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quinta-feira, 13 de julho de 2017

"Justiça" marxista

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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Germaine Greer descobre que activismo homossexual coloca em causa o papel da mulher

Por Jemma Buckley

Germaine Greer criticou a dupla homossexual composta por Elton John e David Furnish por terem listado um homem como a "mãe" nas certidões de nascimento dos seus dois filhos. Ela disse que este gesto é mais um exemplo da forma como o conceito da maternidade tem "sido desconstruído", antes de criticar também o processo da Fertilização in Vitro (FIV).

Nos documentos dos seus dois filhos, Zachary (4 anos) e Elijah (2 anos), Sir Elton está listado como o pai e Furnish como a "mãe". Ambas as crianças nasceram da mesma mãe-substituta da Califórnia - que a dupla homossexual diz amar "como uma irmã" - e ambas partilham o mesmo doador de espema anónimo.

Germaine Greer é a mais recente celebridade a vocalizar a sua desaprovação às atitudes de Sir Elton, de 68 anos, e de Furnish, de 52. Recentemente, Elton esteve envolvido numa discussão notória com os estilistas Italianos Domenico Dolce e Stefano Gabbana, que deram o nome de "sintéticas" às crianças geradas a partir da FIV. O cantor Inglês respondeu aos comentários feitos a uma revista Italiana, e apelou a um boicote à casa de moda Dolce-Gabbana:

Como é possível que eles se atrevam a qualificar os meus dois maravilhosos filhos de "sintéticos"? Eles deveriam ter vergonha de agitar o seu dedo julgador contra a FIV, um milagre que tem permitido a legiões de pessoas amorosas - tanto heterossexuais como homossexuais - realizar o sonho de ter filhos.

Falando no Hay Festival, Greer, de 76 anos, disse:

Por vezes penso que o problema é o conceito de maternidade, que nós não conseguimos dar algum tipo de estrutura. Sir Elton e a sua "esposa" David Furnish colocaram nas certidões de nascimento dos seus dois filhos que David Furnish é a "mãe". Desculpem-me. Isso dá-nos uma ideia da forma como o conceito da maternidade foi esvaziado e desapareceu. Foi totalmente desconstruído.

Greer, que escreveu o best-seller com o nome The Female Eunuch no ano de 1970, continuou, criticando o processo de FIV através do qual os filhos da dupla homossexual nasceu:

Nós agora temos a mãe "genética", que fornece os ovos. Tudo depende donde se encontra e se ela terá permissão para saber o que irá acontecer com os seus ovos. E as mulheres normalmente tendem a ter essa preocupação. Um ovo não é um esperma. Nós não produzimos 400 milhões deles duma vez. Um ovo miserável aparece uma vez por mês.

Depois dão-te um folículo que simula hormonas, e tu tens cerca de 17 [ovos], e eles dão-te um FIV a bom preço e distribuem o resto dos ovos da forma que eles querem. Em alguns sítios tu tens permissão para saber o que aconteceu com os teus ovos, mas noutros sítios não.  O que nos resta é uma conta reduzida de FIV visto que a criança está a nascer através das pessoas envolvidas e usando os teus ovos.

Desculpem-me perguntar isto, mas alguém discutiu isto? Será que alguém se sentou e perguntou o que os ovos significam para as mulheres?

A activista de origem Autraliana continuou, fazendo a corajosa alegação de que ela suspeita que o "1967 Abortion Act" só foi introduzido devido às pressões políticas da indústria da fertilidade:

Todo este discurso foi distorcido desde o início por parte da indústria da fertilidade. Ultimamente tenho pensado nisso, e tenho uma suspeita, que ainda tenho que investigar mais, de que o aborto foi legalizado precisamente porque a indústria da fertilidade precisava disso. Não fomos nós. De certeza que não fomos nós.

Nós poderíamos ter marchado até que nos caíssem os pés, mas mesmo assim, eles não se preocupariam em dar-nos o aborto. Eles é que queriam ser capazes de colocar um ponto final da gravidez, para além de quererem manipular livremente os produtos da concepção.

Falando sobre o político Democrata Liberal David Steel, que foi responsável pela introdução do "Abortion Act" no parlamento, ela disse:

Ele é um político. Ele só pôde dar entrada à proposta de lei depois dos barões da fertilidade lhe terem dito o que eles queriam. Eles são muito poderosos dentro do establishment médico-legal.

~ http://goo.gl/vn6B4X



sábado, 23 de novembro de 2013

Mulher mata a sogra com um martelo

Num evento que agitou uma localidade do Sul de Deli, uma mulher matou de forma bárbara a sua sogra de 55 anos depois duma discussão acalorada com ela. Ela foi presa logo depois duma análise intensa ter provado que ela atingiu a vítima na cabeça por duas vezes com um martelo.


Um interrogatório detalhado levado a cabo pela polícia revelou-se fatal para a acusada - Rachna Dawar (25 anos) - que confessou ter atingido a sogra (Madhu) por duas vezes durante uma discussão.

Depois dela a ter assassinado, Rachna rapidamente retirou alguns bens da casa (de modo a causar a impressão de que um roubo havia ocorrido), causou feridas a ela mesma, fechou-se no quarto e inventou a história do assalto para o marido, para o irmão e para a mãe. Para além disso, ela tapou a casa por dentro de modo a que o vizinho do lado não pudesse observar o que ocorria dentro de casa.

O relatório policial revelou que as forças policiais receberam uma chamada por parte dos vizinhos da falecida dizendo que tinham ouvido algum tipo de comoção proveniente da casa da vítima.

Quando a polícia chegou ao local, a vítima foi encontrada deitada no chão, morta, e mergulhada numa poça de sangue. Ela foi rapidamente levada para o hospital mas declarada morta à chegada.

Rachna foi encontrada nas mesmas instalações com feridas no ante-braço e no pé. Quando lhe perguntaram os detalhes do crime, a acusada inventou a história de que um homem havia invadido a casa, atacado a sogra com um objecto pontiagudo, e que ela mesma tinha sido atacada com uma faca de cozinha.

Durante o interrogatório, Rachna alterou várias vezes a sua história o que fez com que a polícia desconfiasse do seu papel no assassinato da mulher.

A polícia prosseguiu com o interrogatório até que Rachna finalmente desatou a chorar, admitindo o crime.


* * * * * * *
Como é dito com relativa frequência, tanto o homem como a mulher são *igualmente* capazes de actos de violência, barbárie e crueldade.



terça-feira, 7 de maio de 2013

Helen McNallen: "Eu deveria ter engravidado quando era mais nova"


O Daily Mail conta histórias de mulheres com educação universitária que adiaram em demasia a maternidade. Uma das mulheres listadas na notícia explica a sua situação.

Helen McNallen é a tipica mãe-adiada que deu prioridade à sua carreira e não à sua família. Logo após ter obtido as suas qualificações na "Bristol University", Helen foi "caçada" pela Goldman Sachs onde, como mulher na área do comércio e por esta altura (inicio dos anos 90), ela era uma raridade. Trabalhar durante 12 horas por dia era o normal. Normalmente, o seu dia de trabalho começava por volta das 6 da manhã.

Ela casou-se com Duncan (cinegrafista freelance) quando ela tinha 30 anos, e continuou a trabalhar.

Eu queria um bebé, mas estava num carrocel do qual não conseguia sair. Eu visualivava um futuro com crianças, mas nós enterramos a cabeça na areia e esperamos que as coisas se revolvam por si só, mas elas raramente se resolvem.

Para a Helen, as consequências de adiar a maternidade foram catastróficas. Quando deu início ao seu novo emprego (onde ganhava cerca de £200,000 por ano num banco alemão) ela trabalhou ainda mais como forma de justificar o seu elevado salário. Mas o nível de stress aumentou proporcionalmente. Finalmente, no ano de 2001 e com 33 anos de idade, ela sofreu uma crise nervosa e foi diagnosticada com depressão.

Por esta altura, ela queria ter um filho mas estava impedida de o fazer visto que a medicação que ela tomava poderia causar danos no bebé. Entretanto, o seu casamento, esticado até ao ponto de rotura devido à sua doença, entrou em colapso. Passaram-se 6 anos até que Helen parou de tomar a medicação para a depressão. Por esta altura ela tinha 40 anos e estava sozinha.

Hoje em dia, ela vive em Yorkshire com o seu parceiro de 45 anos (com quem está há dois anos) e trabalha como conselheira para as pessoas que se encontram em depressão. Para além disso, ela tem um site com o nome de "Depression Can be Fun".  Ela diz ainda:

Eu e o meu parceiro ainda esperamos ter um filho. É algo que eu penso todos os dias. Tento viver sem arrependimento, mas, olhando para trás, eu deveria ter "mordido a bala". Eu deveria ter engravidado quando era mais nova.
 
Outra mulher cuja história foi reportada pelo Daily Mail é Kristina Howells. Para ela, hoje com 40 anos, estudar tornou-se um substituto para a criança que ela não tinha. Quando estava na casa dos 20, ela liderava a escola de música de Kent.
Era a altura ideal para ter filhos, mas eu era consumida pelo trabalho. Quando eu não estava a ensinar, estava a planear lições, ou a tomar parte de actividades extra-curriculares, ou a organizar festivais e concertos. Era recompensador mas esgotante. Lembro-me de pensar "Ainda sou bastante jovem. Posso sempre encontrar o homem certo quando estiver na casa dos 30."

Tu olhas para ti e pensas que és invencível. Mas foi então que cheguei aos meus 30 anos e comecei a entrar em pânico; eu tinha uma carreira profissional mas não tinha um homem com quem ter um filho. Para além disso, eu não queria ser uma mãe solteira.
Soluções? Parece que a cultura esquerdista chegou a um ponto onde a mensagem que é transmitida às mulheres é a de que, a única coisa que realmente conta é a carreira profissional, e que este é a forma delas atingirem a sua auto-realzação. Faz sentido que esta mensagem destrutiva tenha sido seguida de modo masi fervoroso pelas mulheres da classe média-alta da sociedade, visto que estas mulheres têm maior acessoa profissões de maior status e maior rendimento.

Também não se dá o caso destas mulheres não quererem ter filhos; o que se passou foi que elas não buscaram de forma determinada esse propósito, pensado que isso aconteceria por si só num tempo futuro indeterminado.

Portanto a solução é, em parte, promover uma visão mais realista dentro da sociedade. Esta visão deve reconhecer que as mulheres têm que procurar homens com vontade de casar (e planear a sua vida familiar) quando se encontram nos seus anos 20. Isto prende-se não só com a decrescente fertilidade feminina, mas também com o facto dos homens serem koreogâmicos e terem uma atracção sexual superior pelas mulheres com a aparência mais jovem (Kore sendo a palavra do Antigo Grego que significa donzela / mulher jovem).

Via

* * * * *
O que se pode concluir deste tipo de notícias é que todas as ideologias que fomentam o carreirismo junto das mulheres, e que a motivam a colocar a vida laboral acima da vida familiar, estão a conduzi-las   para uma vida de solidão e arrependimento. 
Obviamente que isto não significa que todas as mulheres adiaram a maternidade vivem vidas de arrependimento e solidão; o que isto significa é que a mulher que escolhe adiar a maternidade (ou não ter filhos) pode, mais tarde, arrepender-se amargamente dessa decisão. E uma sociedade composta por mulheres que não se reproduzem, é uma sociedade que caminha a passos largos para o colapso.



domingo, 28 de abril de 2013

Mãe canadiana cria pornografia infantil com as suas filhas


Reparem na forma como o texto tenta de alguma forma justificar o comportamento da mulher como consequência de más experiências do seu passado. É absolutamente seguro afirmar que se fosse um pai a fazer uma coisa destas, o mesmo não se verificaria (nem tinha nada que se verificar).


Por Maria Calabrese

Os advogados responsabilizam a baixa auto-estima e o bullying de que ela foi alvo durante a sua infância como causas para o facto desta mãe procurar atenção masculina na internet partilhando fotos das suas jovens filhas. Jean-Gilles Lebel, do Tribunal de Justiça, afirmou.

