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sábado, 19 de outubro de 2013

O choro do idiota útil

As linhas que se seguem descrevem um momento único que muito poucas pessoas irão observar com frequência durante o curso das suas vidas: um idiota útil apercebe-se que foi enganado. Pelo meio, deixo alguns comentários.
Eu e minha esposa costumamos sempre ler seus posts. Acho muito interessante e já aprendi muitas coisas. Nem sempre concordo com você, mas sempre é informativo. Resolvi escrever para expressar uma insatisfação e uma profunda tristeza que venho sentindo não com relação ao feminismo propriamente, mas às feministas de um modo geral. Algumas feministas, inclusive nos comentários do seu blog, escrevem como se todos fossemos monstros machistas, estupradores em potencial. Isto me entristece profundamente. Por ter nascido com o sexo masculino sou um ser desprezível, não posso ser um ser humano decente?
Essencialmente, o idiota útil confessa um certo desapontamento por descobrir o que feminismo realmente pensa da masculinidade. Com base nesse seu previsível desapontamento, o idiota útil resolve escrever para a editora do blogue linkado em cima para expressar a sua frustração, e para mostrar ao mundo como ele está ofendido por descobrir que 2+2=4 e que o Sol é o centro do sistema solar.

O mais engraçado não é a sua agonia por se sentir traído mas sim a tragédia dele muito provavelmente ter sido avisado durante o curso da sua vida adulta da misandria inerente ao movimento feminista (mas ter rejeitado tais esclarecimentos como provenientes de adeptos duma cultura "retrógrada", "reaccionária" e "obsoleta"). 

Hoje, para além da vergonha pública que ele passa por ter revelado publicamente o quão ignorante ele tem sido, ele já começa a abrir os olhos para a dura e misândrica realidade do movimento feminista.

Em relação à sua pergunta "Por ter nascido com o sexo masculino sou um ser desprezível, não posso ser um ser humano decente?" nada melhor que deixar que as feministas lhe respondam:
Subsistem ainda fêmeas com mente cívica, responsáveis, em busca de emoções fortes e prontas a subverter o governo, eliminar o sistema monetário . . . . e destruir o sexo masculino. (Valerie Solanas) 
Sinto que o ódio aos homens é um acto político nobre e viável, e que os oprimidos possuem o direito de ódio de classes contra a classe que os oprime. (Robin Morgan) 
Quero ver um homem espancado até sangrar e com um salto alto enfiado na sua boca, tipo uma maçã enfiada na boca dum porco. (Andreia Dworkin) 
Acho que a testosterona é um veneno raro. (Germaine Greer) 
Toda a actividade sexual, mesmo a consensual entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra a mulher. (Catherine MacKinnon) 
Todos os homens são violadores e é isso que eles são. (Marilyn French)

Portanto, respondendo à pergunta, sim, caro idiota útil, para as feministas tu, como homem, és "um ser desprezível" e não há forma nenhuma de vires a ser "um ser humano decente" (a menos que coloques de lado o que resta do teu comportamento masculino e adoptes o comportamento feminino).
"Homem" feminista
Então, no dia 13/04, eu e minha esposa fomos a SP ao Encontro Feminista, organizado por alguns grupos que têm páginas feministas no Facebook. Com o decorrer do evento, observando as diversas falas, sempre de mulheres, pude perceber que o discurso é sempre voltado às mulheres, que as diversas propostas de ação e tomada de atitude diziam respeito ao que as mulheres devem fazer, a como as mulheres devem se comportar.
Ou seja, o idiota útil foi arrastado para um evento feminista e descobriu, horrorizado, que o feminismo foi feito com o expresso propósito de facilitar a vida da mulher.

Mas mesmo esta  observação não está totalmente certa porque o feminismo não tem em vista os interesses da mulher no geral, mas sim dum tipo específico de mulheres.
Eu sei que a presença no evento era majoritariamente de mulheres, mas me senti excluído e fiquei pensando, 'Tudo bem, é preciso que as mulheres tenham consciência, que se envolvam, mas e os homens? Eles devem ficar de fora do processo, eles não devem mudar seu comportamento, eles não devem educar seus filhos de modo diferente? O que estou fazendo aqui então?'
No intervalo falei para minha esposa, 'Acho que o feminismo não é um movimento pelas mulheres, é um movimento das mulheres!'. 
É um movimento de algumas mulheres.
Sei que estou me alongando, mas antes de continuar, deixe-me falar um pouco sobre mim. Sou sociólogo; nunca, de fato, estudei o feminismo ou li nada escrito por feministas, mas sei por formação que toda diferença entre os sexos e os gêneros é uma construção social. 

Uma coisa que não deixa de ser curiosa é o facto do idiota útil nunca ter lido nada escrito por feministas mas mesmo assim não ter problemas em ser identificado com esse movimento. Isso é o mesmo que uma pessoa não ler nada sobre o KKK mas resolver alistar-se a esse movimento.

Seria de esperar que alguém com formação académica revelasse algum tipo de espírito crítico, mas pelos vistos o esquerdismo paralisa partes consideráveis do cérebro.
Além de estudar há dez anos leciono no ensino superior, sempre em minhas aulas trato de discutir os nossos diversos preconceitos, procuro instigar uma percepção crítica por parte dos alunos, enfim, eu acredito, de verdade, que contribuo para tornar algumas pessoas um pouco melhores com relação a estas questões.
Que pena que esse "espírito crítico" que ele instiga nos alunos não tenha sido usado por ele mesmo para analisar o feminismo antes de se juntar  a ele.
No momento, eu, que sempre falei que sou feminista, inclusive em todas as turmas que dei aula, acho que vou abdicar do rótulo.
Vou deixar isso para as mulheres. Vou continuar minha luta por uma sociedade menos racista, menos classista, menos homofóbica, enfim, mais igualitária, mas penso em não falar mais da opressão que sofrem as mulheres. Afinal sou um monstro estuprador em potencial, meu sexo me define.
Seria muito importante que este idiota útil se apercebesse que a mesma "guerra de classes" (aplicada ao sexo) que ele agora parece começar a repudiar é o factor primordial por trás das outras ideologias que ele parece querer continuar a propagandear. A luta por "uma sociedade menos racista, menos classista, menos homofóbica, enfim, mais igualitária" centra-se no mesmo tipo de pensamento que demoniza os homens e coloca as mulheres a olhar com desconfiança para todos os homens. 

Essencialmente, o pensamento marxista cria uma divisão entre os "oprimidos" e os "opressores", e declara que tudo de mal que ocorre com os oprimidos tem que ser responsabilizado aos opressores. No que toca ao sexo, tudo de mal que acontece com as mulheres é da responsabilidade dos homens (tal como tudo de mal que acontece com os pobres é culpa dos "ricos", tal como tudo de mal que ocorre com os não-brancos é culpa dos brancos, e, finalmente, tal como tudo de mal que acontece com os homossexuais é culpa dos heterossexuais).

Dentro do Marxismo Cultural, promover a normalidade é uma forma de "oprimir" os grupos cujo comportamento não está de acordo com essa noção de normalidade.

Repudiar o feminismo mas continuar a adoptar a mesma mentalidade feminista em outras esferas da vida social é como rejeitar Stalin como um exemplo dum bom líder, mas continuar a apoiar Fidel Castro. Pol Pot, Kim Jong Ill , Mao Tse Tung e todos os outros grandes genocidas e assassinos da história comunista.

O idiota útil sociólogo já deu um passo importante na direcção certa, mas enquanto ele não colocar em causas o pilar do feminismo moderno (o marxismo), ele nunca será totalmente liberto da influência feminista.
Agora, o que mais me entristeceu no evento feminista em São Paulo foi a mesa de discussão da qual 'participei' após as palestras iniciais. Logo no início, a moça que organizou o debate pediu, muito delicada e educadamente, devo confessar (aliás, ela era muito articulada, inteligente e respeitosa com as manifestações diversas), que os homens presentes, éramos três, evitassem se manifestar porque, afinal, 'era um evento feminista e as mulheres são oprimidas e ensinadas a não se posicionarem e exporem suas posições em sociedade em que os homens são criados para serem protagonistas'. Tudo bem, fiquei ressentido e quieto, ouvi e me calei.  
Mas, para piorar, ao final, quando todxs já rumavam para a saída, pensei ter ouvido uma das participantes comentar com a moça que organiza a mesa que, nas próximas discussões, 'Seria legal restringir a participação ao público feminino'.
E porque não? Se a masculinidade é algo de nocivo, e TODOS os homens são potenciais estupradores, como é que uma mulher pode saber se este ou aquele homem não a vai estuprar num futuro próximo? O melhor que as feministas têm a fazer e deixar de ter qualquer tipo de relacionamento (e comunhão) com os homens, e irem viver para bem longe deles. Aliás, isso já foi tentado, com os resultados mais do que previsíveis.

Esta linha de pensamento é tão própria do feminismo que uma das líderes do movimento feminista inglês chega a afirmar que as muitas mulheres são inadvertidamente heterossexuais. Ou seja, uma mulher que tem actividade sexual com um homem está a levar a cabo um acto anti-feminista.
Confesso que na hora pensei que eu devia estar chateado e que devia ter entendido mal, ou imaginado, que a participante tivesse dito aquilo. Para minha surpresa, logo depois minha esposa, sem que eu tenha lhe dito o que ouvira, se disse espantada por ter escutado exatamente o mesmo.
Ou seja, não só o idiota útil desconhecia o que era o feminismo, como a sua esposa - que supostamente deveria saber mais alguma coisa - também se encontrava no mesmo mar de ignorância, qual barco à deriva num mar de falsas expectativas.
Enfim Lola, fiquei, estou, muito chateado. Não posso ser homem e lutar pela igualdade entre homens e mulheres, não posso participar ou me manifestar sobre o tema. Eu realmente fiquei bem magoado.
Só resolvi escrever hoje porque acabo de ler, há pouco, este guest post em que a autora afirma, mais de uma vez, que todos, ou melhor, 99,99% dos homens, são machistas depravados, aproveitadores e violentadores à espreita de uma oportunidade.
Ou seja, o guest post foi escrito por uma feminista que sabe o que o feminismo ensina - ao contrário do professor de Sociologia que nem se deu ao trabalho de se informar mais sobre o feminismo antes de se identificar como um.
Que m*rda, o que foi que eu fiz? Sou homem e portanto sou lixo? 
Segundo o feminismo, sim.
Devo me incluir entre os que denominam as feministas de feminazi? 
Não, uma vez que isso seria um insulto para o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães. Dito de outra forma, chamar de "feminazi" a uma feminista é um elogio para ela visto que o feminismo é muito pior que o já-de-si horrível Nacional-Socialismo.
Poxa, vocês não afirmam sempre que o feminismo não é um movimento contra os homens, que é um movimento pela igualdade?
Desculpe Lola, eu acredito que você não veja as coisas deste modo, mas eu precisava desabafar com alguém além de minha esposa.
Conclusão:

O idiota útil lamenta a misandria do movimento feminista, mas nem se apercebe que ele, como esquerdista, é um dos facilitadores desse movimento. Se não fossem os "homens feministas", muito dificilmente o feminismo teria a força que actualmente tem.

Mas o mais importante a reter deste incidente é a forma como o mais efeminado e submisso dos homens pode, com algum esforço e clarividência, observar o que o feminismo realmente é. Por pior que tenha sido o passado feminista deste homem, ele observou a misandria, e tomou medidas em relação a isso. Infelizmente ainda existem muitos homens a militar pelo feminismo mesmo depois de terem observado o ódio presente no mesmo.

Seria interessante saber se este professor tem planos para começar a militar contra o feminismo, agora que ele sabe o que ele realmente ensina.





terça-feira, 2 de outubro de 2012

Lola não vive sem os “mascus”

Por Big Boss

Sabe Lola, parando para analisar, eu não devia lhe dar a devida atenção. Bem, é aquela história que dizem quando somos crianças na escola e estamos bravos por nossos apelidos: “não ligue, pois se você ligar, aí que o apelido pega”. Você nos deu esse apelido carinhoso de “mascus”. Tudo bem, já foi lhes dado tantos apelidos que perdemos a conta, mas você não se ofende não? Afinal, porque dar bola para um grupinho como nós, que apenas somos homens na internet?

Estou sendo irônico, é bom ressaltar. Normal de sua veia esquerdista e atéia querer se aproveitar de qualquer mal entendido e transformar isso em um campo de guerra, não? De repente, sua mente ilógica não irá entender isso. Como sei que é ilógica? Simples, li seu blog. E sinceramente, eu tentei. Tentei lhe dar o benefício da dúvida. Da dúvida que de repente estarmos errados e você estar certa. Mas, sinceramente, não consegui. Não porque não conseguí identificar alguma lógica ali, mas porque suas idéias não batem. Simples assim.

Primeiro vamos com a definição de feminismo da fonte mais simples e comum encontrada hoje na internet:

“Feminismo é um movimento social, filosófico e político que tem como meta direitos equânimes (iguais) e uma vivência humana liberta de padrões opressores baseados em normas de gênero. Envolve diversos movimentos, teorias e filosofias advogando pela igualdade para homens e mulheres e a campanha pelos direitos das mulheres e seus interesses.[“

Fonte (para não deixar dúvidas): http://pt.wikipedia.org/wiki/Feminismo

Curiosamente, a mesma fonte traz considerações sobre o feminismo atual:

“O feminismo hoje

Muitas feministas acreditam que a discriminação contra mulheres ainda existe tanto em países subdesenvolvidos quanto em países desenvolvidos. O quanto de discriminação e a dimensão do problema são questões abertas.
Existem muitas idéias no movimento a respeito da severidade dos problemas atuais, a essência e como enfrentá-los. Em posições extremas encontram-se certas feministas radicais que argumentam que o mundo poderia ser muito melhor se houvesse poucos homens. Algumas feministas afastam-se das correntes principais do movimento, como Camille Paglia; se afirmam feministas mas acusam o feminismo de ser, por vezes, uma forma de preconceito contra o homem. (Há um grande número de feministas que questiona o rótulo "feminista", aplicado a essas dissidentes.)”
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“Críticas

Escritoras como Camille Paglia, Christina Hoff Sommers, Jean Bethke Elshtain, Elizabeth Fox-Genovese e Daphne Patai opõem-se a algumas formas de feminismo, embora identifiquem-se como feministas. Argumentam, por exemplo, que o feminismo muitas vezes promove misandria e a elevação dos interesses das mulheres acima dos homens e criticam posições feministas radicais como prejudiciais tanto para os homens quanto para as mulheres.[64] Daphne Patai e Noretta Koertge argumentam que o termo "anti-feminista" é usado para silenciar o debate acadêmico sobre o feminismo.”

OUCH!! Puxa vida Lola!! O Wikipédia, que é tão machista e opressor acabou denunciando que mesmo dentro de seu grupo não há concordância e existe aquelas que criticam a sí mesmas. WOW!!!

Mas vejo coerência aí. Bem Lola, sabe o que eu menos vi em seu blog? Direitos iguais. Esse “direitos iguais” que você tanto prega passou longe de seu blog, pois o mesmo blog que diz que o estupro deve ser combatido, põe uma imagem dessa aqui com total exaltação:

 

“Marcha das Vadias San Francisco: "É um mundo dos homens. Vamos estragá-lo"

Muitas vezes questiono qual o direito que você tem de ofender os seus queridos “mascus” (que você não dá a mínima preocupação para suas existências, mas não deixa de falar deles), inventar situações que não foram criadas por nós, associar crimes que não fomos nós que incentivamos nem apoiamos.

