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domingo, 28 de outubro de 2018

O arauto da revolta popular

Por Jaime Nogueira Pinto

Rejeição. Não é, por enquanto, senão isso. Não pelos reaccionários, pelos latifundiários, pelos generais golpistas, pelos fascistas declarados ou encapotados, mas pelo povo brasileiro, que vota agora contra a esquerda dita idealista - e notoriamente irrealista quanto à natureza humana (sobretudo à própria) - que montou um "mecanismo" de enriquecimento ilícito e de perpetuação no poder digno dos piores hábitos do coronelismo e do caciquismo que os seus antepassados ideológicos, de Josué de Castro a Celso Furtado, tanto criticaram. Um povo zangado, enganado, roubado, manipulado pelos fariseus da tolerância, dos direitos humanos e das flores de retórica do melhor dos mundos, pelos donos de tudo - do pensamento único aos recursos do Estado.

Nas suas delirantes interpretações do voto Bolsonaro, incapazes de admitir que o voto também é popular e que boa parte do povo brasileiro - pobre, favelada, trabalhadora - votou nele, os comentadores de serviço dizem que o voto é das elites que não querem perder privilégios (ficamos assim a saber que 47% dos brasileiros são privilegiados). Ou então que se trata de um povo que o colonialismo e a ditadura militar condenaram à ignorância, um povo manipulável pela religião e pelas fake news de redes sociais financiadas por conspiradores internacionais (sempre de direita e nunca de esquerda). Isto sem que a total isenção dos grandes media, bem como a sua proverbial independência de interesses económicos e de pressões políticas, saiam beliscadas; ou como se a ideologia por eles propagada não igualasse em zelo e em interditos a mais fundamentalista das religiões. 

Dizem ainda que o PT, que estava muito bem a distribuir recursos, a libertar o povo e a emancipar minorias, foi vítima da perseguição insana de um poder judicial reaccionário ao serviço da CIA e "dos americanos" (que terão encontrado na luta contra a corrupção um pretexto para intervir no Brasil) e do "populismo penal" do Lúmpen que semelhante cabala desencadeou. Dizem muita coisa.

Esta esquerda, que há muito se habituou a condicionar as cabeças e os corações dos eleitores, controla o léxico da comunicação, continuando a distribuir qualificativos destinados a acordar fantasmas de tiranias passadas (só as "fascistas") e a toldar a dura realidade das presentes tiranias. Mas se ainda domina nos grandes media, na Academia e até nas Artes, perdeu o domínio do povo. E é isso que lhe dói: deixar de controlar o que deve ouvir, ver, pensar e escolher "o povo".

Estabelecida no poder e corrompida por ele, sem o controlo da nova "rua" ou das novas formas de dissidência, alienada do povo e das suas velhas causas, esta esquerda arrogante, decadente mas habituada a ser campeã da revolta e do progresso, vê-se agora subitamente ancien regime, ortodoxia contra a qual lutam os novos insubmissos e os novos "danados da terra". E é ela que censura e policia o discurso; é ela que rasga as vestes e se escandaliza e se ruboriza com as blasfémias, as barbaridades e as imoralidades proferidas pelos líderes selváticos que o povo, ou parte dele, sem outra escolha, resolve levar em ombros.

Desde 2016 que o sistema estabelecido começou a sofrer derrotas. Por sistema estabelecido entenda-se uma espécie de hipercapitalismo financeiro, burocrático e global, combinado com os novos e coloridos direitos humanos, animais e planetários de uma esquerda que parece ter desistido do velho e humilde "feijão com arroz" para impor ao(s) género(s) humano(s) o seu novo cardápio gourmet.

O denominador comum da revolta popular e das alternativas escolhidas é a rejeição do que está, sem medo de correr riscos na alternativa. Por isso, como em todas as revoltas e em todas as revoluções, as escolhas recaem sobre personalidades extremas, como Donald Trump e Jair Bolsonaro. Que podem não ser uns santos varões, que podem não ser cruzados do novo humanismo, que podem dizer coisas chocantes ou até aviltantes, mas que têm a grande vantagem de não ser nem Hillary Clinton nem Fernando Hadadd, representantes de um sistema oligárquico adocicado pela retórica de quem tira milhões da pobreza... para os pôr na Suíça.

Os pobres honestos do Brasil - que são a maioria - são os mais expostos à brutalidade das máfias que dominam os bairros periféricos e ao crime desorganizado das violações, dos homicídios, do terror cleptocrático. Com mais de 62 mil homicídios em 2016, não admira que os brasileiros queiram mão dura sobre os criminosos. E para os que não vivem em condomínios de luxo nem têm segurança privada, essa mão dura terá necessariamente de vir do Estado e da polícia.

Estes dois factores - a corrupção de todos mas sobretudo do PT e a segurança - são sem dúvida os que, pela negativa, penalizam os partidos clássicos e favorecem Bolsonaro. Mas há também factores que, pela positiva, o favorecem: a afirmação da nação e do seu valor central na equação política e a campanha cultural pelos valores religiosos e familiares contra a pressão intimidatória dos activistas dos mil "géneros", que querem transformar uma legítima campanha pelas liberdades e direitos de minorias sexuais numa missionação apostada em elevar a regra condições, opções e costumes minoritários.

A esquerda radical e o centro moderado não têm de se queixar: a arrogância, a impunidade e a agressividade de uns e a cobardia cúmplice de outros, a corrupção ou a tolerância à corrupção de todos e, sobretudo, a hipocrisia levaram o povo brasileiro ao desespero e à revolta. Esse desespero e essa revolta encontraram voz num inesperado arauto: Jair Bolsonaro,17.


Jaime Nogueira Pinto: Professor universitário e autor. Escreve de acordo com a antiga ortografia
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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

A superioridade do Nacionalismo sobre as alternativas


Aparentemente há alguma verdade nas palavras de quem afirma que o pêndulo Histórico volta sempre para o lugar de origem.



domingo, 9 de outubro de 2016

O globalismo é anti-Cristão e demoníaco

Por Brandon Showalter

Teólogos e estudiosos proeminentes afirmaram recentemente que, embora o globalismo possa ser uma palavra "quente" durante este ciclo eleitoral, muito poucos entendem as forças demoníacas que operam por trás desta ideologia.

Tal como o New York Times reportou na passada Segunda-Feira, até bem pouco tempo atrás era raro ouvir alguém ser referido como "globalista", mas esta qualificação está bem mais comum nos dias de hoje.

E embora muitos globalistas aleguem ter os interesses do mundo inteiro em vista, a ironia de tudo é que eles tornaram-se numa tribo, e eles são uma tribo rica, elitista e poderosa para quem as fronteiras nacionais são um impedimento para a sua agenda.

Embora existam muitas definições para globalismo, um fosso enorme separa 1) intercâmbios globais necessárias num mundo cada vez mais interligado, tais como o comércio, imigração legal, e a cooperação e partilha de ideias através de fronteiras do 2) globalismo como uma espécie de religião secular humanista que tem em mente um governo mundial.

Segundo alguns, para a segunda definição de globalismo tal visão encontra-se directamente oposta à visão Cristã do mundo, mesmo sabendo que a Igreja é em si global e o Reino de Deus não se encontra contido por fronteiras nacionais. Wallace Henley, pastor sénior da Segunda Igreja Baptista de Houston (Texas) disse o seguinte numa entrevista telefónica para a CP:

Uma objecção importante ao globalismo, do ponto de vista espiritual e Bíblico é que muitos dos globalistas estão a tentar avançar com um código moral global.

