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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Tomada de terras africanas por parte do Banco Mundial e das Nações Unidas

Por Alex Newman

Sob a máscara de combater as "alterações climáticas", os programas de "carbono" das Nações Unidas e do Banco Mundial estão a causar uma tomada de terras maciça, uma deslocalização forçada dos povos indígenas sob ameaça de armas, e a causar aquilo que alguns críticos chamam de "genocídio cultural". Agora, uma coligação de organizações activistas estão a exigir um ponto final nos controversos esquemas das Nações Unidas que estão a devastar comunidades ao mesmo tempo que estão a colocar em perigo os povos indígenas e as culturas já em risco de extinção. As críticas em torno da contínua promoção dos "créditos de carbono" estão também a escalar a nível mundial por todo o espectro político.

A acusação mais recente de actos de terror e de brutalidade levados a cabo contra civis inocentes, supostamente para combater o "aquecimento global" - que está em modo "pause" há 18 anos, segundo dados meteorológicos indisputáveis - chegam do Quénia. Embora expulsões forçadas por parte das Nações Unidas não sejam novidade, elas estão a acelerar. No ano passado, por exemplo, a ONU revelou um gigantesco programa a eugénico para o Leste Africano com o propósito de diminuir a população. Ainda não é claro se as impiedosas maquinações de dióxido de carbono da ONU e do Banco Mundial se encontram de alguma forma relacionadas.

As vítimas do mais recente abuso foram as comunidades Sengwer da floresta Embobut e das Cherangany Hills do Quénia. Segundo informação veiculada pelo "Forest Peoples Programme", uma organização Britânica sem fins lucrativos que apoia os direitos dos moradores da floresta, no princípio deste ano mais de 1 milhar de casas Sengwer foram queimadas pelas autoridades financiadas pelo Banco Mundial à medida que o governo Queniano desenvolve esforços para desalojar cerca de 15,000 membros das suas terras ancestrais. Erradamente referindo-se aos povos indígenas de "posseiros", os oficiais alegam que o esforço tem como propósito promover a  "sustentabilidade".

Em relação às atrocidades, pessoas ligadas ao grupo "Forest Peoples Programme" afirmaram o seguinte:

Vimos dezenas de casas a arder à medida que andávamos pelas das terras comunitárias de Sengwer. Vimos mais de cem casas ou a arder ou que já haviam ardido, e a área estava assustadoramente vazia de pessoas. As pessoas fugiram com medo..... Quando as suas casas são queimadas, os cobertores, a comida e os utensílios de cozinha são também queimados, e consequentemente, as crianças e os idosos ficam expostos ao frio e à fome.

O grupo entrevistou também alguns dos locais cujas comunidades haviam sido arrasadas por parte do "Serviço Florestal" do Quénia, financiado pelo Banco Mundial. Uma viúva de 25 anos, mãe de 4 crianças pequenas, disse o seguinte ao mesmo tempo que a sua casa ardia:

Todos os uniformes escolares, panelas, recipientes de água, copos, foram queimados. . . . As crianças estão muito tristes porque perdemos tudo. Isto causará a que as crianças e os idosos apanhem pneumonia porque não temos nada com que lhes cobrir durante a noite.

Ela disse também que não houve qualquer tipo de consulta aos locais, ou algum tipo de compensação pela apreensão da propriedade.

Numa carta que denuncia o que uma coligação de 65 grupos sem fins lucrativos qualificou de "genocídio", um porta-voz dos Sengwer, Yator Kiptum, qualificou de "desastre" a destruição das propriedades, a brutalização e os despejos forçados. Ele é citado, dizendo:

O governo do Quénia está a levar-nos à extinção.

A carta ressalva também que os esquemas são uma violação da lei Queniana, da constituição, dos acordos em torno dos direitos humanos, e de várias ordens legais.

Também este ano, o grupo "Survival International", grupo que opera junto dos povos tribais por todo o mundo, documentou atrocidades governamentais semelhantes na floresta Mau do Quénia. Nesse local, oficiais governamentais destruidores, apoiados por organizações globalistas, têm estado a perseguir e a forçar a expulsão dos membros da tribo Ogiek, descrita como a última tribo caçadora-colectora em África. As tribos podem desaparecer por completo se não forem tomadas medidas para limitar as autoridades e os seus embustes de "carbono". Informações locais sugerem que as pessoas envolvidas na resistência à expulsão forçada dos Ogiek estão também a ser alvo execuções extra-judicias por parte das autoridades.

Aparentemente, os políticos Quenianos e os seus comparsas estão a ficar ricos com os esquemas de tomada de terras - à custa dos pobres povos indígenas cujas comunidades estão a ser queimadas até ao chão. Para além da corrupção local, a dimensão do problema chega até às Nações Unidas, ao Banco Mundial, ao establishment global, e aos vários esquemas "climáticos" internacionais.

De facto, as expulsões que estão a ocorrer são um "resultado directo" dum esquema do Banco Mundial, e "são, efectivamente, financiadas pelo Banco Mundial", segundo uma queixa formal dos Sengwer contra a infame organização. A maior parte do programa em questão, entretanto, deriva do “Reducing Emissions From Deforestation and Forest Degradatio«” da ONU, ou REDD encurtado. Segundo o esquema global, a compra de "créditos de carbono" - alegamente com o propósito de reduzir as emissões de CO2 como forma de parar o "aquecimento global" - está ligada à quantidade de carbono contida nas florestas. Apesar de ser absurdamente demonizada pelas Nações Unidas como "poluição", o CO2 é exalado por todos os seres humanos e é descrito pelos cientistas como "o gás da vida".

Num artigo explosivo publicado este mês no jornal "The Guardian" (em torno da tomada de terras por parte do governo Queniano) o jornalista Nafeez Ahmed explicou:

O sofrimento devastador dos povos indígenas do Quénia é sintomático da abordagem falha para a preservação por parte das agências internacionais. . . . Na práctica, os esquemas do programa REDD permitem, em larga escala, que as companhias acelerem a poluição ao mesmo tempo que compram, a preço de banana, terras e recursos no mundo em desenvolvimento.

Terra essa que foi etnicamente limpa dos seus habitantes prévios.

