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sexta-feira, 13 de julho de 2012

O imposto climático

ONU quer criar uma "reserva" com dinheiro alheio:

Outra proposta iria distribuir o custo dos investimentos em outros países através da sociedade.

"Apelamos ao cumprimento dos compromissos de assistência de desenvolvimento, incluindo os compromissos feitos pelo países desenvolvidos de atingir os 0,7% do produto nacional bruto para a assistência de desenvolvimento aos países em desenvolvimento até ao ano de 2015."

A proposta iria fornecer entre .015 a .020% do produto nacional bruto em forma de assistência para os países em desenvolvimento. Segundo a CFACT, isto iria custar cerca de $1,325 a cada família americana composta por 4 pessoas.

Ou seja, um grupo de burocratas não-eleitos, não-representativos e sem ninguém a quem prestar contas quer usar o dinheiro das famílias americanas para "parar com o aquecimento global", ao mesmo tempo que viajam de avião - aumentando o aquecimento global - para locais como o Rio de Janeiro para as suas férias exóticas. E quando chegarem a esses locais, vão comer carne, o que, como sabemos, é mau. Sem dúvida que eles vão-se empanturrar de comida "maligna" ao mesmo tempo que a apenas alguns quilómetros de si centenas de milhares de necessitados passam fome.

Enquanto isso, os países empobrecidos por ditaduras esquerdistas em desenvolvimento ficam a saber que são obrigados a seguir o que a ONU manda, em vez deles tentarem enriquecer através dos seus próprios meios e talento. Os países pobres têm que se manter pobres, e os ricos têm que dar dinheiro à ONU para que eles mantenham os países pobres dependentes da ONU. Perfeito.

Mais uma vez, não deixa de ser surpreendente que as "soluções" dos esquerdistas da ONU - e dos esquerdistas no geral - se centrem na redistribuição de dinheiro alheio. A ONU, tal como todo o esquerdista militante, olha para o sector privado como galinha dos ovos de ouro e agentes financiadores da sua agenda política. Eles demonizam os empreendedores mas tentam sempre ficar com o fruto do trabalho desses mesmos empreendedores através de impostos cada vez mais insuportáveis.

Burocratas em busca do dinheiro alheio.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Uma má decisão é o suficiente

Várias pessoas, incluindo Voltaire, Einstein, e Bertholdt Brecht foram creditados como os autores duma variação desta frase, mas independentemente de quem a disse primeiro, uma das formas mais eficazes de contemplar o infinito é levar em conta os limites da estupidez humana.

O comportamento desta mulher rica e aborrecida, casada há 18 anos, certamente que é informativo a esse respeito:

Em Setembro de 2005, numa explosão de estupidez espontânea e sem consultar nenhum dos meus amigos ou familiares, deixei o homem com quem estive casada durante 18 anos em favor de outro com quem tinha tido dois encontros.

Não fiz qualquer tipo de preparação e levei comigo muito poucos pertences.

Enquanto o Malcolm [o marido] estava fora, numa manhã, eu simplesmente preparei uma mala, deixei as chaves da casa perto duma carta onde explicava que o havia deixado por outro homem, e viajei até Londres, proveniente de Manchester onde vivia, e mudei-me para o apartamento do David.

Durante as primeiras 48 horas eu estava agitada devido a adrenalina. Adorava sentir paixão pela primeira vez em décadas e estava excitada como uma rapariga pelo início deste novo capítulo da minha vida.

Mas a minha alegria foi de pouca duração. No espaço de alguns dias comecei a pensar se o David e eu éramos certos um para o outro visto que as coisas não estavam a avançar como eu havia imaginado.

Descobri que o David tinha mau feitio e era bastante aborrecido. Perto do final da primeira semana apercebi-me que havia sido terrivelmente estúpida por ter abandonado tudo em favor dum homem que mal conhecia.

Ele passava o tempo a falar da sua antiga esposa e eu apercebi-me que a vida com ele seria viver à sombra duma falecida. Ele disse-me tudo sobre os seus amigos, o quão apoiantes eles eram, mas quando os conheci pareceram-me ser velhos, cansados e totalmente desinteressantes.

Mas o erro horrível estava feito - e era agora irreversível. Cinco dias depois de eu o ter abandonado, Malcolm trouxe para a nossa casa a sua nova namorada. Conheceu a mulher de 18 anos e do leste europeu num "internet café" dois dias depois de eu o ter deixado e agora ela é a sua namorada.

O velhote Malcolm sem dúvida que ficou a ganhar com esta "explosão de estupidez espontânea" da sua ex-mulher.

Numa semana ele encontra-se na fase relaxante da vida, agarrado a uma aborrecida e insuficientemente entretida mulher, mas na semana seguinte ele tem em casa uma mulher na ponto mais alto da sua beleza feminina - 32 anos mais nova.