Quer ver como é isso? Olha só:

Mulher mutila pênis de namorado que sem consentimento ejaculou em sua boca

A Delegacia de Polícia Civil do Crato, no Ceará, recebeu na manhã de hoje (27/03/12) uma queixa extremamente assustadora. Otaviano Nogueira Pimentel, 29 anos, taxista apresentou queixa contra Cristiana Marques, sua ex-namorada, por mutilação de seu órgão genital. Segundo o depoente Cristiana mordeu agressivamente seu pênis durante o auge do sexo oral, mutilando integralmente sua glande, conhecida vulgarmente como cabeça do pênis.
Cristiana tem 23 anos e é professora da rede pública municipal do Crato (CE). Pesa sobre seu histórico uma prisão em 2009 por tráfico de um entorpecente químico baseado em clorofórmio, que entre os jovens é conhecido como “Cheirinho da Loló”. Naquela oportunidade a polícia aprendeu 13 garrafas pets de 2 litros contendo a droga. Segundo a professora tratava-se de um experimento químico escolar.

http://www.paraiba.com.br/2012/04/04/32674-mulher-mutila-penis-de-namorado-que-sem-consentimento-ejaculou-em-sua-boca

Ta vendo essa notícia? Poderia dizer que foi culpa sua, não? Assim como foi feito pelas feministas no caso do Realengo. Mas eu sei que não foi você nem nenhum grupo feminista que motivou isso. Não faço a mínima questão de tentar acusar alguém sem eu tentar saber de perto o que realmente ocorreu.

Mas não foi isso que ocorreu no inverso. Foi criado um falso blog com o nome de Silvio Koerich, e na primeira oportunidade, associaram o crime a nós. Mesmo sendo provado que não tínhamos nada a ver com aquilo, você veio e tentou associar o máximo possível, dizendo que aquele criminoso foi incentivado por alguém daqui. Sinceramente, esse rapaz já tinha problemas muito antes de passar por aqui. E se ele tivesse lido seu blog primeiro e ele tivesse feito o que fez? Seria justo associar o crime a você? Não, não seria. Então não nos associe a nenhum maluco mais, por gentileza. Centenas de pessoas passam pela nossa rede todos os dias, não vamos nos responsabilizar por alguém que foi criado sem uma família desestruturada pelo feminismo que cresceu com grandes chances de ter problemas sociais.

Ah, por sinal, alguém deve ter uma dúvida de porque chamamos vocês de feminazis. Vai ver que é por isso:

 Analisando o símbolo do feminismo, me vem a cabeça...

 

Opa!! Ta explicado!! Até a forma de agir é igual.

Mas não quero me focar nisso. Gostaria de tecer alguns comentários sobre um texto seu no seu blog sobre, mais uma vez, os “mascus”!!!

FALTA QUANTO PROS MASCUS ASSUMIREM SUA MISOGINIA?

Primeiro, não tem como sermos misóginos. Misógeno não gosta de mulher. Mas nós gostamos e muito. E de mulheres bonitas mais ainda. Se não gostássemos, não iríamos criar um fórum para falar de mulheres e como tratá-las; criaríamos um fórum pra, sei lá, falar de outra coisa.

Mascus são lunáticos incuráveis, mas ultimamente eles andam mais sem rumo que de costume. Seus blogs e fóruns parecem ter virado guias de como ser cafajeste para pegar minas. A última agora é eles dizerem que não são masculinistas. Normal: como o masculinismo é uma bagunça sem propostas, agora os mascus querem ser chamados apenas de guerreiros de um real. Quer dizer, da real. Outra mudança é que, até o ano passado, eles recusavam, ofendidíssimos, a pecha de machistas. Hoje eles são machistas assumidos. 

Hum, estranho. Nunca vi ninguém que não se dissesse que não era machista ali. Normalmente, quem falava, era alguém da sua turminha que gostava de ir lá nos visitar e causar intrigas internas, ou esquerdistas que ficavam bravos porque seus argumentos não eram aceitos lá. Mas sempre esse pessoal acabava sendo banido de lá. E ficava apenas os machistas locais. E nenhum nunca teve um atestado de serem lunáticos ou algo assim. Pelo menos nunca ninguém mostrou foto babando lá. E quanto ao “guia de como ser cafajeste para pegar minas”, bem as antigas revistas “Cláudia” e “Nova” (nossa, que coisa “cosmopolitan woman”) adoravam dizer e ensinar “como trair seus maridos e namorados sem ninguém ficar sabendo” ou “Guia lacrado pra fazer sexo com o amante”. Bem, não fui eu que disse isso, foram elas mesmas.

Quanto tempo vai demorar pra que eles assumam sua misoginia? Porque não sei se é possível, mas eles têm caprichado cada vez mais no seu ódio às mulheres. Sabe quando eu digo que a diferença entre eles e os mascus sanctos é apenas na intensidade do ódio? Bom, pelo jeito, não mais. Os mascus sanctos meio que sumiram (não estou reclamando!), devem estar por aí na deep deep web. E ficaram os mascus mais moderados... que são tão loucos quanto os sanctos.

Peguei este depoimento num fórum mascu. Um membro antigo (o que eles chamam de oldschool) dá dicas a um novato sobre como vencer a timidez. Duas coisas são repetidas: como o homem merece o que lhe é de direito (traduzindo: o velho sentimento de entitlement, típico de meninos mimados), e como a mulher não é nada mais que uma vagina. O babado é forte:
“Quer saber como superar sua timidez ? Não adianta ir pra academia pra ficar forte, não adianta ir na melhor e mais cara loja de roupas e mudar seu guarda-roupa, mudar corte de cabelo e todo o resto... Isso vai ajudar a melhorar sua imagem, porém você ainda será o mesmo por baixo disso tudo.

