quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Jornalista Alemão afirma que a CIA quer causar uma guerra entre a Europa e a Rússia
domingo, 30 de junho de 2013
Bento XVI e o papel do homem e da mulher na sociedade
No ano de 1997 o então Cardeal Ratzinger, mais tarde Papa Bento XVI, deu uma longa entrevista ao jornalista alemão Peter Seewald. Na entrevista, Joseph Ratzinger rejeitou a ideia de que os papéis sociais do homem e da mulher são intercambiáveis.
O Cardeal Ratzinger descreveu a mentalidade modernista desta forma:
A ideia de que a "natureza" tem algum peso na nossa vida já não é mais aceitável; o homem tem que ter a liberdade para se modelar conforme os seus gostos. Ele encontra-se livre de tudo o que é garantido pela sua essência. Ele faz de si o que ele bem entende, é só desta forma é que ele é realmente "livre e emancipado".O homem moderno acredita que ao desenvolver esforços neste sentido, ele está a maximizar a sua liberdade. É suposto ser este o argumento mais importante.
Por trás desta forma de pensar encontra-se uma rebelião do homem contra os limites que ele tem, sendo ele um ser biológico. Essencialmente, é uma revolta contra o seu estatuto de criatura; o homem tem que ser o seu próprio criador - uma nova e moderna edição da tentativa imemorial de ser Deus, de ser como Deus.
Mas que tipo de liberdade é esta? Segundo o ponto de vista tradicional, a minha identidade como homem conecta-me com a minha essência masculina que existe independentemente de mim como valor objectivo. Mas segundo a visão moderna, só existe uma identidade arbitrária e inventada que não me conecta a nada para fora de mim.
Parece que ao adoptar esta visão moderna, eu perco algo em vez de me tornar mais livre.
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Essencialmente, o marxismo cultural, na sua fase de subversão ideológica, é uma revolta contra a ordem natural e - por implicação - uma revolta contra o Autor dessa ordem natural. As feministas que desenvolvem esforços para diluir as naturais distinções entre o homem e a mulher (porque para uma feminista, ser homem é um "privilégio" e desde logo, é necessário combater a masculinidade que se encontra nos homens em nome da mitológica e inexistente "igualdade"), estão, na verdade a lutar contra Deus.
Semelhantemente, os activistas homossexuais que usam do poder estatal para confundir as mentens mais impressionáveis em torno da sua identidade sexual, para além de serem idiotas úteis do marxismo cultural, são inimigos da ordem natural assim imposta pelo Criador.
É bem provável que se adoptarmos uma visão social mais próxima da mantida por Joseph Ratzinger, e olharmos para os inimigos dessa ordem natural como entidades que se querem colocar no lugar do Criador, a luta contra estes movimentos de subversão ideológica se torne mais fácil.
domingo, 1 de abril de 2012
Grupo esquerdista alemão quer ver igrejas a arder
Um apelo online em favor de se "verem igrejas a arder" foi publicado num "Desejo de Natal" de 2011 por parte dum grupo esquerdista com o nome de ‘Antifa Freiburg’:Não abdicaremos da esperança de observarmos um milagre [de Natal], de modo a que nos possamos aquecer com o brilho de igrejas a arder.Havendo recebido várias queixas por parte de Cristãos que recearam que estes incitamentos, se não punidos de forma rápida, pudessem ser postos em práctica, um promotor público deu início a um inquérito. No entanto, pouco depois de terem iniciado o dito inquérito, as autoridades locais tomaram a decisão de arquivar o incidente, afirmando que os desejos do grupo Antifa Freiburg "em ver igrejas a arder no próximo ano" foram só "publicações de mau gosto que, não sendo direccionadas contra uma pessoa particular ou igreja particular, não eram relevantes para a lei criminal."
Reparem no que este promotor não disse; ele convenientemente deixou de fora a expressão "grupo particular" porque isso seria suficiente para continuar com as "incómodas" investigações. Ele teve o cuidado de dizer "pessoa particular" e "igreja particular" como justificação para cancelar o inquérito visto que, na verdade, a ameaça não ataca nenhuma pessoa individual e nem especifica uma igreja por nome.
No entanto. qualquer pessoa se apercebe que este "motivo" para abandonar as investigações são uma farsa esquerdista porque a ameaça é dirigida a um grupo específico - os Cristãos. Se o mesmo tipo de ameaças fossem dirigidas às sinagogas, qualquer pessoa não ébria com o vinho marxista cultural veria que isso era uma ameaça dirigida aos judeus como grupo específico - apesar de não ser dirigido a um judeu em particular nem a uma sinagoga específica.
Para além disso, disseram as autoridades, seria difícil determinar o autor dos desejos de natal visto que o grupo Antifa Freiburg publica a sua propaganda incendiária num servidor situado na Islândia.
A impunidade gera o crime. A recusa do promotor público em investigar este caso foi tomado como um encorajamento por parte do auto-intitulado grupo "anti-fascista" (que, a julgar pelas suas acções, são a versão moderna dos Sturmabteilung). Como é que sabemos que o grupo tomou este gesto do promotor como um sinal de encorajamento? Ora, porque o mesmo grupo "anti-fascista" publicou outra declaração incendiária apelando à queima das instalações da Kath.net - o website que reportou o caso.
É fácil de imaginar o tipo de acções que os promotores públicos da maioria dos países europeus levariam a cabo se por acaso o mesmo tipo de apelos à violência tivessem sido dirigidos a muçulmanos, homossexuais, minorias étnicas ou outro "grupo protegido" da esquerda politica. Os Cristãos, no entanto, não são (nem querem ser) um dos "grupos-vítima" da esquerda militante, e como tal, grupos esquerdistas sentem-se perfeitamente à vontade para propagar o ódio contra eles.
O anti-Cristianismo actual, semelhante ao anti-semitismo do nacional-socialista Adolf Hitler, vai ter (e já está a ter) consequências graves se não for combatido de forma firme HOJE.
O "Observatory on Intolerance and Discrimination against Christians", um instituto de pesquisa não-governamental, publicou recentemente um relatório em torno dos crimes de ódio e da violência. O que foi apurado é que os Cristãos, e não um dos grupos normalmente catalogados como "oprimidos", são as vítimas mais comuns do discurso de ódio e da violência.
Sem surpresa algum, a fatia de leão do ódio dirigido aos Cristão na Europa é emitido por grupos da esquerda militante - feministas, activistas homossexuais, aborcionistas, etc.
Não é preciso viajar até a um país maometano para encontrarmos Cristãos expostos à perseguição e à intolerância. Nós podemos encontrar o mesmo ódio e atitude genocida em países outrora Cristãos como a Alemanha.
Pior que isso, as autoridades que deveriam monitorizar este tipo de comportamento não parecem excepcionalmente empenhadas em defender a integridade física dos Cristãos.
O marxismo cultural está a avançar tal como planeado.
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Vêr também: Ateísmo militante: criminoso e violento.





