terça-feira, 23 de outubro de 2012

Nem os homens nem as mulheres querem a igualdade




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Estudo sugere que as mulheres querem "casar para cima" e naturalmente escolhem maridos que ganham mais do que elas. [ed: Era preciso um estudo para apurar isto?]

A ideia de que a maioria das mulheres quer ser financeiramente independente é um mito, segundo alega Catherine Hakim da "London School of Economics". Apesar de vários anos de campanha em prol da "igualdade", mais mulheres escolhem homens ricos com quem casar hoje, do que nos anos 1940.

No seu relatório, Hakim sugere que os homens dominam as posições de topo porque as mulheres simplesmente não querem carreiras profissionais em actividades empresariais. Ela criticou David Cameron por dar apoio à ideia de quotas como forma de garantir que as companhias de topo contratam mais mulheres para as suas gerências.

A aspiração da mulher de casar para cima, se ela puder, com um homem que tem mais educação formal que ela e que ganha mais dinheiro que ela, persiste por toda a Europa. As continuam assim a usar o casamento como alternativa ou suplemento às suas carreiras.

A pesquisa, que se baseiou em dados recolhidos na Grã-Bretanha e na Espanha, mostrou que em 1949, 20% das mulheres Britânicas casou-se com homens com uma educação significativamente superior à delas. Durante os anos 1990, a percentagem de mulheres que decidiu "casar para cima" subiu para 38%, padrão que se repete no resto da Europa, nos EUA e na Austrália. O estudo concluiu que a igualdade de papéis na família, onde o marido e a mulher trabalham, e onde partilham o tempo dedicado às crianças e às lides caseiras, "não é um ideal ambicionado pela maioria dos casais".

A Drª Hakim acrescentou:

Não é, portanto, surpreendente que as mulheres geralmente ganhem menos que os maridos, e que a maior parte dos casais racionalmente decidam que faz muito mais sentido ela dedicar mais rempo no cuidado das crianças, e usar a maior parte das facilidades laborais para estar junto das crianças.

O seu relatório sugere também que muitas mulheres não querem admitir que querem ser donas de casa - nem mesmo aos seus pais.

Tornou-se impossível dizer 'Não me importaria de ser dona de casa.' Isso é politicamente tão incorrecto que muitas mulheres não querem admiti-lo.

O estuda chega ao público depois duma série de medidas terem sido anunciadas pela Coligação, e feitas com o propósito de reduzir o fosso salarial entre os homens e as mulheres.

A Drª Hakim acusa também as feministas de propagar uma série de mitos e de manufacturar "munição política para uma guerra que já terminou." Ela diz:

Actualmente, as mulheres têm mais escolhas que os homens, incluindo genuínas escolhas entre um foco na família ou foco num empregro remunerado. Apesar disso, muitas pessoas envolvidas na política, bem como feministas, parecem desapontados com o ritmo baixo com que as mulheres têm chegado aos empregos de topo.

As diferenças sexuais são tratadas como dados auto-evidentes para a discriminação generalizada e estereotipização dos papéis sexuais, e não como o resultado das escolhas e preferências pessoais.

Exigências feitas em favor de mais mudanças fundamentam-se em pressuposições falsas e evidências antigas. As pesquisas mais recentes mostram que a maior parte das teorias e ideias das últimas décadas, construídas em torno da igualdade de género, estão erradas. Apesar das alegações das feministas, a verdade dos factos é que muitos homens e muitas mulheres têm aspirações profissionais, prioridades e objectivos de vida diferentes. Devido a isto, os legisladores não podem de maneira nenhuma esperar que haja igualdade nas consequências laborais.

O relatório fala também nos planos da União Europeia de oferecer 20 semanas de licença de parto às mulheres grávidas com ordenado integral. É dito que tais políticas "amigas da família" tudo o que fazem é "reduzir a igualdade de género nos locais de trabalho, em vez de aumentá-lo". Os críticos alegam que tais provisões em torno da maternidade podem fazer com que os patrões pensem duas vezes antes de contratar uma mulher em idade de conceber. 

