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Era a altura ideal para ter filhos, mas eu era consumida pelo trabalho. Quando eu não estava a ensinar, estava a planear lições, ou a tomar parte de actividades extra-curriculares, ou a organizar festivais e concertos. Era recompensador mas esgotante. Lembro-me de pensar "Ainda sou bastante jovem. Posso sempre encontrar o homem certo quando estiver na casa dos 30."Soluções? Parece que a cultura esquerdista chegou a um ponto onde a mensagem que é transmitida às mulheres é a de que, a única coisa que realmente conta é a carreira profissional, e que este é a forma delas atingirem a sua auto-realzação. Faz sentido que esta mensagem destrutiva tenha sido seguida de modo masi fervoroso pelas mulheres da classe média-alta da sociedade, visto que estas mulheres têm maior acessoa profissões de maior status e maior rendimento.
Tu olhas para ti e pensas que és invencível. Mas foi então que cheguei aos meus 30 anos e comecei a entrar em pânico; eu tinha uma carreira profissional mas não tinha um homem com quem ter um filho. Para além disso, eu não queria ser uma mãe solteira.
Não há nada de mal em querer uma família ou considerar a formação duma família como algo integral para a felicidade. Certamente que não querer mais nada que ter filhos e um ambiente familiar é um objectivo tão admirável como outro qualquer. Mas primeiro é preciso ver que, de modo geral, a "família" é algo que acontece à volta do homem, e não algo que eles buscam como propósito de vida. Os valores sociais permitem que os homens persigam vidas "importantes", excitantes e prósperas, vidas essas que as mulheres naturalmente estão a perder visto que é entendido que, para os homens, estas escolhas não são incompatíveis com a formação duma família.
As crianças, e o acto de as ter, ainda é visto como algo que eleva as mulheres para o patamar da pessoalidade. As suas vidas sem filhos são precurssores para o propósito real - ter filhos e descobrir O Que Era Suposto Fazerem Com os Seus Corpos . . . Também as mães sofrem a indignidade de se assumir que houve perda de parte essencial da sua identidade autónoma como mulher.
Sinceramente, as mulheres deveriam fazer da família parte central das suas vidas, se essa é a sua escolha. Mas é perigoso olhar para a família como um objectivo de vida, como um acto que irá garantir a felicidade, à custa das buscas que irão garantir a liberdade, a independência e a autonomia.
Posteriormente, o custo de criar os filhos ainda é suficientemente elevado para as mulheres e devido a isso, encorajá-las a olhar para tal como um objectivo de vida - algo que elas buscam e atinjem, e não algo que é construído e gerido à sua volta - tem potenciais consequências prejudiciais. Infelizmente para as mulheres, o peso financeiro de cuidar de crianças ainda cai na sua maioria sobre elas.
Deixando de lado as diferenças salariais por sexo que afecta a maioria das mulheres a trabalhar em posições remuneradas, as suas perspectivas de reforma são ínfimas. A aposentadoria feminina, já de si estimada como cerca de metade da aposentadoria dos homens, é estragada ainda mais pelo facto dela ficar longe do emprego por longos períodos de tempo.
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| Foto pública: https://twitter.com/clementine_ford |

Tem sido fantástico experimentar a recepção entusiástica que os consumidores têm dado à nova gama. As vendas têm sido surpreendentes.Quando a Lego Friends foi lançada, a mesma foi vítima de protestos por parte de alguns grupos consumidores que afirmavam que os brinquedos "reforçavam os estereótipos de género". O brinquedo inclui um conjunto para meninas com muitas figuras cor-de-rosa, áreas roxas e verdes, uma casa de sonho, uma piscina e uma salão de beleza.
"Clássica" ou não, não deixa de ser verdade que muitas mulheres que caíram no engodo do feminismo descobrem mais tarde que foram enganadas.
O tradicional egocentrismo da mulher feminista.
Segundo esta idiota, querer ter filhos é uma "imposição social" e não algo que a esmagadora maioria das mulheres naturalmente deseja.

Kyron não deu sinais de resposta quando a equipa de para-médicos chegou uma vez que eles tentaram reavivá-lo, mas já era tarde demais. Ele foi pronunciado morto no hospital.
Segundo se sabe, Kyron tinha no seu corpo evidências de outras lesões; isto demonstra que ele havia sido previamente vítima de violência doméstica - muito provavelmente por parte da mesma mulher que o matou: a própria mãe.
