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segunda-feira, 26 de junho de 2017

7 métodos que a elite usa para controlar o povo

Por Michael Sebastian

Todas as sociedades são controladas por uma elite. No passado, esta elite era a aristocracia hereditária, mas hoje em dia, a elite é composta por globalistas extremamente ricos. Eis aqui algumas das técnicas que eles usam para se manterem no topo.

Os 3 primeiros itens da lista são itens sobre os quais nós temos pouca influência visto serem totalmente determinadas pelo governo, que, por sua vez, encontra-se totalmente controlado pela elite. Teoricamente isto pode ser mudado através do voto, mas na realidade, nós não temos qualquer tipo de influência sobre estas políticas.

Os 4 últimos itens também se encontram totalmente controlados pela elite, mas o nosso uso deles está sob o nosso controle. Se por acaso estamos a ser controlados através deles, então não podemos culpar ninguém a não ser nós mesmos.

1. Violência.

Uma das formas mais óbvias através da qual a elite controla a população é através da ameaça de violência. Se alguém que não faz parte da classe governante [classe essa que é bem mais alargada que a classe 'democraticamente eleita'] tenta obter acesso a local barrado ao povo, essa pessoa irá rapidamente ser colocada numa prisão ou morta. Virtualmente todas as classes governantes da História usaram este método.

Os Estados Unidos fazem uso constante da violência como forma de reforçar a ordem estabelecida. E ocasionalmente, a força usada é excessiva. Por exemplo, em 2013 uma higienista dental chamada Miriam Carey conduziu até ao ponto de controle da Casa Branca. 

Quando os oficiais a ordenaram que parasse, ela tentou inverter a marcha e voltar para a estrada de onde tinha vindo. Os policiais bloquearam-na e ela foi-se embora, gerando uma perseguição policial que terminou quando os policiais dispararam e mataram a jovem mãe (apesar dela não ser qualquer tipo de ameaça para eles).

O monopólio estatal do uso da violência é a forma de controle mais aceitável. Quando ela é usada correctamente, ela preserva a ordem sem afectar de modo negativo a maior parte das pessoas. Esse monopólio só se torna problemático quando ele se torna excessivo.

2. Assistência Social

Há já milhares de anos que os governos usam a assistência social como forma de placar as massas deslavadas. Durante a parte final da República Romana, os políticos disponibilizavam pão aos votantes mais pobres como forma de comprar os seus votos.

Infelizmente, o esquema da compra de votos não durou para sempre. Mal as pessoas se aperceberam que elas poderiam votar por "coisas gratuitas" para si mesmas, a República tornou-se ingovernável.

Depois de muitos tumultos políticos, a situação eventualmente precisou dum ditador forte na figura de Júlio César.

Nos dias de hoje, os governos disponibilizam alimento grátis, alojamento, e até telemóveis aos pobres como forma de comprar os seus votos e impedir que causem problemas.

Não pensem por um minuto que quando Hillary propõe outra ronda de ofertas ela tem uma preocupação genuína pelos seus concidadãos; isto nada mais é que mas uma compra de votos.

3. Impostos

A elite usa a política tributária como forma de impedir que os outros se tornem abastados e, desde logo, passem eles mesmos a fazer parte dessa mesma elite. Nos Estados Unidos, as pessoas que fazem parte dos 1% mas ricos pagam muito pouco de impostos visto que a maior parte do seu rendimento deriva de ganhos de capital, que são tributados a taxas mais baixas que o rendimento comum.

Ironicamente, os Democratas que querem tributar as pessoas que ganham rendimentos elevados para "atacar os ricos" estão, na verdade, a perpetuar o elitismo enraizada dos super ricos. Para fomentar uma maior mobilidade económica, o sistema tributário deveria ser menos progressivo tendo em vista o propósito de baixar os impostos dos rendimentos comuns.

4. Desporto

Karl Marx é famoso por dizer que a religião é o ópio das massas. É provável que isso fosse verdade nos dias de Marx, mas claramente não é isso que se passa hoje. Actualmente, a religião desempenha um papel menor da vida da maior parte das pessoas. Em vez disso, o ópio mais poderoso na vida dos homens modernos é o desporto televisionado.

Existem segmentos consideráveis da população masculina (e cada vez mais mulheres) que passam os Sábados e os Domingos fixados na TV a assistir as suas equipas favoritas. E isto já não é mero entretenimento; as pessoas levam estes desportos tão a sério que podem ficar deprimidas quando a sua equipa perde um jogo importante.

Nos Estados Unidos, os desportos são uma indústria milionária e todos eles são disponibilizados pelas elites que são abastadas o suficiente para comprar equipas. Até os desportos universitários são financiados pelos endinheirados financiadores das universidades.

A forma de evitar ser encurralado pela distracção dos desportos televisionados é colocando-os na sua perspectiva adequada. Embora não haja nada de mal em assistir a um jogo durante o fim de semana, não há motivos para comprar imensa propaganda desportiva ou gastar o tempo a memorizar estatísticas. Porque é que ficamos tão emotivos quando duas empresas entram em confronto uma com a outra?

Para além disso, é sempre melhor participar em desportos do que assistir outros a practicá-lo. Este é também um bom conselho para a distracção que se segue que é..

5. Pornografia.

Começando nos anos 50, os pornógrafos levaram a cabo uma guerra com a duração de 3 décadas tentando enfraquecer as leis Americanas contra a obscenidade. E eles foram bem sucedidos. Com o advento da internet, a pornografia tornou-se omnipresente. Embora os libertários celebrem isto como um triunfo da liberdade pessoal, a realidade dos factos é que a pornografia tornou-se numa das formas de controle das massas mais poderosas que existe.

Não é preciso dizer aos homens o quão poderoso o impulso sexual é. Para nós, o estímulo visual é extremamente viciante. Alguns estudos revelam que pelo menos metade dos homens encontra-se viciada em pornografia, mas eu acho que esta percentagem é bem mais elevada.

O uso da pornografia é uma imensa perda de tempo. Em vez de ser levado a cabo algo de útil, alguns homens passam uma ou duas horas a tentar encontrar imagens excitantes. Esse tempo poderia ser melhor usado a levantar pesos, a aprender uma arte marcial, a conhecer mulheres, a gerar uma família, ou a fundar uma empresa.

Mas a pornografia é mais do que uma perda de tempo visto que ela engana o homem, levando-o a acreditar que ele tornou-se no Imperador da China com um número ilimitado de mulheres prontas a satisfazer todas as suas necessidades. 

