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terça-feira, 16 de junho de 2015

Agenda homossexual é arma de engenharia social

Por Erik Rush

Agora que os progressistas cultivaram uma quantidade suficiente de disfuncionalidade dentro das famílias Americanas, existe agora  - convenientemente - um número crescente de adolescentes que passam por ambivalência na sua emergente sexualidade, e/ou questões em torno da sua identidade sexual.

Dado o encorajamento por parte de figuras autoritárias esquerdistas, e também por parte da imprensa e outras fontes mediáticas, os mais jovens estão a manifestar isto cada vez mais cedo nas suas vidas - em vez de ficarem "dentro do armário" até à vida adulta, ou nunca revelarem ao mundo as suas propensões.

No dia 17 de Abril, a Gay, Lesbian and Straight Education Network (GLSEN) levou a cabo o seu "Dia do Silêncio", onde estudantes de escolas primárias e secundárias que tomaram parte do evento permaneceram em silêncio durante todo o dia escolar como forma de  "sensibilizar as pessoas em relação ao efeito silenciador da intimidação, do assédio [ed: "bullying"] e discriminação sofrida pelos lgbts.”


Informação pertinente (mas não por mim): A GLSEN foi fundada por Kevin Jennings, activista homossexual e antigo czar responsável  por uma "Escola Segura", e provável pedófilo.


Dada à natureza conturbada da adolescência e do facto destes adolescentes disfuncionais serem uma minoria, muitos sofrem ridicularização, assédio e outras formas de escárnio normalmente conhecidas por “bullying.” Isto é também muito conveniente para a radical agenda esquerdista, se posso acrescentar, visto que ela lhes permite "justificar" campanhas enormes ostensivamente focadas em - preparados? - salvar as crianças. Neste caso, salvar as crianças da intolerância dos seus pares heterossexuais. Ou melhor ainda, para explorar estes emergentes cidadãos desta "classe protegida" para os seus próprios fins políticos. 

Com os esquerdistas, claro que as coisas nunca são feitas em favor dos supostos beneficiários da generosidade, tal como Penny Nance salientou, escrevendo para o  Breitbart durante a semana passada:

Os activistas homossexuais estão determinados em capturar os vossos filhos, e as escolas estão a pactuar com isso. 

Nancy salienta ainda que os operativos "da GLSEN têm-se infiltrado de forma sistemática nas escolas e têm assedido e intimidado os estudantes que têm uma crença tradicional e religiosa em relação à sexualidade e o casamento." Será que ela disse "intimidar" [bullying]? Sem dúvida, que sim.

Mais recentemente, Amanda Simpson [ed: antigo piloto com o nome de Michael Simpson], Director-Executivo do U.S. Army Office of Energy Initiatives e o primeiro transsexual a ser nomeado por Obam, apelou para uma proibiçâo da "terapia de conversão" que, segundo ele, está a "atacar" a comunidade lgbt, seja lá o que isso for.

Levando em contra que a American Psychological Association é horrível com esquerdistas e desviados sexuais, é de alguma forma difícil encontrar uma definição objectiva do que é uma "terapia de conversão". A maior parte das definições da indústria (criada pelo mundo académico, que é terrível com esquerdistas e desviados sexuais( inclui termos tais como "pseudo-cientifica" e "controversa" e "perigosa".

Definido de forma lata, a terapia de "conversão" ou "reparativa" refere-se a uma colecção de protocolos de aconselhamento e psiquiátricos que lidam com as mudanças de atracção sexual ou identidade sexual da pessoa. Alguns, mas não todos, practicantes operam dentro de círculos Cristãos.

Quase sempre, existe uma ambivalência dentro do indivíduo em relação à sua identificação como homossexual antes de buscar tal tratamento, que eles voluntariamente procuram, algo que está em oposiçâo ao cenário de "desprogramação forçada" que está a ser sugerido pelo lobby homossexual. Falando num vídeo oficial da Casa Branca, onde identirica tais terapias de "prejudiciais", ele diz:

Antigamente, costumavamos chamar a estas coisas de lavagem cerebral ou reprogramação.

