Mostrar mensagens com a etiqueta Vaginocentrismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vaginocentrismo. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Sufragista: "Se as mulheres pudessem votar, o Titanic não se teria afundado"



Estou surpreso por não ter lido esta história antes. Eis aqui as partes mais interessantes:
O cavalheirismo exibido no Titanic, que demonstrou para muitas pessoas que as mulheres não precisavam de votar, demonstrou precisamente o oposto para as sufragistas. Segundo o seu ponto de vista, eram as mulheres as melhor equipadas para erigir o comportamento altruísta que emergiu nos homens apenas em circunstâncias extraordinárias.
Não havia necessidade de se perder uma única vida no Titanic,” escreveu Alice Stone Blackwell. “Haverá muitos menos casualidades em acidentes evitáveis, quer em terra ou no mar, quando as mães dos homens tiverem o direito de voto.” 
Por outras palavras, as mulheres garantiriam a existência de legislação que ordenasse a existência de barcos salva-vidas suficientes para todos.
Mais uma alegação da superioridade moral feminina. As mulheres, com a sua espantosa habilidade visionária, teriam planeado melhor. Isto é consequência da crença de que as mulheres purificariam e suavizariam o mundo da política. Ainda não recebi uma boa resposta, ou qualquer resposta, em torno da questão da política não estar melhor (e estar até pior) agora que as mulheres podem votar? 
Numa carta escrita ao editor do Baltimore Sun, uma escritora que se identificou como “A Woman” ressalvou que deixar as mulheres e as crianças sobreviver nos barcos salva-vidas não teve nada de cavalheirismo. Segundo "A Woman", isto era o mínimo que os homens podiam fazer visto que o naufrágio do barco era da sua responsabilidade.
Afinal, as mulheres presentes no barco não eram responsáveis pelo desastre,” e como tal seria “uma injustiça grosseira decretar qie as mulheres, que não tiveram voz na criação e implementação das leis em terra ou no mar, ficassem no barco que se afundava, vítimas da cupidez masculina.
Segundo esta lógica, é bom que as mulheres têm o direito de voto uma vez que a responsabilidade dos males que hoje existem é também sua. Quando o pais ruir, elas não podem culpar os homens.
..



quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Cultura de estupro: Patriarcado opressor e machista coloca em liberdade mulher bêbada que abusou de crianças

Fonte

Mulher que molestou 3 rapazes depois de consumir álcool suficiente para fazer "desmaiar uma elefante" saiu do tribunal livre que nem um pássaro. Amanda Wheeler, de  31 anos, ingeriu vodka, cerveja e vinho numa festa de aniversário duma amiga antes de beijar e apalpar um rapaz de 12 anos que se contrava num dos bancos. Depois disto, ela executou uma "lap-dance"e embaraçou um grupo de adolescentes.

A funcionária de limpezas em part-time mordeu também um rapaz de 13 anos no pescoço, persuadiu-o a levar a cabo um acto sexual nela.

A mãe-de-três negou as 4 acusações de actividade sexual com uma criança e a acusação de agressão sexual, mas depois dum julgamento de duas semanas que ocorreu no Worcester Crown Court, ela foi considerada culpada de tudo. Hoje [ed: no dia em que a notícia foi publicada] o Juíz Patrick Thomas QC afirmou que o incidente que ocorreu no dia 29 de Novembro de 2011 "não teve como base a pedofilia" mas sim "num incidente isolado" (inglês: 'one-off'). O Birmingham Crown Court "sentenciou" Amanda, que é de Cheltenham, Gloucestershire, a pena suspensa de 2 anos.

O Juíz Thomas afirmou que os rapazes haviam feito uma "recuperação total do que poderia ter sido uma experiência extraordinariamente traumática". No entanto, ele disse a Amanda que ele "deveria ter vergonha" de si própria por ter-se declarada "Inocente" visto que a quantidade de álcool que ela havia consumido tornava-lhe incapaz de contestar o testemunho dos rapazes.

