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terça-feira, 30 de outubro de 2018

O fascismo tem origem no marxismo

Se acham que o fascismo não tem origens marxistas, façam o favor de desmentir as provas que apresento nos meus romances.

Por José Rodrigues dos Santos

A minha afirmação de que o fascismo tem origens marxistas parece ter incomodado algumas almas, incluindo políticos que, à falta de melhores argumentos, recorreram ao insulto baixo. Nada de surpreendente, até porque reconheço que a afirmação contradiz ideias feitas e por isso precisa de ser fundamentada – o que é feito ao pormenor em As Flores de Lótus e em O Pavilhão Púrpura. Para quem preferir ficar-se pela rama, deixo aqui as ideias essenciais da viagem do marxismo até ao fascismo.

O marxismo surgiu num contexto de cientifismo. Newton tinha descoberto as leis da física e Darwin as da selecção natural. Indo no encalço desses dois vultos, e também de Hegel, Marx e Engels anunciaram que haviam descoberto as leis da história. Tal como as leis da física e da biologia, ambos concluíram que as leis da história eram deterministas e independentes da vontade humana.

E que leis eram essas? Eram as do determinismo histórico, estudadas pela sua nova ciência, o socialismo científico (tão científico, na sua opinião, quanto a física de Newton e a biologia de Darwin). A ideia era simples: ao feudalismo sucede-se o capitalismo, cujas contradições levarão inevitavelmente os proletários à revolução que conduzirá ao comunismo. Nesta visão a história é teleológica e determinista. Não é preciso ninguém fazer nada, pois a revolução do proletariado é inevitável.

Os anos passaram e não ocorreu nenhuma revolução, o que contradizia a teoria marxista. Como explicar isto? Surgiram duas teses revisionistas. A primeira, do marxista alemão Bernstein, foi a de que afinal o capitalismo não ia acabar, o operariado até estava a melhorar o seu nível de vida e o socialismo podia perfeitamente adaptar-se ao capitalismo. Esta corrente cresceu no SPD alemão e acabou na social-democracia como a conhecemos hoje em dia.

A segunda tese teve origem no marxista francês Georges Sorel. Numa obra tremendamente influente, Refléxions sur la violence, Sorel concluiu que a revolução não era inevitável nem seria espontânea. Teria de ser provocada. Como? Usando uma elite para guiar o proletariado e recorrendo à violência. Seria a violência que desencadearia a revolução.

Foi o marxismo soreliano que conduziu ao bolchevismo e ao fascismo. Lenine leu Sorel e apropriou-se dos conceitos revisionistas da elite, a famosa “vanguarda”, e do uso da violência. O mesmo Sorel foi lido com atenção em Itália, em particular pelos sindicalistas revolucionários, marxistas que adotaram a greve e a violência como formas de desencadear a revolução. 

Em paralelo, um marxista austríaco, Otto Bauer, notou que no Império Austro-Húngaro os operários húngaros mostravam sentimentos de solidariedade mais fortes para com os burgueses húngaros do que para com os operários austríacos. Embora o marxismo fosse uma corrente internacionalista, Bauer buscou legitimidade nalgumas afirmações nacionalistas de Marx e Engels para lançar uma nova ideia revisionista. Concluiu ele que o comportamento dos operários húngaros mostrava que o sentimento de nação era afinal mais poderoso do que o sentimento de classe. O nacionalismo era revolucionário, argumentou, pois galvanizaria o proletariado para a revolução.

Esta ideia entrou em Itália pela pena de um marxista italiano de origem alemã, Roberto Michels, e influenciou os sindicalistas revolucionários italianos. Estes, contudo, enfrentaram a ortodoxia dos restantes marxistas, incluindo Benito Mussolini, o diretor do órgão oficial do partido socialista italiano, o Avanti!

Acontece que em 1911 ocorreu um acontecimento que iria abalar as convicções ortodoxas de Mussolini: a guerra ítalo-otomana pela Tripolitania. Mussolini opôs-se a essa guerra, mas ficou atónito com a reação do proletariado italiano, que exultava com as vitórias de Itália. Michels e os sindicalistas tinham razão!, concluiu Mussolini. As pessoas estão afinal mais dispostas a morrer pela sua pátria do que pela sua classe. 

Quando a Grande Guerra começou, em 1914, ocorreu uma cisão no movimento socialista. A Segunda Internacional tinha determinado que os operários dos diferentes países não entrariam em guerra uns contra os outros, mas na hora da verdade os socialistas alemães, franceses e britânicos apoiaram a guerra. Apenas os bolcheviques russos e os socialistas italianos se opuseram.~


O problema é que nem todos os socialistas italianos estavam de acordo. Os sindicalistas revolucionários queriam a entrada de Itália na guerra porque achavam que ela seria o forno onde se forjaria o sentimento nacional dos italianos, cujo país era novo e buscava ainda a sua identidade, e que seria o sentimento de nação que uniria o proletariado italiano e desencadearia a revolução. Ou seja, a guerra derrubaria o capitalismo.

Mussolini começou por manter a linha do partido e opôs-se à entrada de Itália na guerra, mas depressa deu razão aos sindicalistas e defendeu que os socialistas italianos deveriam seguir o exemplo dos socialistas alemães, franceses e britânicos e apoiar a guerra. Esta mudança de posição valeu-lhe a expulsão do partido.

Os sindicalistas revolucionários italianos, incluindo Mussolini, fizeram então a guerra – uma posição perfeitamente em linha com a de outros marxistas europeus, incluindo os do SPD alemão. Quando o conflito terminou, os sindicalistas marxistas italianos pró-guerra regressaram a casa mas foram antagonizados pelos marxistas italianos anti-guerra. Em conflito com estes, os marxistas pró-guerra fundaram o movimento fascista, com reivindicações como o salário mínimo, o horário laboral de oito horas, o direito de voto para as mulheres, a participação dos trabalhadores na gestão das fábricas, a reforma aos 55 anos e a confiscação dos bens das congregações religiosas. Serei só eu a notar que estas reivindicações fascistas têm origem marxista?

O seu pensamento foi entretanto evoluindo. Recorde-se que Marx e Engels consideravam que o capitalismo era uma fase necessária e imprescindível da história humana e que sem capitalismo nunca haveria comunismo. Os bolcheviques renegaram esta parte do marxismo quando preconizaram que na Rússia era possível passar diretamente de uma sociedade feudal para o comunismo, mas neste ponto os fascistas mantiveram-se marxistas ortodoxos ao aceitar que o capitalismo teria mesmo de ser temporariamente cultivado em Itália.

Noutros pontos os fascistas desviaram-se da ortodoxia marxista. Por exemplo, aproximaram-se do revisionismo bolchevista quando abraçaram a ideia soreliana da violência provocada por uma vanguarda e afastaram-se do marxismo e do bolchevismo quando aderiram à ideia baueriana de que o sentimento de nação era para o proletariado mais galvanizador do que o sentimento de classe. Isto levou-os a dizer que a luta de classes não se aplicava a Itália porque esta era já uma nação proletária explorada pelas nações capitalistas. A luta de classes apenas iria dividir a nação proletária, pelo que em vez de conflitualidade deveria haver cooperação entre classes. O chamado corporativismo.

O seu pensamento continuou a evoluir, sobretudo em consequência do Bienio Rosso, altura em que os comunistas italianos lançaram uma campanha de ocupação selvagem de fábricas e de propriedades rurais. Estes eventos levaram os fascistas a afastarem-se mais do marxismo, pois entendiam que estas ações enfraqueciam a nação, que designavam de “classe das classes”, ao ponto de começarem a proclamar-se anti-marxistas. Convém no entanto recordar que Mussolini esclareceu que o fascismo objetava ao marxismo não por este ser socialista, mas por ser anti-nacional.

udo isto está explicado, com muito mais pormenor, em As Flores de Lótus e O Pavilhão Púrpura, e curiosamente nada disto foi desmentido por ninguém. Os meus críticos limitaram-se a constatar que os fascistas se descreviam como anti-marxistas – e assim foi a partir de certo ponto. Mas isso nada me desmente porque nunca disse que os fascistas, na sua fase já amadurecida, eram marxistas. O que eu disse, e repito, é que o fascismo é um movimento de origem marxista – o que é verdade.

Se acham que o fascismo não tem origens marxistas, façam o favor de desmentir as provas que apresento nos dois romances. E, já agora, aproveitem também para desmentir que o fascismo alemão se designava nacional-socialismo. Como acham que a palavra socialismo foi ali parar? Por acaso?


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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

sábado, 16 de janeiro de 2016

Psiquiatras defendem que o não-conformismo é uma doença mental

Por NaturalNews

A psiquiatria moderna tem-se transformado num antro de corrupção, especialmente o tipo de corrupção que quer demonizar e declarar como doentes mentais as pessoas que se desviam do que é tido como a norma. Isto torna-se totalmente evidente na mais recente fascículo do "Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders", ou DSM, que qualifica de "mentalmente insanas" as pessoas que não se conformam com o que é declarado pelas autoridades.

A assim-chamada "condição" que leva a pessoa a escolher resistir ao conformismo recebeu o nome de "transtorno desafiador opositivo" [inglês: "oppositional defiant disorder"] ou ODD. O mais recente DSM define esta doença inventada como "um padrão recorrente de comportamento desobediente, hostil e desafiador," colocando-a ao lado do transtorno do déficit de atenção com hiperatividade [inglês: "attention deficit hyperactivity disorder"], ou ADHD, outra condição falsa cujo criador, o Dr. Leon Eisenberg, admitiu no seu leito de morte ser uma mentira.

Tal como se pode suspeitar a partir deste tipo de descrição vaga, practicamente qualquer comportamento pessoal, visto por alguém como indesejável ou estranho, pode ser categorizado como sintomático de ODD.

Por exemplo, as crianças que fazem birras ou que lutam entre os irmãos podem ser declaradas como tendo esta suposta doença mental, tal como o podem ser as crianças que expressam alguma diferença de opinião com os pais ou com os professores.

A desobediência e a atitude desafiadora são comportamentos normais entre as crianças mais jovens, e os pais há muito que lidam com tais comportamentos exercendo a disciplina apropriada.

Paralelamente, nem todas as formas de desobediência ou de desafio estão erradas, tudo dependendo da autoridade envolvida e a acção requerida. Por exemplo, a criança a quem é dita para manter os seus pontos de vista pouco populares para si e que resiste a esta ordem, pode simplesmente estar a exercer a sua liberdade para expressar o seu desagrado.

Mas esse é o problema de se categorizar de forma tão vaga condições tais como a ODD, visto que virtualmente todo o comportamento pouco comum pode ser declarado como oposicional ou desafiador simplesmente porque coloca em causa o status quo. Por exemplo, mentes famosas tais como Thomas Edison e Alexander Graham Bell, cujas ideias pouco convencionais podem ter parecido malucas nos seus dias, são o tipo de pessoas que, hoje em dia, seriam declaradas como tendo a ODD ou algum outro tipo de doença mental.

Um perigo maior no uso desta abordagem subjectiva no diagnóstico duma doença mental é que isso ameaça limitar a liberdade de expressão e a dissidência política [ed: É esse o objectivo]. O governo federal já tentou declarar todos aqueles que são contra as suas políticas tirânicas, ou que simplesmente as colocam em causa, de terem "paranóia política", um tipo de doença mental.

Definir o não-conformismo como um tipo de "doença mental"  é a marca dos governos totalitários. Tal abuso óbvio do sistema médico como forma de controle popular não é nada de novo. Muitos governos totalitários, incluindo a ex-URSS, implementaram programas de saúde mental semelhantes que categorizavam todos os dissidentes como pessoas com algum tipo de desequilíbrio químico que precisava de algum tipo de remédio. Hoje em dia, esses remédios normalmente são algum tipo de drogas psicotrópicas que alteram a mente e têm consequências devastadoras.

Uma análise e comentário de 2002 relativo ao abuso da psiquiatria tanto na União Soviética bem como na China, publicado no "Journal of the American Academy of Psychiatry and the Law", declara:

O aprisionamento psiquiátrico de pessoas mentalmente sãs é uniformemente entendido como uma forma particularmente perniciosa de repressão porque usa as poderosas modalidades da medicina como ferrament de punição, e agrava a profunda afronta aos direitos humanos com a decepção e com a fraude. (...) Os médicos que se deixam usar desta forma...estão a trair a confiança da sociedade e, como profisionais, a violar as suas obrigações éticas mais básicas.

Podem ler este estudo, que tem implicações poderosas para o que a profissão da psiquiatria se está a tornar hoje em dia, aqui: http://jaapl.org. Fontes para este estudo incluem: http://breakingdeception.com, http://www.naturalnews.com, http://rense.com, http://jaapl.org, http://science.naturalnews.com.


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Este é mais um exemplo da psiquiatria Marxista a tentar acabar com o debate antes mesmo dele ter começado, mostrando que um dos lados do debate nem tem a capacidade para debater.

A qualificação de "patologia mental" a todas as vozes que não se alinham com a agenda cultural e política dos internacionalistas e dos esquerdistas não é nada de novo:

1. És a favor do casamento natural? Então és um homofóbico.
2. Acreditas que existem papéis sexuais naturais tanto para o homem como para a mulher? Então és um machista e um sexista.
3. Acreditas que, apesar de todo o ser humano ter a mesma dignidade e todo o ser humano merecer exactamente do mesmo respeito, existem diferenças físicas e intelectuais entre os grupos étnicos? Então és um racista.
4. Defendes que o islão é uma ideologia política perigosa, que tem que ser combatida de forma frontal e sem reservas? Então és um islamofóbico.
5. Acreditas em Deus e tens orgulho nas tuas tradições Cristãs ? Então sofres de "personalidade autoritária", e é bem provável que mais tarde te tornes num racista, num fascista e até num anti-semita.



terça-feira, 3 de novembro de 2015

BBC: Apagando o Cristianismo da História

Por Joseph Pearce

Há alguns dias atrás tive a viscosa experiência de ouvir uma discussão com a duração de 40 minutos (transmitida pela BBC Radio) onde alegadamente se falava da história da Grã-Bretanha através da poesia. Descrevo a experiência de viscosa porque, depois de ter ouvido a discussão, senti como se tivesse sido coberto de visco, encontrando-me espiritualmente, intelectualmente e emocionalmente dentro duma lama de falsidades.

Passo a explicar.

Um amigo meu, que é poeta, enviou um link da celebração do "National Poetry Day" da BBC Radio - que ocorreu no dia 8 de Outubro - vista pelos olhos de poetas. Temendo o pior, resolvi mergulhar o dedo do pé na água, ou o ouvido nas ondas de rádio, embora inicialmente tenha sido de forma experimental. Vendo que a primeira discussão, que era sobre as raízes Celtas e Anglo-Saxónicas da Grã-Bretanha, deveria ser relativamente segura, estando ela tão longe do modernismo, tomei atenção para aprender mais.

Foi horrível.

Apresentado por Andrew Marr, o radiodifusor veterano que se descreve como um "esquerdista branco privilegiado" e como alguém que é resolutamente secular, isto é, não-religioso, eu deveria ter esperado o pior. Eis aqui o que Marr diz sobre as suas posições religiosas:

Sou eu religioso? Não. Será que eu acredito em alguma coisa? Não.

No entanto, visto que não é possível um ser humano não acreditar em algo, vamos analisar as coisas que ele realmente acredita. Havendo voltado as costas ao Presbiterianismo dos seus pais quando era um jovem homem, Marr envolveu-se com a Internacional Comunista quando se encontrava em Cambridge, ganhando a alcunha de “Red Andy.” Em 2006 ele declarou:

A BBC não é imparcial e nem é neutra. Ela é uma organização urbana financiada pelo Estado, com um número anormal de jovens, minorias étnicas e homossexuais. Ela tem um viés liberal [esquerdista], não tanto um viés partidário-político. Isto é melhor expresso como um viés cultural liberal [esquerdista].

Dito de outra forma, Marr estava a dizer de forma clara que a BBC tem um viés contra as populações rurais, contra os mais idosos, contra a maioria étnica, e contra os heterossexuais. Mais pertubador ainda, Marr parece ser um defensor do uso da força política, acrescentada à persuasão propagandista, como forma de levar a cabo uma engenharia social que produza o tipo de mundo no qual ele acredita:

E a resposta final, francamente, é o uso do poder do estado para coagir e reprimir. Pode ser da minha educação Presbiteriana, mas acredito de modo firme que a repressão pode ser um bom instrumento civilizador em prol do bem. Pisem em algumas crenças "naturais" durante algum tempo e podem quase que matá-las.


