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sábado, 15 de março de 2014

Porque é que as feministas odeiam as mulheres?

[PT-BR]

As mulheres solteiras têm 28% mais chances de morrer por problemas cardíacos do que as casadas, revela um estudo realizado por cientistas da Universidade Oxford. A pesquisa, publicada nesta quarta-feira pela revista BMC Medicine, foi realizada com base no acompanhamento de 735 mil mulheres britânicas, as quais apresentavam uma média de idade de 60 anos e não tinham um histórico prévio de problemas cardiovasculares e cujos casos foram seguidos durante oito anos.

 Após oito anos de analises, os cientistas concluíram que as mulheres casadas — 81% do total — contraíam as mesmas cardiopatias isquêmicas que as mulheres solteiras, viúvas ou divorciadas, mas sua taxa de mortalidade era consideravelmente mais baixa. Ao término do estudo, três em cada 100 mulheres casadas morreram por problemas cardíacos, enquanto, em relação ao outro grupo, essa média era de quatro em cada 100.

Os especialistas da Universidade de Oxford consideram que as diferenças entre ambos os grupos pode estar relacionada, principalmente, por fatores socioeconômicos e de estilo de vida. Embora os cientistas tenham mencionado que essas conclusões não são definitivas, eles acreditam que as mulheres casadas poderiam ter mais segurança financeira e mais apoio por parte de seu parceiro na hora de seguir um estilo de vida mais saudável.

O estudo explica, entre outros fatores, que as mulheres solteiras são mais propensas a viver em zonas desfavorecidas, fazer menos exercício físico, consumir mais tabaco e ter mais níveis de depressão, frente a um maior nível de ingestão de álcool entre as casadas. Esta pesquisa faz parte de uma série de estudos da Universidade de Oxford sobre fatores que relacionam o estilo de vida com doenças, como o câncer de mama, sob o título de The Million Study Women.


* * * * * * *
Portanto, quem se preocupa com o bem estar das mulheres, promove o casamento visto que as mulheres casadas têm níveis de saúde superiores. Sem surpresa alguma, o movimento feminista (e os esquerdistas no geral) promovem a "independência" das mulheres (que em termos prácticos significa independência do marido mas dependência do governo).

Qualquer pessoa, instituição ou grupo ideológico que honestamente se preocupa com o bem estar físico e emocional das mulheres tem que necessariamente desenvolver medidas que visam o fortalecimento da instituição do casamento.

O movimento feminista, auto-conferido "defensor dos direitos das mulheres", falha neste ponto ao desencadear uma guerra cultural precisamente contra a instituição que, segundo os dados, serve de escudo protector para a mulher:
"De modo a que se possam educar as crianças com igualdade, temos que tirá-las para longe das famílias e educá-las comunalmente." (Dr. Mary Jo Bane, professora assistente de Educação na Wellesley College e directora do Centro para as Pesquisas Femininas)

"O fim da instituição do casamento é condição necessária para a emancipação da mulher. Como tal, é importante para nós encorajarmos as mulheres a deixar os maridos e deixar de viver individualmente com homens." - ("The Declaration of Feminism," November 1971)

"Uma vez que o casamento é escravatura para as mulheres, é óbvio que o movimento das mulheres tem que se concentrar em atacar esta instituição [família]. Para a mulher, a liberdade não pode ser ganha sem a abolição do casamento." - (Feminista radical Sheila Cronan)

"A realidade dos factos é que toda a mulher tem que estar disposta a ser identificada como uma lésbica de modo a ser uma feminista plena." - (Sheila Cronan, National NOW Times, Jan.1988)

"Não vamos conseguir destruir as iniquidades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." - (Sisterhood Is Powerful, Robin Morgan (ed), 1970, p.537)

"Todo a intimidade sexual, mesmo a consensual, entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra as mulheres." - (Catherine MacKinnon - Feminista das Universidades de Michigan e Yale)
Portanto, a medicina diz que o casamento é bom para as mulheres, mas as feministas dizem que o casamento é "opressão" para elas. Em quem é que as mulheres vão acreditar: na ciência ou nas sempre voláteis opiniões feministas?

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Como o feminismo promove (e lucra) com o sofrimento da mulher

Baseado num texto de W. F. Price

À medida que mergulho nas estatísticas, a inacreditável irresponsabilidade das políticas feministas convencionas no Ocidente tornam-se cada vez mais claras. Na semana passada demonstrei que a violações e as agressões sexuais de todo o tipo poderiam ser substancialmente reduzidas garantido que o pai biológico das crianças tenha a possibilidade de as proteger. No entanto, eu nunca esperaria que isto tivesse outra implicação importante: as mulheres que ficam com os seus maridos são muito menos susceptíveis de sofrer violência doméstica do que as solteiras.


Aparentemente, o lugar mais seguro que existe para a mulher é a casa matrimonial, a viver com o seu marido. Isto aplica-se às mulheres com ou sem crianças, e as diferenças são dramáticas:
  • Uma mãe solteira a viver sozinha com as suas crianças é 13 vezes mais susceptível de ver vítima de violência doméstica do que uma mulher casada.
  • As mulheres casadas sem filhos são as mais seguras de todas: o seu risco é cerca de 3% daquele que as mães solteiras enfrentam, e 10% daquele que as mulheres solteiras sem filhos enfrentam.
  • O maior grupo de risco são as mulheres separadas - aquelas que escolhem acabar com os seus casamentos.
Tenho a certeza de que o risco durante a separação é real, mas eu ficaria muito desconfiado dessas estatísticas, visto que durante a separação e durante os procedimentos de divórcio, as acusações voam de um lado para o outro e certamente que isso aumenta os números de alguma forma. No entanto, em todas as situações de lares "estáveis",  as mães solteiras encontram-se num risco maior.

Portanto, parece que a típica mulher vítima de violência doméstica, não é a esposa tímida inserida num lar patriarcal, mas sim uma "empoderada mãe solteira". Semelhantemente, o típico homem que é violento para a companheira não é o marido manipulador mas o amante "bad boy".  O que facilmente se pode concluir destes dados é que a melhor forma de proteger as mulheres da violência doméstica é garantido que o maior número possível de mulheres fique em casamentos estáveis com o seu marido a viver sob o mesmo telhado.

Quantas vezes é que já ouvimos as proponentes feministas, activistas "contra" a violência doméstica, a afirmar uma coisa destas? Nunca. De facto, o seu propósito primário parece o de criar o maior número possível de mães solteiras, o que, invariavelmente, irá aumentar as taxas de violência doméstica ao colocar as mulheres em situações pouco seguras. 

As feministas estão mais interessadas em remover as mulheres de ambientes seguros e atira-las para ambientes que, segundo o Bureau of Justice Statistics, são claramente perigosas, do que fortalecer a instituição que, efectivamente, aumenta a segurança das mulheres: o casamento (1 homem + 1 mulher).

Porque é que as feministas preocupam-se tão pouco com o bem estar da mulher? Porque é que elas buscam a imposição de medidas que colocam em perigo as mulheres e as crianças, ao mesmo tempo que alegam ser as suas salvadoras?

A resposta vergonhosa para estas questões é que a fragilização da condição da mulher é politicamente (e economicamente) rentável para as feministas. Ao gerarem os problemas e ao se posicionarem como as "salvadoras", elas garantem uma posição de alguma importância para si mesmas. Isto é análogo ao médico que envenena as pessoas como forma de ser ele a disponibilizar a cura, aumentando a sua reputação (e a sua fortuna).


Só há uma forma de lidar com as feministas: expondo-as como as fraudes que elas são. Já é hora dos homens pararem de colocar a responsabilidade dos assuntos familiares nos ombros daquelas cujo interesse único é ajudarem-se a elas mesmas. É preciso apontar as óbvias implicações das políticas familiares, e, durante isso, ignorar as acusações fúteis que as feministas ocasionalmente atiram sobre o resto da sociedade por esta não satisfazer os seus desejos políticos e (principalmente) económicos.

Voltemos estas acusações contra elas. Se elas vos identificarem como membros do "lobby abusador", ressalvem que as políticas anti-família das feministas são responsáveis por mais violência contra as mulheres do que aquela violência que tu alguma vez seria capaz de fazer, mesmo que agisses de forma agressiva com uma mulher diferente todos os dias, até ao final da tua vida.

Colocando de lado os argumentos e a responsabilidade, é realmente triste ver que as soluções para as coisas que temos discutido há anos sejam tão auto-evidentes, mas tão amplamente ignoradas. 

Repito, podemos ver que as mulheres e as crianças estão mais seguras com homens que as amam e que querem a sua segurança, mas a sociedade investe muito do seu esforço financeiro tentando separar o homem da sua família.