Alfa.


Outra coisa que convém notar é a forma como os sentimentos foram seguidos sem a mínima análise critica. Uma das coisas que tenho notado na bloguesfera é a tendência tipicamente feminina de colocar sentimentos ao mesmo nível factos concretos na altura de tomar decisões importantes. Repare-se nestas frases:

Não posso dizer que estivesse apaixonada de um modo arrebatador [isto é, não SENTIA paixão] , mas depois de estar casada há duas décadas, eu não tinha qualquer tipo de experiência com os encontros romântico e sentia-me entusiasmada pelo facto de haver um homem a demonstrar interesse em mim. É de loucos eu sei.

. . .

Perdida nestes novos sentimentos, discuti com o David logo no nosso primeiro encontro mudar-me para o seu apartamento. Não sei quem inicialmente teve a ideia , mas tivemos mais um encontro e então decidi que tinha que tentar.

Este próxima é emblemática da psicologia feminina:
Não poderia ignorar os meus sentimentos. Os encontros com o David fizeram-me ver que o meu casamento estava morto. Eu precisava de sair, mesmo que isso fosse um erro.
Huh?! Ela precisava de tomar aquela decisão naquela altura, naquele momento, porque "sentia" que sim, MESMO que isso fosse a decisão errada (??). Impressionante. Agora imaginem uma sociedade controlada por pessoas que fundamentam a sua decisão em sentimentos, quer sejam mulheres ou homens. (Sim, porque infelizmente há um crescente número de homens que usa esta forma de pensar.)

Obviamente que os sentimentos em si são moralmente neutros. O que fazemos com eles é relevante

Voltando à história: a parte mais reveladora do artigo é aquela que mostra o que realmente conta para muitas mulheres:

Sentia saudades da casa grande, do jardim e odiava viver num quarto e dormir no sofá. Sentia saudades do conforto da vida de casada.
E saudades do Malcom? Aparentemente não sentia saudades nenhumas dele. Do conforto que ele providenciava, sim, mas dele como pessoa e homem, não.

Ah, a mulher moderna - forte e "independente".

Claro que nem todas as mulheres são "estupidamente espontâneas" como a Charlotte. Não só seria impossível de saber tal coisa, como seria injusto. O problema para os homens é que é muito, muito, difícil distinguir as "Charlottes" das outras mulheres.

Não é o mais seguro assumir que são todas assim até que ela o prove o contrário?

Com "saudades" do marido.

Modificado a partir do original


sábado, 17 de dezembro de 2011

Justiça climática com o dinheiro alheio

Uma vez que a teoria climática de que as emissões de CO2 estão a causar um aquecimento global entrou em colapso, e uma vez que os satélites provam que a América do Norte e a Europa absorvem mais CO2 do que a quantidade que emitem, quem é que poderia ainda estar interessado em roubar enormes quantidades de dinheiro aos países ocidentais e transferi-los para os países africanos em nome da absurdamente grotesca "compensação climática"?

Aparentemente, dois grupos estão interessados nessa "compensação": os políticos africanos e os esquerdistas ocidentais. A CNN, órgão de informação esquerdista, emitiu uma entrevista com um banqueiro africano com o nome de Sim Tshabalala onde este revela gostar da ideia de ficar com dinheiro que não lhe pertence.

Faz todo o sentido,” disse Sim Tshabalala durante a sua entrevista.

A sustentabilidade é importante a longe prazo.
Negociadores de todo o mundo viajaram para Durban (de avião e, desde logo, emitindo enormes quantidades de CO2) para discutir as alterações climáticas e encontrar formas de reduzir as emissões de CO2.

Tshabalala disse que é "importante" que os governos tomem a liderança no que toca às políticas a seguir, e apelou aos homens de negócios que sigam o exemplo gerando parcerias com outros órgãos da sociedade.

Nós, os banqueiros, vamos seguir o caminho que as autoridades indicaram após o COP17. Estamos prontos a dar apoio.

COP17 é o nome ameaçador dado a conferência que reuniu burocratas inúteis de todo o mundo, onde se discutiram as melhores formas de roubar "transferir" verbas monetárias dos países ricos (especialmente dos EUA) para os países que os esquerdistas acham que devem receber "compensações climáticas" em nome do não-existente e cientificamente ridículo "aquecimento global antrópico" (AGA).

Pode ser que um dia destes os órgãos de informação esquerdistas busquem o ponto de vista dos contribuintes americanos e europeus.

. . . . .

É sempre revelador ver um esquerdista a ser "generoso" com o dinheiro alheio.

Tsabalalalalalalalala acha bem que os contribuintes europeus e americanos trabalhem para ele.



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