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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

"O horror que eu vi dentro do movimento de 'emancipação' das mulheres"

Por Mallory Millett

"When women go wrong men go right after them.”
-- Mae West

“O socialismo é a filosofia do falhanço, o credo da ignorância, e o evangelho da inveja; a sua virtude inerente é a igual partilha da miséria.” Winston Churchill escreveu isto a mais de um século atrás.

Durante o meu primeiro ano na escola secundária, as freiras perguntaram-me sobre os meus planos para depois da minha graduação. Quando eu lhes disse que iria frequentar a Universidade Estadual, reparei no seu desapontamento. Perguntei à minha freira favorita, "Porquê?". Ela disse, "Isso significa que quatro anos mais tarde vais sair da universidade como comunista e ateísta!"

Eu e as outras raparigas rimos bastante. "Quão pouco sofisticadas estas freiras eram," pensamos nós. Depois fui para a faculdade, e saí de lá comunista e ateísta, tal como tinha acontecido com a minha irmã Katie seis anos antes de mim.

Algum tempo mais tarde, eu passei a ser uma jovem divorciada com uma criança pequena. A pedido da minha irmã, passei a viver em NYC depois de passar anos casada com um executivo Americano colocado no Sudoeste Asiático. Com o fim do casamento, passei a construir uma nova vida para mim e para a minha filha. A minha irmã Katie disse:

Vem para Nova York. Estamos a fazer uma revolução! Algumas de nós estamos a dar início a um grupo com o nome de "National Organization of Women" e também tu podes fazer parte dele.

Havia já já muitos anos que eu não a via. Embora ela me tivesse atormentado quando nós éramos novas, depois dos meus traumas Asiáticos e do fim do meu casamento, essas memórias estavam distantes. Eu loucamente pensei que ela seria o meu santuário no meio da tempestade. Com tanto tempo e tamanha distância entre nós, eu já me tinha esquecido da sua instabilidade emocional.

E assim comecei a testemunhar involuntariamente a História. Fiquei com a Katie e o seu amável marido Japonês, Furnio, num sótão delapidado em The Bowery enquanto ela acabava o seu primeiro livro, uma tese de doutoramento para a Columbia University, com o nome de “Sexual Politics.” Estávamos em 1969.

A Katie convidou-me para me juntar a ela na sua reunião na casa da sua amiga, uma tal de Lila Karp. Elas chamaram à assembleia de "grupo de consciencialização", uma iniciativa tipicamente comunista e algo practicado pela China Maoísta.

Tomamos o nosso lugar numa mesa larga à medida que cada uma das presentes dava início à reunião com uma recitação-e-resposta, algo parecido a uma Litanía - um tipo de oração feita na Igreja Católica. Mas desta vez era o Marxismo, a Igreja da Esquerda, a imitar uma práctica religiosa:

"Porque é que estamos aqui?" perguntou ela.
"Para fazer a revolução", responderam elas.
"Que tipo de revolução?" respondeu ela.
"Revolução Cultural", responderam elas.
"E como é que fazemos uma Revolução Cultural?" exigiu ela.
"Destruindo a família America!" responderam elas.
"E como é que destruímos a família Americana?" perguntou ela.
"Destruindo o Patriarcado Americano." gritaram elas de modo exuberante.
"E como é que destruímos o Patriarcado Americano?" respondeu ela.
"Acabando com o seu poder!"
"E como é que fazemos isso?"
"Destruindo a monogamia!" gritaram elas.
"E como é que podemos destruir a monogamia?"

A resposta delas deixou-me chocada, sem fôlego, e sem acreditar no que estava a ouvir. Sera´que estava no planeta Terra? Quem eram estas pessoas?

"Promovendo a promiscuidade, o erotismo, a prostituição e o homossexualismo!"  ressoaram elas.

Elas continuaram com uma longa discussão em torno das formas de avançar estes objectivos estabelecendo a "National Organization of Women".  Era óbvio que elas nada mais queriam que a destruição total da sociedade Ocidental. A conclusão disto tudo é que a única forma de fazer isto é "invadindo todas as instituições Americanas. Todas elas têm que ser permeadas com 'A Revolução'": Os média, os sistemas de ensino, as universidades, as escolas secundárias, as K-12, os conselhos escolares, etc.; depois disto, o sistema judiciário, as legislaturas, os ramos executivos e até sistema bibliotecário.

Tudo isto caiu nos meus ouvidos como um esquema ridículo, como se elas fossem um grupo de crianças com imaginação fértil a planear um roubo ao Brink; uma brincadeira gerada numa noite nevosa entre um grupo de crianças mimadas cheias de álcool e haxixe.

Para mim, tudo isto era ridículo. Eu estava a passar por um choque cultural por ter sido retirada da minha nação, ter vivido em países do Terceiro Mundo durante anos, sem ter feito uma única viagem de regresso aos Estados Unidos. Eu era uma daquelas pessoas que, quando regressa ao solo Americano, sai do avião a gaguejar de êxtase por estar em casa, nos Estados Unidos.

Ajoelhei-me no chão e cobri-o com beijos. Eu havia aprendido o quão deliciosa era a minha terra de nascença e não me importava com o que as outras pessoas pensavam porque elas não tinha visto o que eu tinha visto, e nem estado onde eu tinha estado. Eu havia visto operários fabris e escravas sexuais algemadas às paredes.

Como é que elas poderiam saber? A Ásia estava para além do nosso alcance visual e, tal como se diz, totalmente inescrutável, e um tipo de inferno que eu nunca havia planeado visitar. Eu, ao contrário de quem fez um piquenique por lá ou quem o visitou (como os doces e inocentes turistas), vivi lá; eu levei a cabo tarefas domésticas e tentei educar uma criança. Eu havia superado o comunismo dos tempos da minha universidade e estava a tentar de forma atabalhoada encontrar o caminho de volta para Deus.

Como foi possível que 12 mulheres Americanas, que eram dos tipos mais respeitados possíveis - licenciadas privilegiadas e polidas e de instituições estimadas: Columbia, Radcliffe, Smith, Wellesley, Vassar; o tio de uma dessas mulheres era um Secretário de Guerra sob Franklin Roosevelt - planear tais coisas? A maior parte delas tinha cursos avançados para além de terem a aparência de serem convincentes, inteligentes, razoáveis e boas. Como é que estas pessoas racionalmente acreditam que podem ser bem sucedidas com tal grandiosidade viciosa? E porquê?

Eu qualifiquei isto como a construção dum castelo de ar por parte dum aglomerado académico.

Continuei com a minha em Nova York ao mesmo tempo que a minha irmã se tornou famosa publicando os seus livros e aparecendo na capa da "Time Magazine". A revista "Time" deu-lhe o nome de a "Karl Marx do Movimento das Mulheres." Isto ocorreu porque o seu livro explanou um curso para iniciantes do Marxismo para as mulheres.

A sua tese era: A família é um antro de escravatura onde o homem opera como o Burguês e a mulher e as crianças como o Proletariado. A única esperança para a "libertação" das mulheres (e libertação é a palavra comunista favorita que serve para conduzir os servos para uma escravidão inextricável; "libertação", tal como "colectivo" - por favor, fujam delas, fujam e defendam as vossas vidas) era o novo "Movimento das Mulheres".

Os seus livros cativaram as aulas académicas e rapidamente cursos de "Estudos Femininos" foram instalados nas universidades numa onda constante que varreu a nação tendo como leitura obrigatória os livros de Kate Millett.

Imaginem isto: uma rapariga com 17 ou 18 anos encontra-se à mesa com a sua mãe, a estudar o plano de estudos do seu primeiro ano na universidade. A mãe vê uma aula com o nome de "Estudos Femininos" e pensa "Hmmm...isto pode ser interessante. Pode ser que retires alguma coisa boa destas aulas." Parece inofensivo para ela.

