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terça-feira, 10 de novembro de 2015

Como a lei do divórcio gerou uma nação de bastardos

Por Henry Dampier

A lei do divórcio actual colocou a autoridade legal nas mãos das esposas, retirando-a das mãos dos esposos. Em termos legais, todos os casais são casais liderados pelas esposas, especialmente se levarmos em conta a forma como os tribunais familiares normalmente operam.

As muitas mudanças nos Estados Unidos iniciadas durante a década 70 causaram inúmeros debates entre a esquerda e a direita mainstream; as causas da diminuição do regresso ao trabalho, o aumento do custo de vida, o aumento do caos social, e a incapacidade do Estado de cumprir com as suas obrigações de longo prazo, e muitos outros tópicos.

Dentro da política popular, ambos os lados políticos concordam que a liberdade para se levar a cabo um divórcio é um direito básico, e que dar poder às mulheres através do sistema legal é, ao mesmo tempo, algo moralmente correcto e algo necessário.

Isto contradiz o que era defendido de forma geral antes dessa altura, em todos os lugares excepto nos países Comunistas, e mesmo assim, só por alturas da Revolução Russa.

A classe média, e todas as classes com propriedades, não podem sobreviver muitos anos dentro deste regime legal familiar. O motivo por isto é que cada novo divórcio divide os bens que de outra forma iriam para as crianças; isto impede a apreciação desses bens, priva as crianças da sua herança legítima, e permite que uma classe inteira de intermediários vampíricos redistribua o capital dos homens para as mulheres.

As crianças que resultam destas uniões encontram-se frequentemente arruinadas, e a vida familiar torna-se num conjunto legalmente ordenado de dar-e-receber de crianças, duma debilitada metade da família para a outra metade da família, igualmente debilitada, desperdiçando recursos que de outra forma poderiam ser usados na construção da prosperidade comum.

A emancipação sexual é incompatível com a continuação do que é tradicionalmente entendido como a classe média. No princípio, os revolucionários assassinaram os aristocratas, que eram poucos em número, e era bastante fácil privá-los das suas propriedades e das suas vidas. O extermínio da burguesia tem-se provado como um projecto mais complicado visto que a Civilização Ocidental não parava de os gerar em número considerável, e a causar a que eles estivessem satisfeitos com eles mesmos.

Para destruir a classe média, era preciso destruir a sua cultura, a sua moralidade, a sua religião, e o seu relacionamento com as suas crianças. Para se atingir este objectivo, os revolucionários aliciaram os homens para longe das suas tarefas com promessas de sexo fácil com inúmeras parceiras. Às mulheres foi prometido poder, autonomia, dinheiro para os seus filhos ilegítimos, e liberdade. Este arranjo causou a que estejamos viver numa nação de bastardos.

Muitos milhões de homens competentes, saudáveis, e moralmente correctos foram destituídos pelas suas mulheres através dos tribunais familiares. Eles foram privados da sua propriedade; os seus filhos foram privados de pais e duma herança. A sociedade Americana foi privada das famílias fortes que eram a sua marca, graças à subversão consciente de revolucionários, psicólogos, advogados, escritores, e muitos políticos que tornaram isso possível.

A vida familiar Americana tornou-se perigosa; financeiramente, moralmente, e emocionalmente. Sem a orientação dos pais, o domínio de polícias brutais e das suas sombrias reflexões, e de criminosos organizados, avançam para dominar as ruas.

Existem muitas coisas que podem ser ditas sobre os sistemas políticos, mas esses argumentos centram-se no narcisismo de diferenças mínimas quando comparados ao sistema legal patriarcal e as alternativas bárbaras. Se a lei não atribui a autoridade permanente ao pai, então a lei tem que depender de "executores" tirânicos como forma e implementar a vontade do Estado em seu lugar.

O que é preciso para restaurar o estado de direito é o que sempre foi preciso para manter a lei: é reinstalar os pais como o meio principal através do qual a lei se faz sentir neste mundo de coisas reais, e não só no mundo das ideias. A alternativa é a tirania caprichosa tanto de cima como e baixo.

-  http://bit.ly/1GPQpon



segunda-feira, 24 de agosto de 2015

"O horror que eu vi dentro do movimento de 'emancipação' das mulheres"

Por Mallory Millett

"When women go wrong men go right after them.”
-- Mae West

“O socialismo é a filosofia do falhanço, o credo da ignorância, e o evangelho da inveja; a sua virtude inerente é a igual partilha da miséria.” Winston Churchill escreveu isto a mais de um século atrás.

Durante o meu primeiro ano na escola secundária, as freiras perguntaram-me sobre os meus planos para depois da minha graduação. Quando eu lhes disse que iria frequentar a Universidade Estadual, reparei no seu desapontamento. Perguntei à minha freira favorita, "Porquê?". Ela disse, "Isso significa que quatro anos mais tarde vais sair da universidade como comunista e ateísta!"

Eu e as outras raparigas rimos bastante. "Quão pouco sofisticadas estas freiras eram," pensamos nós. Depois fui para a faculdade, e saí de lá comunista e ateísta, tal como tinha acontecido com a minha irmã Katie seis anos antes de mim.

Algum tempo mais tarde, eu passei a ser uma jovem divorciada com uma criança pequena. A pedido da minha irmã, passei a viver em NYC depois de passar anos casada com um executivo Americano colocado no Sudoeste Asiático. Com o fim do casamento, passei a construir uma nova vida para mim e para a minha filha. A minha irmã Katie disse:

Vem para Nova York. Estamos a fazer uma revolução! Algumas de nós estamos a dar início a um grupo com o nome de "National Organization of Women" e também tu podes fazer parte dele.

Havia já já muitos anos que eu não a via. Embora ela me tivesse atormentado quando nós éramos novas, depois dos meus traumas Asiáticos e do fim do meu casamento, essas memórias estavam distantes. Eu loucamente pensei que ela seria o meu santuário no meio da tempestade. Com tanto tempo e tamanha distância entre nós, eu já me tinha esquecido da sua instabilidade emocional.

E assim comecei a testemunhar involuntariamente a História. Fiquei com a Katie e o seu amável marido Japonês, Furnio, num sótão delapidado em The Bowery enquanto ela acabava o seu primeiro livro, uma tese de doutoramento para a Columbia University, com o nome de “Sexual Politics.” Estávamos em 1969.

A Katie convidou-me para me juntar a ela na sua reunião na casa da sua amiga, uma tal de Lila Karp. Elas chamaram à assembleia de "grupo de consciencialização", uma iniciativa tipicamente comunista e algo practicado pela China Maoísta.

Tomamos o nosso lugar numa mesa larga à medida que cada uma das presentes dava início à reunião com uma recitação-e-resposta, algo parecido a uma Litanía - um tipo de oração feita na Igreja Católica. Mas desta vez era o Marxismo, a Igreja da Esquerda, a imitar uma práctica religiosa:

"Porque é que estamos aqui?" perguntou ela.
"Para fazer a revolução", responderam elas.
"Que tipo de revolução?" respondeu ela.
"Revolução Cultural", responderam elas.
"E como é que fazemos uma Revolução Cultural?" exigiu ela.
"Destruindo a família America!" responderam elas.
"E como é que destruímos a família Americana?" perguntou ela.
"Destruindo o Patriarcado Americano." gritaram elas de modo exuberante.
"E como é que destruímos o Patriarcado Americano?" respondeu ela.
"Acabando com o seu poder!"
"E como é que fazemos isso?"
"Destruindo a monogamia!" gritaram elas.
"E como é que podemos destruir a monogamia?"

A resposta delas deixou-me chocada, sem fôlego, e sem acreditar no que estava a ouvir. Sera´que estava no planeta Terra? Quem eram estas pessoas?

"Promovendo a promiscuidade, o erotismo, a prostituição e o homossexualismo!"  ressoaram elas.

Elas continuaram com uma longa discussão em torno das formas de avançar estes objectivos estabelecendo a "National Organization of Women".  Era óbvio que elas nada mais queriam que a destruição total da sociedade Ocidental. A conclusão disto tudo é que a única forma de fazer isto é "invadindo todas as instituições Americanas. Todas elas têm que ser permeadas com 'A Revolução'": Os média, os sistemas de ensino, as universidades, as escolas secundárias, as K-12, os conselhos escolares, etc.; depois disto, o sistema judiciário, as legislaturas, os ramos executivos e até sistema bibliotecário.

Tudo isto caiu nos meus ouvidos como um esquema ridículo, como se elas fossem um grupo de crianças com imaginação fértil a planear um roubo ao Brink; uma brincadeira gerada numa noite nevosa entre um grupo de crianças mimadas cheias de álcool e haxixe.

Para mim, tudo isto era ridículo. Eu estava a passar por um choque cultural por ter sido retirada da minha nação, ter vivido em países do Terceiro Mundo durante anos, sem ter feito uma única viagem de regresso aos Estados Unidos. Eu era uma daquelas pessoas que, quando regressa ao solo Americano, sai do avião a gaguejar de êxtase por estar em casa, nos Estados Unidos.

Ajoelhei-me no chão e cobri-o com beijos. Eu havia aprendido o quão deliciosa era a minha terra de nascença e não me importava com o que as outras pessoas pensavam porque elas não tinha visto o que eu tinha visto, e nem estado onde eu tinha estado. Eu havia visto operários fabris e escravas sexuais algemadas às paredes.

Como é que elas poderiam saber? A Ásia estava para além do nosso alcance visual e, tal como se diz, totalmente inescrutável, e um tipo de inferno que eu nunca havia planeado visitar. Eu, ao contrário de quem fez um piquenique por lá ou quem o visitou (como os doces e inocentes turistas), vivi lá; eu levei a cabo tarefas domésticas e tentei educar uma criança. Eu havia superado o comunismo dos tempos da minha universidade e estava a tentar de forma atabalhoada encontrar o caminho de volta para Deus.

Como foi possível que 12 mulheres Americanas, que eram dos tipos mais respeitados possíveis - licenciadas privilegiadas e polidas e de instituições estimadas: Columbia, Radcliffe, Smith, Wellesley, Vassar; o tio de uma dessas mulheres era um Secretário de Guerra sob Franklin Roosevelt - planear tais coisas? A maior parte delas tinha cursos avançados para além de terem a aparência de serem convincentes, inteligentes, razoáveis e boas. Como é que estas pessoas racionalmente acreditam que podem ser bem sucedidas com tal grandiosidade viciosa? E porquê?

Eu qualifiquei isto como a construção dum castelo de ar por parte dum aglomerado académico.

Continuei com a minha em Nova York ao mesmo tempo que a minha irmã se tornou famosa publicando os seus livros e aparecendo na capa da "Time Magazine". A revista "Time" deu-lhe o nome de a "Karl Marx do Movimento das Mulheres." Isto ocorreu porque o seu livro explanou um curso para iniciantes do Marxismo para as mulheres.

A sua tese era: A família é um antro de escravatura onde o homem opera como o Burguês e a mulher e as crianças como o Proletariado. A única esperança para a "libertação" das mulheres (e libertação é a palavra comunista favorita que serve para conduzir os servos para uma escravidão inextricável; "libertação", tal como "colectivo" - por favor, fujam delas, fujam e defendam as vossas vidas) era o novo "Movimento das Mulheres".

