Há 2 dias atrás, dois polícias que se encontravam a patrulhar uma zona "No-Go" (uma daquelas que deixaram de existir mal o Trump falou nelas) foram atacados com cocktails molotov por cerca de 40 jovens não-brancos. Um dos polícias ainda se encontra em estado grave.
O ministro do interior, o globalista e pró-invasão afro-islâmica Bernard Cazeneuve, saudou o "profissionalismo" e a "compostura" dos dois polícias visto que eles não usaram as armas para se defenderem dos ataques.
Visto que o seu "patrão" lhes disse que eram melhor eles morrerem do que ferirem ou matarem os criminosos não-Europeus, os polícias começaram a levar a cabo demonstrações um pouco por toda a França.
Neste vídeo podemos ouvi-los a gritar"Maçons na cadeia!"; cerca de 99% dos políticos Franceses pertencem à maçonaria e estão constantemente a promover o genocídio Branco através da imigração não-Branca.
Claramente, a elite globalista está muito confiante nos seus métodos de "controle" das massas. Vamos ver como as coisas vão acabar.
O comentador PM salientou que a ficção feminista em torno de Amelia Earhart parece ser inofensiva:
Os
homens ainda executam a maior parte dos trabalhos que fazem a
civilização funcionar, e não vejo isso a mudar num futuro próximo.
Algumas poucas mulheres estão a ser elevadas com base em falsas
conquistas aqui e ali, mas de forma geral, isso não tem um impacto
algum.
A maior parte das pessoas, quer
sejam homens ou mulheres, não irão inventar algo que muda o mundo, e
nem serão os primeiros a fazer o que quer que seja. Acho que o
"sucesso" de Amelia Earheart inspirou muitas mulheres. A minha irmã tem
licença para pilotar aviões e isso não parece ser prejudicial. Isto não
altera o facto da maior parte dos pilotos serem homens.
Desde o princípio que esta tem sido a reacção dos homens à
inveja feminista. Apontar para a ultrajante mesquinhez das feministas
parece ser mesquinho, e como tal, os homens preferem ser graciosos e
agir em conformidade com a ficção. No entanto, pactuar com a inveja
alimenta a besta e só gera mais inveja e mais descontentamento. Mais
ainda, quando mais tempo nós passarmos nesta via, mais difícil fica de
parar de pactuar com a mesma.
Depois da espantosa façanha de Lindbergh, ele tornou-se
instantaneamente num herói. O que ele tentou fazer era tão espantoso
que antes mesmo de ter aterrado já estavam no local enormes
multidões reunidas no sítio onde ele planeava aterrar - num campo nos
arredores de Paris - esperando para ver se este desconhecido piloto de
correio aéreo da América era capaz de levar a cabo o que havia planeado:
O aeródromo aéreo não estava marcado no seu mapa e Lindbergh só sabia que ele era a cerca de 7 milhas a nordeste
da cidade. Inicialmente, ele confundiu o aeródromo com um complexo
industrial enorme e com muitas luzes a emanar em todas as direcções.
Na
verdade, as luzes eram os faróis de dezenas de milhares de carros
conduzidos por espectadores ansiosos, agora retidos no "maior engarrafamento da história de Paris”.
Uma multidão estimada na ordem dos 150,000 espectadores invadiu o
aeródromo, arrastou Lindbergh para fora do cockpit, e de modo literal
carregou com ele acima das suas cabeças "durante cerca de meia-hora".
E isto era apenas a multidão que se havia reunido para ver se ele
era capaz. Lindbergh não tinha consigo rádio algum e como tal, tudo o
que a multidão sabia era que ele havia descolado há 33 horas e que
tinha planos de aterrar no terreno que se encontrava nesse aeródromo.
Mal ele aterrou, tornou-se automaticamente numa sensação mundial:
A
adulação e a celebração devotada a Lindbergh que emergiram depois dele
ter atravessado sozinho o Atlântico era sem precedentes. As pessoas
comportavam-se como se ele tivesse andado sobre as águas, e não voado
sobre elas. (64)
No
espaço de um ano após o seu vôo, um quarto dos Americanos (cerca de 30
milhões) viu em pessoa Lindbergh e o Spirit of St. Louis.(76)
Para as feministas, a ideia dum homem receber tal louvor e atenção era insuportável.
Toda a atenção devotada a "Lucky Lindy" gerou um busca frenética pela
mulher que pudesse ser alcunhada de "Lady Lindy". Isto não foi uma
corrida para ver qual era a mulher capaz de ser a primeira a provar a
sua energia, mas sim uma corrida que tinha como propósito mudar a conversa
e marcar a viação como um espaço feminino. É por isso que tudo o que
importou foi que houvesse uma mulher a atravessar o Atlântico, desde
que ela buscasse esse papel.
Na verdade, Earhart entrou no jogo bastante tarde. Em 1927, a actriz Ruth Elder disponibilizou-se para ser a "Lady Lindy":
[Elder] tinha 23 anos, e era uma actriz irregular,
quando ouviu falar do vôo do "Lucky Lindy" de Nova York para Paris. Ela
colocou na sua mente que ela seria a primeira "Lady Lindy", a primeira mulher a atravessar o Atlântico.
Elder não foi a primeira pessoa a cunhar o termo Lady Lindy antes
mesmo da "façanha" estar em progresso. O homem que entrevistou Earhart
para o papel tinha esse termo em mente no dia em que a conheceu:
Railey
alega que ficou impressionado com a forte semelhança entre a aparência
de Amelia com a de Lindbergh, e imediatamente cunhou o termo "Lady
Lindy" na sua mente.
Uma grande parte do problema é que nós não reconhecemos a inveja nas mulheres porque isso parece tão normal. Se por acaso um homem se determinasse a remover o foco dado a Lindbergh contratando uma pessoa para lhe servir de chauffeur
através do Atlântico (ou algo desse tipo, claramente inferior à façanha
real), ele seria alvo de chacota. Mas quando observamos este mesmo tipo
de mesquinhez nas mulheres, nós reflexivamente pactuamos com ele;
apontar o dedo à mesquinhez feminina dá a sensação de ser mesquinho.
Mais uma vez, isto não se centra em mulheres a criar as suas
próprias façanhas, mas sim na extinção do orgulho masculino. O desejo
não era o de inspirar as meninas de modo a que, se eles trabalhassem
arduamente, talvez no futuro elas pudessem vir a ter um homem a
transportá-las através do Atlântico. Isto não era uma forma de inspirar
as meninas mas sim uma forma de não inspirar os jovens rapazes.
No seu coração as feministas entendem isto, e é por isso que ainda hoje as feministas adoram o livro absurdo de Earhart,
que fala do evento em que um homem lhe transportou através do
Atlântico. O vôo de Earhart foi triunfante não porque ela fez algo
digno de registo, mas sim porque ela ajudou a que se mudasse o assunto
para longe de Lindbergh.
Isto levanta uma questão: quais são os custos de se extinguir o
orgulho masculino? Qual é o custo de se minimizar a importância das
virtudes masculinas?
Ao nível individual e incidental, os custos parecem ser demasiado
pequenos para serem aferidos; o orgulho masculino revelou-se quase tão
infatigável como a inveja feminina se revelou inextinguível.
De facto,
a nossa sociedade está organizada sobre a pressuposição de que a
graciosidade masculina em relação às mulheres é tão inesgotável como a
inveja que as mulheres sentem em relação aos homens. Até hoje, esta tem
sido uma aposta bem sucedida.