Para além da mãe, o namorado desta vivia no apartamento. Duas outras crianças - com 6 e 8 anos de idade - foram retirados da casa e entregues às autoridades respectivas. Elas encontram-se actualmente com uma família de acolhimento enquanto não é feita uma audiência para determinar se eles podem ou não ser colocadas ao cuidado de familiares.
Avian Hgene, uma vizinha, afirmou:
Esta criança não merecia ser morta. Nunca pensamos que tal coisa poderia acontecer uma vez que pareciam pessoas tão simpáticas.Robin Dawson, outra vizinha, concordou e disse que ficou chocada ao ouvir as notícias:
Calculei que existira algum indicador, mas não houve nada. Estava tudo muito silencioso e tranquilo. Nunca ouvi os filhos a levar uma surra. Eu mesma tenho dois filhos. Eles costumavam estar ali fora, a falar com eles, e eu deixava que os meus filhos fossem para lá. Eles por vezes juntavam-se para comer doces. No dia 4 de Julho arrebentaram fogos de artifício juntos.
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Segundo a nota introdutora do site linkado em cima, esta foi a 5ª criança a ser morta pela própria mãe no espaço de um mês. Infelizmente para elas, a violência doméstica contra crianças - maioritariamente levada a cabo por mulheres - não tem a utilidade política (e financeira) que a violência contra as mulheres tem, e como tal, mais crianças continuarão a ser mortas pelas próprias mães.
Uma mãe de 25 anos matou os dois filhos de 7 e 10 anos na noite dessa segunda-feira (9) na colónia de Santa Bárbara, município de Palmeira, interior do estado. Delci de Amaral confessou o duplo homicídio alegando que as crianças passavam necessidade e não tinha comida para oferecer aos filhos. As crianças foram mortas com uma pancada na cabeça e depois com um punhal. O marido de Delci negou que a família passasse qualquer tipo de necessidade.Também em depoimento, Delci disse que premeditou o crime desde à tarde desta Segunda-Feira.
Ela jogou o corpo das crianças em uma valeta próximo a casa da família e correu para dentro de casa lavar as mãos sujas de sangue. O marido dela chamou a polícia ao acreditar que havia outra pessoa na casa.
O marido de Delci, um senhor de 67 anos, disse que ela nunca queria sair com as crianças. “Ela saia de tarde e saia de noite e as crianças só ficavam comigo. Ela sempre saia sozinha pra festa, baile. Ela era muito agressiva. Qualquer coisa ela dizia ‘vou te matar’. Eu tinha medo dela”.
O homem, que não é pai legítimo das crianças, disse que estava deitado e não ouviu barulhos estranhos. “Quando eu ouvi um barulho, vi ela caída no banheiro pedindo socorro, se batendo, dizendo que tinha alguém na casa”, disse o marido de Delci. De acordo com ele, as crianças nunca passaram necessidade. “Não faltava comida para as crianças. Não faltava nada”, finalizou.
Violência doméstica contra crianças é maioritariamente levada a cabo por mulheres, mas não parece que as organizações que lucram com a industria da violência doméstica se preocupem muito com as crianças.
Mas isso talvez até faça sentido se levarmos em conta que essas organizações são controladas pelas feministas, e elas, por sua vez, dão apoio firme à matança de bebés inocentes (aborto).
Se elas não se preocupam com a criança quando ela está no útero, porque é que elas se preocupariam com ela, já nascida?
Uma mulher russa foi condenada a oito anos de prisão depois de ter deixado o seu filho bebé no meio da estrada, na esperança que fosse atropelado.* * * * * * *
Existe um blogue com o nome "Quem o Machismo Matou Hoje" cujo propósito de existência é o de reportar incidentes onde um homem mata uma mulher - independentemente de ser em legítima defesa, acidental ou não. A lógica parece ser a de culpar o "machismo" [seja lá o que isso for na boca duma feminazista] por todo o mal que os homens fazem às mulheres.
Usando essa "lógica" defeituosa, podemos culpabilizar o feminismo por todo o mal que as mulheres fazem aos homens e às crianças. Se não, porque não?
Este incidente na Rússia é mais uma evidência forte para o que já foi aludido aqui neste blogue, bem como em muitos outros blogues: a violência é um defeito humano e não um defeito masculino. Contrariamente ao que uma blogueira cetácea sul-americana diz, não há nada na masculinidade que torne um homem mais violento. - seja violência sexual [abuso sexual] ou não.