Os seus livros cativaram as aulas académicas e rapidamente cursos de "Estudos Femininos" foram instalados nas universidades numa onda constante que varreu a nação tendo como leitura obrigatória os livros de Kate Millett.

Imaginem isto: uma rapariga com 17 ou 18 anos encontra-se à mesa com a sua mãe, a estudar o plano de estudos do seu primeiro ano na universidade. A mãe vê uma aula com o nome de "Estudos Femininos" e pensa "Hmmm...isto pode ser interessante. Pode ser que retires alguma coisa boa destas aulas." Parece inofensivo para ela.

Como é que ela poderia suspeitar que esta é uma aula onde a sua filha inocente será ensinada que o seu pai é um vilão? A sua mãe é uma louca por ter deixado que um homem a escravizasse sob prácticas bárbaras tais como a monogamia e a vida familiar e a maternidade, que é uma desperdício do seu talento. Ela não pode de maneira nenhuma seguir os passos da sua mãe porque isso seria como submeter-se a uma vida de um drone sem inteligência para um homem dominador, o opressor, que a hipnotizou com truques tais como o amor romântico.

A sua filha será ensinada a nunca se deixar enganar por este engodo.

Embora os homens sejam totalmente maus, ela pode usá-los para gratificação orgásmica, dormir com quantos homens quiser como forma de se manter inalcançável e livre. Hoje em dia dificilmente existe uma rapariga de 17 anos sem um rancor (originário na escola secundária) contra um Jimmy ou um Jason. Os rapazes também estão a aprender, e também eles podem ser descuidados durante os anos secundários - esse tormento de danças de cortejo para ambos os sexos.

Quando as professoras de Estudos Femininos acabarem com a sua obra junto da tua filha, ela será uma sombra da inocente rapariga que foi, e rapidamente ficará convencida de que, embora ela deva dormir com todos os rapazes por quem sente atracção, ela não deve de maneira alguma engravidar. E, como uma practicante de promiscuidade, ela torna-se mestre nas artes de prevenção, especialmente no aborto.

O propósito da Emancipação das Mulheres é o de forçar as mulheres a perder toda a empatia pelos rapazes, pelos homens e pelos bebés. Os aspectos mais ternos da sua alma são endurecidos e transformados num amontoado de cinismo, e ela irá pensar que não há nada de mal em assassinar o  bebé que se encontra no protector ninho do seu útero de mulher jovem.

Ela será ensinada que, para ser livre, ela tem que se tornar numa fora-da-lei. E isto é razoável visto que o sistema legal Ocidental, desde a Magna Carta e mesmo antes disso, é um aglomerado de homens brancos malignos cujo propósito real era o de avançar com a escravatura dela.

Sejam foras-da-lei! Revoltem-se! Sejam desafiadoras! (Pensem em mulheres como Madonna, Lady Gaga, Lois Lerner, Elizabeth Warren.) “Todas as mulheres são prostitutas,” ser-lhe-á dito. Ou tu és muito inteligente e usas o sexo sendo promiscua para prazer próprio e para auto-desenvolvimento como um ser humano pleno e livre "tal como os homens", ou tu podes ser uma prostituta profissional, uma viável mulher de negócios , que é "empoderador", ou tu podes ser enganada tal como a tua mãe e prostituires-te exclusivamente para um só homem, caindo assim sob o pesado domínio do "opressor". Todas as esposas são "prostitutas de um só homem".

Ele tem que se entregar de alma e coração a isto. Nada de sentimentos emocionais em torno do cortejamento. Nenhuma empatia para rapazes ou para bebés. Ela tem uma vida a viver e ninguém se pode colocar no seu caminho. E se por acaso o rapaz ou o homem "não entender", então nada de sexo para ele; "fazer amor" passa a ser "fazer sexo". "Não vou 'fazer sexo' com um patife qualquer que não acredite que eu posso matar o seu filho ou filha que se encontra no meu útero. Ele não tem palavra neste assunto porque o corpo é meu!" (Esta é uma lógica estranha visto que, quem alguma vez ouviu falar num corpo com duas cabeças, dois corações, quatro braços e quatro pés?)

Não há limite para os absurdos que as jovens raparigas serão convencidas a engolir. "Tenho planos para saltar de homem em homem o quanto puder e não há ninguém que me possa parar porque eu sou livre!" Dito de outra forma, estas pessoas irão transformar a tua jovem filha numa vadia, tendo o livro da minha irmã como manual de instruções. ("Vadia é uma boa palavra. Orgulha-te dela!")

Ela dir-te-á, "É provável que nunca me case e se me casar, farei isso quando a minha carreira profissional estiver bem estabelecida," o que hoje em dia significa nunca. "Vou manter o meu nome e na verdade eu nem quero filhos. Eles são uma chatice e estão sempre no caminho." Mais ainda, elas dirão à tua filha "Não deixes que pessoa alguma te degrade permitindo que ele te abra as portas. Ser chamada de 'Senhora' é um insulto. O cavalheirismo tem o significa de posse."

Logo, as fêmeas, que fundamentalmente são os árbitros da sociedade, vão endurecendo os homens jovens com tal conversa de almofada da mesma forma que elas foram endurecidas porque, "Wow, rapaz. Tenho que ir para a cama mas ela não aceita enquanto eu não concordar em deixar que ela mate o bebé, se por acaso ela engravidar!"

Oprimidas? As mulheres sempre tiveram poder. Pensem no paradigma eterno: só depois de Eva ter convencido Adão a comer o fruto é que a humanidade caiu. Isto é, o homem faz de tudo para fazer a mulher feliz, mesmo que seja algo que desagrade a Deus. Isto, sim, é poder! Sem mulheres decentes, a humanidade está perdida. Tal como Mae West disse, "Quando as mulheres caem no erro, os homens seguem logo atrás delas!"

Conheço mulheres que foram enganadas por este credo durante a sua juventude e que, hoje, na casa dos 50 ou 60, choram pela noite a dentro passadas que estão décadas de noites de arrependimento pelas crianças que nunca irão ter e pelas crianças que elas mataram friamente quando elas estavam a proteger os seus futuros vazios de amor dentro do qual hoje vivem e sem forma de regressar. "Onde é que estão os meus filhos? E os meus netos?" elas choram para mim.

Por diversas vezes ouvi

Os livros da tua irmã destruíram a vida da minha irmã! Ela estava casada e com quatro filhos, e depois de ler aqueles livros, abandonou o marido estupefacto e nunca mais olhou para trás.

O homem caiu em desespero e em ruína. As crianças ficaram surpresas, fora dos seus eixos, profundamente prejudicadas; a família foi profundamente afectada e não havia forma de voltar a colocar as coisas tal como elas estavam.

Durante o tempo em que estas mulheres estavam a "invadir" as nossas instituições, o carácter da mulher Americana transformou-se drasticamente de modelos caracterizados para nós por mulheres como Rosalind Russell, Bette Davis, Deborah Kerr, Eve Arden, Donna Reed, Barbara Stanwyck, Claudette Colbert, Irene Dunn, Greer Garson. Estas mulheres foram notáveis que não precisavam de lições de "empoderamento", e que cujas personalidades, bem como as personagens que elas desempenhavam, eram fortes, resistentes e claramente moldadas. As suas vozes eram tão diferentes que era possível identificá-las pela voz. Todos nós conhecíamos a voz de Rita Hayworth. Todos nós conhecíamos a voz de Katherine Hepburn.

Desafio alguém a identificar as vozes "cortador de biscoito" das mulheres pós-emancipação das mulheres de Hollywood actual. Como foi que estas mulheres "emancipadas" se tornaram neste indistinguível monte de desordem? Todas elas têm exactamente a mesma aparência, excentuando algumas características individualizadoras, e as suas vozes são idênticas, estas Julies e Jessicas!

O meu amigo Padre George Rutler deu-lhes o nome de "as caloiras chalreadoras da Nova Idade das Trevas." O carácter da mulher Americana foi distorcido por este movimento pernicioso. De onde veio esta criatura blasfema, tatuada e fora-da-lei, que mata o seu bebé sem pestanejar, e depois vai para as festas sem qualquer tipo de consciência ou remorso? E em tempo histórico tão curto?

Nunca antes havíamos ouvido falar de tantas mulheres a matarem os seus filhos: Casey Anthony a matar o seu pequeno Caylee e a mergulhar numa festa durante semanas; Susan Smith a conduzir os seus rapazes até ao lago, deixando-os encurralados debaixo de água como forma de morrerem mortes tortuosas; aquela mulher que afogou os seus cinco filhos numa banheira? "Hey! Se eu posso matar o meu bebé aos seis meses de gestação, porque é que não posso matá-lo depois do nascimento? Vamos-lhe dar o nome de aborto pós-parto.”

Insisto que as mulheres sempre foram os árbitros da sociedade, e quando aquelas mulheres à mesa da Lila Karp em Greenwich Village se determinaram a destruir a família Americana, ao fazerem com que as mulheres passassem a ser foras-da-lei, perpetradoras de infanticídio, e odiadoras da lei Ocidental, dos homens e do casamento, elas conseguiram o que tinham planeado. O seu desejo - e eu testemunhei isso em reuniões subsequentes até ao momento em que fiquei farta do seu ódio desenfreado - era o de destruir a  sociedade Americana juntamente com a família e o "Patriarcal dono de escravos", o marido Americano.

Nós estávamos todos tão ocupados felicitando uns aos outros porque Ronald Reagan "tinha vencido a Guerra Fria em disparar um único tiro" sem nos apercebermos da verdade que Mao, com o seu Pequeno Livro Vermelho, e os Soviéticos haviam vencido a Guerra Fria sem dsparar um único tiro, tomando conta das mossas mulheres, dos nossos jovens, e das mentes de todas as pessoas tutelados por Noam Chomsky e pelos livros escolares de Howard Zinn.

O recém-graduado é um Peter Pan preso na Never Never Neverland do porão da mãe (que é divorciada). Christina Hoff Sommers diz:

Pais e mães, tenham medo dos vossos filhos. Há uma guerra a ser levada a cabo contra os homens e esta guerra que começou há muito tempo nas aulas de estudos de género e dentro de grupos de defesa dos direitos das mulheres ansiosas por acreditar que os homens são tóxicos. ... Muitas 'mulheres educadas' dos Estados Unidos beberam o Kool Aid de género feminista. As raparigas em Yale, Haverford e Swarthmore olham para elas mesmas como oprimidas. Isto é loucura.

Se por acaso olharem para isto como uma traição para com a minha irmã, eu passei a identificar-me com pessoas como Svetlana Stalin ou Juanita Castro; que vieram a público para condenaram abertamente um membro familiar particularmente prejudicial. A lealdade pode ser altamente destrutiva. O que dizer dos muçulmanos que se recusam a falar agora?

Eu fui uma das pessoas silenciosas, mas pelo menos estou agora a falar tudo. As raparigas têm sido envolvidas em algo e não é nada bom. Nós temos que ficar doentes até à alma em relação a isso. Eu sei que eu estou. E consequentemente, a indoutrinação em massa, a consequência inevitável de todas as experiências socialistas/comunistas, deixa atrás de si o seu rasto característico de destruição.

Tanta graça, femininidade e beleza perdidas.

Tantas vidas arruinadas.

- http://bit.ly/1Jx2A4f



sexta-feira, 14 de novembro de 2014

O plano Coudenhove-Kalergi e o genocídio dos Europeus

Por identità.com

A imigração em massa é um fenómeno cujas causas a elite ainda está inteligentemente a esconder ao público ao mesmo tempo que a propaganda multicultural tenta retratá-la como inevitável. Com este artigo tencionamos provar duma vez por todas que a imigração em massa não é um fenómeno espontâneo -  aquilo que a elite tenta apresentar como uma consequência inevitável da vida moderna - mas sim um plano concebido em torno duma mesa, preparado há décadas atrás, colocado em práctica com o propósito de destruir a face do continente Europeu.

A Pan-Europa

Poucas pessoas sabem que um dos principais iniciadores do processo de "integração Europeia" foi também o homem que planeou o genocídio do Povos Europeus. Ele foi uma pessoa sombria cuja existência é desconhecida pelas massas mas que a elite considera como fundador da União Europeia. O seu nome é Richard Coudenhove Kalergi. O seu pai foi um diplomata Austríaco chamado Heinrich von Coudenhove-Kalergi (com ligações à família Bizantina dos Kallergis) e a sua mãe foi uma Japonesa com o nome de Mitsu Aoyama.

Graças ao contacto próximo com todos os aristocratas e políticos Europeus, e devido aos relacionamentos do seu pai nobre-diplomata, e também por se movimentar longe dos holofotes - longe do olhar público -, Kalergi conseguiu atrair as figuras de Estado mais importantes para o seu plano, tornando-os em apoiantes e colaboradores do "projecto para a integração Europeia".

Em 1922 ele fundou o movimento “Pan-Europeu” em Viena, que tinha como propósito a criação da Nova Ordem Mundial tendo como base uma federação de Nações liderada pelos Estados Unidos. A integração Europeia seria, na verdade, o primeiro passo para a criação do governo mundial. Entre os seus apoiantes iniciais contavam-se os políticos Checos Tomáš Masaryk e Edvard Beneš e o banqueiro Max Warburg, que investiu os primeiros 60,000 Marcos. O Chanceler Austríaco Ignaz Seipel e o próximo presidente da Áustria, Karl Renner, assumiram a responsabilidade de liderar o movimento “Pan-Europeu”. Mais tarde, políticos Franceses, tais como Léon Bloum, Aristide Briand, Alcide De Gasperi, etc, iriam disponibilizar a sua ajuda.

Com a ascenção do Fascismo na Europa, o projecto foi colocado de lado e o movimento "Pan-Europeu" foi forçado a dissolver-se; depois da Segunda Guerra Mundial, no entanto, e graças à frenética e incansável actividade e apoio de Winston Churchill, da Loja Maçónica Judaica B’nai B’rith e de jornais importante tais como o  New York Times, o plano consegue ser aceite pelo Governo dos Estados Unidos. Mais tarde, a CIA compromete-se a concluir o projecto.

A essência do plano Kalergi

No seu livro «Praktischer Idealismus», Kalergi indica que os residentes dos futuros "Estados Unidos da Europa"  não serão as pessoas do Antigo Continente, mas um tipo de sub-humanos, produtos da miscigenação. Ele claramente declara que as pessoas da Europa devem-se cruzar com os Asiáticos e com as raças coloridas, criando assim um rebanho multicultural sem qualidade e mais facilmente controlável por parte da elite governante.

Kalergi proclama a abolição do direito de auto-determinação, e posteriormente a eliminação das nações, através do uso de movimentos separatistas étnicos e através da imigração em massa. De maneira que a Europa seja controlada por uma elite, ele quer transformar as pessoas numa mistura homogénea de Negros, Brancos e Asiáticos.

Quem será a elite, portanto? Kalergi é particularmente revelador neste ponto.

O homem do futuro será de raça mista. As raças e as pessoas de hoje irão gradualmente desaparecer devido à eliminação do espaço, do tempo e do preconceito. O Negróide-Euroasiano do futuro, semelhante em aparência com os Antigos Egípcios, irá substituir as pessoas e a diversidade de indivíduos. Em vez de destruir o Judaísmo Europeu, a Europa, e contra a sua vontade. refinou e educou estas pessoas, levando-as para o seu futuro estatuto de nação-líder através deste processo evolutivo artificial.

Não é algo surpreendente o facto das pessoas que escaparam da Prisão-Guetto se tenham tornado na nobreza espiritual da Europa. Os cuidados compassivos dados pela Europa, portanto, causaram o aparecimento duma nova aristocracia. Isto ocorreu quando a aristocracia feudal Europeia entrou em colapso devido à emancipação dos Judeus [devido à acções levadas a cabo pela Revolução Francesa].

Embora nenhum livro escolar mencione Kalergi, as suas ideias são os princípios orientadores da União Europeia. A crença de que os povos da Europa se devem cruzar com os Africanos e com os Asiáticos, destruindo a nossa identidade e gerando uma raça mestiça, é a base de todas as políticas comunitárias que têm como propósito proteger as minorias. Isto não é feito por motivos humanitários mas sim devido às directrizes emitidas pelo Regime brutal que planeia o maior genocídio da História.

O Prémio Europeu Coudenhove-Kalergi é conferido de dois em dois anos a Europeus que se excederam na promoção deste plano criminoso. Entre aqueles que o receberam encontram-se os nomes tais como Angela Merkel e Herman Van Rompuy.

O incitamento ao genocídio é também a base do apelo constante das Nações Unidas para que aceitemos milhões de imigrantes como forma de nos ajudar em relação à baixa natalidade da União Europeia. Segundo um relatório publicado em Janeiro de 2000 no «Population division» Review das Nações Unidas, em New York, sob o título de  “Immigration replacement: A solution to declining and aging population,” até 2025, a Europa irá precisar de 159,000,000 novos imigrantes.

Não deixa de ser estranho haver tal precisão nas estimativas em torno da imigração, e ele não ser um plano premeditado. É claro que a baixa taxa de natalidade poderia ser facilmente revertida com medidas de apoio familiar apropriadas. Também é claro que a contribuição de genes estrangeiros não irá proteger a nossa herança genética, mas sim contribuir para a sua extinção. O propósito único destas medidas é o de distorcer por completo o nosso povo, transformá-lo num grupo de pessoas sem coesão nacional, histórica e cultural.

Resumidamente, as políticas do plano Kalergi foram, e ainda são, a base para as políticas governamentais oficiais feitas com o propósito do genocídio dos Povos da Europa através da imigração em massa. G. Brock Chisholm, antigo director da Organização Mundial de Saúde, prova que ele aprendeu bem a lição de Kalergi quando diz:

O que os povos por todo o lado têm que fazer é limitar as suas taxas de natalidade e promover casamentos mistos (entre as raças); isto tem como propósito a criação duma raça única no mundo controlada por uma única autoridade central.

Conclusões:

Se nós olharmos em nosso redor, o plano Kalergi parece estar totalmente realizado: enfrentamos uma fusão da Europa com o Terceiro Mundo e o casamento inter-racial produz anualmente jovens de raça mista - "As crianças de Kalergi". Sob a pressão dupla da má-informação e da estupefacção humanitária, promovida pelos média, os Europeus estão a ser ensinados a renunciar as suas origens e a sua identidade nacional.

Os servos da globalização estão a tentar-nos convencer de que negar a nossa identidade é um acto progressivo e humanitário, e que o "racismo" está errado, porque querem que sejamos consumidores cegos. Hoje mais do que nunca, é necessário contrariar as mentiras do Sistema e acordar o espírito revolucionário dos Europeus. Todos nós temos que olhar para a verdade, e ela é que a Integração Europeia significa genocídio. Não temos outra opção e a alternativa é o genocídio nacional.



terça-feira, 24 de junho de 2014

Destruindo a família para consolidar o poder do Estado


Durante a última semana, tenho estado envolvido em alguma leitura, mergulhando no tópico da história Bíblica e da arqueologia no Médio Oriente. Esta é uma área que inspira uma quantidade imensa de literatura e controvérsia devido às paixões que ela envolve, e como tal, pode ser difícil de separar o trigo do joio, mas a boa parte lá presente faz parte do que melhor há no género.

Um dos livros que tenho lido tem o título de "Mythic Past: Biblical Archaeology and the Myth Of Israel". O título foi feito como forma de gerar controvérsia, e o autor, Thomas L. Thompson da Escola de Copenhague, há já muito tempo que tem o hábito de provocar os poderes estabelecidos, desafiando a precisão histórica da Bíblia. Durante os anos 60, quando ele estudava numa universidade Católica, a sua tese de doutoramento foi rejeitada pelo recentemente aposentado Benedito XVI (na altura conhecido como Joseph Ratzinger). Segundo o antigo papa, a sua dissertação não era um projecto Católico no verdadeiro sentido do termo.

Thompson atraiu a ira de muitos outros tais como os Israelitas, os Evangélicos Americanos, e alguns eruditos Bíblicos conservadores tais como William Dever. Com o passar do tempo, no entanto, algumas das suas ideias, que foram consideradas heréticas nos anos 60 e 70, têm sido aceites pelo establishment académico [ed: o que não quer dizer que estejam correctas visto que a veracidade de uma teoria não depende da validação académica mas das evidências em seu favor]. Depois de passar anos no deserto, o mundo académico finalmente chamou-o de volta, e nos finais dos anos 80 e pelos anos 90 era já era professor da Universidade de Copenhague.

No entanto, eu não estou interessado nos argumentos de Thompson relativos à historicidade da Bíblia da mesma forma que estou interessado na história regional que ele usa para os construir. Embora eu esteja curioso, quer o Rei David tenha ou não existido não é um tópico importante para mim. O que é muito interessante no livro - pelo menos para mim - é a descrição de Thompson da situação caótica durante o primeiro milénio Antes de Cristo na parte do Médio Oriente que hoje tem o nome de Israel.

Apanhados no meio de múltiplos e concorrentes impérios, os povos da região foram assolados por invasões sucessivas e conquistas territoriais. Como uma localização economicamente e estrategicamente importante, essa região não poderia escapar aos exércitos dos Assírios, dos Persas, dos Egípcios, dos Macedónios e dos Romanos. Quase todos os séculos testemunharam a ascensão e o varrimento da região por um poder militar emergente.

Este foi o contexto dentro do qual a Bíblia foi compilada, e como tal, não admira que haja tanta preocupação com a guerra e o exílio no mais importante Livro Sagrado do mundo.

Cada novo conquistador chegava com o propósito de consolidar o seu domínio; para forçar a sua vantagem, ele iria levar a cabo políticas feitas com o propósito de esmagar a resistência e, sempre que possível, obter o apoio das várias facções. Tipicamente, o novo governante iria acusar o poder antecessor de ter ignorado a tradição, ter profanado a religião, e ter oprimido as pessoas. Isto era propaganda imperial não muito diferente da actual.

Para além da propaganda, a transferência populacional e o trabalho forçado eram amplamente usados como forma de controlar os nativos. Os residentes de cidades tais como Jerusalém e Samaria eram reunidos e enviados para outras regiões, sendo a Babilónia um deles. Pessoas de zonas distantes eram então transportadas para ocupar o seu espaço. Os Elamitas, por exemplo, foram transportados do Afeganistão, que se encontra bem bastante longe de Israel (será que foi por isso que Aristóteles pensou que os Judeus eram originários da Índia?).

Estas pessoas deslocadas estavam dependentes do governante para tudo, e o seu apoio podia ser contabilizado junto das forças que apoiariam o novo governante contra as populações nativas dscontentes. Para além disso, havendo sido removidos das suas terras, eles eram indivíduos atomizados sem uma rede familiar que lhes servisse de apoio.

Para justificar esta práctica, os poderes imperiais pregariam uma forma de democracia, e practicariam a redistribuição. A ideia era a de que, embora as pessoas tivessem sido arrancadas e colocadas num estado de dependência estatal, muitas vezes num estado de escravatura, Nabucodonosor, Ciro ou quem quer que fosse o seu senhor por essa altura, era o seu salvador. Ele e só ele poderia proteger estas pessoas indefesas das malignas, xenofóbicas forças inimigas, prontas para lhes cortar o pescoço a qualquer momento. Só ele poderia implantar a igualdade entre os súbditos.

É precisamente por este motivo que o Partido Democrata Americano [esquerdistas] se encontra enamorado com os imigrantes ilegais (bem, pelo menos enamorados com a ideia dos imigrantes, se não com as pessoas em si) visto que eles são, para todos os efeitos, uma população cativa e dependente que pode ser contabilizada para aumentar o apoio político das esquerdistas Americanos.

A partir desta história do Médio Oriente torna-se claro que fomentar a dependência é um truque político antigo, e a forma mais fácil de fazer isso é destruir as redes de apoio social que são independentes do governo. Primeiro, sujeita-se a comunidade através das forças das armas. Depois, tiram-se as casas das pessoas.

Finalmente, destroem-se as redes familiares através do conscrição, trabalho forçado e escravatura. Por vezes, tal como no regime da Alemanha do Leste, pode ser até encorajado que os membros familiares que se acusem mutuamente. O propósito é o de impedir as pessoas de viver de uma forma independente do governo visto que tais pessoas são fortes e podem oferecer resistência.

Tudo isto é bastante familiar.

Quando olhamos para o regime legal do direito familiar a partir de tal perspectiva, é difícil não ver algo mais que um programa sistemático de dependência forçada. As mães solteiras dependem do governo em larga escala, os pais divorciados fazem o papel de conscritos ou trabalhadores sob regime de escravatura, e as crianças, para todos os efeitos e propósitos, pertencem ao Estado. Os homens são lançados para fora das suas casa através de decretos que são aplicados por capangas armados; o seu ordenado é apreendido sem que eles tenham hipótese de ser ouvidos, e entregue ao Estado como despesa. E tudo isto em nome da igualdade.

O direito familiar nos EUA é uma expressão da lógica do poder e o feminismo é apenas uma ferramenta conveniente. O propósito não é dar poder às mulheres - afinal, as mãees solteiras são das pessoas mais financeiramente miseráveis entre todos os cidadãos - mas sim destruir o poder da sociedade através da destruição da família.

Pode nem ser uma decisão consciente, mas também não tem que ser. Se um burocrata descobrir uma forma de espremer mais um porcento do dinheiro dos homens através da promulgação duma lei, eles assim farão. Se um político pode de modo mais eficaz criar uma base de apoio promovendo a dependência, ele alegremente agirá dessa forma. As consequências que essas acções têm sobre as pessoas não interessam; o que interessa é que as pessoas em ascenção actuem de uma forma que faça com o que o sistema funcione para elas.

Ainda dentro do contexto Bíblico, talvez os pais que tenham sido lesados pelo sistema possam reconhecer o sentimento por trás da seguinte passagem do Salmo 123, que é do período do Exílio:

Tem piedade de nós, ó Senhor, tem piedade de nós, pois estamos assaz fartos de desprezo.

A nossa alma está sobremodo farta da zombaria daqueles que estão à sua vontade, e do desprezo dos soberbos.



sábado, 15 de março de 2014

Porque é que as feministas odeiam as mulheres?

[PT-BR]

As mulheres solteiras têm 28% mais chances de morrer por problemas cardíacos do que as casadas, revela um estudo realizado por cientistas da Universidade Oxford. A pesquisa, publicada nesta quarta-feira pela revista BMC Medicine, foi realizada com base no acompanhamento de 735 mil mulheres britânicas, as quais apresentavam uma média de idade de 60 anos e não tinham um histórico prévio de problemas cardiovasculares e cujos casos foram seguidos durante oito anos.

 Após oito anos de analises, os cientistas concluíram que as mulheres casadas — 81% do total — contraíam as mesmas cardiopatias isquêmicas que as mulheres solteiras, viúvas ou divorciadas, mas sua taxa de mortalidade era consideravelmente mais baixa. Ao término do estudo, três em cada 100 mulheres casadas morreram por problemas cardíacos, enquanto, em relação ao outro grupo, essa média era de quatro em cada 100.

Os especialistas da Universidade de Oxford consideram que as diferenças entre ambos os grupos pode estar relacionada, principalmente, por fatores socioeconômicos e de estilo de vida. Embora os cientistas tenham mencionado que essas conclusões não são definitivas, eles acreditam que as mulheres casadas poderiam ter mais segurança financeira e mais apoio por parte de seu parceiro na hora de seguir um estilo de vida mais saudável.

O estudo explica, entre outros fatores, que as mulheres solteiras são mais propensas a viver em zonas desfavorecidas, fazer menos exercício físico, consumir mais tabaco e ter mais níveis de depressão, frente a um maior nível de ingestão de álcool entre as casadas. Esta pesquisa faz parte de uma série de estudos da Universidade de Oxford sobre fatores que relacionam o estilo de vida com doenças, como o câncer de mama, sob o título de The Million Study Women.


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Portanto, quem se preocupa com o bem estar das mulheres, promove o casamento visto que as mulheres casadas têm níveis de saúde superiores. Sem surpresa alguma, o movimento feminista (e os esquerdistas no geral) promovem a "independência" das mulheres (que em termos prácticos significa independência do marido mas dependência do governo).

Qualquer pessoa, instituição ou grupo ideológico que honestamente se preocupa com o bem estar físico e emocional das mulheres tem que necessariamente desenvolver medidas que visam o fortalecimento da instituição do casamento.

O movimento feminista, auto-conferido "defensor dos direitos das mulheres", falha neste ponto ao desencadear uma guerra cultural precisamente contra a instituição que, segundo os dados, serve de escudo protector para a mulher:
"De modo a que se possam educar as crianças com igualdade, temos que tirá-las para longe das famílias e educá-las comunalmente." (Dr. Mary Jo Bane, professora assistente de Educação na Wellesley College e directora do Centro para as Pesquisas Femininas)

"O fim da instituição do casamento é condição necessária para a emancipação da mulher. Como tal, é importante para nós encorajarmos as mulheres a deixar os maridos e deixar de viver individualmente com homens." - ("The Declaration of Feminism," November 1971)

"Uma vez que o casamento é escravatura para as mulheres, é óbvio que o movimento das mulheres tem que se concentrar em atacar esta instituição [família]. Para a mulher, a liberdade não pode ser ganha sem a abolição do casamento." - (Feminista radical Sheila Cronan)

"A realidade dos factos é que toda a mulher tem que estar disposta a ser identificada como uma lésbica de modo a ser uma feminista plena." - (Sheila Cronan, National NOW Times, Jan.1988)

"Não vamos conseguir destruir as iniquidades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." - (Sisterhood Is Powerful, Robin Morgan (ed), 1970, p.537)

"Todo a intimidade sexual, mesmo a consensual, entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra as mulheres." - (Catherine MacKinnon - Feminista das Universidades de Michigan e Yale)
Portanto, a medicina diz que o casamento é bom para as mulheres, mas as feministas dizem que o casamento é "opressão" para elas. Em quem é que as mulheres vão acreditar: na ciência ou nas sempre voláteis opiniões feministas?

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Franceses resistem ao Marxismo Cultural

Por Mark Richardson

O estado Francês está a atacar a família tradicional, mas existe uma resistência contínua por parte de milhares de homens e mulheres Franceses. O ataque não tem sido particularmente subtil, tal como reportei aqui, citando um debate no Senado Francês onde o Ministro pela Família admitiu que ele estava a tentar levar a cabo uma "revolução silenciosa." Um senador declarou então que o fim em vista era "levar a que a família fosse removida da fantasia uma esposa, um marido e um filho", e lidar com o problema da "família hetero-patriarcal-branca idealizada". Outro senador deu a sua opinião desta forma:
A criança precisa dum pai e duma mãe? Pura ideologia. Tal como o conceito da família tradicional, o padrão "pai-mãe-filho" é um modelo danificado.
A foto de baixo foi retirada duma demonstração que decorreu em Paris no Domingo contra a política familiar do Governo Francês. Os organizadores estimam que cerca 500,000 pessoas participaram, embora a polícia dê um numero bem menor mas mesmo assim significante de 80,000 pessoas.


Esta é uma foto emblemática e fantástica: a bandeira da família tradicional está a ser levantada de forma bem visível, ao lado das cores da França. Ela representa a determinação de manter a cultura da vida familiar onde os papéis tanto do pai e da mãe são considerados vitais - e não dispensáveis.

A manifestação foi também contra a imposição da teoria de género nas escolas Francesas. O estandarte que se segue diz "Não à Teoria de Género".


O que é a Teoria de Género? Marguerite Peeters explica:
Segundo os engenheiros sociais que têm vindo a fabricar a Teoria de Género desde os anos 50, a identidade feminina e a identidade masculina, a estrutura ontológica da mulher como esposa, mãe e educadora, a complementaridade antropológica entre o homem e a mulher, a paternidade, a heterossexualidade  ("Heteronormatividade", dominante em todas as culturas), o casamento e a família tradicional não existiriam por si mesmos, não seriam bons neles mesmos, mas  seriam sim construções sociais: fenómenos sociológicos, funções sociológicas construídas através do tempo, estereótipos a serem desconstruídos através da educação e através da cultura visto que são discriminatórios e contrários à igualdade.
O Governo Francês já começou a implementar a política ("O ABCD da Igualdade") como forma de avançar com o processo de desconstruir o género. Isto deu origem a um protesto efectivo onde os pais retiraram os seus filhos das escolas um dia por mês. Em algumas escolas, cerca de 1/3 dos estudantes foi retirado.
Milhares de pais Franceses mantiveram os seus filhos em casa na Segunda-Feira depois de avisos de que as escolas estavam a dar inicio a aulas de "teoria de género" que iriam ensinar os alunos de que eles poderiam escolher a sua identidade sexual. O governo foi forçado a negar o que ele havia chamado de rumores "totalmente falsos" de que as crianças seriam ensinadas de que a sexualidade nada mais era do que "construção social", depois dum boicote nacional às aulas.
É difícil aceitar que as alegações são falsas quando o ABDC da Igualdade é explicado desta forma:
O programa disponibiliza conselhos detalhados online aos professores em torno da forma como eles podem colocar em causa a visão que as pequenas crianças têm do que é tipicamente visto como algo "para meninas" ou "para rapazes". Ao encenarem contos de fadas, por exemplo, os rapazes devem ser encorajados a desempenhar o papel do Capuchinho Vermelho e as raparigas o papel do lobo.

