movimento. Tentei responder ao maior número possível de cartas .

Parte do dinheiro era canalizado para a aquisição de explosivos. Terroristas pertencentes ao Movimento das Mulheres arrebentaram a carrinha da BBC que se encontrava no Concurso da Miss Universo e arrebentaram com o topo da "Post office tower".

Chamei a polícia. Toda esta bagatela e toda esta retórica tinham como propósito levar a cabo o levantamento da "classe operária", a morte do Capitalismo e a destruição de todos os homens. Escusado será dizer, mas practicamente não havia mulheres da classe operária no movimento. A maior parte da revolução era combatida à volta de mesas de jantar da classe média na sinistra Islington.

Por esta altura eu já era a "inimiga". Durante esta fase a maior parte dos homens via o movimento como uma anedota mas, como os homens afastados das suas próprias casas e longe dos filhos confirmarão, isto não era uma anedota. Atacados por advogadas feministas e terapeutas, os homens tem sido rotineiramente privados das suas casas, dos seus filhos e dos seus rendimentos.

Eu sabia que queria realizar o meu sonho original: mulheres a trabalhar com mulheres em cooperação com os homens. A sugestão de que deveríamos trabalhar em parceria com os homens era anátema para estas mulheres. O Movimento das Mulheres era dominado pelo Movimento Separatista Radical. Não só elas odiavam os homens, como odiavam as mulheres heterossexuais. Eu pude através da sua agenda muito bem oculta.

Pus-me de pé em plataformas e disse que, se tinha que pagar 3 libras e 10 shillings, reunir-me em células e identificar as minhas amigas como "camaradas", então elas estavam a pedir que eu me alistasse no Partido Comunista. Não colectem dinheiro sob falsas pretensões.

Eu tinha muitos bons amigos comunistas. Eu queria um partido que realmente representasse as mulheres e não política masculina gasta.

. . .

Os encontros colectivos e as conferências iniciais envolviam centenas de mulheres, na sua maioria mulheres da classe média aborrecidas com o seu estilo de vida, e elas eram assustadoras. Qualquer pessoa que tenha sido educada num internato como eu fui sabe o quão violentas e manipulativas as mulheres podem ser. O bullying nas cooperativas não tinha paralelo. Não havia batons, saltos altos ou desodorizante e eu violei todas as regras.

Eu perguntei:

Se tu odeias os homens, porque é que usas fatos e gravatas masculinas?
A resposta vazia de humor foi "Estamos a usar os símbolos da nossa opressão."

Através da leitura da literatura do Movimento das Mulheres, apercebi-me que estas milhares de mulheres a trabalhar em todos as áreas de cuidados sociais, os jornalistas e os produtores de televisão estavam determinados em destruir a família. [Ver o "Manifesto Comunista"]

"Tornem assuntos pessoais em assuntos políticos" era um dos seus estandartes. Devido a isto, milhares de mulheres violentas e perturbadas atacaram as mulheres que se encontravam satisfeitas nos seus casamento e nos seus estilos de vida tradicionais.

Realizavam-se encontros secretos (tudo era feito em segredo) e eu recebi uma carta que dizia:

"... e a cooperativa decidiu que, até todo o assunto estar resolvido, e você ter declarado a sua posição a uma advogada, ou qualquer outra pessoa na N.C.C.L., você não deveria trabalhar na agência ou participar nos encontros em qualquer cooperativa.'
Profundamente deprimida com a minha experiência no movimento, abandonei-o e comecei a fazer o que sempre acreditei que genuinamente libertaria as mulheres; um lugar para unir e trabalhar em cooperação com os homens.

Passado pouco tempo, mulheres vítimas de violência física e os seus filhos começaram a buscar a minha ajuda. Não havia qualquer tipo de literatura em torno das mulheres vítimas de violência e como tal eu escrevi "Scream Quietly Or The Neighbors Will Hear."