Simpson disse que a sociedade deveria estar a afastar-se de "como as coisas são, para a forma como as coisas deveriam ser".

E aí está, mais uma vez: o imperativo esquerdista para a implementação da sua visão pervertida do que a sociedade deveria ser. A América está agora a ser "ensinada" em relação a "como as coisas deveriam ser" por parte dum transsexual, e essas "coisas" são determinação totalmente subjectiva por parte daqueles que se encontram na esquerda (que se consideram como os árbitros-máximos não só do certo e do errado, mas da própria realidade).

E qual é o critério que eles usam para chegar a estas conclusões? Ora, o que quer que lhe atraia emocionalmente; o que lhes deixa confortáveis... Isto é suficientemente bom para os esquerdistas. E uma vez que eles são esquerdistas, eles não têm problemas em falsamente caracterizar o que a terapia de conversão realmente é.

Tal como muitos de nós, eu já ouvi histórias de homossexuais que alegam que desde os seus cinco anos que sabiam que tinham atracção por pessoas do mesmo sexo. Não posso provar que estão a mentir, e nem tenho motivos para pensar que estão a mentir. Mas eu também já ouvi testemunhos de pessoas que eram totalmente homossexuais aos 18 anos, mas que aos 23 ou aos 30 haviam descoberto que estavam tristes, deprimidos, confusos, que odiavam o estilo de vida, e que já não estavam seguros em relação à sua verdadeira atracção sexual. Muitos destes relatos terminam com os indivíduos a buscar terapia reparativa, e emergindo mais tarde alegando serem heterossexuais felizes.

Não quero ver homossexuais a serem raptados de noite e lançados para uma carrinha preta como forma de serem "desprogramados", se é que isso é possível. Pela mesma ordem de ideias, banir as terapias que têm como propósito lidar com a confusão sexual que alguns homossexuais têm, é uma medida igualmente draconiana (para não dizer totalitária). No entanto, quando até membros lgbt com inclinação mais intelectual como Simpson estão a avançar com estas medidas, aparentemente está tudo bem e não se passa nada.

Como nota marginal, já me perguntei que tipo de solidariedade uma pessoa transsexual pode ter com homossexuais, a menos que esteja relacionado com uma agenda - particularmente depois de ter tido conversas com transsexuais que não só não partilhavam de qualquer solidariedade com homossexuais, como também não queriam ter nada a ver com a comunidade lgbt - e foram consequentemente atacados publicamente por ambos os grupos.

Existem milhões de pessoas dos mais variados quadrantes políticos que foram enganadas pela insidiosa mentira propagada pela esquerda de que os homossexuais só querem "permissão para amar". É provável que muitos deles queiram, mas é importante mencionar que os progressistas usaram da mesma táctica ideológica no princípio dos anos 70 durante o debate em torno do aborto. O aborto seria raríssimo e os pró-aborcionistas disseram que tudo o que queriam era impedir que as mulheres fizessem abortos em becos mortíferos ou com cabides - e dar-lhes uma alternativa em relação a darem à luz filhos concebidos numa violação ou num incesto.

Hoje sabemos como isso acabou, com o aborto a transformar-se numa industria, "aborto-de-bebés-parcialmente-nascidos," e o complexo científico-industrial a fazer pressão política para que fique com as partes de bebés abortados. Na Grã-Baetanha, os cientistas já propuseram que a definição legal de aborto seja alargada de modo a que passe a incluir babes nascidos vivos mas que cujos pais ou o estado determinem como de difícil acomodação.

Se não fizermos nada, a história voltará a repetir-se.

Durante a semana passada a TruthRevolt.org fez referência a um artigo feito por um colunista Canadiano detalhando as assustadoras consequências da "legalização" do "casamento" homossexual. Para começar, como forma de acomodar os novos parâmetros da instituição do casamento, a convenção legal de "pai natural" passou a ser conhecida como "pai legal", o que se traduz na usurpação dos direitos de todos os pais por parte do governo.

