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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

A falsa oposição e o falso nacionalismo

Por Henry Makow

O meu título original era "Confissões dum ingénuo". Desde os 18 aos 40 anos, eu fui um ardente nacionalista Canadiano e membro de vários grupos "nacionalistas", incluindo o "Comité para um Canadá Independente", de Mel Hurtig. No ano de 1968 eu organizei um discurso para Hurting na Universidade de Carleton. Em 1988, quando eu estava rico devido ao jogo "Scruples", contribui com cerca de $20,000 nos esforços que estavam a ser desenvolvidos para levantar oposição ao acordo de comércio livre devido à perda de soberania Canadiana.

O que vou dizer é contra-intuitivo, mas os grupos nacionalistas esquerdistas que apoiei eram uma fachada para a Nova Ordem Mundial (NOM) e os seus líderes eram, na verdade, internacionalistas. Mel Hurtig pertencia à facção Canadiana do "Royal Institute of International Affairs", de Arnold Toynbee. Abe Rotstein, co-presidente de Hurtig, tomou parte na Conferência Bilderberg de 1971.

Outros assim-chamados nacionalistas como Mel Watkins, Eric Kierans e Maud Barlow eram todos esquerdistas. A Esquerda serve de fachada para a Nova Ordem Mundial Comunista, isto é, o governo inchado ao serviço do Grande Capital. As massas são subornadas com "serviços sociais" e enganadas pelo conflito "Esquerda - Direita", mas ambos servem (trabalham) para os grupos com o monopólio financeiro mundial.

O partido socialista Canadiano, os Novos Democratas, é membro da Internacional Socialista, uma construção da Maçonaria Bancária. O seu logotipo é um punho e rosas vermelhas, símbolos Comunistas e Maçónicos.

O "Nacionalismo" no Canadá floresceu no rasto da Conferência Bilderberg de 1968, no Monte Tremblant. Um documento secreto proveniente da conferência esboçava um plano onde os financiadores Canadianos aparentariam serem os donos da área negocial Canadiana quando na verdade ela era controlada pelos bancários internacionais - isto é, os bancários Illuminati. O nacionalismo Canadiano foi outra psy op.

UM JOVEM EM BUSCA DE IDENTIDADE

Eu tinha 18 anos em 1968, e "em busca duma identidade." Eu buscava isso porque Deus e a religião me haviam sido retiradas. Para além disso, eles haviam também esvaziado o sexo (masculinidade) e a família. Ingenuamente, busquei a minha identidade junto da "comunidade". Inicialmente, investiguei Israel mas senti que havia algo de errado com o Sionismo. Depois disso, dediquei-me ao nacionalismo Canadiano, obtendo qualificações em Literatura Canadiana. Mal sabia que eu me estava a unir a uma oposição fictícia.

Depois da eleição de 1988 em torno do livre comércio da América do Norte, eu estive presente numa conferência de grupos nacionalistas esquerdistas em Otawa. Nós havíamos perdido. O propósito era decidir a estratégia para seguir em frente. Durante a conferência observei três coisas que pensei serem anormais:

1) Os amigos organizadores aqui em Winnipeg, que eram na verdade Comunistas que se haviam infiltrado dentro do movimento operário, não queriam que eu fosse. Achei estranho que activistas sinceros não quisessem incluir todo o seu talento (ou mesmo dinheiro) ao qual tivessem acesso.

2) Eu fiquei surpreso pelo comportamento dos professores esquerdistas e dos activistas durante a Conferência. Eles não pareciam zangados nem desapontados pela perda. Era exactamente o oposto. Havia um sentimento palpável de satisfação presunçosa. Eles estavam satisfeitos com a sua "actuação" e estavam contentes por poderem voltar para os seus locais e darem continuidade ao processo de enganarem os estudantes ingénuos. Estas pessoas piedosas ganham mais de $100K "lutando pelos pobres" e "lutando contra o establishment."

