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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Simone de Beauvoir: Nazi, pedófila e misógina

À medida que o sector não-feminista da sociedade vai ficando cada vez mais vocal, o sector da sociedade que ainda não está ciente da natureza tóxica desta ideologia reage com um conjunto de argumentos que revelam que a realidade factual ainda não é inteiramente do conhecimento público.

Há algum tempo atrás, um grupo de feministas de cafetaria tentava convencer-me que o feminismo não era assim tão mau e que se eu lesse mais sobre o feminismo, eu iria eventualmente entender. Como um exemplo em apoio desta tese, as feministas mencionadas em cima recomendaram-me que eu lesse os escritos de Simone de Beauvoir, feminista-Marxista Francesa conhecida pelo seu livro The Second Sex. Claro que estas feministas eram incapazes de entender o facto de alguém ter levado a sua ideologia a sério a ponto de ler a sua literatura, e então rejeitá-la de modo racional. Tal como todas as seitas, isso é uma coisa inconcebível para os crentes genuínos da seita.

No título deste post foram feitas várias alegações em relação à eminente feminista, e é apenas justo que as provemos - que é precisamente o que vamos fazer nas linhas que se seguem.

Entre 1943 e 1944, durante o período em que a França de encontrava sob ocupação Nacional Socialista, Simone de Beauvoir trabalhou como directora de som da Radio Vichy (1). Esta rádio era a rádio estatal na assim-chamada zone libre (zona livre) da França, após a capitulação da Republica Francesa perante a Alemanha Nacional Socialista em 1940. Usamos o termo assim-chamada porque o regime de Vichy, embora teoricamente neutral do ponto de vista militar, era de facto um colaborador activo do regime Nacional Socialista (2), e hoje em dia é reconhecido por todas as partes envolvidas que a instituição da Radio Vichy era a de facto porta-voz da propaganda Nacional Socialista pelas ondas de rádio da França.

Os apologistas de Simone de Beauvoir poderão dizer que ela foi forçada pelas circunstâncias a trabalhar lá, tal como muitos outros indivíduos hoje em dia alegam que foram forçados a colaborar com o Securitate durante o regime Comunista [Romeno]. Mas os manuscritos de Simone de Beauvoir, provenientes desse período e revelados mais tarde, contam uma história diferente. Até feministas tais como a Drª Ingrid Galster, que dedicaram anos das suas vidas a estudar Simone de Beauvoir, tiveram que admitir, embora de má-vontade, que a atitude manifestada por Simone de Beauvoir enquanto directora de som da propaganda Nacional Socialista era, no mínimo, uma de colaboracionismo subtil (3), e a forma como ela acabou por trabalhar lá não foi após algum tipo de coerção - mas sim após uma escolha perfeitamente consciente.

Por exemplo, Simone de Beauvoir já fazia parte do sindicato dos trabalhadores públicos e poderia ter escolhido trabalhar na prefeitura. Mas ela teve que escolher trabalhar em algum outro sítio que não numa posição de ensino porque a sua carreira nesta área havia chegado ao fim - embora ela já tivesse as qualificações e o prestígio necessário para o ensino, dado que ela havia sido a segunda melhor estudante de doutoramento com melhor desempenho da sua geração, só ficando atrás do amor da sua vida, Jean-Paul Sartre. (4)

O motivo pelo qual ela já não poderia ensinar está precisamente relacionado com a pedofilia e com Jean-Paul Sartre. Em 1943, Simone de Beauvoir foi despedida devido a comportamento que leva à corrupção de um menor. (5)  Mais uma vez, as apologistas de Beauvoir podem-se apressar e dizer que o incidente de 1943 foi um incidente singular ou, como me foi dito uma vez, um incidente declaradamente inventado pela perseguição Nacional Socialista que não podiam aceitá-la visto terem-se apercebido que ela era uma mulher Marxista poderosa e independente. Mas nada poderia estar mais longe da verdade. 

O interesse sexual de Simone de Beauvoir por crianças é um tema que se encontra presente por toda a sua vida. Ela esteve entre os primeiros filósofos que tentaram unificar o género que havia iniciado nos anos 30 (e que na Europa Ocidental durou até aos 80) da pedofilia feminina pedagógica. (6)

Ela tentou esta unificação na sua dissertação com o nome de “Brigitte Bardot and the Lolita Syndrome,” publicado pela primeira vez na revista Esquire em 1959 e republicada múltiplas vezes até aos meados dos anos 70. 

Nessa dissertação, Simone de Beauvoir glorifica Brigitte Bardot pelo seu aspecto físico infantil, que retém a inocência perfeita inerente no mito da infância, e depois caracteriza-a como uma espécie de Houdini para as meninas que lhes irá libertar e dar poder de modo a que elas se vejam livres das correntes que as subjugam. (7,8)

O ensaio de 1959 foi só o início. Em 1977, Beauvoir, juntamente com a maioria da intelligentsia Marxista Francesa, assinou uma petição exigindo nada mais e nada menos que a legalização da pedofilia, e a libertação imediata de três indivíduos que estavam à beira de cumprir sentenças longas por terem explorado sexualmente vários rapazes e várias raparigas com idades que iam dos 11 aos 14.

A petição assinada - entre outros - por Simone de Beauvoir de Jean Paul Sartre foi publicada no Le Monde, e entre outras coisas, dizia o seguinte: (9)
Tanto o tempo em prisão preventiva para investigar um simples assunto de "libertinagem", onde as crianças não foram vítimas do mais pequeno tipo de violência, mas, pelo contrário, testemunharam  perante os magistrados investigadores que haviam consentido - embora actualmente a lei lhes negue o direito ao consentimento - tanto  o tempo em prisão preventiva, nós consideramos um escândalo neles mesmos. 
Hoje eles correm o risco e serem sentenciados por um longo tempo de prisão quer seja por terem tido relações sexuais com menores, tanto rapazes como raparigas, ou por terem encorajado e terem tirado fotos dos seus jogos sexuais. 
Somos de opinião que existe uma incongruência entre a designação disto como um "crime", que apenas serve para legitimar tal severidade, e os factos em si; mais ainda entre a antiquada lei e a realidade diária da vida em sociedade que tende a saber sobre a sexualidade das crianças e dos adolescentes. [...]
Portanto, para Simone de Beauvoir, as crianças de 11 anos da França dos finais dos anos 70 tendiam a ser seres sexuais. Uma vez que a puberdade não ocorria nessa idade para a grande maioria das crianças, e nem nos dias de hoje ocorre, achamos ajustado qualificar a defesa desta mentalidade por parte de Beauvoir como nada mais que um apelo para a pedofilia, independentemente da definição que cada um use para este palavra.

A petição de 1977 deu início a uma discussão a nível social na França em torno das leis relativas à idade de consentimento, uma discussão onde o campo abolicionista (do qual faziam parte Beauvoir e o seu amante) se uniu para formar a Front de libération des Pédophiles (FLIP - Frente de Emancipação dos Pedófilos), e onde as intenções dos membros da FLIP foram explicadas duma forma bem clara pelos próprios numa discussão transmitida radiofonicamente am Abril de 1978 pela Radio France Culture. (11)  A FLIP passaria a ser lembrada como a pioneira dentro das fileiras do movimento pedófilo Francês, embora a organização em si não tenha durado muito devido aos desentendimentos internos. (11)

Para além de Simone de Beauvoir e Sartre, entre os proponentes da pedofilia desse período estavam presentes outras pessoas, incluindo pessoas que mais tarde acabariam por liderar os destinos da França - e estamos a falar, por exemplo, de Bernard Kouchner e Jack Lang, respectivamente, o Ministro da Saúde e o Ministro da Educação (!) no início da primeira década do século 21 no primeiro termo da presidência de Jacques Chirac. (12) Tudo isto faz de Beauvoir não só uma apologista da pedofilia, mas uma apoiante activa.

No entanto, o que faz dela uma abusadora é a sua actividade através da qual ela estava a recrutar pupilas, abusando delas, e passando-as para Jean-Paul Sartre - às vezes separadamente, mas por vezes integrado num ménage à trois. Em revisão ao livro de Carole Seymour-Jones "Simone de Beauvoir? Meet Jean-Paul Sartre", livro que tem como propósito analisar a relação de Beauvoir com Sartre, o Telegraph escreve o seguinte: (13)
Durante longos períodos de tempo, a dupla tornou-se num "trio", embora esta arranjo raramente tenha dado certo para a terceira pessoa envolvida: pelo menos duas das antigas alunas de Beauvoir deram por si a serem, inicialmente, amantes dela, e depois amantes de Sartre, até que a dupla acabasse com os contactos próximos com esta terceira pessoa mal a diversão chegasse ao fim.[...] Para Seymour-Jones, os affairs de Beauvoir com as suas alunas não eram lésbicos mas pedofílicos: ela estava a "treiná-las" para Sartre, uma forma de "abuso de menores".
Para Beauvoir (tal como para Sartre), a idade não importava desde que as parceiras fossem mais novas do que ela e do que Sartre. (14) A possibilidade de outras pessoas puderem ficar feridas ou exploradas sexualmente não se encontra de todo no radar eminente da feminista, que pensava que "preparar" as meninas para Sartre lhes retirar a virgindade (palavras de Sartre, e não nossas) era nele mesmo um acto de empoderamento sexual para essas raparigas.

Mas se as escapadas com a Nacional Socialista e o gosto pedofílico não vos convence do carácter duvidoso de Beauvoir, olhemos agora para os seus escritos - que estão tão cheios de misoginia que é difícil entrar algum tipo de equivalente em outros sectores da sociedade. Este aspecto por si só não nos surpreende, visto que o feminismo é uma ideologia misógina. Mas não mudemos de assunto.

O livro de almofada de Simone de Beauvoir, The Second Sex, é um livro que as feministas actuais dizem ser "incrivelmente fresco" - um livro que disse o seguinte sobre as esposas: (15)
A esposa alimenta-se dele como um parasita, mas o parasita não é o mestre triunfante.
Cerca de um quarto de século mais tarde, em 1975, e durante um diálogo com outra feminista, Betty Friedan, Simone de Beauvoir iria esclarecer a sua posição para além de qualquer dúvida razoável. Numa discussão em torno da forma de compensar as mães que ficam em casa e tomam conta dos filhos, Beauvoir respondeu de forma inequívoca: (16)
Não, eu não acredito que mulher alguma deva ter essa opção. Mulher alguma deveria ser autorizada a ficar em casa e cuidar dos seus filhos. A sociedade deveria ser totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa opção precisamente porque se essa opção existir, demasiadas mulheres irão escolhê-la. Isto é uma forma de forçar as mulheres rumo a uma direcção.
Estamos entendidos? Segundo o ponto de vista desta eminente feminista, as mulheres são um grupo de criaturas inertes incapazes de escolher o que é bom para elas - algo que os adultos responsáveis são capazes de fazer. De facto, para além de Simone de Beauvoir e da sua ideologia Marxista-feminista, ninguém sabe o que é o melhor para as mulheres; como tal, nenhuma mulher deveria ser autorizada a escolher algo quer contradiz Simone de Beauvoir.

Nesse mesmo diálogo, ela esclarece ainda mais o seu ponto de vista: (17)
Na minha opinião, enquanto a família, o mito da família, o mito da maternidade e o mito do instinto maternal não forem destruídos, as mulheres continuarão a ser oprimidas.
Na verdade, o ódio de Beauvoir pela maternidade e pelas mães em geral é bastante óbvio por todo o seu livro. Vejamos alguns exemplos:
A maternidade relega as mulheres para um existência sedentária; é natural elas ficarem em casa enquanto eles caçam, pescam, e vão para a guerra. (18) 
[A mãe] é uma planta e um animal, uma colecção de colóides, uma incubadora, um ovo; ela assusta as crianças que estão preocupadas com os seus próprios corpos, e provoca risos silenciosos nos homens jovens porque ela é um ser humano, consciência e liberdade, que se tornou num passivo instrumento de vida. (19)
E quando esta eminente feminista começa a atacar os corpos das mulheres, ninguém a consegue parar:
A atitude psíquica evocada pela servidão menstrual constitui uma dificuldade pesada. [...] o corpo da mulher - e especificamente o corpo da rapariga - é um corpo "histérico" no sentido de que, de certa forma, não há distância entre a vida psíquica e a sua realização fisiológica. O tumulto causado pela descoberta da rapariga dos problemas da puberdade agravam-nos. Uma vez que ela olha com suspeição para o seu corpo, ela analisa-o com ansiedade e olha para ele como algo doente: ele é doente. (20) 
As glândulas mamárias que se desenvolvem durante a puberdade não têm qualquer papel na economia individual da mulher: elas podem ser removidas em qualquer altura da sua vida. (21)
Simone de Beauvoir prossegue dizendo no seu livro o quão maligna e opressora é a família para o desenvolvimento da rapariga. Se um pai tem a audácia de se sentir orgulhoso e apreciativo com o sucesso da filha, então isso é mais uma evidência da opressão e imposição de vassalagem para a filha em relação ao pai. (22) Mas se o pai é atacado ao de leve, as mães que se atrevem a disciplinar as suas filhas são alvo duma advertência ainda mais severa por parte da eminente feminista:
As mães - tal como iremos observar - são cegamente hostis ao acto de dar liberdade às suas filhas e, de forma mais ou menos deliberada, trabalham mais na intimidação das mesmas; para os rapazes adolescentes, os seus esforços para se tornar num homem são respeitados, e é-lhe conferido maior liberdade. É exigido à rapariga que fique em casa; as suas actividades fora de casa são alvo de monitorização. (23)
Portanto, estamos esclarecidos? O facto de alguns pais não deixarem que as suas filhas saiam de casa, depois duma certa hora, na França sob ocupação Nacional Socialista, e enquanto decorre a Segunda Grande Guerra, é uma forma de opressão. E levem em conta que Beauvoir lamenta este aspecto - em torno do qual existem sérias dúvidas se o mesmo era generalizado - ao mesmo tempo que rapazes com 13 e 14 anos se encontravam a combater na guerra, (24) incluindo aqueles que lutavam na guerra para manter Simone de Beauvoir em segurança, permitindo assim que ela escrevesse "filosofia" de lixo e produzisse propaganda para o regime Nacional Socialista - um regime que também tinha rapazes de 14 e 15 anos entre as suas fileiras. (25) Estou disposto a dizer que ela deveria ter verificado o privilégio dela, mas não irei agir desta forma.

A hipocrisia desta mulher é, ao mesmo tempo, um objecto de estudo fascinante e revoltante. Simone de Beauvoir, adorada actualmente como um grande ícone do "bem" do feminismo dos anos 60 e estudada durante os "diálogos feministas" no National School of Political Science and Public Administration in Bucharest (SNSPA), defendeu com grande fervor o regime revolucionário de Ioseb Dzhugashvili (aka Iosif Vissarionovich Stalin) até muito depois dos horrores do Estalinismo se terem tornado conhecidos na Europa Ocidental.

Dito de outra forma, ao mesmo tempo que os Romenos que ainda se encontravam na URSS estavam a ser deportados para o Gulag, ao mesmo que a elite intelectual deste país [Roménia] estava a ser dizimada em campos de concentração tais como Râmnicu Sărat, Pitești, ou Aiud, e ao mesmo tempo que rapazes de 12 anos estavam a ser torturados nas prisões Comunistas por "conspirarem contra a ordem socialista" (26), Simone de Beauvoir encontrava-se a publicar o livro The Second Sex onde ela explicava a forma como a emancipação das mulheres estava intimamente relacionada com o destino do socialismo (27) ao mesmo que negava, juntamente com o seu amante, as atrocidades que estavam a decorrer na mesma altura.

E actualmente, nós, os contribuintes Romenos, pagamos para que os estudantes entrem no SNSPA e estudem o que esta desgraçada escreveu como se ela fosse alguém que devesse ser olhada com admiração. Bem, isto é um exemplo de misoginia com o apoio do estado, mas tenho a sensação de que as feministas estão bem confortáveis com ela.

Caras feministas de cafetaria: se por acaso vocês nos estão a recomendar os livros do Simone de Beauvoir como um exemplo de feminismo "bom", então ou vocês não leram esses livros e apenas estão a sugerir os mesmos como forma de criar a aparência de serem cultas, ou, pelo contrário, vocês leram esses livros e concordam com os mesmos, o que leva a que qualquer pessoa normal não-feminista tivesse que ser louca para acreditar que vocês têm as melhores intenções em mente.

A audácia com a qual Simone de Beauvoir promove nada menos que a proibição de certas escolhas para as mulheres só porque elas não estão de acordo com os seus princípios ideológicos é uma exemplo absoluto duma utópica demente para quem a água quente é um conceito novo, e para quem o planeta gira em redor de si. E se por acaso o planeta não girar à sua volta, então isso é culpa do planeta e como tal, isso tem que ser proibido. A verdade tem que ser banida, se por acaso a verdade não é "correcta".

Se as feministas realmente fossem sinceras quando alegam combater a misoginia, e alegam querer aumentar o espectro de escolhas para as mulheres, então elas começariam a atirar todo o arsenal ideológico proveniente de Simone de Beauvoir para o caixote de lixo da história. Mas elas não estão a fazer isso, e nunca irão fazer isso, porque o feminismo é hipócrita nos seus dias bons, e totalitário por natureza e por práctica nos seus dias normais. E quando o feminismo tem um mau dia, ele exige a matança dos homens.

Caras feministas: as vossas declarações públicas de apreciação por Simone de Beauvoir dizem muito mais sobre vocês do que algum sector não-feminista alguma vez poderia dizer. Vocês provaram mais uma vez que o melhor argumento anti-feminista vem da boca das próprias feministas, e por tal, queremos-vos estender o nosso obrigado!




Referências:
1 http://my.telegraph.co.uk/expat/stephenclarke/10151800/10151800/ – Stephen Clarke – The women that France needs to remember – or forget; The Telegraph, published at September 5, 2013

2 https://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/Holocaust/VichyRegime.html – The Holocaust: The French Vichy Regime

3 http://www.lexpress.fr/culture/livre/ce-qu-on-n-ose-pas-voir-sur-beauvoir_822547.html – Dupuis Jérôme – Ce qu’on n’ose pas voir sur Beauvoir; L’Express, published at January 3, 2008

4 http://www.telegraph.co.uk/culture/books/non_fictionreviews/3672534/Simone-de-Beauvoir-Meet-Jean-Paul-Sartre.html – Tim Martin – Simone de Beauvoir? Meet Jean-Paul Sartre; The Telegraph, published at April 12, 2008

5 http://opinionator.blogs.nytimes.com/2013/05/19/savile-beauvoir-and-the-charms-of-the-nymph/ – Andy Martin – The Persistence of the ‘Lolita Syndrome’; The New York Times, published at May 19, 2013

6 ibidem

7 ibidem

8 Simone de Beauvoir – Brigitte Bardot and the Lolita Syndrome (with many half-tone illustrations) p.10; 14 – First Four Square Edition – The New English Library LTD., 1962

9 We received the following communication: Le Monde, January 26, 1977 – https://www.ipce.info/ipceweb/Library/00aug29b1_from_1977.htm

10 Sexual Morality and the Law, Chapter 16 of Politics, Philosophy, Culture –Interviews and Other Writings 1977-1984, p.275

11 Le Mouvement Pédophile en France – http://archive.wikiwix.com/cache/?url=http://bibliobleue.fpc.li/Revues/Gredin/N0/MvtFrance.htm

12 http://www.theguardian.com/world/2001/feb/24/jonhenley – Jon Henley – Calls for legal child sex rebound on luminaries of May 68; The Guardian, published at February 24, 2001

13 Ibidem 4

14 http://www.biographile.com/6-degrees-of-infatuation-an-ode-to-frisky-french-writers/28496/ – Kelsey Osgood – 6 Degrees of Infatuation: An Ode to Frisky French Writers; Biographile, published at February 11, 2014

15 Simone de Beauvoir – The Second Sex, p. 378 – Translated by Constance Borde and Sheila Malovany-Chevallier; Vintage Books – Random House Inc., New York, 2009

16 Sex, Society and the Female Dilemma – A Dialogue between Simone de Beauvoir and Betty Friedan; Saturday Review, publicat la 14 Iunie 1975 – p. 18 http://64.62.200.70/PERIODICAL/PDF/SaturdayRev-1975jun14/14-24/