Pouco antes de dizer estas palavras, Marr falou da necessidade de tornar as pessoas "imunes aos antigos cânticos tribais", que, embora ele estivesse a falar ostensivamente do racismo, é mais do que sugestivo da necessidade de "educar" as pessoas para longe da moralidade tradicional e da religião na qual esta moralidade está enraizada. Poucas pessoas com o meu conhecimento de Política e de História irão duvidar que, mal o mesmo é desencadeado, "o uso vigoroso do poder do estado para coagir e para reprimir" será usado contra todos os grupos com os quais o governo não concorda.

Mais recentemente, Marr tem voltado a sua atenção para a História, ou melhor, para a História tal como ela é vista pelas lentes obviamente preconceituosas e enviesadas de Marr, apresentando o programa "History of the Word" - uma série que pretende examinar "a história da civilização humana." Escusado será dizer isto, mas esta não é a verdadeira História do mundo tal como vista objectivamente através dos olhos de gerações passadas que a fizeram e a moldaram, a larga maioria das quais havendo sido obviamente Cristãs crentes e practicantes, aderentes dos tais "antigos cânticos tribais" que Marr planeia erradicar. A "história" de Marr, tal como o "esboço da História" por parte de H. G. Wells, nada mais é que a obra dum vivisectionista grosseiro que pega em sujeitos vivos e mata-os em nome do "progresso".

Tudo o que foi exposto em cima é apenas para reiterar e explicar o porquê de que eu já deveria esperar o pior mal me apercebi que o programa com 40 minutos sobre as raízes Celtas e Anglo-Saxónicas da Britanidade era apresentado por Andrew Marr. Eu já deveria saber que seria uma experiência viscosa e não deveria ter-me exposto à sua presença orgulhosa e preconceituosa. No entanto, por mais insano que possa parecer, apressei-me a entrar onde os anjos e os santos temeriam entrar, e paguei o doloroso preço.

Por mais incrível que possa parecer, a discussão conseguiu discutir a poesia Galesa e poesia Anglo-Saxónica sem mencionar o não-mencionável expletivo "Cristianismo", a palavra-C, o uso da qual é uma gaffe genuína que tem que ser excluída de toda a discussão educada, mesmo quando se fala do passado Cristão. Consequentemente, por exemplo, falou-se de Beowulf, embora com brevidade misericordiosa, sem qualquer referência ao facto desta história ser um conto de aviso, do ponto de vista do Cristão ortodoxo, sobre os perigos da heresia Pelagiana, e sem qualquer discussão sobre os significados numéricos que faziam uma ligação entre a morte auto-sacrificial de Beowulf com a Paixão de Cristo.

O grande poema Anglo-Saxónico com o nome de "The Ruin" foi modificado com o poder mágico do politicamente correto de uma discussão em torno da forma como os  caminhos de wyrd, isto é, a Providência de Deus, reduzem a nada a pompa e a circunstância do poder político secular, para algo que reflecte a angústia do homem moderno em relação à sua identidade cultural. (Não estou a brincar!) 

Como se isto não fosse suficientemente ridículo, lembro-me que o monge Anglo-Saxónico Caedmon foi falado sem qualquer referência ao facto dele ser um monge ou sem qualquer menção da palavra-C, embora a única obra sua ainda em existência seja um hino!

A nota final do absurdo, o coup de grace ou reductio ad absurdum, a cereja no topo deste bolo ridículo, foi a discussão em torno das "Canterbury Tales" de Chaucer. Em vez de olharem para a obra de Chaucer como uma defesa do realismo escolástico contra o proto-relativismo do nominalismo de Occam, os orgulhosos e preconceituosos prentenciosos informaram-nos, com triunfalismo arrogante, que Chaucer foi um "subversivo" porque ele escreveu em vernáculo e não em Francês (a língua da corte) e nem em Latim (língua da igreja).

Na sua queda para o banalismo final, toda a obra de Chaucer, que está cheia de moralidade Cristã robustamente ortodoxa, é reduzida para o nível de ideologia radical do século 21. Escusado será dizer isto, mas a discussão em torno das "Canterbury Tales" evita de forma deligente aquele outro expletivo não-mencionável, "peregrinação" (a palavra-P).

A minha experiência depois de ter sido envolvido com a lama viscosa que é esta obra de polémica anti-Histórica mascarada de conhecimento, lembra-me uma obra de literatura muito mais recente, o livro 1984 de George Orwell, onde os tiranos que estão no poder levam a cabo uma abordagem Maquiavélica da História onde aqueles que controlam o presente, também controlam o passado.

Nada disto se centra na verdade objectiva e nem em aprender as lições que os nossos ancestrais nos podem ensinar; isto centra-se em re-escrever a História à imagem do nosso politicamente correcto. Só desta forma é que o socialmente-arquitectado "Novo Homem", livre dos "antigos cânticos tribais" da religião, pode emergir das cinzas da História que os pseudo-historiadores criaram ao queimarem os livros politicamente incorrectos. Isto, e usufruindo de liberdade poética com as próprias palavras de Marr, é o uso vigoroso da História re-escrita como forma de coagir e reprimir. É a firme crença de que a repressão e a supressão da verdade sobre o passado "pode ser uma boa arma civilizadora em prol do bem."

"Pisem com força em certas crenças 'naturais' durante o tempo certo," disse Marr, "e vocês podem quase que matá-las". Depois de me inteirar da supressão politicamente correcta da verdade histórica por parte da BBC, tenho a inquietante suspeita que estou a testemunhar o Grande Irmão de Orwell a sorrir de forma benigna para mim com os seus amigáveis olhos psicopatas.

 -  http://bit.ly/1Mkp2hX



sábado, 3 de outubro de 2015

O feminismo é uma estratégia comunista

Por Paul Elam

(....) O feminismo é uma estratégia comunista criada com o propósito de minar a família e todas as outras instituições tradicionais de modo a que a relação primária que os indivíduos passem a ter seja com o Estado. Enquanto isto está a ser colocado em práctica, a propriedade privada, a única prova tangível de liberdade individual, torna-se uma coisa do passado. Isto é a Nova Ordem Mundial em poucas palavras. E se por acaso tens os olhos abertos, de certo que tens vindo a observar isto a acontecer durante a maior parte da tua vida.

Ao destruir o casamento, criando um fosso entre os homens e as mulheres, alienando os pais para longe dos seus filhos, dissolvendo a autoridade paterna, chegando mesmo a dissolver a própria família, as barreiras para o controle estatal de todas as pessoas são removidas. Pensem em todos os males sociais causados pelo feminismo, e depois pensem nesses males em termos duma agenda de controle autocrático de toda a população. Rapidamente irão ver que ambas são quase indistinguíveis, e que uma serve a outra de forma total.

Caluniar a masculinidade é central dentro deste plano; primeiro caluniar mas depois criminalizar. Há já muito que cunhamos o termo "Guerra entre os Géneros", mas erradamente interpretamos isto como algo contido numa luta para o controle, ou em torno da igualdade entre os homens e as mulheres. Uma vez que já sabemos que o feminismo não está de maneira alguma relacionado com a igualdade, olhemos agora para a sua verdadeira natureza.

Pensem em leis como a WAWA que só reconhece os homens como perpetradores de violência. Levem em contra que a emergência de leis em torno do "agressor primário" têm como propósito garantir que os homens, e só os homens, sejam presos por violência doméstica. Pensem em como ordens de restrição são frequentemente emitidas sem qualquer tipo de evidência ou corroboração, e como o poder de acusação das mulheres tem-se tornado uma epidemia que está a rasgar as vidas de homens inocentes.

Acham mesmo que tudo isto é porque as feministas estão a conseguir o que querem? Se por acaso acham que é assim tão simples, então por favor, leiam e ponderem sobre as implicações desta passagem de Atlas Shrugged, 1957:

"Você acham mesmo que queremos que essas leis sejam obedecidas?" disse o Dr. Ferris. "Queremos que elas sejam violadas. É melhor que você se aperceba que você não está enfrentar escuteiros. Nós estamos atrás do poder e estamos sérios nesse propósito. Não há forma de dominar homens inocentes. O único poder que o governo tem é o poder de reprimir os criminosos.

Bem, quando não há criminosos suficientes, é preciso criá-los. Declara-se tantas coisas como crime que torna-se impossível os homens viver sem violar as leis. Quem é que quer uma nação de cidadãos que obedecem a lei? Quem é que ganha alguma coisa com isso? Mas aprovem leis que não podem ser seguidas e nem aplicadas, e nem interpretadas de forma objectiva, e cria-se uma nação de infractores - e você pode lucrar com a culpa.

Esse é o sistema, senhor Reardon, esse é  jogo, e mal você passe a entender isso, você passará a ser alguém com quem se pode lidar de forma mais facilitada."

Estas palavras, publicadas no ano do meu nascimento, passou a dominar e a definir o mundo em que vivemos. Acreditem em mim, eu nunca iria usar o  excerto dum livro como referência se por acaso não soubesse antecipadamente que vocês podem sempre confirmá-la com a vossa observação do mundo à nossa volta. Ao destruir a autoridade dos homens, o guardião histórico da família e das vossas liberdades individuais, o Estado torna-se no suserano totalitário sem oposição.

Se por acaso ainda têm algumas dúvidas em relação às raízes Marxistas do feminismo, e do propósito de criar e explorar o ressentimento entre os sexos como forma de destruir a família tradicional, observem este cartaz da União Soviética pré-Segunda Guerra Mundial (1932). [foto]

Os Soviéticos sabiam, tal como o vosso governo de hoje sabe, que se queres domínio total sobre a população, é preciso destruir a família e transformar o governo no marido e na esposa substituta. Porque se retirares dos homens o seu estatuto social, a sua dignidade, e a sua autoridade na família, a única coisa pela qual ele irá lutar é o seu ordenado, alguns benefícios e um nacionalismo mal-canalizado.

Ele nunca mais irá colocar em causa o governo sob o qual ele vive, independentemente do quão tirânico e opressor ele seja, visto que ele não tem nada de significativo para proteger. E os homens, apesar difusas mentiras culturais dos nossos dias, estão programados para nunca se queixarem em seu favor, e muito menos para lutar em grupo em favor próprio.

Claro que muitas pessoas, incluído muitos activistas em favor dos direitos dos homens [MRAs], nunca se aperceberam que o feminismo é muito mais que apenas uma ideologia anti-homem a operar sob a máscara da igualdade de género. E uma só fotografia, embora possa valer mil palavras não dirá toda a história.

Como forma de passarem a estar mais cientes da história, sugiro que comecem visitando esta série de ensaios feitos por Carey Roberts, e lendo através dos links que lá se encontram para verem para onde eles vos levam. Tudo isto é um buraco de coelho bastante profundo.

No Ocidente fomos cegados em relação à verdadeira natureza desta gigantesca mudança social através do consumismo ilimitado e frívolo, do politicamente correcto, e através da erosão intencional do sistema de educação. As crianças, começando na escola primária até a escola secundária, são dissuadidas de terem pensamento crítico, sendo ao mesmo tempo pressionadas para se conformarem à pedagogia Marxista Feminista.

É um arranjo perfeito participar num sistema de ensino superior que está essencialmente virado para a indoutrinação. E não é coincidência que a indoutrinação que se encontra tão desenfreada nos antros modernos do mundo académico Ocidental seja também ela um artefacto da dominante ideologia feminista. O comum licenciado actual termina o seu curso, especialmente se tiver estudado artes ou Ciências Humanas, convencido que os homens são inerentemente maus, e que as mulheres encontram-se oprimidas, apesar das evidências irrefutáveis de que ambas as declarações são falsas.

Todas as vozes da oposição foram eliminadas. Ao colocarem um vestido e um batom no Marxismo, os engenheiros sociais que estão a avançar com a sua agenda foram capazes de depender do cavalheirismo e de outros aspectos da masculinidade tradicional para sua protecção. É de facto surpreendente. Eles usam as pessoas que estão a ser atacadas de modo mais violento para proteger as pessoas que estão a lançar os ataques.

Dito de forma franca, isto é bastante engenhoso. E enquanto isto acontece, noutros níveis do espectro social eles manobraram-se para posições ainda mais protegidas ao popularizarem a acusação de discurso de ódio misógino contra qualquer pessoa que levante algum tipo de oposição. Sim, muito engenhoso!

Mas o propósito do A Voice for Men não é lutar contra isso e o motivo é bem simples: é tarde demais. A Guerra entre os Géneros acabou e os Marxistas venceram. Quer tu vivas nos EUA, no Reino Unido, no Canadá, na Austrália, na Nova Zelândia ou em qualquer outra parte do mundo ocidental, não irás ter qualquer alívio, ou qualquer solução nas tuas cabines de votação, ou junto das pessoas que ocupam os lugares parlamentares.

Todos eles, independentemente do seu partido ou da sua aclamada plataforma, estão associados a esta nova ideologia. Toda a legislação que realmente importa, aquela que coloca os homens a trabalhar para as mulheres, sendo ambos dependentes do Estado, terá o apoio dos poderes dominantes, independentemente de quem quer que eles sejam.

Embora eu saiba que tu podes ser um dos homens que não quer ouvir isto, é importante dizer que isto não é culpa das mulheres. Também elas foram enganadas, e antes de tudo ter acabado, mas depois de já ser tarde demais, a maioria delas acabará escravizada pela mesma ideologia que lhes prometeu liberdade e independência. Quase todas elas acabarão por ter empregos de baixa remuneração, marginalmente subsidiadas pelo rendimento confiscado aos homens. Elas irão descobrir que o governo-como-marido e a fria vida de escravidão pouco acima da linha da pobreza é o único resultado da "emancipação" prometida. E diga-se de passagem, isto já está a acontecer.

Mas os igualmente empobrecidos e desprivilegiados homens encontrar-se-ão incapazes e pouco dispostos a prestar-lhes algum tipo de ajuda. A única coisa que resta aos homens é a sua própria sobrevivência. Os homens é que são os burros de carga e os servos contratados desta nova ordem mundial, e a sua resposta não é ir para a guerra contra o Marxismo, o que certamente resultará no fim das suas vidas. A sua resposta é bastante simples: abandonar qualquer noção de compromisso em relação às mulheres, ou vulnerabilidade para com elas.

A triste realidade é que as mulheres passaram a ser a arma preferida que o governo está a usar para dominar e controlar as vidas dos homens; para roubar as suas posses e rendimentos; para os forçar, em número cada vez maior, a render os seus bens e viver com subsistência mínima, e a colocá-los na prisão ou matá-los se eles se recusarem a agir como o governo quer.

E a única resposta apropriada, para os poucos que podem agir assim, é desenvolver uma cultura não-organizada de homens que se encontra focada em sobreviver, e, na medida do possível, prosperar dentro deste sistema corrupto, partilhando essa informação com outros homens. Para levar isto a cabo, é preciso que a primeira prioridade dos homens seja passar a ter uma visão radicalmente diferente das mulheres.

Será uma pequena cultura de homens que será capaz de fazer isso, visto que a maior parte dos homens simplesmente não consegue pensar para além da sua programação sexual. Mas 25 porcento de mil milhões é um número respeitável. Independentemente do tamanho que a comunidade venha a ter, a nossa corda salva-vidas, enquanto ainda a  tivermos, é a internet. É a única forma através da qual a maior parte de nós entrará em contacto com os outros.  (...)

~  http://bit.ly/1hHSXcb



domingo, 13 de setembro de 2015

Desenterrando as Raízes Marxistas do Politicamente Correcto

Por William S. Lind

O Politicamente Correcto é SIDA intelectual; tudo o que ele toca adoece e eventualmente morre. Nas universidades Americanas, o Politicamente Correcto tem diminuído a liberdade de expressão, deformado o currículo escolar, politizado as avaliações, e substituído a integridade intelectual pela sloganização insípida.

Em todas as salas de aulas os professores disponibilizam discursos ideológicos, que os estudantes são obrigados a regurgitar como forma de obter a nota: o vómito regressa para o cão. Estes lugares - e eles são imensos - já não são universidades, mas Coreias do Norte em tamanho pequeno e cobertas por heras.

O que é exactamente o Politicamente Correcto? As pessoas "Politicamente Correctas" da tua universidade não querem mesmo nada que saibas a resposta a essa pergunta. E porquê? Porque o Politicamente Correcto nada mais é que o Marxismo traduzido de termos económicos para termos culturais.

Os paralelos são óbvios.

Primeiro, tanto o clássico Marxismo económico como o Marxismo Cultural, que é o Politicamente Correcto, são ideologias totalitárias. Ambas insistem em "verdades" que são contrárias à natureza e à experiência humana. Ao contrário do que defende o Marxismo económico, não existe uma "sociedade sem classes" e os incentivos económicos são importantes.

