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segunda-feira, 10 de junho de 2013

O livro de Katie Roiphe


A dada altura da sua vida Katie Roiphe foi de opinião de que o feminismo centrava-se na igualdade, mas enquanto estudava Harvard e em Princeton, ela descobriu que o movimento estava a ser usado para avançar com uma ideologia que caracteriza as mulheres como vítimas indefesas. 

No seu primeiro livro - "The Morning After" - Roiphe alegou que em muitas instâncias onde supostamente havia ocorrido uma violação nas instalações universitárias, as mulheres eram parcialmente responsáveis pelas suas acções.

Uma das questões usadas para definir o que tinha sido uma violação foi:
Alguma vez tiveste relações sexuais quando não querias, visto que tinhas recebido bebidas ou drogas por parte dum homem?
A pergunta levanta a questão do agente. Porque é que as mulheres não são responsabilizadas por tomar álcool ou drogas? O homem pode-lhe dar drogas, mas ela decide se aceita ou não. Se o feminismo assume que as mulheres não são vítimas indefesas e ingénuas, então elas têm que ser responsabilidades pela sua escolha de beber álcool ou tomar drogas. 

Se a capacidade de avaliação moral das mulheres está limitada e ela têm relações sexuais, nem sempre é culpa do homem, e nem sempre é violação. 

O livro de Katie Roiphe foi o resultado da sua frustração com o feminismo actual e com a hipocrisia da cultural moderna que idealiza a liberdade de expressão mas se recusa a tolerar qualquer tipo de crítica ao feminismo. 

No livro "The Morning After" Roiphe lança um olhar próximo pouco confortável à forma como essa intolerância se manifesta, fornecendo críticas penetrantes 1) à nossa vontade de legislar o amor e o desejo, 2) à nossa fixação com o consentimento, 3) e ao nosso medo irracional da imaginação humana (que é suposta se submeter às regras em torno do sexo e do género).

Fonte



sexta-feira, 1 de março de 2013

Ética sexual moderna prejudica as mulheres.


Ter múltiplos parceiros sexuais é um previsor significativo para o futuro recurso (por parte das mulheres) ao álcool e as drogas. Estudo sugere que quanto mais parceiros sexuais as mulheres têm, mais susceptíveis elas são de se tornarem dependentes do álcool e das drogas. 

Crê-se que o estudo, baseado num programa mundialmente famoso que seguiu 1000 pessoas nascidas em Dunedin há 40 anos atrás, seja o primeiro do mundo a mostrar este padrão.

Mulheres que tiveram, em média, mais do que 2.5 parceiros sexuais por ano até ao momento da entrevista, eram 10 vezes mais susceptíveis de serem clinicamente dependentes do álcool ou das drogas aos 21 anos do que as mulheres que tinham um ou nenhum parceiro sexual por ano. Elas eram 7 vezes mais susceptíveis quando atingiam os 26 anos e 17 vezes mais susceptíveis aos 32 anos, mesmo depois depois de outros factores da sua vida terem sido analisados.

Esta relação era mais fraca junto dos homens.

Um pesquisador envolvido noutro estudo na Christchurch, o Dr Joe Boden, afirmou que os dados apurados no estudo de Dunedin eram "novidade" uma vez que era crença geral de que a ligação entre o álcool e o sexo era unidireccional - do álcool para o sexo. 

"É um argumento de casualidade recíproca que gera um certo tipo de retroalimentação" afirmou ele.

Uma das autoras da pesquisa de Dunedin, a professora de saúde pública Charlotte Paul, afirmou que o dados apurados ressalvaram os riscos para a saúde mental que as mulheres que têm muitos parceirtos sexuais correm. A isto associam-se também os riscos físicos óbvios como as DSTs.

Actualmente, encontramo-nos envolvidos numa discussão adequada em torno dos indivíduos se comprometerem uns com os outros no casamento [sic] para os gays, mas não parece que estejamos de todo a falar disto no que toca a actividade heterossexual.

O estudo apurou que os homens nascidos em Dunedin em 1972-73 eram mais susceptíveis que as mulheres ter haver tido múltiplas parceiras sexuais entre os 18 e os 31 anos. Semelhantemente, 27% dos homens, mas só 12% das mulheres, eram dependentes do álcool ou das drogas quando atingiam os 26 anos de idade. Por "dependente" entenda-se que o seu consumo de álcool e de drogas afectava seriamente o seu trabalho e os seus relacionamentos sociais.

Mas para os homens, o número de parceiras sexuais não fazia qualquer tipo de diferença no que toca à probabilidade deles se tornarem dependentes do álcool ou das drogas. As mulheres que haviam tido menos do que 15 parceiros sexuais no início dos seus anos 20 eram menos susceptíveis que os homens de se encontrarem dependentes de substâncias. Mas se elas haviam tido mais do que 15 parceiros sexuais, elas eram mais susceptíveis que os homens de se encontrarem dependentes de substâncias - e essa probabilidade aumentava à medida que o seu número de parceiros também aumentava.

Este padrão foi apurado mesmo depois de se terem ajustado outros factores, incluindo os problemas prévios com as drogas e álcool.

