quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Romeu e Julieta segundo o feminismo

Fonte

 
Phyllida Lloyd, directora de cinema inglesa e responsável por filmes tais como Mamma Mia! e The Iron Lady, voltou a ser notícia depois de se queixar que as peças de Shakespeare têm mais papéis masculinos do que femininos.

A sua solução passa por aceitar este facto como algo imutável (uma vez que o autor da peça já morreu), e seguir tranquilamente com a sua vida sugerir que a União Europeia  aprove leis que forcem as companhias de teatro a empregar exactamente o mesmo número de homens e mulheres, o que exige um casting para os papéis "cego ao género" (isto é, o sexo dos actores não seria levado em conta para o casting, o que pode causar que a personagem de Romeu seja desempenhada por uma mulher, e a de Julieta por um homem):

Provavelmente a União Europeia legislará sobre isto brevemente . . . Acredito que alguém envergonhará as companhias de teatro. 
Deveria ser dito apenas que eles têm que ter uma propagação de emprego 50/50, e decidir mais tarde como fazer os papéis. Se isso significa um casting "gender-blind", alguns só com mulheres, outros só com homens, isto não é ciência espacial, e acho que eles poderiam-se divertir.
Sem surpresa alguma, Phyllida é uma lésbica, o que explica parcialmente o seu entusiasmo em distorcer os géneros no teatro. Mas as suas exigências estão de acordo com a ideia esquerdista de que o nosso sexo, como qualidade pré-determinada, deveria tornar-se irrelevante.

Isto leva-nos a Virginia Valian, académica americana; ela defende que as mulheres são impedidas de avançar mais na sua vida devido às suas qualidades femininas (especialmente as tendências maternais), mas aceita que tais qualidades têm algumas bases na Biologia. 
 
Qual é a sua solução, então? Ela acredita que, apesar de estar alicerçado na Biologia, o nosso sexo pode mesmo assim tornar-se irrelevante. O que nós temos que fazer, diz ela, é lutar contra o nosso sexo biológico da mesma forma que lutamos contra uma doença biológica.
Não aceitamos a Biologia como algo final. . . . Tomamos vacinas, somos inoculados, e somos medicados. . . . Proponho que adoptemos a mesma atitude em relação às nossas diferenças sexuais.
Ela não celebra as diferenças sexuais biológicas; ela quer erradicá-las como se elas fossem uma doença.  Note-se também a queixa comum de que a feminidade é um "destino biológico" (em vez de auto-criada).

Finalmente, a citação de Valian vem dum artigo de Christina Hoff Sommers que vale a pena ler. Nele discutem-se os esforços que a Suécia está a levar a cabo como forma de dissolver as distinções sexuais - incluindo a leitura que é feita nas escolas primárias de Estocolmo.
Contos de fadas clássicos como Cinderella e A Branca de Neve foram substituídos por contos de duas girafas do sexo masculino que tomam conta de ovos de crocodilo abandonados.
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Como é normal, o feminismo avança com a sua agenda 1) impondo leis sobre toda a sociedade, e 2) usando o "shamming" como forma de condicionar quem quer que resista.

Outra coisa que deve ser problemática para as feministas é saber que algumas das suas líderes consideram as naturais características femininas como algo que atrasa o "avanço" das mulheres. (Por "avanço" das mulheres entenda-se "avanço das mulheres segundo o feminismo") Ou seja, ser mulher é mau para o feminismo; o bom é ser homem (?).

Com uma mentalidade destas, não é de surpreender que o feminismo seja controlado por lésbicas.





Submissão e casamento

Testemunho duma mulher visto neste site.

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22:20. Saí da garagem e entrei em casa, poisando a mala do portátil e a pulseira e entrando na cozinha. Seis horas atrás, a panela de barro funcionou ao preparar a refeição para a família ao mesmo tempo que eu saía para ir dar a minha aula . . . na baixa. Agora, esta mesma panela encontrava-se no lavatório (inglês: "sink"), cheio de água e de sabão, húmida.

Pratos sujos encontravam-se no balcão. A panela com a broa de milho encontrava-se em cima de tudo, descoberta. Ouvi alguém a ressonar. Olhei para a sala-de-estar, e vi o meu marido deitado no sofá, a televisão ao fundo. Lágrimas de exaustão, raiva e mágoa escorreram pelos meus olhos.

Tirei o meu casaco, arregacei as mangas, e comecei com as limpezas. A cada prato que levava, ficava cada vez mais rancorosa. "Porque é que ele era incapaz de ver isto?" pensei. "Trabalho o dia inteiro, antes de ir dar aulas preparo um jantar caseiro para ele e para as crianças, e ele nem é capaz de se certificar que as coisas estão limpas".

O barulho do lava-louças acordou o marido dorminhoco. "Eu ia fazer isso antes de ir para a cama," disse ele, sentindo a minha irritação. "Bem, tu já foste para a  cama, não?" respondi, tentando saber quanto tempo ele tinha sido abençoado com um sono, sabendo que ambos estávamos acordados desde as 5 da manhã. "Deixa-me ajudar-te," disse ele. "Já estou quase a acabar. Não preciso da tua ajuda," menti. A sua testa franziu. "Faz como quiseres. Eu vou lá para cima," disse ele. 

Eu não sabia que ele tinha mesmo intenção se lavar os pratos mas que acidentalmente tinha adormecido no sofá porque também ele estava exausto. Não sabia que eletinha amorosamente passado o seu tempo com cada uma das crianças, lendo-lhes histórias antes de os colocar na cama, orando com eles antes deles dormirem.

Nessa noite ele foi para a cama sentindo-se desrespeitado. Eu fui para a cama sentindo-me mal amada. 

Pequenas interacções como esta ocorreram com frequêmncia suficiente para criar uma divisão entre nós. Estes pequenos conflitos ficaram sem resolução, ou foram lidados de forma pouco saudável, o que causou que o nosso relacionamento fosse ficando cada vez mais estéril e no caminho da destruição. 

***
 
Cresci como produto da segunda vaga do feminismo, tendo aprendido dos média que os homens eram opressores, disparatados, e incompetentes. Talvez como consequência disso, passei quase uma década do meu casamento a "lutar pelos meus direitos" com o meu marido. Criticava-o e mandava nele sempre que podia.