Qualifico este tipo de conduta de depravada e doentia. Não consigo conceber uma mãe a fazer uma coisa destas.

De modo relutante o juiz aceitou a recomendação da Coroa e do advogado da mãe para que ela passasse dois anos menos um dia na cadeia e 3 anos em liberdade condicional.

No Canadá existem poucos casos criminais de mães a criar e partilhar fotos pornográficas das suas crianças, e o juiz questionou a mensagem que a sentença enviaria para a comunidade.O Tribunal ouviu que a combinação entre o tempo em liberdade condicional e o tempo de prisão manteriam a mãe sob supervisão durante um tempo total de 5 anos, comparados aos 3 anos de prisão numa penitenciária federal.

A mãe, chorando compulsivamente, disse o seguinte quando era levada para custódia policial:

Sei que o que fiz está errado e que não há nada que possa alterar isso. Sei que Deus me perdoou por isto e que o aconteceu faz parte do Seu plano para mim.

No ano de 2010, durante o tempo em que ela se encontrava num relacionamento online com um homem de Smiths Falls (sul de Ottawa), ela distribuiu fotos das suas filhas gémeas. Segundo Paul Larsh (advogado da Coroa), ela foi apanhada a fazer o mesmo com um homem de Toronto há um ano atrás quando a unidade de crimes sexuais de "Toronto Police Service" interceptou uma mensagem instantânea que continha uma linguagem altamente "sexualizada" qualificada como pornografia infantil. Para além dela ter aconselhado o homem em torno de formas de como atrair meninas para a sua casa, e ensiná-las de que o sexo entre adultos e crianças é perfeitamente normal, a mulher ofereceu-se para enviar ao homem de Toronto imagens de pornografia infantil que ela havia feito com as suas filhas de 5 anos,

A "North Bay Police Service" prendeu-a e as entidades de protecção infantil apreenderam as meninas. A mãe de 26 anos está proibida de ter qualquer contacto com as filhas a menos que tenha uma ordem judicial.

[ed: Começam agora as tentativas para justificar este crime horrível]

Segundo o advogado, ela sofre de depressão [ed: irrelevante], ansiedade [irrelevante] e baixa auto-estima [mais irrelevante ainda]; para além disso, ela foi vítima de abuso sexual por parte dum membro familiar e sofreu bullying quando era mais nova.

O tribunal ficou a saber que ela tinha 16 anos quando começou a entrar em salas de conversação online como forma de socializar com homens, e que por essa altura começou a fazer vídeos explícitos dela mesma, partilhando-os posteriormente com os homens. Ela gostava da atenção online que recebia dos homens, mas ficou a saber que eles estavam  interessados nas mulheres como forma de terem acesso às crianças.

[Repararam no golpe? Uma notícia que deveria ser uma crítica a UMA mulher (e não a TODAS as mulheres) foi invertida de tal modo que TODOS os homens passaram a ser suspeitos de apenas e só terem interesse online nas mulheres como forma de terem acesso às crianças. Se esses malvados homens com interesse sexual por crianças não existissem, esta mulher nunca faria o que fez. . . . supostamente. Seria interessante saber como é que esta teoria se mantém em relação aos homens com interesse por mulheres sem filhos.]

O tribunal apurou que ela não disponibilizou imagens das suas filhas para o homem de Toronto porque ela acreditava que as meninas estavam a ficar desconfiadas do porquê ela lhes tirar aquele tipo de fotografias. A mulher declarou-se culpada das acusações em Junho e já disponibilizou amostras de ADN. Uma ordem judicial adicionou o seu nome à lista nacional dos prevaricadores sexuais durante um período de 20 anos.

Para além disso, ela ficou sem o seu Blackberry e um cartão de memória usado durante as ofensas. As identidadas das meninas foram protegidas.

* * * * * * *

Ficamos a saber, portanto, que a depressão, a ansiedade e a baixa auto-estima levam um adulto a partilhar pornografia infantil.

(Este tipo de publicação não é feita com o propósito de demonstrar que as mulheres são mais violentas ou moralmente inferiores que os homens, mas sim para mostrar às femidiotas de que tanto o homem como a mulher são igualmente capazes de levar a cabo actos nojentos e maldosos para com as crianças.)



terça-feira, 16 de abril de 2013

A inveja da feminista Clementine Ford



Uma agência de pesquisa australiana apurou que 42% das mulheres locais colocam a família como o objectivo mais elevado das suas vidas, à frente da segurança, prosperidade ou uma vida importante. Este resultado é disconcertante para a feminista Clementine Ford. Mas porquê?  A essência da sua resposta é: não há de mal em querer uma família, desde que ela seja construída à volta da mulher e não como objectivo de vida. Se a família é o teu objectivo de vida, então isso é algo que te define como pessoa e retira a tua autonomia. Os homens, segundo Clementine Ford, não têm a família como objectivo de vida e como tal, são livres para viver vidas excitantes, importantes e prósperas.

Ela diz:

Não há nada de mal em querer uma família ou considerar a formação duma família como algo integral para a felicidade. Certamente que não querer mais nada que ter filhos e um ambiente familiar é um objectivo tão admirável como outro qualquer. Mas primeiro é preciso ver que, de modo geral, a "família" é algo que acontece à volta do homem, e não algo que eles buscam como propósito de vida. Os valores sociais permitem que os homens persigam vidas "importantes", excitantes e prósperas, vidas essas que as mulheres naturalmente estão a perder visto que é entendido que, para os homens, estas escolhas não são incompatíveis com a formação duma família. 
Sem dúvida que este é um sistema de crenças curioso, que assenta de modo parcial na equivocada inveja direccionada ao estilo de vida que os homens levam. Aparentemente, Clementine olha para os homens como seres livres para levar vidas excitantes e prósperas. (Isto é o mesmo que um homem olhar para um grupo de mulheres jovens, bonitas e alegres, e assumir que as suas vidas estão perfeitas. Felizmente, o bom senso entrará em acção e esse pensamento sera banido da mente, mas a Clementine parece agarrar-se ao seu momento de inveja. Note-se que, embora tenha um emprego confortável como escritora autónoma ("freelance writter"), ela persiste em acreditar que o mediano homem trabalhador, quando comparado com ela, tem carta branca.