O programa também apela os professores que encorajem uma reflexão em torno dos assuntos de género em outras áreas tais como a educação física, as artes e a história. O governo sugere que eles podem examinar o quadro de Renoir com o nome "Madame Charpentier et ses enfants", e ressalvar que a pobre Mrs. Charpentier é forçada pelas convenções sociais a usar o espartilho sufocante, e que era comum os pequenos rapazes, tal como as pequenas raparigas, usar vestidos. Nas aulas de História, o ABCD da Igualdade sugere aos professores que ressalvem que Louis XIV usava saltos altos e fitas.
E temos ainda coisas como estas:
Em Junho passado gerou-se um clima de raiva quando o sindicato dos professores primários sugeriu que os alunos lessem um livro chamado "O papá usa um vestido", onde se conta a história dum pugilista que se torna num dançarino de ballet.
E uma reportagem por parte da IGAS (General Inspectorate of Social Affairs) recomenda
"..que se substitua os termos "rapazes" e "raparigas" pelos termos neutros "amigos" ou "crianças", que conte histórias onde as crianças têm dois pais ou duas mãe, etc." Segundo o relatório, o propósito é o de "prevenir a diferenciação sexual e a interiorização por parte das crianças da sua identidade sexual.".
Esta é uma agenda que tem que ser resistida e milhares de Franceses estão a fazer exactamente isso.

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Este tipo de notícia confirma mais uma vez o que já havia sido dito no passado: a estratégia primária da esquerda ocidental é o Marxismo Cultural.

A França encontra-se mergulhada numa profunda crise económica, e o governo Socialista actualmente no poder parece ter piorado as coisas. Levando isto em conta, seria mais sensato por parte Hollande e do Partido Socialista Francês desenvolver medidas que promovem o desenvolvimento económico; em vez disso o governo esquerdista Francês opta promover e financiar doutrinas e ideologias que visam colocar em causa a identidade sexual  das crianças.

Se alguém ainda tem dúvidas de que a promoção do homossexualismo e do feminismo é feita por motivos meramente políticos, as acções dos Socialistas Franceses são bem reveladoras. E essa "promoção" é feita com um propósito bem claro:

"Abolição da família! Até os mais radicais ficam indignados com está proposta dos comunistas. Quais são as bases da família actual, a família burguesa? O capital, o ganho individual. Em sua plenitude a família só existe para a burguesia, mas encontra seu complemento na supressão forçada da família entre os proletários e a prostituição publica. A família burguesa desvanece-se totalmente com o desvanecer de seus complementos, e uma e outra com o desvanecer do capital"
(Karl Marx escreveu na sua obra Manifesto Comunista em 1848)
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domingo, 1 de dezembro de 2013

O desejo de aceitação como factor determinante do comportamento feminino


Por Alexandra Fox 

As mulheres jovens não se comportam de uma maneira promiscua porque gostam disso, ou porque elas querem dinheiro ou benefícios laborais; elas fazem isso porque elas querem o que a mulher sempre quis: ser aceite. E a ensurdecedora mensagem social dos dias de hoje é que elas só serão aceites através da sua promiscuidade. Isso é "bom", "sofisticado", "emancipador" e, acima de tudo, confirmador da única característica feminina válida nos dias de hoje: a sua sensualidade. Se uma mulher consegue que um estranho bêbado vá para a cama com ela, isso significa que ela é bem "sensual", certo? Afinal, homens bêbados não vão para a cama com uma qualquer, pois não?

A mulher actual acredita, ao mesmo tempo, que o sexo não significa nada - que se pode ter sexo com quem se quiser, a qualquer altura, e em qualquer lugar - mas ao mesmo, o sexo é tudo. Hoje em dia não chega ser linda ou bonita. Estes termos parecem ultrapassados. O que as mulheres usam de modo específico para se avaliarem umas as outras é a sua "sensualidade" - apelo sexual. É por isso que hoje em dia temos meninas de 13 anos a dispensar favores sexuais a rapazes nas festas, e é por isso que temos mulheres com formação superior a enveredar por carreiras em lap-dancing.

A identidade feminina foi tão distorcida e destruída pelo Marxismo Cultural que as mulheres olham para si como utilitários sexuais - disponíveis para quem as quiser usar. Não há qualquer tipo de pré-condição para isto - não se requer conexão emocional, respeito ou amor. Elas nem precisam de desfrutar. Como diz no seu artigo, a coisa mais importante nisto tudo é que elas se "apoderem do acto", e que elas o usem como uma forma distorcida de "emblema de desonra".

O programa "Girls" (HBO) confirma que as mulheres jovens são ensinadas a celebrar o facto de serem destroços emocionais, de serem promiscuas, de estarem cheias de DST e de não terem qualquer tipo de perspectiva marital ou profissional. O programa funciona da seguinte maneira: é dito às mulheres para executar coisas que são claramente autodestrutivas e que de modo literal as deixam doentes. Depois disso é-lhes dito que isso dá-lhes a aparência de serem "cool".

Semelhantemente, a pílula contraceptiva é, ao mesmo tempo, considerada "um direito da mulher" e um cancerígeno. Para além disso, vários estudos fazem a ligação entre o cancro da mama e o aborto, e demonstram como o aborto é uma ameaça maior para a saúde da mulher do que levar a gravidez até ao fim.

Apesar disto tudo - e apesar de todas estas coisas serem destrutivas para a mulher - as mulheres continuam a executá-las visto que, acima da saúde, felicidade e sanidade, as mulheres querem ser aceites. Os engenheiros sociais sabem disto e é precisamente por isso que criaram o feminismo e não o homenismo. Teoricamente, o desejo dos engenheiros sociais de destruir da estrutura familiar poderia ter usado a retórica feminista junto dos homens:

"Homens! Não sacrifiquem os melhores anos da vossa vida como um escravo das vossas mulheres e dos vossos filhos. Não trabalhem de forma excessiva em prol desses parasitas. Vocês têm o direito de desfrutar da vossa juventude e da vossa liberdade. Vocês foram escravizados pelo matriarcado!!!"

Os engenheiros sociais não fizerem isto porque eles sabiam que não haveria de funcionar. Isto funcionaria com as mulheres porque, psicologicamente, elas são mais facilmente penetráveis e é mais fácil levar-lhes a acreditar em algo. (Isto não é sexismo mas neurociência; é mais fácil vender algo a uma mulher, é mais fácil hipnotizá-la e é mais fácil treiná-las para serem escravas "MK Ultra" visto que alguns factos da neurologia feminina a tornam mais sugestionável e menos resistente).

Para além disto, as mulheres actuais estão tão cheias duma insegurança tóxica em torno do seu poder de atracção que precisam de sinais sexuais constantes para se assegurarem que os homens ainda as consideram atraentes (isto é, que elas ainda valem alguma coisa). Elas fingem ter um "elevado desejo sexual" mas se investigarmos as coisas de forma mais aprofundada, elas alegremente irão admitir que "gosto de ter muito sexo porque isso me faz sentir desejável e desejada".

Elas não gostam de sexo duma forma particular; elas gostam - precisam - da ideia de alguém as desejar.

E é nesse ponto em que nos encontramos hoje; gerações inteiras de meninas com auto-estima destruída, incapazes de olharem para elas mesmas de outra forma que não como os receptáculos sindicalizados da luxuria de bêbados desconhecidos. Só podemos esperar que as raparigas 1) comecem a ver a forma como isto destruiu as gerações anteriores, 2) comecem a colocar em causa a "sabedoria" feminista, e 3) comecem a reclamar as suas vidas, a sua saúde e a sua dignidade. 




sábado, 9 de fevereiro de 2013

Novus Ordo Seclorum: Pensamentos da Juventude Europeia

Por Anax Hellas

À medida que escrevo este texto, um excerto do discurso "Rivers of Blood" ("Rios de Sangue") emitido pelo grande Enoch Powell ecoam na minha mente:

Aqueles que os deuses querem destruir, são primeiramente enlouquecidos por estes.

A situação actual da Europa é grave: o que nós estamos a observar é a queda dum gigante adoecido. Este gigante, crivado de doenças, é uma figura grotesca, irreconhecível quando comparada com o que ela era no passado. Havendo sido uma luz num mundo de trevas, a Europa é hoje o epítome de tudo o que está errado, imoral e imundo. A juventude que cresce nesta outrora grande terra pode considerar o que vê como normal.

Nós lemos a história das grandes que em tempos passados preencheram este continente, e caminharam nas nossas cidades e nas nossas povoações, e isso é quase como ler sobre um lugar remoto e esquecido, análogo a Atlantis e as suas maravilhosas e míticas histórias. Estes jovens, que investigarem para além da superficialidade, ouvirão histórias da forma como as coisas eram no passado - nos dias em que os assassínios, as violações e as contendas eram ocorrências raras. Todas estas coisas são hoje lugar comum; abrimos os jornais e desejamos fechá-lo rapidamente de modo a agarrarmo-nos aos resquícios duma normalidade apreendida e podermos avançar com as nossas vidas de forma normal.

Para onde foi esse passado que nós, a juventude europeia, ouve e investiga? Sem dúvida que esta é uma questão que os nossos irmãos e as nossas irmãs do continente levantam repetidamente. Podemos ser idealistas, mas podemos também sentir que algo correu terrivelmente mal. Nós só temos que caminhar perto dos enormes e numerosos guettos imigrantes para observar o ódio exibido contra nós dentro das nossas terras, terras essas que os nossos antepassados lutaram de forma valente para construir e, eventualmente, chamar isso de casa.

Por motivos de brevidade temporal e espacial, investigar as origens e a implementação das políticas actuais, começando pela Escola de Frankfurt, é algo que eu aconselho vivamente que as pessoas façam no seu tempo livre uma vez que isso esclarecerá muito da situação actual e para onde nós caminhamos.

Infelizmente, a Europa é a última fortaleza do Mundo Ocidental. Fico triste ao pensar que a América, o Canadá, a Austrália e os pequenos bastiões da Civilização Ocidental estão condenadas. A situação actual é demasiado grave para ser revertida a menos que uma secessão seja feita (no caso da América) e uma reversão dramática ocorra nos outros locais mencionados em cima. Só o futuro dirá.