O Juiz acrescentou ainda:

Este é um caso incomum e complicado. Sinto-me satisfeito com o facto deste comportamento não ter bases na pedofilia, embora estes tenham sido actos de pedofilia, mas sim na bebedeira, no egoísmo e na atitude infantil da sua parte. Você encontrava-se grosseiramente desinibida mas não acho que exista em si tendência ou propensão em favor deste comportamento, e devido a isso, posso considerar isto como um caso isolado [inglês: one-off.].

Os factos agravantes são a idade das crianças, a presença de outras crianças durante a ofensa e o facto de você se encontrar ébria e fora do controle. (...)

O Juíz afirmou também que as vítimas haviam deixado bem claro que haviam "superado o trauma" que sentiram quando fizeram as suas declarações em Abril de 2012.

O Juíz acrescentou:

É devido apenas e só às declarações das vítimas em torno do impacto do incidente, e o impacto que a sentença teria sobre os seus filhos que eu acho apropriado retroceder e suspender a sentença.

Durante o julgamento, o tribunal ouviu que Amanda não se lembrava de partes da festa que ocorreu em Worcester, devido à "extraordinária" quantidade de álcool que ela havia consumido. Samantha Forsyth, advogada de defesa, afirmou que a sua cliente tinha "falhas enormes na sua memória".

O Juiz Thomas, que criticou Amanda pelas suas acções "descontroladas", acrescentou:

As evidências estabeleceram claramente que na noite em questão você ficou paraliticamente bêbada e que o seu comportamento com algumas crianças ultrapassou o limite da flirtação, chegando ao ponto de você tocá-las de modo indecente. Isto foi uma ofensa significativa e séria.

Você combateu o caso [isto é, declarou-se "Inocente"] e, francamente, você deveria ter vergonha por se recusar em aceitar que a sua memória no caso era de tal forma que você nunca poderia contestar o que os rapazes afirmaram de modo consistente.

Amanda Wheeler, que foi absolvida duma 6ª acusação de actividade sexual com uma criança, foi ordenada a assinar a "Sex Offenders' Register" durante 10 anos.

* * * * * * *
Basicamente, esta mulher viu-se livre da prisão porque as vítimas (crianças) afirmaram ter "superado" o trauma (e as crianças sabem bem como superar traumas, certo?), e porque ela tinha filhos para tomar conta. (É sempre muito elucidativa a forma como as crianças se tornam responsabilidade da mulher quando ela se encontra na eminência de ir para a prisão.)

Outra coisa a reter neste incidente é que actos de pedofilia feitos por uma mulher não significam necessariamente que esse seja um acto de pedofilia. Quando um adulto coloca as suas mãos sobre o corpo duma criança, isso só é pedofilia se o adulto for um homem.

Em caso de dúvidas, perguntem ao "Juíz" Thomas.



quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Três funcionárias de creche detidas por forçarem crianças a lutar

Três funcionárias de uma creche em Dover, no estado norte-americano de Delaware, foram detidas e acusadas de promover lutas entre as crianças que eram filmadas.

Tiana Harris, Estefania Myers e Lisa Parker são acusadas de promover um «clube de combate» para crianças.

Alegadamente, as funcionárias riam enquanto filmavam as crianças de três anos a lutar.

A polícia apreendeu vídeos das lutas.

As imagens mostram que as crianças não se estavam a divertir e, num dos vídeos, uma das crianças chora e tenta abandonar a luta mas é empurrada de volta pelas funcionárias, relatou Tim Stump, comandante da polícia de Dover.

A creche foi encerrada e a sua licença cancelada.

Os pais das crianças que frequentavam a creche estão indignados e chocados.

Fonte

* * * * * * *

Se nós não vivêssemos numa cultura 100% vaginocêntrica, incidentes como este (e muitos outros que envolvem violência contra crianças levada a cabo por mulheres) seriam alvo de investigação mais aprofundada, para além de um rol infindável de "estudos".

Como já foi dito por várias pessoas, as mulheres são tão violentas como os homens. A diferença é que a maior parte da violência feminina é dirigida a crianças, idosos e outras mulheres. Tentar colocar os homens como perpetuadores únicos, e as mulheres como vítimas exclusivas, não só é misândrico, como não está de acordo com os dados disponíveis.

Obviamente, quem ganha com esta visão unidireccional da violência são as instituições cujo financiamento depende do paradigma "mulher = vítima", "homem = agressor".


ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT