"Nenhuma mulher deveria ter autorização para ficar em casa e cuidar de crianças. . . .
As mulheres não deveriam ter essa opção precisamente porque se tal escolha existir, demasiadas mulheres a seguirão."
Simone de Beauvoir, “Sex, Society, and the Female Dilemma,” Saturday Review, June 14, 1975
Era o sonho feminista dos anos 60; um mundo onde o homem e a mulher partilhariam os fardos de modo igualitário. Mas parece que sexo mais fraco virtualmente abandonou a luta. Segundo uma pesquisa publicada há poucos dias, a maior parte dos homens prefere uma esposa tradicional - e a mulher frequentemente fica satisfeita em desempenhar esse papel.
Para além disso, o estudo revela que o marido que as mulheres mais desejam é um "retrossexual" - isto é, um homem mais "caçador" e "recolhedor" do que um metrossexual "dono-de-casa."
Mais de 1500 adultos tomaram parte no estudo onde lhes foi perguntado quais eram os atributos que eles "mais valorizavam" no conjugue ou no parceiro. As respostas bem que poderiam ter sido retiradas dum manual duma feliz vida matrimonial proveniente dos anos 50 do século passado.
No topo da lista masculina encontrava-se a mulher que soubesse "tomar conta da casa", logo seguida da mulher que soubesse cozinhar, limpar e ser boa mãe. Só 16% dos homens valorizava a "estabilidade financeira" numa mulher. Ou seja, para um homem que busca uma esposa com quem passar o resto da sua vida, as "conquistas profissionais" da futura esposa são virtualmente irrelevantes para a sua escolha.
(O som que vocês ouviram agora, ao fundo, foi o som de milhentas cabeças feministas a explodir em uníssono.)
A pesquisa levada a cabo pela "Yorkshire Building Society" apurou muitas mulheres a fazer escolhas igualmente convencionais visto que quase 40% delas afirmou a "estabilidade financeira" como uma das qualidades mais importantes no futuro esposo, e classificaram a sua habilidade como jardineiro como mais importante que a sua habilidade em cozinhar ou limpar.
Tanya Jackson, gerente dos assuntos corporativos no edifício da sociedade, afirmou:
Dados da "Office for National Statistics" confirmam esta alegação uma vez que mais de 2,1 milhões de mulheres afirmam que elas não trabalham porque estão a "tomar conta da família ou da casa". Apenas 193,000 homens deram a mesma resposta, um número que caiu em cerca de 6% durante o ano passado.
Fonte
* * * * * * *
Aparentemente 60 anos de engenharia social tendo em vista a transformação da mulher numa cópia do homem esbarraram nas restrições biológicas e psicológicas do ser humano.
Só as pessoas com dois olhos na cara e um cérebro funcional seriam capazes de reparar que as mulheres gostam de homens provedores ao mesmo tempo que os homens preferem mulheres com a capacidade de tomar conta do "ninho". O resto do espectro social, ébrios com o Champagne du Marx, continuará a forçar os homens e as mulheres a desempenhar papéis sociais totalmente inadequados para o seu sexo - ou pelo menos, papéis sociais que são melhor desempenhados pelo sexo oposto.
Para além disso, o estudo revela que o marido que as mulheres mais desejam é um "retrossexual" - isto é, um homem mais "caçador" e "recolhedor" do que um metrossexual "dono-de-casa."
Mais de 1500 adultos tomaram parte no estudo onde lhes foi perguntado quais eram os atributos que eles "mais valorizavam" no conjugue ou no parceiro. As respostas bem que poderiam ter sido retiradas dum manual duma feliz vida matrimonial proveniente dos anos 50 do século passado.
No topo da lista masculina encontrava-se a mulher que soubesse "tomar conta da casa", logo seguida da mulher que soubesse cozinhar, limpar e ser boa mãe. Só 16% dos homens valorizava a "estabilidade financeira" numa mulher. Ou seja, para um homem que busca uma esposa com quem passar o resto da sua vida, as "conquistas profissionais" da futura esposa são virtualmente irrelevantes para a sua escolha.
(O som que vocês ouviram agora, ao fundo, foi o som de milhentas cabeças feministas a explodir em uníssono.)
A pesquisa levada a cabo pela "Yorkshire Building Society" apurou muitas mulheres a fazer escolhas igualmente convencionais visto que quase 40% delas afirmou a "estabilidade financeira" como uma das qualidades mais importantes no futuro esposo, e classificaram a sua habilidade como jardineiro como mais importante que a sua habilidade em cozinhar ou limpar.
Tanya Jackson, gerente dos assuntos corporativos no edifício da sociedade, afirmou:
Muitas mulheres tinham o hábito de pensar que desejavam um homem metrossexual, mas então aperceberam-se que estavam fartas do homem que passava mais tempo na casa de banho do que elas. Actualmente, muitas mulheres sentem que preferem o caçador-recolhedor ao mesmo tempo que elas tomam conta do homem quando este regressa.
Dados da "Office for National Statistics" confirmam esta alegação uma vez que mais de 2,1 milhões de mulheres afirmam que elas não trabalham porque estão a "tomar conta da família ou da casa". Apenas 193,000 homens deram a mesma resposta, um número que caiu em cerca de 6% durante o ano passado.
Fonte
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Aparentemente 60 anos de engenharia social tendo em vista a transformação da mulher numa cópia do homem esbarraram nas restrições biológicas e psicológicas do ser humano.
Só as pessoas com dois olhos na cara e um cérebro funcional seriam capazes de reparar que as mulheres gostam de homens provedores ao mesmo tempo que os homens preferem mulheres com a capacidade de tomar conta do "ninho". O resto do espectro social, ébrios com o Champagne du Marx, continuará a forçar os homens e as mulheres a desempenhar papéis sociais totalmente inadequados para o seu sexo - ou pelo menos, papéis sociais que são melhor desempenhados pelo sexo oposto.