Finalmente,

3) Durante o encontro sugeri algumas acções militantes como forma de continuar a batalha contra o livre comércio. A presidente da reunião, Maude Barlow, que ainda é a presidente do "Concílio dos Canadianos", colocou-me de parte verbalmente, prometendo discutir o assunto pessoalmente mais tarde. Ela nunca me procurou. Quando eu entrei em contacto com ela, ela disse que estava demasiado atarefada. Eu havia sido "enganado" por uma profissional.

CONCLUSÃO:

Claramente os liberais e a "esquerda" socialista fazem parte da falsa oposição. Eles não representam as pessoas. Eles são Maçónicos e fazem parte do duplo passo Maçónico que termina no governo mundial controlado pelos banqueiros. O "establishment" é cúmplice na escravização da sociedade.

Semelhantemente, nos EUA e na Europa, todos os partidos políticos são dirigidos pela Maçonaria e governados pelo cartel Rothschild. Eu duvido muito que algum grupo ou individuo ganhe publicidade se não for uma marioneta. A nossa vida política e cultural pode ser comparada ao filme "The Truman Show", onde nós somos a personagem desempenhada por Jim Carey. Tudo é orquestrado e tudo está "sob controle".

Claramente, Ron Paul ajusta-se na perfeição ao papel de falsa oposição. Ele é Maçónico. A sua esposa é Maçónica, Estrela Oriental. As suas filhas são Maçónicas, Raparigas Arco-Iris.


A "John Birch Society" faz um trabalho excelente mas aparentemente eles foram fundados pelos Rockefellers que fizeram um acordo muito bom com o fundador pela sua companhia de sumo de uva. 

O propósito da falsa oposição é usar a oposição e desencorajar qualquer movimento político de base genuíno de ser iniciado. A sua missão é combater batalhas triviais e distrair-nos da instalação sorrateira do governo mundial. Lembram-se do ano que os Republicanos passaram a tentar acusar Bill Clinton devido ao que aconteceu com Monica Lewinski? O governo paralisou por completo.

Será que temos verdadeiros líderes? Vocês podem reconhecê-los se eles forem marginalizados e feitos anátemas pelos órgãos de comunicação em massa. Os nossos verdadeiros líderes são as pessoas que eles atacam, arruínam, lançam na prisão ou matam.

Fonte: http://ow.ly/rldlw

* * * * * * *
Quem são os líderes mais criticados pelos média no vosso país? É bem provável que esses estejam genuinamente a trabalhar para o povo e fora do controle da elite financeira mundial.



sábado, 19 de outubro de 2013

O choro do idiota útil

As linhas que se seguem descrevem um momento único que muito poucas pessoas irão observar com frequência durante o curso das suas vidas: um idiota útil apercebe-se que foi enganado. Pelo meio, deixo alguns comentários.
Eu e minha esposa costumamos sempre ler seus posts. Acho muito interessante e já aprendi muitas coisas. Nem sempre concordo com você, mas sempre é informativo. Resolvi escrever para expressar uma insatisfação e uma profunda tristeza que venho sentindo não com relação ao feminismo propriamente, mas às feministas de um modo geral. Algumas feministas, inclusive nos comentários do seu blog, escrevem como se todos fossemos monstros machistas, estupradores em potencial. Isto me entristece profundamente. Por ter nascido com o sexo masculino sou um ser desprezível, não posso ser um ser humano decente?
Essencialmente, o idiota útil confessa um certo desapontamento por descobrir o que feminismo realmente pensa da masculinidade. Com base nesse seu previsível desapontamento, o idiota útil resolve escrever para a editora do blogue linkado em cima para expressar a sua frustração, e para mostrar ao mundo como ele está ofendido por descobrir que 2+2=4 e que o Sol é o centro do sistema solar.

O mais engraçado não é a sua agonia por se sentir traído mas sim a tragédia dele muito provavelmente ter sido avisado durante o curso da sua vida adulta da misandria inerente ao movimento feminista (mas ter rejeitado tais esclarecimentos como provenientes de adeptos duma cultura "retrógrada", "reaccionária" e "obsoleta"). 

Hoje, para além da vergonha pública que ele passa por ter revelado publicamente o quão ignorante ele tem sido, ele já começa a abrir os olhos para a dura e misândrica realidade do movimento feminista.

Em relação à sua pergunta "Por ter nascido com o sexo masculino sou um ser desprezível, não posso ser um ser humano decente?" nada melhor que deixar que as feministas lhe respondam:
Subsistem ainda fêmeas com mente cívica, responsáveis, em busca de emoções fortes e prontas a subverter o governo, eliminar o sistema monetário . . . . e destruir o sexo masculino. (Valerie Solanas) 
Sinto que o ódio aos homens é um acto político nobre e viável, e que os oprimidos possuem o direito de ódio de classes contra a classe que os oprime. (Robin Morgan) 
Quero ver um homem espancado até sangrar e com um salto alto enfiado na sua boca, tipo uma maçã enfiada na boca dum porco. (Andreia Dworkin) 
Acho que a testosterona é um veneno raro. (Germaine Greer) 
Toda a actividade sexual, mesmo a consensual entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra a mulher. (Catherine MacKinnon) 
Todos os homens são violadores e é isso que eles são. (Marilyn French)

Portanto, respondendo à pergunta, sim, caro idiota útil, para as feministas tu, como homem, és "um ser desprezível" e não há forma nenhuma de vires a ser "um ser humano decente" (a menos que coloques de lado o que resta do teu comportamento masculino e adoptes o comportamento feminino).
"Homem" feminista
Então, no dia 13/04, eu e minha esposa fomos a SP ao Encontro Feminista, organizado por alguns grupos que têm páginas feministas no Facebook. Com o decorrer do evento, observando as diversas falas, sempre de mulheres, pude perceber que o discurso é sempre voltado às mulheres, que as diversas propostas de ação e tomada de atitude diziam respeito ao que as mulheres devem fazer, a como as mulheres devem se comportar.
Ou seja, o idiota útil foi arrastado para um evento feminista e descobriu, horrorizado, que o feminismo foi feito com o expresso propósito de facilitar a vida da mulher.

Mas mesmo esta  observação não está totalmente certa porque o feminismo não tem em vista os interesses da mulher no geral, mas sim dum tipo específico de mulheres.
Eu sei que a presença no evento era majoritariamente de mulheres, mas me senti excluído e fiquei pensando, 'Tudo bem, é preciso que as mulheres tenham consciência, que se envolvam, mas e os homens? Eles devem ficar de fora do processo, eles não devem mudar seu comportamento, eles não devem educar seus filhos de modo diferente? O que estou fazendo aqui então?'
No intervalo falei para minha esposa, 'Acho que o feminismo não é um movimento pelas mulheres, é um movimento das mulheres!'. 
É um movimento de algumas mulheres.
Sei que estou me alongando, mas antes de continuar, deixe-me falar um pouco sobre mim. Sou sociólogo; nunca, de fato, estudei o feminismo ou li nada escrito por feministas, mas sei por formação que toda diferença entre os sexos e os gêneros é uma construção social. 

Uma coisa que não deixa de ser curiosa é o facto do idiota útil nunca ter lido nada escrito por feministas mas mesmo assim não ter problemas em ser identificado com esse movimento. Isso é o mesmo que uma pessoa não ler nada sobre o KKK mas resolver alistar-se a esse movimento.

Seria de esperar que alguém com formação académica revelasse algum tipo de espírito crítico, mas pelos vistos o esquerdismo paralisa partes consideráveis do cérebro.
Além de estudar há dez anos leciono no ensino superior, sempre em minhas aulas trato de discutir os nossos diversos preconceitos, procuro instigar uma percepção crítica por parte dos alunos, enfim, eu acredito, de verdade, que contribuo para tornar algumas pessoas um pouco melhores com relação a estas questões.
Que pena que esse "espírito crítico" que ele instiga nos alunos não tenha sido usado por ele mesmo para analisar o feminismo antes de se juntar  a ele.
No momento, eu, que sempre falei que sou feminista, inclusive em todas as turmas que dei aula, acho que vou abdicar do rótulo.
Vou deixar isso para as mulheres. Vou continuar minha luta por uma sociedade menos racista, menos classista, menos homofóbica, enfim, mais igualitária, mas penso em não falar mais da opressão que sofrem as mulheres. Afinal sou um monstro estuprador em potencial, meu sexo me define.
Seria muito importante que este idiota útil se apercebesse que a mesma "guerra de classes" (aplicada ao sexo) que ele agora parece começar a repudiar é o factor primordial por trás das outras ideologias que ele parece querer continuar a propagandear. A luta por "uma sociedade menos racista, menos classista, menos homofóbica, enfim, mais igualitária" centra-se no mesmo tipo de pensamento que demoniza os homens e coloca as mulheres a olhar com desconfiança para todos os homens. 

Essencialmente, o pensamento marxista cria uma divisão entre os "oprimidos" e os "opressores", e declara que tudo de mal que ocorre com os oprimidos tem que ser responsabilizado aos opressores. No que toca ao sexo, tudo de mal que acontece com as mulheres é da responsabilidade dos homens (tal como tudo de mal que acontece com os pobres é culpa dos "ricos", tal como tudo de mal que ocorre com os não-brancos é culpa dos brancos, e, finalmente, tal como tudo de mal que acontece com os homossexuais é culpa dos heterossexuais).

Dentro do Marxismo Cultural, promover a normalidade é uma forma de "oprimir" os grupos cujo comportamento não está de acordo com essa noção de normalidade.

Repudiar o feminismo mas continuar a adoptar a mesma mentalidade feminista em outras esferas da vida social é como rejeitar Stalin como um exemplo dum bom líder, mas continuar a apoiar Fidel Castro. Pol Pot, Kim Jong Ill , Mao Tse Tung e todos os outros grandes genocidas e assassinos da história comunista.

O idiota útil sociólogo já deu um passo importante na direcção certa, mas enquanto ele não colocar em causas o pilar do feminismo moderno (o marxismo), ele nunca será totalmente liberto da influência feminista.
Agora, o que mais me entristeceu no evento feminista em São Paulo foi a mesa de discussão da qual 'participei' após as palestras iniciais. Logo no início, a moça que organizou o debate pediu, muito delicada e educadamente, devo confessar (aliás, ela era muito articulada, inteligente e respeitosa com as manifestações diversas), que os homens presentes, éramos três, evitassem se manifestar porque, afinal, 'era um evento feminista e as mulheres são oprimidas e ensinadas a não se posicionarem e exporem suas posições em sociedade em que os homens são criados para serem protagonistas'. Tudo bem, fiquei ressentido e quieto, ouvi e me calei.  
Mas, para piorar, ao final, quando todxs já rumavam para a saída, pensei ter ouvido uma das participantes comentar com a moça que organiza a mesa que, nas próximas discussões, 'Seria legal restringir a participação ao público feminino'.
E porque não? Se a masculinidade é algo de nocivo, e TODOS os homens são potenciais estupradores, como é que uma mulher pode saber se este ou aquele homem não a vai estuprar num futuro próximo? O melhor que as feministas têm a fazer e deixar de ter qualquer tipo de relacionamento (e comunhão) com os homens, e irem viver para bem longe deles. Aliás, isso já foi tentado, com os resultados mais do que previsíveis.