Os pesquisadores afirmaram que a ligação entre o número de parceiros e a posterior dependência de substâncias pode ser devida ao "contexto partilhado" do consumo e o encontro de pessoas nos bares, ou devido ao facto de ambos os comportamentos estarem relacionados a atitudes que envolvem correr riscos. Mas eles disseram que o efeito muito mais forte para as mulheres sugere que ter múltiplos parceiros sexuais aumenta de modo directo os riscos dela mais tarde se tornar dependente de substâncias.

As mulheres e os homens têm motivações distintas para o sexo. As mulheres frequentemente falam que é por amor, compromisso e por motivos emocionais, enquanto que os homens, que também partilham estas razões, sejam muito mais susceptíveis de participar em actividade sexual apenas e só por motivos físicos. A "auto-medicação" com substâncias pode ser uma forma de lidar com a ansiedade interpessoal. Mas temos que saber muito mais para saber o porquê desta associação ser tão forte junto das mulheres.

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Portanto, para além de tudo o que já se sabe sobre a importância de nunca casar com uma mulher promíscua, temos aqui mais dados científicos que demonstram que elas são mais susceptíveis de se voltarem para as drogas e para o álcool.

A tragédia da cultura actual é que existe uma glamorização da promiscuidade feminina como se isso fosse algo que produzisse efeitos benéficos nela; o que os dados médicos e psicológicos demonstram é que a promiscuidade sexual feminina tem efeitos devastadores sobre ela, sobre a sua futura capacidade de manter um relacionamento firme e duradouro, e sobre a sociedade no geral.

Como dito no passado, por alguma razão as sociedades e civilizações mais bem sucedidas da História da humanidade colocavam fortes regras à sexualidade humana, especialmentesobre a sexualidade feminina.

(Antevendo argumentos mais ou menos irrelevantes por parte de algumas feministas, é importante dizer o seguinte:  o que o texto diz não é que só os homens podem ser promíscuos mas sim que quanto mais promíscua a mulher é, maiores são as hipóteses dela se tornar dependente de substâncias. A promiscuidade sexual é má para ambos os sexos, mas é bem pior para as mulheres.)





sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Destruição da instituição do casamento fragiliza as mulheres

Um novo estudo feito junto das mulheres canadianas apurou que as mulheres grávidas casadas sofrem menos violência doméstica, consomem menos substâncias, e têm níveis inferiores de depressão pós-parto que as mulheres em coabitação ou solteiras.

O Dr. Marcelo Urquia, um epidemiologista no "St. Michael’s Hospital" (Toronto), apurou que uma em cada 10 mulheres casadas (10,6 porcento) sofria algum tipo de abuso, consumo de substâncias ou depressão pós-parto.  No entanto, 20 porcento das mulheres em regime de coabitação (juntos mas sem casamento) sofria de pelo menos uma das condições listadas.  

O número subia para 35 porcento para as mulheres solteiras que nunca haviam casado - e 67 porcento para aquelas que se haviam separado ou divorciado no ano anterior ao nascimento do filho.

O Dr. Urquia afirmou:

Não observamos qualquer tipo de padrão entre as mulheres casadas, que sofriam menos de problemas psicológicos, apesar do tempo já passado desde o início da vida de casada.

O Dr. Urquia afirmou que entender as diferenças nos abusos e na depressão entre as mulheres casadas e as mulheres solteiras (ou coabitantes) é importante à medida que o número de filhos nascidos fora do casamento aumenta.

O estudo baseou-se nos dados recolhidos nos anos 2006-2007 no Canadian Maternity Experiences Survey, uma pesquisa nacional levada a cabo junto de 6,421 mulheres grávidas, e compiladas pela "Public Health Agency" do Canadá.

O Dr. Urquia verificou que quanto mais tempo a mulher coabitante - mas sem estar casada - vivia com o mesmo parceiro, menores eram os riscos de abuso, consumo de substâncias ou depressão.

O que é novo neste estudo é que pela primeira vez analisamos a duração da coabitação entre as solteiras e apuramos que quanto mais curta era a coabitação, maiores eram as probabilidades dela sofrer violência do parceiro, consumir substâncias, ou sofrer de depressão pós-parto por altura da concepção, gravidez e nascimento do bebé.

Ele citou dados actuais que mostram como 30 porcento das crianças nascidas no Canadá são de um casal não-casado - comparados com os 9 porcento de 1971. Ele notou também que em muitos países da Europa o número de nascimentos fora do casamento é superior a número de nascimentos dentro do casamento.

Segundo o "UK’s Office for National Statistics", 47.2 porcento de bebés nascidos em Inglaterra e no País de Gales em 2011 vieram de pais que não estavam casados ou numa parceria civil.

 O Dr. Urquia concluiu que as pesquisas em torno da saúde das mães e dos filhos tornar-se-iam mais produtivas se fosse feita uma distinção entre as casadas e as coabitantes, e a duração da sua coabitação.

O seu estudo, com o título “Marital Status, Duration of Cohabitation, and Psychosocial Well-Being Among Childbearing Women: A Canadian Nationwide Survey,” foi publicado na edição de Dezembro do American Journal of Public Health.


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Qualquer pessoa, instituição ou grupo ideológico que honestamente se preocupa com o bem estar físico e emocional das mulheres - lutando pela redução da violência doméstica, redução do consumo de substâncias e apoio dado às mulheres após oscilações psicológicas resultantes do parto - tem que necessariamente desenvolver medidas que visam o fortalecimento da instituição do casamento.