Mas isto não é só sobre um incidente. Claramente, os rapazes que
cresceram durante os anos 30 ainda se sentiram inspirados para
trabalhar arduamente e assumir riscos, apesar do parasitismo feminista
de se tentar se desviar o foco dos assuntos sempre que possível; não havia
escassez de homens dispostos a invadir as praias da Normandia e as de Iwo
Jima.
Por mais bem sucedidas que feministas tenham sido a mudar o assunto,
elas não foram bem sucedidas em parar os rapazes e os homens de verem
Lindbergh honrado pelas suas façanhas. E mesmo que as feministas
tivessem sido bem sucedidas em impedir que Lindbergh fosse reconhecido,
ainda existiam outros exemplos que poderiam inspirar os homens.
Tudo isto centra-se numa besta que não estava satisfeita em silenciar as celebrações em torno do sucesso de Lindbergh, uma besta
que foi ficando cada vez mais voraz com cada refeição. Isto centra-se
num movimento implacável e cada vez mais eficaz que, durante as últimos
8 décadas, tem visado acabar com todas as celebrações das
virtudes masculinas.
Vivemos numa era bizarra. Queixamo-nos que os homens jovens estão
vazios de virtudes masculinas, mas ao mesmo tempo alegamos que não
existem custos na motivação invejosa por parte das feministas de
denegrir a masculinidade.
Se as virtudes masculinas são importantes
para a nossa sociedade, então nós temos, mais uma vez, que celebrar, sem
reservas, os homens que exibem tais virtudes. Temos que denunciar esta mesquinhez de modo a que possamos reconhecer a coragem, mesmo que essa coragem nos deixe pouco confortáveis.
Em 1973, pouco antes da sua morte, o Presidente Francês Georges Pompidou [na foto]admitiu que ele havia aberto as portas da imigração a pedido de um número de grande empresários, tais como Francis Bouygues,
porque estava desejoso de aproveitar da mão-de-obra barata e dócil,
vazia de consciência de classe e sem qualquer tradição de luta social.
Este gesto tinha como propósito exercer uma pressão negativa nos
salários dos trabalhadores Franceses, reduzindo o seu zelo pelo
protesto e, principalmente, acabar com a unidade do movimento
trabalhista. "Os grandes empresários", disse ele "querem sempre mais."
Quarenta anos passados, nada mudou. Numa altura em que nenhum partido
político se atreve a militar por uma aceleração do ritmo da imigração,
só os grandes empregadores parecem estar em favor disso - e isso porque
é do seu interesse. A única diferença é que os sectores económicos
afectados são actualmente mais alargados, indo para além dos sectores
industriais, serviços de hotelaria e de catering - chegando agora às
profissionais outrora "protegidas", tais como a profissão de
engenheiro e a profissão de cientista computacional.
A França, tal como a conhecemos, e começando no século 19, tentou de
modo maciço atrair os imigrantes. Em 1876 a população imigrante já era de
800,000, só para atingir os 1,2 milhões em 1911. A indústria
Francesa era o centro de atracção principal para os imigrantes
Italianos e Belgas, seguidos dos imigrantes Polacos, Espanhóis e
Portugueses.
Tal
imigração, de não-qualificados e de não-sindicalizados, permitiu aos
empregadores evitar os requerimentos crescentes relativos à lei laboral (François-Laurent
Balssa, « Un
choix salarial pour les grandes entreprises» Le
Spectacle du monde, Octobre, 2010).
No ano de 1924, e segundo iniciativa do Comité do Carvão e dos
grandes fazendeiros do Nordeste da França, foi fundada uma "Sociedade
Geral da Imigração" (Société
générale d’immigration).
A mesma abriu agências na Europa, e estas operavam como bombas de
sucção.
Por volta de 1931 existiam cerca de 2,7 milhões de estrangeiros
na França, isto é, 6.6% da população total. Por essa altura a França
tinha o nível de imigração mais elevado da Europa (515 pessoas por cada
100,000 habitantes). “Esta
foi a forma conveniente através da qual os grandes empregadores
exerceram pressão negativa nos salários. ... A partir daí, o
capitalismo entrou na competição pela força laboral, estendendo a mão
aos exércitos de reserva de assalariados.”
Depois da Segunda Guerra Mundial, os imigrantes começaram a chegar
mais e mais dos países Magrebinos; primeiro da Argélia, e depois de
Marrocos. Camiões fretados pelas grandes empresas (especialmente
empresas da indústria automóvel e da indústria da construção) vieram
às centenas para recrutar imigrantes in loco.
Entre 1962 a 1974, quase 2 milhões de imigrantes chegaram a França, dos
quais 550,000 foram recrutados pelo Serviço de Imigração Nacional
(ONI), agência governamental mas controlada secretamente pelos grandes
empresários. Desde então, a onde continuou a crescer. François-Laurent Balssa nota que
quando uma escassez de força laboral ocorre num sector, de
entre as duas opções, ou se aumentam os salários ou então tem que se
estender a mão para a força laboral estrangeira. Normalmente, a última
opção era a preferida por parte do Conselho Nacional de Empregados
Franceses[National Council of French Employers (CNPF)]
e pela organização que lhe sucedeu, Movimento de Empresas (MEDEF).
Essa
escolha, que testemunha em favor do desejo de benefícios a curto prazo,
atrasou o desenvolvimento das ferramentas de produção e da inovação
industrial. No entanto, durante esse mesmo período, tal como demonstra
o exemplo do Japão, a rejeição da imigração estrangeira e o
favorecimento da força laboral doméstica permitiram ao Japão atingir a
sua revolução tecnológica, bem para além dos seus concorrentes
Ocidentais.
O Grande Negócio e a Esquerda; Uma Santa Aliança
No princípio, a
imigração era um fenómeno ligado às grandes empresas. Ainda continua a
ser. Aqueles que sempre clamam por mais imigração são as grandes
companhias. Esta imigração está de acordo com o espírito do
capitalismo, que tenciona a eliminação das fronteiras (« laissez faire, laissez passer »).
“Ao
mesmo tempo que obedecem ao esvaziamento social, continua Balssa, um
mercado de trabalho “low cost” foi, portanto, criado com os
"não-documentados" e os "pouco-qualificados" a funcionarem como
"faz-tudo" tampão.Consequentemente, o grande negócio estendeu a mão à
extrema-esquerda, o primeiro a tentar acabar com o estado-Providência,
qualificado como demasiado oneroso, e a última a tentar matar o
estado-nação, considerado demasiado arcaico".
É por este motivo que o Partido
Comunista Francês e o Sindicato
Francês (que entretanto mudaram muito desde então) tinham, até
1981, militado contra o princípio liberal das fronteiras abertas (em
nome da defesa dos interesses da classe operária). Estas observações
são confirmadas pelo positivamente inspirado conservador-liberal
Católico Philippe Nemo:
Na Europa existem
pessoas que se encontram no comando da economia que sonham em trazer
para a Europa mão-de-obra barata. Primeiro, para fazerem o trabalho
para o qual não existe muita mão-de-obra local; depois, para exercerem
considerável pressão negativa nos salários dos outros operários da
Europa.
