Mostrar mensagens com a etiqueta Estupidez Feminista. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Estupidez Feminista. Mostrar todas as mensagens

sábado, 28 de janeiro de 2012

Mulher acusa homem de violação porque este não se lembrava do nome dela

Uma mulher chamada Christine Jordan acusou falsamente um homem de "violação" devido ao facto dele não se lembrar do nome dela.

Em Janeiro último, Jordan teve um encontro romântico com o homem depois de o ter conhecido num autocarro. Cinco dias depois, Jordan viu o homem num pub mas ele não se lembrava do nome dela.

Devido a isto, a Jordan presenteou o homem com "um olhar maligno" antes de chamar a polícia.

No espaço de alguns minutos as forças policiais chegaram e prenderam o homem sob suspeitas de violação.

Aparentemente Jordan havia telefonado à policia alegando ter sido violada pelo homem. Segundo a sua "história", o homem alegadamente seguiu-a até a casa e forçou a sua entrada. Para grande desespero desta estúpida, a polícia apercebeu-se logo que esta "violação" nunca havia ocorrido.

Mas isso não impediu esta mentirosa de se agarrar à história como se a sua vida dependesse dela. A única coisa que mudou foi que, agora, o homem não se tinha forçado para dentro da sua casa.

Nicola Devas, advogado de acusação, disse:

A ré mentiu e mentiu e mentiu e foi apanhada nas suas mentiras. O pior é que mesmo depois de ter sido apanhado nas suas mentiras, ela continuou a mentir.

Ela agarrou-se ao que resta da sua alegação inicial porque não consegue aceitar o que aconteceu com ela.

O que aconteceu com ela é que ela foi vítima de mais um PUA ("Pick-Up Artist" = engatador "profissional"). Não podendo admitir que foi caçada por um profissional, e apercebendo-se que foi mais uma na sua lista e, desde logo, nada de especial na vida do homem, ela tenta acomodar essa dura realidade com o seu frágil ego.
O júri demorou menos de duas horas para chegar a um veredicto unânime : Jordan foi acusada de perverter o curso da justiça e será sentenciada no próximo mês.
Uma vez que o sistema legal ocidental (principalmente o Europeu) está nas horríveis mãos da ideologia nojenta que se dá pelo nome de feminismo, aguarda-se uma "pena dura" do tipo "300 horas de serviço comunitário" ou outra estupidez qualquer.

Fonte

. . . . . . . . . . .

Algumas apologistas da falsa violação insistem que as mulheres "nunca mentem em relação à violação". Afinal, que tipo de mulher se submeteria a um julgamento em torno duma violação?

Quem afirma estas coisas não conhece a forma de pensar duma igualitária, nem o quão brutais algumas mulheres podem ser depois de verem o seu frágil ego totalmente destruído (especialmente em assuntos que envolvam a sua sexualidade, beleza ou peso).

Vários sites online listaram já alguns dos motivos que levam a que uma mulher alegue ter sido "violada":

  • Namorado demorou demasiado tempo a ir comprar cigarros.
  • Homem recusou-se a dar uma cerveja.
  • Não gostar da quantidade de trabalho que o patrão lhe dava.
  • Homem atirou uma flor à falsa acusadora; ela alegou ter sido "violada".
  • Querer um dia de folga, alegar ter sido "violada" e causar que 3 homens fossem interrogados.
  • Não querer pagar o táxi.
  • Uma adolescente alegou ter sido "violada" como forma de reatar o namoro. A sua mentira resultou na condenação do ex-namorado e de mais 2 rapazes.
  • Mulher queria voltar para o namorado depois deste terminar tudo. Como tal, acusou-o de "violação". Mais tarde admitiu: "Só queria que ele sofresse pelo que havia feito".
  • Uma falsa acusadora alegou que queria que o seu ex-namorado "sentisse dor extrema".
  • Mulher mandou um homem para a prisão durante 5 ANOS porque disse que estava aborrecida.
  • Um rapaz de 18 anos foi retirado da sala de aulas e preso durante um mês por uma falsa denúncia por parte duma rapariga que ele nem conhecia.

  • Uma mulher alegou ter sido violada como forma de descarregar a raiva gerada depois dum incidente rodoviário.

  • Um homem recusou-se a pagar uma cerveja a uma mulher; esta vingou-se afirmando ter sido "violada".