Ao contrário do que defende o Politicamente Correcto, os homens e as mulheres são diferentes, tal como são diferentes os seus papéis dentro da sociedade; as raças e os grupos étnicos têm características específicas e o homossexualismo é anormal.

Visto que a única forma das pessoas aceitarem as "verdades" dos ideólogos é à força, é mesmo isso que vai acontecer - e com todo o poder do Estado, se por acaso os Marxistas de qualquer facção conseguir controlá-lo.

O segundo paralelo é que tanto o Marxismo clássico como o Marxismo Cultural têm explicações de factor-único para a História. O Marxismo clássico alega que toda a História foi determinada pela posse dos meios de produção. Os Marxistas Politicamente correctos dizem que a História é explicada a partir dos grupos - definidos pelo sexo, raça, e normalidade ou anormalidade sexual - que têm o poder sobre os outros grupos.

O terceiro paralelo é que ambas as variedades do Marxismo declaram à priori certos grupos como virtuosos e outros como malignos, independentemente do comportamento real dos indivíduos. Logo, o Marxismo económico definiu os trabalhadores e os camponeses como "bons" e a classe média como "maligna", e o Marxismo Cultural definiu os Negros, os Hispânicos, as mulheres Feministas, os homossexuais, e algumas outras minorias, de virtuosos e  os homens brancos como  malignos. O Politicamente Correcto não reconhece a existência de mulheres não-Feministas e classifica os Negros que rejeitam a sua ideologia de "Brancos".

O quarto paralelo encontra-se nos recursos: a expropriação. Os Marxistas económicos expropriaram as posses da classe média e da classe alta, e entregaram-nas ao Estado. Os Marxistas Culturais, tanto nas universidades como nos governos, colocam em acção penalizações sobre os homens Brancos e conferem privilégios aos grupos que eles favorecem. A Acção Afirmativa é um exemplo deste tipo de expropriação.

Finalmente, ambos os tipos de Marxismo empregam um método de análise que garante a veracidade da sua ideologia em todas as situações. Para os Marxistas clássicos o método é economia Marxista. Para os Marxistas Culturais, o método é a desconstrução linguística, que remove todo o significado dos "textos" e posteriormente insere um novo significado.

Duma forma ou outra, o texto ilustra a opressão das mulheres, nos Negros, dos homossexuais, etc - por parte dos homens Brancos e da Civilização Ocidental. O significado intencionado pelo autor é irrelevante.

Estes paralelos não são uma coincidência. Eles existem porque o Marxismo Cultural do Politicamente Correcto verdadeiramente deriva do Marxismo económico clássico, largamente através do trabalho da Escola de Frankfurt.

Depois da Primeira Grande Guerra, os Marxistas Europeus enfrentaram uma questão difícil: porque é que o proletariado de toda a Europa não se levantou numa revolução e não estabeleceu uma nova ordem Marxista tal como a sua teoria disse que aconteceria? Dois proeminentes pensadores Marxistas - Antonio Gramsci na Itália e Georg Lukacs na Hungria - chegaram a uma resposta; a cultura Ocidental.

A cultura Ocidental havia cegado os trabalhadores de tal forma que eles não conseguiam agir segundo os seus verdadeiros interesses de "classe". Logo, antes do socialismo chegar ao poder, a cultura Ocidental tinha que ser destruída. Em 1919 Lukacs colocou a questão desta forma:

Quem é que nos salvará da civilização Ocidental?

Como Vice-comissário para a Cultura no governo Bolchevique de Bela Kun (Hungria) durante esse ano, a primeira coisa que ele fez foi introduzir a educação sexual nas escolas da Hungria.

Em 1923, Lukacs e um grupo de intelectuais Marxistas Alemães fundaram um "grupo de reflexão" que tinha como propósito traduzir o Marxismo da economia para termos culturais: o Instituto de Pesquisa Social n Universidade de Frankfurt. O Instituto rapidamente passou a ser conhecido como a Escola de Frankfurt. Em 1933, quando a Nacional Socialista chegou ao poder na Alemanha, a Escola de Frankfurt mudou-se para New York City.

Foi lá que figuras-chave - Theodor Adano, Erich Fromm e Wilhelm Reich - desenvolveram a "teoria crítica", um cruzamento entre Marx e Freud que classificou os componentes principais da cultura Ocidental de 'preconceito', isto é, uma doença psicológica. Os "teóricos críticos" alegam que para se eliminar o "preconceito", o Cristianismo, o capitalismo e a família tradicional "patriarcal" têm que ser todos destruídos.

A ligação entre a Escola de Frankfurt e a rebelião estudantil dos anos 60 foi feita principalmente através dum elemento chave da Escola de Frankfurt, Herbert Marcuse - o homem que nos anos 60 cunhou a frase "Make love, not war." O livro de Marcuse com o título de "Eros e Civilização" alegou que as ferramentas com as quais destruir a cultura Ocidnetal eram, com efeito, o sexo, as drogas e o rock 'n roll.

Ele popularizou as ideias da Escola de Frankfurt de forma que os radicais estudantis dos anos 60 pudessem entender e absorver, e hoje sabemos a consequência do seu trabalho: Politicamente Correcto.

Portanto, este é segredo do Politicamente Correcto: ele é Marxismo, Marxismo traduzido da economia para a cultura. Todos nós sabemos o que o Marxismo económico fez na União Soviética. Será que iremos permitir que o Marxismo Cultural faça o mesmo com os Estados Unidos? 





quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Marxismo e o capitalismo: juntos a promover a imigração em massa

Por Todd Frobisher

Por acaso já se questionarem do porquê as grandes empresas e os governos esquerdistas frequentemente se encontrarem unidos? Uma pergunta mais profunda será: "Porque é que a direita política e os partidos esquerdistas aparentemente são incapazes ou relutantes de fazer alguma coisa contra a imigração em massa para os países do Ocidente?"

Estas perguntas são respondidas no excelente livro de Kerry Bolton com o nome de ‘Babel, Inc: Multiculturalism, Globalisation, and the New World Order’. O que eu acho de mais valioso no livro de Bolton é a forma como ele demonstra o falhanço dos partidos esquerdistas de proteger os seus principais constituintes da competição económica e da desarticulação causadas pela imigração em massa.

Longe de serem os defensores naturais da classe operária, os actuais partidos esquerdistas estão unidos com as forças da globalização e do Grande Capital, que nada se  preocupam com o impacto negativo da imigração em massa na sociedade anfitriã, já para não falar do nada que eles protegem a classe operária (a facção social mais afectada pela imigração em massa e pela desarticulação).

Ironicamente, os trabalhadores naturalmente correm para os braços dos partidos esquerdistas esperando que estes protejam os seus interesses económicos, só para descobrirem que estes partidos, e sem buscarem o consentimento da classe operária, apoiam políticas que diminuem os ordenados e transformam as comunidades.

Mas este livro é extremamente relevante para todas as classes, especialmente para aqueles que visam levar a cabo reformas na imigração, para os que são contra o multiculturalismo, e para os trabalhadores. Colocar no mesmo conjunto todos estes grupos díspares pode parecer algo estranho, mas essa "estranheza" acaba quando nos apercebemos qie TODOS estes grupos foram marcados para substituição e para desarticulação por parte da esquerda Marxista e por parte do Grande Capital.

Esta coligação esquerda-direita revela desprezo pelo seu próprio povo ao abandoná-lo para imoralidade da imigração descontrolada e para a não-democrática transformação social. O valor da obra de Bolton encontra-se na forma como ele mostra que este derrube da tradicional sociedade Ocidental, neste caso dos trabalhadores de colares azuis e brancos, foi planeado há muito tempo atrás, e não é algo que surgiu do nada.

Bolton demonstra que nos finais do século 19 e início do século 20, as forças laborais organizadas eram a vanguarda entusiasta que se opunha à imigração em massa. Na Austrália, eminentes líderes laborais tais como W. G. Spence, Joseph Chifley, e Arthur Caldwell formaram a linha da frente da oposição laboral à mão-de-obra barata do terceiro mundo (Bolton, pp. 20-25).

Longe de serem racistas, estes homens eram os defensores do trabalhador Australiano numa altura em que as organizações laborais desse pais estavam a dar início às suas actividades como força a ser levada em conta. De facto, naquela altura da história da "British Commonwealth", sem dúvida que a oposição mais eficaz à imigração em massa foi feita pelas forças laborais organizadas.