Como é que ela poderia suspeitar que esta é uma aula onde a sua filha inocente será ensinada que o seu pai é um vilão? A sua mãe é uma louca por ter deixado que um homem a escravizasse sob prácticas bárbaras tais como a monogamia e a vida familiar e a maternidade, que é uma desperdício do seu talento. Ela não pode de maneira nenhuma seguir os passos da sua mãe porque isso seria como submeter-se a uma vida de um drone sem inteligência para um homem dominador, o opressor, que a hipnotizou com truques tais como o amor romântico.

A sua filha será ensinada a nunca se deixar enganar por este engodo.

Embora os homens sejam totalmente maus, ela pode usá-los para gratificação orgásmica, dormir com quantos homens quiser como forma de se manter inalcançável e livre. Hoje em dia dificilmente existe uma rapariga de 17 anos sem um rancor (originário na escola secundária) contra um Jimmy ou um Jason. Os rapazes também estão a aprender, e também eles podem ser descuidados durante os anos secundários - esse tormento de danças de cortejo para ambos os sexos.

Quando as professoras de Estudos Femininos acabarem com a sua obra junto da tua filha, ela será uma sombra da inocente rapariga que foi, e rapidamente ficará convencida de que, embora ela deva dormir com todos os rapazes por quem sente atracção, ela não deve de maneira alguma engravidar. E, como uma practicante de promiscuidade, ela torna-se mestre nas artes de prevenção, especialmente no aborto.

O propósito da Emancipação das Mulheres é o de forçar as mulheres a perder toda a empatia pelos rapazes, pelos homens e pelos bebés. Os aspectos mais ternos da sua alma são endurecidos e transformados num amontoado de cinismo, e ela irá pensar que não há nada de mal em assassinar o  bebé que se encontra no protector ninho do seu útero de mulher jovem.

Ela será ensinada que, para ser livre, ela tem que se tornar numa fora-da-lei. E isto é razoável visto que o sistema legal Ocidental, desde a Magna Carta e mesmo antes disso, é um aglomerado de homens brancos malignos cujo propósito real era o de avançar com a escravatura dela.

Sejam foras-da-lei! Revoltem-se! Sejam desafiadoras! (Pensem em mulheres como Madonna, Lady Gaga, Lois Lerner, Elizabeth Warren.) “Todas as mulheres são prostitutas,” ser-lhe-á dito. Ou tu és muito inteligente e usas o sexo sendo promiscua para prazer próprio e para auto-desenvolvimento como um ser humano pleno e livre "tal como os homens", ou tu podes ser uma prostituta profissional, uma viável mulher de negócios , que é "empoderador", ou tu podes ser enganada tal como a tua mãe e prostituires-te exclusivamente para um só homem, caindo assim sob o pesado domínio do "opressor". Todas as esposas são "prostitutas de um só homem".

Ele tem que se entregar de alma e coração a isto. Nada de sentimentos emocionais em torno do cortejamento. Nenhuma empatia para rapazes ou para bebés. Ela tem uma vida a viver e ninguém se pode colocar no seu caminho. E se por acaso o rapaz ou o homem "não entender", então nada de sexo para ele; "fazer amor" passa a ser "fazer sexo". "Não vou 'fazer sexo' com um patife qualquer que não acredite que eu posso matar o seu filho ou filha que se encontra no meu útero. Ele não tem palavra neste assunto porque o corpo é meu!" (Esta é uma lógica estranha visto que, quem alguma vez ouviu falar num corpo com duas cabeças, dois corações, quatro braços e quatro pés?)

Não há limite para os absurdos que as jovens raparigas serão convencidas a engolir. "Tenho planos para saltar de homem em homem o quanto puder e não há ninguém que me possa parar porque eu sou livre!" Dito de outra forma, estas pessoas irão transformar a tua jovem filha numa vadia, tendo o livro da minha irmã como manual de instruções. ("Vadia é uma boa palavra. Orgulha-te dela!")

Ela dir-te-á, "É provável que nunca me case e se me casar, farei isso quando a minha carreira profissional estiver bem estabelecida," o que hoje em dia significa nunca. "Vou manter o meu nome e na verdade eu nem quero filhos. Eles são uma chatice e estão sempre no caminho." Mais ainda, elas dirão à tua filha "Não deixes que pessoa alguma te degrade permitindo que ele te abra as portas. Ser chamada de 'Senhora' é um insulto. O cavalheirismo tem o significa de posse."

Logo, as fêmeas, que fundamentalmente são os árbitros da sociedade, vão endurecendo os homens jovens com tal conversa de almofada da mesma forma que elas foram endurecidas porque, "Wow, rapaz. Tenho que ir para a cama mas ela não aceita enquanto eu não concordar em deixar que ela mate o bebé, se por acaso ela engravidar!"

Oprimidas? As mulheres sempre tiveram poder. Pensem no paradigma eterno: só depois de Eva ter convencido Adão a comer o fruto é que a humanidade caiu. Isto é, o homem faz de tudo para fazer a mulher feliz, mesmo que seja algo que desagrade a Deus. Isto, sim, é poder! Sem mulheres decentes, a humanidade está perdida. Tal como Mae West disse, "Quando as mulheres caem no erro, os homens seguem logo atrás delas!"

Conheço mulheres que foram enganadas por este credo durante a sua juventude e que, hoje, na casa dos 50 ou 60, choram pela noite a dentro passadas que estão décadas de noites de arrependimento pelas crianças que nunca irão ter e pelas crianças que elas mataram friamente quando elas estavam a proteger os seus futuros vazios de amor dentro do qual hoje vivem e sem forma de regressar. "Onde é que estão os meus filhos? E os meus netos?" elas choram para mim.

Por diversas vezes ouvi

Os livros da tua irmã destruíram a vida da minha irmã! Ela estava casada e com quatro filhos, e depois de ler aqueles livros, abandonou o marido estupefacto e nunca mais olhou para trás.

O homem caiu em desespero e em ruína. As crianças ficaram surpresas, fora dos seus eixos, profundamente prejudicadas; a família foi profundamente afectada e não havia forma de voltar a colocar as coisas tal como elas estavam.

Durante o tempo em que estas mulheres estavam a "invadir" as nossas instituições, o carácter da mulher Americana transformou-se drasticamente de modelos caracterizados para nós por mulheres como Rosalind Russell, Bette Davis, Deborah Kerr, Eve Arden, Donna Reed, Barbara Stanwyck, Claudette Colbert, Irene Dunn, Greer Garson. Estas mulheres foram notáveis que não precisavam de lições de "empoderamento", e que cujas personalidades, bem como as personagens que elas desempenhavam, eram fortes, resistentes e claramente moldadas. As suas vozes eram tão diferentes que era possível identificá-las pela voz. Todos nós conhecíamos a voz de Rita Hayworth. Todos nós conhecíamos a voz de Katherine Hepburn.

Desafio alguém a identificar as vozes "cortador de biscoito" das mulheres pós-emancipação das mulheres de Hollywood actual. Como foi que estas mulheres "emancipadas" se tornaram neste indistinguível monte de desordem? Todas elas têm exactamente a mesma aparência, excentuando algumas características individualizadoras, e as suas vozes são idênticas, estas Julies e Jessicas!

O meu amigo Padre George Rutler deu-lhes o nome de "as caloiras chalreadoras da Nova Idade das Trevas." O carácter da mulher Americana foi distorcido por este movimento pernicioso. De onde veio esta criatura blasfema, tatuada e fora-da-lei, que mata o seu bebé sem pestanejar, e depois vai para as festas sem qualquer tipo de consciência ou remorso? E em tempo histórico tão curto?

Nunca antes havíamos ouvido falar de tantas mulheres a matarem os seus filhos: Casey Anthony a matar o seu pequeno Caylee e a mergulhar numa festa durante semanas; Susan Smith a conduzir os seus rapazes até ao lago, deixando-os encurralados debaixo de água como forma de morrerem mortes tortuosas; aquela mulher que afogou os seus cinco filhos numa banheira? "Hey! Se eu posso matar o meu bebé aos seis meses de gestação, porque é que não posso matá-lo depois do nascimento? Vamos-lhe dar o nome de aborto pós-parto.”