Henley, que escreveu recentemente sobre as fronteiras nacionais (ver parte 1 aqui, parte 2 aqui, e parte 3 aqui), explicou mais ainda que está em operação um espírito de anti-Cristo que se opõe ao Reino de Cristo, que se baseia em justiça, paz e alegria no Espírito Santo.

O Reino do Senhor Jesus Cristo é a forma mais elevada de civilização. A anti-civilização representada pelo anti-Cristo é o contrário disso. Portanto, se  reino de Cristo é justiça, a anti-civilização é maligna e injusta. Se o reino de Cristo é paz, o reino do anti-Cristo é conflito. Se o reino de Cristo é alegria no Espírito Santo, a anti-civilização é tristeza.

No dia 4 de Setembro último, um artigo do American Thinker com o título de "Globalism: the Religion of Empire", o teólogo Fay Voshell salientou de igual modo que
. . . tal como a visão Cristã dum Reino de Deus universal, a religião do globalismo secular alega universalidade, mas é um substituto terreno da Igreja universal. A visão Cristã olha para a Igreja universal como o reino de Deus governando a Terra. A religião do globalismo tem em mente uma ordem mundial utópica e terrena onde todos os homens prestam vassalagem a sacerdotes de elite que governam uma Cidade Mundial sem fronteiras nacionais.
A ausência de fronteiras, prossegue Henley, é particularmente problemática "porque dentro das fronteiras, cada civilização pode escolher manter os princípios que nós [como Cristãos] acreditamos estar no centro do que faz duma civilização uma civilização." Sem estados-nação dentro dessas fronteiras, "a única alternativa e isso é um governo mundial, algo que é aterrador," acrescentou ele.

As tensões políticas do ano passado, tais como a revolta popular contra a aceitação Alemã de centenas de milhares de refugiados do Médio Oriente, o voto Britânico para sair da União Europeia, e as contenciosas primárias do partido Republicano que geraram a candidatura de Donald Trump para Presidente, revelaram revoltas nacionalistas contra ideias e influências globalistas.

Num artigo que se tornou viral, presente no Charisma News em Agosto, o Pastor Jim Garlow, da Skyline Church em San Diego, sugeriu que se calhar a razão mais importante para os Cristãos votarem em Donald Trump é o facto dele ser contra o globalismo enquanto que a Hillary Clinton sobrevive à custa dele:

O globalismo é muito mais que "geográfico" ou "eliminação de fronteiras e limites nacionais". É espiritual e demoníaco na sua essência. Poucos - muito poucos - entendem isto. É bem provável que este seja o motivo que leva a que Trump seja tão odiado. Façam o trabalho de casa. Pensem em "principados, e potestades" [Efésios 6:12]

O CP [Christian Post] perguntou a Henley para comentar a alegação de Garlow de que poucos Cristãos entendem isto. Globalismo, respondeu Henley, nada mais é que "espiritualidade secular" e os seus devotos são muito religiosos.

Essa espiritualidade secular irá negar qualquer tipo de operação do anti-Cristo ou de espíritos demoníacos. Portanto, nem é um campo de estudo legítimo nas instituições onde o pensamento está a ser formado. Seria terrivelmente politicamente incorrecto.

Mais ainda, continua ele, "há uma redefinição e revisionismo generalizado a ocorrer dentro da comunidade académica e dentro de outros formadores de consenso. Se por acaso um académico começa a falar sobre isto, ele perderá a sua posição catedrática, e pode perder tudo."

(...)

~ http://bit.ly/2dtS6Od

* * * * * * *

Obviamente, a religião da Nova Ordem Mundial não é o secularismo, mas sim o satanismo. E como é que sabemos disso? Sabemos disso porque eles mesmos já se descuidaram e já revelaram isso mesmo. É por isso que os Poderes Estabelecidos, com o apoio colossal dos banqueiros, tem um ódio especial ao Cristianismo, e uma tolerância enorme por com as outras religiões - islão, judaísmo, paganismo, hinduísmo, budismo, etc.



segunda-feira, 27 de abril de 2015

Como destruir uma nação sem usar armas de fogo

Por Coronel Dan

Se por acaso tivesses o propósito de destruir uma nação poderosa, imersa numa filosofia originalmente poderosa, independente e totalmente oposta à tua - um país que não quisesses enfrentar militarmente - como é que farias as coisas? A resposta é simples; orquestra a sociedade para a destruir a partir de dentro. 

Embora isto possivelmente possa demorar mais tempo que uma vitória militar, e exigir mais paciência, os estragos seriam igualmente eficazes - se não mais ainda. Quando se destrói uma nação a partir do seu interior, usasse o seu próprio povo, e desde logo, nenhum sangue é derramado em combate e as infraestruturas físicas são mantidas intactas.

Em qualquer país, existem certas área-chave que determinam a forma como os cidadãos amadurecem, vivem, e desenvolvem as suas crenças. Esses são os pontos centrais que têm que ser atacados. No seu livro "On War", Clausewitz referiu-se a este conceito de identificar e focar-se nos pontos seleccionados como um ataque aos centros de gravidade.

O centro de gravidade é o tal elemento-chave que, quando controlado e destruído, irá prejudicar de forma considerável o teu adversário e isso é um factor crítico para tu  atingires o teu objectivo. Neste caso, quando se toma o controle ou se destrói o inimigo a partir do seu interior, a chave é atacar e controlar a mente dos seus habitantes - tens que moldar a forma como as pessoas olham para a vida e para os valores sobre quais a sua vida se fundamenta. Molda a sua mente e irás controlar o seu avanço. Controla o seu avanço, e serás capaz de as guiar até um caminho que desça até ao inferno.

Os centros de gravidade que eu iria moldar na orquestração da queda dum país a partir do seu interior são os responsáveis pela sua percepção da verdade, as suas gerações futuras, a ideologia política, o seu sentido de nacionalismo e, claro, a sua economia.

Para moldar a verdade, há que controlar os média: A maior parte das pessoas absorve o que elas sabem sobre a vida a partir dos grandes centros mediáticos, que pintam uma imagem que tem como propósito ser vista por todos. Se essa imagem é constantemente distorcida, as mentiras passam a ser aceitáveis - isto é, digam repetidamente mentiras suficientes e mais cedo ou mais tarde essas mentiras passam a ser um "facto".

Rodopiem e inventem, distorçam e influenciem usando as plataformas públicas - tais como a televisão, a rádio e a imprensa - e vocês serão capazes de manejar e controlar a mente da vasta maioria da sua população em qualquer área à vossa escolha.

Esta influência subversiva inclui 1) colocar um grupo contra o outro, como forma de gerar discórdia interna, 2) ridicularizar, desacreditar e colocar em causa os princípios morais e os valores nacionais do país como forma de destruir qualquer traço dum forte fundamento espiritual ou duma forte aliança, única àquela cultura nacional. Isto é mais fácil de ser feito se muitos dos alvos da vossa audiência se tiverem tornado preguiçosos, sem educação, mal-informado, sem capacidade de raciocinar e apática.

Para moldar as gerações futuras, controla as escolas: Indoutrina de forma progressiva as crianças com princípios que estão de acordo com a tua filosofia. Faz com que as gerações futuras fiquem mentalmente, fisicamente e espiritualmente fracas. Evita ensinar as crianças os factos básicos da sua própria história, da sua constituição ou dos seus direitos. Ensina-os que a agressividade natural está errada, e que o certo é ser dócil e submisso.

Ensina-os que qualquer fundamento moral, tais como os princípios da religião, é uma fraqueza a ser evitada em nome da liberdade, e cria uma nova definição de patriotismo de forma que este novo entendimento esteja de acordo com os teus pontos de vista.

Ensina-os a colocar de parte os antigos valores e as antigas tradições no interesse e em nome da sensibilidade - afinal de contas, não queremos que as pessoas se sintam ofendidas com as nossas crenças antiquadas e tradicionais, pois não? E as armas, oh, as armas são malignas, perigosas, e socialmente inaceitáveis - um mal que tem que ser erradicado da sociedade para o bem das crianças, obviamente.

Para moldar a filosofia política, infiltra-te no governo: Sempre que for possível, coloca pessoas favoráveis à tua filosofia nos mais elevados cargos - quanto mais elevados, melhor - de modo a que elas possam manejar a direcção do país dentro de cada sector do governo, prometendo soluções, oferendas e benefícios para todos. De certa forma, tu podes pender a legislação rumo ao aumento do controle do governo e da dependência da população perante esse mesmo governo - governo esse que tu estás a moldar.

Actualmente, se tu conseguires encher os tribunais com juízes nomeados que não serão responsabilizados perante a lei e perante a constituição, podes agir com impunidade virtual. 

A infiltração junto dos mais elevados cargos pode também ser empregue para enfraquecer as forças militares através de cortes orçamentais, restrições injustificáveis, degradando tanto a moral como a eficácia das forças militares. Um país sem uma forte força militar é como um touro sem chifres ou um tigre sem garras - indefensável e vulnerável.

Para moldar o sentido de nacionalismo, dilui a cultura e a língua: Uma sociedade forte tem os seus fundamentos numa cultura única e na língua comum. Dito de forma simples, e em última análise, a cultura e a língua é que definem e unem a nação. Se conseguires manipular estes dois elementos importantes através de acção legislativa e pressão social, podes enfraquecer os fundamentos de qualquer país. Como? Introduzindo e eventualmente forçando a aceitação do conceito multicultural bem como a recusa do uso da língua comum como a língua oficial.

Resumidamente, impede a assimilação cultural e fragiliza qualquer sentido de nacionalismo. Encoraja e orquestra o aparecimento duma sociedade mosaica, e não dum "melting pot", e serás capaz de, eventualmente, ferir de morte a estrutura nacional.

Para moldar a economia, gasta, gasta, gasta, e tributa, tributa, tributa: Um país com uma economia forte é financeiramente independente e pouco provável de olhar para o governo para o que quer que seja. Se as pessoas livres não dependem do governo, então o governo tem poucas formas de manobrá-las. Ao legislar largas somas de dinheiro dos bolsos do erário público, consegues atingir dois objectivos importantes:
  • Primeiro, crias dependentes junto dos negócios públicos e privados, que estão agora sujeitos à condições, regras e regulamentos que tu ditas.

  • Segundo, estás a colocar o país sob uma dívida insustentável, reduzindo o valor da sua moeda ao mesmo tempo que fragilizas a sua economia.

E, claro, para apoiar todo este gasto, dizes que as pessoas têm que "investir" nestes "benefícios" disponibilizados pelo governo de forma a que possas tributá-los incessantemente, tirando o dinheiro dos seus bolsos e a independência das suas vidas. Eventualmente, se tributares as pessoas o suficiente, irás oprimi-las financeiramente a tal ponto que elas passam a ser servas, sobrecarregando a estrutura económica até ao ponto do colapso.

Através duma manipulação paciente e inteligente, coordenando estes poucos centros de gravidade, tu podes - com o passar do tempo - tecer a queda até da nação mais poderosa que existe, usando os seus próprios cidadãos e os seus sistemas para orquestrar a sua destruição.

A ironia é que em apenas algumas gerações, as massas indoutrinadas ficarão convencidas que este caminho, que foi preparado para eles, verdadeiramente é o caminho esclarecido para a humanidade e irão de livre vontade ansiar pela viagem. Tu terás, assim, tomado conta dum poderosos rival sem no entanto ter derramada uma gota do teu sangue. (...)






quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Feminismo Sueco ensombrado pela ascensão nacionalista


No seguimento das eleições Suecas de Domingo passado, as expectativas do grupo Feminist Initiative, o partido político explicitamente feminista mais forte do mundo, eram elevadas, mas quando os resultados desalentadores ficaram a ser conhecidos, muitas faces ficaram marcadas com lágrimas e os apoiantes tiveram que arranjar um lugar para sentar (provavelmente para evitarem uma lesão se por acaso viessem a desmaiar).
As eleições Suecas de Domingo passado ofereceram extremos emocionais suficientes capazes até de causar o detective distante e sem resposta do The Bridge, Saga Norén, a buscar uma cama para se deitar. Houve lágrimas quando as celebrações do partido Feminist Initiative (FI) causadas pela sondagem feita à saída dos locais de votação - que indicavam que o partido iria atravessar a marca dos 4%, necessário para dar ao partido, e pela primeira vez, um lugar no parlamento - se revelaram demasiado optimistas. A contagem final viu a fatia do partido FI fixar-se nos 3,1%, apesar do apoio de Pharrell Williams e de Benny Andersson (Abba), e isso não foi suficiente para assegurar um dos 349 lugares possíveis.
Do outro lado do espectro político, os Democraras Suecos - partido nacionalista que defende a causa dos Suecos indígenas - obtiveram ganhos consideráveis, aumentando a sua fatia dos eleitores para além dos 100% para 13% do total, tornando-se consequentemente no terceiro maior partido, muito graças ao apoio da juventude Sueca.
A Suécia socialmente liberal juntou-se a outros países Europeus ao passar a ter um partido de extrema-direita [sic] considerável, um que se opõe às generosas políticas de refugiados. “Hoje, a Suécia está chocada,” disse Haakan Bengtsson, director do grupo de reflexão Sueco Arena, depois do importante avanço dos Democratas Suecos (SD), que fizeram campanha em favor da redução radical da imigração. 
Num país que se orgulha da sua longa tradição [?] de receber os refugiados, nas eleições gerais de Domingo passado o partido perturbou o consenso e duplicou o seu apoio para quase 13%, passando a ser o terceiro maior partido do país após um só mandato no parlamento.
Isto confirma a minha tese de que, num futuro próximo, as políticas étnicas irão superar as políticas sexuais; isto dá-nos uma ideia clara do destino do feminismo Americano na nossa emergente sociedade pluralista. Inevitavelmente, o feminismo irá murchar na vinha à medida que os mais fortes laços nacionais e laços de clã começam a dominar a política.

Não há forma do feminismo alguma vez vir a formar uma bem sucedida coligação multicultural visto que o feminismo sempre foi um movimento da mulheres brancas a usar a sua influência como forma de extrair concessões dos seus próprios homens [homens brancos].

Não acreditam? Reparem na foto que se segue tirada durante uma festa do partido Feminist Initiative.


Viram algum Somali? Sírios? Paquistaneses? Não se vê um único chador

Como termo de comparação, eis aqui uma foto do Partido Social Democrata Sueco (partido esquerdista multicultural) durante uma demonstração.


* * * * * * *

O feminismo tem os dias contados, mas a julgar pelo que se vê entre as mulheres brancas ocidentais da classe média-alta (ou seja, 99,99% da elite feminista), nós ainda estamos nos anos 60, e o feminismo é a coisa mais fabulosa alguma vez inventada (logo a seguir à roda).

Como diz Price, o feminismo não irá sobreviver na própria cama e na própria cultura que ajudou a criar porque o feminismo, sendo uma ideologia criada para o benefício da mulher esquerdista, branca, e da classe média-alta, nunca iria sobreviver numa sociedade multicultural.

Invariavelmente, o feminismo será colocado de lado, e o antigos papéis sexuais serão restaurados à medida que os nativos Europeus começam a combater duma forma frontal a elite globalista e os "enriquecedores culturais".



sábado, 10 de maio de 2014

A imigração e o estalinismo Sueco

Por Selwyn Duke

Se o fiasco da Mozilla fez com que as pessoas pensassem que apoiar o verdadeiro casamento nos EUA era arriscado, tentem levantar algum tipo de oposição à imigração na Suécia. É bem provável que se lembrem da história que envolveu o The Journal News em Nova York, que em 2012 publicou os nomes e as moradas de homens do município que conferem licenças para porte de armas. Sabe-se agora que um jornal Sueco fez o mesmo contra  alguns dos seus cidadãos que são contra a imigração. Mas enquanto que o The Journal News recebeu críticas duras pelas suas acções, na Suécia são as vítimas que estão a ser alvo de críticas. Pamela Geller, jornalista, reporta:

Um dos maiores jornais do país, Expressen, usou hackers criminosos para invadir a Disqus e obter o email e as identidades de comentadores online, e para revelar as pessoas por trás das alcunhas ou por trás dos IDs anónimos. O jornal enviou um repórter e um operador de câmara para a casa duma das pessoas e perguntou se eles haviam escrito coisas em sites distintos. O Expressen publicou os nomes e s fotos de algumas pessoas, o que levou a que pelo menos uma delas perdesse o emprego.

Não é de admirar que o tópico da imigração seja um assunto controverso na Suécia. Havendo sido no passado um país homogéneo com uma das taxas de crime mais baixas do mundo, as ondas de imigração muçulmana estão, actualmente, a transformar a Suécia naquilo que um relatório das Nações Unidas qualificou de país do Terceiro Mundo.  Daniel Greenfield (Frontpage Mag) revela estes ventos de mudança:

A população Sueca cresceu de 9 milhões para 9,5 milhões entre 2004 e 2012 muito graças à imigração de "países como o Afeganistão, o Iraque, a Somália". 16 porcento de todos os recém-nascidos têm mães provenientes dum país não ocidental. A taxa de desemprego entre os imigrantes encontra-se na ordem dos 54 porcento.

A Suécia tem hoje o segundo maior número de violações sexuais, logo após a África do Sul, que ao se centrar em 53.2 por cada 100,000, é seis vezes mais elevada que a dos EUA. As estatísticas mostram agora que 1 em cada 4 mulheres Sueca será violada.

Setenta e sete porcento destas violações é cometida por "estrangeiros"; enquanto que a larga maioria dos violadores são muçulmanos, a larga maioria das vítimas são nativas Suecas. E estes números, segundo dizem os críticos, são estimativas provavelmente inferiores à realidade feitas por autoridades que preferem, de todo, branquear o problema.

Para além disso, os muçulmanos e os Suecos são de facto o confronto cultural por excelência, combinando uma cultura notoriamente patriarcal que coloca ênfase na modéstia feminina com a sua antítese: uma sociedade secular, libertina, super-feminista e hedonista. Enquanto que as mulheres muçulmanas usam hijabs, e por vezes burkas inteiros, a Suécia é melhor definida pela promiscuidade; enquanto que a lei Sharia reina suprema na maior parte de Dar al-Islam, as feministas Suecas já propuseram medidas tais como "o Imposto Masculino"  (uma taxa especialmente feita para os homens como forma de compensar os custos da "violência masculina"), e já fizeram pressão politica para que os urinóis sejam removidos das escolas devido à teoria de que a forma típica como os homens respondem ao apelo da natureza é simbólico da dominação masculina.

Os críticos afirmam que este libertanismo e radicalismo esquerdista, tão distante dos muçulmanos tradicionais, apenas intensifica o seu desprezo pela cultura Sueca e é usado para justificar a violência contra "a decadente mulher Ocidental."

E depois há a violência mais visível. Tal como na França e em todo o lado, os muçulmanos a viver na Suécia queimaram edifícios e centenas de carros durante o ano passado (num tumulto centrado no subúrbio de Estocolmo com o nome de Husby). E actualmente, muitos dos Judeus Suecos temem vir a ser vítimas de violência e como tal, estão a abandonar o país.

A exacerbar a hostilidade muçulmana por outras culturas, afirmam alguns críticos, estão os apelos religiosos para a subjugação dos infiéis. E frequentemente eles citam como evidência o que o embaixador de Tripoli Sidi Haji Abdrahaman disse a Thomas Jefferson em 1785 depois de ter sido questionado do porquê do seu estado Berbere estar a atacar barcos Americanos. Tal como registou Jefferson,

Estava escrito no seu Alcorão que todas as nações que ainda não haviam reconhecido o profeta eram pecadoras, e os fiéis tinham o direito e o dever de as pilhar e as escravizar; e que todos os muçulmanos que eram mortos durante esta guerra iam para o Paraíso.

Em contraste com este extremo chauvinismo religiosos e cultural encontra-se a devoção Sueca ao multiculturalismo. A imigração na Suécia tornou-se sacrossanta e é apoiada como um dogma ao mesmo tempo que quem se coloca contra ela pode sofrer perseguição. Tal como notou a CBNS News no princípio deste mês num artigo com o título de "Suécia Soviética? Nação Modelo Escorrega para o Terceiro Mundo",

O establishment esquerdista Sueco acredita que a pedra angular da sua sociedade perfeita é o multiculturalismo - imigração em larga escala de alguns dos países mais pobres e retrógados da Terra - e os Suecos que discordam desse plano correm o risco de serem classificados de racistas, fascistas e até Nazis. O jornalista Dinamraquês Mikael  Jalving, autor do livro "Absolut Sweden", afirmou:

A imigração é o ponto de partida e o ponto de chegada. É o ponto mais importante a provar, isto é, que és amigável para com os imigrantes, que vês com bons olhos a imigração.

E se for possível "provar" que tu não apoias a imigração, "então és excluído do jogo", afirma Jalving. O que é que ser excluído do jogo significa? A jornalista Ingrid Carlqvist explica que tu te tornas num pária, declarando, "Se eles te apontam o dedo e dizem que és racista, então perdes o emprego, a carreira profissional, e podes até perder a tua família. Ficas sem futuro.

Carlqvist fala com base na sua experiência pessoal; depois de ter fundado o jornal online crítico da imigração Dispatch International com o colega Lars Hedegaard, ela abandonou a Suécia temendo perseguição. Ainda mais arrepiante é a razão pela qual o plano da jornalista de criar um jornal físico não ter avançado. Como explica Carlqvist, "E se o carteiro visse que tinhas uma cópia desse jornal? E se o teu vizinho visse? Eles poderiam pensar que eras racista ou que tu odeias os muçulmanos."  Como diz a CBN, "A Suécia tornou-se numa nação onde alguns pontos de vista são demasiado arriscados até para serem lidos."

Ou até falados.