Dito de outra forma, o uso da pornografia torna o homem complacente. Isto pode ser visto no comportamento dos "homens herbívoros" do Japão que acham mais simples ficar em casa e masturbar-se, do que encontrar uma mulher ou atingir um objectivo qualquer.

Quer seja intencional ou não, a pornografia tornou-se numa das mais eficazes formas de controle das massas. Se estamos ocupados a estimular o nosso cérebro, então não estamos a reparar na forma como o nosso governo se está a transformar numa plutocracia. Isto causa a que não nos importemos com o facto de estarmos a ser tratados como gado como forma de enriquecer os nossos senhores.

6. Entretenimento

O post mais popular do meu blogue foi o primeiro que escrevi. O tópico era o que eu havia aprendido enquanto acompanhava um programa televisivo com o nome de "Naked and Afraid". Embora eu seja de opinião que esse post tem uma mensagem benéfica, os meus posts mais profundos têm muito menos visualizações. O motivo por trás da sua popularidade é o facto de se centrar num programa de televisão. Os posts aqui no ROK que comentam filmes são, também, muito populares.

Tal como o desporto televisivo, não há nada de mal em apreciar programas televisivos, filmes ou jogos de computador quando isto é feito com moderação. Mas o entretenimento popular está quase sempre cheio de mensagens que têm o propósito de avançar com a agenda dos esquerdistas. E tal como a pornografia ou o deporto televisivo, demasiada envolvência com o entretenimento pode-nos cegar em relação ao que *realmente* está a acontecer no mundo real. (...)

7. Redes Sociais

Quando elas não estão a ser censuradas pelas elites, as redes sociais podem ser uma ferramenta extremamente poderosa que podemos explorar para trazer de volta o patriarcado. Infelizmente, 99% das pessoas não usam as redes sociais como ferramenta do bem, mas sim como forma de obter algum tipo de "status". As mulheres são mais culpadas disto, mas os homens também o são quando postam fotos das suas bebidas alcoólicas ou das suas técnicas de grelhar carne.

A melhor forma de usar as redes sociais é usá-las com prudência. Se por acaso deres por ti envolvido em guerra de "status" ou em discussões sem sentido, afasta as redes sociais da tua vida e vai fazer alguma coisa de útil.

Conclusão:

Aristóteles ensinou que a liberdade genuína não é a licença para se fazer o que bem se quiser, mas sim a habilidade de agir em concordância com a razão. Se nós nos encontramos incapazes de fazer o bem, independentemente da linguagem empoderadora que usemos para mascarar o facto da servidão, nós somos escravos.

O facto de nos vermos livres do controlo da elite pode não os derrubar a curto prazo, mas vai fazer com que a nossa vida melhore. Só isto é motivo suficiente para se levar a cabo esforços nesse sentido.

Fonte: http://bit.ly/2t8Tw8L
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terça-feira, 3 de junho de 2014

Ameaças de morte contra conferência centrada nos direitos dos homens



Caros leitores e apoiantes do blogue AVFM, companheiros MHRAs:

Deparamo-nos com o que esperamos que seja um problema temporário na nossa caminhada rumo à Detroit para a nossa "First International Conference on Men’s Issues" em Junho. Tal como já vimos muitas vezes no passado, as ideólogas de genéro que não acreditam que qualquer tipo de discussão em torno das questões que os rapazes e os homens enfrentam deve ocorrer a menos que essa discussão seja aprovada pelo teste decisivo feminista (anti-masculinidade), recorreram a táctica de ameaçar violência contra  pessoas inocentes como forma de acabar com a liberdade de expressão.

Tenho na minha posse uma carta da gestão empresarial dos "Hilton Hotels", e ela deixa muito pouco à imaginação em torno do tipo de pessoas com quem estamos a lidar, bem como do seu propósito em relação a este assunto. É relativamente simples tornar o evento da conferência inseguro e proibitivamente dispendioso através da ameaça e da intimidação.

Há duas coisa que é preciso esclarecer: Primeiro, não tenho qualquer tipo de animosidade contra a gerência do Hilton em torno deste assim. Em todas as interacções que já tive até agora, eles foram profissionais, educados e amáveis. Reconheço que eles têm preocupações válidas em torno da segurança dos seus empregados, dos convidados, bem como de quem presenciar a conferência. Partilho das suas preocupações, e claramente houve uma mão que os forçou, tal como já foi forçada sobre nós. Para garantir que não há qualquer tipo de reacção contra qualquer individuo do Hilton, editei o nome da pessoa que me enviou a carta.

Outra coisa que eu queria deixar bem claro é que nós temos toda a intenção do mundo em avançar com esta conferência. Nós nunca desistimos de nada e não temos planos de começar a fazer isso agora. Não ficaremos calados perante a acção de fascistas e vilões ideológicos que usariam ameaças como forma de manter o dominio sobre um discurso público que precisa desesperadamente duma mudança sã e equilibrada.

Dito isto, a expectativa de 72 horas contínuas de protecção por parte de 7 polícias é financeiramente assustadora. Não sabemos ainda quais serão os custos de tudo isto, mas estamos em contacto com a Polícia de Detroit como forma de assegurar esses serviços de protecção, bem como assegurar a politica de responsabilidade exigida.

Já foi dito várias vezes nas páginas deste site, "Primeiro eles ignoram-se, depois riem-se de ti, depois lutam contra ti, e por fim, tu vences." Como tal, nós estamos a lutar. E independentemente do que aconteça  neste caso, vamos continuar a lutar. Não seremos silenciados por vilões ameaçadores, e nem seremos desmotivados pelas atitudes grotescas por parte de pessoas que nós sabemos estarem moralmente falidas.

Fiquem atentos porque iremos pedir que vocês se juntem à luta. Será necessário estabelecer um tipo de financiamento como forma de custear as despesas da segurança adicional bem como o seguro. Isso pode começar dentro de mais ou menos 48 horas. Se vocês nos querem ajudar com os custos adicionais, esperem até que os contactos para os donativos sejam oficialmente lançados. Se querem ajudar agora com os muitos custos do evento, claro que encontrarão o botão de donativos no canto superior direito desta página. Uma das melhores formas de poderem dar apoio imediatamente é comprando os bilhetes que restam e assistir à conferência.

Amigos, nós estamos a fazer história aqui, e por vezes, e como acontece quase sempre, fazer história é um processo complicado. Estamos preparados para lidar com esse assunto e emergir dele numa nova era para os homens e para as mulheres desta cultura.

* * * * * * *

É incrível o que se está a passar, mas a gerência do hotel tem um receio justificado pela segurança das suas instalações, dos seus convidados e dos participantes da conferência. É difícil saber se estas ameaças são apenas bluff, como forma de intimidar a gerência e forçá-la a cancelar o evento, ou se há uma chance real das ameaças serem levadas a cabo pelas vozes antagonistas. De qualquer das formas, isto reflecte de modo negativo para quem fez as ameaças.

Não é difícil saber quem são as "oprimidas" que estão por trás das ameaças de morte contra esta conferência porque essas mesmas pessoas já demonstraram publicamente que não aceitam que se coloquem em causa as suas crenças cardinais. Não esperem que qualquer líder feminista condene estas ameaças de morte contra a liberdade de expressão visto que essas líderes no fundo no fundo concordam com essa atitude comunista de acabar com a liberdade das pessoas que não fazem parte do "colectivo".

Resumindo: um evento público pró-homens e não-feminista está agendado, e o seu propósito é falar em prol dos direitos humanos dos homens; as feministas organizaram uma campanha violenta e enervada como forma de causar dano e/ou cancelamento da mesma.

É importante levar isto em conta: se alguém se recusa a ser feminista, e especialmente, se abertamente fala contra o feminismo, essa pessoa será qualificada de misógina e facilitadora de violência contra as mulheres (mesmo que a pessoa em causa seja também ela uma mulher). As feministas frequentemente usam do ataque pessoal como forma de esmagar quem quer que se levante contra elas, e é por isso que eles irão atacar com métodos difamatórios.

Quando mais bem sucedida e bem articulada for a tua campanha contra o feminismo, mais extremistas serão os ataques contra ti (chegando até ao ataque físico). Por outro lado, se fores um anti-feminista inocente, submisso e que age de forma passiva, elas deixar-te-ão em paz (por enquanto) enquanto vão aumentando o seu poder na sociedade. Mas mais cedo ou mais tarde tu tornar-te-ás um problema para elas, e como tal, elas sentir-se-ão motivadas para quebrar o silêncio e atacar-te.

Quanto mais tempo tu fores um anti-feminista submisso e inofensivo, mais tempo elas terão para ir aumentando o seu poder; logo, o tempo para se falar contra o feminismo é hoje visto que quanto mais tempo elas tiveram, mais poder terão para tornar a vida do resto da sociedade uma miséria.

À medida que forem vendo os vídeos que se seguem, que revelam a natureza "tolerante" das feministas, mantenham em mente que estas pessoas dizem-se em favor da "igualdade".






domingo, 18 de novembro de 2012

Fascismo feminista no Canadá

No dia 15 de Novembro de 2012 o Dr. Warren Farrell pensou que daria uma pacífica palestra pró-homem na Universidade de Toronto (Canadá). O que ele descobriu foi que o comité de boas vindas feminista não é bem dos mais cordiais e pacíficos do mundo. Como se pode ver pelo vídeo que se segue, só um esquadrão de polícias de choque conseguiu controlá-las.

Enquanto isso, e no bom espírito da "tolerância libertadora" de Herbert Marcuse, as feministas gritavam "Fora da nossa universidade! Fora da nossa universidade! Fora da nossa universidade!" Convém lembrar que quando as feminazis gritam "fim ao discurso de ódio" isso significa "fim à liberdade de expressão de quem não concorda connosco!".

 
E o que é que Dr. Farrell planeava falar? Bem, o seu discurso fazia parte dum evento com o nome  “Men’s Issues Awareness at the University of Toronto (MIAUT)” [Consciencialização dos Assuntos Masculinos na Universidade de Toronto]. Um sumário do "discurso de ódio" proposto:
Através do mundo industrializado, os rapazes estão certa de 1/4 de século atrás das meninas - abandonando a escola, preocupados com os vídeo-jogos, suicidando-se e demonstrando "fracasso na iniciação." 
Porque é que isto acontece e o que é que podemos fazer para resolver esta situação? 
Oh, sintam o "ódio"! Mas os elementos universitários anti-homem não gostaram nada do que estava planeado, e não foram nada tímidos em demonstrá-lo ao mundo! (Não tenho notícias de terem sido usadas lâminas corta-papel).

Eis aqui outro vídeo que não pode deixar de ser visto (inglês) onde se pode ver uma feminista local a ser entrevistada e a falar tal qual uma . . . . . feminista. É impressão minha ou ela está em vias de começar a chorar? Se sim, não seria a primeira vez que um grupo de feministas usa o choro como "argumento".


Finalmente, eis aqui uma tonelada de material do Twitter que te vai manter ocupado durante algum tempo: http://t.oronto.ca/protesting-warren-farrell-at-university-of-toronto/ 

Fonte

* * * * * * *
Se mais evidências fossem necessárias para demonstrar a natureza violenta, totalitária, irracional, e misândrica do feminismo, acho que esta notícia é suficiente. Levando em conta que o feminismo é uma ideologia descendente do marxismo, a realização de que este é um movimento totalitário faz tanto sentido como a realização de que o perdão é parte integral do Cristianismo.

Façam esta pergunta a vocês mesmos: se o feminismo apenas e só "luta pela igualdade", porque é que as suas adeptas querem retirar a liberdade de expressão de quem defende os interesses do sexo masculino? Qual é a racionalidade por trás deste acto? Quem luta pela igualdade, vive e age como alguém que luta pela igualdade.

Será que as feministas agem deste modo porque se apercebem que a defesa dos interesses masculinos é uma forma de limitar o poder futuro que elas anseiam ter sobre os mesmos homens? A única forma de explicarmos este comportamento violento por parte das feministas é se assumirmos que as feministas não querem "igualdade" mas sim supremacia.

Analisando o seu comportamento violento sob este prisma, as coisas ficam mais claras: se alguém quer ter supremacia sobre o seu inimigo, ele - ou ela, neste caso - vai fazer todos os possíveis para retirar do seu inimigo aquilo que lhe pode colocar numa posição ameaçadora.

Para as feministas, os movimentos que defendem os direitos dos homens (MRAs = Men's Rights Activists ou MRM = Men's Rights Movement) não podem de maneira nenhuma receber credibilidade pública porque isso seria um travão para as aspirações totalitárias das feminazis. Disto se conclui que o feminismo não é um movimento que busca a igualdade mas sim supremacia. Não é possível qualquer espécie de entendimento entre defensores do totalitarismo feminista e promotores da liberdade de expressão porque uma das partes não aceita que a outra tenha direitos inerentes à sua condição de ser humano. (A liberdade de expressão é um direito humano).