Insisto que as mulheres sempre foram os árbitros da sociedade, e quando aquelas mulheres à mesa da Lila Karp em Greenwich Village se determinaram a destruir a família Americana, ao fazerem com que as mulheres passassem a ser foras-da-lei, perpetradoras de infanticídio, e odiadoras da lei Ocidental, dos homens e do casamento, elas conseguiram o que tinham planeado. O seu desejo - e eu testemunhei isso em reuniões subsequentes até ao momento em que fiquei farta do seu ódio desenfreado - era o de destruir a  sociedade Americana juntamente com a família e o "Patriarcal dono de escravos", o marido Americano.

Nós estávamos todos tão ocupados felicitando uns aos outros porque Ronald Reagan "tinha vencido a Guerra Fria em disparar um único tiro" sem nos apercebermos da verdade que Mao, com o seu Pequeno Livro Vermelho, e os Soviéticos haviam vencido a Guerra Fria sem dsparar um único tiro, tomando conta das mossas mulheres, dos nossos jovens, e das mentes de todas as pessoas tutelados por Noam Chomsky e pelos livros escolares de Howard Zinn.

O recém-graduado é um Peter Pan preso na Never Never Neverland do porão da mãe (que é divorciada). Christina Hoff Sommers diz:

Pais e mães, tenham medo dos vossos filhos. Há uma guerra a ser levada a cabo contra os homens e esta guerra que começou há muito tempo nas aulas de estudos de género e dentro de grupos de defesa dos direitos das mulheres ansiosas por acreditar que os homens são tóxicos. ... Muitas 'mulheres educadas' dos Estados Unidos beberam o Kool Aid de género feminista. As raparigas em Yale, Haverford e Swarthmore olham para elas mesmas como oprimidas. Isto é loucura.

Se por acaso olharem para isto como uma traição para com a minha irmã, eu passei a identificar-me com pessoas como Svetlana Stalin ou Juanita Castro; que vieram a público para condenaram abertamente um membro familiar particularmente prejudicial. A lealdade pode ser altamente destrutiva. O que dizer dos muçulmanos que se recusam a falar agora?

Eu fui uma das pessoas silenciosas, mas pelo menos estou agora a falar tudo. As raparigas têm sido envolvidas em algo e não é nada bom. Nós temos que ficar doentes até à alma em relação a isso. Eu sei que eu estou. E consequentemente, a indoutrinação em massa, a consequência inevitável de todas as experiências socialistas/comunistas, deixa atrás de si o seu rasto característico de destruição.

Tanta graça, femininidade e beleza perdidas.

Tantas vidas arruinadas.

- http://bit.ly/1Jx2A4f



terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Simone de Beauvoir: Nazi, pedófila e misógina

À medida que o sector não-feminista da sociedade vai ficando cada vez mais vocal, o sector da sociedade que ainda não está ciente da natureza tóxica desta ideologia reage com um conjunto de argumentos que revelam que a realidade factual ainda não é inteiramente do conhecimento público.

Há algum tempo atrás, um grupo de feministas de cafetaria tentava convencer-me que o feminismo não era assim tão mau e que se eu lesse mais sobre o feminismo, eu iria eventualmente entender. Como um exemplo em apoio desta tese, as feministas mencionadas em cima recomendaram-me que eu lesse os escritos de Simone de Beauvoir, feminista-Marxista Francesa conhecida pelo seu livro The Second Sex. Claro que estas feministas eram incapazes de entender o facto de alguém ter levado a sua ideologia a sério a ponto de ler a sua literatura, e então rejeitá-la de modo racional. Tal como todas as seitas, isso é uma coisa inconcebível para os crentes genuínos da seita.

No título deste post foram feitas várias alegações em relação à eminente feminista, e é apenas justo que as provemos - que é precisamente o que vamos fazer nas linhas que se seguem.

Entre 1943 e 1944, durante o período em que a França de encontrava sob ocupação Nacional Socialista, Simone de Beauvoir trabalhou como directora de som da Radio Vichy (1). Esta rádio era a rádio estatal na assim-chamada zone libre (zona livre) da França, após a capitulação da Republica Francesa perante a Alemanha Nacional Socialista em 1940. Usamos o termo assim-chamada porque o regime de Vichy, embora teoricamente neutral do ponto de vista militar, era de facto um colaborador activo do regime Nacional Socialista (2), e hoje em dia é reconhecido por todas as partes envolvidas que a instituição da Radio Vichy era a de facto porta-voz da propaganda Nacional Socialista pelas ondas de rádio da França.

Os apologistas de Simone de Beauvoir poderão dizer que ela foi forçada pelas circunstâncias a trabalhar lá, tal como muitos outros indivíduos hoje em dia alegam que foram forçados a colaborar com o Securitate durante o regime Comunista [Romeno]. Mas os manuscritos de Simone de Beauvoir, provenientes desse período e revelados mais tarde, contam uma história diferente. Até feministas tais como a Drª Ingrid Galster, que dedicaram anos das suas vidas a estudar Simone de Beauvoir, tiveram que admitir, embora de má-vontade, que a atitude manifestada por Simone de Beauvoir enquanto directora de som da propaganda Nacional Socialista era, no mínimo, uma de colaboracionismo subtil (3), e a forma como ela acabou por trabalhar lá não foi após algum tipo de coerção - mas sim após uma escolha perfeitamente consciente.

Por exemplo, Simone de Beauvoir já fazia parte do sindicato dos trabalhadores públicos e poderia ter escolhido trabalhar na prefeitura. Mas ela teve que escolher trabalhar em algum outro sítio que não numa posição de ensino porque a sua carreira nesta área havia chegado ao fim - embora ela já tivesse as qualificações e o prestígio necessário para o ensino, dado que ela havia sido a segunda melhor estudante de doutoramento com melhor desempenho da sua geração, só ficando atrás do amor da sua vida, Jean-Paul Sartre. (4)

O motivo pelo qual ela já não poderia ensinar está precisamente relacionado com a pedofilia e com Jean-Paul Sartre. Em 1943, Simone de Beauvoir foi despedida devido a comportamento que leva à corrupção de um menor. (5)  Mais uma vez, as apologistas de Beauvoir podem-se apressar e dizer que o incidente de 1943 foi um incidente singular ou, como me foi dito uma vez, um incidente declaradamente inventado pela perseguição Nacional Socialista que não podiam aceitá-la visto terem-se apercebido que ela era uma mulher Marxista poderosa e independente. Mas nada poderia estar mais longe da verdade. 

O interesse sexual de Simone de Beauvoir por crianças é um tema que se encontra presente por toda a sua vida. Ela esteve entre os primeiros filósofos que tentaram unificar o género que havia iniciado nos anos 30 (e que na Europa Ocidental durou até aos 80) da pedofilia feminina pedagógica. (6)

Ela tentou esta unificação na sua dissertação com o nome de “Brigitte Bardot and the Lolita Syndrome,” publicado pela primeira vez na revista Esquire em 1959 e republicada múltiplas vezes até aos meados dos anos 70. 

Nessa dissertação, Simone de Beauvoir glorifica Brigitte Bardot pelo seu aspecto físico infantil, que retém a inocência perfeita inerente no mito da infância, e depois caracteriza-a como uma espécie de Houdini para as meninas que lhes irá libertar e dar poder de modo a que elas se vejam livres das correntes que as subjugam. (7,8)

O ensaio de 1959 foi só o início. Em 1977, Beauvoir, juntamente com a maioria da intelligentsia Marxista Francesa, assinou uma petição exigindo nada mais e nada menos que a legalização da pedofilia, e a libertação imediata de três indivíduos que estavam à beira de cumprir sentenças longas por terem explorado sexualmente vários rapazes e várias raparigas com idades que iam dos 11 aos 14.