Num gesto que faz lembrar a Alemanha Nazi, Jalving diz-nos que os pais Suecos aconselham os seus filhos a não revelar as suas opiniões políticas devido aos receios delas virem a destruir os seus futuros. Outros jornalistas disseram à CBN duma "atmosfera Estalinista" na Suécia, um clima que inspirou a radio-jornalista ex-Sueca Amun Abdullahi a regressar para a sua Somália nativa depois de 23 anos a viver na Suécia. Ela afirma que a Suécia é mais perigosa que Mogadíscio porque "Aqui não se pode dizer a verdade" - "as pessoas são silenciadas."

E o que dizer da assimilação? É uma palavra feia na Suécia. A CBN escreve, citando Jalving:

É suposto os Suecos aprenderem com os imigrantes, e não o contrário. Há um ódio palpável contra a cultura Sueca junto das elites... A assimilação está totalmente fora dos planos..... Todas as pessoas, em todos os partidos políticos mainstream ... iriam sorrir mal ouvissem a palavra "assimilação"; [ela] torno-se uma palavra Nazi.

Mas os críticos dizem que, neste caso, "Nazi" parece ser uma projecção. E quer essas "elites" aprendam ou não que se deve ter cuidado com o que se deseja, parece que eles não terão que se preocupar por muito mais tempo com a cultura Sueca que eles tanto odeiam. Carlqvist sumariza as coisas desta forma:
Tínhamos um bom país, um país rico, um país agradável, e dentro de alguns anos esse país deixará de existir..



segunda-feira, 3 de março de 2014

Introdução ao Marxismo Cultural


Há já algum tempo que eu queria escrever um artigo sobre o Marxismo Cultural, mas tentar limitar o alcance do meu artigo ou cobrir todas as ideias distintas tem sido um desafio. Já li o artigo na Wikipedia e ele fala na Escola de Frankfurt, mas não estou convencido de que ele é assim tão aprumado; eu acho até que isto está mais relacionado com a natureza humana do que com Karl Marx. Este será apenas o primeiro artigo que eu tenciono escrever sobre o Marxismo Cultural, mas gostaria de deixar este artigo disponível como uma introdução ao tópico, ou como algo do tipo "como detectar um Marxista Cultural", antes de começar a explorar os diferentes aspectos do Marxismo Cultural de uma forma mais profunda.

Socialismo, Comunismo e Marxismo

Os Marxistas são um grupo diverso; muitas pessoas podem afirmar que o que os une são as suas ideias de colectivismo. Eu discordo; o que os une é a ideia de que todas as relações humanas, que atravessam as áreas da etnia, da classe, da cultura, da religião, da política, da sexualidade e da vida pessoal, podem ser reduzidas para a dinâmica de dominação e submissão com um opressor e um oprimido. Ou seja, onde quer que haja uma distinção entre dois grupos, a sua relação será uma de "opressor versus oprimido", isto é, boas pessoas e más pessoas.

Para além disso, o grupo que está na mó de cima, ou que é visto como estando na mó de cima ("privilegiado"), é automaticamente a parte culpada. Qualquer pessoa que os Marxistas Culturais classifiquem de "privilegiado" é inimigo da sociedade. A única posição segura é criar a impressão de ser uma vítima indefesa.

Eu não acredito que Marx tenha inventado o Marxismo, mas sim que o mesmo faça parte da nossa programação igualitária primitiva e tribalista que foi muito bem usada pela nossa espécie durante os tempos nómadas. Ela manteve a maioria dos membros da tribo vivos através dum sistema de exploração dos trabalhadores mais eficazes, e desde logo providenciando uma vantagem de sobrevivência à espécie.

Os marxistas culturais não são diferentes dos revolucionários ou dos comunistas no propósito final que eles têm para todas as sociedades. Eles só diferem deles porque desejam avançar com a sua agenda usando tácticas não-violentas de causar a vergonha dentro da sociedade ["social shaming"] e o cultivo da culpa. Uma vez que isto é motivado por um instinto primitivo, duvido que a maior parte dos marxistas culturais esteja ciente do que faz, ou do porquê eles o fazerem, mas eles são pessoas cheias de boas intenções, apenas lhes faltando a perspectiva da forma como o seu comportamento está, na verdade, a impactar o mundo à sua volta, e como isso está a impactar a sua própria habilidade de terem vidas felizes e satisfatórias.

Uma pessoa independente e que tenha o que tem como consequência do esforço próprio, não pode ser um marxista cultural porque a sua independência retira dele todas os incentivos para que ele venha a depender de outras pessoas. Quanto mais dependente a pessoa for de outros, emocionalmente, socialmente ou materialmente, maiores serão as probabilidades dessa pessoa vir a ser marxista cultural.

Politicamente Correcto

A melhor definição de politicamente correcto que já ouvi é "colocar a responsabilidade da reacção do ouvinte sobre os ombros de quem fala". Por exemplo, se por acaso tu dizes algo que me deixa perturbado, então tu és culpado por me teres perturbado, e como tal, da próxima vez que fores a falar, toma cuidado com o que vais dizer como forma de não magoares os meus frágeis sentimentos e eu não me responsabilizar por te ter espancado. Esta é a mentalidade dum tirano, no entanto todos os dias nós andamos por ruas que estão cheias de pessoas que pensam assim.

Os marxistas culturais pensam desta forma porque eles dependem emocionalmente de outras pessoas.

Será fácil detectar os marxistas culturais quando se chega ao politicamente correcto porque eles ficam zangados sempre que tu dás uma opinião diferente da deles. Por exemplo, é um facto amplamente estabelecido que, nos EUA, os negros comentem mais crimes que os brancos. Não existe qualquer razão racional para alguém ficar ofendido com este facto, mas os marxistas culturais irão reagir de formas que vão desde tentar silenciar o teu discurso, ridicularização e até inventar directamente acusações de racismo.

Outro exemplo seria expressar uma opinião tal como, "Eu acredito que em média, os homens têm um limiar de dor mais elevado que as mulheres"; esta é uma opinião que eu já expressei abertamente e por uma vez a reacção foi, "nem te atrevas a dizer isso a uma mulher!"

No entanto, a pessoa com quem eu estava a falar era uma mulher, e ela pessoalmente não se importava com esta minha opinião; ela não concordava mas ela não sentia necessidade de fazer com que eu concordasse com ela, ou vice-versa; nós pudemos discordar de forma amigável.

Mas o facto dela ter que me avisar (para a minha própria protecção) para não expressar tal opinião, ressalva o poder do politicamente correcto e, consequentemente, do Marxismo Cultural. Embora uma menor proporção de pessoas seja marxista cultural, eles têm uma alargada e desproporcional influência na liberdade e no discurso na nossa sociedade através do seu uso da intimidação de pessoas até que elas se calem e não expressem publicamente as suas sinceras opiniões.

Quando foi a última vez que tu falaste com uma pessoa e disseste exactamente o que estava na tua mente antes de passares por um intenso processo de análise para saber se era seguro falar ou não? Agradece isso ao facto dos marxistas culturais monitorizarem todos os teus pensamentos.

Nacionalismo Negativo

Nacionalismo Negativo é a crença de que o teu país é corrupto, degenerado e indigno do teu amor e da tua lealdade. A título pessoal, posso dizer que este é um dos sinais mais repulsivos e alarmantes no Marxismo Cultural. O desprezo que muitas pessoas, especialmente estudantes universitários, têm pelo seu próprio país é uma situação extremamente perturbadora, particularmente se levarmos em conta que os graduados universitários irão preencher a larga maioria das posições de autoridade na nossa sociedade.

Quando eu falo de nacionalismo, ou do amor pelo próprio país, não estou a falar da obediência desmiolada ao governo ou a um líder nacional. O nacionalismo é o amor pelo país e, de facto, amar o próprio país envolve uma certa desconfiança,, suspeita, e até hostilidade para com os governos nacionais visto que é impossível confiar aos políticos o cuidado necessário do bem-estar de algo que tanto amamos.

O nacionalismo centra-se em dizer, "Eu exijo melhores líderes para o meu país. Eu exijo melhores motivos que justifiquem a nossa entrada numa guerra como forma de dar apoio à ganância corporativista, ou ideias altruístas vagas de civilizar os Povos 'selvagens'". O Nacionalismo é criar uma sociedade onde as pessoas olha umas pelas outras visto que partilham duma identidade comum e um conjunto de valores.

O nacionalismo é criar uma comunidade forte e unida. O nacionalismo não é o conformismo ou lealdade descuidada. De facto, um líder ou governo que exige lealdade descuidada por parte do seu país está a dar apoio a um crime contra a nação, crime que chamamos de "traição".

O nacionalismo negativo é uma forma de traição. No passado, se alguém dissesse "Tenho vergonha em ser Australiano!", nós chamaríamos a essa pessoa de traidora ou pelo menos ficaríamos com a suspeição de que ela estava disposta a cometer actos de traição. O que é muito revelador na pessoa que diz "Odeio o meu país", é que as razões que elas dão prendem-se com decisões feitas pelo governo. "Odeio o meu país por aquilo que o governo fez" é a mesma mentalidade perturbada de confundir o nacionalismo com a adoração do governo ou do estado. Se o governo tomasse decisões com as quais eles concordam, será que eles amariam o seu país então?

Quem é que estaria à vontade em confiar numa pessoa cujo "amor" pelo seu país é tão ténue? Seria mais lógica olhar para esta pessoa como um oportunista pronto a trair o país na primeira oportunidade que tivesse, e como forma de ganho próprio.

Para o marxista cultural, se o governo não age segundo a sua visão socialista ou comunista utópica, eles odeiam o seu país. É difícil pensar numa atitude mais traiçoeira ou desprezível que um concidadão pode ter. No entanto, aqui no Ocidente, nós já nos habituamos tanto ao facto dos marxistas culturais denegrirem a dignidade e a santidade das nossas nações que nós nem tentamos colocar em causa as suas palavras. Em vez disso, nós retiramo-nos para um lugar isolado, frio, solitário e assustador que é para onde vão as pessoas sem a unidade nacional que os fala sentir unidos, fortes, cuidados e protegidos.

Ateísmo Marxista

De forma a entendermos a diferença entre o Ateísmo racional pessoal e o ateísmo Marxista temos que entender que o Marxismo é uma religião. Tal como todas as outras religiões, o Marxismo tem um livro de vida completo. Para além disso, ele tem os seus textos sagrados (“Das Kapital” e “O Manifesto Comunista”), santos e profetas (Marx, Engels, Lenin, Trotsky, Mao, etc…) e até copia outras religiões tal como o Catolicismo. Eis aqui um exemplo da história Marxista e como eles se alinham com a história Católica e as suas profecias:

Catolicismo: No passado, nós estávamos com Deus num lugar chamado Jardim do Éden.

Comunismo: No passado, nós vivíamos felizes e satisfeitos em sociedade nómadas num estado chamado de comunismo primitivo.

Catolicismo: Cometemos pecado e consequentemente fomos expulsos do paraíso.

Comunismo: Inventamos a propriedade individual (o capital) e começamos a destruir a nossa felicidade e o nosso mundo.

Catolicismo: Entraremos num estado completo de pecado, onde irmão matará o irmão e a mães comerão os seus filhos.

Comunismo: Entraremos num estado de capitalismo completo, onde irmão matará o irmão e as mães comerão os seus filhos.

Catolicismo:  Devido ao peso do pecado mundial entrar em colapso sobre si mesmo, o Senhor Jesus voltará.

Comunismo: O sistema de capitalismo global entrará em colapso devido ao peso da sua própria corrupção.

Catolicismo: Por fim, re-entraremos no reino de Deus e viveremos no paraíso até ao final da história.

Comunismo: Por fim, recriaremos uma sociedade comunista perfeita que irá durar até ao final da história.
(...)
A oposição do Marxismo Cultural às outras religiões existe pelos mesmos motivos que o Cristianismo e o islão estão em oposição a todas as outras religiões: eles são rivais na luta pelo domínio cultural.

Se a vida já não fosse suficientemente complicada, é importante ter em mente que nem todos os ateus são marxistas culturais; eu [Jason] sou totalmente contra o Marxismo Cultural e sou um ateu. Só porque se é um ateu, não significa que se é um marxista cultural, do mesmo modo que crer em deus(es) não significa que não se possa ser um  marxista cultural. Não existem marxistas culturais puros, da mesma forma que não existem Cristãos puros. 

O Marxismo Cultural está dissolvido na nossa cultura e se ele alguma ver atingir os seus objectivos, teremos os gulags e os campos de concentração necessários para purificar os marxistas culturais impuros do meio de nós. Mas nós ainda não chegamos a esse nível de consciencialização; tudo o que temos por enquanto é uma proliferação de sabotadores dentro das nossas sociedades. No entanto, se a actual tendência continuar, então a situação dos gulags e dos campos de concentração são inevitáveis.

A Manada e o Indivíduo

O que é mais importante? Os interesses de muitos ou os interesses do indivíduo? A resposta óbvia é, os interesses de muitos. No entanto, isto é uma enorme simplificação do pensamento civilizado e um tipo de pensamento que eu estou certo tu te arrependerás se tentares viver segundo ele. Os marxistas culturais colocam este ponto sobre a mesa frequentemente como justificação para as suas políticas sociais: "Temos que os 99%! A maioria pensa desta forma, e como tal, temos que avançar e fazer as coisas!" Isto é uma forma de dizer que o que conta é a lei do mais forte; se estás em maior número, então estás moralmente correcto.

No entanto, vencer e estar moralmente certo têm uma relação puramente coincidente, se por acaso ocorrerem ao mesmo tempo. No entanto, ao usarem o argumento da manada contra o indivíduo, os marxistas culturais irão esconder o seu vácuo moral interior.

Imaginemos que se quer escolher alguma e como forma de os trazer, pede-se emprestado o saco da Betty; ela recusa. Respeitando a sua decisão, tu encontras alguns pedaços de material e com eles tu fazes o teu próprio saco de compras. Depois disto, tu pedes ao Toby que te empreste a sua escada, ao que ele diz não. Como consequência, tu resolves trepar as árvores embora seja mais perigoso e mais cansativo tu fazeres isso. Depois disto, pedes à Julie que te ajude a apanhar a fruta, e ela diz não. Finalmente, perguntas ao Gary se ele te pode dar uma boleia do morro até a pomar, e ele diz não.

Sem perderes a calma, sobes esse morro, arranhas-te quando sobes as árvores para colher o fruto, batalhas para carrega-las de volta dentro do teu saco feito por ti, mas depois de tanto trabalho, tu voltas para casa com uma recompensa. Estás em vias de te sentar para saboreares os frutos quando aparecem a Betty, o Toby, a Julie e o Gary  a exigir a sua parte da tua fruta. Eles falam da importância da igualdade e exigem que a fruta seja dividida uniformemente com 20pct (porcento) para cada um.