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Resumindo:
  • 1. Mulheres preferem casar com homens com rendimentos superiores ao seu (hipergamia?).
  • 2. A maior parte das mulheres não está interessada na "independência financeira" - contrariamente ao que as feministas defendem. Aparentemente o que as mulheres querem é um homem que lhes dê segurança enquanto elas levam a cabo o papel mais importante da vida duma mulher: ser mãe. 
  • 3. Como é normal, os políticos ocidentais andam a reboque das feministas, mas nenhum destes grupos faz o que a maioria das mulheres realmente deseja. Aparentemente os políticos e as feministas instalam medidas sociais que beneficiam . . . . . . os políticos e a elite feminista (mas não as mulheres no geral).
  • 4. Como já foi falado num post recente, nem o marido nem a mulher querem a "partilha de actividades caseiras", mas sim pessoas que desempenham os papéis que sempre estiveram associados ao seu sexo: homem => provedor/protector; esposa => cuidadora do lar e das crianças.
  • 5. Muitas mulheres têm medo de admitir que querem ser caseiras (e não carreiristas), o que significa que a engenharia social, e a alteração do senso comum da mulher, foi tão bem feito, que elas agora têm vergonha de declarar publicamente aquilo que, na mulher, é a coisa mais natural do mundo. Daqui se conclui que o normal passou a ser vergonhoso, e o anormal passou a ser glorificado.
  • 6. As mulheres têm mais escolhas (trabalhar ou ficar em casa com os filhos) do que os homens (trabalhar ou  . . . trabalhar).
  • 7. As diferenças salariais não são o resultado de discriminação sexual, mas sim resultado das escolhas pessoas dos homens e das mulheres. Nunca vai haver uma altura da história da humanidade onde os homens ganham o mesmo que as mulheres uma vez que os homens fazem os trabalhos mais perigosos, mas sujos e muitas vezes, melhor remunerados.
  • 8. Por fim, os planos da União Europeia em torno da remuneração da licença de maternidade pode levar muitos patrões a evitar contratar mulheres em idade de conceber. Ou seja, a medida que a UE pensa ser uma "ajuda" à mulher, vai, sim, torná-la menos susceptível de ser contratada.
Todos estes 8 pontos [1) mulheres preferem homens mais ricos, 2) mulheres não querem independência financeira, 3) medidas que ajudam o governo e a elite feministas, mas não as mulheres, 4) a partilha das tarefas domésticas, 5) o medo de admitir que quer ser caseira, 6) maior número de escolhas para a mulher, 7) diferenças salariais serem o resultado de escolhas pessoas e não discriminação, 8) subsidiamento da licença de parto, que pode tornar a vida da mulher mais difícil] revelam mais uma vez que a mulher que defende o feminismo está, literalmente, a defender um movimento que só lhe tem prejudicado.
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O herói de 12 anos

Um rapaz de 12 anos foi louvado pela sua bravura depois de sofrer queimaduras horríveis quando salvava a vida da sua avó. 

Seth Cutright ficou com queimaduras graves por toda a sua cara, corpo e braços depois dum aquecedor de propano ter explodido na sua casa, Vernonia, Oregon. Seth disse que sentiu cheiro de gás pouco antes da sua avó, Rose Cutright, ter acendido um cigarro. A explosão resultante incendiou a casa - e a avó Rose - e causou a que Seth se apressa-se a pegar nela e a carregá-la para fora da casa em chamas.

Seth disse à Komo News que sentiu o cheiro de gás pouco antes da casa explodir.

Foi tipo, "Boom!" - um flash luminoso bem em frente a ti. A minha avó estava em fogo, mas não totalmente, só um bocado. . . . . Carreguei a minha avó até para fora, e deitei-a no chão. Depois dirigi-me ao vizinho do lado e disse "Chamem uma ambulância"

Os dois familiares encontram-se agora a recuperar das lesões no "Oregon Burn Centre".

Os pais de Seth foram entrevistados pela Komo News, e o pai - Roger - afirmou perante as câmaras "Amo-te muito. Estou orgulhoso de ti. Tu és o meu herói.".



Fonte
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Pontapeando o multiculturalismo


Imagens recolhidas pelos sistemas de vigilância duma paragem de autocarro de Wolverhampton  mostram um homem de idade e receber violentos pontapés (semelhantes a pontapés de karaté) por parte de dois homens. O ataque descabido - que terminou com um sinal do ataque no peito - deixou o homem inconsciente.

A polícia de Midlands publicou os vídeos do ataque na esperança de que alguém possa identificar os atacantes e disponibilizar informação que leve a sua captura.

O homem que foi vítima do ataque parecia estar bêbado à medida que ia falando com as pessoas que se cruzavam com ele na paragem de autocarro. Mas a polícia ressalvou que, mesmo que ele tenha dito algo ofensivo, não há justificação para o ataque. 

O policial que lidera a investigação, o Sargento Adrian Brown, afirmou:

Vê-se o homem de idade a movimentar-se pela paragem de autocarro . . . o seu caminhar não parece seguro, e é bem provável que ele esteja bêbado. A gravação mostra-o a falar com as pessoas da paragem e parece que os agressores não gostaram de algo que ele estava a dizer.

Mas independentemente do que ele tenha dito, não há qualquer desculpa para o castigo imposto na vulnerável e indefesa vítima. Ele foi pontapeado até ao chão, e enquanto se encontrava no chão, outro homem deu um salto e pontapeou-o no peito.

Antes das outras pessoas que se encontravam no local se abeirarem do homem e chamarem a ambulância, ambos os agressores fugiram do local, deixando o  idoso inconsciente.

Este foi um ataque revoltante e cobarde e eu apelo a qualquer pessoa que acredite ser capaz de reconhecer os homens, ou tenha alguma informação sobre eles, que entre em contacto connosco.

O atacante que infligiu o golpe de karaté no idoso é descrito como um homem negro no final da adolescência, ou no início dos anos 20, magro e musculado. Ele vestia uma característica camisa preta com a palavra "NERD" sobre ela, e com uma figura dos Smurfs. Ele tinha sobre os ombros uma mala desportiva.

O seu cúmplice foi descrito como um negro mais magro com um corte de cabelo afro, e vestindo um casaso preto 3/4, e auscultadores brancos.

O Sgt Brown acrescentou

Ainda não fomos capazes de identificar a vítima, que acreditamos ser um local, e como tal, gostaríamos muito de ouvir alguém que o conhece ou que é capaz de identificar. Ele foi deixado inconsciente e é bem possível que ele não se lembre do ataque.