Para além disso, Clementine não parece entender o quão importante a família é para os homens. Casar e fazer filhos é um objectivo de vida para a maioria dos homens, objectivo esse que os homens conscientemente tentam atingir.

Clementine adoptou também a teoria esquerdista da autonomia, que defende que nós não podemos ser definidos por factores prédeterminados tais como a biologia e os costumes (e, desde logo, a maternidade), mas sim pelas coisas que nós mesmos escolhemos (tal como a carreira profissional).

Ela lamenta:
As crianças, e o acto de as ter, ainda é visto como algo que eleva as mulheres para o patamar da pessoalidade. As suas vidas sem filhos são precurssores para o propósito real - ter filhos e descobrir O Que Era Suposto Fazerem Com os Seus Corpos . . . Também as mães sofrem a indignidade de se assumir que houve perda de parte essencial da sua identidade autónoma como mulher.

Sinceramente, as mulheres deveriam fazer da família parte central das suas vidas, se essa é a sua escolha. Mas é perigoso olhar para a família como um objectivo de vida, como um acto que irá garantir a felicidade, à custa das buscas que irão garantir a liberdade, a independência e a autonomia.
Reparem na forma clara como ela revela as coisas: o objectivo de vida da mulher tem que ser a liberdade, a independência e a autonomia. E isso não é algo que se obtenha através duma família.

Ela aceitou de tal forma a ideia da autonomia individual que se recusa a reconhecer os propósitos partilhados entre os maridos e as mulheres. Devido a isso, somos surpreendidos com ideias curiosas como as que se seguem:
Posteriormente, o custo de criar os filhos ainda é suficientemente elevado para as mulheres e devido a isso, encorajá-las a olhar para tal como um objectivo de vida - algo que elas buscam e atinjem, e não algo que é construído e gerido à sua volta - tem potenciais consequências prejudiciais. Infelizmente para as mulheres, o peso financeiro de cuidar de crianças ainda cai na sua maioria sobre elas.

Deixando de lado as diferenças salariais por sexo que afecta a maioria das mulheres a trabalhar em posições remuneradas, as suas perspectivas de reforma são ínfimas. A aposentadoria feminina, já de si estimada como cerca de metade da aposentadoria dos homens, é estragada ainda mais pelo facto dela ficar longe do emprego por longos períodos de tempo.
Aqui a Clementine repete a ideia de que a família deveria ser algo "construído e gerido" à volta das mulheres, e não algo que elas tentem atingir. Ela acredita também que, quando comparada com os homens, a mulher casada será prejudicada pela perda da aposentadoria. Mas de que forma? Será que ela pensa que o marido reserva a aposentadoria para si, deixando a mulher financiar-se a ela mesma?

Parece que a Clementine Ford tenta encontrar uma forma de dar às mulheres permissão para ter uma família, ao mesmo tempo que retém a liberdade, a independência e a autonomia como objectivo de vida. Mas se tu fosses sincero na tua busca da liberdade, independência e autonomia, então nunca te casarias, independentemente de seres um homem ou uma mulher. Tu ficarias solteiro/a.

O que a Clementine Ford tem que entender é que nem todas as pessoas olham para a autonomia como o único e primordial objectivo de vida. Ela não tem nada que assumir que os homens olham para a autonomia como o bem maior, e trabalham para a obter.

Ela deveria reconhecer também o quão estranho é 1) olhar para os maridos e para as mulheres como pessoas que não partilham os recursos financeiros, e 2) pensar que a família pode ser "construída e gerida" à volta das pessoas e não como o objectivo de vida.

Foto pública: https://twitter.com/clementine_ford



terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Mãe e filha criam site pornográfico

"Porque todas estas abominações fizeram os homens desta terra, que nela estavam antes de vós; e a terra foi contaminada." - Levítico 18:27

Uma mãe e uma filha inventaram uma nova forma de relação: criaram juntas um site de pornografia em que aparecem juntas e a polémica instalou-se no estado norte-americano Florida. Para evitar problemas legais, não trocam carícias, mas actuam em cenas em conjunto com um ou mais parceiros.

Conhecidas como as ‘Sexxxtons’, a mãe Jessica, de 56 anos, e a filha Monica, de 22, criaram um site de conteúdo sexual e lançaram recentemente um DVD. “Eu gosto de sexo e divirto-me com a minha mãe. Durante as cenas, só penso no dinheiro que vamos ganhar”, afirmou Monica, em entrevista ao jornal 'Huffington Post'.

Depois da família ter sido despejada de casa, há três anos, Monica decidiu ser bailarina e entrou na indústria pornográfica para pagar as despesas. 

A ideia de Jessica entrar também no mundo da pornografia partiu da filha.

Foi ideia minha. Deixei a escola no nono ano e achei que era uma boa oportunidade pra ganhar dinheiro”, afirmou a jovem, que perdeu a virgindade aos 12 anos.

Apesar de estarem juntas, mãe e filha não se podem tocar para evitar problemas legais. “Não temos nenhum problema em estar as duas com um homem. Podemos ter sexo com o mesmo homem, mas não podemos interagir as duas”, explicou Jessica. Para Monica não é tão simples: “Não é fácil. Os nossos lábios nunca tocam e isso é um problema quando estamos a filmar”.

Apesar de não violarem a lei, há muita controvérsia. Para o psiquiatra de Beverly Hills Carole Lieberman, este tipo de actividade pode ser comparado a ‘incesto emocional’. “Passa muitas fronteiras. Apesar de não haver sexo entre as duas, há prazer para uma ou para as duas e isso passa a linha das relações sexuais”.

Apesar de Jessica e Monica conseguirem ganhar muito dinheiro, o histórico da indústria pornográfica Bill Margold não acredita que tenham muito sucesso. “A indústria para adultos não é estúpida. Eles já têm problemas suficientes para estar a criar um incesto à frente das câmaras”, disse.