Inteligente, não?

Então, preferências sexuais protegidas pela nova lei marital criaram a desordenadamente influente “Human Rights Commissions”, que tem o poder de processar indivíduos e empresas (o que normalmente significa a bancarrota dos acusados), monitorizar e regular as comunicações, entrar em residências, apreender propriedades, tudo segundo a palavra de um único homossexual. Estas comissões podem também recomendar acusação por motivos de "discurso de ódio", e eles têm uma invejosa taxa de condenação de 100% durante os últimos 30 anos.

Os activistas homossexuais e os seus simpatizantes espiam igrejas e grupos religiosos, tendo ouvidos atentos a tudo que eles possam considerar remotamente discriminatória (discriminatório segundo a sua definição, tal como já estamos a experimentar isso aqui nos Estados Unidos), de modo a que se possam dirigir aos escritórios mais próximos da Human Rights Commission e dar entrada a uma queixa.

Isso é exactamente o que os Estados Unidos precisam, não é?

Muito bem, tenho um aviso para os militantes homossexuais, cuspidores de fogo: Vocês não vão conseguir estigmatizar-nos a todos - nós somos 50 vezes mais numerosos que vocês, a propósito - devido à vossa visão distorcida do que a sociedade deveria ser, e devido também ao facto de serem emocionalmente imaturos para pensarem que tudo deveria tal como vocês querem, "porque sim".

Se toda esta perversão e anulação constitucional chegar a ocorrer nos Estados Unidos durante a minha vida, é bem provável que eu rapidamente acabe por ser preso porque estou certo que serei silenciado. Eu sei, tal como muitos outros Americanos - quer eles sejam profissionais da equivocados ou militantes que-fornicam-nas-paradas-homossexuais, este pequeno grupo de pessoas está meramente a ser usado pelos radicais como forma de consolidar o seu poder.

Uma parte integrante desta consolidação de poder por parte dos radicais é a erradicação dos conceitos tradicionais de moralidade para que eles possam alterar o vínculo que as pessoas têm com Deus, e estabelecê-lo com o Estado.

E isso, caro leitor, é maligno. 


* * * * * * *

Como já dito várias vezes, a agenda homossexual pouco ou nada tem a ver com os genuínos desejos da maioria dos homossexuais; esta agenda nada mais é que o governo a tentar estabelecer padrões morais que tornem as pessoas mais fáceis de controlar.

O Cristianismo, ao avançar com Uma Autoridade acima do governo (Deus), e ao postular uma forma de valor individual que se encontra em choque com o colectivismo esquerdista, torna-se sempre o primeiro alvo a abater. É por isso que as feministas, os activistas homossexuais e todos os grupos esquerdistas têm um ódio particular e único ao Cristianismo.



sexta-feira, 27 de abril de 2012

Ambientalista morre depois de tentar subsistir apenas com a luz do Sol

O jornal suíço Tages-Anzeiger relata o caso antigo duma mulher que morreu de fome depois de dar início a uma "dieta espiritual" onde ela colocava de lado toda a comida, e subsistia com nada mais que a luz do Sol.

O jornal de Zurique reportou na Quarta-Feira que a mulher suíça, cujo nome não foi revelado e que estava na casa dos 50 anos, decidiu seguir o jejum radical em 2010 depois de ver um documentário austríaco acerca dum guru indiano que alega ter vivido desta forma durante 70 anos.

O Tages-Anzeiger afirma ainda que já houve casos similares na Alemanha, Grã-Bretanha e Austrália. O Ministério Público do cantão de Aargau na Quarta-Feira que a mulher morreu em Janeiro de 2011 na cidade de Wolfhalden na zona Este da Suíça.

Fonte

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Ideias têm consequências e o ambientalismo radical têm-se revelado fonte infindável de casos extremos e/ou ridículos:

1. Cães e Raposas "Assassinam" Pinguins

2. Fechem a Austrália para reduzir 0.01 graus à temperatura mundial!

3. Direitos dos Animais: terroristas atacam na Grécia


terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Feminismo: movimento baseado no ódio

Imagina que tu eras uma mosca que se encontrava dentro duma sala onde decorria uma reunião privada. Da lista de participantes faziam parte uma lobista executiva, uma professora universitária, uma membra dum concílio artístico, uma escritora política, uma novelista "best-seller", uma assistente de comunicações duma câmara de comércio, uma web designer, uma professora envolvida em educação de crianças especiais e uma profissional dedica aos cuidados infantis.
O que é que achas que ouvirias nessa reunião? Talvez planos para melhorar a educação de crianças, especialmente aqueles com necessidades especiais? Talvez um apelo para se mobilizarem recursos com os quais se possam garantir que as crianças não entrem nas aulas com fome, ou que elas não sejam vítimas de abuso e exploração? 

Ou se calhar ouvirias genuínas preocupações àcerca da qualidade da educação e dos orçamentos escolares durante a recessão global. Ou ouvirias discussões em torno dos problemas com os quais a geração vindoura de cidadãos mundiais teriam que lidar. 

Bem, uma reunião desse tipo tem ocorrido liderada por indivíduos suficientemente qualificados para se equivalerem à lista mostrada em cima no texto. Mas as melhorias educacionais não foram os seus tópicos de conversa.

A agenda da reunião foi o desejo comum de abusar e matar crianças, amarrar pessoas em edifícios de madeira e explodir o prédio, atirar crianças através e de janelas, insistir com o infanticídio e eugénica forçada e seriamente entreter e prosseguir a ideia de seguir com métodos para exterminar metade da população mundial.

Se estás à espera da piada final, não esperes.

O RadFem Hub (RadFem é versão encurtada de Radical Feminist) é um site que exibe artigos escritos por activistas muito bem conhecidas, muitas delas com posições politicas e sociais influentes.
O site tem sido o foco de alguma atenção desde que a novelista Pamela O’Shaughnessy (a feia da foto), postando sob o nome de Vliet Tiptree, escreveu um artigo advogando experiências em seres humanos e eugenismo forçado de modo a que se possa "extirpar" alguns aspectos da masculinidade.

As editoras da RadFem Hub frequentemente professam e promovem solidariedade filosófica com Valerie Solanas, a doente mental e autora do livro "The Scum Manifesto", e uma ideóloga violenta que propôs a extermínio dos homens.

Ela também disparou contra Andy Warhol, ferindo-o para toda a vida.

Algumas figuras bem conhecidas estão intimamente associadas ao RadFem Hub.

Loretta Kemsley, editora da Moon Dance Magazine, que recebeu um prémio da "United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization", é listada como alguém que tem "presença no conselho" no seu perfil público lá listado.

Sheila Jeffreys, autora feminista e professora na "University of Melbourne" tem uma presença pública lá e frequentemente providencia artigos. 

Julie Bindle, autora e colunista no The Guardian, um jornal popular na Grã-Bretanha, também postou por lá.

No entanto, por baixo da fachada de consciência social da RadFem, e agregado ao mesmo site, existe um fórum privado; o núcleo e o sala que servem de motor para todo o site. As discussões lá presentes, tidas como fora do visionamento público, são virulentas e cheias de ódio. Com relativa frequência elas eram temperadas com apelos à violência. Durante muito tempo elas foram bem sucedidas em manter o secretismo e a a privacidade.

Até agora.

Durante os últimos meses, um operacional - que vamos identificar como Agente Laranja - conseguiu com sucesso infiltrar-se no grupo e recolher bastante informação. Entre esta informação encontram-se mais de 100 screen shots que documentam o que só pode ser qualificado de a mais chocante evidência de ódio extremo presente no movimento feminista alguma vez visto.

Não só estas conversas foram muito bem documentadas com screen shots, como foi possível ao Agente Laranja, com a ajuda de um investigador, localizar as identidades de várias figuras. Não só o nível de confiança da informação é enorme, como mais serão reveladas num futuro próximo.