A brutalização dos Quenianos e a maciça tomada de terras começou a acelerar em 2007, quando os "Serviços Florestais" do Quénia deram início a altamente controversa parceria com o Banco Mundial como forma de implementar o assim-chamado projecto “Natural Resource Management”. Desde então, os activistas reportam que as casas de Sengwer têm estado sob um ataque virtualmente sem intervalo por parte das autoridades (com o propósito de desenraizar os povos indígenas). Mal a união entre o Banco Mundial e o governo Queniano foi aprovado, sem qualquer tipo de input por parte dos Sengwer, as comunidades aprenderam subitamente que as suas casas ancestrais encontravam-se dentro duma "reserva florestal", sujeita à destruição e à confiscação.

Numa declaração por si feita, o Banco Mundial tentou distanciar-se das atrocidades, afirmando não estar envolvido e estar "preocupado" com as notícias:

O Banco Mundial encontra-se pronto para dar assistência ao Governo do Quénia com o seu aconselhamento de desenvolvimento fundamentado nas experiências de projectos globais e locais, e para partilhar as melhores prácticas de restabelecimento em linha com as suas políticas de salvaguarda. . . . . Estas [políticas] buscam formas de melhorar ou restaurar os padrões de vida das pessoas afectadas pela recolocação involuntária.

O Banco Mundial afirmou estar a levar a cabo uma investigação, mas entre os críticos esta semi-negação gerou uma repercussão furiosa. A organização com o nome de "No REDD in Africa" (NRAN) - grupo composto por 66 organizações dos direitos humanos que se encontram em oposição ao plano da ONU - emitiu uma declaração onde se lê:

A causa e o efeito são perfeitamente claros: o Banco, no seu altamente controverso papel tanto de financiador do crédito carbono como de corrector, está a ajudar e a ser cúmplice da recolocação forçada duma População Indígena inteira através do seu "Natural Resource Management Plan" (NRMP) que inclui a REDD (Reducing Emissions from Deforestation and Forest Degradation).

A NRAN afirmou que o facto mais perturbador da resposta do Banco Mundial foi a disponibilidade do mesmo em ajudar o governo do Quénia no realojamento "involuntário":

O Banco Mundial está, ao mesmo tempo, a admitir a sua cumplicidade no realojamento forçado do Povo Sengwer bem como a disponibilizar-se para pactuar com o governo Queniano para ocultar o genocídio cultural.

O Povo Sengwer, afirmou a NRAN, enfrenta agora "a aniquilação completa sob a fachada de "conservação" levada a cabo pelo REDD.”

A rede No REDD qualificou o que se está a passar de "colonialismo carbono", para além de alegar que o plano da ONU está "a emergir como uma nova forma de colonialismo, subjugação económica e um fomentador de confiscação de terras tão gigantesca que ela pode ser considerada uma confiscação continental." 

A carta, assinada por mais de 300 organizações focadas nos direitos humanos e mais de 5 dúzias de organizações internacionais, forneceu às autoridades Quenianas, bem como as entidades planetárias envolvidas no esquema e outras mais, uma lista de exigências:

Exigimos que os governos, as companhias, os negociantes de carbono, o Banco Mundial e as Nações Unidas, incluindo a UN-REDD, UNEP, UNDP [United Nations Development Programme] bem como outras organizações, que cancelem imediatamente estes prejudicias esquemas REDD, bem como outros esquemas de carbono.

Até oficiais internacionais envolvidos com as maquinações REDD da ONU manifestaram indignação com os desenvolvimentos. Tony La Vinã, antigo presidente da REDD ONU, disse o seguinte ao The Guardian:

Os mercados de carbono, quando estiverem operacionais, têm que dar o seu apoio à administração florestal das pessoas que lá vivem, e não dar apoio aos governos nacionais com mais uma ferramenta com a qual desapossar os cidadãos dos recursos naturais que eles trataram e dos quais dependem há várias gerações.

Tal como a "The New American" reportou, as atrocidades a decorrer no Quénia dificilmente são as primeiras que os esquemas de "compensação de carbono" que as Nações Unidas, a União Europeia e outras organizações ocidentais fomentam, geram repercussão devido à brutalização das pessoas e destruição das suas casas. No Uganda, por exemplo, dezenas de milhares de camponeses inocentes viram as suas povoações queimadas de modo a que as instituições [globalistas] pudessem plantar árvores de "crédito de carbono" nas suas terras. Reportagens de crianças a serem assassinadas e espancamentos brutais fizeram manchetes de jornais. Dezenas de assassinatos Hondurenhos ocorridos em 2011 foram também ligados à tomada de terras apoiada pela ONU em esquemas de "carbono".

Outras tomadas de terras gigantescas apoiadas por múltiplas instituições globalistas estão a ocorrer em todo o mundo, ironicamente, algumas delas sob o disfarce de serem formas, segundo tratados da ONU, de "proteger" os povos indígenas. No Brasil, por exemplo, aldeias inteiras foram recentemente esvaziadas sob ameaça de armas por parte de tropas federais com logotipos da ONU, sob o facilmente refutável pretexto de "devolver" as terras a um punhado de índios que nunca haviam vivido nessas terras.

Com as acusações de genocídio cultural no Quénia actualmente nas manchetes dos média de maiores dimensões no Ocidente, a revolta contra os vendedores de esquemas de "compensação de carbono" - a ONU, o Banco Mundial, a União Europeia, os governos Europeus, políticos corruptos do Terceiro Mundo, e muitas outras organizações internacionais - está a crescer rapidamente. No entanto, ao mesmo tempo que as teorias em torno do alarmismo climático continuam a cair, tornou-se claro que sem um clamor enorme, as atrocidades e a tomada de terra por todo o mundo irá continuar sob qualquer pretexto.


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Basicamente, o que isto significa é que o alarmismo climático nada mais é que uma das muitas formas através da qual as organizações globalistas concentram nas suas mãos porções cada vez maiores de terras. A teoria da Nova Ordem Mundial (a unificação política, económica e religiosa forçada das nações do mundo) torna-se difícil de negar quando as evidências em seu favor estão absurdamente patentes aos olhos de quem quer ver.





terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Christiana Figueres: O regime político que melhor combate o [não-existente] aquecimento global é o Comunismo

As alterações climáticas têm sido um tópico de conversa popular ultimamente, e parece que as Nações Unidas estão a cimentar a sua posição no que toca as alterações ambientais. A chefe-climática das Nações Unidas, Christiana Figueres, também parece saber a forma como os sistemas de governo afectam o clima.

Ah, não, espera. Parece que ela não sabe.