Quando um grupo de feministas acha que há algo de fundamentalmente errado em falar dos problemas que afectam os homens, é seguro afirmar que o senso comum do mundo ocidental está practicamente destruído. Para estas feministas, o importante não é a verdade ou a natureza do que está a ser falado, mas sim se o que vai ser discutido de alguma forma prejudica a sua ideologia. Obviamente que as pessoas podem sempre dizer que falar só de assuntos que afectam os homens é "discriminação" e "preconceito". Mas será isso lógico? Se o evento se centrasse única e exclusivamente nos assuntos que afectam as mulheres (como acontecem pacificamente por todo o mundo ocidental) e um grupo de homens se manifestasse de forma violenta contra o mesmo, haveria alguma dúvida em caracterizar tais manifestantes de totalitários e inimigos da liberdade de expressão?

Se isto é assim para este cenário, então não há qualquer tipo de justificação lógica que justifique a impunidade social de quem age de forma violenta contra quem defende os direitos do sexo masculino. Tal como já falamos num post anterior, podemos esperar mais tipos de acções deste baixo nível por parte das feministas, e principalmente, a ausência de condenação firme por parte das líderes feministas. Essas, como se sabe, estão mais interessadas em promover a matança de bebés inocentes do que a controlar a violência dentro do seu movimento. (Será porque elas sabem que controlar a violência das feministas jogaria contra elas?)

Como diz o autor do texto de cima, se por acaso alguém for realizar eventos que se foquem em problemas que afectam exclusivamente os homens, tenham cuidado de tomar as precauções necessárias para garantir a vossa integridade física. Estejam também prontos para recolher todo o tipo de evidências (com máquinas de filmar, fotografias e testemunhas credíveis).

Outra coisa que pode ser feita para desmascarar as feminazis é forçá-las a condenar veementemente   actos como este. Se elas não condenarem, então ficamos com uma arma poderosa para usar contra elas. Ah, e Warren Farrell conseguiu, por fim, fazer a sua palestra. Pena é que a violência feminista a tenha atrasado em cerca de uma hora.


quinta-feira, 7 de junho de 2012

A misândria do sistema legal

Duas histórias bastante reveladoras.

Homem inocente que esteve preso durante 17 anos - depois de ter sido erradamente condenado por violação - não só não terá qualquer tipo de compensação pelo tempo que esteve, como está na obrigação de pagar $111,000 por suporte infantil (pensão) em atraso.

Alan Northrop e o co-réu Larry Davis foram presos em 1993 pouco depois da violação duma mulher em Vancouver, Washington State. Em Julho desse ano o par recebeu sentenças superiores a 23 anos depois de terem sido condenados por violação em primeiro grau, rapto e roubo.

Mas numa reviravolta dramática no ano passado, e devido às recentes evidências de DNA que entretanto surgiram, o Ministério Público de Washington State foi forçado a retirar as sentenças que pendiam sobre ambos. Os testes de ADN mostraram que as células epidérmicas encontradas nas unhas da vítima pertenciam a outro (desconhecido) homem. Os homens foram ,devido a isso, colocados em liberdade depois de terem passado 17 anos na prisão.

Mas o alívio de Northrop foi de pouca duração. Segundo as leis de Washington, os ex-presidiários exonerados podem tentar iniciar processos legais devido aos danos causados, mas tais casos raramente são bem sucedidos uma vez que é preciso provar que houve má-conduta intencional por parte das forças policiais.

Em vez disso, Northrop ficou a saber que devia $111,000 em pensão infantil em atraso. Cerca de metade desse dinheiro pertence à mãe da criança e a outra metade ele deve ao estado (que ajudou a suportar a família enquanto ele esteve injustamente preso).


Alan Northrop: duplamente prejudicado pelo sistema legal misândrico.

. . . . . . . . . . . . .

Em 2009 o bebé Alex Sutherland, 13 meses, foi encontrado morto no seu carrinho de bebé em frente a um ribombante fogo. Ele encontrava-se morto há pelo menos 3 dias e o seu pequeno corpo estava carbonizado e queimado. Ele havia sofrido de assaduras severas e tinha nódoas negras na cabeça e no corpo (indicando que era alvo de violência doméstica).

A sua mãe, Tracey Sutherland, 39 anos e uma antiga farmacêutica, foi encontrada a andar à chuva, de pijamas e a cheirar a álcool.

Ela foi sentenciada a 27 anos meses de "prisão".



* * * * * * *

E esta é a sociedade que as feministas classificam de "machista", onde as mulheres alegadamente são tratadas abaixo de cão e "oprimidas" pelo "patriarcado".

Se isto é opressão, como será a supremacia e o tratamento preferencial?


quarta-feira, 30 de maio de 2012

Dessensibilizando a anormalidade

Quando pessoas com 26 anos são classificadas de "crianças" e a engenharia social está a tornar os homens cada vez mais efeminizados, não surpreende a ninguém que os esquerdistas da revista TIME mostrem na sua capa uma mulher a amamentar uma criança de 3 anos (!). Mas não se preocupem; este acto agora tem o nome pomposo de "parentalidade afectuosa" (inglês:“attachment parenting”).

A AP conta-nos a história por trás da foto:

Chocante ou normal? Uma mulher a amamentar o seu filho de 3 anos é a capa da Time desta semana para a sua história em torno da "parentalidade afectuosa". As reacções variam dos aplausos, para adulação, terminando no encolher de ombros.

A foto mostra-nos uma mãe caseira de 26 anos chamada Jamie Lynne Grumet que afirma que a sua mãe a amamentou até aos seus seis anos de idade.

Na sua entrevista à Time ela afirma que desistiu de tentar explicar este acto aos estranhos que olham para o que ela faz e ameaçam-na de "chamar os serviços sociais ou olham para isto como abuso de crianças".

As pessoas têm que entender que isto é biológico e normal” disse ela, acrescentando que “Quanto mais as pessoas se depararem com isto, mais se tornará normal na nossa cultura. É isso que espero. Quero que as pessoas vejam.

“Quanto mais as pessoas se depararem com isto, mais se tornará normal na nossa cultura.”

Portanto, o "normal" é criado através da dessensibilização do anormal. Aquilo que há 30 anos era justificadamente tido como "anormal" e "perverso", hoje em dia é visto como "normal" e "aceitável". Isto acontece não porque temos a "mente mais aberta", mas sim porque os engenheiros sociais usaram da sua posição para nos dessensibilizar.

A Jamie tem razão quando diz que amamentar é normal. No entanto, o facto de algo ser normal não implica que possa ser levado a cabo em qualquer altura, a qualquer pessoa, quando bem se quiser. Amamentar é normal. Amamentar uma criança de 3 anos não é.

Que tipo de "homens" é que esta cultura gera?

"Machos"

É irónico que muitas feministas estejam prontas a alegar que "já não há homens como antigamente", mas não se apercebam que a maioria dos homens actuais foi criada por mulheres que cresceram sob a bandeira da "mulher emancipada". Elas são rápidas em identificar o que elas qualificam de "problema" mas não se apercebem da culpa que elas próprias possuem neste processo.

Fonte


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Feminismo torna as mulheres mais violentas

Segundo alguns pesquisadores, factores sociais como a ascensão do feminismo podem estar por trás do aumento da violência entre as mulheres. (www.sxc.hu: Dominik Gwarek)

Baseando s suas afirmações em estudos, esquisador da Northern Territory afirma que as mulheres podem ser tão violentas como os homens e que as alterações sociais estão por trás do reportado aumento da violência entre as mulheres jovens.

Professor universitário sénior de Psicologia na Charles Darwin University (Austrália), o Dr Peter Forster afirma que não existe qualquer tipo de verdade por trás do argumento que defende que os níveis de testosterona tornam o homem mais agressivo.

Ele defende que factores sociais como a ascensão do feminismo podem ser os motivos por trás da violência entre as mulheres.

Ele afirma:

Hoje em dia já rejeitamos a expectativa de ver as mulheres adoptarem comportamentos distintos dos comportamentos adoptados pelos homens.

Antigamente uma das grandes diferenças era o das mulheres serem mais pacíficas; elas eram as geradoras de paz.

[Mas] esse tipo de inibição para ser violenta tem sido gradualmente diminuído até um ponto onde já não há qualquer tipo de inibição sobre as mulheres.

Fonte

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Portanto, para além do feminismo destruir os casamentos, as vidas e as sociedades em si, ficamos a saber agora que o feminismo torna as mulheres menos femininas e, desde logo, mais repulsivas.

Quem não soubesse melhor poderia pensar que o feminismo foi criado com o expresso propósito de tornar a mulher menos apelativa aos olhos dos homens e, desde logo, criar uma divisão entre os dois sexos.

Mas todos sabemos que isso são teorias da conspiração de conservadores fanáticos.


domingo, 15 de janeiro de 2012

Multiculturalismo inglês: violência de honra duplica em apenas 3 anos

Estudos revelam que o número de mulheres britânicas pertencentes a minorias étnicas que reportaram terem sido vítimas de violência relacionada à "honra" cresceu mais do dobro em apenas 3 anos.

Dados recolhidos junto da Metropolitan Police revelam que nos 12 meses que terminaram em Abril de 2011, foram reportados 443 incidentes de violência de honra ou casamentos forçados só em Londres - mais do dobro que no período compreendido entre 2007–08.

Uma sondagem distinta entre todas as forças policiais, usando a Freedom of Information Act, revelou que se reportaram quase 3600 casos em todo o país, só no ano de 2010. Isto dá quase 10 casos de violência de honra por dia.

Abençoado multiculturalismo.

Os activistas avisaram que os casos registados podem ser apenas "a ponta do iceberg" duma vasta gama de incidentes anuais que não são notificados às autoridades devido à pressões familiares ou inconsistências policiais.

Jasvinder Sanghera, fundadora do grupo de apoio a vítimas "Karma Nirvana" disse:

Os dados estão a ser minimizados; estamos a lidar apenas com a ponta do iceberg.

Não sabemos quantos milhares estão em risco visto este ser um crime oculto e não existir qualquer tipo de dever estatutário de o registar.

Isto é um assunto que toca todos os que nasceram aqui (Inglaterra); nós temos mesmo que aceitar isso e deixarmos de ser "culturalmente sensíveis", colocando de lado o medo de sermos chamados de "racistas".

Isto é um assunto que envolve a segurança infantil.

Infelizmente para Jasvinder, a Inglaterra é um dos países mais marxistas culturais que há na Europa. Logo, a crença de que eles vão pôr de lado o seu "politicamente correcto" em favor de acções que sejam boas para as mulheres e crianças envolvidas em "violência de honra" é um pensamento que revela a ingenuidade de quem o expressa.

Para a esquerdalha militante, as mulheres e as crianças que anualmente sofrem de "violência de honra" são pequenos contratempos na "longa marcha através das instituições".

É óbvio que se a polícia inglesa quisesse parar (ou pelo menos reduzir) este tipo de coisas, eles já o teriam há muito tempo. Há uma forma muito simples de se reduzir a ocorrência este tipo de crime: criminalizar a ideologia que serve de justificação a ele (islão). Mas quem realmente acredita que os esquerdistas querem fazer tal coisa?

Um pouco por toda a Europa, os maometanos votam nos partidos da esquerda política. Como tal, e como os esquerdistas estão interessados no poder e não na segurança popular, eles escolhem o politicamente correcto em vez de ofender potenciais votantes.

O islão é um aliado do marxismo cultural (por enquanto) e como tal, os crimes de honra vão continuar a aumentar.


domingo, 18 de dezembro de 2011

Coabitação e violência doméstica

A crescente taxa de violência entre casais nos EUA e na Europa tem sido amplamente creditada à recessão global, mas o problema tem outra dimensão que é frequentemente ignorada: a violência é mais provável entre casais em coabitação do que entre marido e mulher.

Estatísticas espanholas, que foram ressalvadas em anos recentes pelo "Family Policy Institute" Europeu (FPI), e recentemente reportadas pelo jornal espanhol ABC, indicam que apenas 11% dos casais espanhóis vivem em regime de coabitação (sem o vínculo do casamento), mas essas uniões são responsáveis por 58% dos crimes mais violentos entre casais. Para cada ordem judicial de protecção emitida para um casal casado, dez são emitidas para casais em coabitação.

A FPI reporta também que, de acordo com as estatísticas do governo espanhol, "para cada homicídio num casamento, 12 são produzidos" em duplas não-casadas. O aumento de tais homicídios em anos recentes é largamente explicado pela coabitação; homicídios aumentaram 45% entre coabitantes mas desceram 15% entre casados.

Resultados semelhantes foram observados em pesquisas estatísticas nos EUA e na Grã-Bretanha, afirma Ignacio Socías, blogando para o jornal espanhol El Razón.

Todos os estudos estatísticos oficiais do Departamento de Justiça dos EUA em torno da violência familiar, mostram que as mulheres que são casadas, incluindo aquelas que já passaram por uma separação ou por um divórcio, possuem menos de metade da possibilidade de sofrer [violência doméstica].