Comecei a ter problemas imediatos porque não só o livro não era "politicamente correcto", como discutia a violência doméstica e eu não permiti que os editores da Managing Director politicizassem o meu livro. Por esta altura comecei a defender que, das primeiras 100 que vieram ao abrigo, 62 eram tão violentas - ou mais violentas - que os homens que haviam deixado para trás.

Muitas prostitutas buscavam refúgio dos seus proxenetas violentos. Isto enfureceu o Movimento das Mulheres. Eu sabia que, mal eu conseguisse atrair publicidade e financiamento, o Movimento das Mulheres, que por esta altura não atraía nenhuma das duas, me iria bater à porta.

Quando realizei uma pequena conferência, sob o propósito de ajudar outros grupos, muitas centenas de mulheres unidas a feministas, e separatistas feministas radicais, invadiram a conferência.

Elas deram início ao tradicional lixo por elas proferido tentado apelar às mães que estavam no meu refúgio e usando com frequência a frase "classe operária".

As minhas mães [as mulheres que estavam no abrigo] não se deixaram impressionar.

Uma das minhas amigas mais próximas em Chiswick disse [às feministas] "não há uma única mulher da classe operária entre vocês." Outra, ligeiramente mais corajosa, disse:

Voltem para casa e levem convosco os vossos dildoes.
Saímos dali e deixamos que elas resolvessem o assunto entre elas. Mais tarde elas formaram o "The National Women's Aid Federation" (NWAF). Isto alegrou os meus muitos inimigos no Home Office e no Department Of Social Security. O meu maior inimigo na minha primeira reunião era uma afiliada da irmandade. "Como é que vais cobrir as dívidas do abrigo?" perguntou ela. "Vou orar", disse eu. Eu fazia-o o tempo todo porque foram as nossas orações que sustiveram Chiswick durante todos aqueles anos.

A NWAF usou todos os seus contactos nos média (muitos deles eram jornalistas) para denegrir o meu trabalho.

Por esta altura eu escrevia durante a noite em casa. Eles vieram entrevistar-me acerca dos meus livros mas os livros nunca foram tema de conversa, mas sim o quão gorda eu era ou o quão beligerante eu era.

Há pouco tempo perguntei ao Home Office pelos seus relatórios mais recentes e não fiquei surpresa em descobrir que o meu nome e o meu livro 'Scream Quietly', o primeiro livro no mundo em torno do espancamento de mulheres, estavam desaparecidos.

A partir de outros colegas escritores fiquei a saber que os editores da publicadoras londrinas eram eles mesmos feministas radicais e era hábito seu ditar os temas a escritores desesperados, que eram então coagidos a escrever o livro dos editores, sabendo que, se recusassem, nunca seriam publicados.

O meu irmão Danny escreveu sempre o que lhe foi dito para escrever. Certa altura, e pouco antes de morrer, ele queixou-se amargamente através do telefone que "Não tenho contractos ou acordos cinematográficos em vista." Ele reescreveu 4 vezes a sinopse de 400 páginas do seu livro de modo a que este estivesse de acordo com o que o seu agente e o seu publicador queriam.

. . .

Durante todas as minhas batalhas eu sempre defendi que a vida familiar é - e vai ser sempre - o fundamento de qualquer civilização. Destruam a família e irão destruir o país.

Eu avisei que, entre todas as mulheres que vinham com os seus filhos ter comigo, nenhuma usava contraceptivos. As minhas mães tinham em média 5.1 filhos, enquanto as famílias não violentas tinham a média de 2.5. Escrevi relatórios, elaborei memorandos mas para nada. Ninguém queria ouvir o que eu tinha a dizer.

Na parte traseira do livro 'Scream Quietly' listei todas as agências que haviam falhado junto das minhas famílias. Escrevi que eu não me mantinha em contacto com qualquer tipo de assistente social, mas que via activistas políticos com qualificações em ciências sociais. O mesmo para professores, oficiais de liberdade condicional, editores de livros e revistas. Tal como um cancro gigante, este movimento enterrou as suas patas em todo o sítio onde era possível extrair poder.

Muitas mulheres, com a ajuda de homens fracos, procuraram destruir-me e destruir o meu trabalho. Eu sabia que, depois de finalmente ter defendido casos judiciais que envolviam a desobediência a juízes como forma de salvar a vida de crianças, eu seria expulsa do meu próprio refúgio.

Alguns poucos homens corajosos tentaram fazer as suas vozes ouvidas, apercebendo-se do perigo. Também eles foram atacados e perseguidos - tanto por homens como por mulheres. Os homens de negócio dos média, gerindo directores de casas de publicação, nunca se aperceberam que os seus editores lhes estavam a mentir.

Apelando ao argumento do número. "Quem é que tu pensas que és?" gritou uma editora feminista. "Devo ser alguém." respondi eu. "Afinal, estou na lista Quem é Quem de Debret. Você não é ninguém entre as publicadoras." Outra disse . . . "Porque é que não escreves o tipo de livros que tu sabes que eu gosto, Erin . . . . livros sobre mulheres a amarem outras mulheres?" Eu respondi "Não posso. Sou heterossexual e todos os meus livros celebram a vida familiar."

Como os homens olhavam para o abrigo como "uma assunto de mulheres", enviavam mulheres-repórteres com o expresso propósito de me atacar. Dirigi-me a uma conferência de feministas radicais e perguntei-lhes o porquê de eu ter que respeitar as suas escolhas políticas e a sua liberdade em definir a sua própria sexualidade, mas elas negavam-me os meus direitos em torno da minha heterossexualidade, o meu direito de viver e preservar a vida familiar e o apreço de estar em casa com a minha família.

Acho que ser mãe e avó deu-me mais alegria que qualquer outra conquista. Gritaram comigo e deparei-me com hostilidade incrível.

Quando publiquei o livro 'Prone to Violence', livro em torno do meu trabalho com mulheres violentas e crianças no refúgio, vi-me cercada por centenas de mulheres com cartazes que diziam coisas como "Todos os homens são bastardos!". Outra dizia "Todos os homens são violadores!" Dirigi-me a um polícia - que me disse na altura que eu iria precisar de protecção policial por toda a Inglaterra onde quer que eu publicitasse o livro - e disse:

Se em vez de "homens" aqueles cartazes dissessem "judeus" ou "negros", você prenderia aquelas mulheres.
A seu tempo, perdi o abrigo e uma campanha muito bem orquestrada pela imprensa nunca permitiu que os ingleses soubessem que eu havia sido forçada a ir para o exílio. Os jornais fizeram caso da minha deserção e eu estava indefesa. O meu crime foi o de lutar pela vida familiar e pelos valores familiares.

Há alguns meses atrás o Sunday Times enviou um repórter para verificar o porquê de eu estar a trabalhar como garçonete em troca de comida. 'Aparentemente ocorreu uma conspiração" escreveu o repórter.

Felizmente que os meus livros estão a ser vendidos em todo o mundo, incluindo na Rússia.

Não possuo nada para além dos meus quatro cães e do meu gato, e trabalho internacionalmente para a paz familiar.

* * * * * * *

Sempre que uma feminista afirmar que o feminismo "apenas" luta pela igualdade e pelos "direitos das mulheres", usem as palavras e a história da Erin Pizzey contra elas.

Onde estava a "igualdade" quando uma mulher viu os seus direitos negados ao mesmo tempo que era forçada a sair do seu país apenas e só por afirmar que as mulheres podem ser tão violentas como os homens? Se, como nos dizem as feminazis, os homens são iguais às mulheres, porque é que quem afirma que essa igualdade se estende para a área da violência é criticado?

Onde estava a "igualdade" quando uma mãe de dois é forçada a lutar contra outras mulheres apenas e só por rejeitar que o seu trabalho social seja usado por uma elite esquerdista?