O movimento feminista, auto-conferido "defensor dos direitos das mulheres", falha neste ponto ao desencadear uma guerra cultural precisamente contra a isntituição que, segundo os dados, serve de escudo protector para a mulher:
  • "De modo a que se possam educar as crianças com igualdade, temos que tirá-las para longe das famílias e educá-las comunalmente." (Dr. Mary Jo Bane, professora assistente de Educação na Wellesley College e directora do Centro para as Pesquisas Femininas)
  • "O fim da instituição do casamento é condição necessária para a emancipação da mulher. Como tal, é importante para nós encorajarmos as mulheres a deixar os maridos e deixar de viver individualmente com homens." - ("The Declaration of Feminism," November 1971)
  • "Uma vez que o casamento é escravatura para as mulheres, é óbvio que o movimento das mulheres tem que se concentrar em atacar esta instituição [família]. Para a mulher, a liberdade não pode ser ganha sem a abolição do casamento." - (Feminista radical Sheila Cronan)
  • "A realidade dos factos é que toda a mulher tem que estar disposta a ser identificada como uma lésbica de modo a ser uma feminista plena." - (Sheila Cronan, National NOW Times, Jan.1988)
  • "Não vamos conseguir destruir as iniquidades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." - (Sisterhood Is Powerful, Robin Morgan (ed), 1970, p.537)
  • "Todo a intimidade sexual, mesmo a consensual, entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra as mulheres." - (Catherine MacKinnon - Feminista das Universidades de Michigan e Yale)
A conclusão óbvia é: uma vez que 1) as mulheres casadas sofrem menos problemas emocionais e violência doméstica que as coabitantes ou solteiras, e 2) o feminismo afirma que o casamento é "escravatura" e a sua destruição é "condição necessária para a emancipação da mulher", é seguro concluir que 3) o feminismo não tem em vista o bem estar da mulher. Mas isso já se sabia

Como é normalmente dito por várias pessoas, o trágico não é só o facto de existirem mulheres que dão apoio ao feminismo, mas também o facto de muitas delas continuarem a dar apoio a essa ideologia anti-mulher, mesmo depois delas terem acesso a dados e factos que revelam a genuína natureza desse movimento.
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terça-feira, 27 de novembro de 2012

As consequências desastrosas do feminismo holandês


Fonte

Sete meninas riem-se juntas à mesa de jantar. Uma fala para a irmã, uma modelo vinculada contratualmente com uma famosa agência de modelos londrina. Outra fala do seu irmão casado, artista do norte de Inglaterra. A terceira - uma loira de 17 anos - diz que tenciona ser uma esteticista num barco de cruzeiro.

Estando presentes numa pequena casa, as persianas encontram-se fechadas para que ninguém possa espreitar. Três cães ladrarão furiosamente ao mínimo passo que se oiça à porta. Estas meninas da classe média, preparadas (inglês: "groomed") para a escravatura sexual por parte de gangues de rua, foram salvas dessa condição e vivem agora numa casa segura há poucas milhas de De Wallen - a famosa área Luz-Vermelha de Amesterdão (capital da Holanda).


Elas são sortudas; milhares de outras raparigas, algumas com 11 ou 12 anos de idade, ainda se encontram debaixo do poder predador dos gangues depois duma controversa experiência social ter legalizado os bordéis.

Num paralelo arrepiante aos escândalos que actualmente percorrem os municípios e as cidades inglesas, onde uma multidão de raparigas foi atraída para grupos dedicados a comercializar a sua sexualidade, os proxenetas holandeses buscam raparigas à porta das escolas e nos cafés, passando por "namorados", cheios de promessas, carros de topo e acesso a restaurantes exclusivos.

Os homens enchem as vítimas de vodka e drogas. Eles dizem mentiras de que as amam e que as suas famílias não se preocupam com elas. Então, eles marcam encontros armadilhados, onde grupos de homens violam-nas, frequentemente tirando fotos do ataque como forma de as usarem a as chantagem para mantê-las submissas.

Confusas e amedrontadas, e demasiado envergonhadas para revelar aos pais ou aos professores o que ocorreu, as raparigas são cinicamente isoladas das suas vidas anteriores e arrastadas para a prostituição.

Estes gangues são tão perigosos que as raparigas nunca saem de casa sozinhas, e quando se reunem para tomar um café no quintal nas traseiras, elas não têm permissão para falar das duas vidas passadas, não suceda que um vizinho as oiça.

Nunca se sabe quem tem ouvidos grandes,’ diz Anita de Wit, 48 anos, mãe de três filhos e mulher que levantou o abrigo de segurança no mês passado. Acredita-se que é o primeiro deste tipo em todo o mundo.

Estes gangues podem matar, e visto que com elas ganham muito dinheiro, farão todos os possíveis para as obter de volta. Não queremos que eles venham aqui e causem algum tipo de dano.

A Amesterdão vale-tudo há muito que foi saudada como uma meca sexual. Os distritos luz-vermelha atraem milhares de clientes, muitos deles turistas, que passam pelas ruelas onde prostitutas semi-nuas pavoneiam-se nas janelas de cerca de 300 bordéis iluminados com lâmpadas escarlates.

Há um século atrás, os bordéis foram banidos como forma de pôr término à exploração das mulheres por parte dos gangues de homens holandeses. No entanto, gradualmente, estes estabelecimentos sexuais rastejaram de volta e fizeram o seu regresso ao mesmo tempo que as autoridades fingiam não ver.