De maneira nenhuma esta liderança era composta por xenófobos e intolerantes, tal como eles seriam retratados pelos politicamente correctos média actuais. Para os líderes laborais, oposição à imigração era como proteger o sustento económico e social da classe operária da competição detrimental e injusta.

De forma bem convincente, Bolton mostra como os líderes do Grande Capital - tanto dentro como fora do governo - intencionalmente buscaram mão-de-obra barata estrangeira como estratégia de baixar os salários dos operários Brancos. Bolton demonstra que o antigo ministro da Columbia Britânica, Dunsmuir, uma pessoa que não era amiga das forças laborais, era um importante defensor da imigração de não-Brancos.

Este magnata do Grande Capital, que fazia parte do governo, buscou formas de importar mão-de-obra barata "coolie" [trabalhadores Hindus ou Chineses]  para a B.C. [British Columbia] especificamente para reduzir os salários dos operários Brancos. Com isto, ele planeava ajudar os seus amigos e aliados do Grande Capital a não pagar aos seus operários salarios decentes e que permitissem ter uma vida normal (Bolton, p. 35).

De facto, Bolton cita um artigo publicado pelo Immigration Watch Canada, ‘The 1907 Arrival of Many Low-Wage Labourers Precipitated the September 1907 Vancouver Asiatic Riot’, para mostrar a forma como Dunsmuir inflamou de forma intencional os operários Brancos ao substituí-los pela mais barata mão-de-obra Asiática.

Com frequência, a chegada da mão-de-obra coolie prognosticava outras repercussões negativas para os operários Brancos: violência física e intimidação. Isto normalmente tornou-se realidade para muitos trabalhadores nascidos no Canadá [Brancos]. Onde quer que a mão-de-obra coolie era instalada como forma de reduzir os salários e a subsistência dos Brancos, tal violência era comum na Austrália e no Canadá.

De modo consistente, Bolton reuniu evidências de que a liderança da Direita do Grande Capital era a promotora de tal competição económica e violência cujo propósito final era o de levar as empresas a poupar dinheiro, mesmo que isso fosse feito à custa da ausência de condições de segurança e ausência de salários com os quais se pudesse subsistir. Estas evidências são convincentes visto que mostram a direita política unida às forças da imigração em massa, ao multiculturalismo, e à globalização - num início  que remonta pelo menos 150 anos. Um operário pode perguntar hoje:

Porque é que o NDP e os Liberais [no contexto, significa "esquerdistas"] apoiam a imigração e o multiculturalismo?

A resposta: Porque (1) eles não querem perder o voto imigrante, e (2) a imigração não é, de qualquer forma, um legítimo tópico de crítica no sistema democrático actual. Ora, se um direitista fizesse aos Conservadores a mesma pergunta, será que ele obteria a mesma resposta? Parece que os Canadianos não estão no controle dos seus destinos.

De facto, se uma audiência moderna perguntasse qual era a diferença entre Dunsmuir e Stephen Harper, ou entre Justin Trudeau e Thomas Mulcair, sería possível ver que eles são todos espantosamente semelhantes no tópico da imigração. Parece que muito pouco mudou durante os últimos 100 anos.

Para os políticos da sociedade democrática, o dinheiro e os votos são os propósitos finais. Mas será que eles se preocupam com o destino cultural da sociedade anfitriã que eles alegam representar? Bolton responde com um "Não" firme.

Bolton vai mais longe.

Ele mostra como as acções de pessoas tais como Dunsmuir e os proponentes normais do multiculturalismo e da imigração em massa enquadram-se num esquema mais generalizado: o de transformar a humanidade em consumidores intercambiáveis, vazios de qualquer ligação cultural, racial ou religiosa, capazes de se ajustar a qualquer roda dentada financeira - em qualquer lugar do planeta. A verdadeira diversidade não tem lugar neste mundo visto que todas as diferenças humanas serão varridas.

Quão semelhante isto soa da utopia comunista, até que nos apercebemos que as forças de nivelamento do capitalismo democrático são quase idênticas. Sob esta luz, o comunismo e o capitalismo parecem ser lados diferentes da mesma moeda. Isto, obviamente, expõe o carácter verdadeiramente sinistro da agenda globalista.

Bolton mostra que a imigração em massa, o multiculturalismo, e o capitalismo nada mais são que ferramentas arquitectadas para gerar esta humanidade desenraizada - por enquanto camuflada sob o conforto material e as aparentes "escolhas" colocadas à disposição dos eleitores durante o tempo de eleições.

Recomendo vivamente que obtenham uma cópia do livro "Babel, Inc." Se por acaso és membro da classe operária, tens que ficar tremendamente preocupado com os perigos que a imigração em massa causam à segurança do teu emprego, ao teu rendimento, à competição económica, e preocupado com transformação da tua comunidade numa entidade irreconhecível.

Os operários não têm a mesma prosperidade económica que os seus pares das classes média e alta, e como tal, a opção da "fuga Branca" nem chega a ser possível para muitos operários. Para além disso, a falta de recursos económicos dificultam, ou impossibilitam, os trabalhadores de se organizarem com sucesso ao nível político como forma de avançarem com os seus interesses. Devido a isto, eles frequentemente têm que se agachar e aceitar a realidade tal como ela é, e não como eles gostariam que ela fosse. Resumidamente, os nossos líderes traíram-nos através da imigração em massa.

Mas a traição não acaba aqui. Os Canadianos das classes média e alta também sofrem visto que a riqueza e a mobilidade só os podem isolar das realidades da imigração em massa e da substituição económica por um tempo limitado. De modo geral, também eles têm que se agachar e aceitar a realidade não como ela é mas tal como ela foi arquitectada sem o seu consentimento.

Será, portanto, racional, os operários apoiarem a NDP que trabalha em favor desta substituição social e económica? Ou as pessoas da classe média apoiarem os Liberais e os Conservadores que têm a mesma agenda de substituição e competição voltada contra eles? Espero que depois de ler este ensaio vocês sejam capazes de responder com um claro e retumbante "NÃO".

Ofereço como solução para estes males que TODOS os Canadianos de origem Europeia, independentemente da classe, religião ou região, juntem esforços numa causa comum e avancem com os seus interesses. A realidade dos factos é que os políticos que eles elegeram não farão isso por eles visto que a sua preocupação são os ciclos eleitoras de 4 anos, financiamentos eleitorais, e votos - não a preservação da civilização Ocidental perante as forças da globalização.

O mínimo que podemos fazer é trabalhar por um mundo melhor e um sistema melhor do que o temos actualmente. Tal como Bolton mostra, nós no Ocidente estamos em rota de ruína cultural. Espero que este ensaio te tenha motivado a fazer a tua parte para reverter este tendência antes que seja tarde demais.




segunda-feira, 24 de agosto de 2015

"O horror que eu vi dentro do movimento de 'emancipação' das mulheres"

Por Mallory Millett

"When women go wrong men go right after them.”
-- Mae West

“O socialismo é a filosofia do falhanço, o credo da ignorância, e o evangelho da inveja; a sua virtude inerente é a igual partilha da miséria.” Winston Churchill escreveu isto a mais de um século atrás.

Durante o meu primeiro ano na escola secundária, as freiras perguntaram-me sobre os meus planos para depois da minha graduação. Quando eu lhes disse que iria frequentar a Universidade Estadual, reparei no seu desapontamento. Perguntei à minha freira favorita, "Porquê?". Ela disse, "Isso significa que quatro anos mais tarde vais sair da universidade como comunista e ateísta!"

Eu e as outras raparigas rimos bastante. "Quão pouco sofisticadas estas freiras eram," pensamos nós. Depois fui para a faculdade, e saí de lá comunista e ateísta, tal como tinha acontecido com a minha irmã Katie seis anos antes de mim.

Algum tempo mais tarde, eu passei a ser uma jovem divorciada com uma criança pequena. A pedido da minha irmã, passei a viver em NYC depois de passar anos casada com um executivo Americano colocado no Sudoeste Asiático. Com o fim do casamento, passei a construir uma nova vida para mim e para a minha filha. A minha irmã Katie disse:

Vem para Nova York. Estamos a fazer uma revolução! Algumas de nós estamos a dar início a um grupo com o nome de "National Organization of Women" e também tu podes fazer parte dele.

Havia já já muitos anos que eu não a via. Embora ela me tivesse atormentado quando nós éramos novas, depois dos meus traumas Asiáticos e do fim do meu casamento, essas memórias estavam distantes. Eu loucamente pensei que ela seria o meu santuário no meio da tempestade. Com tanto tempo e tamanha distância entre nós, eu já me tinha esquecido da sua instabilidade emocional.

