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sábado, 6 de janeiro de 2018

Alemanha: Empresas passam a ser obrigadas a informar mulheres sobre salário dos colegas do sexo masculino

As grandes empresas alemãs, a partir deste sábado, dia 6 de Janeiro, vão passar a ser obrigadas a revelar/informar quanto ganham os seus colegas do sexo masculino.

“Se uma mulher souber com certeza que o seu salário é menor do que o auferido por um homem poderá exigir em tribunal que lhe seja pago o mesmo para realizar um trabalho equivalente”, refere a ministra alemã da Mulher, da Família e da Juventude, Katarina Barley.

Além disso, “a mulher poderá ainda utilizar a informação na próxima negociação salarial com o empregador, fortalecer a sua posição para exigir uma remuneração mais elevada”, declara ainda a ministra.  

A Alemanha é dos países da União Europeia (UE) com maior desfasamento entre géneros, sendo que os homens recebem cerca de 21% a mais do que as mulheres. Agora, Berlim quer lançar uma base de forma a reduzir esta diferença salarial.

A “lei para a promoção de transparência nas estruturas salariais” já tinha entrado em vigor na Alemanha no mês de Julho, mas só agora será aplicada. Segundo esta legislação, os funcionários das empresas passam a ter direito a solicitar informações relativas aos salários dos homens que realizem funções iguais ou idênticas.


* * * * * * *
Note-se que nenhuma das pessoas envolvidas na luta pela "igualdade salarial" salienta a hipótese de se "produzir o mesmo" ou "trabalhar o mesmo número de horas" como base para se "ganhar o mesmo".

Qualquer pessoa que já trabalhou com mulheres sabe que a sua disponibilidade não é a mesma que a dos homens; muitas vezes elas têm que sair a uma determinada hora por causa dos filhos, e salvo raras excepções, elas não estão disponíveis (ou dispostas) a trabalhar noutra parte do país (ou mesmo fora do país) por algum tempo.

Os homens em média ganham mais que as mulheres não porque existe discriminação contra as mulheres, mas sim porque os homens, em média,  produzem mais do que as mulheres. E não há nada que se possa fazer em relação a isso porque a distinção na produção centra-se na biologia de cada uma dos dois sexos.

Basicamente, a luta pela "igualdade salarial" é uma luta que visa colocar os homens e as mulheres em guerra uns contra os outros, e não algo que tem em vista ajudar as mulheres.
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domingo, 18 de junho de 2017

Feminismo priva as meninas do amor do pai

O escritor judeu Henry Makow revela como o feminismo destrói a relação entre o pai e a filha.

Por Henry Makow Ph.D.

A maior parte das meninas recebe pouco amor da parte do pai, levando a que cresçam inseguras, desconfiadas em relação aos homens e frígidas; quem o afirma é Victoria Secunda, autora do livro "Women and their Fathers: The Sexual and Romantic Impact of the First Man in Your Life" (1992). O resultado disto são casamentos falhados, famílias destruídas, e um círculo vicioso de famílias sem um pai.

As conclusões de Secunda baseiam-se em entrevistas levadas a cabo a 150 filhas, 75 pais, e dezenas de fontes autoritárias. Uma vez que ela não é uma académica, Secunda escreveu um livro honesto e bastante útil. Uma vez que ela se identifica como feminista, o livro escapou à censura feminista e foi bem recebido, o que é irónico visto que o feminismo é largamente responsável pelos sintomas que ela descreve.

Pais e filhas

As meninas constroem o seu ideal romântico masculino tendo como base a relação com o seu pai, afirma Secunda. Uma mulher disse: "Quando eu crescer, será que irei alguma vez encontrar um homem tão doce e tão bom e tão gentil como o meu paizinho?" (pagina 105). As uniões estabelecidas pelas mulheres são "espelhos" da forma como se relacionavam com o pai:

Elas repetem instintivamente as coisas pelas quais passaram durante a sua infância, mesmo que tenham sido as piores coisas do mundo. É só isso que elas conhecem. Elas estão a tentar passar mais uma vez pela infância, mais uma chance de re-escrever a sua história emocional. (224)

Aos 3 anos de idade a menina quer-se casar com o Pai e quer a mãe fora do caminho. Um bom pai ajuda a sua filha entender que ele já é comprometido, e prepara-a para outro homem. Mas se ele sai da sua vida, a idealização do seu pai pode ficar congelada no tempo. (197)

A menina precisa do amor e da aprovação do pai; isto é como a luz solar e como a água para uma flor. Uma das mulheres disse em relação ao seu pai:

Sempre que eu me questionava se algum dia seria capaz de ter um namorado, ele dizia 'Tens dúvidas? Eu vou ter que os espantar com um cajado. Espera e verás.' A sua abordagem era a de tentar a que eu me sentisse bem comigo mesma. Eu acho que se os pais fizerem apenas isso, já é bom. (221)

Outra mulher disse:

Foi o meu pai que fez com que eu acreditasse em mim Lembro-me que a dada altura a minha mãe disse, "Não te armes em esperta porque dessa forma os rapazes não vão gostar de ti". Ao que o meu pai disse, "Falso! Ela irá, desta forma, ter rapazes mais inteligentes." (225)

Estas mulheres que sentem-se positivas em relação a elas mesmas e são capazes de encontrar parceiros que espelham o pai dedicado que tiveram durante a sua infância.

Mulheres que crescem sem um pai

Se a mulher não tem um pai confiante e acessível, quer seja por problemas de maturidade ou por divórcio, ela irá pensar que ela é, essencialmente, impossível de ser amada e irá procurar homens que negam as suas necessidades ou que a rejeitam. (224) Estas mulheres podem-se tornar sexualmente activas prematuramente, ou podem temer a intimidade mas o tema comum é "uma incapacidade de confiar, de acreditar que o homem não se irá embora".

Secunda diz ainda que a mulheres que têm dificuldades em atingir a gratificação sexual tiveram, em larga maioria, pais que se encontravam emocionalmente ou fisicamente ausentes durante a sua infância. (31). Compreensivelmente, a mulher tem que confiar antes de se "deixar ir". (Vejam também este texto)

Mulheres com pais ausentes sentem-se desenraizadas, e não têm a certeza de pertencerem em lugar algum. Eles fecham-se emocionalmente, e tendem a ter relacionamentos perturbados.

A maior parte destes filhas tendem a testar o homem das suas vidas, dando início a brigas, encontrando defeitos, esperando serem abandonadas, ou procurando por desculpas para elas mesmas abandonarem o relacionamento. (214)

As feministas compensam adoptando comportamento masculino.

Outro padrão que se manifesta nas mulheres com pai ausente (fisicamente ou emocionalmente) é  medo de dependerem de um homem, e é aqui que entra o feminismo:

Parece que quanto menos atenção masculina elas receberem durante a sua infância, mais elas se identificam com os homens e imitam os homens, mantendo os seus sentimentos escondidos e preferindo a provocação casual ou brincadeira emocional do que as intimidades da alma feminina. (212)

Quando lhes é negada a interacção com o pai, as mulheres tornam-se mais masculinas. Isto é uma forma de trazer o pai de volta: transformando-se naquilo que elas sentem falta. (212)

Dito de outra maneira, um bom pai afirma a essência feminina da filha, mas se ele é um pai ausente, ela compensa tornando-se masculina. Obviamente, isto fragiliza a sua capacidade de ter bons relacionamentos com os homens.