Ela declarou recentemente que a democracia é um sistema político fraco na luta contra o aquecimento global. Ela disse também que a China comunista é, por sua vez, um modelo melhor.

Embora a China seja o maior emissor de dióxido de carbono do mundo, e enfrente questões ambientais sérias, aparentemente a senhora Figueres pensa que eles estão a fazer "as coisas certas" no que toca o combate o aquecimento global.
Figueres acrescentou que a profunda divisão partidária do Congresso dos EUA é "muito detrimental" para a aprovação de qualquer tipo de legislação na luta contra o aquecimento global. O Partido Comunista Chinês, por sua vez, pode avançar com políticas e reformas por sua própria conta. De forma bem vincada, a legislatura nacional do país apenas coloca em acção as decisões tomadas pelo Comité Central do partido e por outros departamentos executivos.
Parece que esta (ir)responsável da ONU se esqueceu que o Comunismo é responsável pela morte de 94 milhões de seres humanos na China, na União Soviética, na Coreia do Norte, no Afeganistão, no Cambodja e na Europa Oriental durante o século 20. Só na China mais de 60 milhões de pessoas foram mortas pelo Comunismo. Mas claramente isso significa que o Comunismo é um sistema politico grandioso que deve ser emulado em todo o lado.

Mas se calhar pode-se dizer que isso em nada está relacionado com as suas fontes de energia.

Bem, em 2012 a China obteve 9% da sua energia a partir de fontes renováveis, ao mesmo tempo que os EUA obtiveram 11%. Ah, e é importante não esquecer que o Wall Street Journal ressalvou que a qualidade do ar na China é tão mau, que no ano de 2010, 1,200,000 pessoas morreram prematuramente como efeito da polução do ar. Para além disso, os dados do governo Chinês dizem que "o cancro do pulmão é agora a causa de morte primária entre os tumores malignos. Muitos daqueles que morrem são não-fumadores."

Portanto, qual é o melhor país quando se trata de proteger o meio ambiente?

Talvez a Sraª Figueres precise de fazer mais pesquisas antes de começar a afirmar que um tipo de governo é melhor que o outro, quando se fala do ambiente ou o que quer que seja.


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Christiana Figueres afirma que a China tem um modelo melhor para combater o aquecimento global, mas o foco das suas palavras não é o combate ao não-existente aquecimento global, mas sim o modelo político existente na China. O Comunismo permite que a classe política concentre nas mãos duma minoria o poder total - tanto militar, como económico, mediático, etc - e é precisamente por isso (ou também por isso) que a elite, difectamente ou indirectamente, o promove. 

Uma pergunta que claramente revela isto mesmo é: se a China tem um regime político "melhor" para o combate ao aquecimento global, porque é que a China é o maior poluidor mundial?



domingo, 30 de dezembro de 2012

Pena de morte para quem não acredita na teoria do aquecimento global?

Fonte
Os verdadeiros crentes no aquecimento global não são só malucos; eles são malucos e malignos. Para se ter uma ideia disso, basta analisar a solução final que o perito australiano Richard Parncutt (professor na Universidade de Graz - Áustria), propõe que seja levada a cabo contra aqueles que não aceitam as mentiras em torno do não-existente aquecimento global:
Sou de opinião que a pena de morte é apropriada para os membros mais influentes entre aqueles que negam o AGA [Aquecimento Global Antrópico].
Como é normal junto da esquerda militante, Parncutt justifica a matança dos seus adversários ideológicos com o truque utilitário do autoritarismo: qualquer crime pode ser desculpado se uma elite não-representativa decidir que essa matança promove um "bem maior" para a maioria das pessoas. Nas suas palavras, Parncutt diz:
Se existe uma probabilidade na ordem dos 10 porcento de 10 milhões de pessoas morrerem, isso equivale a 1 milhão de pessoas ter 100 porcento de probabilidade de morrer.
Isto é, mesmo que exista apenas 10 porcento de probabilidade da teoria do aquecimento global ser verdadeira, isso equivale a matar 1 milhão de pessoas - a menos que nós deixemos que pessoas como Parncutt imponham um totalitarismo global e um padrão de vida Medieval (excepto para eles mesmos). Portanto, ao silenciarem alguns milhares de vozes que se agarram à politicamente incorrecta noção da liberdade individual, a elite esquerdistas estará, no entanto, a "salvar" muitas mais vidas. E se esses milhares de vozes não forem suficientes . . . .  (Já sabem como isto acaba)

Sendo um homem que sofre da doença com o nome de "esquerdismo", Parncutt acredita que os genocidas não deveriam de maneira receber a pena de morte. No entanto, aqueles que lhe dizem que é virtualmente impossível o ser humano reduzir a temperatura do planeta abandonando actividades tais como conduzir um carro ou viajar de avião, merecem, no entanto, a pena de morte. Tudo isto, note-se, em nome dum "bem maior".

Combine-se o utilitarismo, com a rejeição esquerdista dum sistema moral significativo (bem como a histeria que causa a elite buscar por uma Solução Final) e a anedota que é a teoria do aquecimento global pode-se tornar numa justificação para matar mais perigosa que o Comunismo. Tudo o que é preciso para que isso ocorra é a instalação das pessoas certas nos lugares certos - e isso já está feito.

Se estas pessoas consolidarem o seu poder de forma eficiente, quem sabe quais os passos que eles tomarão como forma de tornar o mundo um lugar mais seguro para todos, menos para os seres humanos? 

Entretanto, durante os últimos 16 anos não houve qualquer tipo aquecimento global, mas pode ser que o fuzilamento de pessoas que apontam este facto faça com essa verdade inconveniente desapareça.

Parncutt: O Heinrich Himmler da Era do Esquerdismo
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Antes que algum esquerdiota diga que o aquecimento global é um "facto!", aconselho vivamente a leitura  deste blogue.



domingo, 9 de setembro de 2012

O racismo dos ambientalistas

Quando fazemos uma análise mais aprofundada das actividades daqueles que forçam a teoria das "alterações climáticas", eles revelam-se nada mais como grupos racistas. E doentios. E racistas outra vez.

Muitas das suas "soluções" envolvem forçar os países mais pobres, especialmente os países africanos - que, obviamente, estão cheios de negros - a colocar de lado qualquer noção de se tornarem prósperos e auto-suficientes. Um dos grandes cavalos de batalha dos aquecimistas é o facto da população mundial estar a aumentar. Quem melhor que Paul Ehrlich para revelar o que os ambientalistas pensam do crescimento populacional num post intitulado "Controle da multidão: 7 biliões de pessoas. Última chance para salvar o planeta"?