Não se dava o caso dele ser má pessoa, mas sim o caso de eu ter sido treinada a ver opressão e dominação em potência nos homens. Eu ficava irritada com a sua falta de atenção em relação aos detalhes em casa, ou em relação aos detalhes em torno do bebé. Fiz questão de lhe mostrar com regularidade os seus erros, esperando que o seu comportamento mudasse. 

Os meus métodos tornaram-no defensivo e destruíram o nosso relacionamento. Rapidamente vi-me num casamento com um homem que havia parado de partilhar os seus pensamentos e sentimentos comigo.

Sendo um Cristã practicante, eventualmente cruzei-me com um versículo da Bíblia que, inicialmente, me irritou: Efésios 5:33, "e a mulher reverencie o marido."  Outro verso sugeriu que eu me "submetesse" ao meu marido, e a minha reacção foi a mesma. Nem queria acreditar que Deus tencionava que eu reverenciasse um homem que, aos meus olhos, não tinha interesse em fazer o nosso relacionamento funcionar.

Uma década mais tarde, posso dizer que esses dois conceitos - "reverência" e "submissão" - salvaram o meu casamento.  E isto não aconteceu porque eu passei a ser um capacho, ou parei de partilhar os meus sentimentos. Aprendi que a submissão Bíblica, essencialmente, significa "não sejas uma concorrente contenciosa com ele."

Depois de aprender isso, passei a discutir menos com ele. Parei de rodopiar os meus olhos com descontentamento sempre que ele tinha algo a dizer - mesmo que eu pensasse na altura que o que ele dizia não era a melhor das ideias. Passei a practicar o verso Bíblico que diz para estar "pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar." [Tiago 1:19]
 
Comecei a perguntar-lhe sobre a sua vida e comecei a ter interesse nele como pessoa. Decidi que ele era mais importante para mim, quer houvesse loiça para lavar ou peúgas espalhadas pelo chão. Houve algumas coisas que ele fez que poderiam ser consideradas falhas graves mas que já não pareciam ter importância quando eu passei a olhar para ele como pessoa de valor. Eu conseguia perdoá-lo - e passei a ver a minha natureza falha mais claramente. 

Decidi também que passaria a fazer todas estas coisas para a Glória de Deus, e não como forma de obter algum tipo de resposta do meu marido. O meu marido levou alguns anos a notar a diferença no meu comportamento, mas por essa altura, já não importava. A minha relação com Deus havia, entrentanto, crescido, e eu já não tinha uma necessidade assim tão grande da afeição do meu marido. Deus preencheu o vazio no meu coração, o mesmo que eu havia tentado preencher com o meu marido. 

Rapidamente, o comportamento do meu marido começou também a mudar; ele começou a levar-me mais frequentemente para jantares românticos, começou a fazer mais trabalhos variados dentro de casa, e até "raptou" uma das minhas aulas nocturnas.

Num dos gestos mais românticos que alguma vez vi, ele deu uma mini-palestra de 10 minutos para cerca de 100 pessoas onde ele disse a amiga e esposa espectacular que eu era. Para além disso, ele deu-me de presente uma linda pulseira, cheia de encantos, e disse o que cada um de nós representava.Não havia um único olho seco no local. 

***
 
Correndo o risco de soar subserviente e anacrónica, eu sugiro às esposas que respeitem os seus maridos como forma de melhorar os seus casamentos. O nosso ministério sem fins lucrativos Greater Impact Ministries, ensina um curso às mulheres casadas, e eu escrevi um livro, The Respect Dare, que ensina às mulheres a forma de se unirem a Deus e aos seus maridos de forma mais profunda, aprendendo a comunicar o respeito.

Muitas das sugestões são bastante simples. Nós sugerimos às mulheres que não critiquem os seus maridos, mas em vez disso demonstrem apreciação diária e tomem atenção às coisas boas que ele faz.  Ensinamos a forma de discordar sem ser competitiva ou sem gerar atitude defensiva no marido. . . .  Encorajamos as mulheres a investir nelas mesmas e nas amizades, a serem arrojadas, valentes e encontrar o propósito de Deus para as suas vidas (e a segui-lo).

Quando elas fazem isto, elas notam que todos os seus relacionamentos melhoram - e não só o seu relacionamento com o marido. 

Muitas delas, como eu, têm agora casamentos onde elas e os respectivos esposos buscam a opinião um do outro, tomam decisões juntos e são mais felizes.  Nenhum deles é perfeito, mas o casamento é melhorado devido ao esforço de ambos. 

Escolhi dar uma chance ao respeito porque sou Cristã e tento (ênfase em "tento") seguir os ensinamentos Bíblicos em torno da forma como devo viver. Mas mesmo que não tivesse esta confiança na Bíblia, aprender a comunicar o respeito e o amor tem um impacto profundo nos casamentos.
( . . . . )




domingo, 16 de dezembro de 2012

Miss França vítima de racismo por ser branca

Fonte

A mais recente Miss França viu-se envolvida em acusações de racismo e guerra verbal com outras mulheres - antigas vencedoras do concurso - passados que estavam alguns dias depois da sua vitória. O "Representative Council of Black Associations" (CRAN) denunciou a estudante de medicina de 19 anos Marine Lorphelin,  por ser "branca como a neve", e criticou a falta de participantes negras e árabes.

A organização caracterizou o concurso de "desactualizado" e um insulto à diversidade étnica do país, o que gerou uma resposta agressiva por parte dos apoiantes de Marine Lorphelin.

Numa declaração feita em conjunto com o criador da "Miss Black France", Fred Royer, o presidente da CRAN, Louis-Georges Tin, afirmou:

O facto dum evento como este falhar em representar a população francesa contemporânea é obviamente sério. Isto é quase como negar a existência de franceses com origens africanas.

Mas Didier Maisto, editor da Lyon Capitale, website localizado na mesma região onde vive (ou vivia)  Marine Lorphelin, afirmou ao The Times que "Este tipo de comentários, que são violentamente anti-Republicanos, buscam formas de colocar os franceses uns contra os outros." [ed: É esse o objectivo.]

Poucos dias depois da vitória de Marine Lorphelin, uma concorrente mestiça, Auline Grac - de 21 anos - venceu a competição dissidente Miss Prestige.

Era suposto a menina Lorphelin aparecer no talk-show "Faut Pas Rater Ca" no canal público France 4, onde ela seria entrevistada por Elodie Gossuin - que venceu o concurso Miss França no ano passado e dá o seu apoio ao concurso Miss Prestige.

Mas a directora-executiva da "Miss France Company", Sylvie Tellier, que venceu o concurso em 2002, recusou-se a permitir que Marine Lorphelin fosse entrevistada pela sua amarga rival.

Os executivos televisivos cederam aos pedidos e enviaram Elodie Gossuin de volta para casa, apesar de surgirem acusações de que estes haviam falhado ao não defenderem a independência editorial.

Mais tarde, Marine Lorpehlin foi entrevistada pela apresentadora Isabelle Morini-Bosc, que lhe perguntou sobre a pequena cicatriz no nariz. Marine respondeu:

Você reparou! Foi uma cirurgia plástica. Quando eu era adolescente tinha uma pequena crosta no nariz, e não era nada bonito.

Marine Lorphelin tomou parte na competição que teve 32 outras finalistas - 8 provenientes de minorias étnicas e 6 de territórios ou ex-territórios franceses do Pacífico e das Caraíbas - e venceu-a no último fim de semana.

A declaração da CRAN diz ainda:

No antiquado mundo do concurso "Miss França", os negros só podem vir de departamentos ultramarinos. As mulheres francesas com origens norte-africanas fizeram-se representar com apenas uma candidata e foi rapidamente eliminada (será que era demasiado muçulmana?). A nova Miss  França é tão branca  como a neve do final do ano que se faz notar nos campanários da eterna França.

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Se o propósito da CRAN é que o concurso represente a "diversidade étnica do país", e como os brancos fazem parte dessa "diversidade étnica", qual é o problema em ter uma Miss França branca? Mais grave ainda é que existe um concurso com o nome "Miss Black France", onde as mulheres brancas (e supostamente as mulheres árabes) não podem tomar parte.

Como diz Didier Maisto, editor da Lyon Capitale, este tipo de declarações não têm como propósito defender as mulheres negras e árabes, mas sim colocar negros e árabes contra os brancos. Isto é a clássica "guerra de classes" marxista aplicada às etnias - que tem como propósito defender os "oprimidos" (os não-brancos) e atacar os "opressores" (os brancos). Isto é racismo politicamente motivado.

As mulheres negras e árabes que dão o seu apoio a instituições como a CRAN não irão de maneira nenhuma ver a sua condição melhorada; elas apenas são idiotas úteis usadas como forma de atacar o sistema social, politico vigente. Mal a sua função desestabilizadora esteja terminada, organizações como a CRAN desaparecerão da sociedade.


Para além disso, não sei se é boa ideia as mulheres árabes tomarem parte em concursos de beleza, ou trabalharem em áreas que envolvem a beleza feminina.




sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Mulheres tradicionais sofrem menos violência doméstica que carreiristas


Fonte

Estudo recente revela que a violência doméstica entre parceiros íntimos é duas vezes mais susceptível em casas com dois rendimentos do que em casas onde apenas uma pessoa trabalha (normalmente, o marido).

Levado a cabo por Cortney A. Franklin, Ph.D., e pela estudante Tasha A. Menaker (Sam Houston State University), e com o apoio da "Crime Victims’ Institute", o estudo analisou o impacto que o nível de educação e o emprego têm junto de parceiros heterossexuais, e a forma como isso se relaciona com a violência doméstica.

Embora os pesquisadores tenham apurado que diferenças no nível educacional tinham pouco impacto, quando ambos os parceiros trabalham a violência doméstica aumentava.

Quando o homem e a mulher se encontravam empregados, as probabilidades de vitimização eram acima de duas vezes mais prováveis do que onde só o homem era o provedor,  suportando a ideia de que o emprego feminino podem desafiar a autoridade e o poder masculino na relação.

O estudo baseou-se em entrevistas telefónicas junto de 303 mulheres que se identificaram como 1) actualmente numa relação ou 2) acabada de sair duma relação.

Tendo como base a "Fourth Annual Texas Crime Victimization Survey", cerca de 67 porcento das mulheres com idades compreendidas dos 18 aos 81, reportaram algum tipo de vitimização física ou psicológica por parte do seu parceiro nos últimos dois anos. Isto incluia ver algo atirado a ela, ser puxada, agarrada ou empurrada; receber uma chapada, um soco ou um pontapé, ser mordida; ou ser ameaçada com uma faca ou arma.

O estudo apurou que mais de 60 porcento das mulheres de casas com dois rendimentos reportaram vitimização, enquanto que apenas 30 porcento de mulheres  que reportaram violência física viviam em casas onde só o marido trabalhava.

O estudo diz:

Quando as mulheres estão ligadas à casa através do seu papel como operárias domésticas, falta-lhes conexão com colegas de trabalho e o capital social que é produzido através destas conexões, acrescentando-se o salário, o prestigio laboral, recursos e, como tal, poder. Em vez disso, eles têm que depender apenas do marido para o sustento financeiro e podem beneficiar com a distinção que o seu emprego traz para o casal. As mulheres que trabalham fora de casa têm acesso a estes activos tangíveis e intangíveis que podem, em alguns casos, debilitar as contribuições e provisões fornecidas pelo emprego mantido pelo marido.

O estudo explorou outros factores que podem contribuir para a violência entre parceiros íntimos, incluindo ser testemunha de violência paterna enquanto criança, a aceitação da violência nos relacionamentos adultos, e a forma como se enfrentam problemas dentro do relacionamento, tais como aqueles gerados pelo dinheiro, tarefas, actividades sociais e relações sexuais. Os pesquisadores apuraram que dificuldades no relacionamento e o testemunho de violência entre os pais durante a infância aumentaram as probabilidades de vitimização.

Finalmente, o estudo apurou que as mulheres hispânicas eram significativamente menos susceptiveis que as mulheres caucasianas de reportar violência por parte do parceiro íntimo, e que as mulheres mais idosas de todas as etnias eram menos susceptíveis de serem vítimas que as mulheres mais novas.

Os pesquisadores recomendaram que os profissionais que trabalham com a violência entre parceiros íntimos desenvolvam estratégias específicas para lidar com estes factores de risco, e para lidar com as diferenças culturais. Eles sugeriram também que os profissionais se foquem (com nova programação) nos jovens que foram testemunhas de violência paterna enquanto crianças como forma de desenvolver melhores métodos de resolução de conflitos nos relacionamentos íntimos entre adultos.

O estudo será publicado no jornal "Violence Against Women."

Sam Houston State University - http://www.shsu.edu/

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O escritor Vox Day diz:

Concordas que as mulheres trabalhem fora de casa? Então segue logicamente que também concordas com a violência doméstica. É ciência. Porque é que odeias as mulheres? Porquê?!