Poderia continuar com a lista, mas acho que já se apanhou a ideia principal: mulheres tóxicas (feministas) não são de confiança.



quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Equipamento para abraçar glaciares

Nenhum esquerdista totalmente imerso na propaganda estatal de que os glaciares estão a derreter deveria viver sem o seu Conjunto para o Abraço a Glaciares (C.A.G.)

O conjunto explora a avenida que existe entre a linguagem corporal e a comunicação não verbal. Criado para os encontros introdutórios embaraçosos com os glaciares, ele serve também de "quebra-gelo" ao permitir que a pessoa se deite na superfície do glacial e lhe ofereça um abraço.

Usado na parte da frente do corpo, o material reflector serve de mediador entre as diferenças temperaturas que há no corpo humano e no glacial.

Abracem os glaciares antes que eles derretam, aquecimistas! (Não se esqueçam que são estes mesmos pagãos que querem tomar conta da economia mundial.)

Glacier-Embracing-Suit.jpg
Pronto, pronto. O glacial também gosta de ti.

Depois disso, abracem também este:


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Feministas colocam "James Bond" num vestido

O James Bond foi actualizado de modo a colocá-lo em sintonia com a natureza efeminada da nossa cultura devastada pela esquerda política. Tirem o som do vídeo de modo a evitar que sejam hipocritamente "iluminados" com estatísticas mentirosas usadas como forma de "provar" que os homens vivem para tornar a vida das mulheres uma travessia no deserto.


Excelente ideia esta a de pegar num símbolo de masculinidade e vesti-lo com roupas de mulher. Palhaçada feminista no seu máximo.

A noção de que as mulheres ganham menos que os homens trabalhando exactamente o mesmo é pura mentira.

Eis o que foi dito neste postal:

Pouco depois do licenciamento universitário os homens e as mulheres não só tinham essencialmente o mesmo salário como também a mesma carga horária. No entanto, durante os 10 anos que se seguiram à graduação, as horas de trabalho e a remuneração das mulheres decaíram. Perguntas do questionário revelaram as razões para isto:
  • Primeiro, os homens haviam investido em cursos financeiros e recebido melhores notas nesses cursos, ao mesmo tempo que as mulheres haviam investido em aulas de marketing.
  • Segundo, as mulheres haviam tido mais interrupções nas suas carreiras.
  • Terceiro, e a mais importante, as mulheres trabalhavam menos horas.
"As carreiras das mulheres MBA (mestradas em administração de empresas) atrasaram-se substancialmente pouco depois do nascimento do primeiro filho."
Embora 90% das mulheres estivesse empregue a tempo inteiro imediatamente após a graduação, apenas 80% das mesmas continuava com a mesma carga horária 5 anos após a licenciatura, 70% 9 depois, e 62% 10 ou mais anos depois da graduação. Apenas metade das mulheres trabalhava a tempo inteiro 10 anos após a sua licenciatura.

Por contraste, practicamente todos os homens graduados continuavam a trabalhar a tempo inteiro o ano todo após os 10 anos. Para além disso, as mulheres MBA - especialmente aquelas com maridos com salários mais elevados - "escolheram activamente" locais de trabalho familiares que lhes permitissem evitar longas horas de trabalho, mesmo que isso reduzisse as suas hipóteses ascender na hierarquia salarial e laboral.

Ou seja, estas mulheres MBA compraram o que normalmente se qualifica de "caminho da maternidade". Quando as mães trabalhadoras podem, eles tendem a passar menos tempo no emprego.

Mas quem disse que as feministas se importam com factos e evidências? O seu propósito é usar as mulheres para avançar com a sua teoria política.

O vídeo diz também que há muitas mulheres que perdem o emprego quando decidem ser mães. A alternativa feminista é que as empresas continuem a pagar ordenados a quem não está a produzir. Qual é a economia que sobrevive assim? Isto não quer dizer, obviamente que se deve despedir quem vai ser mãe, mas sim que as feministas estão focados no ponto errado.

O ponto não é "porque é que se despedem mulheres que engravidam" mas sim "porque é que alguém que sabe que vai ficar pelo menos uma vez na vida a trabalhar a meio gás durante cerca de um ano acredita que deve receber o mesmo que aquele que trabalha o ano todo com a mesma disponibilidade?"