A Europa ainda tem muitas comunidades vocais que resistem a estas mudanças. Devido a isto, ainda há um vislumbre de esperança. Algumas partes do Sul e do Este da Europa têm sido mais difíceis de controlar - mais do que se pensaria - enquanto que a maior parte da Europa Central e Ocidental encontram-se mais infectadas.

As minhas origens e um curto comentário em torno do sistema de ensino.

Cresci dentro duma orgulhosa e laboriosa família, descendente de dois pais Europeus provenientes da Alemanha e da Espanha. Sempre um leitor atento, aprendi e li o mais que pude sobre as minhas culturas e sobre as culturas do meu continente. A cada grande figura, Era, monumento ou batalha que eu lia, o meu coração explodia de alegria e orgulho por este lugar fascinante que chamamos de "Europa". 

A nossa história, estendendo-se da Escócia, País de Gales, Irlanda, Polónia, Rússia, França, Grécia e Itália e por aí fora, era maravilhosa. Cada canto e recanto deste lugar está cheio duma História longa e profunda; é possível passar uma vida inteira a estudar uma povoação de cada vez. A nossa mitologia e as nossas lendas colectivas inspiraram os maiores trabalhos de arte, literatura e música. A combinação dos nossos avanços tecnológicos não têm paralelo.

Esta fascínio transformou-se em horror à medida que os anos foram passando e eu atravessei o sistema de ensino. Como é possível que os Europeus tenham vergonha do seu passado? Os nossos Heróis, desconstruídos e manchados até que os inocentes alunos sejam  ensinados a desprezar os seus, foram esmagados e reduzidos a nada à medida que fomos imersos no sistema de ensino. Ele, o aluno Europeu, olha para o seu passado como algo repulsivo do qual se deve separar imediatamente. Nós ouvimos falar das tradições e dos valores como se fossem códigos que deixaram de existir há algum tempo e por motivos válidos.

Onde esta mudança é sentida de modo mais forte é no sistema de ensino uma vez que é aqui que a doença que controla as nossas terras se encontra em operação de modo mais eficaz - empregando os fracos e robóticos traidores que se identificam com as nossas bandeiras, costumes e cultura como forma de levar a cabo esta agenda. A geração mais antiga, que é contra estas políticas, é mais difícil de quebrar; as suas ideias e identidade encontram-se solidificadas e como tal, a mudança é difícil de ser levada a cabo junto deles. No entanto, eles são silenciados e controlados através dos média e através da criação duma atmosfera que os desarma (politicamente correcto).

Portanto, os mais vulneráveis e os alvos mais maleáveis deste sistema são os jovens. Aqueles que de entre nós nasceu nos anos 80 foram imersos num sistema de ensino aperfeiçoado pelo Marxismo Cultural. Seja na escola ou na universidade, a "tolerância" e a "igualdade" eram os códigos de honra existentes. Deus nos proíba de vocalizarmos os nossos reais sentimentos dentro duma sala de aula onde nós, na nossa terra, somos uma minoria (rodeados que estamos de estudantes estrangeiros).

Ah, mas somos ensinados de que isto é bom para nós. Afinal, de que outra forma é que nós superaríamos a nossa inerente e "maligna" natureza, consequência de sermos BRANCOS e EUROPEUS? Os males do colonialismo, escravatura, a 2ª Grande Guerra, e todo o resto que vocês provavelmente já estão acostumados a ouvir e ler.

Aparentemente, os perpetradores das guerras só poderiam ser brancos e Europeus. O mesmo se passa com a escravatura: só o maligno Europeu é que poderia escravizar os outros. Nunca nos é dito das centenas de milhares de nós que foram escravizados pelos Mouros durante a Idade Média, nem como graças aos Europeus, a escravatura foi abolida na maior parte do mundo, ou da forma como nós levamos a nossa tecnologia para áreas bem remotas, e como isso nos conecta e ilumina o mundo.

Não, nós nunca aprendemos estas coisas dentro do seu contexto adequado uma vez que o paradoxo actual é o facto de nós sermos os nossos próprios inimigos; fomos traídos pelos nossos e marchamos para o inferno que a nossa geração observará. Em tempos futuros veremos o nosso povo passar a ser uma minoria. Financiamos e importamos milhões de estrangeiros mas nada fazemos em torno das nossas catastróficas taxas de natalidade.

Cheios dum doentio sentido de integridade, os Europeus, que estão a morrer, tocam a lira enquanto as nossas pátrias ardem e entram num ciclo de degeneração, cimentando ainda mais as políticas que trouxeram estes males sobre nós.

Quando dei por terminados os meus anos estudantis, tomei parte em dois cursos em duas universidades distintas; um dos cursos era de história antiga e o outro de filosofia - com qualificações menores em religião, politica, música, Latim, Grego Clássico, literatura e clássicos. A minha sede por conhecimento permitiu que obtivesse uma visão mais alargada da situação actual e das politicas que estão em operação. Esta doença encontra-se mais enraizada nas disciplinas de Humanidades, o alvo dos Marxistas e deste meme bastardizado.

É através das Humanidades que a maior parte do trabalho de nos destruir tem sido feito. Lembro-me de tomar parte num curso de música clássica onde o traidor que se identificava como "professor" proclamou que Mozart, Beethoven, Wagner e Bach mais não eram que “Homens brancos mortos”. Desorientado, olhei em meu redor para ver a reacção de alguém a este ataque à cultura Europeia. Não houve uma única voz de protesto. Pior ainda, houve, sim, uma feliz concordância. Este incidente aconteceu no meu primeiro ano; desde então muitos outros ocorreram.

Todos os pilares que fazem parte do nosso grande passado são analisados, desconstruídos e, por fim, criticados através das lentes fanáticas de feministas, Marxistas, e outros depravados que circulam em abundância nas nossas universidades. Aprendemos do sofrimento do bom selvagem e da natureza perversa do homem [macho] Europeu em específico - que é o epítome do Mal. Se o estudante que tem uma opinião distinta vocaliza o seu pensamento, ele é prontamente ostracizado e atacado através das suas notas ou através dos seus pares.

Um lobo rodeado de cães tem que aprender a agir como um cão e misturar-se. Eu sei que há muitos outros que pensam como eu - muitos lobos que, actualmente, encontram-se disfarçados de cães como forma de reter a sua vida actual e, esperançosamente, sobreviver no sistema.

Associado a este sistema imoral e destrutivo que promove o assim conhecido "pensamento crítico", a juventude Europeia é atacada por todos os lados pela influência pervertida que foi glamourizada e equiparada com o estatuto de "fixe": a promiscuidade rampante, consumo de drogas, preguiça, ganância e consumismo.

Os pais responsáveis já não têm qualquer tipo de controle no produto final que são os seus filhos. À medida que se percorre este sistema, os pais estão-se a tornar cada vez mais obsoletos quando comparados com as políticas agressivas e as estratégias que moldam a criança - quer seja a televisão, a sala de aula ou, mais importante ainda, o convívio com as outras crianças. O núcleo da outrora saudável e próspera família tem sido lentamente atacado e dissecado. A família moderna é um mutante radioactivo que perpetua o cíclo actual, aprofundando a podridão pelas gerações seguintes. Os tijolos de construção das nossas nações estão a ser destruídos.

Nós somos a última geração que tem algum tipo de oportunidade de salvar o continente e reverter o processo. A Esquerda e os seus filhos doentios têm que ser vencidos nas nossas terras. Nós só temos que ler sobre os brilhantes homens que, durante épocas de trevas, se levantaram na 11ª hora - quer seja Carlos Martel, Carlos Magno, Justiniano II e Basílio ou Alexandre o Grande.

Não te sintas como se estivesses sozinho nesta nauseante piscina de imundície; nós estamos em ascenção; a pressão da panela está pronta a explodir e o nosso tempo está a chegar. Se for possível, toma parte em manifestações com amigos nacionalistas; tenta estar junto deles o mais que puderes.

A batalha final aproxima-se e o herói Europeu se levantará.

Anno Domini 2012,
Abelardus

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Infelizmente, talvez seja tarde demais para a Europa uma vez que nem mesmo os supostos "nacionalistas" como Abelardus se apercebem da forma como o Marxismo Cultural ganhou domínio na Europa Ocidental. O caminho para a reversão do processo de destruição levado a cabo pelo Marxismo Cultural não é fazendo "manifestações nacionalistas", mas sim propagando pela Europa o mesmo código moral que existia na cultura antes da ética relativista actual: o Cristianismo.

Enquanto os supostos "nacionalistas" europeus não se aperceberem que só, única e exclusivamente, o Cristianismo Bíblico pode destruir o Marxismo Cultural, as suas manifestações, os seus partidos políticos, e as suas vozes serão relativamente ineficazes. E isto é algo que Yuri Bezmenov declarou há mais de 30 anos.

Finalmente, e em relação ao tal "herói Europeu" que se "levantará":

E, depois das sessenta e duas semanas, será tirado o Messias, e não será mais; e o povo do príncipe que há-de vir [o "herói europeu" ?] , destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra: estão determinadas assolações. E ele [o príncipe que há-de vir] firmará um concerto, com muitos, por uma semana: e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e, o que está determinado será derramado sobre o assolador. - Daniel 9:26-27


A batalha final aproxima-se sim, mas não é com a liderança deste "herói Europeu" que ela será vencida.
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Criminalidade e feminismo

Médico especializado em Psiquiatria do Adolescente pela Universidade de Paris XI

Ninguém nasce gostando de trabalhar. O gosto pelo trabalho só nasce depois que o adolescente é “obrigado” a trabalhar.  Mas, hoje, por causa da legislação de inspiração feminista (“contra os homens truculentos”), não se pode mais colocar os adolescentes para trabalhar.  Também não se pode mais corrigi-los, tudo em nome do feminismo “anti-macho-truculento” (“acho um absurdo aqueles pais, homens,  que batem nos filhos”). Então, por causa deste feminismo, não podemos mais corrigir os adolescentes truculentos ou preguiçosos (como  quase todo adolescente é durante determinada fase de sua vida ).

Só o trabalho, a obrigação, a ocupação, é capaz de corrigir os desvios de uma mente adolescente -  ou seja, uma mente que só quer “curtir”, festas, sexo, agitação, aventura, experimentar novas sensações,  gangues, “disputa por quem faz mais coisa errada”,  comportamento sem compromisso, sem respeito à hierarquia, etc.

Esta historiazinha feminista de que “esporte” corrige isto, capoeira, “discussão sobre sexo e drogas”, “diálogo com os pais”, etc, é pura balela. O que modifica , de facto, uma mente adolescente, é a obrigação de trabalhar ou ocupar-se com algo útil, obrigação de aceitar ordens, obedecer hierarquias, disciplinar seus impulsos agressivos, aventureiros, sexuais. 

Esta “obrigação” é contrabalanceada,  nas famílias saudáveis (que quase não existem mais ), pelo amor ao pai (outro cuja autoridade e presença é descartada na família feminista de hoje). É pelo “amor ao pai” que o adolescente aprende o “amor à autoridade”. Já as mulheres modernas de hoje, as feministas, trabalham o tempo todo para tirar esta “autoridade” do homem, julgando-a machista e truculenta.