Fonte: http://ow.ly/qTXFM



domingo, 14 de outubro de 2012

Adultério e divórcio


A comentadora com o nome Wanderling alega que a infidelidade masculina é a causa única para a existência e mães solteiras:
Todas as mães solteiras que já conheci, que cresceram com só com uma mãe solteira, fizeram o que fizeram porque o pai traiu a mãe. Todas as mães solteiras mais maduras que estão divorciadas que eu conheço, e que já conheci, está divorciada porque o marido a traiu. Eu sei porque tive o cuidado de perguntar...
Esta alegação tem vários erros significativos, mas eu vou-me centrar especificamente num: adultério.

Embora o que cada um qualifica de adultério varia, i.e., infidelidade emocional versus infidelidade física/sexual, as pesquisas sociais tendem a concordar que, quando se fala em infidelidade física, os homens traem ligeiramente mais que as esposas - 23% e 19% respectivamente.  Adicionalmente, a distância entre as taxas de infidelidade está a encurtar, muito devido ao aumento da participação laboral da mulher e a sua exposição a maiores oportunidades para ser infiel.

Portanto, três possibilidades surgem devido a frase anterior:
  • Primeiro, os maridos e os pais no mundo da Wanderling são muito tolerantes da infidelidade das esposas e não se divorciam delas devido à sua indiscrição marital, indiscrição essa que nós sabemos que ocorre porque as próprias mulheres admitem que ocorre.
  • Segundo, os casais do círculo social da Wanderling não se divorciam por qualquer outro motivo, trivial ou o que quer que seja, tais como a infelicidade, questões financeiras ou violência doméstica.
  • Terceiro, o comportamento dos maridos, dos pais, das esposas e das mulheres do círculo social da Wanderling não se aproxima nem de perto nem de longe do comportamento da sociedade no geral; portanto, extrapolar qualquer tipo de heurística correcta usando esta população como base é muito complicado.
Para nos divertimos um bocado, vamos assumir que a alegação da Wanderling está inteiramente correcta - isto é, que a infidelidade matrimonial masculina é a única causa de divórcio. Com quem é que estes destruidores de lares masculinos cometem adultério? Ora, com mulheres solteiras destruidoras de lares, obviamente:*
Se, quando comparados com as mulheres casadas, mais homens casados estão a trair, segue logicamente que mais mulheres solteiras estão a dormir com homens casados do que homens solteiros com mulheres casadas. Se é verdade que os homens casados traem mais frequentemente, então as mulheres solteiras são mais susceptíveis de serem destruidoras de lares que os homens solteiros.
Adicionalmente, se os homens casados traem mais que as mulheres casadas, e traem mais frequentemente, então em média os homens casados têm mais parceiras sexuais que as mulheres casadas. Dada a paridade numérica durante os anos primários de actividade sexual, isto significa que as mulheres solteiras têm mais parceiros sexuais que os homens solteiros.

Dado que os homens casados são mais susceptíveis de trair com mulheres mais jovens, isto significa que as mulheres solteiras e jovens têm significativamente mais parceiros sexuais que os jovens homens solteiros, incluindo entre eles homens casados.
Portanto, se nós aceitamos que os homens casados traem mais, e pode muito bem ser esse o caso . . . . então também temos que aceitar o seguinte:
- As mulheres solteiras têm mais parceiros sexuais que os homens solteiros.
- As mulheres solteiras são mais susceptíveis de serem as destruidoras de lares do que os homens solteiros.
- Entre todos os heterossexuais, as mulheres jovens e solteiras não só são o grupo mais promíscuo de todos, como são as que têm mais parceiros sexuais (e mais sexo) entre qualquer outro grupo heterossexual.

..Se és um jovem homem, não te esqueças disto: há grandes probabilidades da jovem mulher que tu conheces no bar ter muito mais escapadelas sexuais que tu.
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E como já foi  falado noutro post, quanto mais parceiros sexuais uma mulher têm, menor é a sua capacidade de manter um relacionamento duradouro, estável e fiel.


sábado, 4 de agosto de 2012

Hipocrisia feminista é revelada quando as mulheres ganham mais que os homens

As notícias que nos chegam em torno as diferenças salariais são estas:
Segundo o U.S. Census Bureau, mulheres solteiras com idades compreendidas entre os 22 e os 30 ganham, em média, $27,000 por ano. Isto é 8% mais que os homens na mesma faixa etária.
Qual foi a reacção dos média em relação à esta diferença salarial? Será que houve condenação geral seguida de ranger de devido à desigualdade e à injustiça social? Claro que não. O que foi dito é que isto é o inevitável resultado do esforço e da ambição das jovens mulheres.

Genesis Hernandez, que estuda Inglês e Arte Culinária na "Miami-Dade College", não fica surpreendida quando ouve que as mulheres solteiras na casa dos 20 ganham mais do que os homens.

A mulher tem mais ambição para estudar, obter qualificações e ser alguém. Para mim, é realmente importante obter a minha qualificação.
Genesis nada disse se o facto das mulheres na casa dos 20 ganharem mais do que os homens era um exemplo de discriminação contra os homens; ela assumiu que o sucesso feminino se deve ao seu esforço e dedicação.
A educação é a chave. Tanto a Time Magazine como a USA Today afirmam que mais mulheres que homens estão nas universidades. Mal estejam lá, as mulheres são mais susceptíveis de se licenciarem ou obter qualificações avançadas.
Jorge Oquendo, de 28 anos, diz:
Tenho duas irmãs e ambas estão na universidade. Muitas raparigas hoje em dia vão e ficam nas universidades.
A modelo Amber Lawson não esperava ouvir que as mulheres [solteiras] estão a ganhar mais que os homens:
É bom ouvir que as mulheres estão a colocar a cabeça no seu lugar. Pensei que seria basicamente a mesma coisa, mas se calhar os homens seguem a corrente.
Mas o que é que acontece quando os homens "não seguem a corrente", motivam-se, começam a assumir responsabilidades familiares e fixam-se numa ética de trabalho mais forte? Nessa altura, os homens começam a ganhar mais dinheiro que as mulheres, e elas começam a desinvestir nas suas carreiras profissionais.

Será que os órgãos de comunicação louvam os homens pela sua forte ética de trabalho quando os homens na casa dos 30 e 40 começam a ganhar mais dinheiro que as mulheres? Obviamente que não. Esta situação é, sim, apresentada como uma enorme "injustiça social" que tem que ser rectificada através duma intervenção estatal.

Mais uma vez, temos o mesmo problema de sempre: como os homens são atacados como "opressores" nesta sociedade sob o controle do esquerdismo, as suas conquistas são sempre o resultado de algum vantagem injusta - "sexismo" ou "discriminação" - ao mesmo tempo que as conquistas femininas são sempre resultado do seu trabalho e dedicação.

Não se pode aceitar nem ser-se defensivo em relação a isto. Se os homens acabam por trabalhar mais duramente, e por mais mais horas, e, como consequência, começam a ganhar mais dinheiro, isso deve ser apresentado como algo de positivo que os homens podem fazer. Se os homens ficam a ganhar 1 dólar por cada 80 céntimos que as mulher produzem, isso deve ser visto como resultado da ética laboral dos homens e não como discriminação institucionalizada.

Finalmente, é triste que a Genesis Hernandez pense que seja preciso ter um curso ou uma qualificação universitária para se ser "alguém." O ser humano vale muito mais que a sua carreira profissional.

Fonte


terça-feira, 26 de junho de 2012

A "espantosa" Amy Young e o seu hamster racionalizador

Só porque alguém se identifica como "cristã" não significa que ela não se deixe influenciar pela mentalidade feminista. Este texto é evidência disso mesmo.

Um leitor foi suficientemente gentil em enviar-me um post do In a Mirror Dimly que tipifica a mentalidade EAP ["Evangelical American Princess" = Princesa Evangélica Americana]. Este artigo em particular, parte da série “Feministas Evangélicas no Controle”Mulheres no Ministério”, foi escrito por Amy Young, que se dá ao trabalho de culpar e envergonhar os homens Cristãos pelo facto dela ter 30 39 anos e ainda estar solteira.

Francamente, adorei o seu post. Não pelo conteúdo, obviamente; o conteúdo nada mais é que um longo discurso choroso por parte do seu hamster racionalizador. Adoro o post porque o mesmo prova que as EAPs não são criaturas fantásticas como os unicórnios ou as fadas madrinhas ou Cristãos que apoiam o casamento Bíblico. Não; as EPAs são reais.

Evidência A: Amy começa por enumerar as virtudes de . . . . . . Amy:

Porque é que ainda estás solteira?” Não sei com que frequência os casados são questionados em relação ao porquê de estarem casados, mas tenho a impressão que isso é muito menos comum que as vezes que os solteiros são inquiridos em relação aos motivos de ainda serem solteiros.

Essa pergunta geralmente precede outras do tipo "É porque os teus padrões são demasiado elevados? Foste magoada? (...)”

Sim, a minha frente e de forma bem audível, estas perguntas surgem. Às vezes surgem de forma condescendente, mas às vezes de forma genuinamente surpresa, tentado harmonizar o quão espantosa eu sou com o facto de ainda estar solteira.

Sim, a Amy é espantosa. Se não acreditas em mim, pergunta à Amy. Tal como escrevi no meu post original em torno deste assunto, a segunda característica mais marcante da EAP é o facto dela ter sido "criada com foco na sua auto-estima", resultando em orgulho e arrogância.

Mas colocando o seu ego de lado, porque é que a Amy acha que ela ainda é solteira?

Sou Cristã, sou uma mulher, sou uma líder. Retirem qualquer uma destas declarações, e eu acho que já estaria casada.

Exactamente. Os homens Cristãos não são suficientemente homens para contrair matrimónio com uma agressiva feminista evangélica líder Cristã, forte e independente.

A Amy prossegue detalhando como ela nasceu para ser uma líder:

Não tinha palavras para o expressar quando era criança, mas sabia que tinha nascido para ser uma líder. Tornei-me Cristã muito cedo - quando tinha cerca de 6 anos. Tinha 6 anos como menina mas tinha vários anos de liderança por essa fase.

Ela segue fornecendo uma lista de credenciais que ela pensa serem impressionantes (obviamente, eu não concordo): Mestrado (MA) em "Teaching English as a Second Language" (TESL), Curriculum Director para a organização TESL focada na China. Em torno disto, ela escreve:

Aqui, paro para fazer uma alegação com água no bico:

1. Se tu te casas antes dos 30, as tuas habitações aparentam ser menos ameaçadoras para os homens Cristãos.

2. Há uma grande diferença entre ter características de líder e ter uma posição de líder.

Ela realmente pensa que os homens Cristãos sentem-se ameaçados com o facto dela ter um Mestrado em TESL e ter uma posição de ensino numa organização que ensina essa língua na China.

Sim. Isto é de facto muito ameaçador. Nunca na vida poderia ter saídas amorosas com uma mulher com essa qualificações. Afinal, o tédio pode fazer com que eu adormeça durante o encontro.


[Meu comentário] - A Amy faz o erro clássico da mulher moderna, feminista e masculinizada, ao assumir que o que elas acham atraentes nos homens é o mesmo que os homens buscam nas mulheres - quando se fala em casamento. A evidência disso é o facto da Amy pensar que as suas "qualificações" de alguma forma aumentam o seu valor marital. As qualificações profissionais da mulher são irrelevantes para o homem que busca alguém com quem casar.

Obviamente que a Amy não se apercebe do problema. Não se dá o caso dos homens Cristãos sentirem-se intimidados com as suas qualificações em TESL (como se fosse). Os homens solteiros Cristãos, com qualificações avançadas em STEM ["science, technology, engineering, and mathematics" = ciência, tecnologia, engenharia e matemática] e/ou carreiras bem sucedidas em áreas que envolvem os negócios ou a indústria, são de opinião que o seu mestrado em TESL é desinteressante e não intimidador. Essa qualificação não traz nada para a nossa futura família que nós já não possuamos.

Mas as coisas ficam piores:

Tal como muitas das escolhas que a vida oferece, eu não estava bem ciente do que estava a aceitar quando entrei para um cargo de liderança pública aos 29 anos. Sei agora que, quando isso aconteceu, eu estava a trocar a parceria [casamento] pela liderança e que, embora ainda fosse amada por muitos, devido às confusas e carregadas mensagens em torno dos dons, submissão, chefia e género, eu havia-me tornado ameaçadora para os potenciais "perseguidores".

À medida que a minha chefia floresceu para a esfera espiritual, tornei-me ainda mais como kryptonite para alguns (tanto mulheres como homens): ameaçadora e poderosa.

Felizmente, existe aqui um bocado de verdade. A Amy admite - mesmo que tangencialmente - que o seu foco exclusivo na carreira durante os seus anos 20 causou que ela perdesse a chance de se casar. No entanto, ela não se apercebe do porquê: na idade em que ela está, com mais de 30 anos, há menos homens Cristãos por onde escolher e os homens estão biologicamente construídos para preferir mulheres no auge da sua fertilidade - e não aquelas que estão a rebolar aceleradamente para o outro lado.