Além disso, esta parvoíce de que as mulheres trabalham o mesmo mas recebem menos pelo mesmo trabalho é facilmente refutável. Se os patrões empresariais genuinamente acreditassem que as mulheres fazem o mesmo que os homens, mas por menos dinheiro, então qual seria o seu passo lógico? Contratar só mulheres, obviamente. Deste modo poupavam nos ordenados mas mantinham a eficiência ("o mesmo trabalho").

No entanto, nenhum patrão do mundo faz isso porque todos eles sabem que a eficiência masculina é distinta da feminina. Eles sabem que se os homens ganham mais é porque trabalham mais (e não porque os patrões estão "descriminar" as mulheres).

Enquanto as feministas não entenderem que as mulheres são diferentes dos homens, elas nunca vão entender que nenhuma pessoa do mundo pode ter tudo o que ambos os géneros usufruem. A feminista não pode de forma alguma pensar que pode ter e ser tudo o que o homem tem e é ao mesmo tempo que usufrui das qualidades únicas e peculiares de ser mulher.

O vídeo depois termina com a pergunta ignorante:

E como tal, será que somos iguais? Enquanto a resposta não for "sim", nunca poderemos parar de perguntar.
Mas a resposta nunca vai ser "sim" porque........ os homens e as mulheres não são iguais. Portanto, as feministas podem passar toda a eternidade a fazer essa pergunta que a realidade dos factos não se vai alterar.

Aceitem que somos distintos (mas complementares) e depois falamos.

sábado, 2 de julho de 2011

A loucura das vadias

O evento da "marcha das vadias" começou como um protesto aos comentários feito pelo policial Michael Sanguinetti. Dirigindo-se a um grupo de estudantes em Toronto em Janeiro passado, ele prudentemente afirmou:

Sabes, acho que estamos a divagar sem sentido. Disseram-me para não dizer isto, mas as mulheres têm que evitar vestirem-se como vadias de forma a não serem vitimadas.
Devido à pressão feminista, Sanguinetti pediu desculpa pelas suas palavras, e foi submetido a "re-educação" por parte dos seus superiores. No entanto, as feministas não ficaram contentes.

De alguma forma ainda desconhecida pela humanidade, as feministas deduziram das palavras sábias do policial que há na sociedade uma atmosfera que suporta a noção de que os violadores não são responsáveis pelos crimes de violência sexual contras as mulheres. As galdérias organizadoras da "slutwalk" alegam que a exploração sexual está sempre errada mesmo quando as mulheres se vestem de forma menos modesta.

(Com esta frase as galdérias organizadoras demonstraram que o propósito da frase do policial lhes passou ao lado.)

Para ressalvar este ponto, as galdérias feministas que participavam nas marchas exibiam estandartes que diziam coisas como "A saia não é desculpa para a violação" e "Não nos digam o que vestir; digam aos homens para não nos violarem".

De volta à realidade.

Antes de se prosseguir, é importante frisar algumas coisas. Para começar, Sanguinetti nunca sugeriu que os homens que levam a cabo actos de violência contra as mulheres não são responsáveis pela agressão se a mulher em causa estiver vestida como uma vadia. Se as feministas acham que sim, então elas têm que mostrar evidências para tal.

Isto é apenas um argumento-palha a mascarar as questões importantes em jogo. Todas as pessoas concordam que os criminosos são responsáveis; a questão é se a mulher partilha alguma da responsabilidade quando a forma que ela se veste em público transmite a mensagem de que ela está sexualmente disponível.

As galdérias participantes das "slutwalk" negam que a mulher tenha culpa alguma. Como crianças, culpam os outros por tudo. Para ressalvar o ponto de que os homens são 100% responsáveis pelos crimes de violência sexual, as galdérias feministas que participam dos eventos vestem-se intencionalmente de forma exibicionista.

A organizadora do evento em Cardiff alegou que as galdérias mulheres precisam de afirmar o seu "direito" de se vestirem de forma sexualmente agressiva sem temer repercussões. É degradante para as mulheres, dizem as galdérias feministas, afirmar que as raparigas possuem alguma da responsabilidade pela agressão quando elas se vestem como vadias.

Em todas as áreas da justiça criminal é dito que as pessoas podem tomar medidas para evitar o crime. Dizer que os donos de estabelecimentos comerciais deveriam trancar as portas das suas lojas à noite não é degradante para o dono, e nem absolve os ladrões da responsabilidade.

Paralelamente, dizer que é prudente saber da história pessoal dos envolvidos em eventos que envolvam crianças não é degradante para as crianças e nem absolve os pedófilos da sua responsabilidade.