O incidente ocorreu no Sábado passado, por volta das 8 da noite (20:00)

Qualquer pessoa que tenha informação relevante pode contactar anonimamente o número 0800 555111.

       

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O problema deste ataque não é ter sido feito por negros, brancos, azuis, amarelos ou roxos, mas sim o facto de não haver forma empiricamente testada de lidar com alguns membros de culturas distintas, visto muitos deles terem sido cuidadosamente indoutrinados de modo a constatemente terem à flor da pele um raiva artificial, pronta a explodir se a pessoa errada (leia: branca/heterossexual/judia/cristã) agir duma forma que eles não aprovam. E isto vai continuar a acontecer até que os habitantes da Europa Ocidental acordem e se apercebam que estão a ser liderados por pessoas que têm planos para destruir a sua civilização, cultura e valores morais.

Os idiotas úteis do multiculturalismo, ao forçarem pessoas de culturas distintas a co-existir, não levam em consideração as sensibilidades distintas e incompatíveis das diferentes culturas. Não é possível a sã co-existência entre uma cultura bárbara e cultura civilizada, não por motivos biológicos ou étnicos, mas precisamente porque as culturas distintas valorizam atitudes e comportamentos distintos. A cultura muçulmana valoriza uma vasta gama de comportamentos, ao mesmo tempo que o povo israelita valoriza outros; a cultura trazida pelos negros provenientes de países africanos (ou provenientes das Caraíbas) não é compatível com a cultura existente em países como a Suécia, Inglaterra ou mesmo Espanha ou Itália. Esta incompatibilidade centra-se no comportamento e não na genética.

Quando a elite esquerdista europeia (e não os idiotas úteis) impõe o multiculturalismo como dogma social absoluto na Europa Ocidental, eles fazem-no perfeitamente conscientes dos resultados destrutivos dessa ideologia. E é precisamente porque o multiculturalismo terá consequências sociais destrutivas que o mesmo é promovido como a nova fé ou uma nova religião. Se o multiculturalismo fosse de facto benéfico para a harmonia e coesão social, ele nunca seria promovido pela elite marxista cultural.

O multiculturalismo é, portanto, uma arma de destruição social usada pela elite esquerdista (e não uma ideologia unificadora e pacíficadora). Dado isto, somos capazes de fazer uma mini-previsão em relação ao futuro da Europa: os países que mais apoio dão ao multiculturalismo, serão, a curto prazo (ou já são), os países que terão (ou já têm) maiores problemas de coesão comunitária entre os vários grupos culturais.

Por outro lado, os países que menos trabalham em prol do destrutivo multiculturalismo, serão, a longo prazo, aqueles que terão menos problemas em torno de fricções sociais e choque de culturas.



domingo, 21 de outubro de 2012

O triunfo do comunismo?


Olhem atentamente para este cartaz promocional.


Repararam em alguma? Perto do símbolo do Cristianismo, Judaísmo, Jainismo, e por aí além ,encontra-se um dos símbolos mais malignos que a humanidade já concebeu: a foice e o martelo.

Durante 3 gerações o símbolo da revolução Soviética significou pobreza, escravatura, tortura e morte. Esse símbolo adornava as lapelas dos chekas que chegavam durante a noite, e era o símbolo usado no princípio e no final dos filmes de propaganda que escondiam a fome prevalecente. Para além disso, esse símbolo publicitou os tribunais populares onde as vitimas de purgas e de falsos "julgamentos" eram condenadas. 

Esse símbolo voava sobre campos de reeducação comunistas e sobre os gulags. Para centenas de milhões de Europeus, este era o símbolo da ocupação estrangeira. A Hungria, a Lituânia e Moldávia baniram-no, e muitos outros países ex-comunistas querem tratá-lo com o mesmo desdém com que tratam a insígina Nacional Socialista.

No entanto, eis aí o símbolo presente na Comissão Europeia, publicitando a surdez moral do seu autor (espero bem que seja isso, e não uma nostalgia latente).

O símbolo bolchevique celebra a ideologia que, em termos numéricos, tem que ser considerada a mais assassina alguma vez criada pela nossa espécie. É nojento que as pessoas passem por ele todos os dias, nos corredores de Bruxelas, e nada digam.

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Não deixa de ser curioso que 1) um símbolo político tenha sido colocado ao lado de símbolos religiosos (o que parece indicar que o autor considera o comunismo uma religião, ou considera as religiões como manobras políticas) e 2) o símbolo do maometanismo tenha sido colocado acima do símbolo do Cristianismo.



sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Homens preferem mulheres mais tradicionais e mulheres sentem-se perfeitamente satisfeitas no papel de dona de casa.

"Nenhuma mulher deveria ter autorização para ficar em casa e cuidar de crianças. . . .  
As mulheres não deveriam ter essa opção precisamente porque se tal escolha existir, demasiadas mulheres a seguirão.
 Simone de Beauvoir, “Sex, Society, and the Female Dilemma,” Saturday Review, June 14, 1975





Era o sonho feminista dos anos 60; um mundo onde o homem e a mulher partilhariam os fardos de modo igualitário. Mas parece que sexo mais fraco virtualmente abandonou a luta. Segundo uma pesquisa publicada há poucos dias, a maior parte dos homens prefere uma esposa tradicional - e a mulher frequentemente fica satisfeita em desempenhar esse papel.