17 Female Dilemma, op. cit. p.20

18 Second Sex, op. cit. p.70

19 Ibidem p.392-393

20 Ibidem p.257-258

21 Ibidem p.43

22 Ibidem p.255

23 Ibidem p. 258-259

24 World War II: Conscription and the Age of Soldiers – http://histclo.com/essay/war/ww2/age/ww2-age.html

25 Hitler’s Boy Soldiers – http://www.historyplace.com/worldwar2/hitleryouth/hj-boy-soldiers.htm

26 Târgșor, communist prison for children – National Romanian Television report (English subtitles included) – http://vimeo.com/73694592

27 Second Sex, op. cit. p.60
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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Lola não vive sem os “mascus”

Por Big Boss

Sabe Lola, parando para analisar, eu não devia lhe dar a devida atenção. Bem, é aquela história que dizem quando somos crianças na escola e estamos bravos por nossos apelidos: “não ligue, pois se você ligar, aí que o apelido pega”. Você nos deu esse apelido carinhoso de “mascus”. Tudo bem, já foi lhes dado tantos apelidos que perdemos a conta, mas você não se ofende não? Afinal, porque dar bola para um grupinho como nós, que apenas somos homens na internet?

Estou sendo irônico, é bom ressaltar. Normal de sua veia esquerdista e atéia querer se aproveitar de qualquer mal entendido e transformar isso em um campo de guerra, não? De repente, sua mente ilógica não irá entender isso. Como sei que é ilógica? Simples, li seu blog. E sinceramente, eu tentei. Tentei lhe dar o benefício da dúvida. Da dúvida que de repente estarmos errados e você estar certa. Mas, sinceramente, não consegui. Não porque não conseguí identificar alguma lógica ali, mas porque suas idéias não batem. Simples assim.

Primeiro vamos com a definição de feminismo da fonte mais simples e comum encontrada hoje na internet:

“Feminismo é um movimento social, filosófico e político que tem como meta direitos equânimes (iguais) e uma vivência humana liberta de padrões opressores baseados em normas de gênero. Envolve diversos movimentos, teorias e filosofias advogando pela igualdade para homens e mulheres e a campanha pelos direitos das mulheres e seus interesses.[“

Fonte (para não deixar dúvidas): http://pt.wikipedia.org/wiki/Feminismo

Curiosamente, a mesma fonte traz considerações sobre o feminismo atual:

“O feminismo hoje

Muitas feministas acreditam que a discriminação contra mulheres ainda existe tanto em países subdesenvolvidos quanto em países desenvolvidos. O quanto de discriminação e a dimensão do problema são questões abertas.
Existem muitas idéias no movimento a respeito da severidade dos problemas atuais, a essência e como enfrentá-los. Em posições extremas encontram-se certas feministas radicais que argumentam que o mundo poderia ser muito melhor se houvesse poucos homens. Algumas feministas afastam-se das correntes principais do movimento, como Camille Paglia; se afirmam feministas mas acusam o feminismo de ser, por vezes, uma forma de preconceito contra o homem. (Há um grande número de feministas que questiona o rótulo "feminista", aplicado a essas dissidentes.)”
...............................................................................................

“Críticas

Escritoras como Camille Paglia, Christina Hoff Sommers, Jean Bethke Elshtain, Elizabeth Fox-Genovese e Daphne Patai opõem-se a algumas formas de feminismo, embora identifiquem-se como feministas. Argumentam, por exemplo, que o feminismo muitas vezes promove misandria e a elevação dos interesses das mulheres acima dos homens e criticam posições feministas radicais como prejudiciais tanto para os homens quanto para as mulheres.[64] Daphne Patai e Noretta Koertge argumentam que o termo "anti-feminista" é usado para silenciar o debate acadêmico sobre o feminismo.”

OUCH!! Puxa vida Lola!! O Wikipédia, que é tão machista e opressor acabou denunciando que mesmo dentro de seu grupo não há concordância e existe aquelas que criticam a sí mesmas. WOW!!!

Mas vejo coerência aí. Bem Lola, sabe o que eu menos vi em seu blog? Direitos iguais. Esse “direitos iguais” que você tanto prega passou longe de seu blog, pois o mesmo blog que diz que o estupro deve ser combatido, põe uma imagem dessa aqui com total exaltação:

 

“Marcha das Vadias San Francisco: "É um mundo dos homens. Vamos estragá-lo"

Muitas vezes questiono qual o direito que você tem de ofender os seus queridos “mascus” (que você não dá a mínima preocupação para suas existências, mas não deixa de falar deles), inventar situações que não foram criadas por nós, associar crimes que não fomos nós que incentivamos nem apoiamos.

Quer ver como é isso? Olha só:

Mulher mutila pênis de namorado que sem consentimento ejaculou em sua boca

A Delegacia de Polícia Civil do Crato, no Ceará, recebeu na manhã de hoje (27/03/12) uma queixa extremamente assustadora. Otaviano Nogueira Pimentel, 29 anos, taxista apresentou queixa contra Cristiana Marques, sua ex-namorada, por mutilação de seu órgão genital. Segundo o depoente Cristiana mordeu agressivamente seu pênis durante o auge do sexo oral, mutilando integralmente sua glande, conhecida vulgarmente como cabeça do pênis.
Cristiana tem 23 anos e é professora da rede pública municipal do Crato (CE). Pesa sobre seu histórico uma prisão em 2009 por tráfico de um entorpecente químico baseado em clorofórmio, que entre os jovens é conhecido como “Cheirinho da Loló”. Naquela oportunidade a polícia aprendeu 13 garrafas pets de 2 litros contendo a droga. Segundo a professora tratava-se de um experimento químico escolar.

http://www.paraiba.com.br/2012/04/04/32674-mulher-mutila-penis-de-namorado-que-sem-consentimento-ejaculou-em-sua-boca

Ta vendo essa notícia? Poderia dizer que foi culpa sua, não? Assim como foi feito pelas feministas no caso do Realengo. Mas eu sei que não foi você nem nenhum grupo feminista que motivou isso. Não faço a mínima questão de tentar acusar alguém sem eu tentar saber de perto o que realmente ocorreu.

Mas não foi isso que ocorreu no inverso. Foi criado um falso blog com o nome de Silvio Koerich, e na primeira oportunidade, associaram o crime a nós. Mesmo sendo provado que não tínhamos nada a ver com aquilo, você veio e tentou associar o máximo possível, dizendo que aquele criminoso foi incentivado por alguém daqui. Sinceramente, esse rapaz já tinha problemas muito antes de passar por aqui. E se ele tivesse lido seu blog primeiro e ele tivesse feito o que fez? Seria justo associar o crime a você? Não, não seria. Então não nos associe a nenhum maluco mais, por gentileza. Centenas de pessoas passam pela nossa rede todos os dias, não vamos nos responsabilizar por alguém que foi criado sem uma família desestruturada pelo feminismo que cresceu com grandes chances de ter problemas sociais.

Ah, por sinal, alguém deve ter uma dúvida de porque chamamos vocês de feminazis. Vai ver que é por isso:

 Analisando o símbolo do feminismo, me vem a cabeça...

 

Opa!! Ta explicado!! Até a forma de agir é igual.

Mas não quero me focar nisso. Gostaria de tecer alguns comentários sobre um texto seu no seu blog sobre, mais uma vez, os “mascus”!!!

FALTA QUANTO PROS MASCUS ASSUMIREM SUA MISOGINIA?

Primeiro, não tem como sermos misóginos. Misógeno não gosta de mulher. Mas nós gostamos e muito. E de mulheres bonitas mais ainda. Se não gostássemos, não iríamos criar um fórum para falar de mulheres e como tratá-las; criaríamos um fórum pra, sei lá, falar de outra coisa.

Mascus são lunáticos incuráveis, mas ultimamente eles andam mais sem rumo que de costume. Seus blogs e fóruns parecem ter virado guias de como ser cafajeste para pegar minas. A última agora é eles dizerem que não são masculinistas. Normal: como o masculinismo é uma bagunça sem propostas, agora os mascus querem ser chamados apenas de guerreiros de um real. Quer dizer, da real. Outra mudança é que, até o ano passado, eles recusavam, ofendidíssimos, a pecha de machistas. Hoje eles são machistas assumidos. 

Hum, estranho. Nunca vi ninguém que não se dissesse que não era machista ali. Normalmente, quem falava, era alguém da sua turminha que gostava de ir lá nos visitar e causar intrigas internas, ou esquerdistas que ficavam bravos porque seus argumentos não eram aceitos lá. Mas sempre esse pessoal acabava sendo banido de lá. E ficava apenas os machistas locais. E nenhum nunca teve um atestado de serem lunáticos ou algo assim. Pelo menos nunca ninguém mostrou foto babando lá. E quanto ao “guia de como ser cafajeste para pegar minas”, bem as antigas revistas “Cláudia” e “Nova” (nossa, que coisa “cosmopolitan woman”) adoravam dizer e ensinar “como trair seus maridos e namorados sem ninguém ficar sabendo” ou “Guia lacrado pra fazer sexo com o amante”. Bem, não fui eu que disse isso, foram elas mesmas.

Quanto tempo vai demorar pra que eles assumam sua misoginia? Porque não sei se é possível, mas eles têm caprichado cada vez mais no seu ódio às mulheres. Sabe quando eu digo que a diferença entre eles e os mascus sanctos é apenas na intensidade do ódio? Bom, pelo jeito, não mais. Os mascus sanctos meio que sumiram (não estou reclamando!), devem estar por aí na deep deep web. E ficaram os mascus mais moderados... que são tão loucos quanto os sanctos.

Peguei este depoimento num fórum mascu. Um membro antigo (o que eles chamam de oldschool) dá dicas a um novato sobre como vencer a timidez. Duas coisas são repetidas: como o homem merece o que lhe é de direito (traduzindo: o velho sentimento de entitlement, típico de meninos mimados), e como a mulher não é nada mais que uma vagina. O babado é forte:
“Quer saber como superar sua timidez ? Não adianta ir pra academia pra ficar forte, não adianta ir na melhor e mais cara loja de roupas e mudar seu guarda-roupa, mudar corte de cabelo e todo o resto... Isso vai ajudar a melhorar sua imagem, porém você ainda será o mesmo por baixo disso tudo.

O primeiro passo pra você deixar a timidez pra trás é começar a amar a si mesmo. Aprender a reconhecer suas qualidades, aceitar seus defeitos e saber perdoar seus erros. Ninguém é perfeito cara, todo mundo tem defeitos e erra. É assim que crescemos e amadurecemos. Não tenha medo de errar, a vida é assim.

Segundo: para de se importar assim com mulher. Se você ver alguma que te interessa coloca na cabeça que ela é um monte de carne ambulante tão insegura ou mais que você. Antes de se desesperar e ficar com medo de falar ou fazer algo errado que vá 'estragar' sua oportunidade entenda que mulher nenhuma vale esse desespero. […]

Eu não trato mulher de igual pra igual. Sempre trato como se elas fossem inferiores. Afinal... Mulher é um ser desprovido de lógica, extremamente emocional e instável, manipulador, que é movido pelo desejo de sentir fortes emoções e arrumar o melhor macho que puder a todo momento. Pra que diabos eu vou tratar alguém assim de igual pra igual ? trate como se fosse um pedaço de carne que você vai comer e depois c*gar na privada. Esse é todo o envolvimento emocional que você deve ter por uma mulher. Quer saber o que deixa mulher com a calcinha molhada morrendo de vontade de dar pra um cara a noite toda ? Um sujeito que fala e faz aquilo que ele quer sem se importar se está agradando, se ela vai gostar, se é o certo etc...

Essa foi a minha maior revelação.

Se eu vejo uma mulher e eu quero falar com ela eu vou lá e falo a primeira m*rda que surgir na minha cabeça. Se ela não quiser conversar comigo f*da-se!. O azar é dela. O prêmio sou eu e quem saiu perdendo na jogada foi ela. Eu não vou ficar me humilhando, implorando pra alguma mulher querer dar pra mim.

É isso que você tem que assimilar, f*da-se o que ela quer. Tudo o que importa é o que VOCÊ quer. Isso é o comportamento de macho alfa que falam tanto. Seja você, faça o que você quer, fale o que você quer sem se intimidar por causa de ninguém nesse mundo.

Você quer uma determinada mulher ? Vai lá e pega. É seu direito como macho fazer isso. Sabe quem é o seu maior inimigo ? Essa vozinha que fica na sua cabeça dizendo que você vai se dar mal, que a mulher vai te rejeitar, que você vai levar fora etc... Para de pensar tanto, simplesmente tome uma atitude e faça. Para de conspirar contra você mesmo. Dá próxima vez que você ver uma mulher andando veja o que ela realmente é: uma b*ceta ambulante que você vai esvaziar o seu saco. Nada mais do que isso. Não tem motivo pra ter medo, não tem motivo pra se desesperar... Simplesmente vá lá e tome aquilo que por direito é seu.”


Ow Lola, sabe como muitos homens se sentem hoje em dia? Assim ó:



Pois é... que injustiça, não? Seres com tanto amor pra dar, carinho pra distribuir, somos apenas vistos pelo que temos na carteira ou o carro que andamos. Vocês tentam, tentam, tentam e tentam dizer que não é assim, que não são todas iguais, mas a cada dia a experiência nos mostra algo diferente. Não adianta, Lola. 

Tem muito homem aí no mercado querendo namorar, muito mais do que as mulheres. Mas são homens que no geral não são tão ricos, não tem tanta beleza, mas tem um coração de ouro. Enquanto isso, as “deusas” de seus corações estão no melhor de sua vida envolvidas com os piores tipos de trastes (cafajestes).

 Sim, eu mesmo estou dizendo que tem homem que não presta e que tem muitas mulheres correndo atrás deles, mas eles são minorias; se fossem maioria, a taxa de casamentos no Brasil teria caído e muito; e São Paulo dobrou. Enquanto os bons e trabalhadores são deixados de lado, os cafajestes aproveitam o que o feminismo lhes dá, que são vaginas a granel à vontade, mas há um porém: ele vai provar e vai jogar fora, afinal se tem tantas, porque ele vai querer só uma? Se você acha isso ruim, vai ter que reclamar com quem pregou a liberdade sexual.

Putz, quem falou pra esse rapaz que as mulheres do mundo são um buffet a sua disposição? “Vai lá e pega, tome aquilo que por direito é seu”. Pra mim parece apologia ao estupro. A gente sempre pensa que mascus querem voltar pros anos 1950, mas é bem mais pra trás. Eles têm saudades do tempo das cavernas, isso sim.

Existiu um rapaz que era conhecido como Zyzz. Não, ele não é um modelo de comportamento para ninguém na Rede, mas chamou muito a atenção pela sua vida: era um magrelo que na escola nenhuma mulher lhe dava a atenção. Até que resolveu mudar de vida, se entupiu de anabolizantes e ficou, como vocês gostam de dizer, “bombadão”. 

Resultado: sua vida sexual melhorou, ele passou a ser desejado por mulheres e ganhou destaque social. Me diga se pra esse rapaz mulheres não eram um buffet a disposição?



Era sim, por mais que queiramos dizer qualquer outra coisa, eram as mulheres que se aproximavam dele e queriam lamber ele inteiro. Ele tratava mulheres como “pedaços de carne” porque elas se ofereciam como pedaços de carne. E o que ele fazia? “Comia” e jogava fora. Simples, porque se o feminismo permitiu isso, porque não aproveitar. O feminismo pode até ter dado liberdade sexual para a mulher, mas em nenhum momento disse ao homem que ele perderia a liberdade de escolha pelo caráter da mesma e por conseqüência como deveria ser tratada. Isso não é estupro, é liberdade de escolha. Mais uma vez Lola: se quer reclamar, não reclame com a gente, reclame com quem brigou pela liberdade sexual feminina; nós apenas nos adaptamos ao comportamento de vocês.


Quer outro exemplo da misoginia dos mascus “moderados”? Apresento a terceira música da Real (não sei o que aconteceu com as outras duas, se foram denunciadas e removidas). Repare no nome: não é música dos mascus sanctos, é dos guerreiros da real, que juram não ser misóginos. Esta canção acaba assim:

“Sua cara não me engana, você gosta de grana
Eu sei do seu trabalho, ferramenta é sua xana
Degolo sua mentira, devasso sua trama
Te enterro com prazer no cemitério de piranha”.

No clipe há palavras como “dizimando a vulgaridade”, “violentando a indecência”, “sepultando p*ta”, além de fotos de ossadas. A música, óbvio, está sendo elogiadíssima por todos os homens honrados e realistas. Tenho certeza que os sanctos também não mudariam uma palavra.
Como é que um “movimento” que dedica seu tempo livre pra pregar violência contra todo um gênero pode não ser considerado um grupo de ódio?


Ow Lola, falando de uma musiquinha simples dessas?? Já ouviu esse cara?


Olha um pouquinho dele...

Com 21 filhos, Mr Catra mostra parte de sua prole: 'Sou o melhor pai para eles'

Se um é pouco, dois é bom e três é demais... Imagina 21? Sim, Mr. Catra é pai de 21 filhos (com 14 mulheres diferentes) e, se depender dele, essa conta não vai parar no número ímpar.

Sabe o que é engraçado, Lola? Tem mulher se oferecendo que nem carne pra ele até hoje. Teve uma policial que manteve relações sexuais com ele dentro de uma viatura. Ele deveria ser preso por estupro? Deveria ser preso por cafajestagem? Mas ele só come o que oferecem pra ele... vai entender?


E se achou o rap do membro da Real pesado, dá uma olhada nas músicas dele:

Passa Nela

Essa que eu tô fazendo
é uma canção tão linda e bela.
Eu escrevi ... escrevi essa canção
de uma forma linda e tão singela.

Para as gatinhas muito linda e muito belas
pode ser do asfalto, pode ser da favela.
Segura então:

Passa nela, passa nela
passa o pau na cara dela. (2x)


Bumbum Não Se Pede
Rebolando até o chão
Rebolando até o chão
Hahahaha...
Rebolando até o chão
Desse jeito eu tô gostando
Rebolando até o chão, gatinha.

a gente só invade
depois que a gata pisca
bumbum não se pede
bumbum se conquista,
bumbum não se pede
bumbum se conquista,


Ela Quer, Ela Quer Dá

Sem caôzada, na maior diplomacia
Hoje eu não quero proibidão
Hoje eu só quero putaria

Ela quer, ela dá
Ela quer, ela quer dar
Ela quer, ela dá
Ela quer, ela quer dar
Ela quer é dar
Ela quer, ela quer dar
Ela quer, ela dá

Humildemente..
Eu vou te comer em pé
Eu vou te comer em pé
Eu vou te comer em pé
Eu vou te comer em pé
Te botar na posição
Vou te acariciar gostoso
Eu vou te dar muita pressão


Mama (Valesca Popozuda canta junto com ele ainda, uma mulher cantando isso)

Muita polêmica, muita confusão
Resolvi parar de cantar palavrão
Por isso, negão, vou cantar essa canção...
Quando eu te vi de patrão, de cordão, de R1 e camisa azul
Logo encharcou minha xota e ali percebi que piscou o meu cu
Eu sei que você já é casado, mas me diz o que fazer
Porque quando a piroca tem dona é que vem a vontade de fuder

Então mama, pega no meu grelo e mama
Me chama de piranha na cama
Minha xota quer gozar, quero dar, quero te dar

Eaí Catra, o meu grelo já tá latejando. Qual vai ser? Manda o papo negão...


Agora eu pergunto Lola: porque ninguém foi em um show do MC Catra protestar contra as músicas dele? Porque a Sara Winter não foi mostrar os peitos num baile funk como esses que ele canta (diz que ela pode ir, afinal, conforme demonstrado em um site de notícias, tão proibindo funk no morro para poder tocar nas baladas de playboy)? 

Por que nunca nenhuma feminista escreveu sobre o MC Catra, em como ele é repugnante e nojento com uma mulher?

Vai ficar estranho, porque a mulherada o adora. Mesmo com as 03 mulheres dele, ainda tem um monte que vai se servir como carne pra ele.

Daí fica a pergunta: somos nós os culpados por isso. Acho que não Lola. Acho que as feministas não estão conseguindo arrumar a própria bagunça, e agora querem por a culpa nos homens para que os mesmos vão lá e arrumem tudo. Mas é normal, qualquer revolução baseada na falta de lógica tem prazo determinado para acabar. 

Não é a toa que a Real tem ganhado tanta visibilidade a cada dia que passa. E vai ganhar mais ainda. Vamos ter que arrumar a bagunça que vocês arrumaram. Fazer o que? Até lá, quem sabe vocês perdem o medo de barata e consigam abrir o pote de azeitonas.
...


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