A petição assinada - entre outros - por Simone de Beauvoir de Jean Paul Sartre foi publicada no Le Monde, e entre outras coisas, dizia o seguinte: (9)
Tanto o tempo em prisão preventiva para investigar um simples assunto de "libertinagem", onde as crianças não foram vítimas do mais pequeno tipo de violência, mas, pelo contrário, testemunharam  perante os magistrados investigadores que haviam consentido - embora actualmente a lei lhes negue o direito ao consentimento - tanto  o tempo em prisão preventiva, nós consideramos um escândalo neles mesmos. 
Hoje eles correm o risco e serem sentenciados por um longo tempo de prisão quer seja por terem tido relações sexuais com menores, tanto rapazes como raparigas, ou por terem encorajado e terem tirado fotos dos seus jogos sexuais. 
Somos de opinião que existe uma incongruência entre a designação disto como um "crime", que apenas serve para legitimar tal severidade, e os factos em si; mais ainda entre a antiquada lei e a realidade diária da vida em sociedade que tende a saber sobre a sexualidade das crianças e dos adolescentes. [...]
Portanto, para Simone de Beauvoir, as crianças de 11 anos da França dos finais dos anos 70 tendiam a ser seres sexuais. Uma vez que a puberdade não ocorria nessa idade para a grande maioria das crianças, e nem nos dias de hoje ocorre, achamos ajustado qualificar a defesa desta mentalidade por parte de Beauvoir como nada mais que um apelo para a pedofilia, independentemente da definição que cada um use para este palavra.

A petição de 1977 deu início a uma discussão a nível social na França em torno das leis relativas à idade de consentimento, uma discussão onde o campo abolicionista (do qual faziam parte Beauvoir e o seu amante) se uniu para formar a Front de libération des Pédophiles (FLIP - Frente de Emancipação dos Pedófilos), e onde as intenções dos membros da FLIP foram explicadas duma forma bem clara pelos próprios numa discussão transmitida radiofonicamente am Abril de 1978 pela Radio France Culture. (11)  A FLIP passaria a ser lembrada como a pioneira dentro das fileiras do movimento pedófilo Francês, embora a organização em si não tenha durado muito devido aos desentendimentos internos. (11)

Para além de Simone de Beauvoir e Sartre, entre os proponentes da pedofilia desse período estavam presentes outras pessoas, incluindo pessoas que mais tarde acabariam por liderar os destinos da França - e estamos a falar, por exemplo, de Bernard Kouchner e Jack Lang, respectivamente, o Ministro da Saúde e o Ministro da Educação (!) no início da primeira década do século 21 no primeiro termo da presidência de Jacques Chirac. (12) Tudo isto faz de Beauvoir não só uma apologista da pedofilia, mas uma apoiante activa.

No entanto, o que faz dela uma abusadora é a sua actividade através da qual ela estava a recrutar pupilas, abusando delas, e passando-as para Jean-Paul Sartre - às vezes separadamente, mas por vezes integrado num ménage à trois. Em revisão ao livro de Carole Seymour-Jones "Simone de Beauvoir? Meet Jean-Paul Sartre", livro que tem como propósito analisar a relação de Beauvoir com Sartre, o Telegraph escreve o seguinte: (13)
Durante longos períodos de tempo, a dupla tornou-se num "trio", embora esta arranjo raramente tenha dado certo para a terceira pessoa envolvida: pelo menos duas das antigas alunas de Beauvoir deram por si a serem, inicialmente, amantes dela, e depois amantes de Sartre, até que a dupla acabasse com os contactos próximos com esta terceira pessoa mal a diversão chegasse ao fim.[...] Para Seymour-Jones, os affairs de Beauvoir com as suas alunas não eram lésbicos mas pedofílicos: ela estava a "treiná-las" para Sartre, uma forma de "abuso de menores".
Para Beauvoir (tal como para Sartre), a idade não importava desde que as parceiras fossem mais novas do que ela e do que Sartre. (14) A possibilidade de outras pessoas puderem ficar feridas ou exploradas sexualmente não se encontra de todo no radar eminente da feminista, que pensava que "preparar" as meninas para Sartre lhes retirar a virgindade (palavras de Sartre, e não nossas) era nele mesmo um acto de empoderamento sexual para essas raparigas.

Mas se as escapadas com a Nacional Socialista e o gosto pedofílico não vos convence do carácter duvidoso de Beauvoir, olhemos agora para os seus escritos - que estão tão cheios de misoginia que é difícil entrar algum tipo de equivalente em outros sectores da sociedade. Este aspecto por si só não nos surpreende, visto que o feminismo é uma ideologia misógina. Mas não mudemos de assunto.

O livro de almofada de Simone de Beauvoir, The Second Sex, é um livro que as feministas actuais dizem ser "incrivelmente fresco" - um livro que disse o seguinte sobre as esposas: (15)
A esposa alimenta-se dele como um parasita, mas o parasita não é o mestre triunfante.
Cerca de um quarto de século mais tarde, em 1975, e durante um diálogo com outra feminista, Betty Friedan, Simone de Beauvoir iria esclarecer a sua posição para além de qualquer dúvida razoável. Numa discussão em torno da forma de compensar as mães que ficam em casa e tomam conta dos filhos, Beauvoir respondeu de forma inequívoca: (16)
Não, eu não acredito que mulher alguma deva ter essa opção. Mulher alguma deveria ser autorizada a ficar em casa e cuidar dos seus filhos. A sociedade deveria ser totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa opção precisamente porque se essa opção existir, demasiadas mulheres irão escolhê-la. Isto é uma forma de forçar as mulheres rumo a uma direcção.
Estamos entendidos? Segundo o ponto de vista desta eminente feminista, as mulheres são um grupo de criaturas inertes incapazes de escolher o que é bom para elas - algo que os adultos responsáveis são capazes de fazer. De facto, para além de Simone de Beauvoir e da sua ideologia Marxista-feminista, ninguém sabe o que é o melhor para as mulheres; como tal, nenhuma mulher deveria ser autorizada a escolher algo quer contradiz Simone de Beauvoir.

Nesse mesmo diálogo, ela esclarece ainda mais o seu ponto de vista: (17)
Na minha opinião, enquanto a família, o mito da família, o mito da maternidade e o mito do instinto maternal não forem destruídos, as mulheres continuarão a ser oprimidas.
Na verdade, o ódio de Beauvoir pela maternidade e pelas mães em geral é bastante óbvio por todo o seu livro. Vejamos alguns exemplos:
A maternidade relega as mulheres para um existência sedentária; é natural elas ficarem em casa enquanto eles caçam, pescam, e vão para a guerra. (18) 
[A mãe] é uma planta e um animal, uma colecção de colóides, uma incubadora, um ovo; ela assusta as crianças que estão preocupadas com os seus próprios corpos, e provoca risos silenciosos nos homens jovens porque ela é um ser humano, consciência e liberdade, que se tornou num passivo instrumento de vida. (19)
E quando esta eminente feminista começa a atacar os corpos das mulheres, ninguém a consegue parar:
A atitude psíquica evocada pela servidão menstrual constitui uma dificuldade pesada. [...] o corpo da mulher - e especificamente o corpo da rapariga - é um corpo "histérico" no sentido de que, de certa forma, não há distância entre a vida psíquica e a sua realização fisiológica. O tumulto causado pela descoberta da rapariga dos problemas da puberdade agravam-nos. Uma vez que ela olha com suspeição para o seu corpo, ela analisa-o com ansiedade e olha para ele como algo doente: ele é doente. (20) 
As glândulas mamárias que se desenvolvem durante a puberdade não têm qualquer papel na economia individual da mulher: elas podem ser removidas em qualquer altura da sua vida. (21)
Simone de Beauvoir prossegue dizendo no seu livro o quão maligna e opressora é a família para o desenvolvimento da rapariga. Se um pai tem a audácia de se sentir orgulhoso e apreciativo com o sucesso da filha, então isso é mais uma evidência da opressão e imposição de vassalagem para a filha em relação ao pai. (22) Mas se o pai é atacado ao de leve, as mães que se atrevem a disciplinar as suas filhas são alvo duma advertência ainda mais severa por parte da eminente feminista:
As mães - tal como iremos observar - são cegamente hostis ao acto de dar liberdade às suas filhas e, de forma mais ou menos deliberada, trabalham mais na intimidação das mesmas; para os rapazes adolescentes, os seus esforços para se tornar num homem são respeitados, e é-lhe conferido maior liberdade. É exigido à rapariga que fique em casa; as suas actividades fora de casa são alvo de monitorização. (23)
Portanto, estamos esclarecidos? O facto de alguns pais não deixarem que as suas filhas saiam de casa, depois duma certa hora, na França sob ocupação Nacional Socialista, e enquanto decorre a Segunda Grande Guerra, é uma forma de opressão. E levem em conta que Beauvoir lamenta este aspecto - em torno do qual existem sérias dúvidas se o mesmo era generalizado - ao mesmo tempo que rapazes com 13 e 14 anos se encontravam a combater na guerra, (24) incluindo aqueles que lutavam na guerra para manter Simone de Beauvoir em segurança, permitindo assim que ela escrevesse "filosofia" de lixo e produzisse propaganda para o regime Nacional Socialista - um regime que também tinha rapazes de 14 e 15 anos entre as suas fileiras. (25) Estou disposto a dizer que ela deveria ter verificado o privilégio dela, mas não irei agir desta forma.