Para além disso, o estudo revela que o marido que as mulheres mais desejam é um "retrossexual"  - isto é, um homem mais "caçador" e "recolhedor" do que um metrossexual "dono-de-casa."

Mais de 1500 adultos tomaram parte no estudo onde lhes foi perguntado quais eram os atributos que eles "mais valorizavam" no conjugue ou no parceiro.  As respostas bem que poderiam ter sido retiradas dum manual duma feliz vida matrimonial proveniente dos anos 50 do século passado. 

No topo da lista masculina encontrava-se a mulher que soubesse "tomar conta da casa", logo seguida da mulher que soubesse cozinhar, limpar e ser boa mãe. Só 16% dos homens valorizava a "estabilidade financeira" numa mulher. Ou seja, para um homem que busca uma esposa com quem passar o resto da sua vida, as "conquistas profissionais" da futura esposa são virtualmente irrelevantes para a sua escolha.

(O som que vocês ouviram agora, ao fundo, foi o som de milhentas cabeças feministas a explodir em uníssono.)


A pesquisa levada a cabo pela "Yorkshire Building Society" apurou muitas mulheres a fazer escolhas igualmente convencionais visto que quase 40% delas afirmou a "estabilidade financeira" como uma das qualidades mais importantes no futuro esposo, e classificaram a sua habilidade como jardineiro como mais importante que a sua habilidade em cozinhar ou limpar.


Tanya Jackson, gerente dos assuntos corporativos no edifício da sociedade, afirmou:
Muitas mulheres tinham o hábito de pensar que desejavam um homem metrossexual, mas então aperceberam-se que estavam fartas do homem que passava mais tempo na casa de banho do que elas. Actualmente, muitas mulheres sentem que preferem o caçador-recolhedor ao mesmo tempo que elas tomam conta do homem quando este regressa.

Dados da "Office for National Statistics" confirmam esta alegação uma vez que mais de 2,1 milhões de mulheres afirmam que elas não trabalham porque estão a "tomar conta da família ou da casa". Apenas 193,000 homens deram a mesma resposta, um número que caiu em cerca de 6% durante o ano passado.

Fonte

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Aparentemente 60 anos de engenharia social tendo em vista a transformação da mulher numa cópia do homem esbarraram nas restrições biológicas e  psicológicas do ser humano.


Só as pessoas com dois olhos na cara e um cérebro funcional seriam capazes de reparar que as mulheres gostam de homens provedores ao mesmo tempo que os homens preferem mulheres com a capacidade de tomar  conta do "ninho".  O resto do espectro social, ébrios com o Champagne du Marx, continuará a forçar os homens e as mulheres a desempenhar papéis sociais totalmente inadequados para o seu sexo - ou pelo menos, papéis sociais que são melhor desempenhados pelo sexo oposto.



terça-feira, 16 de outubro de 2012

A triste vida de Monica Lewinsky

A história que se segue, que me foi alertada pelos leitores, demonstra a máxima do Heartiste de que nos cálculos libidinosos das mulheres jovens, cinco minutos com um macho alfa suplantam uma vida inteira na companhia de um macho beta:
Não há marido, tal como ela sonhou, não há namorado, e não há crianças, embora ela tenha dito que no seu coração, ela era romântica e que casar e ter filhos "eram as coisas mais importantes para mim". Depois de inúmeras tentativas de se reinventar profissionalmente, também não há qualquer indício duma carreira bem sucedida.

A MailOnline apurou que ela continua a batalhar com o seu peso, e que agora vive com a sua mãe. Ela mudou-se do apartamento dispendioso que havia alugado durante quase uma década em Greenwich Village - onde as propriedades podem custar até $7,450/mês para um apartamento com um quarto - e divide o seu tempo entre New York e Los Angeles.
Quando ela fica em New York, ela vive com a sua mãe, Marcia Straus, que é dona duma penthouse na cidade.
Parece que ela voltou a ganhar os 14 quilos que perdeu no programa de dieta "Jenny Craig". A sua ligação com a companhia foi famosamente terminada apenas 3 meses depois de ter assinado um contrato de $1 milhão, para ser porta-voz da companhia, depois de terem surgido críticas de que ela não era um bom exemplo.
Foi revelado à MailOnline: 
Acho que se as coisas tivessem corrido como ela queria, ela teria perdido 14 quilos, encontrado um rapaz, mudado para Westchester County, e estabelecido uma família.
[...]
Para além do desgosto que ela sofreu depois do seu relacionamento com o Presidente Clinton, Monica tem planos para detalhar a dor que sentiu quando terminou uma gravidez no momento mais alto do seu relacionamento com o presidente, afirmou uma fonte. Ela estava grávida de um bebé cujo pai era um empregado do Pentágono chamado "Thomas", revelou ela numa biografia mais antiga escrita por Andrew Morton. ‘ O vazio nunca mais foi preenchido,’ disse a amiga
Durante o seu testemunho contra o Presidente Clinton, em 1998, um acordo de imunidade impediu que ela revelasse os detalhes íntimos em torno do seu romance que vieram ao público no livro de Morton desse mesmo ano. Mas esse acordo expirou em 2001, e quando o Presidente Clinton publicou a sua autobiografia "My Life", 3 anos mais tarde, Monica sentiu-se traída por ele outra vez, afirmou a fonte.
Se pensarmos um bocado nesta situação, durante os seus anos 20, Monica vivia o sonho feminista; ela estava a ter relações sexuais com múltiplos e poderosos homens, abortando o resultado, e a trabalhar junto do homem mais poderoso da Terra. Que mais poderia uma jovem mulher "poderosa" desejar? Anos mais tarde, e as coisas não estão assim tão bem. Ela tem quase 40 anos, encontra-se seriamente com peso a mais, sem homem e sem filhos à vista.

