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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Homens preferem mulheres mais tradicionais e mulheres sentem-se perfeitamente satisfeitas no papel de dona de casa.

"Nenhuma mulher deveria ter autorização para ficar em casa e cuidar de crianças. . . .  
As mulheres não deveriam ter essa opção precisamente porque se tal escolha existir, demasiadas mulheres a seguirão.
 Simone de Beauvoir, “Sex, Society, and the Female Dilemma,” Saturday Review, June 14, 1975





Era o sonho feminista dos anos 60; um mundo onde o homem e a mulher partilhariam os fardos de modo igualitário. Mas parece que sexo mais fraco virtualmente abandonou a luta. Segundo uma pesquisa publicada há poucos dias, a maior parte dos homens prefere uma esposa tradicional - e a mulher frequentemente fica satisfeita em desempenhar esse papel.

Para além disso, o estudo revela que o marido que as mulheres mais desejam é um "retrossexual"  - isto é, um homem mais "caçador" e "recolhedor" do que um metrossexual "dono-de-casa."

Mais de 1500 adultos tomaram parte no estudo onde lhes foi perguntado quais eram os atributos que eles "mais valorizavam" no conjugue ou no parceiro.  As respostas bem que poderiam ter sido retiradas dum manual duma feliz vida matrimonial proveniente dos anos 50 do século passado. 

No topo da lista masculina encontrava-se a mulher que soubesse "tomar conta da casa", logo seguida da mulher que soubesse cozinhar, limpar e ser boa mãe. Só 16% dos homens valorizava a "estabilidade financeira" numa mulher. Ou seja, para um homem que busca uma esposa com quem passar o resto da sua vida, as "conquistas profissionais" da futura esposa são virtualmente irrelevantes para a sua escolha.

(O som que vocês ouviram agora, ao fundo, foi o som de milhentas cabeças feministas a explodir em uníssono.)


A pesquisa levada a cabo pela "Yorkshire Building Society" apurou muitas mulheres a fazer escolhas igualmente convencionais visto que quase 40% delas afirmou a "estabilidade financeira" como uma das qualidades mais importantes no futuro esposo, e classificaram a sua habilidade como jardineiro como mais importante que a sua habilidade em cozinhar ou limpar.


Tanya Jackson, gerente dos assuntos corporativos no edifício da sociedade, afirmou:
Muitas mulheres tinham o hábito de pensar que desejavam um homem metrossexual, mas então aperceberam-se que estavam fartas do homem que passava mais tempo na casa de banho do que elas. Actualmente, muitas mulheres sentem que preferem o caçador-recolhedor ao mesmo tempo que elas tomam conta do homem quando este regressa.

Dados da "Office for National Statistics" confirmam esta alegação uma vez que mais de 2,1 milhões de mulheres afirmam que elas não trabalham porque estão a "tomar conta da família ou da casa". Apenas 193,000 homens deram a mesma resposta, um número que caiu em cerca de 6% durante o ano passado.

Fonte

* * * * * * *

Aparentemente 60 anos de engenharia social tendo em vista a transformação da mulher numa cópia do homem esbarraram nas restrições biológicas e  psicológicas do ser humano.


Só as pessoas com dois olhos na cara e um cérebro funcional seriam capazes de reparar que as mulheres gostam de homens provedores ao mesmo tempo que os homens preferem mulheres com a capacidade de tomar  conta do "ninho".  O resto do espectro social, ébrios com o Champagne du Marx, continuará a forçar os homens e as mulheres a desempenhar papéis sociais totalmente inadequados para o seu sexo - ou pelo menos, papéis sociais que são melhor desempenhados pelo sexo oposto.



sexta-feira, 17 de junho de 2011

Porque é que as mulheres na política não são apanhadas em escândalos sexuais?


Uma autora do New York Esquerdume Times levanta a questão: porque é que as mulheres na política não são apanhadas em escândalos sexuais? Sem surpresa alguma, a escritora oferece-nos a resposta politicamente-correcta-aprovada-pelo-feminismo em torno da discrepância nas escapadelas.
Mas pode haver outros factores em operação. As pesquisas apontam para uma grande distinção de género em relação à forma como os homens e as mulheres se mentalizam (quando se candidatam para uma posição política). As mulheres possuem razões diferentes quando se candidatam; são mais relutantes antes de fazê-lo e, uma vez que há poucas delas na política, elas estão mais cientes do escrutínio que sofrem. Tudo isto faz com elas lidem de forma diferente a sua carreira política mas sejam eleitas.
Segundo a Debbie Walsh, directora do "Center for American Women and Politics" na Universidade Rutgers:
Dito de forma mais económica, as mulheres candidatam-se para fazer alguma coisa, enquanto que os homens candidatam-se para serem alguém. As mulheres candidatam-se porque há um assunto público que as preocupa, alguma mudança que querem fazer, algum assunto que é uma prioridade para elas, enquanto que os homens candidatam-se porque eles olham para a vida política como um caminho para a sua carreira.
Claaaaro! É exactamente isso. Estamos perante a lógica-mártir "as mulheres não se podem dar ao luxo de estragar a sua carreira".  Pois bem: este blogue revela-nos a verdadeira razão pela qual as mulheres não são apanhadas em escândalos sexuais. A resposta, por incrível que pareça, é bastante simples (sem floreados e sem jogos de cintura). O motivo pelo qual as mulheres na política não são apanhadas em escândalos sexuais com a mesma frequência que os homens é o facto destas mulheres terem uma beleza física pouco atraente para os homens; elas não tem casos extra-conjugais apenas e só porque os homens não estão interessados - especialmente os homens poderosos que estas mulheres tanto desejam. Para mulheres como a Nancy Pelosi ou a Hillary Clinton terem uma parceiro extra-conjugal, seria necessário um parceiro interessado (e maciças doses de álcool). Para se encontrar um homem que estivesse interessado nelas seria preciso despender quantidades enormes de tempo e recursos e a maior parte das mulheres da política não está interessada nisso.
 
Agora, os homens políticos, mesmo os feios e velhos, por virtude do seu elevado estatuto e poder, não têm problemas em encontrar mulheres; as mulheres tentam alcança-los, o que facilita imenso o trabalho. Veja-se o caso de Henry Kissinger e da feminista Gloria Steinem (na foto). O recente caso com o esquerdista Anthony Weiner é um exemplo elucidativo; as mulheres practicamente atiravam-se aos seus pés (o que facilitava o seu trabalho).

Sempre que uma feminista tentar usar a "falta de moralidade" dos homens políticos como evidência da alegada superioridade moral das mulheres, é sempre bom fazer-lhes lembrar que as mulheres na política não pulam mais a cerca, não porque não querem, mas sim porque ninguém as quer. Convém dizer que, como em tudo na vida, há sempre mulheres na política que são uma excepção à regra.

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