Em 2000, depois de pressão por parte das prostitutas (que exigiram reconhecimento como empregadas sexuais com direito a direitos laborais), e da intelligentsia esquerdista holandesa (defendendo a escolha da mulher de fazer o que ela bem quiser com o seu corpo) os bordéis foram legalizados. As "operárias" obtiveram permissões, acompanhamento médico, e actualmente 5,000 encontram-se nos distritos luz-vermelha.

Consequências

Mas as coisas correram terrivelmente mal. A industria sexual holandesa, agora legal, foi rapidamente infiltrada por gangues de rua que tinham em vista uma coisa: a rapariga menor virgem que poderia ser vendida para sexo. Os homens dos gangues são - de modo incongruentemente - apelidados de "lover boys" devido ao seu distinto modus operandi que consiste em causar a que as meninas se apaixonem por eles antes de as forçarem a levar a cabos actos de prostituição em apartamentos ou casas privadas por toda a Holanda.

O fenómeno lover boy deixou a sociedade holandesa horrorizada muito devido ao número de raparigas envolvidas. Tal como Lodewijk Asscher, 38 anos e um dos políticos mais importantes do país, diz:

Comportamento criminoso da linha dura está a acontecer por trás daquelas janelas. As meninas estão a ser fisicamente abusadas quando não trabalham o suficiente. Isto é escravatura, que foi abolida há muito tempo da Holanda.

Desde Janeiro que Lodewijk defende a aplicação de novas regras para os distritos "luz-vermelha". As prostitutas assinarão um registo e a idade mínima das operárias do sexo será aumentada para 21, como forma de impedir que as raparigas sejam forçadas pelos gangues de rua.

Os holandeses esperam que a podridão seja contida. Só no ano passado 242 crimes feitos pelos lover boy foram investigados pela polícia - metade deles envolvendo prostituição forçada de meninas com idades abaixo dos 18. Anita de Wit afirma que isto é uma fracção - "um porcento" - no número real. Ela diz que ‘Na Holanda, existem milhares de meninas a sofrer ataques predatórios por parte de gangues masculinos.

Imigrantes

Anita visita as escolas holandesas e avisa as meninas em torno da aparência dos lover boys. Ela não tem problemas nenhuns em afirmar que a maior parte dos gangues são operados por marroquinos e turcos nascidos na Holanda.

Não sou politicamente correcta. Não tenho medo de ser chamada de racista, embora isso seja falso. Eu digo às meninas que os lover boys são jovens, com pele escura e muito atraentes. Eles virão com muito dinheiro e com um carro enorme. 
Eles oferecerão cigarros e vodka e dirão às meninas que elas são bonitas. Os gangues sabem o tipo de meninas a escolher: as com problemas de confiança, com óculos ou com aparência de obesas. 
Eles elogiarão as meninas e passarão a imagem de "cavaleiro numa armadura brilhante."  Ela será atraída ao novo namorado como um íman.

A frontalidade da Anita é totalmente distinta da forma de agir da Grã-Bretanha, onde o politicamente correcto impediu a polícia e os assistentes sociais de dizerem as mesmas coisas às meninas: que em muitas zonas do país, especialmente no norte de Inglaterra, o homem atraente a falar com elas muito provavelmente é um paquistanês. Também eles enchem as meninas com alcool e presentes, fingindo-se namorados genuínos.

Esta semana um relatório centrado nos gangues sexuais ingleses - feito por Sue Berelowitz, "Deputy Children’s Commissioner" para a Inglaterra - foi criticado por não ressalvar a óbvia ligação entre os gangues asiáticos [muçulmanos] e a exploração sexual de raparigas brancas e mestiças. Berelowitz escolheu minimizar o factor racial apesar dos números oficiais mostrarem que uma percentagem preocupante dos homens envolvidos neste tipo de crime sexual serem de origem asiática [muçulmana].

Mohammed Shafiq, director da "Ramadhan Foundation" (Lancashire), organização de caridade que promove a harmonia étnica, visitou a Holanda para se inteirar do trabalho de Anita de Wit e da sua organização de apoio com o nome de ‘Say No to Lover Boys Now’. Ele afirmou que as autoridades britânicas tratam o assunto como um tópico tabu devido a receios de serem classificados de racistas.

Isto está errado. Estes gangues deveriam ser tratados como criminosos, qualquer que seja a sua raça.

Na Holanda, tal como na Grã-Bretanha, os abusadores pertencem a uma minoria dentro das suas comunidades - comunidades essas que estão horrorizadas com os seus actos. Os lover boys olham para as raparigas brancas como pessoas sem valor, dignas de serem abusadas sem qualquer tipo de remorso.

O pesadelo da filha

Anita deu início à sua campanha quando a sua filha Angelique - então com 15 anos - foi atraída para um gangue sexual depois de ter conhecido um marroquino de 21 anos num café perto da sua escola. Anita era divorciada e geria um restaurante numa povoação fora de Amesterdão quando tudo começou.

Eram 8 da noite quando Angelique chegou ao restaurante acompanhada com 3 amigos. Ela disse que um deles era o seu novo namorado, Mohammed. ‘Ele tinha um longo cabelo encaracolado, era bastante atraente e foi muito gentil comigo,’ recorda Anita.