Paul Ehrlich, autor do icónico livro The Population Bomb, identifica-se como um "gangster" . .

Sem dúvida que não há motivos para deixarmos de confiar no homem que ofereceu ao mundo uma das "profecias" climáticas mais falsas da história.

O que é que pode ser feito? Havendo escrito mais de 40 livros, Ehrlich afirma que "as pessoas não querem ouvir as soluções - esse tipo de livros não vende." Para além disso ele já desistiu de contradizer "idiotas genuínos" ou "os matematicamente limitados."

Quais são, então, as "soluções" para combater o aumento da população mundial? Essencialmente, só há duas:

  • Parar de gerar filhos
  • Reduzir a população actual.

É por isto que as minorias de todo o 3º mundo, especialmente os negros, recebem contraceptivos. Alguns ambientalistas mais consistentes com a sua ideologia anti-humanidade chegam a sugerir que os seres humanos se matem em massa.

Muita desta mentalidade tem as suas origens nos programas eugénicos propostos por esquerdistas brancos. Estes programas culminaram 1) na esterilização das minorias, 2) no aparecimento de organizações que matam bebés inocentes (Planned Parenthood) e 3) no genocídio tal como executado pela Alemanha Nacional Socialista.

Fonte

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Se a esquerdalha ambientalista está genuinamente interessada em "reduzir a população mundial", eles podem dar o exemplo parando de gerar filhos e executando o suicídio em massa que eles querem que os outros façam.

Mas eles não irão parar de gerar filhos e nem irão levar a cabo o tal suicídio em massa porque eles não se consideram parte do problema; segundo se sabe, o "problema" da sobrepopulação não inclui esquerdistas porque só os não-esquerdistas é que fazem parte da "sobrepopulação" mundial.

Como disse um homem sábio, sempre que alguém afirmar que "há pessoas a mais no mundo", perguntem-lhe se ele [a pessoa que disse isso] também está a mais. Se ele acha que sim, seria interessante saber o que ele está disposto a fazer em relação a isso.



quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Reino Unido financia 9.500.000 Esterilizações Forçadas na Índia para "Deter o Aquecimento Global"


Os principais membros de proeminentes ONGs indianas acusaram de "racismo" o governo do Reino Unido em função de "dezenas de milhões de libras" para esterilizar pobres da Índia no que eles dizem ser uma tentativa equivocada de combate ao aquecimento global.

O governo do Reino Unido tem financiado agências que prometem realizar um certo número de esterilizações, uma quota que foi aparentemente cumprida com crueldade total e uma insensibilidade chocante, de acordo com a matéria do canal internacional de notícias, Russia Today:

A reportagem do canal Russia Today visitou a Índia e falou à polícia local que lhes disseram que eles invadiram os escritórios das agências de ajuda locais e confiscaram vídeos que mostram os maus-tratos terríveis nas mulheres. Em alguns casos, isso envolveu mais de 80 esterilizações sendo realizadas em apenas 3 horas em ambientes sem nenhuma higiene, numa escola local.

O jornal Britânico The Guardian também detalhou relatos de que as mulheres foram operadas deitadas na palha em dependências e saiam gritando de dor de acordo com as ONGs e defensores dos direitos humanos:

"Activista dos direitos humanos, Devika Biswas disse ao tribunal que "esterilizações desumanas, particularmente nas áreas rurais, continuam com descaso pela vida das mulheres pobres". Biswas afirmou que 53 mulheres pobres e de baixa casta foram caçadas e esterilizadas em operações realizadas por tochas que deixou três sangrando muito e levou a um aborto, uma mulher que estava grávida de três meses. "Após as cirurgias, todas as 53 mulheres estavam chorando de dor. Embora tivessem necessidade desesperada de cuidados médicos, não apareceu ninguém para ajudá-las", disse ela.

Numa entrevista ao Canal de Notícias, o Dr Abhisit Das, director do Centro de Saúde e da Justiça Social, disse que o programa inteiro fedia a mentalidade de velho imperialismo do "colonialismo" e "racismo" onde os pobres foram responsabilizados pelos excessos dos ricos. Relatado no Russia Today.

Um documento recém-lançado mostra que o governo britânico está interessado em reduzir a população da Índia para reduzir gases de efeito estufa para combater o aquecimento global.

As agências recebem 1.500 rúpias por esterilização do Governo Britânico que, de acordo com um documento de trabalho publicado no combate ao aquecimento global, "argumentou que a redução do número da população iria cortar gases de efeito estufa". 1.500 rúpias é um pouco mais de 17 libras esterlinas e o Governo Britânico destinou 166 milhões de libras para o esforço, que significa aproximadamente a nove milhões e meio de esterilizações.

Hoje, ambos, a reportagem do canal Russia Today e do The Guardian concordam que as esterilizações eram muitas vezes realizadas por força ou engano, e frequentemente em condições horríveis, medievais e demonstravam uma preocupação apenas com o cumprimento de quotas e um desprezo pelo bem-estar das mulheres operadas.

No entanto, como o Governo Britânico financiou apenas as agências em sua "batalha contra o aquecimento global", eles negaram qualquer conhecimento sobre isso, e - é claro - emitiram uma condenação. Um pouco tarde demais, porém, para as dezenas de milhares de vítimas desta última batalha contra o aquecimento global.


sexta-feira, 13 de julho de 2012

O imposto climático

ONU quer criar uma "reserva" com dinheiro alheio:

Outra proposta iria distribuir o custo dos investimentos em outros países através da sociedade.

"Apelamos ao cumprimento dos compromissos de assistência de desenvolvimento, incluindo os compromissos feitos pelo países desenvolvidos de atingir os 0,7% do produto nacional bruto para a assistência de desenvolvimento aos países em desenvolvimento até ao ano de 2015."

A proposta iria fornecer entre .015 a .020% do produto nacional bruto em forma de assistência para os países em desenvolvimento. Segundo a CFACT, isto iria custar cerca de $1,325 a cada família americana composta por 4 pessoas.