Muitas líderes da segunda vaga do feminismo são elas mesmas produto de lares destruídos. Marilyin French, autora do livro "The War Against Women", disse:

O meu pai nem chegou a existir como presença na minha vida.... Ele simplesmente não se importava connosco.

Gloria Steinem:

O meu pai vivia na Califórnia. Ele não nos telefonava mas ocasionalmente recebia cartas dele, e via para aí uma ou duas vezes por ano.

Germaine Greer:

O meu pai decidiu cedo na vida que a vida doméstica era insuportável. Isto deu à minha mãe a oportunidade de tiranizar as crianças e acrescentar os seus nomes na luta contra o meu pai.

(De Susan Mitchell. "Icons, Saints and Divas: Intimate Conversations with Women who Changed the World", New York: Harper Collins, 1997.) 

O feminismo é uma forma auto-perpetuante de compensar pela perda do pai. O propósito é o de "derrubar o patriarcado". A palavra "patriarcado" vem do Latim "pater", que significa "pai".

O feminismo, tal como o Comunismo, originou-se no esforço Maçónico-Judaico de derrubar a Deus bem como a ordem natural, e impor sobre a humanidade uma ditadura abrangente. O amor, especialmente para uma mulher, é um gesto de fé. O feminismo traumatiza as mulheres jovens com histórias de mulheres a serem sexualmente abusadas a cada 10 segundos. Para além disso, o feminismo ensina às mulheres que todas as injustiças têm origem na "desigualdade" dos sexos e que, como tal, a heterossexualidade tem que ser eliminada.

Muitas feministas são lésbicas e promovem o homossexualismo. Elas aprovaram leis que deprivam os homens das suas crianças e da sua propriedade. Os tribunais e a polícia frequentemente discriminam contra os homens.

A segunda vaga feminista, que é, como movimento, o maior inimigo da essência feminina, faz parte dum plano ocultista mais alargado que visa envenenar as fontes do amor e destruir de modo permanente a ecologia da espiritualidade humana. A sociedade sofre com a acidez resultante devido à perda do amor, charme, beleza, inteligência, modéstia e da graça feminina.

A donzela inocente é uma relíquia do passado; o que temos hoje é a vadia. As mulheres querem ficar jovens mas não lhes passa pela cabeça que a fórmula secreta pode ser a inocência.

O establishment promove e propaga esta mentira

Desde o ataque feroz da segunda vaga do feminismo, que teve início nos anos 60, que as taxas de divórcio triplicaram. Quase 50% das mulheres brancas que se casaram desde então, divorciaram-se. Em contraste, uma geração mais cedo (a geração dos anos 40) testemunhou apenas 14% de divórcios.

No ano de 2010, quatro em cada dez bebés nasceram foram do casamento. Um estudo que seguiu 1000 crianças de pais que se haviam divorciado entre 1976 a 1986 apurou que quase metade destas crianças não haviam visto o pai no ano anterior. (203) Esta situação parece promover o homossexualismo visto que os homens compensam pela perda do pai adoptando comportamento mais feminino ao mesmo tempo que as mulheres adoptam comportamento masculino, como se viu previamente.

Conclusão:

A responsabilidade do pai é a de construir na filha a capacidade de confiar nos homens, e desde logo prepará-la para um homem honrado. Isto envolve confirmar a sua identidade sexual como uma parceira atraente para um futuro marido. Os rapazes também sofrem com a perda do pai.

Mas há Um Pai que todos nós podemos conhecer, e Ele é Deus. Fomos feitos à Sua Imagem e a Sua Imagem está nas nossas almas. Homem em Latim é "vir", que tem a mesma origem da palavra "virtude". É tão simples como fazer sempre o que está certo. Neste contexto, "o que está certo" significa criar uma família feliz fundamentada em valores sãos, e possuir uma visão salutar da vida.

- http://bit.ly/2sMk4fF
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sábado, 17 de dezembro de 2016

Evitem relacionamentos com mulheres feministas

Por Daryush Valizadeh

O feminismo deriva o seu poder de dois fontes: o primeiro é a enorme classe média pagadora de impostos. Ela disponibiliza dinheiro sob forma de "assistência social" às mães solteiras; ela extrai ou rouba o dinheiro dos maridos e dos pais através duma sistema judicial agressivo que coloca os interesses da mulher acima dos interesses dos homens [e das crianças]; ela aplica leis contra a masculinidade usando as autoridades locais; ela financia os programas de estudo feministas nas universidades públicas.

Se a isto acrescentarmos a necessidade que o sistema tem de obter votos femininos durante as eleições, e a feminização dos homens que votam segundo elas, é fácil de entender como o seu poder se encontra enraizado nos Estados Unidos. E nem cheguei a falar da forma como os média mainstream contratam patetas feministas como forma de apelar a uma audiência feminina cada vez mais obesa que está tão ansiosa por uma racionalização hamsteriana tal como está por bolinhos e pizzas artesanais.

É esta enorme classe média que explica de modo parcial o porquê do feminismo estar a avançar em países como o Brasil, mas não na Argentina e nem na Colômbia. Embora existam várias excepções para esta regra da classe média, não irão encontrar avanços feministas em países com uma classe média fraca. Esta fonte de poder feminista irá enfraquecer à medida que o mundo se aproxima dum evento económico singular, mas até esse momento, temos o poder individual como forma de acelerar o declínio através duma acção simples: não tenham relacionamentos com mulheres que se identificam com o feminismo.

A mulher só irá continuar com um dado comportamento se o mesmo permitir que ela continue a receber o que ela quer da vida. Até agora, ser feminista ainda não prejudicou as suas chances de "descoberta sexual" quando ela se dirige para a noite, ou quando ela filtra centenas de mensagens nos sites de relacionamento. O homem que se encontra num bar, à noite, pode girar os olhos ao ouvir os pontos de vista duma feminista, mas irá, mesmo assim, tentar ter algum tipo de relacionamento sexual com ela.

Isto tem que acabar.

Da mesma forma que os homens rejeitam as mulheres obesas, deixando-as para a subclasse de homens de pouca qualidade que se irão envolver com qualquer tipo de mulher, os homens têm que discriminar sexualmente as mulheres tendo como base o seu sistema de crenças misândrico.

Não só os homens têm que deixar de lado a mulher que se identifica com o feminismo, como têm que deixar bem claro o porquê dela ser rejeitada por ele. Tem que ficar bem claro que o homem que ela estava a considerar para envolvimento íntimo rejeitou-a devido às suas crenças. Exemplo:

Mulher: "É triste que os homens ainda ganhem mais dinheiro que as mulheres".
Vocês: "Espera lá. Tu és uma feminista?!"
Mulher. Bem......sim."
Vocês: "Que pena. Eu não me envolvo com feministas. Uma boa noite para ti."

Mulher: "O controle da natalidade deveria ser um direito humano, tal como o acesso à internet através dos telemóveis."
Vocês: "Então tu és uma feminista?"
Mulher: "Sou de opinião de que se acreditas na igualdade genuína, tu também és um feminista."
Vocês: "LOL! Eu não falo com feministas."  *vira as costas e vai-se embora*

A hipótese dum debate ou duma discussão não se encontram sobre a mesa. Não deixem que ela tenha a chance de explicar as suas crenças e nem que tenha a chance de exigir que tu expliques as tuas. Mal ela admite que é uma feminista, alguém que acredita na superioridade feminina à custa do bem-estar dos homens, ela deixa de existir no teu mundo.