As mães, de modo geral, não conseguem instalar este mecanismo “disciplinar-laboral” na mente do adolescente. No máximo, uma mãe diz : “meu filho, vá trabalhar, vá estudar”. Aí o adolescente retruca : “não vou não, mãe; não quero, não gosto”. E aí a mãe responde : “então tá; mas fica aqui em casa, não saia não, vá ver TV, vá jogar videogame”. A mãe não tem autoridade ou energia máscula para corrigir este adolescente; para ela, se ele ficar em casa, vendo TV e videogame já está bom demais.

O problema é que, diferentemente de sua mãe, o adolescente ou a adolescente gostam  mesmo é de rua, e aí a coisa degringola.  Já aquele que tem um pai amoroso e rígido, depois que é “forçado” a trabalhar, ocupar-se, começa a gostar, pois a maioria dos seres humanos têm um “instinto obsessivo” que os faz gostar de realizar coisas, construir, fazer coisas certinhas, ver o resultado do próprio trabalho, etc.

É um “instinto laboral” que nos faz, enquanto seres humanos, termos gosto pela realização própria. Mas só descobre isto quem é obrigado a trabalhar. Se a pessoa não é jogada no trabalho, nunca vai descobrir este “prazer de realizar”, prazer de ser útil, prazer de construir, prazer de fazer a diferença para algo ou para alguém.

Nossos adolescentes de hoje, premidos pelo feminismo, pela ideologia e pelas leis feministas, já não têm mais contacto com este tipo de prazer, pois são deixados a seu bel-prazer. Deixados por conta própria, só buscam o próprio prazer, e a busca do próprio prazer, além de ser destrutiva a médio prazo, é algo que não alimenta a alma e não gera a verdadeira felicidade.

Infelizes, lá no fundo, entram numa busca cada vez mais frenética e arriscada pelo prazer, pela aventura, mas nunca alcançarão a verdadeira paz e a verdadeira felicidade com isto.

Sem ter o que fazer, os adolescentes enveredam-se pelo crime e a sociedade, sem vislumbrar solução para isto, parte para a correção na base da bala (sabe que “consultórios de psicologia” não resolvem isto; sabe que “centros  e programas governamentais para o adolescente” não resolvem isto; sabe que “aulas de capoeira”, de sexo, de drogas,  não resolvem isto; sabe que “juízes de menores e assistentes sociais passando a mão na cabeça deles e dizendo : “não faça isto , é errado, é feio”, não resolve isto; sabem que este tal de Estatuto do Adolescente não resolve isto ).

Daí surgem os grupos de extermínio, aumento de homicídios, para “corrigir” a invasão de zumbis (drogados) e adolescentes criminosos para todo  lado.   

* * * * * * *

Uma comentadora feminista, provavelmente perturbada pelo facto da ciência psicológica mostrar que as crianças geradas segundo o modelo feminista são mais  susceptíveis de ter problemas sociais (tal como era suposto acontecer), deixou na caixa de comentários o tradicional rol de mentiras feministas que eu gostaria de comentar a seguir.

Para maior comodidade, aconselho que se leia o comentário dela por inteiro antes de avançar com as minhas respostas.


A resposta da Rosalmos23 é a típica resposta feminista a um problema sério e grave: a propositada destruição da família por parte das feminazis. Vejamos os seus "argumentos":

Um médico 'especializado' em psiquiatria do adolescente, que não tendo nada de útil, nenhuma proposta para a juventude se apoia na misoginia e no sexismo para denegrir o feminismo.

O texto diz: "Só o trabalho, a obrigação, a ocupação, é capaz de corrigir os desvios de uma mente adolescente". Se isto não é uma proposta útil, então o que é? E também não deixa de ser curioso que a Rosalmos23 coloque "especializado" entre parentes quando ele é mesmo isso que ela coloca entre parentes. Ou será que ele perde a sua autoridade profissional mal aponta o seu dedo profissional aos males sociais que o feminismo causa?

Segundo: pelo que se sabe, não é crime "denegrir o feminismo" portanto não se entende de que forma é que esta linha de pensamento invalida o que o profissional alega.

Terceiro: enumerar as consequências lógicas da agenda feminista não é "misoginia" (ódio às mulheres) e nem "sexismo" (seja lá o que isso for na cabeça da Rosalmos23). Associar o feminismo com as mulheres é análogo a confundir nazis com os alemães, ou os brancos com o KKK. Atacar o nazismo não é um ataque aos alemães, da mesma forma que atacar o KKK não é um ataque aos brancos, e atacar o feminismo não é atacar as mulheres.

Naturalmente o 'especialista' baliza seu modelo de psiquiatria do adolescente nos ultrapassados moldes hierárquico-patriarcal, onde a autoridade do homem deverá ser seguida por bem ou por mal.

Ele baseia-se na realidade empírica que uma família sem a figura paterna é mais susceptível de gerar filhos disfuncionais. Isto ou é verdade ou é mentira.




O Dr. Marcelo afirma que a figura paterna é importante para os filhos na medida em que uma má relação com ele (ou uma não-existente relação) torna a criança mais susceptível de olhar com desconfiança para outras figuras de autoridade. Como diz o Dr Marcelo, "É pelo “amor ao pai” que o adolescente aprende o “amor à autoridade”." Em lugar algum o Dr. Marcelo afirma que "a autoridade do homem deverá ser seguida por bem ou por mal".

E é claro, que justificar o seu modelo, a figura da mãe (da mulher) é apresentada como frágil e sem autoridade e o feminismo a causa de todos os males.

Não é que a mãe não tenha autoridade, mas sim que os adolescentes são mais susceptíveis de desobedecer às mães do que aos pais. A partir duma certa idade qualquer criança sabe que basta apelar às emoções e à chantagem emocional para obter da mãe aquilo que não conseque obter do pai. Isto não é "fraqueza" ou "fragilidade" da mãe, mas sim 1) a percepção que o adolescente tem da mãe e do pai, e 2) a natural empatia das mães pelos filhos que lhes tornam menos dispostas a discipliná-los.

mas Mães vem criando filhos sózinhas por esse mundo afora e tem formado cidadãos de bem.

Até 1996, 70 por cento dos presos nos centros de detenção juvenis estatais cumprindo sentenças de longo prazo haviam sido criados por mães solteiras. Setenta por cento dos nascimentos entre adolescentes, evasão escolar, suicídios, fuga de casa, delinqüência juvenil e assassinatos de crianças envolvem filhos criados por mães solteiras. Meninas criadas sem pais são mais sexualmente promíscuas e têm mais probabilidade de acabar se divorciando.
Um estudo de 1990 do Instituto de Políticas Progressistas, de linha esquerdista, mostrou que, depois de avaliar o factor das mães solteiras, desaparecia a diferença criminal entre brancos e negros.
Vários estudos apresentam números levemente diferentes, mas todos os cálculos são alarmantes. Um estudo citado na revista ultra-esquerdista Village Voice revelou que crianças criadas em lares de mães solteiras “têm probabilidade cinco vezes maior de cometer suicídio, nove vezes maior de abandonar o colégio, 10 vezes maior de usar drogas, 14 vezes maior de cometer estupro (para os meninos), 20 vezes maior de acabar na prisão e 32 vezes maior de fugir de casa”.
Com mais crianças nascendo, fugindo de casa, abandonando o colégio e cometendo assassinatos anualmente, estamos analisando um problema que não pára de aumentar. Mas, por mais que calculemos os números, a situação das mães solteiras é uma bomba nuclear na sociedade.
Muitos desses estudos, por exemplo, são da década de 1990, quando a percentagem de adolescentes criados por mães solteiras era mais baixa do que é hoje. Em 1990, 28 por cento das crianças abaixo de 18 anos estavam sendo criadas em lares onde havia só a mãe ou só o pai, quer divorciados ou nunca casados. Já em 2005, mais de um terço de todos os bebês nascidos nos EUA eram ilegítimos.
Isso representa imensos problemas sociais que ainda vão explodir com o tempo.

A tradicional resposta feminista à estes factos é pegar num exemplo da sua vida pessoal, onde uma mãe solteira conseguiu educar uma ou mais crianças de modo que estas se tenham tornado cidadãos produtivos dentro da sociedade (graças a Deus), e extrapolar isso para o resto do  mundo. O que as Rosalmos23 deste mundo não entendem é que os exemplos das suas vidas pessoais, embora válidos para elas, são irrelevantes para o grande esquema social.

Para se ver o ridículo do argumento "ah, mas eu conheço uma pessoa que..", veja-se a seguinte alegação: se eu disser que a classe média de Lisboa está a passar por dificuldades económicas devido às medidas de austeridade, será que este argumento é falsificado se alguém responder "eu conheço alguém da classe média de Lisboa que não está a passar dificuldade"?

Do mesmo modo, mesmo que a Rosalmos23 conheça 100 pessoas que tenham sido educadas por uma mãe solteira, e que posteriormente se tenham tornado indivíduos sem problemas emocionais ou problemas com a lei, isso não invalida o argumento base: crianças que crescem sem uma figura paterna são mais susceptíveis de ter problemas legais, sociais e psicológicos.

Famílias patriarcais tem criado filhos e muitos deles se desviam do caminho do bem.

Ninguém alegou que todas as famílias onde existe uma figura paterna geram filhos com uma forma de pensar normal e aconselhável (a evidência disso é o facto de muitas feministas terem sido educadas dentro duma família natural, mas pensarem as asneiras que pensam). A alegação do Dr Marcelo é que a falta duma figura paterna aumenta as probabilidades dos adolescentes de envolverem em actividades criminosas.

Nem as mães, nem as mulheres e nem o feminismo são culpados pela violência

Sem dúvida que o feminismo é responsável pelo aumento da violência visto que o feminismo promove a dissolução das famílias (remoção da figura paterna), o que aumenta a probabilidade dos adolescentes se envolverem em actividades marginais:

"A família nuclear tem que ser destruída . . . Qualquer que seja o significado final, a destruição da família é agora um processo revolucionário objectivo." Linda Gordon

"Não vamos conseguir destruir as desigualdades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." Robin Morgan

"De modo a que as crianças possam ser educadas com igualdade, temos que retirá-las das suas famílias e educá-las comunitariamente" (Dr. Mary Jo Bane, feminista e professora-assistente de educação na Wellesley College, e directora-adjunta do Center for Research on Woman da escola)

"O casamento tem existido para o benefício do homem; e tem sido também um método legalmente sancionado de controle das mulheres . . . . Temos que trabalhar para destruir-lo [o casamento]  . . . O fim da instituição do casamento é condição necessária para a emancipação das mulheres. Devido a isso, é importante encorajarmos as mulheres a abandonar os maridos e a evitar viver com homens . . . . Toda a história tem que ser re-escrita em termos de opressão das mulheres. Temos que regressar às antigas religiões femininas como a feitiçaria." ("The Declaration of Feminism," Novembro, 1971).


Mais do que qualquer outro factor individual, virtualmente todas as patologias pessoais e sociais podem ser rastreadas até a ausência dum pai ["fatherlessness"]: crime violento, consumo de substâncias, filhos fora do casamento, evasão escolar, suicídio e muito mais.