Algumas feministas podem dizer que estas mulheres estão a viver a vida que sempre desejaram, mas claramente isto é falso no caso da Monica uma vez que ela queria casar, e ter filhos.
Mas que homem gostaria de se casar com ela depois dela ter dormido com o homem mais poderoso e carismático do planeta? Instintivamente, os homens rejeitam as mulheres que eles sabem os irão colocar num patamar inferior aos parceiros sexuais passados. Esta é uma das razões pela qual as mulheres virgens sempre terem sido preferidas como esposas através da história da civilização.

O impacto psicológico de ter tido relações sexuais com o Presidente dos EUA deve ser muito profundo, e como tal, não imagino homem algum a querer alistar-se para competir com isso. E, claro, que homem pode substituir Bill Clinton no coração da Monica? Havendo sido íntima com o homem que comandou os destinos mais elevados do poder global, tinha o seu jacto próprio e o melhor sistema de segurança da Terra, e era o comandante das forças armadas americanas, como é que outro homem poderia comparar?
O facto de Monica estar solteira não pode constituir surpresa alguma, bem como o facto dela não estar feliz e não conseguir manter controlar o seu peso. No entanto, esta é precisamente a escolha de vida que as feministas prescrevem às mulheres jovens: alguns anos gloriosos de abandono sexual com homens poderosos, e depois uma vida de insatisfação. Que objectivo tão vazio e desilusório. 

Será que as mulheres acordarão e farão uma análise correcta dos dados, ou continuarão a ler livros do tipo “Fifty Shades” na esperança de que podem algum dia voltar a viver tais dias gloriosos? Infelizmente, eu estou mais inclinado a apostar na última opção.

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Virtualmente todos os anos sai uma notícia do quão triste Monica se encontra, mas muito poucos se alongam nos genuínos motivos por trás das suas escolhas de vida. O artigo de W.F. Price provavelmente é o primeiro a fazer exactamente isso.

A Monica Lewinsky é mais uma das muitas mulheres modernas tomadas cativas pelos seus instintos hipergâmicos - situação que as leva a escolher enveredar por um estilo de vida onde elas esbanjam os pontos mais altos da sua beleza e fertilidade com homens que claramente não querem ter qualquer tipo de relacionamento sério com elas.

Pois bem: Monica junta-se agora à cada-vez-mais-longa lista de mulheres "fortes, poderosas e independentes" que descobrem, amargamente, que foram enganadas pela zeitgest sexual prevalecente. Os alfas, esses, também seguem os seus instintos sexuais biológicos e escolhem, agora, mulheres mais jovens e mais bonitas (os homens estão construídos para dar preferência às mulheres mais jovens e mais próximas do ponto mais alto da sua fertilidade).

O mais trágico desta notícia não é o facto de haver mulheres na casa dos 30 ou 40 que se encontram desesperadas por terem deixado para trás uma longa lista de homens honrados dispostos a tomarem-nas como esposas, mas sim o facto das mesmas mentiras feministas que destruíram as vidas das mulheres da geração passada estarem a ser espalhadas entre as moças actuais.

Dito de outro modo: nós temos evidências empíricas que este estilo de vida (sexo casual, adiamento da maternidade, etc) não funciona, mas as mulheres actuais insistem em adoptá-lo.

Em relação à Monica, não há muito a acrescentar em relação ao que Price escreveu em cima. Talvez só uma coisa: da forma como as coisas estão, não será surpreendente se um dia tivermos a trágica notícia de que ela terminou com a sua vida.



Fertilidade e discriminação

Fonte

Mulheres bonitas que pedem aumentos a patroas têm que ter cuidado com a altura em que o fazem visto que se tal for feito na altura errada do mês, isso pode fazer toda a diferença.
Cientistas afirmam que as mulheres ficam mais competitivas no momento mais alto da sua fertilidade, e podem podem oferecer até 25% menos às suas subordinadas. [...] A professora de psicologia  Dr Margery Lucas afirmou que as mulheres têm que levar em consideração o seu momento, e o quão atraentes as patroas são, antes de negociarem qualquer tipo de acordo.

Durante o estudo, levado a cabo por psicólogos na Wellesley College (EUA), as mulheres tinham que oferecer um certo salário à uma parceira virtual que aparecia no ecrân e guardar o resto para si. No final do teste, eles qualificaram o nível de atracção das parceiras numa escala 1-10.

Os cientistas apuraram que, em média, e quando comparadas com as menos atraentes, as mulheres no seu período fértil do mês ofereciam 25% menos às mulheres mais atraentes.   No entanto, segundo apurou o "The Independent", as mulheres no ponto mais baixo da sua fertilidade eram mais generosas - oferecendo 20% mais às mulheres mais bonitas do que aquilo que ofereciam às mulheres menos bonitas.