É isto um final justo? Sem dúvida que é um resultado igual e no interesse da maioria. Se nós estivéssemos a viver numa savana pré-histórica, esta decisão ajudaria na sobrevivência do grupo.
Isto é o socialismo e o Marxismo Cultural - a crença de que as pessoas preguiçosas e as pessoas que em nada ajudam têm o direito ao resultado do trabalho das pessoas engenhosas e laboriosas. Eles, os socialistas e os marxistas culturais, chamam a isto de "compaixão", de providência ["welfare"], de acção afirmativa, e eles chamam a isto "pensar nos outros que têm menos sorte que tu".

Para além disso, eu acredito que se tu não pagas impostos, tu não deverias ter direito de voto. Não é justo que aqueles que em nada contribuem para os recursos do estado tenham a mesma voz que aqueles que dão para o estado. Os marxistas culturais insistirão, no entanto, que todos têm o direito à tua propriedade ou fortuna, e que isto é no melhor interesse da maioria.

NOTA: Sei que o capitalismo tem as suas falhas, e isso eu não nego. Eu só nego que o socialismo seja a solução para essas falhas.

Para que qualquer sociedade possa sobreviver, é necessário cultivar uma atitude de reciprocidade: eu ajudo-te e tu ajudas-me. Isto é o individualismo - que não pode ser confundido com o egoísmo (isso é o socialismo), que é onde o indivíduo pode ver os direitos individuais sobre os seus corpos, a sua propriedade e os seus recursos serem-lhe ser retirados pela maioria sempre que eles assim desejarem.

Eu preocupo-me com os sem-abrigo, e também me preocupo com a fome no continente Africano; mas isso não é motivo para exigir que eu entregue o meu dinheiro em prol de pessoas que nunca chegarão a exibir qualquer tipo apreciação, e muito menos reciprocidade, pelo meu sacrifício feito em seu favor. Os marxistas culturais dirão que sou insensível e ganancioso; eu respondo e digo que eu tenho respeito por mim mesmo, e se há algo que os marxistas culturais odeiam, é pessoas com respeito por si mesmas visto que é muito difícil extorquir dinheiro e recursos a eles.

Os marxistas culturais querem que te sintas desmoralizado, sem valor e imerecedor; melhor ainda, eles querem que te sintas assim porque de outro modo, todo o sistema económico socialista não funciona, e qualquer pessoa com um átomo de respeito próprio irá construir o seu próprio ninho mal consigam; para além disso, o Bloco do Leste tinha este tipo de corrupção em níveis endémicos.

Feminismo

O feminismo é a crença de que as mulheres formam uma classe - tal como os escravos ou os negros formam uma classe - e que segundo a teoria marxista, existe uma dialéctica e uma relação histórica de antagonismo entre os homens e as mulheres de opressor e oprimida, tal como a relação entre o rico dono de terras e o servo.

Eu já escrevi um artigo mais extenso sobre isto (que irei publicar brevemente) explicando que o feminismo e o socialismo são essencialmente a mesma coisa; como tal, não entrarei agora em maiores detalhes.

No entanto, posso dizer que, embora nem todas as pessoas (homem ou mulher) que se identificam como feministas são marxistas culturais, é bastante seguro assumir que são.

Arte Abstracta Sem Sentido

Eu não sei bem como é que isto foi causado directamente pelo Marxismo Cultural, ou se o Ocidente sofreu danos colaterais provenientes do Marxismo Cultural, mas posso dizer que a maior parte da arte Ocidental é demasiado cara, sem inspiração, degenerada e feia. Eu acho que as coisas acontecem da seguinte forma:

* Um artista decide criar uma pintura, escultura, novela ou uma peça de música. O que pode ele criar, pensa ele?

a) Uma bela imagem de perfeição física, tal como David ou Vénus? Não, porque isso é politicamente incorrecto; as pessoas podem pensar que eu não gosto de pessoas feias ou que sou uma espécie de fascista.

b) Uma história inspiradora em torno de um colono ou explorador? Não, porque isso também não é politicamente correcto visto que os brancos têm vergonha da sua história e da sua cultura. Pelo menos deveriam ter.

c) A história dum homem heterossexual triunfando na vida quando as probabilidades estavam todas contra ele? Não, porque isso também não é politicamente correcto visto que os homens heterossexuais são canalhas privilegiados violentos que criaram os problemas do mundo. Para além disso, essa história poderia chatear todos aqueles que não são brancos e heterossexuais.

d) Uma história retirada dum mito cultural Europeu? Não, visto que os Europeus têm demasiados privilégios e essa história poderia chatear os não-Europeus.

Já sei! Vou desenhar umas linhas coloridas sem qualquer tipo de significado, visto que isso não irá chatear ninguém. Se por acaso alguém lançar alguma crítica, eu lançarei sobre eles o truque do "Rei vai nu" e fazer com que eles se sintam burros [por "não entenderem arte"]. Ou então, crio uma história em torno dum estrangeiro ou dum homossexual - história com a qual 95% das pessoas neste país não se vai identificar de alguma forma significativa - ou então crio uma peça de arte onde exponho o quão corrupta e degenerada a humanidade é - especialmente os homens brancos heterossexuais - e então a audiência dos marxistas culturais brancos pode-se sentar e se auto-flagelar, dizendo uns aos outros o quão moralmente superiores eles são só porque se odeiam a eles mesmos (...).

É suposto que a arte seja a história cultural das pessoas, e que ela não só as una, mas também que una a sua história, a sua identidade, e as inspire a fazer grandes coisas e a expressar amor pela nobreza, força e beleza. A arte não é uma ferramenta política para os marxistas culturais como forma de desmoralizar a sociedade. Alguém diga isso aos marxistas culturais, se faz favor!

Infantilismo Racial

Sempre que os marxistas culturais falam dos estrangeiros, é sempre em termos deles serem vítimas indefesas e os brancos como opressores gananciosos. As linhas orientadoras desta forma de pensar têm semelhanças com panfletos de propaganda Soviética, e embora seja uma coisa boa o facto do marxistas culturais serem letrados - de facto, eles lêem muito - o facto deles não se aperceberem do quão racistas eles são quando pensam assim é desencorajador.

Os marxistas culturais olham para o mundo em termos de "vítimas" e "opressores"; as vítimas são inocentes e impotentes para se ajudarem a eles mesmos visto que são oprimidos, ao mesmo tempo que os opressores são culpados imperdoáveis e são os únicos que têm vontade própria. Os marxistas culturais não vêem zonas neutras nos conflitos internacionais ou nos discursos. Em vez disso, eles analisam a situação em busca das "vítimas" e dos "opressores". Eles têm tão pouca percepção dos relacionamentos tal como uma princesa mimada.

A colocarem os não-brancos como vítimas perpétuas, os marxistas culturais negam que eles tenham vontade própria e capacidade de mudar o seu futuro; para além disso, os marxistas culturais negam aos não-brancos a sua dignidade humana ao afirmar que eles são impotentes perante as suas circunstâncias e eles precisam de ser salvos. Algumas pessoas podem até gostar de receber este tipo de tratamento infantil ("repara, se eu disser que o que ele disse é racista, eles dão-me coisas boas, e calam-se!"), mas a maior parte das pessoas apercebe-se que ser tratado como uma criança é humilhante de degradante - mas os marxistas culturais não se apercebem disso.