A Angelique perguntou se poderia levar os três rapazes para casa, para tomarem um café, e eu disse que sim. Era suposto eu chegar a casa às 11 da noite e pensei que os meus outros dois filhos - um rapaz mais novo com 11 anos e uma irmã mais velha - se encontrariam por lá.

Mas quando Anita chegou a casa, reparou que todas as garrafas de álcool estavam vazias. Angelique encontrava-se deitada na cama, bêbada. Mohammed e os seus dois amigos haviam desaparecido. Embora Anita não soubesse na altura, Angelique havia sido violada por dois deles. O outro homem tinha levado o filho para  irem jogar futebol no parque, e a filha mais velha estava em casa de amigas.

Fiquei horrorizada. Angelique mentiu afirmando que tinha bebido demasiado álcool. Fiquei muito irritada por saber que ela tinha estado a beber. Disse que nunca mais queria ver o Mohammed dentro da nossa casa. Discutimos, mas esta era uma técnica clássica usada pelos lover boys — eles deliberadamente arranjam as coisas de modo a que a rapariga e os pais entrem em rota de colisão.

A partir desse momento, o comportamento da Angelique alterou-se e ela começou a faltar as aulas; quando ela ia às aulas, Mohammed e os lover boys estariam à sua espera com um grande carro com janelas escuras e matrícula falsa. Os professores queixaram-se junto de Anita, mas Angelique estava apaixonada por  Mohammed e em guerra com os professores e a mãe.

Ela ficava fora de casa durante horas, só voltando à noite. Às vezes elas ficava fora de casa durante dias, alegando que estava em casa de amigas. A realidade é que, Angelique estava a ter relações sexuais com vários homens marroquinos e gerando dinheiro para o seu "namorado", Mohammed.

O seu telemóvel tocava continuamente - dia e noite. Ela às vezes levava-o para a casa de banho. Quando olhei para as SMS, vi por lá mensagens violentas do tipo "Se não vens cá para fora agora, tu és a favor disto, tu e a tua família também!"

Passados que estavam alguns meses, Anita ligou à policia como forma de obter ajuda. A sua filha foi então levada para um tribunal de Família onde o Juiz ordenou que ela tivesse hora para chegar a casa. Para além disso, ela tinha que notificar a sua mãe do seu paradeiro de duas em duas horas.

A Angelique chegava a casa dizia "Olá", e saía outra vez. O Juiz disse que ela tinha que deixar o telemóvel no andar inferior, durante a noite, mas o gangue deu-lhe outro e continuaram a ligar para ela. Para além disso, eles deram-lhe cannabis e ela tornou-se dependente.

O Juiz, em desespero, enviou Angelique para uma prisão de menores onde, durante 11 meses, ela usou o seu cartão de telefone para se manter em contacto com  Mohammed. Eventualmente, no entanto, o relacionamento arrefeceu.

Quando, por fim, ela se mudou para um centro para jovens problemáticos, Anita esperou que as coisas melhorassem. Infelizmente, Angelique conheceu outro lover boy por lá. Este chamava-se Rashid e era um fantoche plantado para recrutar raparigas para os gangues sexuais. Ele persuadiu-a a fugir do centro e ambos dirigiram-se para Roterdão. Quando por fim chegaram lá, Angelique descobriu que também Rashid fazia parte dum gangue sexual. Ele foi forçada a trabalhar como prostituta.

Anita diz:
Ela foi forçada a engolir 14 comprimidos ecstasy por dia e a tomar GHB, uma droga date-rape. O gangue batia-a com um taco de basebol se ela se recusasse a ter relações sexuais com os homens que eram trazidos a ela. O seu cabelo castanho foi pintado com alvejante de cozinha porque eles disseram que os homens pagavam mais pelas loiras. Ela nunca me disse com quantos homens ela foi forçada a dormir.

Depois de seis semanas, Angelique escapou. Parou numa loja e ligou para a mãe, que a trouxe para casa. No entanto, e incrivelmente, os lover boys vieram atrás dela. Ela visitava o centro da cidade quando um estranho, um jovem marroquino, convidou-a para uma saída romântica. Ele prometeu à Angelique que ele era um namorado genuíno, mas mentiu: ele, tal como os outros, apenas a queria prepará-la para a prostituição.

O marroquino encheu-a de drogas, e pediu que ela fosse viver com ele num apartamento perto do distrito "luz-vermelha". Quando a Angelique, agora com 18 anos, concordou, ele disse que ele tinha dívidas e como tal, colocou-a a prostituir-se nos bordéis-janela em De Wallen.

Fui vê-la nas janelas,’ diz Anita. ‘Tinha que me manter em contacto com a minha filha. Foi só em Janeiro do ano passado que ela se apercebeu que havia sido explorada pelo gangue, e dedidiu regressar a casa.

Existem outras.

A história de Angelique é aterradora, mas na casa-segura existem outras igualmente aterradoras.  Há a história da Eline, que era uma virgem de 18 anos quando conheceu o seu lover boyturco numa festa de Ano Novo num clube juvenil local. Eline pensou que estava apaixonada por ele, mas passadas que estavam algumas semanas, ela havia sido violada por vários homens duma só vez, fotografada e chantajada pelo mesmo grupo se ela contasse alguma coisa aos pais (em vez de dormir com outros homens para ganhar dinheiro).