A hipocrisia desta mulher é, ao mesmo tempo, um objecto de estudo fascinante e revoltante. Simone de Beauvoir, adorada actualmente como um grande ícone do "bem" do feminismo dos anos 60 e estudada durante os "diálogos feministas" no National School of Political Science and Public Administration in Bucharest (SNSPA), defendeu com grande fervor o regime revolucionário de Ioseb Dzhugashvili (aka Iosif Vissarionovich Stalin) até muito depois dos horrores do Estalinismo se terem tornado conhecidos na Europa Ocidental.

Dito de outra forma, ao mesmo tempo que os Romenos que ainda se encontravam na URSS estavam a ser deportados para o Gulag, ao mesmo que a elite intelectual deste país [Roménia] estava a ser dizimada em campos de concentração tais como Râmnicu Sărat, Pitești, ou Aiud, e ao mesmo tempo que rapazes de 12 anos estavam a ser torturados nas prisões Comunistas por "conspirarem contra a ordem socialista" (26), Simone de Beauvoir encontrava-se a publicar o livro The Second Sex onde ela explicava a forma como a emancipação das mulheres estava intimamente relacionada com o destino do socialismo (27) ao mesmo que negava, juntamente com o seu amante, as atrocidades que estavam a decorrer na mesma altura.

E actualmente, nós, os contribuintes Romenos, pagamos para que os estudantes entrem no SNSPA e estudem o que esta desgraçada escreveu como se ela fosse alguém que devesse ser olhada com admiração. Bem, isto é um exemplo de misoginia com o apoio do estado, mas tenho a sensação de que as feministas estão bem confortáveis com ela.

Caras feministas de cafetaria: se por acaso vocês nos estão a recomendar os livros do Simone de Beauvoir como um exemplo de feminismo "bom", então ou vocês não leram esses livros e apenas estão a sugerir os mesmos como forma de criar a aparência de serem cultas, ou, pelo contrário, vocês leram esses livros e concordam com os mesmos, o que leva a que qualquer pessoa normal não-feminista tivesse que ser louca para acreditar que vocês têm as melhores intenções em mente.

A audácia com a qual Simone de Beauvoir promove nada menos que a proibição de certas escolhas para as mulheres só porque elas não estão de acordo com os seus princípios ideológicos é uma exemplo absoluto duma utópica demente para quem a água quente é um conceito novo, e para quem o planeta gira em redor de si. E se por acaso o planeta não girar à sua volta, então isso é culpa do planeta e como tal, isso tem que ser proibido. A verdade tem que ser banida, se por acaso a verdade não é "correcta".

Se as feministas realmente fossem sinceras quando alegam combater a misoginia, e alegam querer aumentar o espectro de escolhas para as mulheres, então elas começariam a atirar todo o arsenal ideológico proveniente de Simone de Beauvoir para o caixote de lixo da história. Mas elas não estão a fazer isso, e nunca irão fazer isso, porque o feminismo é hipócrita nos seus dias bons, e totalitário por natureza e por práctica nos seus dias normais. E quando o feminismo tem um mau dia, ele exige a matança dos homens.

Caras feministas: as vossas declarações públicas de apreciação por Simone de Beauvoir dizem muito mais sobre vocês do que algum sector não-feminista alguma vez poderia dizer. Vocês provaram mais uma vez que o melhor argumento anti-feminista vem da boca das próprias feministas, e por tal, queremos-vos estender o nosso obrigado!




Referências:
1 http://my.telegraph.co.uk/expat/stephenclarke/10151800/10151800/ – Stephen Clarke – The women that France needs to remember – or forget; The Telegraph, published at September 5, 2013

2 https://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/Holocaust/VichyRegime.html – The Holocaust: The French Vichy Regime

3 http://www.lexpress.fr/culture/livre/ce-qu-on-n-ose-pas-voir-sur-beauvoir_822547.html – Dupuis Jérôme – Ce qu’on n’ose pas voir sur Beauvoir; L’Express, published at January 3, 2008

4 http://www.telegraph.co.uk/culture/books/non_fictionreviews/3672534/Simone-de-Beauvoir-Meet-Jean-Paul-Sartre.html – Tim Martin – Simone de Beauvoir? Meet Jean-Paul Sartre; The Telegraph, published at April 12, 2008

5 http://opinionator.blogs.nytimes.com/2013/05/19/savile-beauvoir-and-the-charms-of-the-nymph/ – Andy Martin – The Persistence of the ‘Lolita Syndrome’; The New York Times, published at May 19, 2013

6 ibidem

7 ibidem

8 Simone de Beauvoir – Brigitte Bardot and the Lolita Syndrome (with many half-tone illustrations) p.10; 14 – First Four Square Edition – The New English Library LTD., 1962

9 We received the following communication: Le Monde, January 26, 1977 – https://www.ipce.info/ipceweb/Library/00aug29b1_from_1977.htm

10 Sexual Morality and the Law, Chapter 16 of Politics, Philosophy, Culture –Interviews and Other Writings 1977-1984, p.275

11 Le Mouvement Pédophile en France – http://archive.wikiwix.com/cache/?url=http://bibliobleue.fpc.li/Revues/Gredin/N0/MvtFrance.htm

12 http://www.theguardian.com/world/2001/feb/24/jonhenley – Jon Henley – Calls for legal child sex rebound on luminaries of May 68; The Guardian, published at February 24, 2001

13 Ibidem 4

14 http://www.biographile.com/6-degrees-of-infatuation-an-ode-to-frisky-french-writers/28496/ – Kelsey Osgood – 6 Degrees of Infatuation: An Ode to Frisky French Writers; Biographile, published at February 11, 2014

15 Simone de Beauvoir – The Second Sex, p. 378 – Translated by Constance Borde and Sheila Malovany-Chevallier; Vintage Books – Random House Inc., New York, 2009

16 Sex, Society and the Female Dilemma – A Dialogue between Simone de Beauvoir and Betty Friedan; Saturday Review, publicat la 14 Iunie 1975 – p. 18 http://64.62.200.70/PERIODICAL/PDF/SaturdayRev-1975jun14/14-24/

17 Female Dilemma, op. cit. p.20

18 Second Sex, op. cit. p.70

19 Ibidem p.392-393

20 Ibidem p.257-258

21 Ibidem p.43

22 Ibidem p.255

23 Ibidem p. 258-259

24 World War II: Conscription and the Age of Soldiers – http://histclo.com/essay/war/ww2/age/ww2-age.html

25 Hitler’s Boy Soldiers – http://www.historyplace.com/worldwar2/hitleryouth/hj-boy-soldiers.htm

26 Târgșor, communist prison for children – National Romanian Television report (English subtitles included) – http://vimeo.com/73694592

27 Second Sex, op. cit. p.60
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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Como o Esquerdismo nos roubou a beleza

Por John C. Wright

Ser homem significa buscar uma verdade que satisfaça a mente, uma virtude que sacie a consciência, e uma beleza que toque o coração. Se o homem for privado duma destas coisas, ele não encontrará a felicidade e nem terá paz. Das grandes ideias que a Esquerda nos roubou, a mais preciosa, a mais profunda e a mais importante é a beleza. Não preciso de gastar muito tempo em redor da proposição de que a vida sem beleza é um pesadelo: aqueles que já contemplaram a beleza - a beleza sublime, mesmo que tenha sido só por alguns momentos - não podem comparar isso com mais nada a não ser os êxtases dos místicos e as viagens dos santos. A beleza consola os tristes; a beleza traz felicidade e aprofunda o conhecimento; a beleza é como a comida e o vinho, e os homens que vivem rodeados de feiúra tornam-se murchos e famintos de alma.