Os pesquisadores afirmam que estes dados sugerem que as mulheres no ponto mais baixo da sua fertilidade sentem-se menos ameaçadas pela beleza das outras funcionárias. A professora de psicologia disse o seguinte ao "The Independent":
O que nós apuramos suporta a ideia de que, entre as mulheres, a competitividade durante o período de fertilidade elevada encontra-se associada à privação de recursos às potenciais rivais. 

A competição pelos recursos é importante porque as mulheres precisam de adquirir produtos - roupas, maquilhagem, acessórios e assim por diante - para aumentar a sua beleza.

Ao oferecem menos às mulheres mais atraentes, e mantendo mais para si, as mulheres mais férteis podem aumentar a sua beleza ao mesmo tempo que fragilizam a habilidade da competidora de fazer o mesmo.

As mulheres de hoje têm que estar cientes que, por exemplo, negociações salariais, ciclos menstruais, bem como a beleza e o sexo do parceiro de negociação, podem interagir de formas potencialmente onerosas e complexas.


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Obviamente que a psicóloga está errada quando diz que a competição entre as mulheres prende-se com aquilo que as mulheres podem comprar para melhorar a sua aparência. Se o motivo se prende-se com a disponibilidade de recursos para as patroas, então a discriminação seria a mesma entre as funcionárias feias e as funcionárias bonitas uma vez que tanto umas como as outras podem adquirir tais produtos.

Ou seja, as mulheres não discriminam as mulheres bonitas tendo em vista possíveis recursos; elas discriminam as mulheres bonitas porque elas são bonitas.

Quando uma patroa se sente ameaçada pela beleza duma colega, ela não está a pensar em roupas, maquilhagem ou acessórios, mas sim a pensar no macho de maior status. Instintivamente as mulheres sabem que a forma mais eficaz de cativar a atenção dos homens é a através da sua beleza física.

Disto logicamente se infere que quando elas estão perante uma mulher com uma beleza que pode eclipsar a sua, elas instintivamente olham para ela como adversária a ser neutralizada.

Esta neutralização das potenciais adversárias pela atenção masculina pode também explicar o porquê de ser relativamente comum mulheres colocarem fotos embaraçosas das suas "amigas" nas redes sociais.


Entretanto, os comentários à notícia, como seria de esperar, foram muito abrangentes e reveladores:

Já trabalhei com duas mulheres e ambas foram injustas para a equipa quando comparadas com os patróes. E embora eu seja fêmea, sinto que tem que ser dito que, levando em conta a minha experiência, as mulheres nem sempre são as melhores patroas, mas tenho a certeza que a excepções.
- Reporting1- , Bristol, United Kingdom, 15/10/2012 13:37

Trabalhei com uma mulher que estava a atravessar a mudança. Má,  impiedosa, emotiva, mantinha bebidas alcoólicas no escritório. Destruiu por completo a moral da equipa, excepto a dos familiares. . . . Os patróes não têm estas características.
- overtaxedpolicestate, Leeds, 15/10/2012 11:31

Que artigo tão ofensivo.
- PalmaViolet, Guildford, United Kingdom, 15/10/2012 10:48

Talvez, mas há uma grande diferença entre "ofensivo" e "falso".
Não aceitem o emprego se forem ter uma patroa.
- Keith 22, Banstead, United Kingdom, 15/10/2012 9:53


Mesmo quando elas não estão no período, conseguem ser estranhas.
- Jamal, London, 15/10/2012 8:57


De volta para a cozinha com elas.
- Bob, London, 15/10/2012 6:31


Este artigo é um lixo!
- catharine, Brighton, 15/10/2012 1:17


Dia lento em notícias? Quem é que requisitou este tipo de pesquisas? Quem é que as paga? Realmente acho que isto é uma piada.
- kate, austria, 14/10/2012 23:22


Mais uma razão que confirma que as mulheres são más administradoras.
- Matt Munro, Bristol, 14/10/2012 23:07


Artigo e fotografias estúpidas e condescendentes.
- Reubenene, Victoria, Australia, 14/10/2012 21:46


A minha mulher ainda pode ser chamada de "bonita", mesmo depois de 50 anos de casados, e ela sempre disse que, dada a escolha, ela nunca iria trabalhar com uma patroa visto que em 5 dias do mês elas podem ser totalmente irracionais. Não é culpa sua, é apenas um facto. Os homens as mulheres são diferentes (Graças a Deus) e sempre serão diferentes, apesar da legislação feita com o expresso propósito de comprar votos e acalmar as feministas, elas que, diga-se de passagem, têm que substituir a conflituosidade pela graciosidade se é que querem ser notadas.
- bavarianpete, Altenau, 14/10/2012 19:04


E ainda ficamos admirados quando ficamos a saber o quanto as mulheres têm que lutar para serem levadas a sério quando são regularmente confrontadas com  "notícias" como esta m---- de boi.  Discriminação óbvia, senhores do Daily Mail. Vocês deveriam ter vergonha em reportar coisas como esta em pleno ano 2012.
- Kitty, Merseyside, 14/10/2012 19:00

Trabalhei com algumas mulheres no escritório. Deus de céu, a quantidade de lutas entre elas ("cat fights") e a constante variação no humor deixou-me maluco! Sempre a falar de vestidos, bebés e ex-namorados. Eu só queria sair dali o mais depressa possível. Hoje trabalho só com homens, e tem sido fantástico. Falamos de futebol, mulheres e carros. :-) Agora consigo aguentar as horas de trabalho mais facilmente.
- Simon, England, 14/10/2012 18:34