E assim comecei a testemunhar involuntariamente a História. Fiquei com a Katie e o seu amável marido Japonês, Furnio, num sótão delapidado em The Bowery enquanto ela acabava o seu primeiro livro, uma tese de doutoramento para a Columbia University, com o nome de “Sexual Politics.” Estávamos em 1969.

A Katie convidou-me para me juntar a ela na sua reunião na casa da sua amiga, uma tal de Lila Karp. Elas chamaram à assembleia de "grupo de consciencialização", uma iniciativa tipicamente comunista e algo practicado pela China Maoísta.

Tomamos o nosso lugar numa mesa larga à medida que cada uma das presentes dava início à reunião com uma recitação-e-resposta, algo parecido a uma Litanía - um tipo de oração feita na Igreja Católica. Mas desta vez era o Marxismo, a Igreja da Esquerda, a imitar uma práctica religiosa:

"Porque é que estamos aqui?" perguntou ela.
"Para fazer a revolução", responderam elas.
"Que tipo de revolução?" respondeu ela.
"Revolução Cultural", responderam elas.
"E como é que fazemos uma Revolução Cultural?" exigiu ela.
"Destruindo a família America!" responderam elas.
"E como é que destruímos a família Americana?" perguntou ela.
"Destruindo o Patriarcado Americano." gritaram elas de modo exuberante.
"E como é que destruímos o Patriarcado Americano?" respondeu ela.
"Acabando com o seu poder!"
"E como é que fazemos isso?"
"Destruindo a monogamia!" gritaram elas.
"E como é que podemos destruir a monogamia?"

A resposta delas deixou-me chocada, sem fôlego, e sem acreditar no que estava a ouvir. Sera´que estava no planeta Terra? Quem eram estas pessoas?

"Promovendo a promiscuidade, o erotismo, a prostituição e o homossexualismo!"  ressoaram elas.

Elas continuaram com uma longa discussão em torno das formas de avançar estes objectivos estabelecendo a "National Organization of Women".  Era óbvio que elas nada mais queriam que a destruição total da sociedade Ocidental. A conclusão disto tudo é que a única forma de fazer isto é "invadindo todas as instituições Americanas. Todas elas têm que ser permeadas com 'A Revolução'": Os média, os sistemas de ensino, as universidades, as escolas secundárias, as K-12, os conselhos escolares, etc.; depois disto, o sistema judiciário, as legislaturas, os ramos executivos e até sistema bibliotecário.

Tudo isto caiu nos meus ouvidos como um esquema ridículo, como se elas fossem um grupo de crianças com imaginação fértil a planear um roubo ao Brink; uma brincadeira gerada numa noite nevosa entre um grupo de crianças mimadas cheias de álcool e haxixe.

Para mim, tudo isto era ridículo. Eu estava a passar por um choque cultural por ter sido retirada da minha nação, ter vivido em países do Terceiro Mundo durante anos, sem ter feito uma única viagem de regresso aos Estados Unidos. Eu era uma daquelas pessoas que, quando regressa ao solo Americano, sai do avião a gaguejar de êxtase por estar em casa, nos Estados Unidos.

Ajoelhei-me no chão e cobri-o com beijos. Eu havia aprendido o quão deliciosa era a minha terra de nascença e não me importava com o que as outras pessoas pensavam porque elas não tinha visto o que eu tinha visto, e nem estado onde eu tinha estado. Eu havia visto operários fabris e escravas sexuais algemadas às paredes.

Como é que elas poderiam saber? A Ásia estava para além do nosso alcance visual e, tal como se diz, totalmente inescrutável, e um tipo de inferno que eu nunca havia planeado visitar. Eu, ao contrário de quem fez um piquenique por lá ou quem o visitou (como os doces e inocentes turistas), vivi lá; eu levei a cabo tarefas domésticas e tentei educar uma criança. Eu havia superado o comunismo dos tempos da minha universidade e estava a tentar de forma atabalhoada encontrar o caminho de volta para Deus.

Como foi possível que 12 mulheres Americanas, que eram dos tipos mais respeitados possíveis - licenciadas privilegiadas e polidas e de instituições estimadas: Columbia, Radcliffe, Smith, Wellesley, Vassar; o tio de uma dessas mulheres era um Secretário de Guerra sob Franklin Roosevelt - planear tais coisas? A maior parte delas tinha cursos avançados para além de terem a aparência de serem convincentes, inteligentes, razoáveis e boas. Como é que estas pessoas racionalmente acreditam que podem ser bem sucedidas com tal grandiosidade viciosa? E porquê?

Eu qualifiquei isto como a construção dum castelo de ar por parte dum aglomerado académico.

Continuei com a minha em Nova York ao mesmo tempo que a minha irmã se tornou famosa publicando os seus livros e aparecendo na capa da "Time Magazine". A revista "Time" deu-lhe o nome de a "Karl Marx do Movimento das Mulheres." Isto ocorreu porque o seu livro explanou um curso para iniciantes do Marxismo para as mulheres.

A sua tese era: A família é um antro de escravatura onde o homem opera como o Burguês e a mulher e as crianças como o Proletariado. A única esperança para a "libertação" das mulheres (e libertação é a palavra comunista favorita que serve para conduzir os servos para uma escravidão inextricável; "libertação", tal como "colectivo" - por favor, fujam delas, fujam e defendam as vossas vidas) era o novo "Movimento das Mulheres".

Os seus livros cativaram as aulas académicas e rapidamente cursos de "Estudos Femininos" foram instalados nas universidades numa onda constante que varreu a nação tendo como leitura obrigatória os livros de Kate Millett.

Imaginem isto: uma rapariga com 17 ou 18 anos encontra-se à mesa com a sua mãe, a estudar o plano de estudos do seu primeiro ano na universidade. A mãe vê uma aula com o nome de "Estudos Femininos" e pensa "Hmmm...isto pode ser interessante. Pode ser que retires alguma coisa boa destas aulas." Parece inofensivo para ela.

Como é que ela poderia suspeitar que esta é uma aula onde a sua filha inocente será ensinada que o seu pai é um vilão? A sua mãe é uma louca por ter deixado que um homem a escravizasse sob prácticas bárbaras tais como a monogamia e a vida familiar e a maternidade, que é uma desperdício do seu talento. Ela não pode de maneira nenhuma seguir os passos da sua mãe porque isso seria como submeter-se a uma vida de um drone sem inteligência para um homem dominador, o opressor, que a hipnotizou com truques tais como o amor romântico.

A sua filha será ensinada a nunca se deixar enganar por este engodo.

Embora os homens sejam totalmente maus, ela pode usá-los para gratificação orgásmica, dormir com quantos homens quiser como forma de se manter inalcançável e livre. Hoje em dia dificilmente existe uma rapariga de 17 anos sem um rancor (originário na escola secundária) contra um Jimmy ou um Jason. Os rapazes também estão a aprender, e também eles podem ser descuidados durante os anos secundários - esse tormento de danças de cortejo para ambos os sexos.

Quando as professoras de Estudos Femininos acabarem com a sua obra junto da tua filha, ela será uma sombra da inocente rapariga que foi, e rapidamente ficará convencida de que, embora ela deva dormir com todos os rapazes por quem sente atracção, ela não deve de maneira alguma engravidar. E, como uma practicante de promiscuidade, ela torna-se mestre nas artes de prevenção, especialmente no aborto.

O propósito da Emancipação das Mulheres é o de forçar as mulheres a perder toda a empatia pelos rapazes, pelos homens e pelos bebés. Os aspectos mais ternos da sua alma são endurecidos e transformados num amontoado de cinismo, e ela irá pensar que não há nada de mal em assassinar o  bebé que se encontra no protector ninho do seu útero de mulher jovem.

Ela será ensinada que, para ser livre, ela tem que se tornar numa fora-da-lei. E isto é razoável visto que o sistema legal Ocidental, desde a Magna Carta e mesmo antes disso, é um aglomerado de homens brancos malignos cujo propósito real era o de avançar com a escravatura dela.