Se a beleza é assim tão importante, porque é que não há qualquer discussão em torno dela? A vitória da Esquerda neste campo foi tão súbita, tão extraordinária e tão completa, que a discussão da beleza tornou-se num silêncio desolador. Será que você, caro leitor, chegou alguma vez a ler alguma discussão em torno da beleza, avançando com uma teoria da beleza, ou mesmo exaltando a importância central da beleza na alma humana, durante o último ano? E nos últimos 10 anos? Será que alguma vez leu? Esta pode muito bem ser a única dissertação em torno deste tópico que você lê nesta década; no entanto o tópico é de suprema importância, sendo um assunto de vida ou de morte - não para o corpo mas para o espírito.

Não há qualquer discussão em torno da beleza porque, ao convencer o público que a beleza está nos olhos de quem contempla, a Esquerda colocou a beleza para além da esfera de discussão. Segundo a Esquerda, a beleza é uma questão de gosto, e um gosto arbitrário, note-se. Não há qualquer discussão em torno do gosto porque dar motivos para se preferir coisas de bom gosto em vez de coisas de mau gosto, é elitista, desagradável, rude e inapropriado. Ter gosto implica que algumas culturas produzem mais obras de arte que as outras, e isto levanta a desconfortável possibilidade de que o amor à beleza seja Eurocêntrica, ou até racista. Admirar a beleza tornou-se num crime de ódio.

Se a beleza está nos olhos de quem vê, então não há qualquer diferença entre as belas artes e a mera decoração, e não há qualquer distinção entre a Mona Lisa de Leonardo da Vinci e o papel de parede. Obviamente que há diferenças: nós decoramos uma ferramenta útil como forma de a tornar mais agradável à vista ou ao manuseio - tal como pintar detalhes num carro e colocar imagens bordadas em tecido.

A arte popular tem como propósito o entretenimento; é suposto ela satisfazer o olhar e engodar o tempo, mas um episódio de I Love Lucy não é feito com o mesmo propósito que o Lago Dos Cisnes de Tchaikovsky. Não é suposto a arte ser útil; quando alguém olha para um bebé que tem nos braços, apenas olhar para a maravilha e o milagre da nova vida, isso não é feito porque o bebé é útil.

Se a beleza está nos olhos de quem vê, então não existe aquilo que se dá o nome de "treinar o gosto". Pode-se sentar e assistir um programa de entretenimento bem feito - por exemplo, os desenhos animados do Rato Mickey - com prazer e satisfação, e nenhum estudo será necessário para preparar uma pessoa para o apreciar e o entender. Mas para se sentar e ler o Paraíso Perdido de Milton com prazer, é preciso a pessoa familiarizar-se com as figuras clássicas e as figuras Bíblicas que são aludidas, e a satisfação de quem lê aumenta quando se conhecem os modelos épicos, Virgílio e Homero, em cujos temas Milton criativamente constrói variações impressionantes.

Se a beleza está nos olhos de quem vê, então qualquer coisa - qualquer coisa mesmo - pode ser declarada bonita unicamente pelo artista.Tal como Deus a criar luz a partir do nada pelo Poder da Sua Palavra, o artista cria beleza não através do génio ou da perícia, mas sim através do seu decreto nu. Isso passa a ser beleza não porque ele criou algo, mas sim porque ele assim o declarou.

Por esta ordem de ideias, o urinol é bonito, uma luz que se funde é bonito, a cabeça decapitada e coberta de sangue duma vaca é algo bonito, moscas e larvas, o copo de água numa prateleira, um crucifixo mergulhado em urina, uma lata de excremento, ou uma cama por fazer, são tudo coisa bonitas. O argumento dado pela Esquerda é que a tua inabilidade de ver a beleza destas coisas deve-se às tuas limitações, à tua alma destreinada, e ao teu embotamento. O argumento meramente ignora o facto de que treinar os gostos para serem sem interesse, filisteus e grosseiros é o contrário de treinar os gostos de modo a que estes sejam sensíveis à beleza.

Por esta altura, o leitor pode-se questionar o quê ou quem na Esquerda alguma vez fez tais declarações absurdas. Sem dúvida que nem todo o Esquerdista está preocupado com a arte, e nem todos os que estão inclinados para a Esquerda em outros tópicos adoptam a visão da arte mainstream entre os Esquerdistas. Aqueles que adoptam, dizem exactamente o que eu digo que eles dizem. Se por acaso nunca ouviste tais disparates sobre palafitas, só posso dizer que não tens estado a prestar atenção ao mundo da arte - o que, diga-se de passagem, é algo positivo da tua parte.

Embora se possa pensar que estou a brincar, não estou. Cada um os exemplos que mencionei é real.



Fountain (1917) de Marcel Duchamp é um urinol; Work No. 227, The Lights Going On and Off (2000, Turner Prize Winner) de Martin Creed é a luz a piscar; A Thousand Years (1990) de Damien Hirst  é a cabeça duma vaca coberta de larvas; An Oak Tree (1973) de Michael Craig-Martinis é um copo de água numa prateleira;  Piss Christ (1987) de Andres Serrano é um crucifixo mergulhado em urina; Artist’s Shit (1961) de Piero Manzoniis é uma lata de excremento; My Bed (1998) de Tracey Emin é uma cama por fazer. 

A nossa geração é a primeira da história da Cristandade a não possuir, de todo, belas artes. O público voltou as suas costas ao chafurdar neurótico auto-repugnante que domina as belas artes, e busca saciar os seus desejos nas artes populares: suponho que se um retrato gera sentimentos de repugnância, sempre se pode olhar para os cartazes de filmes, para os calendários, e para as capas das revistas. O tema musical de John Williams do filme Star Wars fará o lugar de Elgar, Wagner ou Holst. Mas todos estes entretenimentos servem para entreter e não para arrebatar.

A arte popular sacia os apetites e as paixões. Mesmo que alguma dessa arte sirva apetites e paixões nobres, não é suposto os trabalhos populares ocuparem o lugar que pertence às obras de arte - obras essas que envolvem esquecer os apetites e as paixões. É por essa razão que uma estátua clássica nua não é como a página central da Playboy; uma é egoísta, visto que a luxúria é egoísta, e usa a outra como instrumento; a outra é altruísta, visto que o amor é altruísta.

Se em qualquer altura antes da Primeira Guerra Mundial, se perguntasse a qualquer filósofo ou intelectual qual era o propósito da arte, da poesia, da música, das pinturas, das esculturas, das obras d arquitectura, todos eles - em cada geração até Sócrates - diriam que o propósito da arte é buscar a beleza. O próprio Sócrates teria dito que através da beleza, através do amor forte e pelo desejo que é criado no peito humano quando ele se encontra na presença de algo sublime, somos atraídos para fora de nós, e somos levados, passo a passo, para longe do mundando em direcção do Divino.