O feminismo é uma farsa. Sempre foi, e sempre vai ser.


domingo, 1 de abril de 2012

Grupo esquerdista alemão quer ver igrejas a arder

Um apelo online em favor de se "verem igrejas a arder" foi publicado num "Desejo de Natal" de 2011 por parte dum grupo esquerdista com o nome de ‘Antifa Freiburg’:
Não abdicaremos da esperança de observarmos um milagre [de Natal], de modo a que nos possamos aquecer com o brilho de igrejas a arder.
Havendo recebido várias queixas por parte de Cristãos que recearam que estes incitamentos, se não punidos de forma rápida, pudessem ser postos em práctica, um promotor público deu início a um inquérito. No entanto, pouco depois de terem iniciado o dito inquérito, as autoridades locais tomaram a decisão de arquivar o incidente, afirmando que os desejos do grupo Antifa Freiburg "em ver igrejas a arder no próximo ano" foram só "publicações de mau gosto que, não sendo direccionadas contra uma pessoa particular ou igreja particular, não eram relevantes para a lei criminal."

Reparem no que este promotor não disse; ele convenientemente deixou de fora a expressão "grupo particular" porque isso seria suficiente para continuar com as "incómodas" investigações. Ele teve o cuidado de dizer "pessoa particular" e "igreja particular" como justificação para cancelar o inquérito visto que, na verdade, a ameaça não ataca nenhuma pessoa individual e nem especifica uma igreja por nome.

No entanto. qualquer pessoa se apercebe que este "motivo" para abandonar as investigações são uma farsa esquerdista porque a ameaça é dirigida a um grupo específico - os Cristãos. Se o mesmo tipo de ameaças fossem dirigidas às sinagogas, qualquer pessoa não ébria com o vinho marxista cultural veria que isso era uma ameaça dirigida aos judeus como grupo específico - apesar de não ser dirigido a um judeu em particular nem a uma sinagoga específica.

Para além disso, disseram as autoridades, seria difícil determinar o autor dos desejos de natal visto que o grupo Antifa Freiburg publica a sua propaganda incendiária num servidor situado na Islândia.

A impunidade gera o crime. A recusa do promotor público em investigar este caso foi tomado como um encorajamento por parte do auto-intitulado grupo "anti-fascista" (que, a julgar pelas suas acções, são a versão moderna dos Sturmabteilung). Como é que sabemos que o grupo tomou este gesto do promotor como um sinal de encorajamento? Ora, porque o mesmo grupo "anti-fascista" publicou outra declaração incendiária apelando à queima das instalações da Kath.net - o website que reportou o caso.

É fácil de imaginar o tipo de acções que os promotores públicos da maioria dos países europeus levariam a cabo se por acaso o mesmo tipo de apelos à violência tivessem sido dirigidos a muçulmanos, homossexuais, minorias étnicas ou outro "grupo protegido" da esquerda politica. Os Cristãos, no entanto, não são (nem querem ser) um dos "grupos-vítima" da esquerda militante, e como tal, grupos esquerdistas sentem-se perfeitamente à vontade para propagar o ódio contra eles.

O anti-Cristianismo actual, semelhante ao anti-semitismo do nacional-socialista Adolf Hitler, vai ter (e já está a ter) consequências graves se não for combatido de forma firme HOJE.

O "Observatory on Intolerance and Discrimination against Christians", um instituto de pesquisa não-governamental, publicou recentemente um relatório em torno dos crimes de ódio e da violência. O que foi apurado é que os Cristãos, e não um dos grupos normalmente catalogados como "oprimidos", são as vítimas mais comuns do discurso de ódio e da violência.

Sem surpresa algum, a fatia de leão do ódio dirigido aos Cristão na Europa é emitido por grupos da esquerda militante - feministas, activistas homossexuais, aborcionistas, etc.

Não é preciso viajar até a um país maometano para encontrarmos Cristãos expostos à perseguição e à intolerância. Nós podemos encontrar o mesmo ódio e atitude genocida em países outrora Cristãos como a Alemanha.

Pior que isso, as autoridades que deveriam monitorizar este tipo de comportamento não parecem excepcionalmente empenhadas em defender a integridade física dos Cristãos.

O marxismo cultural está a avançar tal como planeado.

Fonte

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Vêr também: Ateísmo militante: criminoso e violento.


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