Ou seja, um grupo de burocratas não-eleitos, não-representativos e sem ninguém a quem prestar contas quer usar o dinheiro das famílias americanas para "parar com o aquecimento global", ao mesmo tempo que viajam de avião - aumentando o aquecimento global - para locais como o Rio de Janeiro para as suas férias exóticas. E quando chegarem a esses locais, vão comer carne, o que, como sabemos, é mau. Sem dúvida que eles vão-se empanturrar de comida "maligna" ao mesmo tempo que a apenas alguns quilómetros de si centenas de milhares de necessitados passam fome.

Enquanto isso, os países empobrecidos por ditaduras esquerdistas em desenvolvimento ficam a saber que são obrigados a seguir o que a ONU manda, em vez deles tentarem enriquecer através dos seus próprios meios e talento. Os países pobres têm que se manter pobres, e os ricos têm que dar dinheiro à ONU para que eles mantenham os países pobres dependentes da ONU. Perfeito.

Mais uma vez, não deixa de ser surpreendente que as "soluções" dos esquerdistas da ONU - e dos esquerdistas no geral - se centrem na redistribuição de dinheiro alheio. A ONU, tal como todo o esquerdista militante, olha para o sector privado como galinha dos ovos de ouro e agentes financiadores da sua agenda política. Eles demonizam os empreendedores mas tentam sempre ficar com o fruto do trabalho desses mesmos empreendedores através de impostos cada vez mais insuportáveis.

Burocratas em busca do dinheiro alheio.

sábado, 23 de junho de 2012

Estátua de Cristo Rei convertida a ícone do ambientalismo

O guru ambientalista James Lovelock estava certo quando afirmou que a "religião verde [ambientalismo] está a tomar o lugar da religião Cristã." Agora, na "Earth Summit" das Nações Unidas (ONU), a imagem de Cristo foi forçosamente convertida à eco-fé à medida que a cidade banha a estátua icónica com luz verde.

O famoso anti-aquecismista Lord Monckton disse o seguinte:

O desejado triunfo da nova religião sobre a antiga foi simbolizado pelo oneroso sistema de diodo emissor de luz verde que transformou a normal luz dos holofotes em torno da estátua de Cristo Redentor numa desagradável e lúgrebe luz verde.

Felizmente, a intervenção Divina (ou o efeito Gore) gerou uma incaracterística nuvem densa - e chuva - o que tornou este rude mas custoso sacrilégio virtualmente invisível. Lord Monckton acrescenta:
Dez pontos para a antiga religião. Com Deus não se brinca.
Soldados com metralhadoras e outras armas "guardam este extravagante e custoso gesto de propaganda para se assegurarem que ninguém simbolicamente reafirma o triunfo da Ressurreição, cortando o desnatural brilho verde e substituindo-o pela tradicional e gloriosa luz branca."

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Se mais evidências fossem necessárias para se ver a natureza religiosa do ambientalismo, este gesto deve ser suficiente.

Ambientalistas e adoradores da Terra em "oração".
A mulher com o símbolo do Diabo (pentagrama) na camisola tem estrategicamente a mão sobre o seu útero.
Porque será?



sexta-feira, 27 de abril de 2012

Ambientalista morre depois de tentar subsistir apenas com a luz do Sol

O jornal suíço Tages-Anzeiger relata o caso antigo duma mulher que morreu de fome depois de dar início a uma "dieta espiritual" onde ela colocava de lado toda a comida, e subsistia com nada mais que a luz do Sol.

O jornal de Zurique reportou na Quarta-Feira que a mulher suíça, cujo nome não foi revelado e que estava na casa dos 50 anos, decidiu seguir o jejum radical em 2010 depois de ver um documentário austríaco acerca dum guru indiano que alega ter vivido desta forma durante 70 anos.

O Tages-Anzeiger afirma ainda que já houve casos similares na Alemanha, Grã-Bretanha e Austrália. O Ministério Público do cantão de Aargau na Quarta-Feira que a mulher morreu em Janeiro de 2011 na cidade de Wolfhalden na zona Este da Suíça.

Fonte

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Ideias têm consequências e o ambientalismo radical têm-se revelado fonte infindável de casos extremos e/ou ridículos:

1. Cães e Raposas "Assassinam" Pinguins

2. Fechem a Austrália para reduzir 0.01 graus à temperatura mundial!

3. Direitos dos Animais: terroristas atacam na Grécia


segunda-feira, 23 de abril de 2012

"Deixemos as suas casas arder"

Em mais uma ilustração chocante do quanto o ecofascismo está disseminado junto do lonny ambientalista, o alarmista climático Steve Zwick , escrevendo para a Forbes Magazine, apela à perseguição, captura e queima das casas de quem não acredita na mitologia do aquecimento global.

Comparando os cépticos climáticos com os residentes de Tennessee - que se recusaram a pagar uma taxa de $75, o que levou a que os bombeiros nada fizessem enquanto as suas casas ardiam - Zwick faz um discurso retórico onde afirma que quem activamente questione a propaganda do aquecimento deve ser sujeito ao mesmo tipo de tratamento.

O doente mental climático diz:

Sabemos quem são os negacionistas activos - não as pessoas que acreditam nas mentiras, se me posso corrigir, mas as pessoas que inventam as mentiras. Comecemos agora a tomar nota de quem são para que quando a fome vier, os forcemos a pagar por isso. Deixemos as suas casas arder. Troquemos as suas terras seguras por ilhas submergidas. Vamos forçá-los a suportar o aumento do preço dos alimentos.

Eles destruíram o clima. Porque é que todos nós deveríamos pagar por isso?

Como já foi documentado por várias pessoas, à medida que cada vez menos pessoas estão convencidas com a pseudo-ciência por trás do "aquecimento global antrópico" (AGA), promulgada por pessoas Zwick, desejosas de controlar a vida alheia e mais preocupadas com dinheiro e com o poder do que com aquilo que elas fazem em favor do meio ambiente visto que elas não vivem a vida que dizem que o resto da humanidade deve viver, os crentes no AGA vão-se tornando cada vez mais autoritários nos seus pronunciamentos.

Mesmo quando a ciência refuta as suas desilusõeso gelo árctico está mais espesso, os ursos polares e os pinguins estão a florescer e os glaciares dos Himalaias estão em crescimento — os alarmistas climáticos apenas se tornam mais agressivos nos seus ataques a quem quer que se atreva a questionar a mantra do AGA.