Naturalmente que os pesquisadores navegam para fora do seu curso em direcção a teorias de poder feminino obtido através do emprego, e insegurança masculina, mas o facto é que se a sociedade quer reduzir a violência doméstica, ela deve desencorajar as mulheres de trabalhar fora de casa.

Por esta altura, é preciso considerar seriamente a sanidade daqueles que activamente encorajam as mulheres a perseguir carreiras profissionais em vez da vida familiar.  Para além dela ser menos susceptível de casar, ter filhos, ou ser feliz, a mulher carreirista causará também que a mulher morra mais cedo, se divorcie, seja enganada, tenha menos filhos - e os que têm sejam mais gordos e menos saudáveis - e seja duas vezes mais susceptível de ser vítima de violência doméstica.

Tenho a impressão que estas estatísticas em torno da parte negativa do emprego feminino raramente são citadas pelas conselheiras das Escolas Secundárias.

Conclusão:

Com o feminismo as mulheres tornaram-se . . .

Apesar das inúmeras evidências já recolhidas por vários profissionais, um significativo número de mulheres continua a dar apoio a uma ideologia - feminismo -  que só lhes tem causado mal
Pior que isso, nós sabemos o motivo por trás da engenharia social que forçou as mulheres a abandonar o seu lar em troca da ditadura do salário, mas mesmo assim, as mulheres continuam a não ver que foram enganadas.



quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Porque é que as feministas atacam a família? (Conclusão)

Esta é a segunda parte deste artigo. A primeira parte pode ser lida aqui.

As Marxistas-Feministas começaram a acreditar que, tal como a família era um aspecto do capitalismo, o capitalismo não poderia ser destruído sem a destruição da família. Para os Marxistas ortodoxos, este argumento não faz sentido nenhum. 

Segundo os termos Marxistas, o modo de produção Capitalista é a  'base económica subjacente' da sociedade e a família faz parte da 'superestrutura ideológica'. A base económica determina a superestrutura ideológica.

Portanto, o argumento de que não se pode destruir o capitalismo sem destruir a família está invertido; para um Marxista, não se pode destuir a família sem destruir o capitalismo; se o capitalismo cria a família, então mal o capitalismo desapareça, a família desaparecerá. O inverso não se aplica. Sem dúvida que os Soviéticos entendiam isto, mas as feministas dos anos 70 não haviam lido Marx de forma correcta, ou eram intelectualmente corruptas.

Numa entrevista concedida a Betty Friedan, a feminista francesa Simone de Beauvoir afirmou em 1976 que "mulher alguma deveria ter autorização para ficar em casa e criar os filhos . . . . porque se tal opção existir, demasiadas mulheres a optarão."

Houve outras frases com a mesma mentalidade:

"A família nuclear tem que ser destruída . . . Qualquer que seja o significado final, a destruição da família é agora um processo revolucionário objectivo." Linda Gordon

"Não vamos conseguir destruir as desigualdades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." Robin Morgan

"De modo a que as crianças possam ser educadas com igualdade, temos que retirá-las das suas famílias e educá-las comunitariamente" (Dr. Mary Jo Bane, feminista e professora-assistente de educação na Wellesley College, e directora-adjunta do Center for Research on Woman da escola)

"O casamento tem existido para o benefício do homem; e tem sido também um método legalmente sancionado de controle das mulheres . . . . Temos que trabalhar para destruir-lo [o casamento]  . . . O fim da instituição do casamento é condição necessária para a emancipação das mulheres. Devido a isso, é importante encorajarmos as mulheres a abandonar os maridos e a evitar viver com homens . . . . Toda a história tem que ser re-escrita em termos de opressão das mulheres. Temos que regressar às antigas religiões femininas como a feitiçaria." ("The Declaration of Feminism," Novembro, 1971).

Resumindo, o ataque à família levado a cabo pela segunda vaga feminista foi um evento pós-pilula e baseado numa má leitura da teoria Marxista. Embora o Marxismo tenha sido eventualmente derrotado na esfera internacional, o ataque Marxista à família nunca foi discutido. Só agora é que alguns estão a articular os problemas.

Lésbicas tomam conta do movimento feminista

Ao se tentar localizar as origens da Guerra às Famílias, outro factor importante a levar em consideração é a ascensão do radical lobby gay. No início dos anos 70 ocorreu um coup d'etat dentro do movimento feminista americano e inglês.

A "Lavender Menace" era um grupo de feministas radicais lésbicas que havia sido formado para protestar a exclusão das lésbicas e dos assuntos lésbicos do movimento feminista. 

A frase "Lavender Menace" foi originalmente usada em 1969 por Betty Friedan, presidente da NOW [National Organization of Women], para descrever a ameaça que a associação com o lesbianismo era para a NOW e para o emergente movimento feminista. Friedan, e outras feministas heterossexuais, temiam que a associação provocaria danos na habilidade das feministas de levar a cabo alterações politicas sérias, e o esteriótipo de lésbicas "machonas" e "com ódio aos homens" seria uma forma fácil de rejeitar o movimento. (Referência)

No entanto, eventualmente o lobby lésbico venceu a guerra, e as lésbicas passaram a dominar a NOW e o movimento feminista. Como Rene Denfeld comenta no seu excelente livro  “The New Victorians”, “Isto é como se a NAACP [National Association for the Advancement of Coloured People] tomasse a decisão de  dar prioridade aos temas gay só porque alguns negros são gays”.

Foi decidido rapidamente que a heterossexualidade era um instrumento capitalista socialmente construído, e que a única mulher emancipada - a única "verdadeira feminista" - era a lésbica. Num artigo bastante revelador, My crime against the lesbian state, a actriz Jackie Clune descreve como se tornou lésbica na universidade:

Havia por esta altura um crescente número de estudantes da classe operária como eu que se envolviam na politica estudantil. Havia demonstrações semanais, comícios, e moções anti-governamentais aprovadas nas UGMs. Estavamos zangadas com o tipo de coisas que a srª Thatcher instigava ...  Ao mesmo que crescia a minha consciência política, desenvolvi um crescente interesse pela política feminista. Foi por esta altura que me deparei com um ensaio da Adrienne Rich com o título "Compulsory Heterosexuality And Lesbian Existence".

Nele, Rich postula que a maior parte das mulheres são capazes de tomar a decisão em favor do lesbianismo se elas conseguirem superar a sua homofobia internalizada - o "conjunto de forças" - que elas experimentam em relação às uniões entre pessoas do mesmo sexo. Ela alega que a hegemonia heterossexual é uma prisão subtil mas convincente da qual a maior parte das mulheres se pode libertar através da força de vontade.


Para mim, o lesbianismo parecia-me na altura uma extensão lógica do meu pensamento feminista, e uma forma radical de derrubar a prescrição capitalista para as mulheres. Tomar o passo seguinte foi relativamente fácil para mim:  o ano de 1988 testemunhou resistência feroz por parte da comunidade gay à "carta branca" que o governo concedeu às autoridades em torno da "promoção" do homossexualismo nas escolas e nas universidades.

O ensaio de Clune é um bom exemplo da tendência política que ensinava que tem que se ser homossexual para se ser um bom radical; não se pode ser heterossexual e ser-se ao mesmo tempo um bom Socialista ou uma boa Feminista. Os jovens foram instados a envolverem-se em relacionamentos homossexuais de modo a que pudessem demonstrar as suas credências esquerdistas. Hanif Kureishi, na sua novela "The Buddha of Suburbia", toca neste assunto numa cena onde um jovem actor indiano bissexual pede ao seu amigo Socialista que o beije para demonstrar o seu compromisso com a causa Socialista.

Esta forma de pensar eventualmente desenvolveu-se até ao ponto de se tentar demonizar por completo a heterossexualidade. Foi neste clima que as frases loucas como as que se seguem foram produzidas:

A relação heterossexual é a pura e formalizada expressão de desprezo pelos corpos femininos. -  Andrea Dworkin

Numa sociedade patriarcal, todo o sexo heterossexual é uma violação para as mulheres uma vez que elas, como grupo, não são suficientemente fortes para dar consentimento significativo.  -  Catharine MacKinnon,citada em "Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women's Studies."

A instituição do sexo heterossexual é anti-feminista. Ti-Grace Atkinson, Amazon Odyssey (p. 86).

[A violação] nada mais é que um processo consciente de intimidação através do qual todos os homens mantêm todas as mulheres num estado de medo. -
Susan Brownmiller, Against Our Will p.6.


Quando uma mulher atinge o orgasmo com um homem, elas apenas está a colaborar com o sistema patriarcal, eroticizando a sua opressão.
Sheila Jeffrys.

No seu ensaio, Feminism's Third Wave, Angela Fiori descreve e heterofobia endémica nas universidades americanas dos anos 90:

As campanhas universitárias dos anos 90 em torno das violações dos encontros românticos [inglês: "date-rape"] não foram motivadas por uma preocupação genuína pelo bem estar da mulher, mas sim como parte dos esforços que visavam deslegitimar a heterossexualidade junto de jovens e impressionáveis mulheres, demonizando os homens como violadores.

Daphne Patai e Christina Hoff Sommers descreveram como as feministas académicas, particularmente as dos "Estudos Femininos", criaram um ambiente análogo ao de uma seita religiosa:

Se a situação da aula é muito heteropatriarcal - uma classe com cerca de 50 ou 60 alunos onde poucos eram feministas - eu defino a minha função como uma de recrutamento. . . . . persuadindo os alunos que as mulheres vivem sob opressão." (Professors Joyce Trebilcot of Washington University, citada em "Who Stole Feminism")

A caça às bruxas dos anos 90 em torno dos rituais satânicos foram, de modo similar, outra tentativa de demonizar os homens, a família e a heterossexualidade, e dividir as existentes famílias felizes como forma de fomentar os divórcios e fomentar a indústria que "protege as crianças." Este foi talvez o ponto mais alto do movimento anti-família feminista de inspiração Marxista.

Essencialmente, estas foram as origens ideológicas da guerra contra as famílias e os pais. As consequências desta revolução social são cada vez mais claras. No seu excelente ensaio ‘Divorce as Revolution’, Steven Baskerville descreve as implicações políticas e económicas mais abrangentes desta situação:

Mais do que qualquer outro factor individual, virtualmente todas as patologias pessoais e sociais podem ser rastreadas até a ausência dum pai ["fatherlessness"]: crime violento, consumo de substâncias, filhos fora do casamento, evasão escolar, suicídio e muito mais. A orfandade paterna supera em muito a pobreza e a etnia como o predictor de desvio social.

A consequência de 3 décadas de divórcio incontrolável é a existência dum grande número de pessoas - muitas delas oficiais do governo - com interesse profissional e financeiro em encorajá-lo. Hoje em dia o divórcio não é um fenómeno, mas um regime - um enorme império burocrático que permeia os governos nacionais e locais, com parasitas no sector privado.

Qualquer que seja a devoção que eles possam vocalizar em torno do sofrimento dos órfãos de pai, dos pobres e das crianças violentas, o facto é que estes practicantes têm um forte interesse em criar o maior número possível destas crianças. A forma de fazer isto é retirar o pai de casa. . . Enquanto o pai estiver com a família, os profissionais do divórcio não ganham nada. Mal o pai é eliminado, o Estado ocupa o seu lugar como o protector e o provedor.

Ao remover o pai, o Estado cria outros problemas que ele mesmo tem que resolver: pobreza infantil, abuso sexual de crianças, crime juvenil, e outros problemas associados a crianças que crescem sem um pai. Desta forma, a maquinaria do divórcio é auto-perpetuadora e auto-expansora.

O divórcio involuntário é uma ferramenta maravilhosa que permite uma expansão infinita do poder governamental.


A crescente histeria em torno da "violência doméstica" parece ser largamente fomentada para atingir os mesmos propósitos. ‘Toda esta indústria da violência doméstica centra-se em retirar as crianças dos pais,’ escreve o colunista do Irish Times John Waters. ‘Depois de terem tirado os pais, eles vão tirar as mães.

Donna Laframboise do "National Post" do Canadá investiou os abrigos das mulheres vítimas de algum tipo de violência e concluiu que eles mais não são que ‘lojas de divórcio de uma só paragem’, cujo propósito não era proteger as mulheres mas promover o divórcio.

Estes abrigos, muitas vezes financiados pelo governo federal, emitem depoimentos contra os pais (sem chegar a vê-los) que são aceites pelos juízes como justificação para retirar os filhos; muitas vezes isto é feito sem evidências que confirmem as alegações.