Ouvimos também a história de Beatrice que conheceu o seu lover boy quando andava de bicicleta para a nova escola. Ela tinha na altura 12 anos. O lover boy estava encostado ao seu carro, e tinha um enorme colar de ouro em volta do seu pescoço. Tinha a aparência dum actor dum vídeo de rap.

Alguns dias depois, ele voltou e disse que ela era bonita. Na quarta vez que se conheceram, ela concordou em ir com ele no seu carro. Ele levou-a para uma casa onde ele a violou. Ele disse, então, que ela era agora uma prostituta, propriedade sua, e que a sua relação era perfeitamente normal. Quando ela tinha 14 anos, Beatrice havia já dormido com dúzias de homens e tinha até sido coagida a ser usada pelo gangue como forma de recrutar outras meninas.

As raparigas da casa de abrigo, que têm idades entre os 15 os 25, escaparam agora dos horrores do seu passado, e estão agora a aprender a viver. Com o novo mínimo de idade para a prostituição e o registo das prostitutas, os ventos da mudança estão a assoprar sobre a indústria "luz-vermelha" de Amesterdão.

Mas Eline mexe a sua cabeça e diz: "Os lover boys estão sempre um passo em frente e estão a fazer uma fortuna com estas meninas. É o dever de todos dizer a verdade sobre o que está a acontecer - particularmente às potenciais vítimas."

A abordagem liberal holandesa em torno dos assuntos sexuais não só é uma lição muito forte de que o politicamente correcto não deve impedir as pessoas de vocalizar os receios que têm das actividades dos gangues sexuais, mas também um aviso de que esta forma de encarar teve consequências desastrosas nas vidas de muitas vitimas.


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Como diz o escritor Vox Day, nenhuma sociedade sobreviveu à perda da sua religião e das suas crianças. A consequência final do secularismo, igualitarismo  [feminismo] e multiculturalismo não é um futuro brilhante e sexy, mas sim um aglomerado de pesadelos pós-religiosos, tal como já está a ser observada em Amesterdão. Isto não é progresso, mas sim um retorno ao mundo pagão que foi derrotado depois de Julião o Apóstata e Diocleciano.

O problema não é que a revolução feminista tenha "falhado", mas sim que a revolução foi uma alteração que trouxe de volta os padrões sociais antigos.

Uma das frases que melhor define a atitude dos muçulmanos envolvidos nestes gangues em relação às mulheres europeias é:

Os lover boys olham para as raparigas brancas como pessoas sem valor, dignas de serem abusadas sem qualquer tipo de remorso.


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sábado, 8 de setembro de 2012

Mulher decapita filho de 2 anos

Uma mãe de New Jersey, com uma história de desordens mentais e uso de substâncias, voltou a ter custódia do seu filho de 2 anos, antes de parar de tomar os medicamentos e decapitá-lo.

O que a polícia encontrou na sua casa em Camden, na Quarta -Feira de manhã, era horripilante. Chevonne Thomas havia decapitado o seu filho e colocado a cabeça na geleira. Mais tarde a mãe de 33 anos esfaqueou-se fatalmente depois de ter desligado o telefone de emergência. Um fim violento para uma vida conturbada..

Chevonne havia re-obtido a custódia do seu filho Zahree depois de alegadamente ter deixado o rapaz sozinho no carro, declarando perante a policia que havia fumado marijuana misturada com alucinogénos, e desmaiado num parque próximo.

Segundo a "Department of Children and Families", ela havia previamente perdido a custódia da criança, em favor dos seus familiares, para além de ter sido ordenada a submeter-se a tratamento médico para a sua dependência química e para os seus problemas mentais. Em 2010 Chevonne havia sido acusada de colocar a vida duma criança em perigo num incidente rodoviário, mas o caso foi arquivado.

A agência estatal de apoio às crianças afirmou numa declaração que Chevonne Thomas estava a receber aconselhamento e apoio desde que o tribunal ordenou a reunificação com o seu filho (3 de Abril).

A vizinha Melanie Troutman declarou ter visto Chevonne Thomas e o namorado sentados nas escadas da sua casa - algo que Melanie havia visto várias vezes. No entanto, desta vez Chevonne estava em topless e "claramente zangada." Cerca de duas horas depois, Thomas ligou para o 911, onde, durante a chamada, começou por acusar o namorado de ter esfaqueado Zahree só para mais tarde mudar a história e confessar ter sido ela a matar o bebé.

Eis aqui parte da conversa:

Sabes duma coisa? Fui eu que fiz. Estou a mentir. Estou a mentir. Fui eu que fiz.

Quando lhe perguntaram que ela havia tomado os medicamentos ela disse que costumava tomar o antidepressivo Prozoac.:

Hoje não tomei, mas deveria ter tomado.

Mais tarde a polícia encontrou o corpo de Zahree no primeiro andar da casa da mãe, antes de descobrir a cabeça do mesmo na geleira. Um examinador médico encontrou também marcas de esfaqueamento no peito do bebé, e marcas nos braços do mesmo.

Thomas esfaqueou-se no pescoço com uma de cozinha depois de desligar a chamada para o 911.

* * * * * * *

Comentário de Elusive Wapiti:

Como homem, pai e crítico cultural, é cada vez mais difícil ficar zangado com este tipo de coisas.