Estes lobbies, que possuem todos
os meios necessários para serem ouvidos quer seja pelo governo ou pela
Comissão em Bruxelas, são, de forma geral e ao mesmo tempo, em favor da
imigração e do aumento do número de países da União Europeia - o que
iria facilitar de modo considerável a migração laboral. Do seu ponto de
vista, eles estão correctos - e o ponto de vista deles tem uma lógica
puramente económica [...]. O problema, no entanto, é que não se pode
pensar só em termos económicos visto que a chegada de populações
extra-Europeias irão ter também consequências sociais severas.
Se estes capitalistas prestam
pouca atenção a estes problemas, é porque eles desfrutam, de modo considerável, dos benefícios económicos da imigração, sem no entanto
sentirem os seus efeitos sociais. Com o dinheiro adquirido pelas suas
companhias, cuja rentabilidade é garantida desta maneira, eles podem residir em bairros bonitos, deixando os seus compatriotas menos
afortunados com a missão de lidarem sozinhos com a população
estrangeira nas áreas suburbanas. (Philippe Nemo,Le
Temps d’y penser, 2010)
Segundo dados oficiais, os imigrantes a viver em casas regulares são
cerca de 5 milhões, que era cerca de 8% da população francesa em 2008.
Os filhos dos imigrantes, que são descendentes directos de um ou dos
dois imigrantes, representam 6,5 milhões de pessoas, que é cerca de 11%
da população. Estima-se que o número de imigrantes ilegais se situe
entre os 300,000 e os 550,000. (A expulsão anual de imigrantes ilegais
custa 232 milhões de Euros todos os anos, isto é, 12,000 por cada caso).
Segundo Jean-Paul
Gourevitch, estima-se que o número de pessoas com origem estrangeira que viviam na França em 2009 era de 7.7 milhões (dos quais 3,4 milhões são
do Magrebe e 2,4 milhões são da África Sub-Sahariana), isto é, 12,2% da
população metropolitana. Em 2006 a população imigrante era responsável
por 17% dos nascimentos na França.
Actualmente, a França está a passar por assentamentos de imigrantes,
que é uma consequência directa da política de reunificação familiar. No
entanto, mais do que qualquer altura no passado, os imigrantes são o
exército de reserva do capitalismo. Neste sentido, é espantoso observar
a forma como as redes construídas para defender os interesses dos
"sem-documentação", controladas pela extrema-esquerda (que parece ter
descoberto nos imigrantes o seu "proletariado substituto"), serve os
interesses das grandes companhias.
Redes criminosos, traficantes de pessoas e de bens, grandes companhias,
activistas dos "direitos humanos", e empregadores secretos - todos
eles, por virtude do mercado livre global, tornaram-se apoiantes da
abolição das fronteiras. Por exemplo, é um facto bastante revelador que
Michael Hardt e Antonio Negri, nos seus livros Empire eMultitude
defenda a “cidadania mundial” quando apelam para a remoção das
fronteiras, que nos países desenvolvidos tem que ter como objectivo
primário a acomodação acelerada de trabalhadores do Terceiro Mundo com
baixos salários.
O facto da maioria dos imigrantes actuais dever a sua deslocação à
terceirização, materializada através da lógica infindável do mercado
global, e que o seu deslocamento ser precisamente aquilo em favor do
qual o capitalismo milite de modo a ajustar todas as pessoas no
mercado, e finalmente, que cada ligação territorial poder ser uma parte
das motivações humanas - não parece perturbar estas duas autoridades
[Hardt e Negri]. Pelo contrário, eles notam com satisfação que o "próprio
capital requer um aumento da mobilidade da força laboral, bem como uma
migração contínua através das fronteiras nacionais.”
Do seu ponto de vista, o mercado mundial deve ser uma enquadramento
natural para a "cidadania mundial". O mercado "exige um espaço macio de
fluxo não-codificado e desterritorializado,” destinado a servir os
interesses das "massas", porque "mobilidade carrega consigo uma
etiqueta de preço do capital, que significa um desejo acrescido pela
liberdade.”
O problema de tal apologia em favor do deslocamento humano, visto como
a primeira condição do "nomadismo libertador", é que ele depende duma
visão irrealista da situação específica dos migrantes e das pessoas
deslocadas. Tal como Jacques Guigou e Jacques Wajnsztejn escrevem:
Hardt
e Negri iludem-se com a capacidade dos fluxos migratórios, alegadamente
uma fonte de novas oportunidades para a valorização do capital, bem
como base para novas oportunidades para o aprimoramento para as massas.
No entanto, as migrações significam nada mais que um processo de
competição universal, enquanto que a imigração não tem mais capacidade
de emancipação do que ficar em casa. Uma pessoa "nómada" não está mais
inclinada à crítica ou à revolta que uma pessoa sedentária. (L’évanescence
de la valeur. Une
présentation critique du groupe Krisis, 2004).
Enquanto as pessoas continuarem a
abandonar as suas famílias, acrescenta Robert Kurz, e continuarem a
trabalhar em qualquer outro lugar, até mesmo colocando em risco as suas
vidas - apenas e só para serem esmagadas pelo rolo compressor
capitalista - elas serão menos que os arautos da emancipação e mais
agentes auto-congratuladores do Ocidente pós-moderno. De facto, eles
apenas são a sua versão miserável (Robert Kurz, « L’Empire
et ses théoriciens »,
2003).
Quem quer que critique o capitalismo ao
mesmo tempo que aprova a imigração, cuja primeira vítima é a classe
operária, o melhor que tem a fazer é calar a boca. Quem quer que
critique a imigração mas nada diga do capitalismo, tem que fazer o mesmo.
O que foi que realmente aconteceu em Paris? Numerosos padrões já
listados na minha análise inicial, bem como outros padrões que
estão de
acordo com falsas bandeiras, não só se tornaram aparentes no tiroteio de
Paris, como também no incidente da tomada de reféns. Também aparentes são os
resultados previsíveis que se seguem a estes eventos. Já vimos tudo o
que se segue:
1. Período de excitação e preparação, e posterior promoção, por
parte dos principais meios de comunicação em massa, com letreiros
prontos como forma de chamar a atenção global para o evento.
2. Vídeos e detalhes duvidosos em torno do evento, bem como aumento
das iniciativas em torno da segurança depois do mesmo
3. Treino militar por parte dos autores do evento, ao mesmo tempo
que suspeitos de "terror" com ligações profundas com o Estado e
registos criminais ficam livres.
4. Uma falsa dialéctica da esquerda
contra o radicalismo a polarizar o consumo público da propaganda.
5. A vida de investigadores e de pessoas-chaves do evento acaba em
"suicídio".
7. Mais financiamento para a militarização, para a vigilância e para
o estado-policia, com os meios de comunicação a repassar ad nauseaum eventos de terror do
passado.
O terrorismo tem, portanto, ficado
conhecido como forma de controle social. Parte da oligarquia dos
Estados Unidos encontra-se actualmente quase eufórica com o
aparentemente infindável panorama de possibilidades da exploração do
terrorismo que eles acreditam ter à sua frente.
Mas actualmente há
espaço aberto para se construir uma ordem social e estatal com base no
terrorismo. (Synthetic Terror, página 88).
Estão, portanto, os recentes eventos de Paris de acordo com este critério? Sim, eles estão.
2. Os vídeos e os detalhes do tiroteio de Parisnão fazem sentido
visto que os vídeos têm muitas discrepâncias que têm que ser levadas em
conta, tais como a ausência de sangue (...), ao mesmo tempo que a
namorada femme fatale de
Couliabily havia sido convenientemente removida do cenário, tal como
Patrick Henningsen me disse antes de ter sido reportado que ela havia
"fugido para a Síria".