No Reino Unido, a pesquisa com o nome ‘The British Crime Survey’ indica que as mulheres casadas são as menos prováveis de sofrer violência doméstica.

Fonte

A Palavra de Deus diz-nos que "O ladrão não vem senão para roubar, a matar e a destruir: Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância."A vida em abundância que o Senhor Jesus prometeu a todos aqueles que vivem de acordo com o Seu plano (que inclui casamento antes de viverem juntos) está a ser roubada a todos aqueles (e aquelas) que se "juntam" para "vêr se são compatíveis".

A destruição da instituição do casamento (obrigado esquerdistas!) está a fragilizar a mulher de forma bem visível, exactamente o reverso do que seria de esperar se as feministas estivessem certas.

Segundo elas, o casamento "oprime" as mulheres, e os papéis femininos tradicionais (mãe, cuidadora do lar - o que não exclui emprego fora de casa) são "degradantes". Aparentemente, o casamento não só não é degradante como parece ser é uma das instituições que melhor protege e defende a mulher.

Os anti-Cristãos que lutam para a destruição do casamento deveriam levar em conta o que estes dados mostram, mas como eles não se importam com o que acontece com as mulheres (mas sim usam-nas para avançar com uma ideologia política), estes dados irão ser ignorados.


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Violência doméstica: mulher espanca avó até à morte

Uma idosa de 92 anos foi espancada até à morte pela sua própria neta depois da pensionista descobrir que as suas poupanças estavam a ser roubadas pela assassina.

Daisy Myring foi encontrada no seu quarto a chorar depois de Sheila Jones a ter atacado com um banco. A viúva morreu horas depois.

Jones, mãe de duas crianças, iniciou o ataque horas antes da srª Myring a visitar devido a suspeitas de que Jones estava a retirar dinheiro da sua conta.

A pensionista, registada como invisual e portadora de problemas coronários, tinha 4 visitas diárias por parte de profissionais. No entanto, Sheila Jones tomava conta dela na sua casa, em Brownhills, West Midlands.

Foi dito pela acusação que Jones tinha acesso à conta da sociedade construtora da srª Myring. Ela (Sheila Jones) esbanjou £7,200 (+/- 8,420 €) do dinheiro da viúva em televisões, férias e prendas para os filhos.

Por altura da sua morte, em Maio último - um ano depois dos furtos terem início - a srª Myring tinha só £48 (+/- 56 €) em seu nome.

Assassina.


No dia Internacional da Violência Doméstica é sempre bom lembrar que "violência doméstica" não é sinónimo de "homem bate/mata a mulher". As feministas querem de facto identificar a violência doméstica como algo que só aflige as mulheres (e daí poderem exigir mais verbas ao Estado como forma de levarem avante a sua ideologia política) mas a violência doméstica é algo que aflige homens, mulheres e crianças.

As mulheres não tem monopólio do sofrimento da violência doméstica da mesma forma que o agressor nem sempre é um homem.

Vêr também:

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O estado da civilização ocidental num vídeo


Uma chuva de balas provenientes duma metralhadora (em legítima defesa) e deportações em massa de todos os imigrantes que se recusassem a obedecer as leis que o resto da população obedece (brancos ou negros que os esquerdistas deliberadamente importaram como forma de destruir a harmonia cultural dos países ocidentais) seria suficiente para iniciar o processo de salvação da superior civilização Judaico-Cristã.

Mas os esquerdistas já destruíram o instinto de sobrevivência inglês de tal modo que já nem se pode dizer a verdade sob pena de represálias.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Homem de meia idade luta pela vida depois de ter sido espancado por confrontar ladrões

Perto dum caixote de lixo em Ealing, um homem de meia idade encontra-se deitado e severamente magoado depois de ter sido espancado e roubado pelo "crime" de ter repreendido um gangue de imigrantes mal agradecidos, preguiçosos, ignorantes e violentos jovens. Estes mesmos jovens haviam posto fogo a uma instalação.

Numa cena que representa bem o desgoverno da situação, o homem foi atacado em frente a um policial depois de ter confrontado um grupo largo de adolescentes negros. Estes mesmos jovens haviam assaltado um centro comercial em Ealing, (Londres ocidental) e encontravam-se a atear fogo a caixas.

Enquanto o homem se encontrava inconsciente, magoado e em dores, os jovens negros roubaram os seus pertences. Ontem à noite os polícias ainda não conheciam a identificação do homem (ou a sua idade) uma vez que os jovens haviam roubado a sua carteira.

Quando os outros polícias chegaram, eles prosseguiram em atacar os jovens como forma de permitir que os seus colegas providenciassem os primeiros socorros ao homem ferido.

O homem, que se pensa estar nos seus 40 ou 50 anos, encontrava-se ontem em condições bastante sérias no hospital, e pensa-se que muito provavelmente ele não vai sobreviver aos ferimentos causados pelos jovens negros.

Segundo se pode ver nas câmaras de segurança, os adolescentes assaltaram o centro comercial Arcadia e posteriormente atacaram o homem - provavelmente com garrafas - um pouco antes das 23 horas de Segunda feira.

Um video a circular no youtube mostra oficiais policiais a ajudarem o homem que, por esta altura, encontra-se deitado no chão.



Eis aqui a parte que revela o propósito de cidadãos responsáveis terem o direito humano de possuir armas de defesa pessoal:

O ataque ao homem de meia idade foi observado por um polícia solitário que nada pôde fazer até que os seus colegas chegassem.
É para impedir situações como esta que os americanos tem a sua 2ª Emenda - que lhes permite ter armas para defesa própria. Se o pobre do homem tivesse consigo uma arma para defesa pessoal, sem dúvida que os adolescentes pensariam duas vezes antes de o atacar. Mas como os delinquentes sabem que os cidadãos andam desarmados, eles não têm nada com que se preocupar.

O desarmamento da população só ajuda os ditadores e os criminosos e como tal deve ser por isso que os esquerdistas gostam tanto disso.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Inglaterra: venda de tacos de basebol aumenta

A queda da Grã-Bretanha para a anarquia, ao mesmo tempo que atravessa a selva no seu percurso natural do esquerdismo para o autoritarismo colectivista ao estilo soviético, teve um efeito benéfico em pelo menos um sector da economia.

Apesar dos britânicos não jogaram basebol, as vendas de tacos de basebol aumentaram exponencialmente (cliquem na imagem):

bat sales britain

O governo que criou o presente status quo com as suas políticas de imigração em massa e as suas políticas pensionistas não deixa que os seus cidadãos se defendam dos ataques violentos com armas, e como tal, os cidadãos têm que adquirir tacos de basebol.