Não sei quantas vezes esta observação tem que ser feita:
O mesmo sistema que de modo sistemático retira o homem da sua casa, largamente com base nas necessidades e busca da felicidade da esposa, o mesmo sistema que aprova a maternidade fora do casamento, um sistema envolvido numa cultura mais abrangente que aprova a morte de quase 60% dos bebés negros no útero (23% de todos os bebés a nível nacional), é o mesmo sistema que volta a colocar um vulnerável bebé nas mãos duma mãe claramente perturbada.

E depois, como se o resultado não tivesse qualquer tipo de relação com os eventos precedentes, o sistema agita as suas mãos enquanto fala do "infeliz" final de vida da criança. Lava, seca e repete.

Eu já disse isto uma vez, e volto a dizer mais uma vez: o lugar mais seguro que existe para uma criança é nos braços do pai biológico, no núcleo familiar intacto.

* * * * * * *

Pensem na quantidade de factores promovidos pelo marxismo cultural que fazem parte desta história:
  • Sexo e gravidez fora do vínculo do casamento
  • Consumo de drogas
  • Mãe solteira (promovido pelo esquerdismo como forma de obter um bloco permanente de votantes. OBS: normalmente, as mães solteiras votam em partidos esquerdistas)
  • Crença na inerente bondade da mãe/mulher (apesar da existência de evidências em contrário, neste caso)
  • "Apoio" estatal que visa minimizar os efeitos do comportamento que o mesmo estado promove
etc, etc

É este tipo de sociedade disfuncional que a elite esquerdista quer instalar uma vez que a mesma é menos susceptível de formar um bloco organizado com o expresso propósito de resistir a elite esquerdista. Por exemplo, quem promove o consumo da maconha não o faz porque visa o bem estar dos consumidores, mas sim porque os efeitos desse estilo de vida são devastadores para a unidade e estrutura social.

Uma vez destruída a família e a unidade social, o governo pode de forma mais fácil controlar e manipular a sociedade.

Isto é o marxismo cultural.





sexta-feira, 18 de maio de 2012

Mãe entrega o próprio filho para lhe balearem as pernas como castigo por se drogar

Lugar onde o jovem foi entregue para ser baleado. A mãe esperou ao fundo da rua

Foi numa noite do mês passado. Em Londonderry, Irlanda do Norte, uma mãe levou o filho de dezoito anos a um lugar por trás de uns prédios. Deixou-o junto a um muro, com outras pessoas, e afastou-se para o fim da rua.

Ao fim de pouco tempo, ouviu dois tiros.

Correu para o filho e lá estava ele, caído, a sangrar das pernas e a contorcer-se. As primeiras palavras que disse, porém, foram: "Estou óptimo, mamã".

'Acção social' pelos tiros

A Irlanda do Norte passou por longas décadas, se não séculos, de violência na luta entre católicos e protestantes,

Uma herança desses tempos são os grupos paramilitares que ainda existem -- uns recusando qualquer compromisso político, outros dedicando-se ao crime, e ainda outros que praticam 'acção social' como a ora referida.

No caso, foi um grupo chamado Republican Action Against Drugs (RAAD) que cometeu o feito heróico. A sua especialidade é justamente esse tipo de acção.

A mãe aprova

Levado ao hospital, o rapaz foi tratado e sobreviveu. E a mãe diz que aprova o que lhe aconteceu. "Não foi fácil, mas teve de ser," explica ela. "Pode ser que assim o meu filho se salve. Com as drogas, ia a caminho da morte. De qualquer modo, não existem garantias. E até pode ser que alguma droga seja o único meio que o rapaz tenha de aliviar as dores nas pernas. Esperemos que não."

Fonte

* * * * * * *

Larga parte da violência levada a cabo pelos homens é motivada pelas mulheres, mas a sociedade actual não quer levar isso em consideração. As mulheres são tão violentas como os homens.

Escusado será dizer isto, mas se um homem fizesse o mesmo a uma filha sua a sociedade condenaria a acção.



segunda-feira, 18 de abril de 2011

Crianças podem ser drogadas para atrasar a puberdade de modo a facilitar a alteração do sexo

Quando combinamos a engenharia social marxista cultural com a ciência, o resultado é horrífico. Da Grã-Bretanha ficamos a saber que crianças com idades que podem chegar aos 12 anos poderão tomar químicos para bloquear os efeitos da puberdade enquanto eles se decidem (ou não) mudar de sexo.
A injecção mensal suspende o aparecimento da maioridade do modo a que os jovens que estejam confusos em relação ao seu género possam estar seguros da sua decisão antes de começarem a ter demasiadas características femininas ou masculinas.
O que não é dito é que a confusão sexual dos dias de hoje é causada pela mesma ideologia que agora quer fornecer drogas a crianças de 12 anos até que elas estejam "seguras" do que são. São as escolas públicas controladas pelos marxistas culturais que agressivamente defendem comportamentos que ajudam a confusão sexual de crianças impressionáveis (vêr aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, etc.).
Um dos efeitos maiores das drogas é atrasar o desenvolvimento dos órgãos de modo a que menos cirurgia seja necessária se, mais tarde, alguém escolher mudar permanentemente o seu género.

Os rapazes vão ser impedidos de desenvolver características masculinas como pêlo facial, voz grossa e a maçã de Adão, e as raparigas não irão desenvolver seios ou adquirir a capacidade de menstruar.