* * * * * * *

Repetindo o que já falamos no passado: por algum motivo as sociedades mais bem sucedidas e prósperas da história da Humanidade exerciam um controle rigoroso sobre a sexualidade humana, especialmente sobre a sexualidade feminina

Isto era assim não porque a promiscuidade feminina seja moralmente mais grave que a masculina, mas sim porque os efeitos da promiscuidade feminina são socialmente mais destrutivos que os efeitos da também moralmente condenável promiscuidade masculina.

Quem colocou em marcha esta "nova sexualidade" sabia que a sociedade entraria em colapso, e foi precisamente tendo em vista esse colapso que essa "sexualidade" foi instalada. 

O que nós assistimos agora são 40/50/60 anos de "sexo livre" e terrorismo cultural, posto em práctica como arma de destruição social.  Quando mães começam a fazer filmes eróticos com as filhas, podemos ter a certeza que a guerra cultural está practicamente perdida e a cultura está moralmente muito longe daquela que gerou esta mesma civilização. Como diz Vox Day, a cultura pós-Cristã não é nem secular nem científica mas sim pagã e pré-Civilização Ocidental.

Uma coisa é certa: sem intervenção Divina o mal avança numa direcção; levando isso em conta, podemos prever que o que a notícia de cima reporta vai passar a ser "normal" num futuro muito próximo.

"Agora vem o fim sobre ti, porque enviarei sobre ti a Minha ira, e Te julgarei conforme os teus caminhos, e trarei sobre ti todas as tuas abominações. E não te poupará o Meu Olho, nem terei piedade de ti, mas porei sobre ti os teus caminhos, e as tuas abominações estarão no meio de ti: e sabereis que Eu sou o Senhor."
Ezequiel 7:3-4



sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Violência doméstica: 100 facadas numa criança de 7 anos


Mulher dos subúrbios de Chicago esfaqueou o seu filho de 7 anos 100 vezes antes de voltar a faca para uma menina de 5 anos que testemunhou o assassinato. 

Robert Berlin (Promotor Público de DuPage County State) disse que Elzbieta Plackowska, de 40 anos, afirmou junto dos investigadores que esfaqueou as crianças, e cortou-lhes as gargantas, porque estava zangada com o marido - um camionista que passava largos períodos de tempo fora de casa. 

Plackowska disse aos investigadores que o marido deixava-a sozinha para cuidar do filho Justin e que ela sentia que trabalhar como empregada doméstica era algo indigno dela. 

Berlin disse:

Ela disse aos detectives que ela era de opinião que matar o filho Justin causaria mágoa no marido da mesma forma que ela se sentia magoada nesse relacionamento.
Plackowska disse aos investigadores que encontrou Justin e Olivia Dworakowski - menina que ela se encontrava a tomar conta nessa noite - a saltar na cama. Na conferência de imprensa que se seguiu à audiência Berlin disse ainda que:

Ela agarrou na faca e obrigou-os a ajoelhar e a começar a orar. Ela começou a esfaquear o filho e a dizer que ele iria para o céu nessa noite. Ele implorou pela vida, e pediu que ela parasse, mas ela continuou a esfaqueá-lo até ele estar morto.

Ela voltou-se então para a menina Olivia, de 5 anos, e começou a esfaqueá-la múltiplas vezes. Ela, tal como Justin, implorou pela vida mas a acusada continuou a esfaqueá-la até ela estar morta.

Berlin disse ainda que Plackowska matou Olivia porque ela testemunhou o ataque levado a cabo a Justin.
Os assassinatos ocorreram na casa da mãe da Olivia, que trabalha de noite como enfermeira e que tinha deixada a filha aos cuidados dePlackowska. Segundo se sabe, ela esfaqueou também os dois cães da família.

O Chefe Policial de Naperville Bob Marshall afirmou:

Em todos os meus anos de serviço policial, esta é a cena de crime mais horrível e mais terrível que eu alguma vez vi.

Os investigadores encontraram duas facas manchadas de sangue; uma no lavatório da cozinha e outra no carro da assassina, informou Berlin.

Segundo Berlin, inicialmente Plackowska declarou aos investigadores que um stalker havia invadido a casa onde Olivia vivia com a mãe,  e que havia sido este stalker quem tinha morto as crianças. Mais tarde ela disse que as crianças eram malignas e que ela se encontrava a combater o demónio que se encontrava dentro  de casa. 

Quando a polícia a confrontou com as inconsistências no seu testemunho, e depois de horas de interrogatório, Plackowska admitiu que ela havia cortado os pescoços das crianças porque ela estava zangada com o marido

* * * * * * *
Duas coisas:
  • Se os assassinatos levados a cabo pelos homens devem ser moralmente interligados com aquilo que algumas pessoas chamam de "machismo" ou "masculinismo", os assassinatos levados a cabo pelas mulheres são o resultado de que ideologia e movimento social? (Ver blogues como este).
Nenhuma pessoa normal irá associar este trágico incidente como resultado/efeito/consequência do sexo da assassina uma vez que, claramente, ela é uma mulher perturbada e essa perturbação de forma alguma está relacionada com a sua construção genética, mas sim com a sua estrutura moral/psicológica.

Semelhantemente, quando um ou mais homens levam a cabo actos violentos contra mulheres, isso não se prende com a sua condição de homens mas sim com a sua condição de assassinos/violentos/etc. O que se passa hoje em dia é que estamos tão bem formatados pelo viés pós-Cristão, pós-moderno e anti-masculinidade que quando ouvimos falar de violência contra mulheres levada a cabo por homens, frequentemente associamos esses actos à masculinidade em si, como se a masculinidade (ou o próprio machismo) estivessem de alguma forma relacionadas com a violência.
  • A informação disponibilizada pelo texto não é clara, mas ficamos com a impressão que a mãe da Olivia é mãe solteira. Se ela tivesse marido, não precisaria que uma mulher passasse a noite na sua casa a cuidar da filha. Ou isso, ou então o marido também tem um emprego que ocasionalmente lhe obriga a passar noites fora de casa.
Se, de facto, ela for mãe solteira, isto confirma uma padrão já aludido por várias pessoas, e difícil de ignorar: as crianças ficam extraordinariamente mais vulneráveis quando o pai biológico é removido da sua vida - quer seja uma vulnerabilidade emocional,  ou física.
Muitas crianças ainda se encontrariam vivas hoje se um homem (de preferência o pai biológico) estivesse presente no momento em que a mãe (ou qualquer outra entidade com más intenções) tencionasse colocar as suas vidas em risco.