A emasculação dos homens no Ocidente está a avançar tão rapidamente que já é tempo de passar da fase dos relacionamentos não-discriminados para a punição sexual de mulheres que votam em políticos que avançam com leis que tornam os homens em cidadãos de segunda. Só nos podemos culpar a nós mesmos se por acaso persistimos no comportamento hipócrita de lamentar a destruição dos homens ao mesmo tempo que damos gratificação sexual às mulheres que avançam com essa destruição. O nosso desejo tem que se tornar subserviente aos nossos princípios.

Parte se mim questiona de por acaso já avançamos para além do tempo em que este tipo de acção possa ter algum tipo de efeito considerável, mas mesmo que sim, é uma linha de acção que os homens têm que adoptar visto que temos que alinhar o nosso comportamento com as nossas crenças, e as nossas crenças com o nosso carácter.

Não nos podemos queixar do facto de estarmos a ser roubados por um ladrão ao mesmo tempo que permitimos que isso aconteça.

Se uma mulher for rejeitada duas ou três vezes por ser feminista, ela pensará duas vezes antes de partilhar essa afiliação com os homens que ela vier a conhecer. E se ela for incapaz de partilhar essas crenças, e discuti-las abertamente, a sua mente começará a olhar para elas como vergonhosas e controversas.

Sem água, o solo feminista começará a secar no seu cérebro, e a planta murchará. Ela hesitará em propagar as suas ideias, e virá correctamente a ver que o feminismo é algo que prejudica os relacionamentos heterossexuais.

A classe média Americana encontra-se em declínio. O governo, imerso em despesas, ver-se-á na obrigação de reduzir o fluxo de verbas para os bolsos do establishment feminista. Se a isto combinarmos homens que rejeitam as mulheres feministas, acredito que estamos perante uma combinação de boxe 1-2 que pode colocar esta ideologia em banho-maria, embora possa continuar a ter adeptos junto dos transsexuais e dos homossexuais da sociedade, e não junto da moça bonita com quem tu trocaste olhares na cafetaria. Com alguma sorte, ela não é feminista, mas se for, rejeita-a rapidamente, sem qualquer tipo de compaixão.

~ http://bit.ly/2hpSyPJ






quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Porque é que as mulheres modernas estão tão tristes?

Por Devin Foley

Na Crisis Magazine, a professora Anne Maloney, que ensina filosofia na "College of St. Catherin", em St. Paul, Minnesota, partilhou algumas histórias do que ela viu junto das mulheres jovens que estão nas universidades, agora que vivemos na cultura do sexo casual [inglês: "hook-up culture"]. Se por acaso o que ela partilhou é um indicador do que está a acontecer na sociedade como um todo, então temos que questionar a sabedoria de se promover tal cultura.

Eis a reveladora perspectiva da professora Maloney:

Nos meus 30 anos de ensino, conheci milhares de mulheres com idades que iam dos 18 aos 36. Estas mulheres estão a sofrer. E muito. Tomemos os episódios seguintes como exemplos provenientes da "linha da frente":

- Uma jovem mulher disse-me com toda a sinceridade que "Este fim de semana fui à minha primeira festa universitária, e eu e um rapaz engraçamos um com o outro. Devido a isso, fomos para um dos quartos do fundo, onde estavam os casacos, e começamos a beijar. Mas então ele desceu a mão para baixo, afastou a minha calcinha para o lado e penetrou-me. Portanto, acho que já não sou virgem."

- Outra jovem mulher veio até mim em lágrimas porque o seu médico lhe havia dito que, uma vez que ela tinha verrugas genitais, seria muito difícil ela vir a engravidar no futuro. Ela sempre havia assumido que um dia ela se casaria e que num dia futuro viria a ter uma família. "E a pior parte", disse ela, "É que eu nem sou promiscua. Só tive relações sexuais com seis homens em toda a minha vida." Esta jovem mulher tinha apenas 19 anos quando me disse isto.

Houve uma vez, quando escrevia um trabalho em torno de "Sócrates e a Alegoria da Cave", uma estudante escreveu que havia tomado a decisão de fazer melhores escolhas depois de,
numa manhã, ter acordado num "trailer", coberta de arranhões, nuas, e ao lado dum homem que nem conhecia.

Pelo menos esta sabia que havia algo de errado porque com relativa frequência, estas mulheres chegam até mim num estado de desnorte. As mulheres nunca foram tão  "sexualmente emancipadas" como esta são; pelo menos é o que nos é dito. Elas já não estão amarradas a vínculos ridículos tais como mandamentos, regrais morais, e   a palavras tais como "castidade".  Elas gritam "Somos livres!", mas ao mesmo tempo que gritam isto, elas sussurram "Porque é que andamos tão tristes?"


O facto das duas drogas mais prescritas pelos centros de saúde das nossas universidades serem os anti-depressivos e a pílula não é coincidência. As nossas mulheres estão perante uma versão de "vida universitária" bem diferente das gerações prévias. Uma mulher, que estava no primeiro ano universitário, foi a um centro de saúde porque pensava que tinha bronquite.

Ao investigar a sua "história médica", o médico disse "Vejo aqui você ainda é virgem." "Hmm...sim", disse ela, questionando-se do porquê isto ser relevante para uma pessoa que se queixa de tosse. "Gostaria de ser encaminhada para aconselhamento por causa disso?" A estudante veio até mim para me perguntar se eu por acaso pensava que o facto dela ser virgem aos 18 anos era uma questão psicológica. Eu disse que não.

Num seminário que eu ocasionalmente ensino, nós discutimos as formas como o vício revela certas verdades em torno da personificação. Um dos livros que debatemos é "Drinking: A Love Story", de
Caroline Knapp. As estudantes adoram este livro, e nós temos discussões fascinantes nas nossas aulas.

No entanto, o capítulo que gera mais discussão apaixonada é, de longe, aquele que fala da ingestão de álcool e da actividade sexual. Knapp fala honestamente do papel central que o álcool desempenhou nas suas decisões de ter relações sexuais, relações essas que mais tarde ela se arrependeu e que lhe fizeram sentir-se mal.

As minhas estudantes identificam-se profundamente com as experiências de Knapp, e eu continuo a ficar surpresa do quão pouco livres estas estudantes se sentem. Mal a cultura adoptou o sexo fora do casamento como a norma, as mulheres que não querem ter sexo casual sentem-se frequentemente como pessoas proscritas e esquisitas. A universidade é o último lugar onde alguém se quer sentir como um deslocado: se a isto associar-se o facto de, durante o primeiro ano, as estudantes estarem pela primeira vez longe de casas - sozinhas, vulneráveis e inseguras -, temos a receita para encontros sexuais sem significado, seguidos pela ansiedade e pela depressão.


Porque é que estas mulheres pura e simplesmente não param com isto? Em vez de se embebedarem e terem relações sexuais casuais, porque é que elas não colocam de parte o copo E o preservativo? O mundo que criamos para estas pessoas é um mundo que aceita todo o tipo de comportamento sexual excepto a castidade. Sexo anal? Tudo bem. Menage-a-trois? Sim. Sexo no primeiro encontro? Claro! Virgindade até ao casamento? O que é que se passa contigo?!!

Vou divagar um bocado e sugerir que o motivo que leva tantas mulheres universitárias a beber em demasia é o facto delas olharem para isso como forma de suportar a dor oculta que sentem em relação ao que estão a fazer. A mulher que se embebedou e foi abusada sexualmente, é vítima duma cultura tóxica. Mas as minhas estudantes também são vítimas duma cultura tóxica. Não é de admirar que o número de mulheres a sofrer de desordens alimentares, de ansiedade e de depressão esteja elevado.