Este site reportou como o Professor Kari Norgaard apelou para que os cépticos climáticos fossem comparados a racistas (??!) e clinicamente "tratados" por terem uma "desordem mental".

Semelhantemente, numa carta enviada ao eminente climatólogo Barack Hussein Obama Junior, Norgaard apelou também ao presidente americano que ignorasse a vontade do povo e suspendesse a democracia de modo a impôr mandatos ecológicos draconianos. Para o bem de todos, obviamente.

Fonte


terça-feira, 17 de abril de 2012

Austrália: partido que promovia a farsa do aquecimento global é totalmente destruído nas eleições

E qual é a importância disto? Os esquerdistas e o Partido Labor forçaram todas as regras, leis e regulamentos actualmente em operação.

(Brisbane Times) Os eleitores terminaram de modo enfático a vigência dos Labor em Queensland, reduzindo efectivamente o destroçado governo ao estatuto de partido minoritário. Tão compreensiva foi a vitória do partido LNP (sob Campbell Newman) que o partido Labor foi virtualmente apagado do mapa eleitoral de Queensland.

Aparentemente o ALP foi reduzido a 7 representantes - num total de 89.

Quão terrível foi a derrota?

(The Telegraph) Com MPs suficientes apenas para preencher uma pequena carrinha depois de Sábado à noite, o Labor nem conseguiu atingir o mínimo necessário para ter o estatuto de partido político: 10.

O Telegraph prossegue ressalvando que o partido de Julie Gillard está practicamente terminado.

Os australianos não apoiaram as manobras políticas feitas como forma de "combater" o "aquecimento global" e nem querem o seu custo de vida inflacionado artificialmente devido a uma questão cientificamente falsa.

Pior ainda, os australianos não querem que a sua vida seja afectada por uma vasta gama de regulamentos aprovados por pessoas que nunca vivem a vida “carbon neutral” que eles esperam que os outros vivam. Mais ainda quando se sabe que as "soluções" não teriam qualquer tipo de impacto no combate ao aquecimento global, mesmo que este fosse causado pelo homem.

Como ressalva Steven Milloy:

Globalmente falando, os políticos provavelmente tomarão esta carnificina como um aviso - os constituintes não irão tolerar taxas gigantescas e sem sentido impostas como formas de "lidar" com um problema que não existe.

Este é o início do fim político do aquecimento global, das restrições do carbono e do racionamento da energia. Mais ainda, os eleitores atiraram para o lixo o ambientalismo obstrucionista e anti-desenvolvimento dos Verdes.

Anna Bligh, a líder do partido Labor de Queensland, demitiu-se depois desta derrota humilhante.

Isto é um aviso sério para os "bem intencionados" políticos do mundo: Não usem a lei (ou mentiras) para forçar a vossa "ciência" fraudulenta à população.

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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Falta de evidências em favor do aquecimento global aumenta número de negacionistas

Para as pessoas que desejam uma maior acção contra o aquecimento global, uma verdade inconveniente emergiu durante a última década: as médias anuais das temperaturas globais mantiveram-se relativamente constantes - e caíram nos EUA - apesar da emissão crescente de gases para a atmosfera.

O hiato no aumento das temperaturas pode ter contribuído para um maior cepticismo público em torno do aquecimento global, especialmente nos EUA.

No entanto, estes factos não alteraram as opiniões da maioria dos pesquisadores climáticos no que toca a suposta actividade humana por trás do aumento das temperaturas deste século.

Fonte

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A elite esquerdista europeia tem um prazer mórbido em auto-colocar-se numa posição de superioridade moral em relação aos americanos porque - supostamente - estes últimos são essencialmente uns pacóvios ignorantes armados até aos dentes e com visões apocalípticas do futuro da humanidade.

A verdade dos factos é que o americano médio é mais resistente a imposições estatais do que o europeu médio. É devido a isto que a elite esquerdista europeia possui uma visão tão baixa e negativa dos primeiros.

No que toca a questão do totalmente desacreditado "aquecimento global", os americanos, no geral, nunca se deixaram convencer com a mesma. O mesmo se passa com a teoria da evolução e com muitos outros "consensos" que são promovidos por uma elite como forma de avançar com políticas esquerdistas.

Aquilo que a elite esquerdista quer usar como evidência da suposta ignorância americana (falta de fé no aquecimento global) é na verdade um bom argumento em favor da solidez intelectual dos "yankees".


sexta-feira, 30 de março de 2012

Fanatismo ambientalista: Uma hora às escuras para "salvar o planeta"

Centenas de milhões de pessoas espalhadas por milhares de cidades em vários países a repetirem um gesto, à mesma hora - é esta a ideia por detrás da iniciativa "Hora do Planeta".

Em Portugal, somam-se os apoios à iniciativa; à data de hoje mais de 80 cidades já aderiram a este movimento global e fizeram os seus compromissos, desafiando os seus munícipes a apagarem as luzes no próximo sábado, dia 31 de Março.

"A Hora do Planeta é uma oportunidade para as pessoas e comunidades em todo o mundo se unirem com o objectivo comum de um futuro sustentável para nosso planeta", explica Ângela Morgado, responsável de comunicação da WWF em Portugal.

No ano passado, mais de 5200 cidades, em 135 países, desligaram as luzes à hora marcada.

Fonte

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A vida e o conforto do ser humano são secundários em relação à "subsistência" do planeta. Segundo o credo ambientalista actual, é mais importante melhorar o bem estar das galinhas do que preservar a vida humana. Deixar cidades inteiras às escuras durante uma hora pode ter consequências inesperadas para a segurança pública.

O que estes grupos ambientalistas radicais não entendem (ou não querem entender) é que o meio ambiente existe para o homem, e não o contrário. É importante preservar os recursos do nosso planeta porque nós humanos - a forma de vida mais importante do planeta - dependemos dele para sobreviver.

Colocar a importância do meio ambiente acima da importância do ser humano - e isto é algo comum nos movimentos ambientalistas - faz tanto sentido como construir e preservar estádios de futebol às custas do bem estar dos jogadores de futebol. Sem os jogadores, os estádios não fazem sentido algum.

Do mesmo modo, sem o homem, o meio ambiente por si só não faz sentido nenhum.



domingo, 25 de março de 2012

Scientific American: "Precisamos dum governo mundial para controlar o ambiente"

Pessoalmente falando, talvez a forma mais eficiente dos aquecimistas convencerem o resto da população mundial da urgência desta questão seja a deles mesmos abdicarem do conforto trazido pela tecnologia do século 21, e começarem a viver de acordo com o que propagam.