Sejam foras-da-lei! Revoltem-se! Sejam desafiadoras! (Pensem em mulheres como Madonna, Lady Gaga, Lois Lerner, Elizabeth Warren.) “Todas as mulheres são prostitutas,” ser-lhe-á dito. Ou tu és muito inteligente e usas o sexo sendo promiscua para prazer próprio e para auto-desenvolvimento como um ser humano pleno e livre "tal como os homens", ou tu podes ser uma prostituta profissional, uma viável mulher de negócios , que é "empoderador", ou tu podes ser enganada tal como a tua mãe e prostituires-te exclusivamente para um só homem, caindo assim sob o pesado domínio do "opressor". Todas as esposas são "prostitutas de um só homem".

Ele tem que se entregar de alma e coração a isto. Nada de sentimentos emocionais em torno do cortejamento. Nenhuma empatia para rapazes ou para bebés. Ela tem uma vida a viver e ninguém se pode colocar no seu caminho. E se por acaso o rapaz ou o homem "não entender", então nada de sexo para ele; "fazer amor" passa a ser "fazer sexo". "Não vou 'fazer sexo' com um patife qualquer que não acredite que eu posso matar o seu filho ou filha que se encontra no meu útero. Ele não tem palavra neste assunto porque o corpo é meu!" (Esta é uma lógica estranha visto que, quem alguma vez ouviu falar num corpo com duas cabeças, dois corações, quatro braços e quatro pés?)

Não há limite para os absurdos que as jovens raparigas serão convencidas a engolir. "Tenho planos para saltar de homem em homem o quanto puder e não há ninguém que me possa parar porque eu sou livre!" Dito de outra forma, estas pessoas irão transformar a tua jovem filha numa vadia, tendo o livro da minha irmã como manual de instruções. ("Vadia é uma boa palavra. Orgulha-te dela!")

Ela dir-te-á, "É provável que nunca me case e se me casar, farei isso quando a minha carreira profissional estiver bem estabelecida," o que hoje em dia significa nunca. "Vou manter o meu nome e na verdade eu nem quero filhos. Eles são uma chatice e estão sempre no caminho." Mais ainda, elas dirão à tua filha "Não deixes que pessoa alguma te degrade permitindo que ele te abra as portas. Ser chamada de 'Senhora' é um insulto. O cavalheirismo tem o significa de posse."

Logo, as fêmeas, que fundamentalmente são os árbitros da sociedade, vão endurecendo os homens jovens com tal conversa de almofada da mesma forma que elas foram endurecidas porque, "Wow, rapaz. Tenho que ir para a cama mas ela não aceita enquanto eu não concordar em deixar que ela mate o bebé, se por acaso ela engravidar!"

Oprimidas? As mulheres sempre tiveram poder. Pensem no paradigma eterno: só depois de Eva ter convencido Adão a comer o fruto é que a humanidade caiu. Isto é, o homem faz de tudo para fazer a mulher feliz, mesmo que seja algo que desagrade a Deus. Isto, sim, é poder! Sem mulheres decentes, a humanidade está perdida. Tal como Mae West disse, "Quando as mulheres caem no erro, os homens seguem logo atrás delas!"

Conheço mulheres que foram enganadas por este credo durante a sua juventude e que, hoje, na casa dos 50 ou 60, choram pela noite a dentro passadas que estão décadas de noites de arrependimento pelas crianças que nunca irão ter e pelas crianças que elas mataram friamente quando elas estavam a proteger os seus futuros vazios de amor dentro do qual hoje vivem e sem forma de regressar. "Onde é que estão os meus filhos? E os meus netos?" elas choram para mim.

Por diversas vezes ouvi

Os livros da tua irmã destruíram a vida da minha irmã! Ela estava casada e com quatro filhos, e depois de ler aqueles livros, abandonou o marido estupefacto e nunca mais olhou para trás.

O homem caiu em desespero e em ruína. As crianças ficaram surpresas, fora dos seus eixos, profundamente prejudicadas; a família foi profundamente afectada e não havia forma de voltar a colocar as coisas tal como elas estavam.

Durante o tempo em que estas mulheres estavam a "invadir" as nossas instituições, o carácter da mulher Americana transformou-se drasticamente de modelos caracterizados para nós por mulheres como Rosalind Russell, Bette Davis, Deborah Kerr, Eve Arden, Donna Reed, Barbara Stanwyck, Claudette Colbert, Irene Dunn, Greer Garson. Estas mulheres foram notáveis que não precisavam de lições de "empoderamento", e que cujas personalidades, bem como as personagens que elas desempenhavam, eram fortes, resistentes e claramente moldadas. As suas vozes eram tão diferentes que era possível identificá-las pela voz. Todos nós conhecíamos a voz de Rita Hayworth. Todos nós conhecíamos a voz de Katherine Hepburn.

Desafio alguém a identificar as vozes "cortador de biscoito" das mulheres pós-emancipação das mulheres de Hollywood actual. Como foi que estas mulheres "emancipadas" se tornaram neste indistinguível monte de desordem? Todas elas têm exactamente a mesma aparência, excentuando algumas características individualizadoras, e as suas vozes são idênticas, estas Julies e Jessicas!

O meu amigo Padre George Rutler deu-lhes o nome de "as caloiras chalreadoras da Nova Idade das Trevas." O carácter da mulher Americana foi distorcido por este movimento pernicioso. De onde veio esta criatura blasfema, tatuada e fora-da-lei, que mata o seu bebé sem pestanejar, e depois vai para as festas sem qualquer tipo de consciência ou remorso? E em tempo histórico tão curto?

Nunca antes havíamos ouvido falar de tantas mulheres a matarem os seus filhos: Casey Anthony a matar o seu pequeno Caylee e a mergulhar numa festa durante semanas; Susan Smith a conduzir os seus rapazes até ao lago, deixando-os encurralados debaixo de água como forma de morrerem mortes tortuosas; aquela mulher que afogou os seus cinco filhos numa banheira? "Hey! Se eu posso matar o meu bebé aos seis meses de gestação, porque é que não posso matá-lo depois do nascimento? Vamos-lhe dar o nome de aborto pós-parto.”

Insisto que as mulheres sempre foram os árbitros da sociedade, e quando aquelas mulheres à mesa da Lila Karp em Greenwich Village se determinaram a destruir a família Americana, ao fazerem com que as mulheres passassem a ser foras-da-lei, perpetradoras de infanticídio, e odiadoras da lei Ocidental, dos homens e do casamento, elas conseguiram o que tinham planeado. O seu desejo - e eu testemunhei isso em reuniões subsequentes até ao momento em que fiquei farta do seu ódio desenfreado - era o de destruir a  sociedade Americana juntamente com a família e o "Patriarcal dono de escravos", o marido Americano.

Nós estávamos todos tão ocupados felicitando uns aos outros porque Ronald Reagan "tinha vencido a Guerra Fria em disparar um único tiro" sem nos apercebermos da verdade que Mao, com o seu Pequeno Livro Vermelho, e os Soviéticos haviam vencido a Guerra Fria sem dsparar um único tiro, tomando conta das mossas mulheres, dos nossos jovens, e das mentes de todas as pessoas tutelados por Noam Chomsky e pelos livros escolares de Howard Zinn.

O recém-graduado é um Peter Pan preso na Never Never Neverland do porão da mãe (que é divorciada). Christina Hoff Sommers diz:

Pais e mães, tenham medo dos vossos filhos. Há uma guerra a ser levada a cabo contra os homens e esta guerra que começou há muito tempo nas aulas de estudos de género e dentro de grupos de defesa dos direitos das mulheres ansiosas por acreditar que os homens são tóxicos. ... Muitas 'mulheres educadas' dos Estados Unidos beberam o Kool Aid de género feminista. As raparigas em Yale, Haverford e Swarthmore olham para elas mesmas como oprimidas. Isto é loucura.

Se por acaso olharem para isto como uma traição para com a minha irmã, eu passei a identificar-me com pessoas como Svetlana Stalin ou Juanita Castro; que vieram a público para condenaram abertamente um membro familiar particularmente prejudicial. A lealdade pode ser altamente destrutiva. O que dizer dos muçulmanos que se recusam a falar agora?

Eu fui uma das pessoas silenciosas, mas pelo menos estou agora a falar tudo. As raparigas têm sido envolvidas em algo e não é nada bom. Nós temos que ficar doentes até à alma em relação a isso. Eu sei que eu estou. E consequentemente, a indoutrinação em massa, a consequência inevitável de todas as experiências socialistas/comunistas, deixa atrás de si o seu rasto característico de destruição.

Tanta graça, femininidade e beleza perdidas.

Tantas vidas arruinadas.

- http://bit.ly/1Jx2A4f



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