Do mesmo modo, dizer que as mulheres podem reduzir as probabilidades de serem vítimas de violação se se vestirem de forma apropriada (isto é, que não passe a mensagem de que estão sexualmente disponíveis) não é "degradante" para as mulheres e nem retira a culpa dos ombros do violador.

Isto é um falso dilema criado pelas galdérias feministas, mas qualquer pessoal racional pode vêr como esta linha de "pensamento" é deficiente.

Fonte

Maria Helena Santos e o rescaldo da marcha das vadias

A marcha das galdérias já lá vai, mas os resquícios da mesma continua, qual comichão nos braços depois de sermos picados por melgas.

Para além de se auto-identificarem como vadias/galdérias, as feministas por trás deste triste exemplo de non-sequitur fazem questão de mostrar ao mundo que não entenderam patavina do que o bom polícia canadiano quis dizer. Para além disso, elas não entendem que o que é não é mudado por aquilo que nós gostaríamos que fosse.

A vadia Maria Helena Santos alegremente diz:

Eu gostei muito de ter participado na SlutWalk de Lisboa e gostei mais ainda de ver que muita gente aderiu a esta luta pelo fim do machismo!
Primeiro, definições:
Machismo:

1. ideologia que defende a supremacia do macho
2. atitude de dominação do homem em relação à mulher baseada na não aceitação da igualdade de direitos

Foi por isto que a vadia Maria Helena Santos "participou" nas marcha das galdérias? Mais valia ter ficado em casa. Onde é que o polícia defendeu a supremacia do macho, ou a usurpação dos direitos e deveres das mulheres? Como ninguém defendeu isso (e as marchas das vadias foram feitas em jeito de resposta a algo) podemos concluir que a "resposta" responde ao que não foi perguntado nem alegado.

Admito que teve mais sucesso do que aquilo que eu esperava, pois sei que ainda são muitas as resistências aos feminismos e ainda mais ao feminismo dito radical.
E com boas razões uma vez que o feminismo prejudica a sociedade, principalmente as mulheres e os bebés intra-uterinos.
Obviamente foram várias as razões que nos levaram à Marcha no sábado.
Estamos ansiosamente à espera de algum motivo válido e existente para fazer uma marcha como forma de protesto contra a sociedade quando o que as feministas alegam não é defendido pela sociedade.
Por mim, não é preciso recuar muito na história para dar alguns exemplos, basta-me recordar 2 ou 3 sentenças muito recentes:

- Psiquiatra absolvido de violação de paciente grávida - Sociedade.

A sociedade não tem culpa daquilo que os tribunais fizeram. A sociedade em larga escala colocou-se do lado da pobre mulher pelo que ela passou durante a violação e pelo facto da "justiça" não ter feito justiça.

Usar um exemplo onde o que falhou foram os tribunais como forma de atacar a sociedade no seu todo é perfeitamente ridículo. É o mesmo que o carteiro entregar as minhas cartas no andar errado e eu criticar o homem da mercearia por isso. Sim ambos fazem parte da sociedade, mas é ilógico eu queixar-me contra um segmento da sociedade quando o culpado pertence a outro segmento da mesma sociedade.

- Treze meses de prisão, com pena suspensa, homem que desde 1969 batia na mulher.
Mais um exemplo onde a justiça falhou. Mais uma vez, a sociedade está do lado da mulher ao exigir uma pena legal que esteja de acordo com o crime.
3º - o caso Strauss-Kahn - Nesta fase, alguém acredita que o Strauss-Kahn vai ser condenado e preso? Talvez! A verdade é que nunca se sabe quando é que a Justiça decide mostrar que funciona, dando um exemplo.
Exacto. A JUSTIÇA e não a SOCIEDADE.

Repito isto para que as vadias entendam: a sociedade não tem culpa dos erros dos tribunais. Se vocês querem desculpa para se vestirem como prostitutas, arranjem outra porque estas não colam. Todos os três exemplos são instâncias onde a justiça falhou. Porque é que as galdérias marcham contra a "sociedade" quando a sociedade está do lado das mulheres em todos esses casos?