Isto é algo que muitas mulheres se recusam a aceitar - especialmente as feministas - mas que todas elas - inconscientemente ou conscientemente - sabem ser verdade: os homens preferem as mais jovens. Esse é provavelmente um dos motivos que faz com que os produtos de beleza que alegadamente "atrasam o envelhecimento" sejam tão procurados pelas mulheres mas sejam virtualmente ignorados pela esmagadora maioria dos homens heterossexuais. As feministas mais velhas - solteiras e feias - esmagadas pelo seu valor marital nulo, tentam envergonhar os homens que naturalmente preferem as mais jovens associando a preferência masculina por mulheres mais novas com a pedofilia. Não sei bem porquê, mas sempre que se fala em mulheres bonitas, a mente feminista começa a imaginar crianças semi-nuas. Isto provavelmente ocorre devido à desproporcional presença lésbica nas fileiras feministas.

Amy


Mas este breve momento de clarividência foi ensombrado pelo seu erro freudiano. A Amy alega que é "ameaçadora e poderosa" e que todos aqueles ensinamentos Cristãos em torno da submissão e chefia são problemáticos. Estes malignos homens Cristãos querem que as mulheres sigam a sua (dos homens) chefia, e a Amy não pode aceitar isso. (...)

Mais uma vez, a Amy não se apercebe que ela não esta a trazer nada para o casamento que os homens já não possuam. Ameaçadores? Podemos ser. Poderosos? Sem problemas. Força? Somos homens e não o "vaso mais fraco" [1 Pedro 3:7].

Sem surpresa alguma, Amy termina o post com a obrigatória passagem onde ela tenta envergonhar os homens::

Oro para que elas [as sobrinhas] se firmem no trajecto Cristão e que tanto os homens como as mulheres sejam atraídas aos seus dons e poder. E se elas quiserem casar, em qualquer que seja a idade, elas encontrarão um homem suficientemente seguro de si para amar e celebrar quem elas são.

Os culpados são os homens Cristãos que são inseguros de si, e não a Amy.

A verdade dos factos é que, esta última táctica [envergonhar os homens], associada à sua recusa em se submeter ao marido como Deus comanda, apenas ilustra o porquê de ninguém se querer casar com ela.

Contrariamente ao que ela pensa, não é a insegurança. Se algum homem se casasse com ela, todos os dias ele chegaria a casa para se deparar com uma mulher manipulativa, super crítica e alguém que nunca lhe daria momentos de descanso - muitos menos a ternura emocional feminina que ele não traz para o casamento e que, como tal, espera isso da sua esposa.

Como o caso da Amy ilustra, o problema da EAP é que ela não acredita que ela (a mulher) têm a obrigação de trazer algo para o casamento. Afinal, elas são espantosas tal como elas são e como tal, não precisam que promover as características que poderiam ser atraentes aos olhos dos homens em busca dum casamento [Cristãos ou não].

Em vez disso, ele deve deixar de lado o seu Divinamente-inspirado desejo pela feminidade complementar, ajoelhar-se perante ela, e pedir que ela domine sobre ele para o resto da sua vida - ou pelo menos até que ela decida abandoná-lo em busca de prémios ou gratificação monetária.

O seu santo hamster assim o disse.


domingo, 1 de abril de 2012

França: chamar uma mulher de 'Mademoiselle' é "condescendente e sexista"

Concílio francês aboliu a palavra 'Mademoiselle' de todos os documentos oficiais por este ser supostamente "condescendente e sexista".

O subúrbio parisiense Fontenay-sous-Bois afirmou que o termo 'Mademoiselle'- o equivalente francês para o inglês 'miss' - descrimina as mulheres ao lhes perguntar para revelar se são casadas ou não. De agora em diante, os homens e as mulheres apenas terão que colocar um visto nas zonas onde se é perguntado se são macho ou fêmea.

Oficiais da vila aproveitaram o embalo e baniram de todos os documentos também o termo 'nom de jeune fille' (nome de solteira) por alegarem que o mesmo é "arcaico" e possui "conotações com a virgindade" (???!). Em vez disso, às mulheres que alteraram os seus apelidos apenas lhes será perguntado o "nome de nascimento".

Um porta-voz do concílio afirmou:

Não há qualquer tipo de motivo válido que obrigue as mulheres a revelar o seu estado civil enquanto os homens não tenham que fazer o mesmo. Isto é antiquado e injusto.
Outra localização (Cesson-Sevigne) baniu também o termo 'mademoiselle' devido a pressões provenientes de grupos femininos locais (feministas).

Fonte

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Aparentemente não há muito que fazer nas terras do Asterix.


quinta-feira, 9 de junho de 2011

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