Eis aqui uma porção das mulheres identificadas bem como as suas declarações.

Danielle Pynnonen (nickname “Allecto”), uma mulher que trabalha com crianças mas cujo patrão é desconhecido. 

Kat Pinder (nickname “Amazon Mancrusher”), coordenadora de desenvolvimento da comunidade em Perth (Austrália) e ex-participante do programa inglês Big Brother;



Isabelle Moreira (nickname: “Izzie”), programadora web do Brasil (Curitiba);

Lucy Nicholas (“Luckynkl”), professora e palestrante tanto na University of Edinburgh como na University of Portsmouth. Neste post, Nicholas claramente demonstra o entendimento de que as ideias que ela está a avançar são ilegais;







Mary Syrett (“Mary Sunshine”), escritora e membro da City of Kingston Arts Council em Ontário, Canada;

Julie LeComte (“Rain”), assistente de comunicação na Câmara do Comércio e Indústria Franco-Canadiana na Austrália;



Lorraine Allen (“White Tiger”), educadora e professora de pessoas especiais no The Center for Discovery Hurleyville, New York;



Laila Namdarkhan (“yabawife”), uma conhecida activista feminista que foi instrumental na aprovação de legislação relativa à saúde mental das mulheres nas prisões da Grã-Bretanha;

E, claro, Pam O’Shaughnesey (nickname alterada de Vliet Tipree” para “karma”), uma escritora de renome, editora e advogada. Neste post, a total depravação da ideologia defendida pela O’Shaughnessy exibe-se de forma clara quando ela demonstra clara vontade em levar a cabo o "assassínio em massa" como "último recurso".


Estes prints representam apenas uma amostra das imagens e de outros dados que mostram pessoas reais a levar a cabo o que só pode ser descrito de orgia de ódio de género dirigido aos homens. 

O que é mais significativo é que estas feministas não são pessoas que vivem à margem da sociedade, mas sim mulheres que possuem cargos públicos e posições de revelo nos centros académicos e nos órgãos de comunicação.

As vozes e as ideias carregadas de ódio destas mulheres são ouvidas em centros de legislação um pouco por todo o mundo (e mesmo nas divisões das Nações Unidas).

Num futuro próximo, o corpo de dados integral recolhido pelo Agente Laranja vai-se tornar público. Isto significa que qualquer pessoa interessada em aprender mais àcerca destas pessoas, e publicar a sua própria análise nos seus blogues, contas de youtube o outro veículo, poderá fazê-lo.

Isto significa também que os membros públicos interessados podem vocalizar as suas preocupações à imprensa, bem como em qualquer lado onde quer que estas mulheres possam ser uma ameaça (especialmente no que se trata do bem estar de crianças).

Há já algum tempo que os MRA (Men's Rights Activists = Activistas Pelos Direitos do Homem) e outros têm tentado mostrar aos políticos e ao público em geral que o feminismo é, no seu âmago, um movimento fundado no ódio (e não na "igualdade"). As pessoas que contestam este ponto de vista alegam que o feminismo radical não é considerado como legítimo pela maior parte das feministas, e que as radicais não são levadas a sério.

Esta nova informação demonstra que isso é falso.

Estes dados, bem como a montanha de dados que estão para chegar, revelam que as feministas radicais, com seu pensamento preconceituoso e inclinado à violência, estão bem implantadas nos órgãos sociais, nos sistemas educacionais e nos sistemas governamentais um pouco por todo o mundo.

Para além disso, estas mulheres estão a exercer a sua influência de modo a avançar com legislação e políticas que não só reflectem o seu ódio aos homens e aos rapazes, como reflectem o seu desejo de se colocarem em lugares estratégicos de modo a que possam causar o maior número de dano possível aos homens. 