Isto leva-nos a afirmar que, provavelmente, a melhor maneira de colocar em perigo a integridade física das crianças e das próprias mulheres é remover das suas vidas as figuras masculinas (pais, maridos, namorados, etc). Quem genuinamente de preocupa com a segurança das crianças e das mulheres, não demoniza a único grupo social que, segundo os dados, se encontra sempre disponível (e disposto) a proteger crianças e mulheres: o homem.

Por fim: uma coisa Plackowska tinha razão; havia de facto um demónio dentro de casa. Infelizmente para as crianças, era ele quem tinha a faca na mão.



domingo, 2 de setembro de 2012

Brinquedo que as feministas tentaram censurar revela-se um sucesso económico


Lego, empresa dinamarquesa construtora de brinquedos, declarou que os seus lucros aumentaram para 2bn kroner (£212m), de 1.48bn kroner no primeiro semestre de 2011. As vendas aumentaram 24% para 9.1bn kroner. Segundo a AP, a companhia afirma que vendeu o dobro do conjunto "Lego Friends", superando as suas expectativas.

Joergen Vig Knudstorp, director-executivo da empresa, afirma:
Tem sido fantástico experimentar a recepção entusiástica que os consumidores têm dado à nova gama. As vendas têm sido surpreendentes.
Quando a Lego Friends foi lançada, a mesma foi vítima de protestos por parte de alguns grupos consumidores que afirmavam que os brinquedos "reforçavam os estereótipos de género". O brinquedo inclui um conjunto para meninas com muitas figuras cor-de-rosa, áreas roxas e verdes, uma casa de sonho, uma piscina e uma salão de beleza.

Nos EUA, a organização SPARK - movimento que luta contra a sexualização de meninas e jovens mulheres - organizou uma petição com mais de 50,000 assinaturas exigindo que a Lego alterasse a sua estratégia de marketing.

A Lego afirma que a nova linha foi desenvolvida após pedidos feitos pelos pais das meninas em favor de conjuntos mais realistas e formas mais detalhadas, com cores vivas e oportunidade de desempenhar papéis.

A companhia não só afirmou que o resultado, até esta altura do ano, chega numa altura em que o mercado global dos brinquedos está em declínio, como afirmou que, devido a este sucesso, a Lego aumentou a sua quota de mercado para mais de 8%, 1% mais que durante o mesmo período do ano passado.

Vig Knudstorp disse que a primeira metade do ano 2012 "excede as nossas expectativas, e o resultado financeiro é excepcional, especialmente à vista do desenvolvimento geral do mercado dos brinquedos. No entanto, ainda é muito cedo para fornecer estimativas nos resultados esperados para o ano inteiro uma vez que os meses finais do ano são cruciais para o nosso negócio."

A Lego disse, durante o ano de 2012, expandirá a sua capacidade em todas as áreas do seu negócio como forma de suprir as crescentes exigências. Para além disso, a empresa planeia contratar este ano mais 1,000 novos funcionários globalmente. A companhia, que não se encontra listada publicamente, conta com 10,000 funcionários em todo o mundo, e tem publicado os seus ganhos deste 1997.


* * * * * * *

Mais uma vez as feminazis estão do lado errado da decência, moralidade, biologia e liberdade de escolha. Essencialmente, se o histerismo feminista fosse levado a sério pela empresa fabricante, milhares de meninas veriam a sua felicidade reduzida pelo simples facto de não terem o análogo feminino dos brinquedos Lego. Isto demonstra mais uma vez que, longe de ser uma ideologia que "protege" o sexo feminino, o feminismo oprime-o e tenta usá-lo para fins meramente políticos.

Esta notícia revela que a empresa está contente com o sucesso do brinquedo, os pais e as mães estão contentes com a felicidade que as meninas agora têm ao brincarem com estes brinquedos - aliás, foram os pais e as meninas que pediram o brinquedo - e, obviamente, as meninas estão contentes. As únicas pessoas que estão desapontadas com o sucesso económico e social deste brinquedo voltado para as meninas, são as mesmas pessoas que afirmam "lutar" pelos direitos dessas mesmas meninas.

Uma das razões que leva as feministas a oferecer resistência a brinquedos que estão especialmente direccionados ao mercado feminino prende-se com a sua hilariante e totalmente ridícula crença de que o sexo e os comportamentos associados a ele não são, na sua esmagadora maioria, biologicamente inatos, mas aprendidos em sociedade ("socialização"). Para elas, o facto das meninas naturalmente preferirem um certo tipo de brinquedos (bonecas, etc) e os rapazes naturalmente preferirem outros (carros, soldados, etc), não é evidência de distinções inatas nos sexos mas sim consequência dos ensinamentos recebidos por ambos durante o seu desenvolvimento.

A ciência já demonstrou que isto é falso ao fornecer evidências claras em torno das distinções biológicas, cerebrais, hormonais, emocionais e anatómicas entre os homens e as mulheres. No entanto, isto não impede as feministas de continuar com as suas mentiras e falsidades uma vez que elas estão perfeitamente à vontade para investir elevadas somas de dinheiro em propaganda enganosa. Isto prende-se com o facto do seu movimento ser financiado maioritariamente 1) pelos governos (com o dinheiro dos contribuintes), e 2) pelos grandes grupos globalistas (que usam o movimento feminista como arma de desestabilização social tendo em vista a subversão da cultura).

Finalmente, o motivo maior por trás da raiva feminista dirigida a este brinquedo provavelmente centra-se numa coisa muito simples: este movimento anti-mulher e anti-homem não quer de maneira nenhuma que as meninas se habituem a papéis que envolvem cuidar de crianças. O feminismo quer as mulheres fora de casa; como tal, brinquedos que colocam meninas a brincar com bonecas são um perigo para quem quer que as meninas cresçam a considerar essas funções como "opressoras", "machistas" ou "pouco dignas" para uma "mulher moderna.". [Curiosamente, andar com os seios à mostra nas marchas da vadias já é "digno"]

Por isso é que, apesar das meninas, os pais, as mães e os vendedores do brinquedo estarem perfeitamente satisfeitos com o mesmo (e o brinquedo poder vir a gerar empregos para, pelo menos, mais 1000 pessoas em todo o mundo), as feministas continuarão com a sua luta anti-mulher, tendo em vista a destruição (ou minimização) do natural e extremamente importante instinto maternal uma vez que tal instinto joga contra as suas intenções políticas.