Parabéns, esquerdistas. O vosso plano de destruir a civilização está a avançar tal como vocês sempre quiseram.

-Fonte-


Há medida que imigrantes não-assimiláveis e não-respeitadores das leis locais continuarem a aumentar o seu número, a superior civilização ocidental vai continuar a ser minada e destruída a partir do seu interior.

Os ingleses não aprenderam a lição da Roma e da China Imperial, quando estes mostraram (há mais de 2000 atrás) que nunca se deixa que os bárbaros venham viver para dentro dos teus muros. Bárbaros são bárbaros. A sua cultura não é civilizada. Eles não constroem, eles não produzem e não tem o mínimo interesse em fazer algo mais que não seja reproduzir, subsistir e destruir.

Como forma da civilização sobreviver, os seus promotores têm que construir barreiras para manter os bárbaros fora. Se eles tentarem invadir (tal como eles tentaram em Poiters em 732, ou Lepanto em 1571, ou no cerco a Viena em 1683) o mundo civilizado tem que usar disciplina civilizada para os manter fora.

Tu podes tentar civilizá-los nas suas próprias terras (e muitos de facto irão adoptar costumes e normas civilizadas), mas faças o que fizeres, nunca deixes que eles venham viver para perto de ti.

Os ingleses aparentemente estão a aprender essa dura lição histórica, mas o que eles não sabem é que esta destruição é algo que foi planeado há muito tempo atrás. O que estamos a assistir em Londres e em outras cidades inglesas são 30/40 anos de maquinação a corroer as normas sociais tendo em vista a futura implantação duma ditadura esquerdista.

Estes desacatos mais cedo ou mais tarde terminarão mas as políticas que serviram de pano de fundo para este terror vão continuar em movimento.

Violência marxista chega a Manchester

Milhares de polícias juntavam-se esta noite aos que já vinham ocupando as ruas de Londres numa tentativa de pôr um ponto final à violência que assola algumas das principais cidades inglesas. Em Londres as coisas estiveram mais calmas, mas nesta quarta noite de violência o rastilho chegou a cidades onde até agora estava adormecido. Manchester era uma das que ainda não tinham sido afectadas. Desde o fim-de-semana foram detidas mais de 1100 pessoas. (em actualização)

Grupos de jovens repetiram cenas de pilhagens a lojas, incendiaram carros e atingiram prédios, enquanto parte da população atemorizada exigis uma actuação mais firme da polícia.

Na capital, carros blindados e colunas de carrinhas com agentes patrulharam as ruas e os 16 mil polícias deverão continuar a mostrar-se durante pelo menos mais um dia. O patrulhamento parece ter surtido algum efeito.

Cenário bem diferente vive-se fora de Londres. Em Manchester, centenas de jovens – a Associated Press diz que alguns parecem ter cerca de 10 anos – tomaram o centro da cidade de assalto, atirando garrafas e pedras à polícia, e vandalizando lojas.

Garry Shewan , um dos responsáveis políticos de Manchester diz que são cenas sem precedentes: «Queremos deixar bem claro que não têm nada por que protestar».

Birmingham, Bristol e Liverpool tinham sido afectadas na noite de segunda-feira, e hoje, além de Manchester, também Nottingham, Wolverhampton, West Bromwich e Gloucester foram palco de distúrbios.

Sapatilhas, bicicletas, electrodomésticos e produtos em pele eram roubados de umas lojas, enquanto que outras eram indiscriminadamente incendiadas sem que a polícia conseguisse controlar os delinquentes.


Este tipo de violência é declaradamente marxista. O ódio irracional aos "ricos" (aqueles que dão empregos aos pobres) é sine qua non da ideologia falhada do marxismo. Repara-se também que atribuir este tipo de violência à "pobreza" é refutado pelas coisas que os delinquentes roubam. Se fosse a fome a impelir a violência, eles roubariam comida e não "sapatilhas, bicicletas, electrodomésticos e produtos em pele".

Entretanto há alguém que se alegra com este tipo de violência....

Karl Marx

Mas todos sabemos quem opera por trás do socialismo...

O verdadeiro pai e mentor do marxismo cultural.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Violência em Londres beneficia o marxismo cultural

O primeiro-ministro inglês, David Cameron, regressou das suas férias em Itália para tentar resolver os problemas de violência em quatro das maiores cidades inglesas e já tomou duas medidas: chamar também os deputados de férias e triplicar o número de polícias nas ruas de Londres.

David Cameron descreveu os episódios das últimas noites de «doentios», mas para já evitou medidas de força – como chamar os militares para apoiarem a polícia.

Mas esta noite deverá haver 16 mil agentes nas ruas da capital, o triplo dos de ontem.

«As pessoas não devem ter dúvidas de que faremos o necessário para restabelecer a ordem das ruas da Grã-Bretanha e para protegermos os que obedeçam à lei», disse o governante aos jornalistas em Downing Street após uma reunião do gabinete de crise.

Desde que os motins começaram em Londres – tendo-se já alastrado a Birmingham, Bristol e Liverpool – já foram detidas cerca de 450 pessoas.

Com a escalada de violência nas ruas, o parlamento volta aos trabalhos na quinta-feira.

Entretanto, o jogo de futebol entre Inglaterra e Holanda previsto para amanhã em Wembley foi desmarcado para que mais polícias estejam disponíveis para controlarem os motins.

-Fonte-


Tal como previsto, os distúrbios em Londres estão a ter os efeitos desejados pelos marxistas culturais. A noção de "restabelecer a ordem" é a bandeira sob a qual os futuros ditadores marcharão, depois de passarem décadas a promover ideologias que fazem exactamente o contrário.

Pode-se dizer que David Cameron não é um esquerdista, mas isso só é sustentável se pensarmos em "direita" e "esquerda" do tipo que há nos EUA. NA Europa, a maior parte da "direita" é apenas uma variação da esquerda (especialmente na Inglaterra).

Esperem vêr mais líderes europeus num futuro próximo a usar a violência que certamente vai acontecer nos seus países como forma de concentrarem poderes num grupo político restrito. Esse era o objectivo desde que o marxismo cultural começou a assolar a civilização ocidental.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Erin Pizzey: Fui Expulsa do Movimento Feminista Por Ser Contra a Violência

Durante o ano de 1970 eu era uma jovem dona de casa com um marido, duas crianças, dois cães e um gato. Vivíamos em Hammersmith, West London, e eu não via o meu marido muitas vezes porque ele trabalha para a televisão em todo o país. Eu estava sozinha e isolada e buscava algo mais que o tradicional dia a dia composto por cozinhar, limpar e actividades domésticas.