A professora Maloney termina o seu texto com um poderoso apelo às mulheres:

Uma geração inteira de mulheres está ferida e incapaz de encontrar a fonte da hemorragia. Existe, de facto, um "desespero inconsciente" por trás dos "jogos e das diversões". Elas "têm encontros", sentem-se mal e não sabem porquê. É difícil encontrar a cura quando não se sabe que se está ferida. E o desespero e a vergonha que  as mulheres que têm encontros sexuais casuais sentem é bem real.

A cultura sexual contemporânea é tóxica para as mulheres jovens, e até as mulheres se levantarem e colocarem em causa este facto, o desespero, a tristeza e o arrependimento vão continuar a ser as estruturas subjacentes das suas vidas.

~|  http://bit.ly/2cbxIkj

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O motivo que leva ao aumento da tristeza e solidão das mulheres é a sua falta e conhecimento em relação à sua própria natureza. Enganadas pela propaganda feminista, milhares e milhares de mulheres foram levadas a enveredar por comportamentos sexuais que levam ao fracasso social (e até à morte, se por acaso ela se envolverem com um homem errado).

A psicologia feminina não está criada para separar o sexo do amor. Mas a cultura feminista diz que ela consegue fazer isso tão bem como o homem. O que estamos a descobrir é que as feministas mentiram às mulheres. A mulher, levada a escolher entre 1) os seus naturais sentimentos de aversão por se entregar a vários homens, escolhendo a castidade, e 2) aceitar de bom grado as mentiras feministas, e enveredar pela promiscuidade, escolheu a última, e agora está a pagar um elevado preço por isso.

Infelizmente, e como vivemos em sociedade, as más escolhas da mulher vão ter consequências para toda a sociedade. Os homens com uma visão mas tradicional da vida vão tendo um leque cada vez menor de mulheres dispostas a viver uma vida digna de ser pedida em casamento. E quantos menos homens quiserem casar, menor vai ser a produtividade masculina porque sabe-se que os homens casados geram mais riqueza e são mais produtivos.

Portanto, toda a sociedade perde com isto, mas a mulher não parece disposta a colocar de parte as mentiras feministas, e disposta a escolher uma vida sexual mais responsável. O que isto implica é que as coisas vão ter que mudar drasticamente, se por acaso queremos que a Civilização Ocidental perdure.


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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Amelia Earhart: a mesquinhez feminina a inveja do sucesso masculino

Por Dalrock

O comentador PM salientou que a ficção feminista em torno de Amelia Earhart parece ser inofensiva:

Os homens ainda executam a maior parte dos trabalhos que fazem a civilização funcionar, e não vejo isso a mudar num futuro próximo. Algumas poucas mulheres estão a ser elevadas com base em falsas conquistas aqui e ali, mas de forma geral, isso não tem um impacto algum.

A maior parte das pessoas, quer sejam homens ou mulheres, não irão inventar algo que muda o mundo, e nem serão os primeiros a fazer o que quer que seja. Acho que o "sucesso" de Amelia Earheart inspirou muitas mulheres. A minha irmã tem licença para pilotar aviões e isso não parece ser prejudicial. Isto não altera o facto da maior parte dos pilotos serem homens.

Desde o princípio que esta tem sido a reacção dos homens à inveja feminista. Apontar para a ultrajante mesquinhez das feministas parece ser mesquinho, e como tal, os homens preferem ser graciosos e agir em conformidade com a ficção. No entanto, pactuar com a inveja alimenta a besta e só gera mais inveja e mais descontentamento. Mais ainda, quando mais tempo nós passarmos nesta via, mais difícil fica de parar de pactuar com a mesma.

Depois da espantosa façanha de Lindbergh, ele tornou-se instantaneamente num herói. O que ele tentou fazer era tão espantoso que antes mesmo de ter aterrado já estavam  no local enormes multidões reunidas no sítio onde ele planeava aterrar - num campo nos arredores de Paris - esperando para ver se este desconhecido piloto de correio aéreo da América era capaz de levar a cabo o que havia planeado:

O aeródromo aéreo não estava marcado no seu mapa e Lindbergh só sabia que ele era a cerca de 7 milhas a nordeste da cidade. Inicialmente, ele confundiu o aeródromo com um complexo industrial enorme e com muitas luzes a emanar em todas as direcções.

Na verdade, as luzes eram os faróis de dezenas de milhares de carros conduzidos por espectadores ansiosos, agora retidos no "maior engarrafamento da história de Paris”.

Uma multidão estimada na ordem dos 150,000 espectadores invadiu o aeródromo, arrastou Lindbergh para fora do cockpit, e de modo literal carregou com ele acima das suas cabeças "durante cerca de meia-hora".

E isto era apenas a multidão que se havia reunido para ver se ele era capaz. Lindbergh não tinha consigo rádio algum e como tal, tudo o que a multidão sabia era que ele havia descolado há 33 horas e que tinha planos de aterrar no terreno que se encontrava nesse aeródromo. Mal ele aterrou, tornou-se automaticamente numa sensação mundial:

A adulação e a celebração devotada a Lindbergh que emergiram depois dele ter atravessado sozinho o Atlântico era sem precedentes. As pessoas comportavam-se como se ele tivesse andado sobre as águas, e não voado sobre elas. (64)

No espaço de um ano após o seu vôo, um quarto dos Americanos (cerca de 30 milhões) viu em pessoa Lindbergh e o Spirit of St. Louis. (76)

Para as feministas, a ideia dum homem receber tal louvor e atenção era insuportável. Toda a atenção devotada a "Lucky Lindy" gerou um busca frenética pela mulher que pudesse ser alcunhada de "Lady Lindy". Isto não foi uma corrida para ver qual era a mulher capaz de ser a primeira a provar a sua energia, mas sim uma corrida que tinha como propósito mudar a conversa e marcar a viação como um espaço feminino. É por isso que tudo o que importou foi que houvesse uma mulher a atravessar o Atlântico, desde que ela buscasse esse papel.

Na verdade, Earhart entrou no jogo bastante tarde. Em 1927, a actriz Ruth Elder disponibilizou-se para ser a "Lady Lindy":

[Elder] tinha 23 anos, e era uma actriz irregular, quando ouviu falar do vôo do "Lucky Lindy" de Nova York para Paris. Ela colocou na sua mente que ela seria a primeira "Lady Lindy", a primeira mulher a atravessar o Atlântico.

Elder não foi a primeira pessoa a cunhar o termo Lady Lindy antes mesmo da "façanha" estar em progresso. O homem que entrevistou Earhart para o papel tinha esse termo em mente no dia em que a conheceu:

Railey alega que ficou impressionado com a forte semelhança entre a aparência de Amelia com a de Lindbergh, e imediatamente cunhou o termo "Lady Lindy" na sua mente.

Uma grande parte do problema é que nós não reconhecemos a inveja nas mulheres porque isso parece tão normal. Se por acaso um homem se determinasse a remover o foco dado a Lindbergh contratando uma pessoa para lhe servir de chauffeur através do Atlântico (ou algo desse tipo, claramente inferior à façanha real), ele seria alvo de chacota. Mas quando observamos este mesmo tipo de mesquinhez nas mulheres, nós reflexivamente pactuamos com ele; apontar o dedo à mesquinhez feminina dá a sensação de ser mesquinho.

Mais uma vez, isto não se centra em mulheres a criar as suas próprias façanhas, mas sim na extinção do orgulho masculino. O desejo não era o de inspirar as meninas de modo a que, se eles trabalhassem arduamente, talvez no futuro elas pudessem vir a ter um homem a transportá-las através do Atlântico. Isto não era uma forma de inspirar as meninas mas sim uma forma de não inspirar os jovens rapazes.

No seu coração as feministas entendem isto, e é por isso que ainda hoje as feministas adoram o livro absurdo de Earhart, que fala do evento em que um homem lhe transportou através do Atlântico. O vôo de Earhart foi triunfante não porque ela fez algo digno de registo, mas sim porque ela ajudou a que se mudasse o assunto para longe de  Lindbergh.

Isto levanta uma questão: quais são os custos de se extinguir o orgulho masculino? Qual é o custo de se minimizar a importância das virtudes masculinas? Ao nível individual e incidental, os custos parecem ser demasiado pequenos para serem aferidos; o orgulho masculino revelou-se quase tão infatigável como a inveja feminina se revelou inextinguível.

De facto, a nossa sociedade está organizada sobre a pressuposição de que a graciosidade masculina em relação às mulheres é tão inesgotável como a inveja que as mulheres sentem em relação aos homens. Até hoje, esta tem sido uma aposta bem sucedida.

Mas isto não é só sobre um incidente. Claramente, os rapazes que cresceram durante os anos 30 ainda se sentiram inspirados para trabalhar arduamente e assumir riscos, apesar do parasitismo feminista de se tentar se desviar o foco dos assuntos sempre que possível; não havia escassez de homens dispostos a invadir as praias da Normandia e as de Iwo Jima.

Por mais bem sucedidas que feministas tenham sido a mudar o assunto, elas não foram bem sucedidas em parar os rapazes e os homens de verem Lindbergh honrado pelas suas façanhas. E mesmo que as feministas tivessem sido bem sucedidas em impedir que Lindbergh fosse reconhecido, ainda existiam outros exemplos que poderiam inspirar os homens.

Tudo isto centra-se numa besta que não estava satisfeita em silenciar as celebrações em torno do sucesso de Lindbergh, uma besta que foi ficando cada vez mais voraz com cada refeição. Isto centra-se num movimento implacável e cada vez mais eficaz que, durante as últimos 8 décadas, tem visado acabar com todas as celebrações das virtudes masculinas.

Desviar o olhar quando as feministas agem de forma mesquinha em torno à façanha de Lindbergh levou a que desviemos o olhar quando as feministas marcaram as forças armadas como espaços femininos e extinguiram ou neutralizaram a saga dos heróis.

Vivemos numa era bizarra. Queixamo-nos que os homens jovens estão vazios de virtudes masculinas, mas ao mesmo tempo alegamos que não existem custos na motivação invejosa por parte das feministas de denegrir a masculinidade.

Se as virtudes masculinas são importantes para a nossa sociedade, então nós temos, mais uma vez, que celebrar, sem reservas, os homens que exibem tais virtudes. Temos que denunciar esta mesquinhez de modo a que possamos reconhecer a coragem, mesmo que essa coragem nos deixe pouco confortáveis.

- http://bit.ly/28QU6fn.



domingo, 19 de junho de 2016

"Nós não iremos debater convosco; Nós iremos tomar o vosso lugar"

Por Quintus Curtius

Eventos recentes notificados pelos média deveriam-nos dar uma chance para reflexão.

Se por acaso és alguém que acredita que a cultura popular decaiu de forma vincada durante últimos 40 anos, certamente que serás atacado e difamado. Se por acaso te atreves a expressar sentimentos que contradizem a ortodoxia dominante, serás atacado e caluniado.

Quando os homens são atacados e humilhados por nada mais fazerem que se encontrarem, beber uns copos, e fortalecer os laços comunitários, então a sociedade está em perigo. E isto tornou-se claro para todas as pessoas.

O debate, se é suposto essa palavra ter algum tipo de significado, só pode ocorrer se houver boas intenções por parte de todos os participantes. Quando isso não acontece, isto é, quando uma das partes mente de forma deliberada e distorce o que os outros dizem, então há não há espaço para uma discussão racional.

O governo e os média trabalham de forma conjunta com o objectivo de estabelecer uma ortodoxia. Se por acaso és um fracassado mediático - isto é, se por acaso trabalhas para uma das maiores organizações mediáticas online - vais receber os restos da mesa do teu patrão; vais ser premiado por seres um bom escravo.

Mas se te atreves a colocar em causa a Narrativa, se te atreves a propor um ponto de vista alternativo em relação ao que é bom ou mau para a sociedade, podes esperar um outro tipo de tratamento.

Tais perseguições tomam várias formas e feitios. Em tempos idos, existiam as Inquisições, os barões, os bispos e outras formas de controle. Hoje em dia, temos as leis em torno do "discurso de ódio", os incitamentos mediáticos, os ataques públicos, e as posturas de elevação moral doentias por parte de políticos falsos.

Os métodos são distintos, mas os objectivos são os mesmos: controle. E os regimes actuais da Anglosfera tomaram a decisão de adoptar uma certa visão do mundo. Esta visão, acreditamos nós, não tem qualquer base na história e nem na experiência humana, e opera com o expresso propósito de destruir a ordem social. É opinião nossa de que esta visão do mundo irá levar à queda das taxas de natalidade, a relações tensas entre os sexos, e ao declínio moral, educacional e da ordem social.

Mas vocês tomaram a decisão de silenciar as vozes alternativas. Vocês não se preocupam com estas coisas, e isso é óbvio. Tudo o que vos interessa é o apaziguamento temporário daqueles que militam em favor da depravação cultural e da depreciação.

Vocês odeiam a cultura tradicional (e tudo o que ela representa) visto que ela freia os vossos apetites depravados, coloca rédeas nos vossos impulsos, e responsabiliza-vos com base num certo padrão. Vocês esforçam-se para recompensar a escória, os corruptos e os vis. E vocês não só fazem isto, como celebram, e querem forçar os outros a celebrar convosco.

Neste site, e nos meus livros, trabalhei para demonstrar as lições que a história nos ensinou e a forma como elas ressoam nos dias de hoje. Mas vocês escolheram trair o legado dos vossos antepassados. Vocês escolheram consignar a geração actual de homens, que nada mais pedia que respeito e consideração, a um destino inculto e à deriva.

Vocês lançaram-nos para longe, e lavaram as vossas mãos sobre eles - sobre estes homens - e fizeram isto ao mesmo tempo que vociferavam as mesmas platitudes insignificantes que se tornaram na vossa segunda natureza, e entregaram estas platitudes com sorrisos cínicos ao estilo do gato Cheshire.

Sabemos quem vocês são. Sabemos do que vocês são capazes. Vocês e as vossas mentiras não nos irão enganar. E todo o mundo já sabe disso também.

Não existirão mais debates, mais discussões, mais diálogos, e nem gestos que busquem algum tipo de aprovação vossa. Vocês não estão interessados num diálogo honesto, e como tal, não estão estabelecidas as bases para uma discussão.

Em vez disso, iremos trabalhar ainda mais fortemente, mais rapidamente, e de forma mais determinada como forma de substituir a vossa ideologia com outra diferente. A vossa ideologia, fruto duma árvore irremediavelmente corrupta, irá murchar na videira.

Nós somos melhores que vocês, e somos mais nobres que vocês. Nós iremos tomar o lugar da vossa ideologia.

