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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

A violência contra os negros que os esquerdistas ignoram

Num passado recente, Compton era uma área da Califórnia quase totalmente composta por Negros. Hoje, graças à violência levada a cabo contra eles por parte de gangues Hispânicos que declararam algumas áreas como exclusivas suas, o número de Negros tem vindo a diminuir. 

Se uma família Negra se muda para uma área que os gangues Hispânicos declararam como sendo sua, então os Negros são forçados a sair através da intimidação.

O Departamento Policial de Los Angeles alegou que têm existido ataques a várias famílias Negras durante a última década, a maior parte dela feita por gangues Hispânicos. O Los Angeles Times detalha um desses ataques:
Uma família Negra - uma mãe, três adolescentes e um rapaz com 10 anos - mudaram-se para uma pequena casa amarela em Compton durante as férias de Natal. Quando um amigo os veio visitar, quatro homens dentro dum SUV pararam por perto e chamaram-no de "n****r", afirmando que os Negros encontravam-se proibidos de viver naquela vizinhança. (...) Depois disso, eles saíram do carro, apontaram-lhe uma arma e espancaram-no com barras de metal.
Compton tem uma população de +/- 97,000 habitantes, e foi predominantemente Negra durante muitos anos. Actualmente, segundo o censo de 2010, ela é 65% Hispânica e 33% Negra, e os gangues Hispânicos tencionam mantê-la maioritariamente Hispânica.

Os agentes de segurança afirmam que os ataques estão a ser orquestrados pelo gangue prisional da Máfia Mexicana:
Líderes do gangue Azusa 13 foram sentenciados a longas penas de prisão no início deste mês por levarem a cabo uma política de ataques contra os residentes Afro-Americanos, e expulsando-os das suas casas. Ataques semelhantes estão a ocorrer em Harbor Gateway, Highland Park, Pacoima, San Bernardino, Canoga Park e Wilmington, entre outros lugares.
Muitos Afro-Americanos estão a abandonar a cidade como forma de não se tornarem em alvos dos gangues Hispânicos.



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Nenhum líder ou defensor dos direitos dos Negros dedica muito tempo a este tipo de violência racista porque a mesma não pode ser usada contra a maioria Branca. E note-se que o silêncio dos esquerdistas é propositado visto esta limpeza já estar a acontecer há algum tempo (o que coloca de parte a tese de que os esquerdistas "não sabem").

O esquerdismo é essa hipocrisia que se vê nestes incidentes. Por muito que eles se tenham auto-conferido o papel de "protector das minorias", a verdade é que o titulo que melhor se adapta à atitude dos esquerdistas em relação às minorias é "os exploradores das minorias".



quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Três funcionárias de creche detidas por forçarem crianças a lutar

Três funcionárias de uma creche em Dover, no estado norte-americano de Delaware, foram detidas e acusadas de promover lutas entre as crianças que eram filmadas.

Tiana Harris, Estefania Myers e Lisa Parker são acusadas de promover um «clube de combate» para crianças.

Alegadamente, as funcionárias riam enquanto filmavam as crianças de três anos a lutar.

A polícia apreendeu vídeos das lutas.

As imagens mostram que as crianças não se estavam a divertir e, num dos vídeos, uma das crianças chora e tenta abandonar a luta mas é empurrada de volta pelas funcionárias, relatou Tim Stump, comandante da polícia de Dover.

A creche foi encerrada e a sua licença cancelada.

Os pais das crianças que frequentavam a creche estão indignados e chocados.

Fonte

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Se nós não vivêssemos numa cultura 100% vaginocêntrica, incidentes como este (e muitos outros que envolvem violência contra crianças levada a cabo por mulheres) seriam alvo de investigação mais aprofundada, para além de um rol infindável de "estudos".

Como já foi dito por várias pessoas, as mulheres são tão violentas como os homens. A diferença é que a maior parte da violência feminina é dirigida a crianças, idosos e outras mulheres. Tentar colocar os homens como perpetuadores únicos, e as mulheres como vítimas exclusivas, não só é misândrico, como não está de acordo com os dados disponíveis.

Obviamente, quem ganha com esta visão unidireccional da violência são as instituições cujo financiamento depende do paradigma "mulher = vítima", "homem = agressor".


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