Para as feministas, a felicidade da mulher não interessa; o que interessa é o que a mulher pode fazer pelo feminismo, mesmo que aquilo que a elite feminista decida seja exactamente o contrário daquilo que a esmagadora maioria das mulheres quer.





quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Filhos segundo o feminismo

Numa popular página do facebook foi colocada no mural a imagem que se segue:


Os comentários foram o que se esperava, com a excepção do primeiro que se vê, e o último.

"Clássica" ou não, não deixa de ser verdade que muitas mulheres que caíram no engodo do feminismo descobrem mais tarde que foram enganadas.



O tradicional egocentrismo da mulher feminista.

Segundo esta idiota, querer ter filhos é uma "imposição social" e não algo que a esmagadora maioria das mulheres naturalmente deseja.


Esta frase resume em si a necessidade de se lutar contra o feminismo. Esta mulher acha que é um "conceito ignorante" uma mulher querer dar continuidade à raça humana. Como se lê nesta tradução, "Os inimigos da cooperação heterossexual, e os inimigos da procriação, são inimigos da raça humana." O feminismo é inimigo da raça humana porque indoutrinou milhares de mulheres a ver a natalidade não como algo de importante mas sim como uma "imposição social."


Quem diz que a mãe é mais importante que o pai são as próprias feministas. O resto da sociedade sabe que tanto o pai com o a mãe são importantes para o desenvolvimento da criança.


Esta idiota parece afirmar que o motivo por trás do crescente número de mães solteiras prende-se com as as "imputações sociais" que são colocadas sobre os ombros das mulheres. Isto e facilmente refutado se nos apercebermos que no passado as mães solteiras eram em menor número, mas as supostas "imposições sociais" era tão ou mais fortes do que são agora.

Porque será?


Não se sabe bem quando é que uma mulher tinha que ter filhos para ter valor como ser humano.


Esta idiota qualifica um filho de "apêndice".


Sim, "libertem-se". Os gatos agradecem.


Segundo esta jovem, uma mulher que resolve não ter filhos está a ter uma atitude "desafiadora" como ser-se negro, gay ou transsexual. Só que ninguém escolhe ser negro; é-se negro mesmo antes de sair do útero materno. Além disso, o que há de "desafiador" em não querer ser mãe? Isso é a mesma coisa que dizer que o homem que não quer trabalhar está a ser "desafiador".


Só que ninguém defende que a mulher nasceu exclusivamente para ser mãe.




Egoísmo, feminismo e ódio a Deus manifesto neste comentário.



Mas no meio deste satanismo, houve uma mulher que disse coisas importantes:

"A melhor coisa em ser mulher é poder ser mãe".



quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Machismo causa a que mulher tente afogar o próprio filho num vaso sanitário


Uma mulher foi detida na noite desta Terça-Feira (14) por ser suspeita de maltratar quatro filhos na Zona Leste de São Paulo, informou a Polícia Militar (PM). Ela foi levada a uma delegacia no início da madrugada desta Quarta (15), pouco após, segundo uma denúncia anónima, tentar afogar um bebé de apenas dois meses num vaso sanitário.

A denúncia de maus-tratos levou uma equipe da PM a uma casa na Rua Alexandre Davidenko, no Bairro Cidade Tiradentes, por volta das 23h35. A mulher foi localizada com o bebé no colo.

Segundo a PM, a mulher estaria embriagada e demorou para compreender que teria que ir ao 49º DP (São Mateus), também na Zona Leste.

Além do recém-nascido, a mulher tem mais três filhos. A polícia investiga se todas as crianças teriam sido maltratadas pela própria mãe. O bebé foi medicado no Pronto-Socorro do Hospital São Mateus e de momento encontra-se em perfeitas condições de saúde, PM. Todas as crianças seriam encaminhadas a um abrigo da Prefeitura e a mãe responderia a processo por maus-tratos.
* * * * * * *
Mais uma evidência em favor da tese de que tanto a mulher como o homem são igualmente violentos, bem como em favor da tese de que a violência contra crianças é feita maioritariamente (ou em desproporcional rácio) pelas mulheres. Como dito anteriormente, este tipo de violência (de mulheres para as crianças) não tem qualquer tipo de valor ideológico ou monetário para as feministas, e como tal elas ignoram-na.
Entretanto, as crianças vão sendo atacadas pelas próprias mães com a conivência tácita da esquerda militante e das feministas.
O seu sofrimento é irrelevante para as feministas.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Violência doméstica: mulher usa uma corda para espancar filho de 4 anos até a morte

Mulher de Harris County foi formalmente acusada de usar uma corda para espancar o seu filho de 4 anos até a sua morte. Segundo os investigadores, no passado Domingo Vastie Coleman, de 27 anos, espancou o pequeno Kyron Barnes com uma corda na sua casa em "Villas of Pine Lake Apartments" (Sam Houston Parkway).

Kyron não deu sinais de resposta quando a equipa de para-médicos chegou uma vez que eles tentaram reavivá-lo, mas já era tarde demais. Ele foi pronunciado morto no hospital.

Segundo se sabe, Kyron tinha no seu corpo evidências de outras lesões; isto demonstra que ele havia sido previamente vítima de violência doméstica - muito provavelmente por parte da mesma mulher que o matou: a própria mãe.

Para além da mãe, o namorado desta vivia no apartamento. Duas outras crianças - com 6 e 8 anos de idade - foram retirados da casa e entregues às autoridades respectivas. Elas encontram-se actualmente com uma família de acolhimento enquanto não é feita uma audiência para determinar se eles podem ou não ser colocadas ao cuidado de familiares.