Esta linha de pensamento é tão própria do feminismo que uma das líderes do movimento feminista inglês chega a afirmar que as muitas mulheres são inadvertidamente heterossexuais. Ou seja, uma mulher que tem actividade sexual com um homem está a levar a cabo um acto anti-feminista.
Confesso que na hora pensei que eu devia estar chateado e que devia ter entendido mal, ou imaginado, que a participante tivesse dito aquilo. Para minha surpresa, logo depois minha esposa, sem que eu tenha lhe dito o que ouvira, se disse espantada por ter escutado exatamente o mesmo.
Ou seja, não só o idiota útil desconhecia o que era o feminismo, como a sua esposa - que supostamente deveria saber mais alguma coisa - também se encontrava no mesmo mar de ignorância, qual barco à deriva num mar de falsas expectativas.
Enfim Lola, fiquei, estou, muito chateado. Não posso ser homem e lutar pela igualdade entre homens e mulheres, não posso participar ou me manifestar sobre o tema. Eu realmente fiquei bem magoado.
Só resolvi escrever hoje porque acabo de ler, há pouco, este guest post em que a autora afirma, mais de uma vez, que todos, ou melhor, 99,99% dos homens, são machistas depravados, aproveitadores e violentadores à espreita de uma oportunidade.
Ou seja, o guest post foi escrito por uma feminista que sabe o que o feminismo ensina - ao contrário do professor de Sociologia que nem se deu ao trabalho de se informar mais sobre o feminismo antes de se identificar como um.
Que m*rda, o que foi que eu fiz? Sou homem e portanto sou lixo? 
Segundo o feminismo, sim.
Devo me incluir entre os que denominam as feministas de feminazi? 
Não, uma vez que isso seria um insulto para o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães. Dito de outra forma, chamar de "feminazi" a uma feminista é um elogio para ela visto que o feminismo é muito pior que o já-de-si horrível Nacional-Socialismo.
Poxa, vocês não afirmam sempre que o feminismo não é um movimento contra os homens, que é um movimento pela igualdade?
Desculpe Lola, eu acredito que você não veja as coisas deste modo, mas eu precisava desabafar com alguém além de minha esposa.
Conclusão:

O idiota útil lamenta a misandria do movimento feminista, mas nem se apercebe que ele, como esquerdista, é um dos facilitadores desse movimento. Se não fossem os "homens feministas", muito dificilmente o feminismo teria a força que actualmente tem.

Mas o mais importante a reter deste incidente é a forma como o mais efeminado e submisso dos homens pode, com algum esforço e clarividência, observar o que o feminismo realmente é. Por pior que tenha sido o passado feminista deste homem, ele observou a misandria, e tomou medidas em relação a isso. Infelizmente ainda existem muitos homens a militar pelo feminismo mesmo depois de terem observado o ódio presente no mesmo.

Seria interessante saber se este professor tem planos para começar a militar contra o feminismo, agora que ele sabe o que ele realmente ensina.





segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O que é um "idiota útil"?

Se nunca ouviste falar do termo "idiota útil", fica a saber que era a atitude que Vladimir Lenin nutria pelos ocidentais que viam com bons olhos o avanço da Revolução de 1917.

Inventado pela Rússia Soviética, este termo descrevia pessoas que davam apoio a pessoas como Lenin e Stalin enquanto estes levavam a cabo atrocidades atrás de atrocidades.

Lenin e os comunistas olhavam para estas pessoas com grande desprezo mas apercebiam-se da sua utilidade na disseminação da propaganda comunista nos seus países.

Actualmente, esse termo refere-se a esquerdistas e outros "progressistas" existentes por todo o mundo - normalmente (mas não exclusivamente) estudantes e professores universitários, activistas homossexuais, feministas, ambientalistas radicais, líderes dos movimentos negro/índio/cigano/muçulmano, e outros.

Estas pessoas, em grande parte, não são idiotas no verdadeiro sentido do termo, mas sim pessoas que se alinharam com um movimento, assumindo que estão a trabalhar para um "mundo melhor".  Invariavelmente, quando descobrem que foram enganados, costuma ser tarde demais.

Eles são "idiotas" porque operam com informação parcial mas assumem que têm informação suficiente para saber como todas as outras pessoas existentes no mundo devem viver as suas vidas.

Depois da sua missão estar terminada [total subversão da ordem social], eles deixam de ser úteis e normalmente fazem parte do primeiro grupo a ser fisicamente eliminado pelas mesmas entidades para quem eles trabalharam.





quinta-feira, 18 de julho de 2013

O feminismo lucra com a não-existente "cultura de estupro"


Fonte

(...)

É o feminismo o principal promotor dos estupros contra as mulheres, pois o estupro aumenta o poder do movimento feminista de duas formas: 

1) Primeiro, dando às feministas privilégios legais que elas usam para acusar algum desafeto de tê-las estuprado e assim tirando homens não submissos do caminho delas.

2) Segundo, divulgando ao máximo essa propaganda da mulher coitadinha vítima de estupro é um meio importante de conseguir milhões de mulheres medrosas para apoiar o feminismo.