Exemplos como os 3 que destaquei mostram bem como é triste e pouco justa a realidade!
Sim, é injusto o que os tribunais fizeram. Como forma de mostrarmos o nosso descontentamento, 'bora lá vestir roupas 3 números mais abaixo e apontar o dedo à sociedade, embora a sociedade não tenha culpa nenhuma dos erros dos tribunais!
O comentário do polícia de Toronto foi a gota de água!
Para quem chegou ao planeta Terra na semana passada, o que o polícia disse foi, essencialmente, "tenham cuidado com o que vestem com forma de evitarem serem vítimas". Para qualquer pessoa normal isto é um bom conselho. Mas não para as galdérias.

No mundo das galdérias, dizer "toma cuidado para não atraíres criminosos" significa "Não tens o direito nenhum de decidir o que vestir, nem hoje, nem amanhã nem nunca!!! E se fores violada, a culpa é 1000000% tua. O homem não tem culpa nenhuma!!".

Por isso decidi participar.
Deveria ter ficado em casa.
Obviamente, ao contrário do que um blogueiro afirmou nos postes anteriores,
Esse "outro blogueiro" deve ser o infame dono deste blogue.

Vejam a idiotice das vadias neste postal e tomem especial atenção às palavras do "vadio" Daniel Cardoso.

nesta marcha, nós não nos dirigimos somente aos violadores (e por mim falo), porque isso seria utópico.
Bolas, mas é a eles que vocês se deveriam dirigir porque são eles que usam da sua força para tomar de vós algo que vocês preferem dar com o vosso consentimento. O resto dos homens da sociedade não está minimamente interessado em violar vadias (ou qualquer outra mulher).
Nós dirigimo-nos a toda a sociedade (homens, mulheres... ): queremos o fim do MACHISMO. Será ainda mais utópico?
Dirigem-se a mulheres e querem o fim do machismo? É culpa das mulheres que há machismo? Porque é que se dirigem a toda a sociedade se a sociedade 1) não defende a supremacia do macho e 2) defende a igualdade de direitos E DEVERES entre os homens e as mulheres?

Este tipo de marcha faria sentido num país como o Irão ou a Arábia Saudita, mas não creio que as galdérias queiram passar por lá usando as roupas das irmãs mais novas.

Conheço, pelo menos, um exemplo de uma mulher que foi à marcha (organizada por um grupo de pessoas com muito esforço) e tirou várias fotografias para depois as colocar na Internet (sem autorização das pessoas) e se divertir a comentá-las com os/as amigos. Acreditam?!
Oh não! Uma mulher tomou a livre decisão para agir de acordo com aquilo que ela acha melhor, e livremente decidiu pôr essas imagens na internet. Isto está errado porque.....porque......ora, porque ela é uma mulher e as mulheres não podem atacar outras mulheres!

Então as vadias marcham na praça pública, e esperam autorização por parte do público para publicar fotos públicas nos seus blogues pessoais? Não, não há utopia nenhuma aí.

Como eu já disse aqui, eu prefiro manifestar-me e lutar por aquilo em que acredito de forma pacífica e limpa. Uma das minhas lutas é a igualdade de género,
Mas o homem e a mulher não são iguais. Uma das diferenças mais óbvias é a capacidade única da mulher de gerar nova vida dentro de si . O homem não tem esta capacidade, portanto lutar por uma igualdade que não existe é ridículo. Há muitas outras diferenças, mas essa é a mais óbvia.

Sabendo o quão "lógico" é o pensamento das feministas, deixem-me dizer que o facto do homem ser diferente da mulher não implica que um seja melhor que o outro. O homem e a mulher são complementares e não iguais. Ambos tem direitos humanos iguais pelo simples facto de serem humanos, mas um tem funções, capacidades e inclinações distintas do outro.

porque acredito que homens e mulheres têm os mesmos direitos e os mesmo deveres e que a sociedade mais igualitária será melhor para todos/as.
Mas então foi por isso que a a vadia Maria foi mostrar o pernil em Lisboa? Que perda de tempo.
Que isto chateia alguns homens não é de admirar
O que chateia a maior parte dos homens não só é receber o mesmo tratamento que os violadores, mas também o mesmo tratamento dado a juízes corruptos e/ou desconhecedores da lei.
mas ver mulheres a chacotear sobre o trabalho das/os outros é, no mínimo, triste!
As mulheres são livres de estarem em desacordo com as galdérias. Pelos vistos a vadia Maria acha que todas as mulheres pensam como ela.
É caso para dizer “o que tu merecias sei eu”!
Não sabemos o que a vadia Maria acha que as não-vadias merecem, mas não parece ser coisa boa. Será isso uma ameaça ou um desejo dirigido às mulheres que são contra as vadias?