~"We Will Not Debate You, We Will Replace You" | http://bit.ly/28B1h3R ~

* * * * * * *
Nota: todos os links a apontar para este blogue (www.MarxismoCultural.Blogspot.com) foram adicionados pelo tradutor do texto e não se encontravam no texto original



domingo, 24 de abril de 2016

A elite globalista usa o feminismo para reduzir a população do ocidente

Por Daryush Valizadeh

Há algum tempo atrás propus a teoria de que a queda da natalidade no mundo ocidental estava a acontecer devido a alguma força cósmica que buscava equilibrar o universo. Eu estava errado. A força não é algo cósmico ou metafísico, mas humano. Depois de estudar as evidências, torna-se claro que está em operação um plano consciente que visa controlar a população humana através de métodos culturais e biológicos, o que irá permitir a que a elite sustenha ou aumente o seu poder e a sua riqueza.

A primeira evidência que demonstra como vocês foram indoutrinados em favor da ideia da redução populacional é que muito provavelmente vocês irão concordar com pelo menos duas das seguintes três frases, mesmo que vocês se considerem como pessoas que tomaram a "pílula vermelha":
1) "Agendas ou as iniciativas levadas a cabo pela elite global têm que ser inicialmente consideradas como 'teoria da conspiração'"
2) "Há demasiadas pessoas na Terra."
3) "As necessidades do meio ambiente estão acima dos planos que visam aumentar a fertilidade humana."
Não é coincidência o facto de vocês já estarem totalmente convencidos da agenda da redução populacional, e se por acaso vivem numa nação ocidentalizada, vocês chegaram a essa conclusão "naturalmente" visto que desde que entraram na escola primária que vocês são bombardeados com mensagens em torno dos "perigos" da sobre-população e da fragilidade do meio ambiente. Parece que todas as ideias progressistas [isto é, esquerdistas] que estão a ser propagadas no Ocidente têm uma coisa em comum: limitar a reprodução humana.

Eis aqui uma pequena lista de causas progressistas que têm percolado dos intelectuais e que foram mais tarde patrocinadas ou raptadas por activistas bilionários e por importantes organizações governamentais Ocidentais.
1. O aborto é uma "escolha" corporal, e não a matança dum ser humano. Resultado: reduz a população. 
2. A pílula é uma "escolha" que permite que as mulheres vivam melhor o estilo de vida consumidor. Resultado: reduz a população. 
3. O empoderamento feminino na forma do feminismo e do igualitarismo empurra as mulheres para o mundo laboral com o expresso propósito de atrasar a maternidade (ou eliminá-la por completo). Resultado: isso reduz a reprodução e a formação de famílias. 
4. Promoção de estilos de vida estéreis na forma o homossexualismo e transsexualismo que nunca podem resultar na criação de novas vidas. Resultado: reduz a população, a reprodução, e a formação de famílias tradicionais. 
5. Promoção do ateismo, niilismo, individualismo e consumismo como alternativas sustentáveis à vida tradicional através da formação de unidades familiares. Resultado: reduz a reprodução e a formação de famílias tradicionais. 
6. As necessidades do "meio ambiente" têm que ser colocados acima das necessidades dos seres humanos. Resultado: faz com que os seres humanos se sintam culpados por gerar famílias. 
7. Ondas gigantescas de imigrantes estrangeiros são encorajadas a entrar nas nações Ocidentais como forma de quebrar os laços entre as tribos e os vizinhos, o que irá diminuir as noções do nacionalismo e do patriotismo ao mesmo tempo que transfere a fertilidade e os recursos económicos dos povos nativos para os estrangeiros. Resultado: diminui o número da população nativa.
Todos os pontos listados em cima reduzem as taxas de reprodução, quer seja directamente ao matar uma vida, ou indirectamente ao promover a culpa ou um estilo de vida que não é compatível com a formação de nova vida. Ao mesmo tempo, as populações imigrantes têm a permissão para crescer a uma taxa mais acelerada que a capacidade dos nativos para se reproduzir.

Aqueles que dominam sobre nós não querem que mais Americanos ou Euro-descendentes cimentem o seu poder e a sua riqueza dentro dos países que eles [os membros da elite] controlam através das instituições governamentais, das empresas e das organizações transnacionais. De que forma é que a elite seria beneficiada se ocorresse um "baby boom" entre aqueles que moram nos estados Americanos mais conservadores, e que acreditam na 1ª e na 2ª Emenda?

Se por acaso tu fosses um rei, e tivesses encontros periódicos com aqueles que te ajudam a governar, será que gostarias que aqueles que são mais capazes de te derrubar atingissem a sua capacidade biológica máxima, ou preferirias prejudicar o seu potencial reprodutivo ao mesmo tempo que avançavas com todo o tipo de causa degenerada como forma de limitar o seu progresso demográfico?

Há cerca de 1 ano atrás escrevi o artigo "Teoria do Colapso Cultural" onde detalhei o mecanismo específico através do qual o progressivismo destrói a cultura nativa, mas eu poderia muito bem ter-lhe dado o nome de "Teoria do Colapso Populacional" sem ter que fazer qualquer tipo de modificação no texto.

Tenho que admitir que me sinto um bocado idiota por demorar tanto tempo para me aperceber que o propósito final da agenda é a redução populacional, especialmente se levarmos em conta que a elite tem discutido e partilhado abertamente os seus planos. Tudo o que precisamos de fazer sempre que escutamos uma entrevista sua é substituir  as palavras "controle populacional" e "desenvolvimento sustentável" por "despovoamento dos Nativos Ocidentais" [isto é, de Europeus e de Euro-descendentes]. Isto é normalmente feito sob a máscara de se combater a pobreza do Terceiro-Mundo ou de se tornar a Terra mais "habitável" para as crianças ocidentais que nunca irão nascer.

Eis aqui algums declarações públicas que revelam como a agenda de despovoamento é importante para aqueles que ditam as políticas governamentais e empresariais:

Eu poderia ter escolhido o Mumbai, o Cairo ou a Cidade do México; para onde quer que olhemos, a população mundial está a aumentar rapidamente. Ela aumenta o equivalente a toda a população do Reino Unido todos os anos. Isto significa que este nosso pobre planeta, que já batalha para sustentar 6,8 mil milhões de pessoas, irá, de alguma forma, ter que suportar mais de 9 mil milhões de pessoas no espaço de 50 anos.
Um programa que vise esterilizar as mulheres depois dos seus segundos ou terceiros filhos, apesar da maior dificuldade relativa quando comparada com uma vasectomia, pode ser mais fácil de implementar do que tentar esterilizar os homens. O desenvolvimento de cápsulas de esterilização de longo duração que possam ser implantadas sob a pele, e removidas quando a gravidez for desejada, abre possibilidades adicionais para o controle coercivo de fertilidade.
David Rockefeller, globalista que se recusa a morrer:


TedTurner, fundador da CNN e um dos maiores proprietários de terras dos Estados Unidos:


Margaret Sanger, fundadora da "Planned Parenthood", que usou com sucesso o aborto como forma de dizimar a população Negra dos Estados Unidos:
A coisa mais misericordiosa que a família pode fazer para com os seus membros mais jovens é matá-los.
Há um tema comum por trás de todo o nosso trabalho: temos que reduzir os níveis populacionais. Ou os governos fazem as coisas à nossa maneira, através de métodos eficazes, ou eles terão que lidar com o que temos em El Salvador, ou o Irão ou em Beirute. A população é um problema político. Mal fica fora do controle, ela exige um governo autoritário, até mesmo o fascismo, para a reduzir.
Bill Gates falou em usar uma das suas fundações para desempenhar o papel de Deus no continente Africano, e limitar a população usando métodos biológicos. É bastante curioso alguém com uma aparência tão "geek" ter este tipo de interesse no controlo populacional, mas temos que ver também que o seu pai trabalhou para a Planned Parenthood.


Warren Buffet, amigo de Gates, também está envolvido na agenda da redução populacional. Ele deu 3 mil milhões à fundação da sua esposa, que tem o nome de "Susan Thompson Buffett Foundation". Adivinhem para que organização esta fundação doa a maior parte do seu dinheiro? Planned Parenthood.
Os registos fiscais revelam também que a maior dos gastos da fundação são canalizados para a promoção e para as pesquisas em torno do aborto e dos contraceptivos. Segundo a "Access Philanthropy", que é um instituto de pesquisa focado nas preferências de doação das fundações e dos doadores empresariais, o planeamento familiar é um dos propósitos centrais da "Susan Thompson Buffet Foundation". 
O formulário fiscal 990 (de organização sem fins lucrativos) revela que, em 2008, a Planned Parenthood e as organizações afiliadas dentro dos Estados Unidos receberam cerca de 45 milhões de dólares; o braço internacional da organização recebeu 8 milhões. Não há dados relativos ao programa Ryan [organização pró-aborto] ou em relação à "Family Planning Fellowship" [organização pró-aborto], mas a fundação pagou cerca de 50 milhões de dólares às universidades que têm um ou ambos os programas.
Por esta altura é curioso notar que, quanto mais sinistro for o indivíduo, mais ele é retratado como inofensivo, desajeitadamente "geek", e folclórico (por exemplo Mark Zuckerberg, os fundadores da Google, e os CEOs da Starbucks).

Temos também um documento de 1974 com o título de National Security Study Memorandum 200 (PDF), comissionado por Henry Kissinger, alguém cuja obsessão pela ordem internacional o levou à conclusão que o aumento populacional de alguns países coloca em perigo os interesses dos Estados Unidos, e que os contraceptivos têm que ser promovidos nesses países como forma de limitar a sua população. Kissinger, outro globalista-zombie que nunca mais morre, ainda é instrumental no estabelecimento de políticas um pouco por todo o mundo através da sua organização Kissinger Associates.

Feminismo e redução populacional

As Nações Unidas tem um plano de acção com o nome de "Agenda 21" que propõe um "desenvolvimento sustentável". Uma das formas através das quais isto é levado a cabo é através da promoção mundial do feminismo visto que ele tem como um dos efeitos a remoção das mulheres do ambiente familiar para dentro do mundo empresarial que está sob o domínio dos mesmos globalistas das Nações Unidas.

Tal como qualquer gráfico ocidental relativo à população nacional pode mostrar, o feminismo está de mãos dadas com a agenda de despovoamento. A ONU confirma que o feminismo é uma excelente forma de controle de natalidade visto que essa organização olha para essa ideologia como essencial para o "desenvolvimento sustentável" (que é a expressão que os globalistas usam quando falam em redução nas taxas de natalidade).
[As melhorias no assentamento humano] deveriam-se fundamentar na cooperação técnica de actividades, parcerias entre os políticos, sectores comunitários privados e públicos, e participação no processo de decisão por parte dos grupos comunitários e grupos de interesse especial tais como as mulheres, os povos indígenas, os idosos e os deficientes motores. 
Estas abordagens têm que formar os princípios centrais das estratégias nacionais de assentamento. Ao serem desenvolvidas estas estratégias, os países terão que estabelecer prioridades entre as oito áreas de programação presentes neste capítulo em concordância com os seus planos e os seus objectivos nacionais, levando em conta as suas capacidades sociais e culturais. 
Para além disso, os países devem tomar as medidas necessárias para monitorizar o impacto que as suas estratégias têm sobre os grupos marginalizados e desprivilegiados, com referência especial às necessidades das mulheres.
A "United Nations Framework Convention on Climate Change" (UNFCC) é liderada por Christiana Figueres, a filha do antigo presidente da Costa, o que lhe garante acesso ao clube globalista. No vídeo que se segue, ela declara que a ONU tem que "todos os possíveis" para reduzir a população mundial (começa em 4:30).


O antigo "Chief Of Bioethics" do "National Institute Of Health" (NIH) é Israeli Ezekiel Emanual, que é irmão de Rahm Emmanuel, antigo conselheiro e actual mayor de Chicago.

No seu artigo escrito para a Atlantic, ele alegou que todos nós deveríamos morrer aos 75 anos porque isso iria poupar milhares de milhões de dólares ao governo. Os argumentos mais caóticos e mais anti-éticos serão avançados sob a máscara da ética e da ordem mundial.
Estou a falar de quanto tempo eu quero viver e o tipo de cuidados de saúde eu irei consentir depois dos 75 anos. 
Os Americanos parecem estar obcecados em fazer exercícios, executar puzzles mentais, consumir vários tipos de sumos e de misturas proteicas, limitando-se a dietas rigorosas, e ingerindo vitaminas e suplementos - tudo isto como um esforço nobre para se enganar a morte e prolongar a vida o mais que puderem. Isto tornou-se tão generalizado que hoje define um tipo cultural: o que eu chamo de o Americano imortal. 
Eu rejeito esta aspiração. Acho que este desespero maníaco de prolongar a vida de forma infindável é um equivoco e potencialmente destrutivo. Por muitos motivos, 75 anos é uma boa idade para parar.
As citações, os vídeos e os vários artigos listados em cima nem chegam a revelar de forma profunda o que pode ser pesquisado por vocês mesmos o YouTube e no Google. Embora haja um ligeiro desequilíbrio em muitos dos sites que falam do despovoamento, acredito que é possível vocês separarem os factos das emoções.

Por algum motivo estranho, muitas companhias cuja motivação única é gerar lucro para os seus accionistas têm um ponto fraco patológico pelas mulheres e pelo meio ambiente. Não é coincidência que o empoderamento das mulheres (de forma que elas se transformem em trabalhadoras corporativas e consumidoras descuidadas) destrói a sua reprodução, ao mesmo tempo que a promoção das preocupações ambientais faz com que não só as pessoas se sintam mal em ter famílias próprias, mas faz também com que as pessoas se sintam inclinadas a dar apoio incondicional e autoridade aos planos globalistas que limitam a população no Ocidente "privilegiado" ao mesmo tempo que se promove a reprodução dos imigrantes do Terceiro Mundo que estão os estão a substituir.

Os homens que chegaram à conclusão em relação ao despovoamento, chegam a esse ponto através de vias distintas. Eu cheguei a essa conclusão não através da política mas através do sexo. Eu vi em primeira mão a forma como o governo, os média, e as universidades estão de modo deliberado a tentar promover desconfiança entre os homens e as mulheres através do feminismo, através do mito da "cultura de violação", e através de ideias de justiça social que dão espaço para a estratégia de "dividir para conquistar" que coloca os sexos a lutar um contra o outro, o que faz com que todas as mulheres olhem para os homens como violadores em potência, e todos os homens olhem para as mulheres como alguém que lhes pode arruinar a vida.

O facto dos homens estarem cheios de medo das falsas acusações de violação ou receosos de serem empobrecidos através do divórcio, é uma característica do progressivismo energizado pela agenda do despovoamento. Foi criada uma divisão entre os homens e as mulheres de modo a que hoje eles olham um para o outro como obstáculo para a felicidade e para a sobrevivência.