A orfandade paterna supera em muito a pobreza e a etnia como o predictor de desvio social
.

A consequência de 3 décadas de divórcio incontrolável é a existência dum grande número de pessoas - muitas delas oficiais do governo - com interesse profissional e financeiro em encorajá-lo. Hoje em dia o divórcio não é um fenómeno, mas um regime - um enorme império burocrático que permeia os governos nacionais e locais, com parasitas no sector privado.

Qualquer que seja a devoção que eles possam vocalizar em torno do sofrimento dos órfãos de pai, dos pobres e das crianças violentas, o facto é que estes practicantes têm um forte interesse em criar o maior número possível destas crianças. A forma de fazer isto é retirar o pai de casa. . . Enquanto o pai estiver com a família, os profissionais do divórcio não ganham nada. Mal o pai é eliminado, o Estado ocupa o seu lugar como o protector e o provedor.

Ou seja, o movimento feminista é usado pelo aparelho de Estado para destruir a família, de modo a que a mesma entidade que financia o feminismo possa ocupar o papel paterno dentro da família, e "resolver" os problemas que ele mesmo criou. O feminismo é portanto co-responsável pelo aumento da criminalidade e delinquência.

isso é uma análise frívola das verdadeiras causas: o capitalismo selvagem,

Não sei o que é o "capitalismo selvagem", mas provavelmente deve ser a nova versão de "capitalismo", consequência directa das actividades esquerdistas levadas a cabo nos últimos 30/40 anos. Essencialmente, o que aconteceu é que os esquerdistas aperceberam-se que nunca conseguiriam destruir o capitalismo - por diversas razões, uma delas sendo o facto deste estar fortemente impregnado e estabelecido no mundo ocidental. Incapazes de destruí-lo, os esquerdistas infiltraram-se dentro do sistema e perverteram-no a partir do seu interior. Este novo "capitalismo" tornou-se, de facto, selvagem, desumano, violento e brutal. O que os esquerdistas não aceitam é que este novo capitalismo seja invenção sua.

a corrupção das classes dominantes

Rockefeller? George Soros? Ford Foundation? A família Rothschild? Bilderberg? Certamente que esta feminista nunca citará nenhuma destas organizações como "classe dominante corrupta" porque muitos deles são firmes apoiantes da agenda feminista.

Representantes da Igreja Católica afirmaram recentemente perante o governo que organizações estrangeiras com uma agenda aborcionista estão a pressionar os países sul-americanos de modo a que estes possam legalizar a práctica mortífera. Numa iniciativa inspirada na agenda de controle populacional da Fundação Rockefeller, e em outras organizações abastadas, o Senado está a considerar uma proposta de lei que visa eliminar as penais criminais impostas sobre o aborto. Uma representante da "Family and Life Ministry" da "Uruguayan Episcopal Conference", Gabriela Lopez, afirmou o seguinte perante o comité senatorial em torno da Saúde Pública:
Hoje em dia, muito poucas pessoas continuam na ignorância em torno da existência de interesses internacionais que visam impor o aborto nos países. Existem fundações internacionais por trás destas pressões - tais como a Fundação Rockefeller, a Fundação Ford, a Fundação MacArthur e muitas outras . . . que olham para o crescimento populacional como um problema de segurança.
A raiva feminista contra a "corrupção das classes dominates" é uma raiva selectiva; só é válida para os grandes grupos ou as grandes correntes sociais que não se alinham com a agenda marxista cultural.

a cultura de violencia

Como esta?

e do individualismo nas mídias, o sucesso a qualquer preço, a impunidade na justiça, o culto à 'lei de gerson' e etc, são os males que afligem esse mundo fundado nos valores patriarcais de autoridade, hierarquia, domínio, poder, discriminação, violencia que ainda hoje são os valores que a sociedade segue.

Resumindo, os responsáveis pela destruição da família não são as pessoas que têm dinheiro e autoridade estatal para fazer isso mesmo (feministas), mas sim o  "mundo fundado nos valores patriarcais de autoridade, hierarquia, domínio, poder", etc.  O problema, obviamente, é que se as famílias fossem de facto patriarcais, hierárquicas e onde houvesse autoridade paterna, este texto nem deveria existir visto não ocorreriam os problemas que originaram as palavras do Dr Marcelo.

Portanto, seguindo a Rosalmos23, os responsáveis pela remoção da figura paterna das famílias, e consequente aumento da criminalidade, são as instituições que lutam pela presença da figura paterna dentro das família. O feminismo, que abertamente milita para a destruição da família ("A família nuclear tem que ser destruída" Linda Gordon - Feminista) não pode ser de maneira nenhuma responsabilizado por aquilo que fez e diz que quer fazer.

Isto é clássico pensamento feminista: não assumir a responsabilidade pelas suas acções.

O feminismo questiona isso e luta pelos direitos das mulheres e por uma sociedade mais justa para todos.

Este argumento é também um argumento clássico entre as feministas. Logicamente falando, ninguém são e honesto quer lutar contra a "justiça" (dentro daquilo que as pessoas normais qualificam de "justiça"). Todos nós queremos que as pessoas sejam tratadas de forma justa e honesta. Conhecedoras desta forma de pensar presente na maioria das pessoas, as feministas usam este argumento ad nauseum sempre que alguém mais informado começa a listar os vários incidentes históricos onde as feministas agiram de forma que contradiz a sua alegada busca pela igualdade.

Essencialmente, o que elas querem é definir à priori que "feminismo" = "igualdade" ou "feminismo" = "justiça, e desde logo, invalidar as feministas que abertamente lutam pela supremacia feminina. Isto, obviamente, é análogo ao argumento do genuíno escocês, aludido por Antony Flew:
Imaginem Hamish McDonald, um escocês, sentado a ler o seu Glasgow Morning Herald onde ele vê um artigo que diz "Maníaco Sexual de Brighton Volta a Atacar." Hamish fica chocado e declara que "Nenhum escocês faria uma coisa destas." No dia seguinte ele encontra-se mais uma vez a ler o Glasgow Morning Herald e desta vez depara-se com um artigo em torno dum homem de Aberdeen [Escócia] cujas acções brutais fazem com que os actos do maníaco sexual Brighton pareçam cavalheirescas. Isto demonstra que Hamish estava errado na sua opinião, mas será que ele o admitirá? Nem por isso. Desta vez ele diz "Nenhum genuíno escocês faria tal coisa." [Fonte]
O problema para a Rosalmos23 é que o mundo já tem informação suficiente para saber que o feminismo não luta pela "igualdade" ou pela "justiça" mas - entre outras coisas - para separar a mulher das consequências dos seus actos. As feministas não querem igualdade; as feministas querem tratamento preferencial sempre que possível (por virtude de serem mulheres), e igualdade quando lhes interessa. 

Nenhuma feminista luta pela igualdade no dinheiro investido nas doenças que afectam cada um dos sexos porque isso não lhe interessa. (Nota: a Medicina investa muito mais dinheiro na pesquisa das doenças que afectam exclusivamente as mulheres do que naquelas que afectam exclusivamente os homens. Isto, note-se, numa sociedade "feita para os homens").

Semelhantemente, nenhuma feminista luta para que sejam criadas quotas universitárias de modo a que o número de homens e mulheres seja proporcional à sua presença na sociedade uma vez que elas estão perfeitamente satisfeitas com o facto das universidades terem mais mulheres que homens (e todos sabemos o porquê disso ocorrer).

Por fim, e em mais um exemplo claro de que as feministas não querem igualdade mas sim supremacia e tratamento preferencial, nós temos informação de que existem grupos feministas que lutam para um tratamento prisional distinto para as mulheres.

Culpar o feminismo ( e em última análise, as mães, as mulheres)

Feminismo = movimento politico criado como arma de dessestabilização social.

Mulher = condição biológica inata moralmente neutra.

Mãe = aquela que tem filhos

Das três, em lado algum vimos o Dr Marcelo a culpar as últimas duas; todos os seus argumentos dirigiram-se exclusivamente ao movimento politico com o nome de feminismo.

Culpar o feminismo ( e em última análise, as mães, as mulheres) pela sociedade violenta, individualista em que vivemos só demonstra que o machismo está vivo e tem seus defensores entre aqueles que deveriam trabalhar pela saúde mental dos jovens

Ou seja, segundo esta feminista, quando o Dr Marcelo revela que a falta duma figura paterna - algo que o feminismo quer - aumenta a probabilidade dos adolescentes se envolverem em problemas com a lei, isso não é "trabalhar pela saúde mental dos jovens". Para a Rosalmos23, é perfeitametne aceitável identificar as causas das criminalidade juvenil, desde que essas causas não estejam minimamente relacionadas com o feminismo.

Aparentemente, só é "trabalhar pela saúde mental dos jovens" quando as causas da delinquência juvenil podem ser - de alguma forma ou outra - associadas aos "valores patriarcais de autoridade, hierarquia, domínio, poder, discriminação, violencia que ainda hoje são os valores que a sociedade segue."

mas só conseguem enxergar as mulheres e mulheres feministas como culpadas por esse estado de coisas e não conseguem analisar a situação da sociedade de maneira isenta

Mas foi exactamente isso que o Dr Marcelo fez: ele identificou o problema (criminalidade) e listou uma causa provável (ausência da figura paterna). Depois disso, ele fez ligação entre a ausência do pai e as ideologias que abertamente militam para a remoção do pai da família. A análise do Dr Marcelo não só está correcta, como está de acordo com o que outros pesquisadores de outros países já apuraram: crianças que crescem sem uma figura paterna são mais susceptíveis de se envolverem em problemas com a lei.

Outra coisa a levar em conta é o entendimento do termo "isenta"; dentro do feminismo, por "isenta" entenda-se "de forma que não culpe as feministas". Segundo se sabe, quem culpa as feministas de algo (mesmo que se cite uma feminisita para demonstrar a veracidade dessa alegação) não está a ser "isento".

apenas procura um culpado e esse 'culpado' é claro, para os machistas, são as mães e as feministas.

Não são só os machistas que identificam o feminismo (e não as mães) como uma das causas do aumento da criminalidade; são vários estudos sociais levados a cabo por todo o mundo.

O feminismo nunca matou ninguem, o machismo mata todo dia.

Será?


Conclusão:

A resposta histérica da Rosalmos23 é a resposta clássica das feministas. Ela não oferece qualquer tipo de refutação aos argumentos do Dr Marcelo mas em lugar disso usa a tradicional histeria do "machismo" e do "patriarcado" para silenciar as vozes que criticam o feminismo.

O Dr Marcelo tem toda a razão no que diz: verdadeiramente, a ausência duma figura paterna pode ser o factor com mais peso no desenvolvimento emocional das crianças. Jovens rapazes que crescem sem uma figura paterna são mais susceptíveis de se envolver em actividades criminosas.

Sabendo-se disto, e como o feminismo tem sido bem sucedido na destruição da familia natural, é perfeitamente lógico associar o feminismo com o aumento dos homicídios.

As feministas podem não gostar das conclusões, mas elas não tem como disputar os factos.



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