Embora eu pessoalmente prefira focar-me no que as pessoas fazem e não na cor da sua pele, os marxistas culturais parecem ter uma obsessão pela cor da pele, e pela atribuição de privilégios inatos às distintas cores da pele. Não existe aquilo que eles chamam de "privilégio branco", mas sim brancos que, em média, olham mais por si do que os não-brancos. A ideia do privilégio branco faz com que os não-brancos pensem algo do tipo, "Não interessa o quanto que eu me esforço, ou assuma responsabilidade pela minha vida, ou pelas minhas decisões, porque eu não tenho o que os brancos supostamente têm por defeito." Com uma atitude como esta, como é que eles irão sair da pobreza?

Conseguem ver o quão racista isto é? Alertem os marxistas culturais para pararem de falar dos outros grupos étnicos como se eles fossem crianças ao mesmo tempo que olham para os brancos como pais abusadores. A maior parte do mundo não vive segundo um relacionamento de dominância e submissão mas sim de respeito e cooperação, conceitos totalmente alheios à abordagem dialéctica antagonista de Marx.

Colonialismo Cultural

Os marxistas culturais gostam de falar em "diversidade", mas o que eles têm em mente é que todas as pessoas, todos os países e todas as comunidades têm que se conformar às ideologias marxistas culturais. A globalização centra-se na padronização mundial da cultura, da etnia, das leias, dos valores e da forma de pensar. Ninguém pode continuar a ter as suas próprias ideias, opiniões, cultura e propriedade; o politicamente correcto significa conformidade - conformidade absoluta a tal ponto onde ter ideias próprias é um tipo de desordem de personalidade. A ideia dum país, grupo ou indivíduo querer preservar a sua identidade cultural, social ou a sua história, é algo que aterroriza os marxistas culturais; tu tens que concordar com eles porque se não estás do seu lado, então estás contra eles.

Isto não está a ocorrer só no Ocidente, onde os brancos estão a ser privados da sua história e da sua identidade cultural por parte dos marxistas culturais, mas em todo o mundo onde os Marxistas estão a promover políticas de assimilação e conversão em todos os países não-Ocidentais de modo a que eles se transformem em países Marxistas. Os Chineses têm que se conformar aos nossos pontos de vista sociais; os Indianos têm que viver a sua vida da forma que nós queremos que eles vivam; os Africanos têm que adoptar as nossas politicas; os Árabes têm que adoptar o nosso ponto de vista no que toca à religião. Todas as mulheres da Terra têm que ser feministas quer ela queira ou não.

O Marxismo Cultural é uma doença que se tenta propagar para o interior de outros anfitriões (outras sociedades) como forma de os infectar. Não interessa se as pessoas têm as suas tradições, os seus valores ou o seu modo de vida; para o seu próprio bem, elas têm que se conformar visto não haver alternativas ao Marxismo Cultural. 

Conclusão: 

Para concluir, o tópico do Marxismo Cultural é vasto e, de uma forma ou outra, o mesmo afecta todas as pessoas do planeta. Neste artigo eu apenas falei superficialmente dos assuntos aqui mencionados, mas ao escrevê-lo como uma introdução para a série de artigos que eu planeio escrever, espero trazer alguma perspectiva do quão diversos estes assuntos são e, embora superficialmente possam parecer distantes uns dos outros, eles estão intimamente ligados com a doença intelectual que é o Marxismo Cultural.

Estou plenamente convicto de que, onde só há uma voz, não há liberdade e isso aplica-se a culturas e a nações. Se só existir um governo central mundial e uma cultura mundial, não existirão liberdades individuais; mesmo que nós nos sintamos mais seguros nesse tal mundo, ele só viria a existir através da redução da nossa vida de viver para sobreviver.

Felizmente, existem muitas outras soluções e outros caminhos através dos quais nós podemos nos fortalecer e encontrar felicidade e satisfação nesta aventura que chamamos de vida.



terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Breve História do Marxismo Cultural

Para entender o significado do Marxismo Cultural, temos que entender o seu propósito que pode ser resumido no slogan:

"Operários do mundo, uni-vos!"

A Alemanha foi o berço do Marxismo, e quando a Primeira Grande Guerra deflagrou, os Marxistas estavam certos de que isso seria o catalisador para a revolução do proletariado, visto que eles acreditavam que os operários não lutariam uns contra os outros porque estavam do mesmo lado. A verdadeira guerra era contra os exploradores, a classe dominante, os Capitalistas e todo o seu sistema.

Mas em vez duma guerra entre as classes, o que aconteceu foi uma guerra entre nações. Uma coisa se deparou contra o ideal Marxista: o patriotismo e o amor à pátria. É por isso que o propósito do Marxismo Cultural é destruir o patriotismo - o amor à pátria - e para levar isso a cabo, é preciso mostrar às pessoas que não vale a pena lutar pelo país. Pior ainda, o teu país é maligno. O Comunista Húngaro George Lukacs chamou a isto "Terrorismo Cultural".

Para além do amor ao país, todas as lealdades têm que ser destruídas - até os laços familiares. É por isso que temos uma guerra contra os "valores familiares". Exemplos modernos disto foi o Cambodja de Pol Pot, onde os nomes "mãe" e "pai" foram banidos em favor de "camarada", e as FARC da Colômbia onde o acasalamento era arranjado sem levar em contas as incómodas emoções.

Outra figura importante dentro do Marxismo Cultural foi o Comunista Italiano Antonio Gramsci, que viu a revolução Russa como um falhanço. "Sim, os Russos eram Comunistas mas nâo nos seus corações; era através do medo e da força." Gramsci identificou a fé Cristã Russa como algo que os impedia de amar o Comunismo com todo o seu coração.

Não pode existir qualquer outra lealdade para além do Comunismo. Essa lealdade tem que se tornar bem embutido no indivíduo tal como o Cristianismo. Para levar isso a cabo, Gramsci teve a ideia de se levar a cabo uma infiltração da sociedade. As artes (livros e filmes), os média e as escolas. Pode-se chamar a isso de propaganda mas também se pode chamar a isso de "Escola de Frankfurt", que foi onde Comunistas Judeus deram início à sua campanha. Mas quando Hitler subiu ao poder em 1933, isso foi o fim para eles. Fugiram para os Estados Unidos e encontraram abrigo na "Columbia University" e só regressaram à Alemanha nos anos 50.

Como forma de "agradecer" a maneira como foram salvos do Nacional Socialismo, estes intelectuais Judeus colocaram em acção um plano que visava mostrar o quão "maligno" este país era. Foi aí que nasceu a "Teoria Crítica", que é "a crítica destrutiva da cultura Ocidental, incluindo o Cristianismo, a família, a moralidade, a tradição, a lealdade, o patriotismo, o nacionalismo,", etc.

Como fã da história, eu aprecio as coisas boas e as más de tudo. Mas o Marxismo Cultural está longe de ter coisas boas; são só coisas más. Devido a isso, é uma crónica pobre da História; o Marxismo Cultural é propaganda com uma agenda sinistra.

O mesmo pode ser dito dos estudos "académicos" raciais e feministas, que invariavelmente incluem treino em consciência de classe. Convém ressalvar que não levanto qualquer tipo de oposição ao estudo de grupos, mas sim à lavagem cerebral e à agenda sinistra a ela associada. 

Os Marxistas Culturais costumavam ficar satisfeitos em atacar a história mas eles expandiram isso para o presente com o conceito do Politicamente Correcto - uma forma de abafar as ideias, um desarme da oposição intelectual. Afinal, nada cala mais depressa alguém do chamá-lo de "racista".

The McLarge Report



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