O argumento mais forte contra o ateísmo tão amado pela Esquerda não é aquele que pode ser expresso em palavras, visto que é o argumento da beleza. Se olharmos para um pôr-do-sol revestido em escarlate, qual rei a descer para a sua pira empurpurada, ou nos maravilharmos perante o reluzente trovão duma cascata, se dermos por nós fascinados pela suave complexidade duma rosa vermelha, ou contemplarmos a majestade virgem da estrela da manhã, ou se observamos uma catedral ou um jardim murado, ou se ouvirmos a "Ode à Alegria" de Schiller, por Beethoven, ou se olharmos para [a estátua] David de Miguel Ângelo, ou se ficarmos imersos dentro da música e do esplendor da tristeza Nórdica de "Der Ring des Nibelungen", de Wagner, ou "Lord of the Rings", de Tolkien, se, de facto, observamos beleza genuína e por alguns momentos nos esquecermos de nós mesmos, então somos atraídos para fora de nós rumo a algo maior.

Nesse momento intemporal de arrebatamento sublime, o coração sabe, mesmo que a cabeça não possa colocar isso em palavras, que o enfadonho e quotidiano mundode traição, dor, desapontamento e mágoa não é o único mundo que existe. A beleza aponta para um mundo para além deste mundo, um domínio mais elevado, um país de alegria onde a morte não existe. A beleza aponta para o Divino.

A Esquerda odeia este argumento visto que, como não pode ser expresso em palavras, não pode ser refutado com palavras. Este argumento só pode ser refutado com um urinol, uma cabeça de vaca cortada, uma lata de excremento, uma cama desarrumada. Estas imagens são feias, agressivamente feias, feitas com o propósito de serem humilhantes, feitas para serem absurdas, chocantes, ofensivas, repugnantes e nojentas. Se a visão da estrela da manhã aponta para um mundo para além deste mundo, justo e repleto com a música das esferas, então as visões de excremento e de luzas a piscar, bem como cabeças cortadas e camas por fazer, apontam-nos para um mundo de desespero vociferador, um cemitério profanado,um monte de estrume.

A Esquerda odeia este argumento porque se a beleza não está só nos olhos de quem vê, então a beleza diz-nos o que é a verdade, uma verdade real, uma verdade que nos chega dum mundo para além do mundo da propaganda mesquinha, um mundo para além da pornografia.

A Esquerda odeia este argumento porque se a beleza não está só nos olhos de quem vê, então é suposto a beleza ser servida, e não usada para prazeres egoístas. A beleza humilha o orgulhoso visto que revela que existe um mundo para além dele mesmo e para além dos seus apetites. E a Esquerda odeia isso.

Acham que estou a exagerar? Acham que aquilo com que estamos a lidar nada mais é que uma falta de gosto ou uma educada diferença de opinião? Entrem num museu de arte moderna; olhem para o urinol, para a cabeça da vaca cortada, para a lata de excremento, para a cama suja. Isto não expressões de um ou de dois indivíduos aberrantes com problemas psicológicos: este é o status quo da nossa cultura há quase um século, uma indústria que envolve quantidades infindáveis de dinheiro público e privado. Esta é a liderança da visão artística que controla a nossa civilização, e aquilo que os arqueólogos do futuro irão apontar como as imagens espirituais características da nossa era.

Porque é que eles gostam de tais imagens? A resposta não é difícil: a desolação do que é feio ajuda a causa Esquerdista duma forma real e bem subtil.

Imaginem dois homens: um está numa casa iluminada, alta e com colunas de mármore, adornada com arte luxuosa, esplêndida e com brilhantes imagens de vidro de heróis e santos, lembranças de grandes mágoas e grandes vitórias do passado, e vitórias prometidas. Um coro polifónico eleva a sua voz numa canção dourada, cantando uma ode à alegria.

O outro homem encontra-se numa pocilga com papel de parede a cair, ou numa ruína sem tecto infestada de ratos, cercada com lúgubres paredes de cimento borrifadas de excremento e com graffiti irregular, manchada de palavrões e trémulas luzes néon a publicitar locais de strip. Por perto ouve-se uma ensurdecedora música rap, gritando obscenidades.

Um burocrata aproxima-se de cada um dos homens e ordena-os que façam rotinas, e tarefas rotineiramente humilhantes, tais como urinar num copo para serem testados pela presença de drogas, ou deixar que as suas impressões digitais sejam recolhidas, ou sofrer uma busca na cavidade anal, ou entregar as suas armas, ou o seu dinheiro, ou o seu nome.

Qual dos dois homens, em princípio, é mais susceptível de não se submeter? Qual dos dois homens irá automaticamente assumir que a vida humana é sagrada, que os direitos humanos são sacrossantos, e que o Homem foi feito à Imagem e Semelhança de Deus? O homem rodeado por imagens divinas ou o homem rodeado por sujeira gritante? Dito de outra forma, qual dos dois homens é mais susceptível de cair vítima duma visão do mundo sombria, sem significado, sem verdade, e sem virtude?

O propósito de quase um século de feiúra agressiva é o de gerar repugnância. Não interessa se tu te tornas fã da horrível e da chocante arte moderna, com todo o seu horror, ou se voltas as costas, num desgosto cínico, e buscas a beleza apenas no entretenimento popular. Tanto os fãs da feiúra bem como os cínicos repelidos por ela perderam a sua inocência.  Nenhum dos dois irá ouvir o argumento da beleza, e nenhuma dos dois irá ouvir a música das esferas.


* * * * * * *

Resumindo, o propósito da "arte" moderna, é o de separar o homem do Divino (acostumando-o com o feio, o horrível, o desagradável e o nojento), e torná-lo mais susceptível de obedecer cegamente às imposições da elite política (porque se a arte é o reflexo do homem, e a arte é feia e horrível, então se calhar o homem também não seja nada de especial, e desde logo, não há nada de mal em ele ser mal tratado pela elite).

A pessoa que não vê valor na sua existência (porque erradamente acredita que evoluiu dum animal) é mais susceptível de ser oprimida pelas invasivas imposições governamentais do que a pessoa que sabe que o valor da sua vida prende-se com o facto dela ter sido criada à Imagem do Autor da beleza.

Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso!
Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos
Revelação 15:3




domingo, 8 de dezembro de 2013

O verdadeiro Nelson Mandela


Com os média a transbordar de referências à "grandeza" de Nelson Mandela no dia à seguir à sua morte, um contraponto com o resto da história é sobejamente necessário. No final do texto estão algumas entrevistas em vídeo do missionário Sul-Africano Peter Hammond, que conta a verdadeira história de Mandela.

Caracterizado pelos média como um libertador, Mandela era um Marxista e um terrorista condenado. Hammond diz o seguinte em relação a Mandela:

Nelson Mandela admitiu [tudo] num tribunal aberto e declarou-se culpado de 156 actos de violência pública e terrorismo - e lembrem-se que ele era um advogado experiente. Ele era o líder da facção terrorista revolucionária do ANC [African National Congress]Umkhonto we Sizwe.” Ele esteve por trás de diferentes operações: desde a conspiração de colocar bombas numa estação de comboio (que matou mulheres e crianças, e mutilou pessoas), bombas em centros comerciais, ataques a camponeses . . . tantos actos de violência.

Hammond prossegue afirmando que as descrições actuais fazem de Mandela um santo mas nunca dizem o porquê dele ter estado na prisão. Ele foi para prisão por um motivo justo e bom.

Nem mesmo a Amnestia Internacional quis pegar no seu caso porque ele não era um preso político. Ele teve um julgamento justo e uma sentença razoável. Ele teve o seu momento no tribunal e ele não era um preso político mas sim alguém que foi para a prisão por ter levado a cabo actos de violência.

Hammond conta como os crimes que Nelson Mandela levou a cabo na África do Sul, que lhe valeram uma prisão perpétua, seriam suficientes para ele ser receber a pena de morte nos Estados Unidos ou na Grã-Bretanha daqueles dias. Foi o clima político da altura que lhe valeu a libertação, associado ao revisionismo esquerdista que branqueou a sua vida anterior de violência. Se o legado de Mandela nos ensina algo é que a sua vida é um argumento em favor da pena de morte. Quando tais criminosos não são eliminados, há sempre a chance dos poderes políticos futuros serem suficientemente corruptos para os libertar - e os colocar em posições de poder.