Mais uma razão para não colocar as mulheres em lugares de autoridades. Não é justo para elas, e certamente não é justo para os pobres coitados que têm que andar em bicos de pés à volta dos hormonas da patroa.
- Rixxi, Johannesburg, 14/10/2012 18:14


"Quando as patroas se encontram mais férteis, elas são menos susceptíveis de dar aumentos às mulheres mais bonitas.".......... Provavelmente é por causa disto que as sondagens demonstram que 60% das mulheres preferem patrões a patroas.
- Resident, somewhere in America, 14/10/2012 17:23


Já trabalhei com ambos os sexos, e prefiro trabalhar com os homens. É muito mais fácil.
- Donah, London, 14/10/2012 17:11


As mulheres são as suas próprias inimigas. Nunca vou entender o porquê das mulheres atacarem e causarem tantos problemas a outras mulheres. A irmandade não é tão comum como seria de esperar.
- Zee Chen, San Francisco, 14/10/2012 16:33


Já notaram como todos os estudos "científicos" publicados no DM [Daily Mail] em torno deste assunto consistentemente apuram resultados que demonstram que as mulheres devem permanecer descalças, grávidas e acorrentadas à pia da cozinha?
- hannah, manchester, 14/10/2012 15:52


Que quantide de lixo é este artigo DM!
- Shaffa, Midlands, 14/10/2012 15:37


Chega de estereótipos! Não sei da vida dos outros, mas em todos os empregos que já tive, as patroas sempre foram as melhores. Não é de estranhar o facto de ainda não termos atingido a genuína igualdade. A sociedade causa a que lutemos umas com as outras.
- Ashley, London, United Kingdom, 14/10/2012 13:23

Exacto. É a "sociedade" que causa a que uma mulher coloque fotos embaraçosas das suas amigas nas redes sociais. É a "sociedade" que causa a que uma mulher discrimine as mulheres bonitas. É a "sociedade" que causa a que as mulheres consistentemente tentem neutralizar  a beleza das mais bonitas. E o que é que ela quer dizer com "genuína igualdade"?
Que artigo tão ridículo. Quem me dera que ocasionalmente este jornal demonstrasse algum respeito pelas mulheres. As fotos são totalmente irrelevantes  e condescendentes.
- Katie, Bristol, 14/10/2012 13:17


Foram precisos cientistas para descobrir isto?
- miranda, london, United Kingdom, 14/10/2012 12:04



..



domingo, 14 de outubro de 2012

Adultério e divórcio


A comentadora com o nome Wanderling alega que a infidelidade masculina é a causa única para a existência e mães solteiras:
Todas as mães solteiras que já conheci, que cresceram com só com uma mãe solteira, fizeram o que fizeram porque o pai traiu a mãe. Todas as mães solteiras mais maduras que estão divorciadas que eu conheço, e que já conheci, está divorciada porque o marido a traiu. Eu sei porque tive o cuidado de perguntar...
Esta alegação tem vários erros significativos, mas eu vou-me centrar especificamente num: adultério.

Embora o que cada um qualifica de adultério varia, i.e., infidelidade emocional versus infidelidade física/sexual, as pesquisas sociais tendem a concordar que, quando se fala em infidelidade física, os homens traem ligeiramente mais que as esposas - 23% e 19% respectivamente.  Adicionalmente, a distância entre as taxas de infidelidade está a encurtar, muito devido ao aumento da participação laboral da mulher e a sua exposição a maiores oportunidades para ser infiel.

Portanto, três possibilidades surgem devido a frase anterior:
  • Primeiro, os maridos e os pais no mundo da Wanderling são muito tolerantes da infidelidade das esposas e não se divorciam delas devido à sua indiscrição marital, indiscrição essa que nós sabemos que ocorre porque as próprias mulheres admitem que ocorre.
  • Segundo, os casais do círculo social da Wanderling não se divorciam por qualquer outro motivo, trivial ou o que quer que seja, tais como a infelicidade, questões financeiras ou violência doméstica.
  • Terceiro, o comportamento dos maridos, dos pais, das esposas e das mulheres do círculo social da Wanderling não se aproxima nem de perto nem de longe do comportamento da sociedade no geral; portanto, extrapolar qualquer tipo de heurística correcta usando esta população como base é muito complicado.
Para nos divertimos um bocado, vamos assumir que a alegação da Wanderling está inteiramente correcta - isto é, que a infidelidade matrimonial masculina é a única causa de divórcio. Com quem é que estes destruidores de lares masculinos cometem adultério? Ora, com mulheres solteiras destruidoras de lares, obviamente:*
Se, quando comparados com as mulheres casadas, mais homens casados estão a trair, segue logicamente que mais mulheres solteiras estão a dormir com homens casados do que homens solteiros com mulheres casadas. Se é verdade que os homens casados traem mais frequentemente, então as mulheres solteiras são mais susceptíveis de serem destruidoras de lares que os homens solteiros.
Adicionalmente, se os homens casados traem mais que as mulheres casadas, e traem mais frequentemente, então em média os homens casados têm mais parceiras sexuais que as mulheres casadas. Dada a paridade numérica durante os anos primários de actividade sexual, isto significa que as mulheres solteiras têm mais parceiros sexuais que os homens solteiros.

Dado que os homens casados são mais susceptíveis de trair com mulheres mais jovens, isto significa que as mulheres solteiras e jovens têm significativamente mais parceiros sexuais que os jovens homens solteiros, incluindo entre eles homens casados.
Portanto, se nós aceitamos que os homens casados traem mais, e pode muito bem ser esse o caso . . . . então também temos que aceitar o seguinte:
- As mulheres solteiras têm mais parceiros sexuais que os homens solteiros.
- As mulheres solteiras são mais susceptíveis de serem as destruidoras de lares do que os homens solteiros.
- Entre todos os heterossexuais, as mulheres jovens e solteiras não só são o grupo mais promíscuo de todos, como são as que têm mais parceiros sexuais (e mais sexo) entre qualquer outro grupo heterossexual.

..Se és um jovem homem, não te esqueças disto: há grandes probabilidades da jovem mulher que tu conheces no bar ter muito mais escapadelas sexuais que tu.
* * * * * * *
E como já foi  falado noutro post, quanto mais parceiros sexuais uma mulher têm, menor é a sua capacidade de manter um relacionamento duradouro, estável e fiel.


sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Igualdade de oportunidades nos acidentes de trabalho


O gráfico de cima pertence a Mark Perry, que escreve que fechar o intervalo que há nas diferenças salariais entre homens e mulheres significa necessariamente que a taxa de mortalidade feminina nos acidentes de trabalho tem que subir até atingir a taxa que afecta os homens.
Os homens estão mais dispostos a correr riscos de modo a obter mais dinheiro (ou algum dinheiro) em empregos como mineiros e policias.

O psicólogo Roy Baumeister declarou que os homens são prescindíveis, e que, como historicamente a maioria dos homens não se reproduziu, os homens estão mais orientados a correr riscos. Provavelmente esta tendência do homem ainda se encontra presente no mundo actual.

Mas as feministas queixam-se das diferenças salariais e da alegada "discriminação" mas muito poucas mulheres - feministas incluídas - querem trabalhar nas minas. Segundo o psicólogo Baumeister, ainda bem que as coisas estão assim uma vez que o crescimento populacional depende de úteros.

Como tal, numa sociedade sã - isto, a maioria delas até os finais do século 20 - as mulheres são impedidas dos trabalhos mais perigosos e os homens fazem o "trabalho sujo".

Tudo isto faz parte do senso comum, mas hoje em dia não se pode esperar que qualquer pessoa entenda estas coisas.


quarta-feira, 10 de outubro de 2012

A pedido das mulheres.

É-nos dito:

Popular revista feminina saudada por ter posto de parte as modelos magras em favor das "pessoas reais" reverteu a sua decisão passados que estavam dois anos - porque as vendas caíram à medida que os quilos aumentaram. A edição electrónica deste mês já exibe outra vez modelos excessivamente magras.

Isto significa que a experiência com "pessoas reais" foi um fracasso. Durante os 2 anos de  período experimental mais de 1,000 modelos com idades compreendidas entre os 18 aos 68 foram usadas em poses de moda e de beleza. - 'como forma de conferir à beleza o seu naturalismo e mostrar que a atracção tem muitas caras'.

Aparentemente nem as próprias mulheres se deixam enganar com o mantra de que "a beleza é relativa" uma vez que elas, tal como os homens, parecem ter uma ideia bem clara do que é e do que não é belo - e isto não parece ser algo sujeito a engenharia social.

Em relação a esta notícia, Vox Day comenta:

Pensem nisto: a revista alemã, Brigitte, vende quase exclusivamente para mulheres. Sem duvida que foi garantido aos editores que a eliminação das modelos ofensivamente magras das páginas das revistas aumentaria as vendas, e provavelmente eles foram sujeitos à pressão aponta-e-envergonha que as mulheres têm dirigido a várias organizações e instituições durante os últimos 40 anos.

Os editores quase de certeza acreditaram que dar às mulheres aquilo que de modo activo elas exigiam seria benéfico para eles, não só em termos de vendas mas também em termos de publicidade positiva. Eles receberam a mais positiva publicidade que esperavam uma vez que os órgãos de comunicação de todo o mundo cobriram positivamente o seu gesto.

Mas não tiveram as vendas que anteciparam. A revista líder de mercado, que chegou a vender 700,000 cópias por mês, notou que as subscrições "caíram em quase 22 porcento  ao mesmo tempo que menos 35 porcento de cópias foram vendidas nas lojas".

A revista estaria em melhor forma se os editores tivessem retido este princípio em mente: as mulheres não te podem dizer o que elas querem porque elas conscientemente não sabem o que querem. Os seus desejos só podem ser determinados pelas suas acções e não pelas suas declarações.

Resumindo:
  • 1. Mulheres exigem que a revista pare de ter modelos magras e que em seu lugar coloque "pessoas reais".
  • 2. Revista ceda aos pedidos das mulheres e começa a usar as tais "pessoas reais" (incluindo as "plus size").
  • 3. Como consequência, as subscrições caem em quase 1/4, e as vendas nas lojas caem mais de 1/3.
Ou seja, a escolha que as mulheres exigiram causou a que as próprias mulheres perdessem interessa na revista.


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