Os pais são adicionalmente criminalizados através do fardo da pensão alimentícia, que são o combustível financeiro da maquinaria do divórcio, subscrevendo o divórcio unilateral e oferecendo a todos os envolvidos maiores incentivos para retirar as crianças da presença dos pais.

No Verão passado a revista Liberty publicou evidências documentais de que os "pais caloteiros" [inglês: ‘deadbeat dads’] são, em larga medida, uma criação dos funcionários públicos e agentes da lei tendo em vista o aumento de criminosos para processar.

Conclusão:

Unindo todos estes elementos num só, o que começou como uma ramificação do radicalismo da era Comunista, cresceu, e passada que está uma geração, ela é hoje uma indústria internacional multi-bilionária e misândrica, um monstro que existe apenas e só para destruir a família. É contra isto que lutamos.

Para a maior parte das mulheres (e homens) do mundo, a ideia de que elas estariam melhor sem as suas famílias parece um absurdo. O facto do movimento feminista se ter colado [à cultura] desta forma é uma peculiaridade da Historia. Se não tivesse sido a influência do Marxismo, e a emergência da agenda dos direitos dos homossexuais, isto não teria acontecido.

Estas ideias têm permissão para avançar sem receber críticas porque, como comentou Pizzey, tudo é feito em segredo. Não há verificação da realidade, o que resulta no facto do irrazoável rapidamente se tornar razoável. Se combinarmos isto com o desprezo arrogante pela democracia exibido por pessoas como  Beauvoir, temos presente um mecanismo que estabelece políticas dementes sobre aqueles que não as querem.

Só agora que os sintomas desta doença se tornaram publicamente visíveis na forma de crianças mortas é que nos endireitamos e começamos a reparar no que estava a acontecer.

Há já muito tempo que o movimento feminista merece um escrutínio. Como afirmou um juiz americano, "A luz do Sol é o melhor desinfectante".



terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Mãe e filha criam site pornográfico

"Porque todas estas abominações fizeram os homens desta terra, que nela estavam antes de vós; e a terra foi contaminada." - Levítico 18:27

Uma mãe e uma filha inventaram uma nova forma de relação: criaram juntas um site de pornografia em que aparecem juntas e a polémica instalou-se no estado norte-americano Florida. Para evitar problemas legais, não trocam carícias, mas actuam em cenas em conjunto com um ou mais parceiros.

Conhecidas como as ‘Sexxxtons’, a mãe Jessica, de 56 anos, e a filha Monica, de 22, criaram um site de conteúdo sexual e lançaram recentemente um DVD. “Eu gosto de sexo e divirto-me com a minha mãe. Durante as cenas, só penso no dinheiro que vamos ganhar”, afirmou Monica, em entrevista ao jornal 'Huffington Post'.

Depois da família ter sido despejada de casa, há três anos, Monica decidiu ser bailarina e entrou na indústria pornográfica para pagar as despesas. 

A ideia de Jessica entrar também no mundo da pornografia partiu da filha.

Foi ideia minha. Deixei a escola no nono ano e achei que era uma boa oportunidade pra ganhar dinheiro”, afirmou a jovem, que perdeu a virgindade aos 12 anos.

Apesar de estarem juntas, mãe e filha não se podem tocar para evitar problemas legais. “Não temos nenhum problema em estar as duas com um homem. Podemos ter sexo com o mesmo homem, mas não podemos interagir as duas”, explicou Jessica. Para Monica não é tão simples: “Não é fácil. Os nossos lábios nunca tocam e isso é um problema quando estamos a filmar”.

Apesar de não violarem a lei, há muita controvérsia. Para o psiquiatra de Beverly Hills Carole Lieberman, este tipo de actividade pode ser comparado a ‘incesto emocional’. “Passa muitas fronteiras. Apesar de não haver sexo entre as duas, há prazer para uma ou para as duas e isso passa a linha das relações sexuais”.

Apesar de Jessica e Monica conseguirem ganhar muito dinheiro, o histórico da indústria pornográfica Bill Margold não acredita que tenham muito sucesso. “A indústria para adultos não é estúpida. Eles já têm problemas suficientes para estar a criar um incesto à frente das câmaras”, disse.


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Repetindo o que já falamos no passado: por algum motivo as sociedades mais bem sucedidas e prósperas da história da Humanidade exerciam um controle rigoroso sobre a sexualidade humana, especialmente sobre a sexualidade feminina

Isto era assim não porque a promiscuidade feminina seja moralmente mais grave que a masculina, mas sim porque os efeitos da promiscuidade feminina são socialmente mais destrutivos que os efeitos da também moralmente condenável promiscuidade masculina.

Quem colocou em marcha esta "nova sexualidade" sabia que a sociedade entraria em colapso, e foi precisamente tendo em vista esse colapso que essa "sexualidade" foi instalada. 

O que nós assistimos agora são 40/50/60 anos de "sexo livre" e terrorismo cultural, posto em práctica como arma de destruição social.  Quando mães começam a fazer filmes eróticos com as filhas, podemos ter a certeza que a guerra cultural está practicamente perdida e a cultura está moralmente muito longe daquela que gerou esta mesma civilização. Como diz Vox Day, a cultura pós-Cristã não é nem secular nem científica mas sim pagã e pré-Civilização Ocidental.

Uma coisa é certa: sem intervenção Divina o mal avança numa direcção; levando isso em conta, podemos prever que o que a notícia de cima reporta vai passar a ser "normal" num futuro muito próximo.

"Agora vem o fim sobre ti, porque enviarei sobre ti a Minha ira, e Te julgarei conforme os teus caminhos, e trarei sobre ti todas as tuas abominações. E não te poupará o Meu Olho, nem terei piedade de ti, mas porei sobre ti os teus caminhos, e as tuas abominações estarão no meio de ti: e sabereis que Eu sou o Senhor."
Ezequiel 7:3-4



domingo, 9 de dezembro de 2012

Alemanha do Leste vendeu doentes para testar medicamentos



Os porquinhos-da-índia involuntários ou foram submetidos a medicamentos não-testados, ou receberam placebos de modo a que os efeitos da nova droga pudessem ser comparados. Indústrias farmacêuticas do Ocidente pagaram centenas de milhares de marcos Alemães pelos pacientes - dinheiro esse que foi engolido pela periclitante economia da Alemanha do Leste.

O documentário Tests und Tote ("Tests and the Dead" = "Testes e os Mortos") exibido na Segunda-Feira à noite no canal estatal ARD, revelou a forma como as indústrias farmacêuticas, forçadas a levar a cabo testes extensivos logo após o escândalo da Talidomida que deixou milhares de pessoas deformadas, voltaram-se para o Leste, que estava desesperado por uma moeda forte.