Fontes:
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Equipamento para abraçar glaciares

Nenhum esquerdista totalmente imerso na propaganda estatal de que os glaciares estão a derreter deveria viver sem o seu Conjunto para o Abraço a Glaciares (C.A.G.)

O conjunto explora a avenida que existe entre a linguagem corporal e a comunicação não verbal. Criado para os encontros introdutórios embaraçosos com os glaciares, ele serve também de "quebra-gelo" ao permitir que a pessoa se deite na superfície do glacial e lhe ofereça um abraço.

Usado na parte da frente do corpo, o material reflector serve de mediador entre as diferenças temperaturas que há no corpo humano e no glacial.

Abracem os glaciares antes que eles derretam, aquecimistas! (Não se esqueçam que são estes mesmos pagãos que querem tomar conta da economia mundial.)

Glacier-Embracing-Suit.jpg
Pronto, pronto. O glacial também gosta de ti.

Depois disso, abracem também este:


domingo, 31 de julho de 2011

David Beckham alvo de críticas por ter 4º filho

Os fanáticos adeptos pelo controle populacional e os ambientalistas radicais mostram mais uma vez a sua irracionalidade e as suas cores totalitárias ao usarem o nascimento do quarto filho do jogador de futebol David Beckham como forma subirem nos seus palanques e apregoarem a sua "moralidade" anti-natalidade..

Simon Ross, esquerdista e director-executivo da "Optimum Population Trust", qualifica a família Beckham de "exemplos muito maus". Ross insiste:

Não faz sentido algum as pessoas tentarem reduzir as suas emissões de carbono mas ao mesmo tempo aumentarem-nas em 100% ao terem outro filho.
Se estas tentativas de se incutir sentimentos de culpa não fossem suficientes, Ross apela a que se alterem os "incentivos" governamentais de modo a encorajar famílias mais pequenas, pese embora os dados demonstrarem que a dimensão das famílias já está em decréscimo em todas as regiões do mundo.

Larry Jacobs , que pertence ao "Congresso Mundial de Famílias", congratulou a família Beckham por terem "oferecido o dom da vida a mais uma criança preciosa":

Ao contrário dos mitos propagados pelos ambientalistas radicais, feministas, secularistas e os socialistas, os dados mostram que o número de crianças continua a decair. De facto, actualmente há menos 6 milhões de crianças (com idade igual ou inferior a 6 anos) do que havia em 1990.

Grupos como o "Optimum Population Trust" fazem o seu jogo suportando-se no medo e na ignorância. A sobre-população é baseada num paradigma dos anos 60 cujo um dos mentores foi Paul Ehrlich com o seu livro “The Population Bomb.”

A população mundial pode estar temporariamente a aumentar mas as taxas de natalidade mundiais caíram na ordem dos 50% desde os anos 60. Hoje, quase metade da população mundial vive em países com taxas de natalidade abaixo das necessárias para uma substituição da população.

Na Europa, o número de crianças com menos de 6 anos caiu em 36% desde 1960. De acordo com a "Nations Population Division", se os números actuais se mantiverem, por volta de 2050 haverá 248 milhões de crianças a menos no mundo com idades abaixo dos 6 anos.

Jacobs avisa:
O grupo “Optimum Population Trust" não terá que se preocupar com as alegadas pegadas de carbono quando não houver pessoas suficientes para manter em funcionamento as sociedades modernas e industrializadas. (Os economistas chamam a estas pessoas de "capital humano").

Jacobs apelou a uma discussão franca das realidades do deserto de natalidade e a importância das famílias. Ele apelou ainda aos órgãos de informação para apresentaram o outro lado da discussão em torno do debate populacional, e mostrar os benefícios sociais de se encorajar a "família natural".

O Congresso Mundial de Famílias patrocinou a primeira cimeira demográfica, “Moscow Demographic Summit: Family and the Future of Humankind” na "Russian State Social University", durante os dias 29 e 30 de Junho último. A cimeira colocou debaixo do mesmo tecto demógrafos, economistas e líderes mundiais como forma de se discutir o eminente inverno demográfico.

Fonte

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