À luz da verdade em torno de Mandela, Hammond pode dizer:

Estou surpreso que tantas pessoas o idolatrem e o elevem para uma posição de figura messiânica, o que revela que eles obviamente não conhecem o que ele ensina, o que ele acredita, o que ele faz, ou o seu apoio a alguns dos ditadores Marxistas mais radicais do nosso planeta.

Isto inclui muitos Cristãos:

Muitos Cristãos por ai espalhados idolatram Mandela só porque lhes foi dada informação errada, ou informação incompleta.

Quando Mandela adoeceu há cerca de um ano atrás, os média começaram a preparar a hagiografia que eles estão agora a publicar em torno do terrorista caído. Barack Obama aproveitou a oportunidade para fazer uma viagem até a África do Sul, falando nos direitos humanos em todos os lugares, invocando o nome de Mandela em todas as paragens e louvando o seu trabalho.

Um comentador esquerdista da NPR [órgão de informação estatal Americano] não se conseguiu conter, lamentando o facto de, durante a visita de Obama, Mandela estar demasiado doente para uma sessão fotográfica

O primeiro presidente negro dos Estados Unidos ao lado do primeiro presidente negro da África do Sul seria um momento poderoso.

Ou, como nós poderíamos dizer,"Um cripto-comunista amigo de terroristas ao lado de um comunista terrorista condenado seria um momento revelador."

Pouco depois do ataque terrorista de Boston, Obama declarou que esses actos seriam investigados como actos de terrorismo porque, "Sempre que bombas são usadas para atingir civis inocentes isso constitui um acto de terrorismo."

"Sempre . . . . "

No entanto, esta manhã, enquanto falava da morte de Mandela passados que estavam alguns minutos, o presidente Obama disse:

Perdemos um dos seres humanos mais influentes, corajosos e profundamente bons com quem qualquer um de nós algum dia partilhará tempo durante a sua estadia na Terra.

Há de facto um fosso no discurso público.

E sim, até muitos Cristãos ficarão confusos e encurralados. Muitos encontrar-se-ão encurralados pelo dilema apreendido gerado pela narrativa caiada de Mandela. Se os adversários criticarem-no publicamente, eles correm o risco de serem publicamente associados aos simpatizantes do apartheid e do racismo (tal como os actuais defensores [Americanos] dos direitos estaduais são indevidamente associados à escravatura e ao racismo).

No entanto, dar espaço de manobra a Mandela é dar espaço de manobra à sua ideologia Marxista e ao seu terrorismo. Isto soa como muitas outras decisões em torno do "mal menor" que tantas vezes nos são apresentadas.


Mandela morreu e apresentou-se perante o seu Criador. Veremos se Deus julga o assunto segundo a tese do "mal menor". Se quiserem saber mais acerca do Comunismo de Mandela basta ler o livro que ele mesmo escreveu que fez parte da montanha de evidências usadas contra ele no seu próprio  julgamento: "Como Ser um Bom Comunista".

A ler: O julgamento de Nelson Mandela



segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Pontapeando o multiculturalismo


Imagens recolhidas pelos sistemas de vigilância duma paragem de autocarro de Wolverhampton  mostram um homem de idade e receber violentos pontapés (semelhantes a pontapés de karaté) por parte de dois homens. O ataque descabido - que terminou com um sinal do ataque no peito - deixou o homem inconsciente.

A polícia de Midlands publicou os vídeos do ataque na esperança de que alguém possa identificar os atacantes e disponibilizar informação que leve a sua captura.

O homem que foi vítima do ataque parecia estar bêbado à medida que ia falando com as pessoas que se cruzavam com ele na paragem de autocarro. Mas a polícia ressalvou que, mesmo que ele tenha dito algo ofensivo, não há justificação para o ataque. 

O policial que lidera a investigação, o Sargento Adrian Brown, afirmou:

Vê-se o homem de idade a movimentar-se pela paragem de autocarro . . . o seu caminhar não parece seguro, e é bem provável que ele esteja bêbado. A gravação mostra-o a falar com as pessoas da paragem e parece que os agressores não gostaram de algo que ele estava a dizer.

Mas independentemente do que ele tenha dito, não há qualquer desculpa para o castigo imposto na vulnerável e indefesa vítima. Ele foi pontapeado até ao chão, e enquanto se encontrava no chão, outro homem deu um salto e pontapeou-o no peito.

Antes das outras pessoas que se encontravam no local se abeirarem do homem e chamarem a ambulância, ambos os agressores fugiram do local, deixando o  idoso inconsciente.

Este foi um ataque revoltante e cobarde e eu apelo a qualquer pessoa que acredite ser capaz de reconhecer os homens, ou tenha alguma informação sobre eles, que entre em contacto connosco.

O atacante que infligiu o golpe de karaté no idoso é descrito como um homem negro no final da adolescência, ou no início dos anos 20, magro e musculado. Ele vestia uma característica camisa preta com a palavra "NERD" sobre ela, e com uma figura dos Smurfs. Ele tinha sobre os ombros uma mala desportiva.

O seu cúmplice foi descrito como um negro mais magro com um corte de cabelo afro, e vestindo um casaso preto 3/4, e auscultadores brancos.

O Sgt Brown acrescentou

Ainda não fomos capazes de identificar a vítima, que acreditamos ser um local, e como tal, gostaríamos muito de ouvir alguém que o conhece ou que é capaz de identificar. Ele foi deixado inconsciente e é bem possível que ele não se lembre do ataque.

O incidente ocorreu no Sábado passado, por volta das 8 da noite (20:00)

Qualquer pessoa que tenha informação relevante pode contactar anonimamente o número 0800 555111.

       

* * * * * * *

O problema deste ataque não é ter sido feito por negros, brancos, azuis, amarelos ou roxos, mas sim o facto de não haver forma empiricamente testada de lidar com alguns membros de culturas distintas, visto muitos deles terem sido cuidadosamente indoutrinados de modo a constatemente terem à flor da pele um raiva artificial, pronta a explodir se a pessoa errada (leia: branca/heterossexual/judia/cristã) agir duma forma que eles não aprovam. E isto vai continuar a acontecer até que os habitantes da Europa Ocidental acordem e se apercebam que estão a ser liderados por pessoas que têm planos para destruir a sua civilização, cultura e valores morais.

Os idiotas úteis do multiculturalismo, ao forçarem pessoas de culturas distintas a co-existir, não levam em consideração as sensibilidades distintas e incompatíveis das diferentes culturas. Não é possível a sã co-existência entre uma cultura bárbara e cultura civilizada, não por motivos biológicos ou étnicos, mas precisamente porque as culturas distintas valorizam atitudes e comportamentos distintos. A cultura muçulmana valoriza uma vasta gama de comportamentos, ao mesmo tempo que o povo israelita valoriza outros; a cultura trazida pelos negros provenientes de países africanos (ou provenientes das Caraíbas) não é compatível com a cultura existente em países como a Suécia, Inglaterra ou mesmo Espanha ou Itália. Esta incompatibilidade centra-se no comportamento e não na genética.

Quando a elite esquerdista europeia (e não os idiotas úteis) impõe o multiculturalismo como dogma social absoluto na Europa Ocidental, eles fazem-no perfeitamente conscientes dos resultados destrutivos dessa ideologia. E é precisamente porque o multiculturalismo terá consequências sociais destrutivas que o mesmo é promovido como a nova fé ou uma nova religião. Se o multiculturalismo fosse de facto benéfico para a harmonia e coesão social, ele nunca seria promovido pela elite marxista cultural.

O multiculturalismo é, portanto, uma arma de destruição social usada pela elite esquerdista (e não uma ideologia unificadora e pacíficadora). Dado isto, somos capazes de fazer uma mini-previsão em relação ao futuro da Europa: os países que mais apoio dão ao multiculturalismo, serão, a curto prazo (ou já são), os países que terão (ou já têm) maiores problemas de coesão comunitária entre os vários grupos culturais.

Por outro lado, os países que menos trabalham em prol do destrutivo multiculturalismo, serão, a longo prazo, aqueles que terão menos problemas em torno de fricções sociais e choque de culturas.



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