Mas levando em conta a seriedade das alegações - e as potenciais exigências compensatórias - é pouco provável que as companhias farmacêuticas façam um mea culpa  e um pedido de desculpas, tal como fez a Ikea recentemente depois de se saber que usou presos politicos da Alemanha do Leste como mão-de-obra barata.

Segundo o Der Spiegel, um caso falado envolveu a história de Gerhard Lehrer, que foi admitido no hospital de Dresden em 1989 depois de ter tido um ataque do coração.

O médico presente deu-lhe cápsulas vermelhas-e-brancas e, segundo a viúva de Lehrer, ele [o médico] teceu largos elogios ao medicamento, afirmando que era "difícil obtê-los".

O estado de Lehrer não melhorou e o hospital rapidamente lhe disse para parar de tomar a droga e devolver o abastecimento que tinha recebido. Pouco antes de morrer, Lehrer disse à esposa para nunca se ver livre dos comprimidos, o que ela fez.

Placebo em vez de tratamento.

Depois de terem sido feitos testes nos medicamentos, apurou-se que Lehrer havia recebido placebos - cápsulas que não o ajudariam a superar a sua condição médica - e que um homem doente havia visto o seu tratamento negado, como parte dum estudo médico feito sem a sua aprovação.

Os jornalistas da ARD investigaram um número impresso na caixa dos falsos medicamentos de Lehrer e encontraram um ficheiro correspondente nos arquivos do Ministério da Saúde da Alemanha do Leste; aparentemente Lehrer havia tomado parte dum estudo em torno do Ramipril - droga para a tensão arterial desenvolvida pela Hoechst.

Uma combinação de dois desenvolvimentos ocorridos nos anos 80 serviram para criar as condições que levaram a Alemanha do Leste a vender os seus doentes às indústrias farmacêuticas do Ocidente, afirmou o Der Spiegel. Leis criadas na altura estavam a forçar as companhias farmacêuticas a levar a cabo estudos científicos adequados aos produtos antes deles receberem licença para serem vendidos - e os pacientes tinham que estar totalmente informados do risco dos mesmos. 

Ficheiros da polícia secreta mostram que as dificuldades económicas da Alemanha do Leste provocavam uma escassez de suprimentos médicos, levando a que os médicos se queixassem de forma cada vez mais vocal.

Comercializando os doentes

Um encontro secreto ocorrido em 1983 entre os membros do Comité Central da Alemanha do Leste, responsável pela saúde, colocou em marcha a venda de pacientes à companhias ocidentais, afirmou Christoph Friedrich, historiador farmacêutico da Universidade de Marburg. Alguns hospitais não só levariam a cabo os testes para os produtores Ocidentais, como seriam capazes de usar o dinheiro proveniente.

O entusiasmo em ambos os lados encontrava-se elevado: no ano de 1982 existiam 20 contractos, enquanto que em 1988 o número havia subido para 165.

Os testes secretos pararam em 1989 aquando do colapso da Alemanha do Leste. Milhões de marcos Alemães haviam sido ganhos à custa dos doentes e à custa daqueles que se encontravam às portas da morte, afirmou o programa da ARD.

Embora números exactos se tenham perdido juntamente com os antigos ficheiros, foram exibidos estudos individuais que renderem mais de 860,000 marcos Alemães.

Os jornalistas entraram em contacto com as companhias que sucederam a Hoechst e a Sandoz, que levaram a cabo os testes em pacientes involuntários da Alemanha do Leste.

O gigante francês Sanofi-Aventis, que inclui a antiga Hoechst, cooperou e permitiu acesso aos seus ficheiros, mas segundo os jornalistas,  nem as associações farmacêuticas nem os ministérios responsáveis disseram que foram capazes de encontrar alguém que tivesse alguma ideia dos estudos trans-fronteiriços.

* * * * * * *

Capitalismo esquerdista, vazio da lei moral, é a pior coisa que pode existir - especialmente para os mais frágeis da sociedade. Sem dúvida que o esquerdista comum pode sempre voltar este argumento, e alegar que isto "nada tinha a ver com o comunismo", mas isso é pura racionalilzação conveniente.

Esta notícia revela também como os regimes comunistas foram, em larga medida, mantidos no lugar pelo grande capital do ocidente. Seria interessante saber quanto tempo durariam os regimes esquerdistas se não fosse o capitalismo ocidental.





Os ventos da mudança



Ainda me lembro um pouco da atmosfera social dos dias em que o feminismo se encontrava em ascenção - os anos 80 - e como qualquer pessoa que realmente importava se identificava como feminista. Até os homens. Se tu não eras pró-feminista, então eras um antiquado - um dinossauro primitivo. Só os desactualizados e quadradões não eram feministas.

Isso está a mudar.

Na semana passada Carla Bruni Sarkozy rejeitou o feminismo, afirmando "As pessoas da minha geração não precisam de ser feministas. Houve pioneiros que pavimentaram o caminho. Não sou de todo uma activista feminista." Uma enraivecida turba cibernética forçou Bruni a emitir um pedido de desculpas, mas tenho sérias dúvidas que isso tenha causado que ela gostasse mais de feministas do que gostava antes do incidente.

Mas Carla Bruni não foi a única que rejeitou a caracterização: Katy Perry rejeitou também o feminismo quando aceitou o Prémio "Billboard Woman of the Year" award (podem ver o seu discurso aqui) afirmando "Não sou uma feminista, mas acredito no poder das mulheres."

O que é que está a acontecer aqui? Sou de opinião que a resistência ao feminismo começou a ter um impacto real. Estas pessoas são celebridades e elas estão bem cientes da percepção pública. Estas mulheres não querem ser associadas a mulheres como Sandra Fluke e inseridas dentro da categoria de guerreira zangada das radfem.

Um ressentimento real e palpável dirigido às hipócritas ideólogas feministas começou a vir a tona, e aquelas pessoas que dependem dos fãs, que são na maior parte das vezes pessoas normais, começam a distanciar-se das feministas.

Esta é a forma como a estratégia que identifiquei no outro dia - lutar contra o feminismo sem esmurrar - funcionou. Se um certo número de pessoas - e não são precisas muitas - aumentar a intensidade da retórica contra o feminismo, as pessoas no geral começarão sentir que há algo de errado com o feminismo (que há).