No princípio dos anos 70 um novo movimento para a mulheres - exigindo igualdade e direitos - começou a aparecer nos jornais diários. Entre as frases feitas, eu lia as palavras "solidariedade" e "suporte".

Eu acreditava de forma apaixonada que, não só as mulheres nunca mais se iriam encontrar isoladas umas das outras, como juntas poderiam mudar a sociedade para melhor.

Passados poucos dias, depois de ficar a saber a morada dum grupo em Chiswick, pus-me a caminho dum encontra do Movimento para a Libertação da Mulher (MLM).

Para poder fazer parte do grupo, pediram-me para pagar £3 e 10 xelins como propina. Pediram-me também para identificar as outras mulheres como "irmãs" e chamar os nossos encontros de "colectivos".

O meu fascínio com este novo movimento durou apenas alguns meses. Durante os enormes "colectivos", eu ouvi mulheres estridentes a pregar o ódio à família. Eles diziam que a família não era um lugar seguro para as mulheres e para as crianças.

(As evidências dizem exactamente o contrário: não há lugar mais seguro para a mulher que o vinculo do casamento)

Fiquei horrorizada com a sua virulência e as suas tendências violentas. Cheguei a um ponto onde me pus de pé e tentei trazer as líderes desta nova organização de volta à razão.

Acabei por ser expulsa do movimento. O meu crime foi o de ter avisado algumas das mulheres do departamento de Shaftesbury do MLM que, se elas persistissem com o plano para bombear Biba (uma loja de roupas em Kensington), eu chamaria a polícia.

Biba foi alvo de ataque bombista porque as mulheres do MLM pensavam que a loja era um empreendimento capitalista dedicado a sexualizar os corpos das mulheres.

Decidi que estava a perder o meu tempo a tentar influenciar o que, de acordo com o que eu poderia observar, era um movimento marxista dedicado a ficar com o dinheiro de mulheres crédulas como eu.



O problema do feminismo não é só que fica com o dinheiro das mulheres mais crédulas, mas também que prepara o caminho para que estas fiquem eternamente sem a sua alma. É uma ideologia demoníaca que deve ser forçosamente resistida.

sábado, 21 de maio de 2011

A recomendação do Nuno Dias

(Clique para aumentar)



quinta-feira, 19 de maio de 2011

Feminista diz que as mulheres podem agredir os homens na parte superior do corpo

Valerie Curnow argumenta em favor do direito feminino para iniciar a violência:
Tenho que admitir: não acho que uma mulher a bater num homem seja a mesma coisa que um homem a bater numa mulher. Não me levem a mal quando digo isto: eu sou contra a violência doméstica (física ou emocional) ou qualquer outro tipo de violência. No entanto, não acredito que se uma mulher bate num homem as ramificações são idênticas se a situação for inversa.

Entenda-se que não estou a falar de agredir o namorado ou o marido com pedaços de metal, ou partir um quadro de fotografias na sua cabeça. . . . Estes actos são moralmente errados, violentos e possivelmente passíveis de acção judicial.

Eu não estou a falar em verter sangue usando armas letais ou assassínio. Estou a falar de palmadas e chapadas na parte superior do seu corpo quando o cavalheiro se porta mal. Ombros, peito: coisas desse género.

Se esta feminista acredita que "palmadas e chapadas" são aceitáveis quando um adulto se porta mal (desde que não se faça algum tipo de dano físico sério), então claramente ela não terá problemas em concordar que o homem tem o direito de dar palmadas em mulheres adultas. Afinal de contas, palmadas não possuem as mesmas ramificações que um murro no queixo.

O que a senhora Curnow está a argumentar é que, embora ela não se aperceba, não há problema nenhum em um homem agredir uma mulher desde que não cause nenhum dano físico.

Claro que serão necessários linhas condutoras para se saber que tipo de palmadas são permitidas. Que tal colocar o limite numa vara com a grossura do polegar do homem?

Fonte


Estas feministas são um "espectáculo". Durante décadas reclamaram por "igualdade" mas agora que pensam que possuem a igualdade, elas querem a supremacia. Querem um conjunto de regras para os homens e outro conjunto para as mulheres. Isto é o que elas qualificam de "igualdade".

Claro que o discurso feminista só engana quem quiser ser enganado uma vez que o feminismo nada mais é que uma ideologia doentia que visa destruir a sociedade tendo em vista a futura implantação do comunismo nas "massas".

Resistência a tais doentes mentais é aconselhável.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Rapariga branca espancada por 4 raparigas negras

Pode-se perguntar: para quê colocar a etnia das agressoras e da agredida? Porque hoje em dia temos muito em voga a noção de que certos grupos nunca podem ver os seus comportamentos analisados e criticados. Geralmente são os grupos que politicamente se alinham com a esquerda que tem este privilégio. O resto da sociedade (conservadores, Cristãos, Sionistas, movimento Pró-vida, etc) já não tem essa benesse.

Obviamente que não há nada na biologia dos negros que os torne mais ou menos violentos que o resto da humanidade. Se fossem 4 brancos contra um negro, o acto seria tão desprezível e tão demoníaco como o que se verificou. O que se passa aqui é uma questão cultural e um ambiente cuidadosamente preparado de modo a que certos grupos tenham "carta verde" para levar a cabo acções que mais ninguém na sociedade tem.

Por exemplo, um muçulmano pode colocar-se em cima dum carro e gritar "Morte ao Judeus!" bem no centro da Europa e ele vai ser levemente penalizado (se verdadeiramente fôr penalizado). Agora se um Judeu diz que um homem que mata 5 pessoas durante o seu sono (3 crianças incluídas) é um selvagem, esse Judeu vai ver o sistema legal a abater-se com ele com uma violência "especial". Os média sobre o controle esquerdista vão escrever editoriais ofensivos e o tal Judeu vai receber ameaças de morte. Se duvidam, vejam o que aconteceu com a escritora Judia Melanie Phillips.

O que este vídeo mostra são algumas miúdas negras a agredirem de forma brutal uma miúda branca. Não se sabe qual é o motivo, mas mesmo que se soubesse, seria irrelevante.

Esperemos ansiosamente que o Barack Obama, ou o Al Sharpton ou o Jesse Jackson se manifestem de forma proporcional à violente agressão. Não tenham é muita fé que isso aconteça, porque esses esquerdistas só vêem racismo quando é contra os negros, os muçulmanos (qual é a "raça" dos muçulmanos mesmo?) ou contra qualquer outro grupo social que vote nos esquerdistas.

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