Diz-se também que eles buscavam
vingança pela condenação de Rachid Ramda por parte do RER em 1995, como
também que eles haviam regressado de treino que havia recebido na
Síria, onde os governos Franceses, Ingleses e Americanos estiveram a armar e a treinar o grupo afiliado com a Al-Qaeda com o nome de "Free Syrian Army". Em 2009 Coulibaly encontrou-se com o - então - Presidente Francês Nicholas Sarkozy procurando um emprego.
4. O furor mediático encontra-se na sua
máxima força, polarizando o globo para dentro duma falsa dialéctica de
1) ou se estar com Charlie, 2) ou se estar do lado dos terroristas. É impossível não lembrar as famosas palavras de Bush, fomentadoras de medo, onde ele disse "Ou vocês estão do nosso lado, ou vocês estão do lado dos terroristas", como se só existissem sempre apenas duas opções na vida: dum lado a "liberdade" e a sátira provocadora, do outro o islamismo radical.
5. Um investigador-chave dos incidentes foi encontrado morto por - sim, adivinharam- "suicídio". Elementos importantes do evento do 11 de Setembro também apareceram mortos, e membros da estrutura de poder que investigaram as coisas de forma demasiado profunda, desaparecem.
6. Pouco depois do tiroteio, Kouachi supostamente deixou
o seu bilhete de identidade no seu carro. Isto não só coloca em causa a
sua suposta perícia e o seu alegado treino táctico, como é algo que é
faz lembrar o passaporte do sequestrador do 11 de Setembro. O que é mais provável é que eles tivessem um treinador inteligente, provavelmente a femme fatale que desapareceu da narrativa ao mesmo tempo que os dispensáveis jihadistas eram enganados.
7. Na sequência dos eventos, a liberdade de expressão e a monitorização da internet passaram a ser palavras do momento, com o establishment Atlanticista a cantar em harmonia com a narrativa do 11 de Setembro de ser necessária
uma maior segurança, uma maior vigilância, mais policias, e uma maior
aplicação de medidas duras (quanto mais dinheiro eles tiverem, mais
eventos terroristas irão ocorrer) - não aos jihadistas que operam livremente com o conhecimento do Estado, mas a todos os cidadãos.
Como se pode ver, o terrorismo é um ataque psicológico ao público,
e o terror assimétrico solitário e isolado, é extremamente raro. O que
não é raro é o terror de falsas bandeiras financiado pelo Estado ou por
entidades privadas.
No rastro deste evento, o "11 de Setembro" de Paris causou a mesma
resposta que observamos após o 11 de Setembro. Podemos esperar o
recrutamento de mais radicais idiotas à medida que a "jihad" está a ser
cuidadosamente comercializada (por parte dos meios de comunicação
mainstream como a CNN) a uma nova colheita the pessoas ingénuas, hipsters, e rappers.
Este ponto de venda de engenharia social e de Relações Públicas que fomenta uma falsa atitude anti-establishment é
algo que parece ter sido preparado pelos Ocidentais, e pelos serviços
secretos, e pelos seus suseranos que fazem parte de grupos de reflexão
tais como a Rand Corporation, e não por um verdadeira oposição.
No meu artigo de Novembro, escrevi
sobre a figura fictícia dos filmes de James Bond com o nome de SPECTRE,
que é conhecido pelo seu carácter internacional, lançando estados-nação
uns contra os outros numa falsa dialéctica, ao mesmo tempo que recebem o seu financiamento dos mercados negros globais. Verdadeiramente, a ficção modela-se à luz da realidade, e a realidade molda-se à imagem da ficção.
À medida que o sector não-feminista da
sociedade vai ficando cada vez mais vocal, o sector da sociedade que
ainda não está ciente da natureza tóxica desta ideologia reage com um
conjunto de argumentos que revelam que a realidade factual ainda não é
inteiramente do conhecimento público.
Há algum tempo atrás, um grupo de
feministas de cafetaria tentava convencer-me que o feminismo não era
assim tão mau e que se eu lesse mais sobre o feminismo, eu iria
eventualmente entender. Como um exemplo em apoio desta tese, as
feministas mencionadas em cima recomendaram-me que eu lesse os escritos
de Simone de Beauvoir, feminista-Marxista Francesa conhecida pelo seu
livro The Second Sex. Claro que estas feministas eram
incapazes de entender o facto de alguém ter levado a sua ideologia
a sério a ponto de ler a sua literatura, e então rejeitá-la de
modo racional. Tal como todas as seitas, isso é uma coisa inconcebível
para os crentes genuínos da seita.
No título deste post foram feitas
várias alegações em relação à eminente feminista, e é apenas justo que
as provemos - que é precisamente o que vamos fazer nas linhas que se
seguem.
Entre 1943 e 1944, durante o período em
que a França de encontrava sob ocupação Nacional Socialista, Simone de
Beauvoir trabalhou como directora de som da Radio Vichy (1). Esta rádio era a
rádio estatal na assim-chamada zone libre (zona livre) da
França, após a capitulação da Republica Francesa perante a Alemanha
Nacional Socialista em 1940. Usamos o termo assim-chamada porque o regime de
Vichy, embora teoricamente neutral do ponto de vista militar, era de
facto um colaborador activo do regime Nacional Socialista (2), e hoje
em dia é reconhecido por todas as partes envolvidas que a instituição
da Radio Vichy era a de facto porta-voz da propaganda
Nacional Socialista pelas ondas de rádio da França.
Os apologistas de Simone de Beauvoir
poderão dizer que ela foi forçada pelas circunstâncias a trabalhar lá,
tal como muitos outros indivíduos hoje em dia alegam que foram forçados
a colaborar com o Securitate
durante o regime Comunista [Romeno]. Mas os manuscritos de Simone de Beauvoir,
provenientes desse período e revelados mais tarde, contam uma história
diferente. Até feministas tais como a Drª Ingrid Galster, que dedicaram
anos das suas vidas a estudar Simone de Beauvoir, tiveram que admitir,
embora de má-vontade, que a atitude manifestada por Simone de Beauvoir
enquanto directora de som da propaganda Nacional Socialista era, no
mínimo, uma de colaboracionismo
subtil(3), e a forma como ela acabou por trabalhar lá não foi
após algum tipo de coerção - mas sim após uma escolha perfeitamente
consciente.
Por exemplo, Simone de Beauvoir já fazia parte do
sindicato dos trabalhadores públicos e poderia ter escolhido trabalhar
na prefeitura. Mas ela teve que escolher trabalhar em
algum outro sítio que não numa posição de ensino porque a sua carreira
nesta área havia chegado ao fim - embora ela já tivesse as
qualificações e o prestígio necessário para o ensino, dado que ela
havia sido a segunda melhor estudante de doutoramento com melhor
desempenho da sua geração, só ficando atrás do amor da sua vida,
Jean-Paul Sartre. (4)
O motivo pelo qual ela já não poderia ensinar está precisamente
relacionado com a pedofilia e com Jean-Paul Sartre. Em 1943, Simone de
Beauvoir foi despedida devido a comportamento
que leva à corrupção de um menor. (5) Mais uma vez, as
apologistas de Beauvoir podem-se apressar e dizer que o incidente de
1943 foi um incidente singular ou, como me foi dito uma vez, um
incidente declaradamente inventado pela perseguição Nacional Socialista
que não podiam aceitá-la visto terem-se apercebido que ela era uma mulher Marxista poderosa e independente. Mas nada poderia estar mais
longe da verdade.
O interesse sexual de Simone de
Beauvoir por crianças é um tema que se encontra presente por toda a sua
vida. Ela esteve entre os primeiros filósofos que tentaram unificar o
género que havia iniciado nos anos 30 (e que na Europa Ocidental durou
até aos 80) da pedofilia feminina
pedagógica. (6)
Ela tentou esta unificação na sua dissertação
com o nome de “Brigitte Bardot and
the Lolita Syndrome,” publicado pela primeira vez na revista Esquire em 1959 e republicada
múltiplas vezes até aos meados dos anos 70.
Nessa dissertação, Simone
de Beauvoir glorifica Brigitte Bardot pelo seu aspecto físico infantil,
que retém a inocência perfeita
inerente no mito da infância, e depois caracteriza-a como uma espécie de Houdini para as meninas que lhes irá
libertar e dar poder de modo a que elas se vejam livres das correntes
que as subjugam. (7,8)
O ensaio de 1959 foi só o início. Em
1977, Beauvoir, juntamente com a maioria da intelligentsia Marxista
Francesa, assinou uma petição exigindo nada mais e nada menos que a
legalização da pedofilia, e a libertação imediata de três indivíduos
que estavam à beira de cumprir sentenças longas por terem explorado
sexualmente vários rapazes e várias raparigas com idades que iam dos 11
aos 14.
A petição assinada - entre outros - por Simone de Beauvoir de
Jean Paul Sartre foi publicada no Le Monde, e entre outras coisas,
dizia o seguinte: (9)
Tanto o tempo em prisão preventiva para
investigar um simples assunto de "libertinagem", onde as crianças não
foram vítimas do mais pequeno tipo de violência, mas, pelo contrário,
testemunharam perante os magistrados investigadores que haviam
consentido - embora actualmente a lei lhes negue o direito ao
consentimento - tanto o tempo em prisão preventiva, nós consideramos
um escândalo neles mesmos.
Hoje eles correm o risco e serem sentenciados
por um longo tempo de prisão quer seja por terem tido relações sexuais
com menores, tanto rapazes como raparigas, ou por terem encorajado e
terem tirado fotos dos seus jogos sexuais.
Somos de opinião que existe uma
incongruência entre a designação disto como um "crime", que apenas
serve para legitimar tal severidade, e os factos em si; mais ainda
entre a antiquada lei e a realidade diária da vida em sociedade que
tende a saber sobre a sexualidade das crianças e dos adolescentes. [...]
Portanto, para Simone de Beauvoir, as
crianças de 11 anos da França dos finais dos anos 70 tendiam a ser
seres sexuais. Uma vez que a puberdade não ocorria nessa idade para a
grande maioria das crianças, e nem nos dias de hoje ocorre, achamos
ajustado qualificar a defesa desta mentalidade por parte de Beauvoir
como nada mais que um apelo para a pedofilia, independentemente da
definição que cada um use para este palavra.
A petição de 1977 deu início a uma
discussão a nível social na França em torno das leis relativas à idade
de consentimento, uma discussão onde o campo abolicionista (do qual
faziam parte Beauvoir e o seu amante) se uniu para formar a Front
de
libération des Pédophiles (FLIP - Frente de Emancipação dos
Pedófilos), e onde as intenções dos membros da FLIP foram explicadas
duma forma bem clara pelos próprios numa discussão transmitida
radiofonicamente am Abril de 1978 pela Radio France Culture. (11) A
FLIP passaria a ser lembrada como a pioneira dentro das fileiras do
movimento pedófilo Francês, embora a organização em si não tenha durado
muito devido aos desentendimentos internos. (11)
Para além de Simone de Beauvoir e
Sartre, entre os proponentes da pedofilia desse período estavam
presentes outras pessoas, incluindo pessoas que mais tarde acabariam
por liderar os destinos da França - e estamos a falar, por exemplo, de Bernard Kouchner e Jack
Lang, respectivamente, o Ministro da Saúde e o Ministro da Educação (!)
no início da primeira década do século 21 no primeiro termo da
presidência de Jacques Chirac. (12) Tudo isto faz de Beauvoir não só
uma apologista da pedofilia, mas uma apoiante activa.
No entanto, o que faz dela uma
abusadora é a sua actividade através da qual ela estava a recrutar
pupilas, abusando delas, e passando-as para Jean-Paul Sartre - às vezes
separadamente, mas por vezes integrado num ménage à trois.
Em revisão ao livro de Carole
Seymour-Jones "Simone de
Beauvoir? Meet Jean-Paul Sartre", livro que tem como propósito
analisar a relação de Beauvoir com Sartre, o Telegraph escreve o seguinte: (13)
Durante longos períodos de tempo, a
dupla tornou-se num "trio", embora esta arranjo raramente tenha dado certo para a terceira pessoa envolvida: pelo menos duas das antigas
alunas de Beauvoir deram por si a serem, inicialmente, amantes dela, e
depois amantes de Sartre, até que a dupla acabasse com os contactos
próximos com esta terceira pessoa mal a diversão chegasse ao fim.[...]
Para Seymour-Jones, os affairs
de Beauvoir com as suas alunas não eram lésbicos mas pedofílicos: ela
estava a "treiná-las" para Sartre, uma forma de "abuso de menores".
Para Beauvoir (tal como para Sartre), a
idade não importava desde que as parceiras fossem mais novas do que ela
e do que Sartre. (14) A possibilidade de outras pessoas puderem ficar
feridas ou exploradas sexualmente não se encontra de todo no radar
eminente da feminista, que pensava que "preparar" as meninas para Sartre
lhes retirar a virgindade (palavras de Sartre, e não nossas) era nele
mesmo um acto de empoderamento sexual para essas raparigas.
Mas se as escapadas com a Nacional Socialista e o
gosto pedofílico não vos convence do carácter duvidoso de Beauvoir,
olhemos agora para os seus escritos - que estão tão cheios de misoginia
que é difícil entrar algum tipo de equivalente em outros sectores da
sociedade. Este aspecto por si só não nos surpreende, visto que o feminismo
é uma ideologia misógina. Mas não mudemos de assunto.
O livro de almofada de Simone de
Beauvoir, The
Second Sex, é um livro que as feministas actuais dizem ser
"incrivelmente fresco" - um livro que disse o seguinte sobre as
esposas: (15)
A esposa alimenta-se dele como um
parasita, mas o parasita não é o mestre triunfante.
Cerca de um quarto de século mais
tarde, em 1975, e durante um diálogo com outra feminista, Betty
Friedan, Simone de Beauvoir iria esclarecer a sua posição para além de
qualquer dúvida razoável. Numa discussão em torno da forma de compensar
as mães que ficam em casa e tomam conta dos filhos, Beauvoir respondeu
de forma inequívoca: (16)
Não, eu não acredito que mulher
alguma deva ter essa opção. Mulher alguma deveria ser autorizada a
ficar em casa e cuidar dos seus filhos. A sociedade deveria ser
totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa opção
precisamente porque se essa opção existir, demasiadas mulheres irão
escolhê-la. Isto é uma forma de forçar as mulheres rumo a uma direcção.
Estamos entendidos? Segundo o ponto de
vista desta eminente feminista, as mulheres são um grupo de criaturas
inertes incapazes de escolher o que é bom para elas - algo que os
adultos responsáveis são capazes de fazer. De facto, para além de
Simone de Beauvoir e da sua ideologia Marxista-feminista, ninguém sabe
o que é o melhor para as mulheres; como tal, nenhuma mulher deveria ser
autorizada a escolher algo
quer contradiz Simone de Beauvoir.
Nesse mesmo diálogo, ela esclarece
ainda mais o seu ponto de vista: (17)
Na minha opinião, enquanto a família,
o mito da família, o mito da maternidade e o mito do instinto maternal
não forem destruídos, as mulheres continuarão a ser oprimidas.
Na verdade, o ódio de Beauvoir pela
maternidade e pelas mães em geral é bastante óbvio por todo o seu
livro. Vejamos alguns exemplos:
A maternidade relega as mulheres para
um existência sedentária; é natural elas ficarem em casa enquanto eles
caçam, pescam, e vão para a guerra. (18)
[A mãe] é uma planta e um animal, uma
colecção de colóides, uma incubadora, um ovo; ela assusta as crianças
que estão preocupadas com os seus próprios corpos, e provoca
risos silenciosos nos homens jovens porque ela é um ser humano,
consciência e liberdade, que se tornou num passivo instrumento de vida.
(19)
E quando esta eminente feminista começa
a atacar os corpos das mulheres, ninguém a consegue parar:
A
atitude psíquica evocada pela
servidão menstrual constitui uma dificuldade pesada. [...] o corpo
da mulher - e
especificamente o corpo da rapariga - é um corpo "histérico" no sentido
de que, de certa forma, não há distância entre a vida psíquica e a sua
realização fisiológica. O tumulto causado pela descoberta da rapariga
dos problemas da puberdade agravam-nos. Uma vez que ela olha com
suspeição para o seu corpo, ela analisa-o com ansiedade e olha
para ele como algo doente: ele é doente. (20)
As
glândulas mamárias que se
desenvolvem durante a puberdade não têm qualquer papel na economia
individual da mulher: elas podem ser removidas em qualquer altura da
sua vida. (21)
Simone de Beauvoir prossegue dizendo no
seu livro o quão maligna e opressora é a família para o desenvolvimento
da rapariga. Se um pai tem a audácia de se sentir orgulhoso e
apreciativo com o sucesso da filha, então isso é mais uma evidência da
opressão e imposição de vassalagem para
a filha em relação ao pai. (22) Mas se o pai é atacado ao de leve, as
mães que se atrevem a disciplinar as suas filhas são alvo duma
advertência ainda mais severa por parte da eminente feminista:
As mães - tal como iremos observar -
são cegamente hostis ao acto de dar liberdade às suas filhas e, de forma
mais ou menos deliberada, trabalham mais na intimidação das mesmas;
para os rapazes adolescentes, os seus esforços para se tornar num homem
são respeitados, e é-lhe conferido maior liberdade. É exigido à rapariga que fique em casa; as suas actividades fora de casa são alvo
de monitorização. (23)
Portanto, estamos esclarecidos? O facto
de alguns pais não deixarem que as suas filhas saiam de casa, depois
duma certa hora, na França sob ocupação Nacional Socialista, e enquanto
decorre a Segunda Grande Guerra, é uma forma de opressão. E levem em
conta que Beauvoir lamenta este aspecto - em torno do qual existem
sérias dúvidas se o mesmo era generalizado - ao mesmo tempo que rapazes
com 13 e 14 anos se encontravam a combater na guerra, (24) incluindo
aqueles que lutavam na guerra para manter Simone de Beauvoir em
segurança, permitindo assim que ela escrevesse "filosofia" de lixo e
produzisse propaganda para o regime Nacional Socialista - um regime que
também tinha rapazes de 14 e 15 anos entre as suas fileiras. (25) Estou
disposto a dizer que ela deveria ter verificado o privilégio dela, mas
não irei agir desta forma.
A hipocrisia desta mulher é, ao mesmo
tempo, um objecto de estudo fascinante e revoltante. Simone de
Beauvoir, adorada actualmente como um grande ícone do "bem" do
feminismo dos anos 60 e estudada durante os "diálogos feministas" no National
School of Political Science and Public Administration in Bucharest
(SNSPA), defendeu com grande fervor o regime revolucionário de Ioseb
Dzhugashvili (aka Iosif Vissarionovich Stalin) até muito depois dos
horrores do Estalinismo se terem tornado conhecidos na Europa Ocidental.
Dito de outra forma, ao mesmo tempo que
os Romenos que ainda se encontravam na URSS estavam a ser deportados
para o Gulag, ao mesmo que a elite intelectual deste país [Roménia]
estava a ser dizimada em campos de concentração tais como Râmnicu
Sărat, Pitești, ou Aiud, e ao mesmo tempo que rapazes de 12 anos estavam a ser torturados nas prisões Comunistas por "conspirarem contra a ordem socialista" (26), Simone de Beauvoir encontrava-se a publicar o livro The Second Sex
onde ela explicava a forma como a emancipação das mulheres estava
intimamente relacionada com o destino do socialismo (27) ao mesmo que
negava, juntamente com o seu amante, as atrocidades que estavam a
decorrer na mesma altura.
E actualmente, nós, os contribuintes Romenos, pagamos para que os estudantes entrem no SNSPA
e estudem o que esta desgraçada escreveu como se ela fosse alguém que devesse
ser olhada com admiração. Bem, isto é um exemplo de misoginia com o
apoio do estado, mas tenho a sensação de que as feministas estão bem
confortáveis com ela.
Caras feministas de cafetaria: se por acaso vocês nos estão a recomendar os livros do Simone de Beauvoir
como um exemplo de feminismo "bom", então ou vocês não leram esses
livros e apenas estão a sugerir os mesmos como forma de criar a
aparência de serem cultas, ou, pelo contrário, vocês leram esses livros
e concordam com os mesmos, o que leva a que qualquer pessoa normal
não-feminista tivesse que ser louca para acreditar que vocês têm as
melhores intenções em mente.
A audácia com a qual Simone de
Beauvoir promove nada menos que a proibição de certas escolhas para as
mulheres só porque elas não estão de acordo com os seus princípios
ideológicos é uma exemplo absoluto duma utópica demente para quem a
água quente é um conceito novo, e para quem o planeta gira em redor de
si. E se por acaso o planeta não girar à sua volta, então isso é culpa
do planeta e como tal, isso tem que ser proibido. A verdade tem que ser
banida, se por acaso a verdade não é "correcta".
Se as feministas realmente fossem
sinceras quando alegam combater a misoginia, e alegam querer aumentar o
espectro de escolhas para as mulheres, então elas começariam a atirar
todo o arsenal ideológico proveniente de Simone de Beauvoir para o
caixote de lixo da história. Mas elas não estão a fazer isso, e nunca
irão fazer isso, porque o feminismo é hipócrita nos seus dias bons, e
totalitário por natureza e por práctica nos seus dias normais. E quando
o feminismo tem um mau dia, ele exige a matança dos homens.
Caras feministas: as vossas declarações públicas
de apreciação por Simone de Beauvoir dizem muito mais sobre vocês do que
algum sector não-feminista alguma vez poderia dizer. Vocês provaram
mais uma vez que o melhor argumento anti-feminista vem da boca das
próprias feministas, e por tal, queremos-vos estender o nosso obrigado!
1
http://my.telegraph.co.uk/expat/stephenclarke/10151800/10151800/ –
Stephen Clarke – The women that France needs to remember – or forget;
The Telegraph, published at September 5, 2013
2
https://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/Holocaust/VichyRegime.html
– The Holocaust: The French Vichy Regime
3
http://www.lexpress.fr/culture/livre/ce-qu-on-n-ose-pas-voir-sur-beauvoir_822547.html
– Dupuis Jérôme – Ce qu’on n’ose pas voir sur Beauvoir; L’Express,
published at January 3, 2008
4
http://www.telegraph.co.uk/culture/books/non_fictionreviews/3672534/Simone-de-Beauvoir-Meet-Jean-Paul-Sartre.html
– Tim Martin – Simone de Beauvoir? Meet Jean-Paul Sartre; The
Telegraph, published at April 12, 2008
5
http://opinionator.blogs.nytimes.com/2013/05/19/savile-beauvoir-and-the-charms-of-the-nymph/
– Andy Martin – The Persistence of the ‘Lolita Syndrome’; The New York
Times, published at May 19, 2013
6 ibidem
7 ibidem
8 Simone de Beauvoir –
Brigitte Bardot and the Lolita Syndrome (with many half-tone
illustrations) p.10; 14 – First Four Square Edition – The New English
Library LTD., 1962
9 We received the following
communication: Le Monde, January 26, 1977 –
https://www.ipce.info/ipceweb/Library/00aug29b1_from_1977.htm
10 Sexual Morality and the
Law, Chapter 16 of Politics, Philosophy, Culture –Interviews and Other
Writings 1977-1984, p.275
11 Le Mouvement Pédophile en
France –
http://archive.wikiwix.com/cache/?url=http://bibliobleue.fpc.li/Revues/Gredin/N0/MvtFrance.htm
12
http://www.theguardian.com/world/2001/feb/24/jonhenley – Jon Henley –
Calls for legal child sex rebound on luminaries of May 68; The
Guardian, published at February 24, 2001
13 Ibidem 4
14
http://www.biographile.com/6-degrees-of-infatuation-an-ode-to-frisky-french-writers/28496/
– Kelsey Osgood – 6 Degrees of Infatuation: An Ode to Frisky French
Writers; Biographile, published at February 11, 2014
15 Simone de Beauvoir – The
Second Sex, p. 378 – Translated by Constance Borde and Sheila
Malovany-Chevallier; Vintage Books – Random House Inc., New York, 2009
16 Sex, Society and the
Female Dilemma – A Dialogue between Simone de Beauvoir and Betty
Friedan; Saturday Review, publicat la 14 Iunie 1975 – p. 18
http://64.62.200.70/PERIODICAL/PDF/SaturdayRev-1975jun14/14-24/
17 Female Dilemma, op. cit.
p.20
18 Second Sex, op. cit. p.70
19 Ibidem p.392-393
20 Ibidem p.257-258
21 Ibidem p.43
22 Ibidem p.255
23 Ibidem p. 258-259
24 World War II:
Conscription and the Age of Soldiers –
http://histclo.com/essay/war/ww2/age/ww2-age.html
25 Hitler’s Boy Soldiers –
http://www.historyplace.com/worldwar2/hitleryouth/hj-boy-soldiers.htm
26 Târgșor, communist prison
for children – National Romanian Television report (English subtitles
included) – http://vimeo.com/73694592
"Bliss
was it in that dawn to be alive But to be young was very heaven!" ~ (William Wordsworth)
(A sua perspectiva no início da
Revolução Francesa; este espírito de entusiasmo não durou muito tempo)
Por Richard Geib
A Revolução Francesa é claramente um dos eventos centrais da
Civilização Ocidental - um período da história cujos personagens e
eventos sempre me fascinaram. Em comparação, a muito mais moderada
Revolução Americana foi muito menos influente no mundo de então -
embora tenha sido mais bem sucedida e menos sangrenta. Posso dizer que
a Revolução Americana foi mais bem sucedida porque foi mais moderada e
menos assassina que a Revolução Francesa.
Mas ironicamente, a Revolução Francesa foi uma revolução fracassada: A Liberté, Egalité, e a Fraternité
rapidamente evoluíram para a imponente figura de Robespierre, e para o seu
Reino de Terror, à medida que a revolução ficou fora de controle e
começou a matar-se a si mesma.
Inicialmente, os monarquistas foram
decapitados, a seguir os Girondinos moderados, e por essa altura a
violência e a suspeita estavam totalmente fora de controle à medida que
a revolução se devorava a ela mesma. Na minha opinião, depois deles
terem começado a decapitar os Girondinos moderados, era uma questão de
tempo até todos acabarem na guilhotina.
Vinte e seis anos depois da "Declaração dos Direitos do Homem" ter sido
escrita, um Bourbon encontrava-se mais uma vez no trono como Rei de
França - isto é que eu tenho em mente quando digo que a Revolução
falhou.
Começando em 1793, a França já teve nada menos que 11
constituições subsequentes; ao mesmo tempo, os Estados Unidos ainda usam a
sua primeira constituição. Isto é o que eu qualifico de moderação e
estabilidade política. O legado destas revoluções é totalmente distinto
em estilo, substância e em consequência.
Durante um voraz e irracional trecho de paranóia revolucionária, 1,376 indivíduos foram guilhotinados
em apenas 47 dias. As últimas palavras da Girondina moderada Mme. Jeanne Roland de la Platiere,
antes da morte na guilhotina, foram:
Ó liberdade!
Quanto que eles fizeram pouco de ti!
Na minha opinião, ela colocou as coisas da forma certa. Ou ainda
Camille Desmoulins, a escrever da prisão para a sua esposa:
Eu
sonhei com uma república que todo mundo iria adorar. Eu não podia
acreditar que os homens eram tão ferozes e tão injustos.
Sempre preferi os moderados Montesqieu
e Lafayette
no lugar de Robespierre e dos seus radicais colegas. Sem surpresa
alguma, eles não se deram assim tão bem na Revolução Francesa, o que é
um exemplo perfeito da lei de Gresham da moralidade política: o
mal expulsa o bem à medida que todos se tornam corruptos, ao mesmo tempo
que a vida política se torna não muito diferente da guerra Hobbesiana
de todos contra todos num "desejo perpétuo e
incansável de poder, que só termina com a morte."
Domestic
carnage, now filled the whole year With feast-days, old men from the
chimney-nook, The maiden from the busom of her
love, The mother from the cradle of her
babe, The warrior from the field - all
perished, all Friends, enemies, of all parties,
ages, ranks, Head after head, and never heads
enough For those that bade them fall. - William Wordsworth
Wordsworth veio a sofrer a desilusão dos jovens revolucionários de
todas as eras que descobrem que, ao derramarem um oceano de sangue, eles causaram com frequência males maiores.
Se a Revolução Francesa foi
o fim dos privilégios monárquicos e dos privilégios aristocráticos, e a emergência dos
direitos democráticos comuns, ela foi também o início do governo totalitário moderno e da execução em larga-escala dos "inimigos do
Povo" por parte de entidades governamentais impessoais (o "Comité da
Segurança Pública" de Robespierre). Este legado atingiu o seu ponto
mais elevado com a trágica chegada dos Nazis Alemães e dos Comunistas
Soviéticos e Chineses durante o século 20.
De facto, Rousseau foi chamado de o precursor dos pseudo-democratas
modernos tais como Estaline e Hitler, e as suas "democracias do povo". O seu
apelo para que, se for necessário, os "soberanos" forcem os homens a
serem livres no interesse da "Vontade Geral", soa mais como Licurgo de
Esparta e não como o pluralismo de Atenas; o legado de Rousseau é
Robespierre bem como os radicais Jacobinos (do Terror que se seguiu), que o adoraram de modo apaixonado.
Durante o século 20, a sua
influência fez-se sentir através da acção dos tiranos que iriam
fomentar as paixões igualitárias das massas não no interesse da justiça
social mas sim do controle social.
Olhemos para Rousseau como o génio literário que foi e apreciar a sua
contribuição para a história; olhemos para a sua filosofia política com
grande cepticismo.
Será que se pode forçar uma pessoa a ser livre? Será que uma pessoa -
ou um pequeno grupo de pessoas - pode claramente discernir o que é a
"Vontade Geral" que representa todas as pessoas?
Não é isto, na
práctica, um apelo à ditadura? Será que podemos ler "O
Contrato Social" e encontrar nele algum do espírito de Atenas e da
democracia parlamentar? Eu não consigo. Tudo isto parece-me mais ao
estilo de Esparta bem como ao estilo do igualitarismo austero da
sociedade colectivista e das justificações ideológicas dos regimes terríveis do totalitarismo moderno.
Rousseau pressagia a ascenção do movimento Romântico nas artes e causou
a sensação entre os aristocratas de França dos Bourbons. Alegadamente
Napoleão disse mais tarde:
Se
não tivesse existido um Rousseau, a Revolução não teria ocorrido, e sem
a Revolução, eu teria sido impossível.
Estaline e Hitler poderiam dizer o mesmo ao reconhecerem a sua dívida
pelo conceito de "o Soberano" a Rousseau e à sua identificação mística
com as pessoas. Duzentos anos mais tarde nós só temos milhões e milhões
de inocentes assassinados em "nome do povo", etc. ad nauseam.
Robespierre olhou para
Rousseau como um pai espiritual. Se eu pudesse escolher o menor de dois
males, eu teria escolhido os diplomatas oportunistas tais como Maurice
de
Talleyrand de França, Clemens Metternich da Áustria, Czar
Alexandre da Rússia, ou o Lord Castlereagh da Inglaterra e não Napoleão, e a França Revolucionária, visto que Napoleão foi apenas a semente que
iria florescer no século 20 nas pessoas de ditadores dinâmicos tais
como Adolf Hitler e José Estaline.
"Ninguém pode
governar sem culpa," alegou São Justo. Isto pode ser verdade,
mas a violência política é o pior dos males deste século, repleto de
crimes espectaculares, e que eu saiba, Robespierre foi o primeiro
intelectual Europeu a avançar com a ideia absurda de que o terror é a
melhor e a mais eficaz forma de estabelecer a "justiça".
A Revolução Francesa foi a morte merecida do antigo sistema monárquico
Europeu. Infelizmente, em demasiados locais os governos que tomaram o
lugar dos regimes antigos foram tão maus ou piores que aqueles que os
haviam precedidos (Desde Napoleão, a Lenine até aos fascistas).
O caos
e a violência que Napoleão ajudou a materializar só nos últimos 50 anos
(esperemos nós) é que foi removida do sistema Europeu. Que nós possamos
aprender com o passado de modo a que não façamos os mesmos erros. Que o
século 20 (e o terror Jacobino) seja um aviso! (...)
O
que aprendemos com o estudo da Grande Revolução [Francesa] é que ela
foi a fonte de todas as actuais concepções comunistas, anarquistas e
socialistas.
Príncipe
Petr Kropotkin - Naturalista Russo, autor e soldado, escrevendo em 1909
em vésperas da Revolução Bolchevique.
Os banqueiros internacionais querem a cabeça de Putin, e eles têm $20,000,000,000 motivos dolorosos para tal. Uma recente revelação por parte duma fonte Francesa
detalha o incrível golpe duplo que fez com que Rússia ganhasse $20
bililões no espaço de alguns dias, e recuperasse a maioria das acções nas
maiores companhias de energia Russas que
eram propriedade de investidores Americanos e Europeus ocidentais.
O
facto dos donos da maior parte das acções da indústria energética Russa
serem Europeus e Americanos significava que quase metade de todas as
receitas da indústria do gás e do petróleo iam para os bolsos dos
"tubarões" financeiros Ocidentais, e não para os cofres da Federação
Russa, afirmou o comentador Francês.
No princípio da crise na Crimeia, o rublo começou a cair mas o Banco Central da Rússia nada fez para conter
essa queda. Começaram a surgir rumores de que a Rússia simplesmente não
tinha as reservas necessárias para suster o rublo.
Estes rumores e as
declarações de Putin feitas com o propósito de apoiar a população Russa
da Ucrânia levaram a uma queda nos preços das acções das companhias
energéticas Russas; isto fez com que os "tubarões" se apressassem a
vender as suas acções antes que elas perdessem todo o seu valor.
Putin esperou uma semana inteira, aparentemente não fazendo
outra coisa senão sorrir durante as conferências de imprensa, (o que
foi interpretado como alguém a tentar manter uma postura valente), mas
quando as acções atingiram o ponto mais baixo, Putin deu instruções
para que elas fossem rapidamente compradas dos donos Europeus e
Americanos.
Quando os "tubarões" se aperceberam que
eles haviam sido enganados, era tarde demais: todas as acções já se
encontravam em mãos Russas.
Não só Rússia ganhou $20 biliões em alguns poucos dias, como trouxe também para casa
as quotas de mercado das suas indústrias. Agora, as receitas do
petróleo e do gás ficarão na Rússia e não no estrangeiro, e o rublo foi
restaurado sem que fosse necessário tocar nas reservas de ouro (para
além do facto dos planos dos "tubarões" terem sido frustrados).
* * * * * * *
Putin está muito longe de ser um democrata, mais longe ainda de ser um
Cristão, para não falar no seu neo-conservadorismo altamente suspeito.
Mas no entanto, uma coisa ele parece ter que o distingue da maioria dos líderes
Europeus: ele quer o bem para a sua nação, e não quer que a Rússia seja
mais uma vítima do império Rothschild (FMI, etc), tal como aconteceu
com a Rússia durante a presidência de Ieltsin.
É precisamente por isso - ou também por isso - que a Rússia tem
recebido um ódio especial por parte dos média Ocidentais (controlados
pelas mesmas pessoas cujas acções foram compradas pelos Russos), que
tentam com todas as suas forças usar a cultura (P---y Riot, activismo
homoerótico, etc) para fazer na Rússia o que já foi feito na maior
parte dos países da Europa Ocidental - isto é, destruir a sua espinha
dorsal conservadora.
Resistir aos banqueiros internacionais é uma declaração de guerra (algo
já demonstrado pela História) mas resta saber se o exército armado dos
banqueiros internacionais (o exército americano) estará disposto a dar inicio a uma
confronto bélico com a Rússia como forma de esmagar a petulância do seu
líder de não deixar que financiadores estrangeiros lucrem com o sangue
e suor dos Russos.