São mulheres que não estudam o feminismo em profundidade e acabam caindo na teia da militância feminista, apoiando as causas feministas só porque na imaginação dela, o feminismo vai protegê-la de algum homem-lobo-mau estuprador.

Contudo, as líderes feministas pulam de felicidade quando vêem a noticia de que uma mulher foi estuprada, porque elas poderão usar essa notícia como propaganda para a sua ideologia.

As feministas até inventam que são estupradas para atrair a atenção e prender homens desafetos, conforme uma pesquisa feita no fórum de Justiça de São Paulo, mais de 80% das denúncias de estupro são comprovadamente falsas.

Milhares de homens hoje em dia mofam em prisões, sofrendo abusos físicos de outros presos e guardas, porque foram acusados por alguma mulher de tê-la estuprado, APESAR DE NA VERDADE ELES NUNCA TEREM ESTUPRADO ELAS.

Quando nós vemos as estatísticas do enorme número de homens falsamente acusados de estupro, nós começamos a montar o quebra-cabeça para entender o verdadeiro objetivo do movimento feminista e particularmente da Marcha das Vadias: Elas querem chamar a atenção das mulheres para esse poderoso método de eliminação de homens indesejáveis: Basta uma mulher ir numa delegacia, fazer um B.O dizendo que foi estuprada por algum homem, e pronto!! Voilá!!

Você conseguiu destruir a vida de um homem desafeto usando menos de 15 minutos do seu dia, ou seja, ainda dá tempo até de ir no cabeleireiro!! (...)


* * * * * * *

Repetindo o que já foi dito por outras pessoas, o propósito das Marchas da Vadias é intimidar os homens de bem (aqueles que nunca violariam uma mulher) e não "acabar com os estupros".

Uma forma mais ou menos directa de se ver isso é perguntar as feministas se as taxas de violação sofreram algum tipo de decréscimo desde que as marchas da vadias tiveram início. A feminista de rua (a idiota útil do esquerdismo que mostra os peitos na rua como forma de "diminuir com os estupros") ficará confusa com a pergunta porque ela já se mentalizou de que o propósito das marchas não é combater a violência contra as mulheres nem reduzir os estupros. Mas isso já é problema dela.

Se não houve qualquer variação nas violações, então que dizer da eficácia das Marchas das Vadias?...


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terça-feira, 19 de março de 2013

Os relutantes racistas esquerdistas


Uma mulher esquerdista admite de modo relutante que o vibrante multiculturalismo e a imigração em massa lhe estão a tornar numa racista relutante:
Durante os anos 90, quando eu aqui cheguei, esta parte de Acton era uma área tradicional da classe operária. Hoje, não há qualquer indício desse tipo de comunidade - essa palavra tão estimada pela Esquerda. No seu lugar, isto foi transformado num gigantesco campo de transição, e não é o lar de ninguém. A escala da imigração dos últimos anos criou comunidades por toda a cidade de Londres que não precisam - nem querem - interagir com aqueles que não fazem parte da sua comunidade.

As coisas nem sempre foram assim: desde os anos 90 do século 19 que milhares de operários Judeus, Irlandeses, Afro-caribenhos, Asiáticos e  Chineses, entre outros, chegaram à capital, muitas vezes substituindo a população indígena. Sim, havia racismo odioso evidente e discriminação, não nego isso, mas, através dos anos, acredito eu, nós conseguimos gerar uma mistura feliz de incorporações e aspirações mutuas, com pessoas distintas a caminhar sobre os mesmos pavimentos, mas a regressar para casas distintas - algo que os Americanos chamam de "segregaçaõ do pôr-do-sol".

Mas actualmente, apesar dos sonhos multiculturalistas, a segregação intencional está a ser cada vez mais ecoada pela população branca - o número de pessoas brancas a abandonar as nossas cidades está a aumentar. Eu mesma já tomei a decisão de abandonar a minha área de residência, seguindo os passos de muitos dos meus vizinhos.

