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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Gabrielle Reece: "Ser feminina significa ser submissa"

Ser uma mulher submissa revela força genuína, afirma a antiga jogadora de voleibol Gabrielle Reece, revelando também, para furor geral, a forma como a sua mudança de atitude salvou o seu casamento. Ela nunca teve medo de ser agressiva durante um jogo, mas a antiga jogadora profissional, modelo e defensora do fitness afirmar acreditar que as mulheres que adoptam uma postura submissa nos relacionamentos exibem um sinal de força e não de fraqueza.

Numa notícia que pode causar choque junto das legiões de fãs femininas que olham para ela como um ícone, Reece disse à NBC que está feliz por "servir" e por ter "uma dinâmica familiar à moda antiga" em casa. Reece, que se casou com o surfista Laird Hamilton há 17 anos atrás no Hawai, afirma:

Claramente, eu sou a fêmea, e Laird é o macho. Estou disposta a servir a família, o que significa fazer o jantar, lavar a roupa e organizar o seu calendário bem como o meu calendário e muitas outras coisas.

No livro "My Foot is too Big For This Glass Slipper", Reece escreve que "ser verdadeiramente feminina significa ser branda, receptiva e - cuidado com o que aí vem! - submissa." Reece explica que embora tenha a aparência de ter tudo - beleza, sucesso e família - o seu casamento esteve longe de ser um conto de fadas.

Nós nem conseguimos chegar aos 5 anos de casamento antes do nosso conto de fadas sexy se ter tornado algo parecido a um daqueles dramas domésticos Suecos que faz com que as pessoas tenham vontade de se lançar da ponte mais próxima.

Cansados de "olhar um para o outro por cima de smoothies verdes", Reece pediu o divórcio. Alguns meses depois, o casal voltou a unir-se, e trabalharam de modo a superar as suas diferenças. Foi por esta altura que ela entrou em contacto com o seu lado mais submisso.

Esse é o objectivo do livro, que é o "e viveram felizes para sempre". Talvez o que é comum é chocares contra uma parede, mas o que é que vais fazer quando atingires essa parede?

Reece tirou 10 anos da sua movimentada carreira de jogadora de voleibol, e da sua ocupação como modelo, para educar as suas crianças - duas filhas com Hamilton e uma do seu casamento anterior - e também para lidar com a obsessão feminina de "ter tudo".

Nós não nos preocupamos com o facto dos homens terem tudo, e como tal, eu nem sei de onde é que obtivemos esta ideia de termos tudo o que desejamos. (....) Temos que escolher o que vamos fazer com toda a nossa dedicação.

Greece acredita também que contos de fada e-viveram-felizes-para-sempre são puro "estrume de boi":

Nada te faz superficialmente mais feliz que os primeiros jactos de amor, mas o que realmente conta é saber lidar com o amado . . . . . sobreviver ao seu temperamento horrível, e trabalhar em união, sempre, para preservar o que têm e fomentar um amor mais sincero e mais profundo para o futuro.

Greece colocou também ênfase na importância da comunicação ao nível masculino.

Acho que a linguagem que os homens entendem e recebem é comunicada através da comida e do sexo.

Fonte: http://dailym.ai/1oRbRNK



sexta-feira, 1 de agosto de 2014

A autonomia acima da segurança

Por Mark Richardson

Dois professores americanos apontaram para uma pesquisa que revela claramente que as mulheres que se encontram casadas com os pais biológicos dos seus filhos estão em posição muito mais segura que as demais mulheres:
Esta avalanche de informação proveniente das redes sociais claramente revela que alguns homens são uma ameaça real para o bem estar físico e psíquico das mulheres e das raparigas. Mas obscurecido dentro da conversa pública em torno da violência contra as mulheres encontra-se o facto de que- directa ou indirectamente - outros homens são mais susceptíveis de proteger as mulheres da ameaça da violência masculina: os maridos e pais biológicos.

A conclusão é a seguinte: as mulheres casadas encontram-se notavelmente mais seguras que as suas equivalentes solteiras, e as raparigas criadas em casa com o pai [biológico] casado com a mãe são marcadamente menos susceptíveis de serem abusadas ou atacadas do que as crianças a viver sem o seu pai [biológico].
Quão robusta é esta pesquisa? O gráfico que se segue é bastante claro. A primeira coluna mostra a incidência de violência (dirigida às crianças) em famílias com os progenitores biológicos casados; a incidência mais elevada (mais de dez vezes mais elevada) mostra a violência que ocorre com a mãe solteira que vive com um parceiro.


E depois temos este gráfico:


Desta vez o gráfico mostra a violência feita às mulheres. As duas linhas mais baixas - aquelas que mal são registadas - mostram os níveis de violência doméstica dentro dum casamento, e as linhas mais elevadas mostram a violência que as mulheres solteiras com filhos sofrem. É difícil dizer com toda a certeza, mas parece que as mães solteiras sofrem cerca de 30% mais violência doméstica que as mulheres casadas com os pais biológicos dos filhos.

As evidências são irrefutáveis: as mulheres estão mais seguras dentro do casamento. Mas esta não é a conclusão que as feministas querem e como tal, urge perguntar: o que é que uma feminista pode dizer? Por esta altura, entra a feminista Clementine Ford, que permanece imóvel na sua posição, alegando:
O conceito da "protecção" outorgada pelos homens é um que causa danos às mulheres em vez de as ajudar. Uma sociedade que opera segundo linhas paternalistas é uma sociedade que fragiliza o direito das mulheres exercerem a sua autonomia e se protegerem a elas mesmas. Em vez de propor às mulheres que se amarrem a um "homem decente", que lhes protegerá dos vilões do mundo, deveríamos, em vez disso, aplicar políticas de tolerância zero para aquelas pessoas que cometem os abusos. Os homens não são os administradores das mulheres, e não é a sua obrigação moralmente outorgada nos proteger. Como seres humanos, é a obrigação de todos evitar causar danos aos outros.
A lógica desta feminista segue mais ou menos assim:

1. Como feminista e modernista esquerdista, ela acredita que a autonomia é bem maior da vida.
2. Não é "autonomia" a mulher depender dos homens para a sua segurança física.
3. Logo, a sociedade tem que ser reconstruída de modo a que as mulheres se possam proteger a elas mesmas e não precisem da ajuda masculina.
4. Isto requer que a sociedade garanta que nenhum homem venha a cometer actos de violência contra as mulheres.
5. Desde logo, é bom que a sociedade se certifique que nenhum homem venha a cometer actos de violência contra as mulheres.

A coisa mais moral, segundo Clementine Ford, é as mulheres serem autónomas, e como tal, temos que insistir que as pessoas vivam as suas vidas de maneira que se conformem com este imperativo moral.

Note-se que a preocupação maior de Clementine Ford não é a segurança das mulheres e das crianças, mas sim a independência feminina. É precisamente por isso que ela nunca irá aceitar a "protecção outorgada pelos homens", mesmo que ela seja eficaz em termos de minimizar os riscos da mulher vir a sofrer violência.

O problema com a abordagem da Clementine Ford é básico, nomeadamente, que ela coloca o "bem" da autonomia acima de tudo, mesmo acima do propósito moral. Isto obviamente, não é bom para as mulheres, e é perigoso pensar que há um bem único que toda a sociedade deve adoptar coercivamente. O melhor é reconhecer que há um leque de bens que têm que ser trabalhados dentro dum enquadramento operacional.


* * * * * * *

Basicamente, o que isto significa é que o propósito do feminismo (ou pelo menos, um deles) é o de isolar as mulheres dos homens, mesmo que isso aumente a violência contra as mulheres. Quando as feministas falam em "independência das mulheres", o que elas têm em mente é a independência das mulheres perante os homens (mesmo que isso signifique maior dependência do Estado e maiores índices de violência doméstica).

[ ACTUALIZAÇÃO - 2 de Agosto - 23:25 ]





quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Porque é que as feministas odeiam Costanza Miriano?

Um livro de auto-ajuda fundamentado em princípios da Bíblia Hebraica - escrito por uma jornalista de 43 anos, casada e mãe de 4 filhos - que aconselha as mulheres a serem submissas aos seus maridos dentro do casamento está a causar uma comoção internacional por parte de  feministas de todo o mundo.

O livro, com o nome de "Cásate y sé sumisa", traduzido para "Casa-te e Sê Submissa", causou também a ira duma figura política espanhola com nome de Ana Mato, que segundo o The Telegraph, disse:

Acho isto desapropriado e desrespeitoso para as mulheres.

Não parece que a Ana Mato tenha explicado o que há de "desrespeitoso" em ser submissa ao marido.

Segundo uma reportagem, logo desde o princípio do livro a autora Costanza Miriano declara às mulheres que, "nós não somos iguais e não reconhecer isto é garantir uma fonte de sofrimento." Ela aconselha também às mulheres a forma de lidar com os maridos dentro do casamento:

Tens que te submeter a ele. Se tiveres que escolher entre o que tu gostas e o que ele gosta, escolhe em favor dele...quando o teu marido te disser algo, ouve com atenção como se fosse Deus a falar contigo.

Miriano, que está há 15 anos casada com o mesmo homem, explicou às suas leitoras que:

O marido não resiste a esposa que o respeita, que reconhece a sua autoridade, e que se dedica de forma leal a ouvi-lo, permanecendo do seu lado.

Partes do livro que aconselham as mulheres a lidar com problemas domésticos não foram traduzidos para o inglês:

Se não és uma cozinheira experiente ou a dona de casa perfeita, qual é o problema se ele assim o disser? Diz que ele tem razão, e que é verdade, e que vais aprender. Quando ele observar a tua doçura e a tua humildade, bem como o teu esforço para te tornares mais na pessoa que ele quer, ele também mudará. (...) As mulheres esquecem-se que não podem ter tudo: trabalhar como um homem e ficar em casa como uma mulher. O poder não foi feito para as mulheres.

Francisco Javier Martinez, o Arcebispo ode Granada, chamou o livro de "muito interessante, do ponto de vista Cristão", mas o mesmo deixou os grupos feministas espanhóis enraivecidos, levando a que algumas viessem às ruas e rasgassem cópias do livro.Activistas do grupo Anonymous deram também a sua opinião sobre o livro através duma mensagem de vídeo, qualificando-o de "misógino" e "opressor". Uma activista disse o seguinte:

Estamos fartas de ver a Igreja a olhar para nós como meros objectos feitos para satisfazer os homens, reproduzir e limpar.

Numa entrevista dada à BBC, Miriano defendeu a sua posição explicando que quando fala da mulher ser submissa no seu livro, ela não está a caracterizar a submissão como algo de negativo.

Não gosto da forma como a palavra é entendida em inglês, mas eu não a uso com conotação negativa; ela é uma palavra extraída do Livro de Efésios e de maneira nenhuma significa ser um tapete do marido. Eu uso-a no sentido etimológico de ser alguém abaixo, ou debaixo, fornecendo apoio tal como uma coluna apoia o telhado visto que nós, como mulheres, somos mais fortes. Nós somos capazes de colocar a personalidade na relação. João Paulo II escreveu que a mulher tem o génio e o talento do relacionamento, e como tal, nós somos capazes de ser o coração da família. A submissão é uma coisa muito, mas muito boa para a a mulher.

Quando lhe foi perguntado do porquê a ministra da Saúde Espanhola querer que o livro seja retirado, ela explicou que se calhar ela tem problemas com a palavra "casar".

Sinceramente, não sei. Eu pensava que era por causa da palavra "sumisa" [submissa] mas fiquei a saber que há muitos livros com a palavra "sumisa" que são vendidos nas lojas espanholas, tais como 'Diario de una sumisa'. Portanto acho que o problema talvez seja com a palavra 'cásate' [casa-te] visto que ser submissa ao marido é visto como algo terrível. Não sei bem porquê.

A mesma autora escreveu um livro com o título de "Marry Her and Die for Her" [Casa-te Com Ela e Morre Por Ela], mas não há notícia de manifestações masculinas acusarem-na de promover a morte dos homens.

Respondendo a uma questão do porquê algumas mulheres ficarem tão zangadas com o livro, ela disse:

Talvez nós não sejamos livres da necessidade de sermos reconhecidas. Quando uma mulher está em paz com ela mesma, e está totalmente realizada, ela não tem necessidade de ter reconhecida e como tal, ela pode escolher tomar uma posição de menor autoridade, não no sentido de ser o tapete mas sim no sentido de ser uma coluna.

Quando lhe perguntaram se o seu livro alegava que o feminismo havia destruído o casamento, ela respondeu:

Eu trabalho. Sou jornalista durante o dia, e à noite escrevo livros. Tenho 4 filhos. Acho que as mulheres que querem os mesmos direitos que os homens têm falta de imaginação e ambição uma vez que nós somos tão diferentes dos homens.

Ao tentar explicar o porquê do livro de Miriano se ter tornado tão popular na Espanha e em Itália, Sam Owen, psicólogo e profissional ligado aos relacionamentos, disse que isso prende-se com o desmoronar da sociedade:

Actualmente há muitas casas só com um parente e muitas famílias desfeitas, e os casais que ainda estão juntos tendem a ser pais ou avós. Se as pessoas têm um desejo ardente pelo casamento à moda antiga é porque muitos deles funcionaram tão bem. Quando se fala dos papéis dentro dum casamento, nós somos uma sociedade perdida.

Devido ao mundo em rápida mudança, ao desejo de colocar as mulheres iguais aos homens, e ao desejo de ter tudo - crianças, uma carreira bem sucedida e um marido satisfeito - os maridos e as esposas sentem-se confusos em torno do seu papel dentro do casamento e dentro da unidade família, e isto cria discórdia.


* * * * * * *
As feministas acabam sempre por revelar a sua natureza comunista sempre que uma mulher se atreve a dar uma opinião que não está de acordo com "O Partido".

Se algumas mulheres se sentem felizes competindo com os homens dentro e fora do casamento, que o façam - ninguém as impede. Por outro lado, se as mulheres se sentem satisfeitas e felizes em serem as "colunas" que apoiam o "tecto" do casamento (isto é, submissas ao seu marido), então a escolha destas mulheres tem que ser respeitada. Se estas mesmas mulheres escolhem escrever sobre a sua experiência de serem submissas ao homem que amam, então elas não podem sofrer ataques por parte das feministas.

Mas não é isso que acontece. Segundo o feminismo, as mulheres são livres para dar a sua opinião, desde que a sua opinião esteja de acordo com a ideologia

Imaginem a comoção internacional que aconteceria se um homem (padre, de preferência) tentasse censurar um livro só porque não concorda com a tese do mesmo. Mas é precisamente isso que as feministas estão a fazer ao tentarem censurar um livro só porque não concordam com a sua mensagem.

Isto revela de modo bem óbvio que o feminismo é um movimento inimigo da liberdade de expressão, e, como tal, todas as pessoas que valorizam a liberdade devem-se colocar contra o feminismo.







sábado, 16 de março de 2013

A influência do passado sexual

Mais um homem que pede "conselhos" para algo que deveria ser relativamente fácil de decidir. Com comentários do blogue "Alpha Game Plan"

QUERIDA ABBY: A minha mulher é eu estamos casados há 5 anos. Descobri recentemente que, quando ela tinha 19 anos, ela fez entre 10 a 20 filmes pornográficos. Nós casamo-nos quando ela tinha 27 anos, e temos 4 filhos de dois casamentos anteriores. 


Estou devastado.

Quando a confrontei com isto, ela chorou de uma forma que eu nunca a tinha visto chorar, e disse que este foi o maior erro da sua vida. Entendo que seja difícil dizer a alguém sobre isto. Eu mesmo também não levei uma vida perfeita, e também tenho os meus esqueletos no armário (dos quais nunca faria menção). 

No entanto, não consigo superar esta situação. Nunca senti uma dor como a que sinto agora e não sei o que fazer. Amo a minha esposa e não quero o divórcio, mas isto [o facto dela ter feito 10-20 filmes pornográficos] assombra-me todas as noites. 

Temos uma excelente vida e eu tenho total confiança nela. O que é que tenho que fazer para superar esta situação? 

Assinado: DEVASTADO NOS ESTADOS UNIDOS.
A resposta da "conselheira" não foge muito ao que seria de esperar (como já visto aqui):
CARO DEVASTADO: Um passo gigante na direcção certa seria aceitar que ambos tinham um passado antes de se casarem, e que ambos fizeram coisas das quais não estão orgulhosos.
Todas as pessoas têm um passado mas nem todos os passados têm o mesmo peso matrimonial. Certamente que a esposa sabia antecipadamente que os homens não se querem casar com "actrizes" pornográficas, mas mesmo assim, ela escolheu esconder esta informação. O próprio facto dela o ter escondido demonstra que ela sabia que este passado seria muito relevante se o marido (ou futuro marido, na altura), tivesse conhecimento antes de casar.

A colunista continua:
Depois disto, faça uma lista de todas as coisas boas que vocês têm juntos, e perdoe a sua esposa por ter feito erros dolorosos no passado, dos quais ela se encontrava demasiado envergonhada para revelar.
Note-se como o foco passou do que o homem sente, para o que a mulher sente. O propósito da colunista não é ajudar o casamento, nem ajudar o homem que entrou em contacto com ela, mas remover da mulher o estigma dum passado que, a ser sabido antes do matrimónio, seria suficiente para que o casamento não se verificasse.
Certamente que isto [fazer uma lista das "coisas boas" que eles têm juntos] é melhor do que divorciar a mulher por uma coisa que ela não pode mudar.
A implicação disto é que se ela - a esposa - pudesse mudar o passado, então já seria moralmente aceitável pedir o divórcio; como ela não pode mudar o passado, então o melhor é o homem suprimir a sua natural aversão pela mulher promíscua, e manter-se casado com ela. Ou seja, o que ele sente é irrelevante: o que interessa é o que ela sente.
Se isto não funcionar, então será aconselhável procurar aconselhamento matrimonial.
Este "aconselhamento matrimonial" terá como propósito único condicionar o homem de modo a que ele altere a sua psicologia e se sinta "bem" em ter como esposa uma mulher que, a troco de dinheiro, disponibilizou o seu corpo para a degradação sexual com vários homens potencialmente contaminados com DSTs.

Mas este será um esforço condenado ao fracasso porque a rejeição que o homem tem pela mulher promíscua está embutida na sua psicologia masculina; ela não pode ser alterada através da lei nem através da pressão social ("shamming").

* * * * * * *

Até pode ser que estejamos errados, mas acho que a maior parte das mulheres entende que ter um passado como "actriz" pornográfica não pode ser considerado um acréscimo matrimonial.

A reacção da esposa pode ser indício de que ela foi realmente apanhada de surpresa (ou então não foi suficientemente rápida em voltar a situação ao contrário e acusar o marido de infidelidade por assistir filmes pornográficos). Mas levemos em conta que nós estamos provavelmente a falar dum N ([N = números de parceiros sexuais] que varia dos 10 aos 50 (e isto falando só dos parceiros sexuais que ela teve nos filmes, fora os que ela teve na vida pessoal). Vamos assumir que o N é 30.

Se as mulheres são capazes de entender o quão desagradável é para o homem casar com uma mulher que teve 30 parceiros sexuais durante a sua "carreira cinematográfica", porque é que é tão difícil para algumas entender que fornecer os mesmos serviços sexuais gratuitamente não é mais aceitável para os homens, (quer existam ou não câmaras em redor)?

Devido a isto, a ideia de que o passado pornográfico é intrinsecamente pior que um outro passado não-pornográfico, mas com o mesmo número de parceiros sexuais, é dúbio. Afinal, o que é pior: 1) uma mulher que afirma que fez o que pelo dinheiro, ou 2) outra que afirma tê-lo feito de graça? E qual das duas mulheres é mais susceptível de trair o marido: a mulher que fez o que fez pelo dinheiro, ou aquela que fez o que fez apenas e só porque teve vontade de o fazer?

É perfeitamente lógico o homem rejeitar a mulher promíscua - quando se fala em casamento - porque a vida sexual passada é uma forma válida do homem projectar que tipo de esposa ela vai ser.
Conclusão:

Hoje em dia as mulheres pedem o divórcio pelos motivos mais frívolos, mas os homens aparentemente não tem apoio social na sua decisão de se divorciar duma mulher que 1) fez filmes pornográficos e 2) escondeu que fez filmes pornográficos.








quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Submissão e casamento

Testemunho duma mulher visto neste site.

* * * * * * *

22:20. Saí da garagem e entrei em casa, poisando a mala do portátil e a pulseira e entrando na cozinha. Seis horas atrás, a panela de barro funcionou ao preparar a refeição para a família ao mesmo tempo que eu saía para ir dar a minha aula . . . na baixa. Agora, esta mesma panela encontrava-se no lavatório (inglês: "sink"), cheio de água e de sabão, húmida.

Pratos sujos encontravam-se no balcão. A panela com a broa de milho encontrava-se em cima de tudo, descoberta. Ouvi alguém a ressonar. Olhei para a sala-de-estar, e vi o meu marido deitado no sofá, a televisão ao fundo. Lágrimas de exaustão, raiva e mágoa escorreram pelos meus olhos.

Tirei o meu casaco, arregacei as mangas, e comecei com as limpezas. A cada prato que levava, ficava cada vez mais rancorosa. "Porque é que ele era incapaz de ver isto?" pensei. "Trabalho o dia inteiro, antes de ir dar aulas preparo um jantar caseiro para ele e para as crianças, e ele nem é capaz de se certificar que as coisas estão limpas".

O barulho do lava-louças acordou o marido dorminhoco. "Eu ia fazer isso antes de ir para a cama," disse ele, sentindo a minha irritação. "Bem, tu já foste para a  cama, não?" respondi, tentando saber quanto tempo ele tinha sido abençoado com um sono, sabendo que ambos estávamos acordados desde as 5 da manhã. "Deixa-me ajudar-te," disse ele. "Já estou quase a acabar. Não preciso da tua ajuda," menti. A sua testa franziu. "Faz como quiseres. Eu vou lá para cima," disse ele. 

Eu não sabia que ele tinha mesmo intenção se lavar os pratos mas que acidentalmente tinha adormecido no sofá porque também ele estava exausto. Não sabia que eletinha amorosamente passado o seu tempo com cada uma das crianças, lendo-lhes histórias antes de os colocar na cama, orando com eles antes deles dormirem.

Nessa noite ele foi para a cama sentindo-se desrespeitado. Eu fui para a cama sentindo-me mal amada. 

Pequenas interacções como esta ocorreram com frequêmncia suficiente para criar uma divisão entre nós. Estes pequenos conflitos ficaram sem resolução, ou foram lidados de forma pouco saudável, o que causou que o nosso relacionamento fosse ficando cada vez mais estéril e no caminho da destruição. 

***
 
Cresci como produto da segunda vaga do feminismo, tendo aprendido dos média que os homens eram opressores, disparatados, e incompetentes. Talvez como consequência disso, passei quase uma década do meu casamento a "lutar pelos meus direitos" com o meu marido. Criticava-o e mandava nele sempre que podia.

Não se dava o caso dele ser má pessoa, mas sim o caso de eu ter sido treinada a ver opressão e dominação em potência nos homens. Eu ficava irritada com a sua falta de atenção em relação aos detalhes em casa, ou em relação aos detalhes em torno do bebé. Fiz questão de lhe mostrar com regularidade os seus erros, esperando que o seu comportamento mudasse. 

Os meus métodos tornaram-no defensivo e destruíram o nosso relacionamento. Rapidamente vi-me num casamento com um homem que havia parado de partilhar os seus pensamentos e sentimentos comigo.

Sendo um Cristã practicante, eventualmente cruzei-me com um versículo da Bíblia que, inicialmente, me irritou: Efésios 5:33, "e a mulher reverencie o marido."  Outro verso sugeriu que eu me "submetesse" ao meu marido, e a minha reacção foi a mesma. Nem queria acreditar que Deus tencionava que eu reverenciasse um homem que, aos meus olhos, não tinha interesse em fazer o nosso relacionamento funcionar.

Uma década mais tarde, posso dizer que esses dois conceitos - "reverência" e "submissão" - salvaram o meu casamento.  E isto não aconteceu porque eu passei a ser um capacho, ou parei de partilhar os meus sentimentos. Aprendi que a submissão Bíblica, essencialmente, significa "não sejas uma concorrente contenciosa com ele."

Depois de aprender isso, passei a discutir menos com ele. Parei de rodopiar os meus olhos com descontentamento sempre que ele tinha algo a dizer - mesmo que eu pensasse na altura que o que ele dizia não era a melhor das ideias. Passei a practicar o verso Bíblico que diz para estar "pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar." [Tiago 1:19]
 
Comecei a perguntar-lhe sobre a sua vida e comecei a ter interesse nele como pessoa. Decidi que ele era mais importante para mim, quer houvesse loiça para lavar ou peúgas espalhadas pelo chão. Houve algumas coisas que ele fez que poderiam ser consideradas falhas graves mas que já não pareciam ter importância quando eu passei a olhar para ele como pessoa de valor. Eu conseguia perdoá-lo - e passei a ver a minha natureza falha mais claramente. 

Decidi também que passaria a fazer todas estas coisas para a Glória de Deus, e não como forma de obter algum tipo de resposta do meu marido. O meu marido levou alguns anos a notar a diferença no meu comportamento, mas por essa altura, já não importava. A minha relação com Deus havia, entrentanto, crescido, e eu já não tinha uma necessidade assim tão grande da afeição do meu marido. Deus preencheu o vazio no meu coração, o mesmo que eu havia tentado preencher com o meu marido. 

Rapidamente, o comportamento do meu marido começou também a mudar; ele começou a levar-me mais frequentemente para jantares românticos, começou a fazer mais trabalhos variados dentro de casa, e até "raptou" uma das minhas aulas nocturnas.

Num dos gestos mais românticos que alguma vez vi, ele deu uma mini-palestra de 10 minutos para cerca de 100 pessoas onde ele disse a amiga e esposa espectacular que eu era. Para além disso, ele deu-me de presente uma linda pulseira, cheia de encantos, e disse o que cada um de nós representava.Não havia um único olho seco no local. 

***
 
Correndo o risco de soar subserviente e anacrónica, eu sugiro às esposas que respeitem os seus maridos como forma de melhorar os seus casamentos. O nosso ministério sem fins lucrativos Greater Impact Ministries, ensina um curso às mulheres casadas, e eu escrevi um livro, The Respect Dare, que ensina às mulheres a forma de se unirem a Deus e aos seus maridos de forma mais profunda, aprendendo a comunicar o respeito.

Muitas das sugestões são bastante simples. Nós sugerimos às mulheres que não critiquem os seus maridos, mas em vez disso demonstrem apreciação diária e tomem atenção às coisas boas que ele faz.  Ensinamos a forma de discordar sem ser competitiva ou sem gerar atitude defensiva no marido. . . .  Encorajamos as mulheres a investir nelas mesmas e nas amizades, a serem arrojadas, valentes e encontrar o propósito de Deus para as suas vidas (e a segui-lo).

Quando elas fazem isto, elas notam que todos os seus relacionamentos melhoram - e não só o seu relacionamento com o marido. 

Muitas delas, como eu, têm agora casamentos onde elas e os respectivos esposos buscam a opinião um do outro, tomam decisões juntos e são mais felizes.  Nenhum deles é perfeito, mas o casamento é melhorado devido ao esforço de ambos. 

Escolhi dar uma chance ao respeito porque sou Cristã e tento (ênfase em "tento") seguir os ensinamentos Bíblicos em torno da forma como devo viver. Mas mesmo que não tivesse esta confiança na Bíblia, aprender a comunicar o respeito e o amor tem um impacto profundo nos casamentos.
( . . . . )




segunda-feira, 11 de junho de 2012

Qual é a variável com maior peso no momento em que a mulher decide se toma ou não o nome do marido?

"Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem."
Mateus 19:6

Gad Saad, citando um estudo no Journal of Family Issues, responde:

De todas as variáveis que foram investigadas como possíveis moderadoras dessa práctica particular [por exemplo, idade da mulher, diferença de idades entre marido e a mulher, etnia do marido e etnia da mulher, realização educacional da mulher, ocupação da mulher, rendimento do marido e rendimento da mulher], aquela que de forma sobrepujante mais influencia a decisão da mulher é o seu nível educacional.

Eis aqui o rácio das probabilidades [quando comparadas com as mulheres cujo nível educacional era inferior ao bacharelato]:

  • Mulheres com bacharelato: 1.7
  • Mulheres com um mestrado: 2.8
  • Mulheres com grau profissional: 5.0
  • Mulheres com doutoramento: 9.8

Os rácios probabilísticos que são listados no fim [todos eles são estatisticamente significativos; p menor que .001] revelam a probabilidade incremental da mulher não usar o nome do marido.

Por exemplo, as mulheres com doutoramento são 9.8 vezes mais susceptíveis de usar um sobrenome "não-convencional" [isto é, qualquer coisa menos o nome do marido] quando comparadas com as mulheres cujo nível educacional é inferior ao bacharelato.

Fonte

* * * * * * *

Portanto, quando mais a mulher se alinha com o ideal feminista de "forte e independente", para além dela ser mais susceptível de se recusar a aceitar o nome do marido, ela torna-se mais violenta, mais promiscua, mais predisposta a matar bebés inocentes, mais mentirosa, pior mãe, mais invejosa, mais anti-família , e, basicamente, mais repulsiva aos olhos dos homens.

No entanto, um substancial número de mulheres, qual manada de lemingues lançando-se dum precipício, continua a seguir o que a elite feminista lhes diz que é "bom para elas". O facto de não ser, é irrelevante.

Outra situação caricata é que muitas destas feministas que se recusam a usar o nome do marido no casamento. não têm problemas nenhuns em ficar com o dinheiro do mesmo homem aquando do divórcio. O nome dele não é digno dela [feminista] mas o dinheiro já é.


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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Mulher abandona marido para estar com namorado" só para descobrir que "ele" era uma "ela"


Mulher casada que gastou mais de $10,000 num falso namorado, por quem foi alegadamente enganada em favor duma relação online, venceu a batalha em torno ver o assunto aos tribunais.

Paula Bonhomme foi seduzida com mensagens e emails provenientes do bombeiro imaginário que ela conheceu em 2005 em canais de conversação em torno da série de TV 'Deadwood'. O par enviou vários presentes um ao outro antes de Bonhomme terminar o seu casamento depois de planear ir viver com o seu novo amor.

Mas Bonhomme ficou devastada ao descobrir que 'Jesse Jubilee James' havia morrido de cancro no fígado no em 2006.

Os seus estupefactos amigos descobriram mais tarde que o bombeiro imaginário havia sido inventado por Janna St. James, uma mulher de meia-idade a viver em Chicago, Illinois.

O "par" nunca se havia encontrado em pessoa mas Bonhomme deixou o seu casamento e estava pronta a deixar a sua casa em Los Angeles, California, para ir viver com o "namorado" no Colorado.

A partir da sua casa, Janna St James havia criado uma complexa rede de personagens todas elas entrelaçadas na vida do bombeiro.

-Fonte-


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