Mas enquanto isso não acontece, eis aqui a "solução" da elite científica mundial:

Um Governo Mundial Eficiente Será Necessário Para Evitar Catástrofe Climática
(Scientific American)

Impressionante como uma extraordinária quantidade de "soluções" propostas pela esquerda militante envolve dar mais poder e autoridade ao governo. Por isso é que os governos adoram fomentar projectos como "Occupy Wall Street" e relacionados; as pessoas envolvidas neste tipo de actividades são mais facilmente controláveis pelo governo.

De qualquer forma, depois de mencionar um relatório que declara que grandes alterações terão que ser feitas na "UN Conference On Sustainable Development 2012" eis o que nos é dito:

Infelizmente, é necessário muito mais. De modo a poderem ser eficientes, um novo conjunto de instituições teriam que ser imbuídas com poderes autoritários e executivos com alcance supranacional.

Portanto, como forma de se resolver o não existente "problema" do aquecimento global, a elite científica propõe um "governo mundial" com poder para fazer o que bem entender. Para o bem de todos, obviamente. Afinal de contas, todos nós sabemos que demasiado poder nas mãos duma minoria resulta sempre.

Líderes supranacionais com poderes executivos e autoritários.


domingo, 18 de março de 2012

Como ser expulso da escola

Os comuna-ambientalistas que tentam influenciar as crianças (com dinheiro público) usando imagens de ursos polares fofinhos e propaganda do Capitão Planeta deparam-se agora com mais um anti-aquecimista.

O antigo primeiro-ministro John Howard publicitou um livro controverso onde é ensinado às crianças como ser um céptico climático.

O livro de Ian Plimer “How to Get Expelled from School: A Guide to Climate Change for Pupils, Parents and Punters” arma as crianças com 101 perguntas com as quais elas podem confrontar os professores. Com este livro, que já foi identificado como "o manual anti-aquecimista para o jovem leitor", Howard espera atacar o ensino declaradamente pró-aquecimismo presente nas escolas.

Ele diz:

Tem que existir preocupação entre as pessoas em relação ao que está a ser ensinado aos seus filhos. Isto é um assunto de genuína preocupação.
O professor Plimer afirmou que muitos pais o escrevem com perguntas em torno deste assunto.
Eles dizem que, durante o tempo em que os filhos estão nas escolas, eles estão a ser indoutrinados em favor do activismo ambientalista em vez de aprendem rudimentos científicos que lhes permitam analisar os argumentos dos activistas.
Indoutrinação em favor do esquerdismo nas escolas ocidentais?! Nunca se viu tal coisa!

O livro de 250 páginas inclui uma lista de questões que podem ser embaraçosas para os professores pobremente treinados na defesa do aquecismo. Da lista encontram-se perguntas como "São as alterações climáticas algo normal?" e "Durante os últimos 100 anos verificou-se um aquecimento global ou um arrefecimento global?"

Ao serem feitas perguntas relevantes (em vez de divagar em histórias imaginativas) o livro do professor Plimer provavelmente evitará o destino do infame "A Convenient Untruth" do propagandista Al Gore que não pode ser disponibilizado às crianças britânicas sem um pequeno texto logo no princípio do livro a dizer que o mesmo está cheio de mentiras.

Fonte



sexta-feira, 2 de março de 2012

Nações Unidas: "Dêem-nos o controle da vossa água e da vossa comida. É só isso que pedimos"


Relatório ambientalista emitido por uma agência das Nações Unidas levou a que alguns críticos soassem o alarme, afirmando que o mesmo é um apelo a um "governo global" em torno da forma como a Terra é gerida.

O relatório, com o nome de “21 Issues for the 21st Century,” e proveniente da United Nations Environment Program (UNEP) Foresight Process, é o culminar dum processo deliberativo com a duração de 2 anos e com a participação de 22 cientistas.

Os cientistas que escreveram o relatório afirmam que o mesmo foca-se na identificação de "assuntos emergentes" no ambiente global, e que o mesmo não estabelece qualquer tipo de obrigatoriedade em termos de soluções.

Mas os críticos afirmam terem reparado num plano e numa agenda presente no relatório de 60 páginas, que apela a uma vistoria total à forma como a comida e a água são geradas e distribuídas - algo que o relatório afirma ser "urgentemente necessário" para que a espécie humana se continue a alimentar e hidratar de modo seguro.

Chris Horner, autor do livro "Red Hot Lies: How Global Warming Alarmists Use Threats, Fraud and Deception to Keep You Misinformed" ["Mentiras Vermelhas e Quentes. Como os Alarmistas em Torno do Aquecimento Global Usam da Decepção Para Te Manter Mal Informado"], afirma:

Isto nada mais é que utopianismo e promessas suplicantes como forma de obter "governo global", incluindo o que eles chamam de "novos arranjos governamentais" contendo "alianças entre grupos ambientalistas e outros grupos sociais".
* * * * * * * *

Onde estão os "negacionistas" que qualificaram de "fanáticos" e "conspiracionistas" todos aqueles que correctamente afirmaram que as Nações Unidas é uma organização construída com o propósito de governar os destinos políticos do mundo?

A teoria do aquecimento global, como demonstrado por este e este aquecimista, nada mais é que uma construção pseudo-científica que visa gerar um "calamidade" global que, obviamente, necessite duma "resolução" ao nível global.

Por isso é que as Nações Unidas absolutamente precisam de promover a teoria do aquecimento global; o aumento do seu poder depende disso.


Nações Unidas: Porque o poder centralizado nas mãos de esquerdistas
é a resposta para os nossos problemas.


sábado, 4 de fevereiro de 2012

Não há aquecimento global desde 1997

Em outras notícias relacionadas, o Sol alegadamente é quente e a água é molhada.

Como já foi dito por várias pessoas, a teoria do aquecimento global antrópico nunca teve nada a ver com a ciência visto que a mesma mais não é que um plano para um governo mundial.

O alegado "consenso" em torno do aquecimento global antrópico (AGA) enfrenta agora um desafio inconveniente após o conhecimento público de dados que mostram que o planeta não ficou mais quente desde 1997.

Os dados sugerem até que nós podemos estar a caminhar para uma mini idade do gelo análoga à queda de temperatura que ocorreu há cerca de 70 anos.