Normalmente, este tipo de ataque demora alguns anos até dar frutos, mas mais cedo ou mais tarde, os frutos aparecem.


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sábado, 8 de dezembro de 2012

Lesbiana e o separatismo feminista


O London Feminist Film Festival serviu de montra para um filme centrado num movimento separatista lésbico dos anos 80 (onde esgotou em vários locais). Antes do filme ser exibido, e logo após uma breve introdução, a feminista Julia Long exigiu que todos os homens se retirassem das instalações, o que gerou um misto de raiva e aprovação entusiasta por parte do público..

Embora seja muito baixo ficar com dinheiro alheio e depois expulsar os pagantes desta forma, acho que os homens que pagaram para ver este filme receberam o que mereciam. Adicionalmente, este incidente demonstra como o feminismo - mesmo o tipo "separatista" - realmente funciona.

Do artigo:
Em relação ao filme em si, algumas vozes fizeram-se ouvir: as pessoas perguntaram como é que as mulheres conseguiram financiar as suas comunidades, o que inspirou Fougère a partilhar algumas histórias incríveis em torno da forma como construíram casas recorrendo às árvores em redor, ou como as mulheres foram divididas entre aquelas que ainda trabalhavam "lá fora, no mundo" mas que voltavam para as comunidades como suas casas.
Ela fez um comentário que pode inspirar uma discussão fascinante e formindável: “Tu fazias isto durante um ano ou dois, mas não podes ser uma activista ou uma separatista para sempre; eventualmente, regressas para o banheiro funcional que tens em casa.”
Por outras palavras, foi um fracasso. Gostaria de ver as "casas" que as mulheres construíram com "as árvores em redor". Não sei porquê, mas duvido que tenham sido tão impressionantes como as que Dick Proenneke construiu sozinho no Alaska. Duvido também que Dick tenha roubado a alguma mulher como forma de financiar os seus esforços.

As feministas são mesmo desavergonhadas quando se trata de usar os homens. Elas roubam, enganam e usam as pessoas, ao mesmo tempo que chamam a isso de “empowerment.” [ed: power = poder] Porque é que a feminista Julia Long não disso logo de início que o filme era "só para mulheres"? Ora, porque ela queria o dinheiro dos homens. Mal eles haviam pago o bilhete, eles foram descartados, sendo mais tarde substituídos pelo próximo grupo de otários.

Claro, como feminista que é, o seu roubo foi racionalizado e a falsa propaganda, bem como o furto, passaram a ser outra coisa:
Este pequeno incidente, e as respostas ao mesmo, ensinam-nos lições importantes àcerca dos níveis de misoginia na nossa sociedade. É perfeitamente claro que aqueles que causaram problemas e "sabotaram" o festival são os mesmos que se queixaram e exigiram reembolso.
Sim, misóginos são aqueles que querem o seu dinheiro de volta. Típico.

* * * * * * *

Este roubo em nome do feminismo encerra em si practicamente tudo o que há para saber sobre esse movimento misândrico, anti-vida e anti-mulher.

Primeiro, a noção de que é possível um "movimento de mulheres" criar uma sociedade funcional  totalmente independente dos homens é o sonho de qualquer lésbica, mas não funciona; é um mito. As mulheres precisam dos homens, tal como os homens precisam das mulheres: "E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só: far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele." (Génesis 2:18)

A evidência para a necessidade que as mulheres têm dos homens é o facto de ainda não existir uma comunidade 100% mantida exclusivamente pelo génio feminino. Se isso fosse possível, as feministas já teriam feito. Afinal, se as mulheres vivem sob "opressão" junto dos homens, chegando ao ponto de algumas feministas compararem a condição da mulher actual com a escravatura (algo que é verdadeiramente ofensivo para as etnias que já passaram por isso), nada mais lógico elas libertarem-se da "opressão", e desenvolver esforços para viver em áreas e zonas totalmente independentes da  influência masculina. Não acontece, e nem vai acontecer porque as mulheres dependem (e muito) dos homens.

E mesmo que tal comunidade venha a ser criada, não vai subsistir durante muito tempo: "Tu fazias isto durante um ano ou dois, mas não podes ser uma activista ou uma separatista para sempre; eventualmente, regressas para o teu banheiro funcional que tens em casa."

Segundo, é verdadeiramente sintomático que este "movimento das mulheres" tenha sido liderado por lésbicas. Se as feministas não-lésbicas realmente querem fazer uma distinção entre o movimento em si a íntima ligação que este tem com essa "orientação sexual", talvez não seja má ideia começarem por diminuir a influência que as lésbicas têm dentro do feminismo.

Terceiro, uma vez que o movimento feminista aparentemente é controlado por lésbicas, não será isso um dos motivos que leva a que o feminismo vomite tanto ódio aos homens? Quanto melhor for a cooperação heterossexual, menos mulheres estarão disponíveis para o lesbianismo. Dentro do feminismo, o homem não só é "um opressor" mas é também um concorrente directo no acesso à intimidade feminina.

Quarto, o facto desta lésbica feminista ter usado o dinheiro dos homens ao mesmo tempo que impedia  os mesmos de usufruir do "filme" pelo qual já haviam pago, revela também o papel que o homem tem no feminismo.

Segundo o feminismo, os homens são a própria incarnação de Satanás,  excepto quando ele abre os cordões da bolsa para - entre outras coisas -  financiar "filmes" que ensinam as mulheres a odiar os homens.

Quinto, e talvez o mais sério: os homens que foram lesados pela feminista Julie Long, provavelmente saíram das salas de cinema com ódio às mulheres, e não especificamente às feministas. Como se viu no segundo ponto, homens a odiar as mulheres é precisamente o que as lésbicas que controlam o feminismo querem.

Elas aproveitam-se da credulidade de algumas mulheres para fazer número, mas avançam com uma agenda política e sexual que está em total desacordo com os desejos da maioria das mulheres (principalmente das mulheres casadas).  Quando, por fim, os homens reagem à discriminação, ao roubo e à injustiça, as lésbicas feministas dizem que isso é um ataque às mulheres ("misoginia") quando na verdade é uma crítica à atitude de algumas mulheres ideologicamente motivadas que se escondem no meio das mulheres.

Segundo estas lésbicas feministas, portanto, não é suposto os homens reagirem quando estão a ser vítimas das acções feministas, mas sim fechar a boca, abrir a bolsa e deixar as feministas fazer o que bem entenderem.
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