Eu realmente não quero ir. Trabalhei arduamente para chegar a Londres, para arranjar um bom emprego e para comprar uma boa casa, e com tal, gostaria de ficar aqui. Mas sinto-me estrangeira nestas estradas, e todas as "boas zonas", com estradas seguras, boas casas e cafés aprazíveis, estão bem para além das minhas capacidades financeiras.


Eu vejo Londres a tornar-se cada vez mais num lugar exclusivamente para os imigrantes pobres e para os muito ricos.

É triste que eu me esteja a mudar não por razões positivas, mas para fugir de algo. Se algum dia alguém me perguntar, será que serei capaz de dizer a verdade? Não posso fingir que estou preocupada com as escolas locais, e como tal, talvez diga que é por uma oportunidade de ter uma conversa com alguém sobre a cerca do jardim. Mas na realidade, eu já não preciso de uma desculpa: a imigração em massa está a fazer de todos nós racistas relutantes.
Não é de estranhar que as vozes esquerdistas que mais defendem as glórias da imigração vivam em áreas quase 100% brancas (ou seja, muito monoculturais). Pior, muitos líderes das minorias (tais como Al Sharpton) evitam viver em áreas que "vibram" com o multiculturalismo e a imigração que ele mesmo promove.


Ao mesmo tempo que isto acontece, milhares de idiotas úteis, defensores da imigração em massa e do controle de armas - que não têm meios de viver onde vive a elite esquerdista, rodeados de seguranças e brancos ricos -  fogem das suas comunidades multiculturais em direcção às comunidades que outros esquerdistas passaram os últimos 50 anos a atacar. As suas acções falam mais alto que as suas palavras, e a suas palavras são muito mas segregacionistas e racistas do que as palavras alguma vez ditas pelas pessoas que estes mesmos esquerdistas qualificam de "racistas".

* * * * * * *

A imigração em pequenos números tende a fortalecer a sociedade; a imigração em massa, por outro lado, nada mais é que invasão. Ela destrói a sociedade através da ocupação, perturbação e substituição da população indígena pela população colonizadora.

O mais horrível desta história não é o facto desta idiota útil finalmente se aperceber que as politicas esquerdistas que ela tem defendido durante quase toda a vida são socialmente destrutivas, mas sim o facto desta destruição social ser algo planeado, pensado e levado a cabo. E um dos propósitos desta destruição via imigração está bem patente no que esta idiota útil afirmou:

Eu vejo Londres a tornar-se cada vez mais num lugar exclusivamente para os imigrantes pobres e para os muito ricos.

Ou seja, com a imigração em massa gera-se um fosso permanente entre os muito ricos (esquerdistas) e o resto do povo, consolidando assim o poder da esquerda militante, e precavendo qualquer subversão futura das forças políticas vigentes. Como diz o filósofo Olavo de Carvalho, "pobre não faz revolução", e como tal, quanto mais pobre for a sociedade, melhor é para a elite esquerdista.

Outra coisa notável dos idiotas úteis é que eles só se apercebem do erro da sua visão do mundo quando a SUA VIDA choca com os interesses da elite esquerdista dominante. Sem dúvida que esta mulher aliou a sua voz à dos marxistas culturais quando estes acusavam de "racismo" todos aqueles que avisavam a Inglaterra dos perigos da imigração em massa. Hoje, depois da SUA VIDA ter sido afectada com essa imigração em massa, é que ela começa a ver que quem lançou os avisos tinha razão.

A mente do esquerdista é mesmo assim: solíptica, egocêntrica e egoísta; a realidade só o é de facto se ela se estiver de acordo com as suas experiências pessoais diárias. Se o idiota útil não sentir na pele os perigos dos quais ele é avisado, ele não vai mudar a sua visão do mundo. Como disse Yuri Bezmenov, só quando bota esquerdista se firma no seu pescoço é que o idiota útil se apercebe que foi enganado pelas mesmas pessoas que financiavam o seu moviimento.   


O depoimento desta mulher esquerdista é apenas mais um da crescene onda de insatisfação por parte dos indígenas brancos europeus. Uma vez que a elite esquerdista não tem planos para mudar a sua forma de agir, é seguro afirmar que este tipo de confissões esquerdistas cresçam exponencialmente.



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