Fonte

Reparem na idiotice desta gente: eles reconhecem que de facto as crianças de hoje estão a mostrar sintomas de confusão sexual, mas em vez de identificarem as causas (as políticas de feminização do homem e masculinização da mulher), eles tentam "resolver" esse facto lidando com o sintoma da doença e não com a doença em si.

Imaginem que vocês vão a conduzir com o vosso carro e reparam que a luz do combustível acende. Imediatamente vocês interiorizam que, mal seja possível, é necessário colocar combustível no tanque.

Agora imaginem que em vez de tomarem essa decisão, vocês resolver abrir a tampa do carro e cortar o circuito eléctrico que acende a luz de falta de combustível; isso resolve o problema? Não, mas é isso mesmo que os esquerdistas visam fazer com estas "medidas".

Das duas uma: ou eles são visivelmente burros, ou esta confusão sexual é do seu interesse. Olhando para estas medidas à luz dum dos propósitos do marxismo cultural (destruição da família), é mais seguro dizer que o facto da elite esquerdista inglesa lidar com a confusão sexual das crianças desta forma é uma evidência muito forte de que o seu interesse é mesmo o de apagar as linhas biológicas, sociológicas, fisiológicas, mentais e convencionas entre o género masculino e o feminino.

Estas coisas mais dia menos dia vão chegar a Portugal (se é que não chegaram já). A questão é: será que os portugueses vão permitir que pessoas como o Loiça, ou o Sócrates ou o Paulo Portas usem crianças alheias para satisfazer a necessidade de validação de certas ideologias?

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Traficante de droga processa polícia por distribuir foto sua revelando o seu passado como presidiário

Um traficante de droga instalou processo legal contra a polícia por esta haver distribuído informação pela comunidade alertando para o facto dele ser um ex-presidiário. Segundo o ex-presidiário, isto foi "humilhante".

Luke Walsh-Pinnock, de 22 anos, alegou que o documento violou os seus "direitos humanos" depois de ter sido enviado aos seus vizinhos em Kilburn, noroeste de Londres. O panfleto - que foi enviado a 1,500 lares - continha a sua foto e detalhes dos seus crimes. Ele havia sido previamente sentenciado a 4 anos de prisão por tráfico de heroína e cocaína.

Mas agora os seus pais queixaram-se do tratamento "degradante". Uma amiga da sua mãe (Linda Walsh) afirmou para o jornal The Sun que

O Luke foi humilhado na sua comunidade local, o que é contra os seus direitos humanos. Vamos levar este assunto até os tribunais...Ele é um bom rapaz, e gentil com a sua família.
Não foi dito se foi essa "gentileza" que lhe levou a vender produtos químicos com o potencial de matar o consumidor a troco de dinheiro. Mas talvez a palavra "gentileza" tenha outro significado para a família Walsh.

O supra-citado panfleto foi distribuído como um aviso para que se soubesse que "os indivíduos que trafiquem drogas vão ser presos e julgados". Walsh-Pinnock foi um exemplo.

O Superintendente-Chefe Matthew Gardner disse:

Nós constantemente temos os prevaricadores em mira, e muitas vezes os mesmos são lançados nas prisões, mas frequentemente as pessoas da área não sabem o que se fez....É importante que eles se apercebam que os criminosos vão ser presos e que não vão mais deteriorar a comunidade com as suas prácticas.

Luke Walsh-Pinnock foi preso em Agosto do ano passado quando a polícia fez uma rusga num apartamento em Kilburn.

Named and shamed: The leaflet distributed by police giving details of Walsh-Pinnock's conviction and how Brent police are committed to sending drug dealers to prison

Nomeado e humilhado: o panfleto distribuído pela polícia

Walsh-Pinnock e o amigo James Goldsmith foram apanhados a dividir cerca de 500 gramas de heroína. No mesmo andar foram encontradas enormes quantidades de cocaína e heroína. Goldsmith, de 35 anos, foi condenado a 3 anos de prisão.


Chegamos a um ponto da nossa história onde entidades que trabalham para proteger a sociedade civil não pode alertar essa mesma sociedade civil que anda no meio deles um homem que já foi preso por tráfico de drogas.

Esta alegação de "violação dos direitos humanos" é pura mentira. Não há nenhum "direito humano" que defenda a não revelação do passado criminoso duma pessoa. Luke não deveria sentir-se humilhado pela comunidade ficar a saber o que ele fez, mas sim ficar humilhado por as ter feito.

Mas a culpa não é só do Luke mas da ideologia que vai ganhando força na sociedade em que vivemos. Tem havido uma proliferação de neo-direitos humanos, e não é de estranhar que mais e mais pessoas tentem usar essa táctica para protegerem o negócio as suas prácticas.

Afinal, não vivemos nós numa sociedade que qualifica de "direito humano" a matança de bebés? Não vivemos nós numa sociedade que confere estatuto especial a quem ache que o ânus é um órgão sexual? Porque não, então, a quem ache que a polícia não pode revelar o seu passado criminoso?

Claro que para os marxistas culturais interessa-lhe esta invenção de "direitos humanos". Com esta arma, eles podem atacar e destruir um dos bastiões da civilização ocidental: a governação da lei. Destruir fé da sociedade nas instituições é um dos passos para a subversão da sociedade portanto, Luke Walsh apenas está a usar o sistema marxista cultural para proveito próprio.

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