Avian Hgene, uma vizinha, afirmou:

Esta criança não merecia ser morta. Nunca pensamos que tal coisa poderia acontecer uma vez que pareciam pessoas tão simpáticas.
Robin Dawson, outra vizinha, concordou e disse que ficou chocada ao ouvir as notícias:
Calculei que existira algum indicador, mas não houve nada. Estava tudo muito silencioso e tranquilo. Nunca ouvi os filhos a levar uma surra. Eu mesma tenho dois filhos. Eles costumavam estar ali fora, a falar com eles, e eu deixava que os meus filhos fossem para lá. Eles por vezes juntavam-se para comer doces. No dia 4 de Julho arrebentaram fogos de artifício juntos.

* * * * * * *

Segundo a nota introdutora do site linkado em cima, esta foi a 5ª criança a ser morta pela própria mãe no espaço de um mês. Infelizmente para elas, a violência doméstica contra crianças - maioritariamente levada a cabo por mulheres - não tem a utilidade política (e financeira) que a violência contra as mulheres tem, e como tal, mais crianças continuarão a ser mortas pelas próprias mães.



domingo, 22 de julho de 2012

Violência doméstica: Mulher mata os dois filhos sob alegação de que passavam necessidades

Uma mãe de 25 anos matou os dois filhos de 7 e 10 anos na noite dessa segunda-feira (9) na colónia de Santa Bárbara, município de Palmeira, interior do estado. Delci de Amaral confessou o duplo homicídio alegando que as crianças passavam necessidade e não tinha comida para oferecer aos filhos. As crianças foram mortas com uma pancada na cabeça e depois com um punhal. O marido de Delci negou que a família passasse qualquer tipo de necessidade.

De acordo com a Polícia Militar, depois do crime, a mãe disse ao marido que a casa tinha sido invadida por homens que teriam morto os seus filhos. Depois disso, Delci disse que o marido os tinha morto. Já na delegacia confessou a autoria dos homicídios.

Eu chamei primeiro a menina para fora e disse que era pra ela morder um pedaço de pano (usado como mordaça). Eu disse ‘morde pra mamãe’ e depois eu fiz ela virar de costas para mim. Dei uma pancada com uma barra de ferro e depois duas facadas”, disse Nelci em depoimento à polícia. Para atrair o garoto mais velho, a mãe disse que elas estavam brincando de esconde-esconde. “Fiz a mesma coisa com o menino”.

Também em depoimento, Delci disse que premeditou o crime desde à tarde desta Segunda-Feira.

Ela jogou o corpo das crianças em uma valeta próximo a casa da família e correu para dentro de casa lavar as mãos sujas de sangue. O marido dela chamou a polícia ao acreditar que havia outra pessoa na casa.

O marido de Delci, um senhor de 67 anos, disse que ela nunca queria sair com as crianças. “Ela saia de tarde e saia de noite e as crianças só ficavam comigo. Ela sempre saia sozinha pra festa, baile. Ela era muito agressiva. Qualquer coisa ela dizia ‘vou te matar’. Eu tinha medo dela”.

O homem, que não é pai legítimo das crianças, disse que estava deitado e não ouviu barulhos estranhos. “Quando eu ouvi um barulho, vi ela caída no banheiro pedindo socorro, se batendo, dizendo que tinha alguém na casa”, disse o marido de Delci. De acordo com ele, as crianças nunca passaram necessidade. “Não faltava comida para as crianças. Não faltava nada”, finalizou.

Fonte

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Violência doméstica contra crianças é maioritariamente levada a cabo por mulheres, mas não parece que as organizações que lucram com a industria da violência doméstica se preocupem muito com as crianças.

Mas isso talvez até faça sentido se levarmos em conta que essas organizações são controladas pelas feministas, e elas, por sua vez, dão apoio firme à matança de bebés inocentes (aborto).

Se elas não se preocupam com a criança quando ela está no útero, porque é que elas se preocupariam com ela, já nascida?


quarta-feira, 11 de julho de 2012

Mulher é condenada a 8 anos de prisão depois de abandonar filho na estrada na esperança do mesmo ser atropelado

Uma mulher russa foi condenada a oito anos de prisão depois de ter deixado o seu filho bebé no meio da estrada, na esperança que fosse atropelado.

Um tribunal em Moscovo ouviu Elena Osina, de 24 anos, que estaria «farta» de tomar conta do seu filho de nove meses, depois que o seu namorado a deixou.

O bebé foi encontrado por um condutor e desde então já foi adoptado, segundo o Standardmedia.co.ke.

O irmão mais novo de Elena, Alexander, de 21 anos, também foi condenado à mesma pena por ter colaborado na tentativa de homicídio. Ambos admitiram a culpa perante a lei.

Os investigadores que foram encarregados do caso explicaram que os irmãos ficaram a assistir nas redondezas depois de deixarem o bebé numa estrada de quatro faixas, nos arredores de Moscovo, em Maio de 2011, para ver quando seria atropelado.

Um condutor que passava na altura parou depois de ver na estrada o que pensou ser «um cão ou um gato». As autoridades disseram que era «um milagre» o filho não ter sofrido nenhum ferimento.

Após a leitura do veredicto, a mulher afirmou que considerava as penas «demasiado pesadas». «Toda a gente pode cometer um erro», comentou.

Fonte

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Existe um blogue com o nome "Quem o Machismo Matou Hoje" cujo propósito de existência é o de reportar incidentes onde um homem mata uma mulher - independentemente de ser em legítima defesa, acidental ou não. A lógica parece ser a de culpar o "machismo" [seja lá o que isso for na boca duma feminazista] por todo o mal que os homens fazem às mulheres.

Usando essa "lógica" defeituosa, podemos culpabilizar o feminismo por todo o mal que as mulheres fazem aos homens e às crianças. Se não, porque não?

Este incidente na Rússia é mais uma evidência forte para o que já foi aludido aqui neste blogue, bem como em muitos outros blogues: a violência é um defeito humano e não um defeito masculino. Contrariamente ao que uma blogueira cetácea sul-americana diz, não há nada na masculinidade que torne um homem mais violento. - seja violência sexual [abuso sexual] ou não.


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