Não é por acaso que tu não estás disposto a nada mais que a masturbação mútua com uma mulher quando te encontras sob influência do álcool, algo que não irá resultar na formação duma família. Se por acaso tu queres fazer bebés, foi feito um plano de segurança para garantir que nenhuma reprodução ocorra: essencialmente, todas as mulheres que se encontram na fase fértil do seu desenvolvimento sexual passaram a tomar a pílula mal entraram na puberdade.

Mesmo que ela engravide, os métodos disponíveis para se levar a cabo um aborto estão próximos, especialmente se tu a convenceres a fazer isso visto que, coincidentemente, existem leis federais e estaduais que escravizam os homens da classe média que pensam que ter filhos pode, de alguma forma, ser bom para os seus interesses.

É importante entender que controle de natalidade não tem que ser necessariamente através de métodos biológicos ou através do aborto, mas na forma de ideias e crenças que incutem o medo e o pavor sempre que se fala na reprodução (ao associar ter um filho com a perda da liberdade individual ou perda da liberdade consumista). Eu não me admiraria nada se por acaso os grupos "men going their own way" [MGTOW] estivessem a ser indirectamente apoiados pelo governo como forma de aumentar o medo que os homens têm de se reproduzirem com as mulheres.

Se por acaso ainda têm dúvidas de que o despovoamento ainda é o plano oculto maior das elites do Ocidente, peço que olhem para os gráficos em torno das taxas de natalidade que se encontram nos dados do "World Bank", e que questionem-se do porquê não haver um esforço conjunto para se reverter o declínio.

Porque é que os governos não estão a dar o seu apoio a políticas natalistas (tal como na Rússia) que têm como propósito gerar futuras gerações de nativos e criar uma nação mais forte que irá perdurar pelos anos, mas em vez disso, estão a importar criminosos Mexicanos e islamistas radicais com noções frágeis de democracia?


O que é surpreendente é que a taxa de natalidade dos Estados Unidos encontra-se abaixo da taxa de substituição mesmo se levarmos em conta os fecundos imigrantes, o que revela que as pessoas férteis tornam-se efectivamente estéreis mal se encontrem num ambiente que está marcado para o despovoamento.

Actualmente, a leste da Rússia, e incluindo a Europa do Leste, não há um único país Europeu que tenha taxas de natalidade acima do taxa de substituição. Em comparação, a taxa de natalidade no Níger é de 7.56, quatro vezes mais do que a taxa dos Estados Unidos. Mas não se preocupem porque as "vacinas" humanitárias de Bill Gates irão resolver esse problema através do seu projecto de estimação, um microchip de controle de natalidade que pode ser activado e desactivado remotamente.

Os três principais mecanismos culturais de redução da população nativa é levar as pessoas preocuparem-se 1) com os direitos das mulheres, 2) com a imigração proveniente do Terceiro Mundo, e 3) com o meio ambiente. É precisamente por isso que quase todas as pessoas da esquerda, especialmente os SJWs [Guerreiros da Justiça Social] apoiam de modo fanático os três.

Os esquerdistas foram totalmente condicionados a se posicionarem  em favor de tópicos que levam à destruição da unidade familiar, à deterioração da identidade social das suas sociedades, e em favor da sua própria esterilização.

Quando combinamos os esforços biológicos que incluem controle de natalidade e o aborto, pode-se ver que os Ocidentais não têm practicamente chance alguma de algum dia virem a recuperar a sua população em comparação com os Africanos, os Médio-Orientais, e os Asiáticos, grupos que actualmente não enfrentam bombas culturais e biológicas que tentam reduzir a sua população, mas que rapidamente passarão a ser um alvo mal os Ocidentais tenham sido suficientemente enfraquecidos e os objectivos do despovoamento tenham sido atingidos.

É possível que entendam agora o porquê de, quando Bruxelas aceita um novo país na União Europeia, ser ordenado que seja feita é uma marcha de "orgulho gay" nas principais ruas da capital do país, e o porquê de começarem logo a militar em favor de mais direitos para as mulheres.

Isto é um ataque cultural que tem como propósito reduzir a reprodução desse país de modo a que a sua soberania seja facilmente destruída no espaço de duas gerações - um ataque que começa mesmo antes desse país entrar na União Europeia como forma de "provar" que está pronto a se destruir a ele mesmo como maneira de obter ganhos de curta duração na forma de grandes empréstimos e comércio livre para a elite desse país.

Até mesmo a forma de "game" que ensinei no princípio da minha carreira, de encontros sexuais com a duração duma noite, estava de acordo com a agenda de despovoamento visto que muito dificilmente este tipo de encontros teriam como consequência a reprodução. Isto significa que eu fui um idiota útil por muitos anos. Não posso deixar de notar que os ataques contra mim têm aumentado em intensidade à medida que eu me afasto do ensino do sexo estéril e de ideias anti-família, e começo a promover valores mais tradicionais que são muito mais susceptíveis de gerar filhos e filhas.

Embora eu possa concordar que há demasiadas pessoas a habitar o planeta Terra,  discordo que seja um pequeno grupo de globalistas do topo que deva assumir o papel de Dr Eugenicista e determine que pode e não se pode reproduzir, ao mesmo tempo que eles não limitam a SUA reprodução, especialmente se levarmos em conta a hipocrisia em torno da sua "preocupação" com o meio ambiente ao voarem dum lado para o outro nos seus aviões privados rumo às suas inúmeras mansões.

Eles não querem que tu geres filhos com uma mulher fértil de 19 anos, e os eduques em casa e nem lhes administres Ritalina. Em vez disso, tu és bombardeado com mensagens de que deves casar com uma solteirona em processo de envelhecimento cujo útero muito provavelmente já está estéril e não te pode dar mais do que duas crianças, o que nem de perto nem de longe é o necessário para sustentar a população.

Talvez durante a década 50 te tivessem dito que ter uma família grande era um acto masculino, mas hoje em dia é quase impossível ver imagens de famílias grandes representadas duma maneira positiva na televisão ou nos spots publicitários, especialmente com mulheres com menos de 25 anos que não sejam já escravas das grandes empresas e da propaganda governamental.

Estou a chegar à conclusão de que a única forma de derrotar os males do liberalismo, do feminismo, da justiça social e do progressivismo é tendo famílias grandes, e criando tribos que são livres-pensadoras, auto-dependentes, e, mais importantes, estão armadas. Os homens do futuro que podem resistir ao totalitarismo e aos governos injustos irão nascer dos úteros das mulheres que hoje existem, e a dada altura, essas mulheres têm que ser convencidas de que ser uma mãe que fica em casa, e que educa filhos fortes, é melhor do que ser um consumidora zombie que envenena e esteriliza o seu próprio corpo.

A última coisa que aqueles que estão no poder querem é que as mulheres estabeleçam uniões com homens masculinos e independentes que não precisam do governo para nada, e que colocam mais valor na lealdade para com os seus parentes de sangue e para com a sua nação do que com as ideias esquerdistas, com os iPhones, ou com os clubes desportivos.

No passado, eu tinha como fantasia dormir com o maior número possível de mulheres de modo a poder ser como os playboys que eu via nos filmes de Hollywood, mas hoje o que eu quero é gerar filhos que irão no futuro liderar o seu povo e a nação. Cabe-nos a nós criar os homens que podem eliminar os parasitas que estão a ser bem sucedidos no controle da humanidade.

- http://bit.ly/1QvqHTE



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