Tendo como base as leituras de mais de 30,000 estações de monitorização de temperaturas. os dados foram disponibilizados ao público pela Met Office e pela "University of East Anglia Climatic Research Unit."

O estudo confirma que a tendência de aumento das temperaturas mundiais terminou em 1997.

Mais uma vez, o consenso estava errado e os "negacionistas" estavam certos.

Lembrem-se disto da próxima vez que alguém quiser finalizar uma discussão apelando ao cientificamente irrelevante "consenso".

Fonte


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Faz sentido

Havendo demonstrado de forma científica como é que um lobo/vaca/urso evoluiu para uma baleia, ou como um dinossauro evoluiu para um colibri, os evolucionistas voltam-se agora para outro grande mito da "ciência" moderna: a teoria do aquecimento global antrópico (AGA).

De certa forma, faz sentido que sejam os evolucionistas a liderar este processo visto que tanto a crença de que lobos evoluíram para baleias como a crença de que o homem consegue aumentar a temperatura da Terra nada mais serem que ficção cientifica:

Será a educação em torno das alterações climáticas a nova evolução, isto é, ameaçada por parte de grupos de interesse muito bem organizados nas escolas distritais dos EUA bem como nos padrões de educação?

Um crescente número de proponentes da educação acha que sim. Devido a isto a partir de ontem, a National Center for Science Education (NCSE) em Oakland, Califórnia, que se dedica a combater o ensino do Criacionismo, anunciou que vai se dedicar também ao combate dos negacionistas climáticos.

A NCSE espera que a tarefa seja mais complicada do que o combate ao Criacionismo. Eugenie Scott afirma:
As forças unidas contra a ciência climática são mais numerosas e com melhor financiamento.
Devido a isto, Scott defende que estas "forças" são mais capazes de propagar a sua mensagem nos órgãos de informação do que os defensores do Criacionismo.

. . . . . .

Um dos motivos que vai tornar o combate ao "negacionismo climático" mais complicado é o facto de ser mais difícil mentir às pessoas sobre algo que elas podem observar empiricamente, independentemente das formidáveis "forças unidas" contra a "ciência climática".

Outro motivo óbvio para o à vontade que muitos cientistas têm em demonstrar a idiotice da teoria do AGA é a inexistência de ramificações religiosas por parte desta (embora existam ramificações políticas). Quer uma pessoa acredite em Deus ou não acredite em Deus, a rejeição do AGA não vai alterar a sua cosmovisão.

No entanto, a crença no Criacionismo implica uma alteração fundamental na forma como vêmos o mundo. Para um militante ateu que claramente observa a insuficiência da teoria da evolução como explicação coerente para a origem dos sistemas biológicos, é complicado passar a defender o Criacionismo - embora se aperceba que esta teoria está melhor suportada pelos dados observáveis.

Para alguém que sempre se auto-glorificou em ser um "céptico" apenas e só por acreditar que o mundo biológico criou-se a si mesmo, o Criacionismo é muito mais perigoso que o AGA.

Como tal, prevejo que o NCSE mais cedo ou mais tarde desista de combater o "negacionismo climático" e volte a defender a tese de que a vida criou-se a si mesma.



sábado, 21 de janeiro de 2012

Aquecimistas Tentam Agora Forçar a Sua Religião aos Meteorologistas

Se a "ciência" estivesse estabelecida, os aquecimistas nunca teriam que fazer o que se vê nesta notícia:
Uma nova campanha, Forecast the Facts (www.forecastthefacts.org), tem o seu início no Domingo como forma de pressionar os meteorologistas a informar os seus espectadores acerca das alterações climáticas.
Este início coincide com o pontapé-de-saída do encontro anual da "American Meteorological Society" em New Orleans, LA.
"Brilhante ideia". Agora, em vez dos anúncios meteorológicos demorarem 3/5 minutos, os americanos podem ter que aturar mais uns minutos extra de palhaçada esquerdista mascarada de "ciência". Pessoalmente, eu prefiro que os profissionais do tempo se dedicam a informar-me sobre . . o tempo, e não a perder o tempo (o meu e o deles) com fantasias. 

Esta é típica mentalidade esquerdista: quando eles acreditam em algo que mais ninguém defende, eles navegam em redor dos caminhos normais de debate e tentam indoutrinar toda a população em favor da sua fé.

Por exemplo, eles não aguentam que a esmagadora maioria da população mundial queira manter a definição de casamento como união entre um homem e uma mulher. Como tal, eles ignoram a vontade da maioria e fazem pressões políticas como forma de influenciar o governo e levar este a usar as escolas públicas como plataforma de ensino em favor da sodomia e do lesbianismo (com o dinheiro das mesmas pessoas que haviam já rejeitado a perversão da instituição do casamento).

O mesmo se passa com a teoria da evolução; muito pouca gente realmente acredita que o universo e as formas de vida são obra de forças aleatórias, sem direcção, sem propósito e sem um final em vista. A maioria da população mundial olha para a vida e para o cosmos e vê plano, design, perfeição e sofisticação.
O que é que os esquerdistas fazem? Ignoram a vontade da maioria e estabelecem o ensino da teoria da evolução como dogma religioso nas aulas de Biologia.

Sem surpresa alguma, o mesmo se passa com a parvoíce do aquecimento global antrópico; havendo sentido o peso e a humilhação da rejeição mundial da sua teoria, os aquecimistas ignoram esta brutal rejeição e tentam usar as plataformas públicas como forma de indoutrinação.

Segundo se sabe, os aquecimistas consideram imperioso a promoção do aquecimento global porque
A questão em torno da rejeição do aquecimento global antrópico por parte dos meteorologistas das televisões tem recebido atenção acrescida, especialmente depois do estudo nacional da Universidade George Mason (Março de 2010).
O estudo apurou que 63% dos meteorologistas da TV pensam que as alterações climáticas devem-se a causas naturais [e não a algo que o homem tenha feito], e 27% considera que a noção do aquecimento global é uma farsa.
Ou seja, 2/3 de profissionais climáticos cujos emprego não dependem de acreditar que o homem consegue aumentar a temperatura da Terra não vê relação nenhuma entre as acções do homem e o aumento das temperaturas. Paralelamente, mais de 1/4 acha que a noção do aquecimento global antrópico é  pura farsa.

Para uma teoria cuja ciência estava "estabelecida" isto não são números abonatórios.



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