O primeiro passo pra você deixar a timidez pra trás é começar a amar a si mesmo. Aprender a reconhecer suas qualidades, aceitar seus defeitos e saber perdoar seus erros. Ninguém é perfeito cara, todo mundo tem defeitos e erra. É assim que crescemos e amadurecemos. Não tenha medo de errar, a vida é assim.

Segundo: para de se importar assim com mulher. Se você ver alguma que te interessa coloca na cabeça que ela é um monte de carne ambulante tão insegura ou mais que você. Antes de se desesperar e ficar com medo de falar ou fazer algo errado que vá 'estragar' sua oportunidade entenda que mulher nenhuma vale esse desespero. […]

Eu não trato mulher de igual pra igual. Sempre trato como se elas fossem inferiores. Afinal... Mulher é um ser desprovido de lógica, extremamente emocional e instável, manipulador, que é movido pelo desejo de sentir fortes emoções e arrumar o melhor macho que puder a todo momento. Pra que diabos eu vou tratar alguém assim de igual pra igual ? trate como se fosse um pedaço de carne que você vai comer e depois c*gar na privada. Esse é todo o envolvimento emocional que você deve ter por uma mulher. Quer saber o que deixa mulher com a calcinha molhada morrendo de vontade de dar pra um cara a noite toda ? Um sujeito que fala e faz aquilo que ele quer sem se importar se está agradando, se ela vai gostar, se é o certo etc...

Essa foi a minha maior revelação.

Se eu vejo uma mulher e eu quero falar com ela eu vou lá e falo a primeira m*rda que surgir na minha cabeça. Se ela não quiser conversar comigo f*da-se!. O azar é dela. O prêmio sou eu e quem saiu perdendo na jogada foi ela. Eu não vou ficar me humilhando, implorando pra alguma mulher querer dar pra mim.

É isso que você tem que assimilar, f*da-se o que ela quer. Tudo o que importa é o que VOCÊ quer. Isso é o comportamento de macho alfa que falam tanto. Seja você, faça o que você quer, fale o que você quer sem se intimidar por causa de ninguém nesse mundo.

Você quer uma determinada mulher ? Vai lá e pega. É seu direito como macho fazer isso. Sabe quem é o seu maior inimigo ? Essa vozinha que fica na sua cabeça dizendo que você vai se dar mal, que a mulher vai te rejeitar, que você vai levar fora etc... Para de pensar tanto, simplesmente tome uma atitude e faça. Para de conspirar contra você mesmo. Dá próxima vez que você ver uma mulher andando veja o que ela realmente é: uma b*ceta ambulante que você vai esvaziar o seu saco. Nada mais do que isso. Não tem motivo pra ter medo, não tem motivo pra se desesperar... Simplesmente vá lá e tome aquilo que por direito é seu.”


Ow Lola, sabe como muitos homens se sentem hoje em dia? Assim ó:



Pois é... que injustiça, não? Seres com tanto amor pra dar, carinho pra distribuir, somos apenas vistos pelo que temos na carteira ou o carro que andamos. Vocês tentam, tentam, tentam e tentam dizer que não é assim, que não são todas iguais, mas a cada dia a experiência nos mostra algo diferente. Não adianta, Lola. 

Tem muito homem aí no mercado querendo namorar, muito mais do que as mulheres. Mas são homens que no geral não são tão ricos, não tem tanta beleza, mas tem um coração de ouro. Enquanto isso, as “deusas” de seus corações estão no melhor de sua vida envolvidas com os piores tipos de trastes (cafajestes).

 Sim, eu mesmo estou dizendo que tem homem que não presta e que tem muitas mulheres correndo atrás deles, mas eles são minorias; se fossem maioria, a taxa de casamentos no Brasil teria caído e muito; e São Paulo dobrou. Enquanto os bons e trabalhadores são deixados de lado, os cafajestes aproveitam o que o feminismo lhes dá, que são vaginas a granel à vontade, mas há um porém: ele vai provar e vai jogar fora, afinal se tem tantas, porque ele vai querer só uma? Se você acha isso ruim, vai ter que reclamar com quem pregou a liberdade sexual.

Putz, quem falou pra esse rapaz que as mulheres do mundo são um buffet a sua disposição? “Vai lá e pega, tome aquilo que por direito é seu”. Pra mim parece apologia ao estupro. A gente sempre pensa que mascus querem voltar pros anos 1950, mas é bem mais pra trás. Eles têm saudades do tempo das cavernas, isso sim.

Existiu um rapaz que era conhecido como Zyzz. Não, ele não é um modelo de comportamento para ninguém na Rede, mas chamou muito a atenção pela sua vida: era um magrelo que na escola nenhuma mulher lhe dava a atenção. Até que resolveu mudar de vida, se entupiu de anabolizantes e ficou, como vocês gostam de dizer, “bombadão”. 

Resultado: sua vida sexual melhorou, ele passou a ser desejado por mulheres e ganhou destaque social. Me diga se pra esse rapaz mulheres não eram um buffet a disposição?



Era sim, por mais que queiramos dizer qualquer outra coisa, eram as mulheres que se aproximavam dele e queriam lamber ele inteiro. Ele tratava mulheres como “pedaços de carne” porque elas se ofereciam como pedaços de carne. E o que ele fazia? “Comia” e jogava fora. Simples, porque se o feminismo permitiu isso, porque não aproveitar. O feminismo pode até ter dado liberdade sexual para a mulher, mas em nenhum momento disse ao homem que ele perderia a liberdade de escolha pelo caráter da mesma e por conseqüência como deveria ser tratada. Isso não é estupro, é liberdade de escolha. Mais uma vez Lola: se quer reclamar, não reclame com a gente, reclame com quem brigou pela liberdade sexual feminina; nós apenas nos adaptamos ao comportamento de vocês.


Quer outro exemplo da misoginia dos mascus “moderados”? Apresento a terceira música da Real (não sei o que aconteceu com as outras duas, se foram denunciadas e removidas). Repare no nome: não é música dos mascus sanctos, é dos guerreiros da real, que juram não ser misóginos. Esta canção acaba assim:

“Sua cara não me engana, você gosta de grana
Eu sei do seu trabalho, ferramenta é sua xana
Degolo sua mentira, devasso sua trama
Te enterro com prazer no cemitério de piranha”.

No clipe há palavras como “dizimando a vulgaridade”, “violentando a indecência”, “sepultando p*ta”, além de fotos de ossadas. A música, óbvio, está sendo elogiadíssima por todos os homens honrados e realistas. Tenho certeza que os sanctos também não mudariam uma palavra.
Como é que um “movimento” que dedica seu tempo livre pra pregar violência contra todo um gênero pode não ser considerado um grupo de ódio?


Ow Lola, falando de uma musiquinha simples dessas?? Já ouviu esse cara?


Olha um pouquinho dele...

Com 21 filhos, Mr Catra mostra parte de sua prole: 'Sou o melhor pai para eles'

Se um é pouco, dois é bom e três é demais... Imagina 21? Sim, Mr. Catra é pai de 21 filhos (com 14 mulheres diferentes) e, se depender dele, essa conta não vai parar no número ímpar.

Sabe o que é engraçado, Lola? Tem mulher se oferecendo que nem carne pra ele até hoje. Teve uma policial que manteve relações sexuais com ele dentro de uma viatura. Ele deveria ser preso por estupro? Deveria ser preso por cafajestagem? Mas ele só come o que oferecem pra ele... vai entender?


E se achou o rap do membro da Real pesado, dá uma olhada nas músicas dele:

Passa Nela

Essa que eu tô fazendo
é uma canção tão linda e bela.
Eu escrevi ... escrevi essa canção
de uma forma linda e tão singela.

Para as gatinhas muito linda e muito belas
pode ser do asfalto, pode ser da favela.
Segura então:

Passa nela, passa nela
passa o pau na cara dela. (2x)


Bumbum Não Se Pede
Rebolando até o chão
Rebolando até o chão
Hahahaha...
Rebolando até o chão
Desse jeito eu tô gostando
Rebolando até o chão, gatinha.

a gente só invade
depois que a gata pisca
bumbum não se pede
bumbum se conquista,
bumbum não se pede
bumbum se conquista,


Ela Quer, Ela Quer Dá

Sem caôzada, na maior diplomacia
Hoje eu não quero proibidão
Hoje eu só quero putaria

Ela quer, ela dá
Ela quer, ela quer dar
Ela quer, ela dá
Ela quer, ela quer dar
Ela quer é dar
Ela quer, ela quer dar
Ela quer, ela dá

Humildemente..
Eu vou te comer em pé
Eu vou te comer em pé
Eu vou te comer em pé
Eu vou te comer em pé
Te botar na posição
Vou te acariciar gostoso
Eu vou te dar muita pressão


Mama (Valesca Popozuda canta junto com ele ainda, uma mulher cantando isso)

Muita polêmica, muita confusão
Resolvi parar de cantar palavrão
Por isso, negão, vou cantar essa canção...
Quando eu te vi de patrão, de cordão, de R1 e camisa azul
Logo encharcou minha xota e ali percebi que piscou o meu cu
Eu sei que você já é casado, mas me diz o que fazer
Porque quando a piroca tem dona é que vem a vontade de fuder

Então mama, pega no meu grelo e mama
Me chama de piranha na cama
Minha xota quer gozar, quero dar, quero te dar

Eaí Catra, o meu grelo já tá latejando. Qual vai ser? Manda o papo negão...


Agora eu pergunto Lola: porque ninguém foi em um show do MC Catra protestar contra as músicas dele? Porque a Sara Winter não foi mostrar os peitos num baile funk como esses que ele canta (diz que ela pode ir, afinal, conforme demonstrado em um site de notícias, tão proibindo funk no morro para poder tocar nas baladas de playboy)? 

Por que nunca nenhuma feminista escreveu sobre o MC Catra, em como ele é repugnante e nojento com uma mulher?

Vai ficar estranho, porque a mulherada o adora. Mesmo com as 03 mulheres dele, ainda tem um monte que vai se servir como carne pra ele.

Daí fica a pergunta: somos nós os culpados por isso. Acho que não Lola. Acho que as feministas não estão conseguindo arrumar a própria bagunça, e agora querem por a culpa nos homens para que os mesmos vão lá e arrumem tudo. Mas é normal, qualquer revolução baseada na falta de lógica tem prazo determinado para acabar. 

Não é a toa que a Real tem ganhado tanta visibilidade a cada dia que passa. E vai ganhar mais ainda. Vamos ter que arrumar a bagunça que vocês arrumaram. Fazer o que? Até lá, quem sabe vocês perdem o medo de barata e consigam abrir o pote de azeitonas.
...


sábado, 22 de setembro de 2012

A utilidade do estatuto de vítima

Aparentemente teve início uma bem organizada iniciativa que visa proteger o feminismo de alguns dos seus críticos mais activos. Há alguns dias atrás tivemos o Ivan mangina Martins a declarar, perturbado, que há homens que odeiam o feminismo - coisa que, aparentemente, não era suposto acontecer. 

Infelizmente o Ivan não se questionou do porquê existirem homens de todos os quadrantes sociais que  levantam oposição a um movimento  político que visa destruir todos os traços de masculinidade da sociedade ao mesmo tempo que visa conferir direitos especiais e exclusivos às mulheres.

Depois do Ivan, um tal de Alex Castro decidiu que os "mascus" [termo que supostamente significa "masculinistas", mas que na boca dos esquerdistas nunca se sabe] também estão cheios de ódio "pelas mulheres", causando a que eles deixem comentários "ofensivos" para as mulheres na sua página do facebook




Como todos sabemos, resistir ao ódio que provém do feminismo é "ódio às mulheres". Curiosamente, as atitudes que visam erradicar todos os traços de masculinidade da sociedade nunca são vistas como sendo o resultado de "ódio aos homens".

Depois destas figuras cómicas se embaraçarem com frases e palavras ridículas, foi a vez da Lola também se embaraçarar perguntando:

FALTA QUANTO PROS MASCUS ASSUMIREM SUA MISOGINIA?

Note-se que este tipo de pergunta - obviamente - não é feita com o expresso propósito de saber uma data específica em que "mascus" irão assumir "a sua misoginia" mas sim com o propósito de colocar todos os homens que criticam o feminazismo na posição defensiva. Essencialmente o que a Lola e todos os aliados feminazistas tencionam é colocar os anti-feministas a fornecer evidências de que não são misóginos uma vez que enquanto eles estiverem ocupados em tarefas defensivas, eles não estão a criticar o feminazismo [tarefas ofensivas].

Não há necessidade de fornecer evidências contrárias para aquilo que nunca foi provado (para além de ser ridículo os MRAs terem que provar uma negativa ["Prova-me que NÃO ÉS um assassino"]). Se a Lola acha que as vozes autoritárias dentro do movimento (e não os "sanctus" ou outros perturbados mentais) promovem o "ódio às mulheres" é a Lola que tem que citar os blogueiros e as vozes aprovadas dentro do  movimento que fazem isso. Isto envolve fornecer nomes, datas e fontes primárias (e não o "diz que disse" tão comum na esquerdalha militante).

Devido a isto, uma das formas de remover o auto-conferido lugar de autoridade moral que a Lola conferiu à sua volumosa pessoa é virar o disco ao contrário, e colocar o foco no que os feministas querem desesperadamente esconder com perguntas deste tipo.

Estatuto de vítima

Uma mulher que é violentamente espancada pela sua parceira lésbica é uma pessoa com um estatuto de vítima real visto que o que lhe confere o tal estatuto baseia-se em dados genuínos. Por outro lado, uma mulher que falsamente alega ter sido sexualmente abusada por um homem recebe um  estatuto de vitima  falso até que a verdade seja apurada [se vier].

O estatuto de vítima pode ser muito rentável e proveitoso para: 1) a vítima (real ou não),  2)  as pessoas em seu redor, e 3) as pessoas que fomentam um falso estatuto de vítima. Para se ver como é que isto acontece, basta levar em consideração um caso que ocorreu nos Estados Unidos há alguns anos atrás quando uma jovem mulher alegou ter sido "violada" por um promissor jovem jogador de futebol americano. O rapaz foi preso e passou vários anos na prisão até que as evidências o ilibaram. Durante esse tempo, graças ao estatuto de vítima falsamente adquirido pela mulher, ela foi generosamente compensada com $750,000.


O seu estatuto, embora falso, foi rentável para ela, para a família, e para um incontável número de pessoas em seu redor.

Hoje em dia, um dos grupos que falsamente se auto-confere o estatuto de "vitima" é o lobby homossexual ocidental. Embora existam lugares no mundo onde practicar o homossexualismo é um crime punível  com a  morte [países islâmicos] é absolutamente ridículo um homossexual ocidental afirmar que é uma "vítima" só porque não vê toda a sua agenda política, social e sexual aprovada pelas autoridades competentes.

Mas o "grupo de vítimas" que mais interessa ao feminismo são mulheres. Para a elite feminazi é de extraordinária importância perpetuar o estatuto de vítima junto das mulheres como forma dela [a elite] manter e aumentar o seu poder e influência.

Paralelamente, para algumas mulheres, este estatuto de vítima também lhes é favorável visto que lhes permite usar todo o tipo de desculpas [fornecidas pela elite feminista] para justificar o seu insucesso em alguma área da vida:
  • "Não avancei na minha carreira porque a sociedade é machista!" [e não porque saía todos os dias às 5 da tarde enquanto os colegas continuavam a trabalhar até altas horas]
  • "Ganho menos dinheiro por causa do patriarcado opressor!" [e não porque os homens têm profissões mais rentáveis]
  • "Não obtive a promoção porque o meu patrão é um machista!" [e não porque o colega é melhor profissional]

  • "Estou solteira porque os homens, que são machistas, e só querem mulheres jovens" [e não porque tem 35 anos, é divorciada, e tem um longo historial de relacionamentos falhados.]

  • "Há preconceito contra as mulheres fortes e independentes que gostam de expressar livremente a sua sexualidade" [Não. Há, sim, um conhecimento de facto que nos leva a concluir que as pessoas promíscuas - homens ou mulheres - são menos capazes de manter um relacionamento monogâmico, duradouro e estável.]
O que é que a elite feminazi ganha com isto?

Para a elite, o estatuto de vítima das mulheres é bastante rentável visto que é (também) com base nele que os governos ocidentais disponibilizam elevadas somas de dinheiro público a organizações controladas pelas feministas (centro de abrigo a vítimas de violência doméstica, organizações em favor da "igualdade", etc). Ou seja, essas feministas atraem contribuições estatais e contribuições sociais alegando que, entre outras coisas, existe uma "cultura de estupro"  onde todos os homens são potenciais violadores por virtude de serem homens.

Espalhar o pânico junto das mulheres perpetua assim o estatuto de vitima e faz com que elas olhem ainda mais para as "líderes" feministas como pessoas que podem fornecer algum tipo de orientação neste mundo cheio de homens que querem a todo o custo maltratar as mulheres.

Para além de serem vistas como "guias" e "exemplos", e para além de lucrarem muito isso, as líderes feministas aproveitam-se da credulidade de muitas mulheres para escrever livros e artigos onde ficamos a saber que as mulheres sempre foram oprimidas pelos homens, e que se a masculinidade for removida da sociedade, tudo funcionará melhor.(Nós sabemos como é que isso acaba)

(Curiosamente, e como disse o psicólogo "Angry" Harry. se as mulheres sempre foram "oprimidas" pelo homem,  isto significa que, não só as mulheres em nada contribuíram para o avanço do conhecimento humano, como todo o sucesso da civilização ocidental deve-se exclusivamente ao génio do homem. Quantas feministas estão prontas a concordar com isto?)

Por outro lado, temos homens feministas - escritores e jornalistas -  que sabem que o público feminino é mais fácil de manipular que o masculino, e que usam isso em seu favor. (Que melhor forma de angariar mais leitoras do que atacar o seu próprio sexo sabendo que só as mulheres menos informadas irão acreditar nas suas palavras?)

Portanto, temos aqui alianças perfeitas:
  • Líderes feministas lucram financeiramente com a promoção de mitos que conferem estatuto de vítima às mulheres;

  • Homens feministas que ganham uma nova legião de seguidoras atacando os homens;
  • Mulheres que se aproveitam desse estatuto para se desculparem perante a sociedade de alguma área da sua vida que não corre (ou não correu) como elas desejam (ou desejaram)
Sim, mas e os "mascus"?

E é neste contexto que os MRAs entram -  como perturbadores dum status quo que já dura, sem oposição,  há alguns anos. Para uma líder feminista, que lucra com o estatuto de vítima das mulheres, é primordial fragilizar e desacreditar todos os movimentos que expõe o feminismo por aquilo que ele é. Não é do seu interesse que se saiba que, longe de ser "oprimida", dentro da sociedade ocidental a mulher pertence a uma classe privilegiada.




Através desse prisma, podemos entender melhor a raiva de algumas blogueiras (e blogueiros manginas) perante o crescimento das vozes masculinas que se levantam contra o feminazismo. Não é que essas vozes feministas realmente acreditem que os "mascus" sejam "misóginos" ; o que se passa é que a mensagem dos "mascus" é totalmente destrutiva para a elite feminazi e como tal, importa que a mesma seja desacreditada antes que faça mais estragos.

O problema - para a elite feminista - é que o próprio facto delas se dedicarem de modo tão fanático ao que os MRAs escrevem demonstra que a mensagem dos "mascus" está a fazer o seu efeito. Ou seja, os ataques  que têm sido feitos [ao feminismo, e não às mulheres] estão a surtir efeito. A mensagem está a ser ouvida, entendida e assimilada (tanto por homens como por mulheres) e não há nada que os Ivans, os Alexs e as Lolas deste mundo possam fazer.

Melhor, há uma coisa que podem fazer : sair da frente antes que sejam triturados pela onda de verdade que sem dúvida vai assolar o seu frágil edifício feminista.



Conclusão:

Como foi dito inicialmente, não acredito que este inundar de textos anti-MRAs seja um "acaso" ; eu acredito que há um afinar de agulhas, um plano e uma estratégia bem montada que tem como propósito desacreditar os anti-feministas - pró-família, pró-vida (Cristãos ou não).

Tendo como base esta suspeita, acredito que num futuro próximo  mais textos sejam escritos, e mais vozes levantem ainda mais alto o clamor de "CULTURA DE ESTUPRO!!!" que as feminazis e seus aliados manginas tanto gostam. A verdade não interessa: o que interessa é cultivar o estatuto de vitima.

O que os  feministas não se apercebem é que quanto mais tempo investem a demonizar os MRAs, mais as pessoas ganham interesse, e mais elas fazem a sua própria investigação. E quando estas pessoas acedem aos grupos, blogues e fóruns MRAs, e verificam empiricamente que o histerismo das feministas não faz sentido algum, quem fica mal na história são as próprias feministas.

Por fim, só para comentar uma coisa que a Lola disse:

Como é que um “movimento” que dedica seu tempo livre pra pregar violência contra todo um gênero pode não ser considerado um grupo de ódio?

Curiosamente, estou de acordo com a Lola. Um movimento que apregoa o que se vê mais embaixo [ódio e extermínio de seres humanos inocentes] só pode ser considerado um grupo de ódio.
...
Obrigado ao D.R. pelas imagens. 

[ATENÇÃO: IMAGENS GRÁFICAS]












































































































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