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Marchando sobre a lógica das vadias

No blogue "Feministas 100 Fronteiras" vêmos o seguinte anuncio:

A manifestação é já no próximo sábado, dia 25 de Junho.

A concentração é no Largo Camões, a partir das 17h30.

NÃO, É NÃO!

Podem ver aqui o Manifesto SlutWalk Lisboa

A infame "slutwalk" teve a sua origem no Canadá quando um polícia com bom senso disse algumas palavras que enervou as perpétuamente infantis feministas.

Eis a versão feminista do que aconteceu:

O SlutWalk nasceu no início deste ano em Toronto, no Canadá, depois de um policia ter aconselhado as mulheres a não se vestirem como "ordinárias" para evitar serem vítimas de violência sexual. Ou seja, em vez de o agente da polícia se dirigir ao/à criminoso/a, passou a mensagem de que, se se vestir de forma “provocante”, a vítima é culpada dos crimes sexuais a que é sujeita.
O criminoso, por definição, é alguém que não obedece a lei. Devido a isto, não se entende como é que o representante da lei a dirigir-se ao violador da lei faria com que este último passa-se a obedecer.

Não dá para entender esta lógica: como forma de combater o triste fenómeno da violação, as feministas propõem uma marcha de mulheres usando uma indumentária que mais facilmente passa a mensagem de que elas buscam a atenção dos homens?

Isto é a mesma coisa que agitar a minha carteira (cheia de dinheiro) no Casal Ventoso e depois dizer que eu não tenho culpa nenhum de ser roubado.

Claro que ninguém no seu perfeito juízo culpa a mulher por ser violada. Mas qualquer pessoa adulta sabe que se uma pessoa adopta um certo tipo de comportamento, ela é mais susceptível de obter um certo tipo de resultados.

Como disse um blogueiro, se eu frequentemente ando no autocarro com a carteira no bolso de trás, não me devo admirar se qualquer dia fôr assaltado.

A culpa do assalto é do ladrão? É, sim senhor. Havia algo que eu poderia ter feito para reduzir as hipóteses de ser assaltado? Claro que sim: não facilitava o assalto colocando a carteira num lugar tão óbvio.

O problema com as "vadias" é que elas confundem o que deveria ser com o que realmente é.

Nenhuma mulher (ou homem) deveria ser vítima de abuso sexual. Mas isso acontece. As "vadias" não combatem esse triste fenómeno facilitando o mesmo.

Pior, as vadias usam roupas deste tipo e dirigem-se a todos os homens e dizem "Não me violes!". Quem são os únicos que vão respeitar o desejo das mulheres? Ora, todos menos os violadores.

Ou seja, este tipo de "marcha das vadias" é a coisa mais absurda que já se viu (e o mundo já vi algumas dentro do feminismo radical).

"Só Porque Te Vestes Como Uma Vadia Não Quer Dizer Que Sejas Uma Vadia"
"E Só Porque Eu Me Comporto Como Um Violador Não Significa Que Eu Seja Um Violador"


Vêr também:

Feminismo Slut

sábado, 18 de junho de 2011

Como os homens sobrenaturalmente influencian as escolhas voluntárias das mulheres

As feministas queixam-se do facto de apenas 13% dos contribuintes voluntários da Wikipedia serem mulheres, o que, segundo as feministas, é evidência de "descriminação".

Essencialmente, parte da campanha feminista do ódio contra os homens move-se da seguinte forma:

  • Se a mulher escolhe não fazer algo, elas incitam o ódio contra os homens alegando que esta escolha voluntária é evidência dos homens descriminarem as mulheres.
Ou seja, as mulheres voluntariamente escolhem não tomar parte dum projecto. Essa escolha voluntária é, segundo as feministas, evidência que há descriminação!

Parece que os homens são tão poderosos que eles conseguem induzir as mulheres a escolher o que fazer, e fazer com que as mulheres pensem que isso foi sua escolha voluntária.

É com este tipo de "lógica" que a sociedade (tanto homens como mulheres) têm que lidar por parte das feministas.

Entretanto, ficam aqui dois artigos (em inglês):

Did Women Really Want To Go Out To Work? - no, they did not

Women - Weak and Pathetic? - why women stayed at home

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT