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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

O regresso da sexualidade pagã

By Eric Metaxas

Os progressistas sexuais alegam que estão a dar início a um "admirável mundo novo" repleto de liberdade, mas a sua "nova" moralidade é tão antiga como as montanhas.

Quantas vezes já ouviram os progressistas sexuais alegarem que aqueles de nós que defendem a moralidade sexual e o casamento tradicionais estão "do lado errado da história"? Mas como ressalva um livro recente, são os proponentes da revolução sexual que estão a abraçar uma moralidade sexual que a história deixou para trás há milénios - nas ruínas do Fórum Romano.

Sim, a civilização Ocidental está a atravessar por uma mudança cultural dramática; no espaço de alguns anos, a nossa sociedade mudou de forma fundamental o entendimento do casamento, abraçou a noção de que os homens podem-se transformar em mulheres, e está agora a promover a ideia de que homens adultos podem-se sentir à vontade para partilhar instalações sanitárias com jovens mulheres. Sem surpresa alguma, estamos também a observar esforços rumo à normalização da poligamia, pedofilia e incesto.

É precisamente em tempos como estes que temos que ter algum tipo de perspectiva histórica. E é precisamente por isso que o livro do pastor Luterano Matthew Rueger com o título de “Sexual Morality in a Christless World,” é cronologicamente apropriado. Nele, Rueger mostra como a moralidade sexual Cristã agitou o mundo pagão da Roma antiga. As noções do amor compassivo, da castidade sexual, e da fidelidade marital eram estranhos, e até chocantes para o povo dessa altura.

Citando estudiosos actuais, Rueger detalha a visão sexual do mundo Romano que durou centenas de anos. As mulheres e as crianças eram vistas como objectos sexuais; os escravos - homens e mulheres - poderiam esperar serem abusados sexualmente; a prostituição estava amplamente difundida; e o homossexualismo predatório era comum. A moralidade sexual Cristã [que limita a actividade sexual para o casamento entre um homem e uma mulher com idade para gerar filhos e filhas, cuidar do lar e ensinar os mandamentos Bíblicos à descendência] pode ter sido vista como repressiva para os licenciosos mas ela era um dom de Deus para as vítimas.

Rueger escreve que:

As alegações actuais de progressismo e avanços por via da aceitação de "visões sexuais dominantes em torno da sexualidade e do casamento [sic] homossexual" estão totalmente desinformadas.... A visão contemporânea em torno da sexualidade nada mais é que um renascimento duma visão do mundo antiga e muito menos compassiva.   

Mas ela é também o renascimento duma visão antiga e mais pobre do homem. Imaginem a reacção duma escrava pagã Romana que aprendia pela primeira vez que ela tinha valor - e não valor monetário como um bem para ser usado e descartado pelo dono - mas valor eterno visto que ela havia sido criada à Imagem de Deus.

Ou imaginem a dor de consciência sentida por um marido Romano infiel mal ele viesse a saber que Deus havia incarnado, tomado a forma dUm Homem, e que a maneira como ele cuidava do seu próprio corpo e do corpo dos outros era importante para Deus. Sem dúvida, que isto havia de ser importante.

Não podemos desviar o olhar e ignorar este renascimento profano da sexualidade pagã e da sua visão humilhante do ser humano. Mas também não podemos agitar as mãos temerosamente, ou desistir derrotados. Tal como Rueger salienta, Cristo e a Sua Igreja transformaram de maneira radical uma sexualidade mais cruel e mais caótica que a nossa.

Olhem para os crentes antigos que vieram antes de nós: Em vez de sucumbirem ou se acomodarem ao espírito da época, os novos convertidos da Igreja primitiva vieram a entender, tal como escreve Rueger, que "a moralidade Cristã fundamentava-se na pureza abrangente de Cristo e no amor auto-esvaziante... Os Cristãos já não poderiam viver como os Gregos ou como os Romanos. A sua visão do mundo e a visão que eles tinham deles mesmos eram totalmente distintas. Eles agora eram um com Cristo, de coração e alma."

Agora, escrever Rueger, a sua natureza distinta "não os irá poupar do sofrimento, mas sim convidar o sofrimento". É totalmente claro que o mesmo se aplica a nós nos dias de hoje. Será que iremos dobrar os nossos joelhos a esta renascida sexualidade pagã, ou será que iremos disponibilizar a liberdade e o plano de Deus para a sexualidade humana para um mundo que desesperadamente necessita dele?

Fonte: http://bit.ly/2seiaBU

* * * * * * *

Claro que o renascimento desta moralidade sexual pagã não é algo "orgânico" ou consequência natural dos eventos, mas sim acto consciente e planeado levado a cabo pela elite como forma de desorganizar e fragilizar as nações ocidentais. Depois de fragilizadas, e totalmente submissas (devido à sua aderência a escolhas sexuais inferiores e auto-destrutivas), a elite poderá "reinar" sobre elas como bem entender, sem se preocupar numa revolta popular por parte de quem se encontra focado no número de parceiros e parceiras sexuais é que já teve e pode vir a ter.

Por incrível que pareça, os limites que a civilização Cristã colocou no comportamento sexual (colocando de lado a sexualidade pagã), resultaram em liberdade, enquanto que os comportamentos sexuais que a civilização pós-Cristã está a promover sob a bandeira da "liberdade sexual", irão ter como consequência a perda da liberdade.
Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado. Ora o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. - João 8:34-36





quarta-feira, 6 de maio de 2015

A destruição dos valores morais e a mercantilização do amor romântico

Por Deep Strenght

No meu post com o título de "Destruction of morals and the idolization of romantic love", falei um pouco da mercantilização do sexo.
Se o sexo foi criado para o romance, então ele pode ser, de modo incremental, mercantilizado e usado como uma arma viável num mercado mais extensivo (fora do casamento). A mercantilização do sexo torna-se associado ao capitalismo. Um aumento da prostituição, da pornografia, da prostituição por atenção ("attention whoring"), e do apelo sexual nos média só aumenta estas coisas.
O sexo foi criado para o romance. Logo, se a mulher sente romance, ela irá ter sexo. A moralidade do sexo é assim lançada pela janela fora. Isto é excepcionalmente mau porque um dos factores que mais motivava os homens a casar era o sexo. Se o homem consegue obter sexo fora do casamento, não há motivo para "comprar a vaca se pode ter o leite de graça".

A larga maioria das mulheres tenta trocar a "atracção sexual" pelo sexo, que, a curto prazo, lhes parece bom. No entanto, à medida que estas mulheres começam a envelhecer e a ver que não conseguem forçar os homens a assumir um compromisso através do sexo, elas começam a ter ataques de raiva e a tentar envergonhar os homens, (algo que é manifestado através dum vasto leque de projecções).

A moralidade do sexo coloca o sexo fora de discussão como item de comércio que pode ser mercantilizado e usado como arma. De facto, tanto os homens como as mulheres têm que casar se por acaso querem ter sexo, e dentro do casamento o sexo está associado ao compromisso e à família. Sou de opinião que esta é uma das facetas mais interessantes do porquê Deus ter criado o sexo da forma como criou: para que ele só fosse manifestado dentro dos limites do casamento.

Note-se que isto assemelha-se ao post "Identity Part 6 — performance and desire". A performance encontra-se associada à troca: Eu tenho uma performance em troca do amor [de Deus], ou eu tenho uma boa performance em busca de aprovação, ou eu tenho uma boa performance como forma de ser desejado. A performance fundamenta-se em fazer algo em troca de outra coisa, quer seja da parte de Deus, dos homens, ou de nós mesmos. Por outro lado, o desejo baseia-se na excelência porque isso é o que queremos fazer.

A transladação do acto sexual fora dos limites da moralidade para o romance é uma troca do ponto de vista do desejo para a da performance. Dentro dos limites do romance, é sempre preciso fazer alguma coisa para se ter sexo. Tem que se ser sexualmente atraente (machos alfa), ou tem que se oferecer compromisso (machos beta), ou tem que se trocar por dinheiro (prostituição), ou tem que se usá-lo como arma para se obter o que se quer (manipulação), entre outras coisas.

No final disto tudo, acabamos por ficar com a mercantilização do sexo na sociedade geral, que é o que Rollo salienta no seu mais recente post que Wives hate sex ["Esposas Odeiam o Sexo"]. As mulheres utilizam o sexo como forma de fazer com que os homens se comprometam a casar. Mal a expectativa de que o sexo pode ser mercantilizado, ele pode também ser retirado mal alguém obtenha o que quer: mal a mulher assegura o casamento com o sexo, elas já não têm que fazer sexo.

Esta mercantilização coloca uma importância primária na aparência: as mulheres só podem mercantilizar o sexo como forma de assegurar um casamento se elas forem suficientemente bonitas para levarem o homem a comprar o que elas estão a vender. Normalmente, isto ocorre com prejuízo e detrimento da beleza e do valor das características internas, e é por isso que as Escrituras lançam o aviso contra isto [1 Pedro 3:1-6]:

SEMELHANTEMENTE vós, mulheres, sede sujeitas aos vossos próprios maridos; para que, também, se alguns não obedecem à palavra, pelo porte das suas mulheres sejam ganhos, sem palavra, Considerando a vossa vida casta, em temor.

O enfeite delas não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na compostura dos vestidos, Mas o homem encoberto no coração, no incorruptível trajo de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus; Porque assim se adornavam também, antigamente, as santas mulheres que esperavam em Deus, e estavam sujeitas aos seus próprios maridos, Como Sara obedecia a Abraão, chamando-lhe senhor, da qual vós sois filhas, fazendo o bem, e não temendo nenhum espanto.

Logo, a mercantilização do sexo gera uma vasta gama de desfuncionalidades visto que ele encontra-se fora dos limites da moralidade e desde logo, fora da bênção de Deus.

~ http://bit.ly/1GcoMDY.



quarta-feira, 22 de abril de 2015

Feminismo revelou a verdadeira natureza da sexualidade feminina

Por Laura Wood

Se alguma coisa boa aconteceu com a chegada do feminismo, foi a apreciação elucidante do desejo sexual feminino e do seu potencial destruidor. O instinto monogâmico das mulheres foi largamente exagerado na imaginação popular, até por parte de realistas Darwinianos que se gabam de ter uma visão clara da natureza humana. A emancipação sexual revelou toda a extensão da deslealdade e do capricho das mulheres.

Pelo menos dois terços dos divórcios neste país são iniciados pelas mulheres. As mulheres estão mais desejosas que os homens de casar; mal se encontram casadas, elas estão mais desejosas que os homens de sair do casamento. Em muitos destes divórcios, as mulheres agem como se os maridos as tivessem desiludido ou ofendido quando na realidade estas mulheres desejam outro homem ou a possibilidade de ter um novo romance.

O poder económico para as mulheres e as leis de divórcio que garantem a custódia maternal ou a guarda junta desmascararam a verdade sobre os impulsos sexuais das mulheres. As mulheres não são fiéis inatas e nem a maioria das mulheres coloca os interesses das crianças acima dos seus próprios interesses. Elas expressam a sua inquietação sexual de formas totalmente diferentes dos homens, e muitas vezes de formas frequentemente confusas.

Durante séculos, as mulheres consolaram-se quando os seus maridos eram infiéis com o pensamento de que os homens eram naturalmente promíscuos. Esta ideia comummente reforçada permitiu que as mulheres sentissem que os adultérios dos maridos não eram necessariamente um reflexo sobre elas. O mesmo não acontece com a traição feminina. As mulheres são vistas como naturalmente monogâmicas, e como tal, as suas infidelidades causam um desespero maior e levam muitas mulheres a colocar mais peso sobre as paixões passageiras.

Quando eu tinha 14 anos, a minha família vivia do outro lado da rua dum casal bonito com cinco crianças. Era frequente eu tomar conta delas, sentada até tarde na sua sala de estar a ouvir o tic-tac do relógio. Numa noite de Primavera, lembro-se de ver o sr Minder a cortar a sua relva. Fiquei impressionada com a sua expressão; era como  expressão de alguém totalmente desligado, como se o cortador o estivesse a arrastar com uma trela.

Dois dias mais tarde, o meu pai acordou-me bem cedo pela manhã. "Acorda, acorda", disse ele. "Aconteceu algo terrível." O sr Minder estava morto. Na noite anterior, ele tinha ido para a sua garagem, selado as portas e ligado o carro. Foi um evento devastador. Ele era um homem gentil e amável. Não posso evitar pensar que ele foi vítima da sua própria inocência visto que quando ficou a saber que a sua esposa estava a ter uma relação extra-conjugal com o vizinho, foi tomado pelo desespero; ele não estava preparado para uma coisa deste tipo.

Conheci várias mulheres que abandonaram homens decentes e amáveis. Para mim, esta é a tendência mais triste dos nossos tempos, numa altura de tendências culturais tristes e perturbadoras. Algumas destas mulheres trocaram os seus maridos por outros homens, enquanto outras deixaram os seus maridos pura e simplesmente pela alegria de viver uma vida de possibilidades românticas.  De facto, os seus divórcios parecem ser os actos mais românticos das suas vidas.

Ao causarem o divórcio, elas olham para elas mesmas como pessoas a caminharem rumo ao bem, e não simplesmente a afastarem-se dum casamento que as desiludiu (e tendo expectativas tão elevadas em torno do casamento, as mulheres facilmente ficam desapontadas). De muitas formas, estas mulheres lembram-me a senhora Minder. Ela era uma mulher agradável e amável, e não o tipo de pessoa de quem se pudesse suspeitar uma traição.

Nunca irei esquecer a memória dela a caminhar pelo corredor da igreja durante o funeral do marido, com todos os filhos agarrados aos seus tornozelos. Foi uma cena terrível. Também ela parecia ser uma vítima da sua própria inocência, alguém que estava totalmente despreparada para lidar com os seus impulsos ilícitos. Num ponto, ela era totalmente diferente das mulheres de hoje em dia; se o sr Minder tivesse ficado vivo, estou segura que ela nunca o deixaria e o caso teria terminado.

Michelle Langley, no seu livro "Women’s Infidelity", lança um olhar profundo ao fenómeno numa altura em que as mulheres, ao contrário da senhora Minder, estão prontas para pedir o divórcio. Ela acredita que muitos estes divórcios são causados por uma combinação de culpa, insensibilidade, e ignorância por parte das mulheres. Ela escreve:

…. as mulheres jovens são condicionadas para acreditar na sua monogamia natural e elas levam essa crença por toda a sua vida. Logo, quando a mulher experimenta sentimentos que se desviam desta crença, particularmente depois do casamento, esses sentimentos podem causar conflitos internos enormes. Muitas mulheres resolvem o dilema dissolvendo o casamento.

Algumas mulheres acham mais fácil acreditar que se casaram com a pessoa errada do que olhar para elas mesmas como algum tipo de aberração da natureza. A sua errónea crença na pré-disposição monogâmica, impede que elas se tornem cientes da sua tendência sexual. Esta falta de conhecimento pode causar uma reacção em cadeia que em ultima análise coloca um ponto final nos seus casamentos.

Langley faz observações astutas sobre este assunto. Ela é uma feminista com simpatias para com o inimigo. Não acredito em muitos dos seus pontos e fiquei ofendida com a sua linguagem rude. Ela parece também não conhecer o efeito que o adultério tem sobre as crianças, para além de ter uma atitude casual em relação ao divórcio. Mas, ela faz umas observações surpreendentemente correctas em relação à forma como as mulheres se tornaram livres para expressar os seus instintos mais básicos:

Tal como o comportamento masculino, o comportamento feminino pode ser bom, mau, e tudo pelo meio. As mulheres são tão capazes como os homens de abusar o seu poder. Os homens podem crescer sentido-se poderosos e superiores às mulheres, usando-as para obter o que querem, descartando-as de seguida, mas quando as mulheres conseguem o que querem dos homens, elas estão igualmente inclinadas a descartá-los visto que no mundo actual, elas podem. Hoje em dia, as mulheres são livres para expressar esta característica humana.

Langley entrevistou dezenas de homens e mulheres em torno da sua vida privada. Ela concluiu que as mulheres frequentemente manipulam os esposos como forma de evitarem assumir as responsabilidades pelos seus erros e pelos seus desejos.

As suas observações fazem-me lembrar dum casal que eu sei estar a atravessar actualmente um processo de divórcio. A esposa acabou tudo justificando a sua a acção com queixas mesquinhas em relação ao seu marido (muito provavelmente em busca de alguma excitação vaga). Recentemente eles estavam a discutir os seus tópicos financeiros quando ela fez a referência improvisada de que a separação deles era algo que "ambos tínhamos decidido". O marido teve que parar tudo e dizer-lhe o seguinte:

Olha, nós não tomamos a decisão de fazer isto; tu tomaste essa decisão.

Na mente da mulher, distorcida pela auto-pena, pelo pensamento esperançoso, e pela vaga excitação duma nova vida, o divórcio era uma decisão mútua. Langley diz que muitas vezes as mulheres enganam-se a elas mesmas desta forma, mas ela (Langley) está optimista de que, mal a imagem da mulher como pessoa naturalmente fiel seja perfurada para sempre, as mulheres passem a ser mais capazes de prosseguir com a sua vida com menos auto-decepção. Ela escreve:

Mal as mulheres passem a perceber que elas buscam o compromisso da mesma forma que os homens buscam o sexo - busca e descarte - as mulheres pararão de olhar para si mesmas como vítimas, e irão passar a assumir a responsabilidade pelas suas escolhas.

Ela tem alguns bons conselhos para os homens, tal como o conselho para o homem que subitamente se depara com uma mulher que se queixa duma infelicidade vaga e por um desejo de mudança: que ele se recuse a aceitar qualquer responsabilidade pela sua inquietação. A pior coisa que ele pode fazer é culpar-se a ele mesmo se por acaso ela não tem uma queixa específica.

Conheço uma mulher que já vai no 4º marido. Bem, na verdade, ela não está casada com este último, mas ele é, essencialmente, como outro marido. "Gosto de estar casada", diz ela. "Infelizmente não sou boa nisso." Ela olha para a destruição que ela causou a 4 crianças e a 3 homens omo algo infeliz que aconteceu a ela.



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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Sexualidade feminina e a "protecção" do Estado

"eles são cruéis, e não usarão de misericórdia" Jeremias 6:23

As mulheres modernas odeiam de todo o facto da restrição da sexualidade feminina ser um elemento fundamental para a civilização. Mas o facto é que se a sua sexualidade  não for restringida pelos pais e pelos maridos, homens que querem o seu bem, então a sua sexualidade será repetidamente abusada por homens que não querem o seu bem - e não há nada que as mulheres possam fazer em relação a isso.

E elas podem colocar de lado a hipótese do Estado ser seu "protector" porque o Estado tem "outras prioridades"  politicamente mais vantajosas para si. Isto é algo que as mulheres podem começar a ver, levando em conta o que aconteceu em Rotherham:

Vicky, hoje com 27 anos e a estudar para ser paramédica, é uma das inúmeras jovens aliciadas por gangues predatórios de homens Paquistaneses que tiveram permissão para deambular por South Yorkshire  com impunidade quase total durante este tempo todo. 
Ela lembra-se de ser levada de noite de táxi do centro da povoação, na parte final de Ship Hill, onde multidões se juntam perto de takeaways e raparigas menores são vistas como alvos fáceis.

“Nós vínhamos para nos divertirmos na noite, e eles ficavam à nossa espera nos seus carros,” diz Vicky.
 
“As minhas amigas já os conheciam antes de eu os conhecer, e haviam dito que eles tinham cervejas e coisas desse tipo. Nós éramos levadas para aquelas casas grandes em Rotherham e Sheffield e eles tentavam sempre dar-nos algo para beber e drogas. Eu estive "contaminada" algumas vezes, visto que em algumas ocasiões eles deram-me ecstasy e cocaína . Eu sabia o que eles queriam de mim. Ainda me lembro de ser chamada de "gori suja" [Calão Paquistanês em referência à mulher branca] que é o que eles costumavam dizer de nós.

“Houve uma ocasião em que eu fiquei "tocada" com algo e acabei por ficar no estado certo. Tinha 15 anos e tentei caminhar para casa, mas não consegui chegar à porta. O meu pai atirou café sobre mim para ver se eu acordava. Depois disso, eu fugi durante duas semanas.
 
Uma das minhas amigas foi com um homem e acabou por ser levada durante alguns dias e violada. Ela disse o que lhe aconteceu à polícia mas nada foi feito em relação a isso.
Note-se que ela fugiu do único homem que não queria nada dela a não ser o seu bem. À medida que a civilização Ocidental entra em declínio, todas as protecções nas quais a mulher moderna deposita a sua confiança, na sua busca por liberdade sexual absoluta, irão desaparecer.

Se a mulher moderna realmente prefere ser uma gori suja e não uma esposa, uma filha, e uma mãe com a sua sexualidade restrita, então existem milhões de bárbaros dispostos a drogá-la e a violá-la logo de seguida.

Claro que o facto dela ter que ser drogada e sexualmente violada indica que essa não era uma escolha que ela faria com conhecimento de causa se ela realmente entendesse as consequências de se escolher a protecção dum governo indiferente em vez da protecção do homem que quer o seu bem.

O Estado não te vai proteger. Esta é a mensagem que tem que ser dita às jovens mulheres. O Estado não se preocupa contigo e, independentemente do que as tuas líderes feministas te digam, o Estado não te irá proteger.

O melhor protector que a mulher tem - e pode vir a ter - é o homem que quer o seu bem físico, emocional e psicológico (pai, marido, irmão mais velho, etc) - isto é, exactamente a pessoa que as feministas tanto atacam.

Algumas feministas começam a notar que algo não está a correr como planeado, mas recusam-se a identificar a causa do problema (esquerdismo).

Ler também: A autonomia acima da segurança

Modificado a partir do original de Vox Day



sábado, 1 de novembro de 2014

7 mentiras que as mulheres dizem durante um relacionamento

Por Nicholas Jack

Muitos de vocês certamente que já ouviram falar do livro que escrevi com o título The Key Logger . Para escrever esse livro, usei um key logger para registar todas as coisas tecladas pelas mulheres que usaram o meu computador durante o tempo em que elas se encontravam num relacionamento comigo. Tive um key logger no meu computador durante bastante tempo, e isso permitiu-me fazer uma coisa que a maioria dos homens não pode: saber quando é que as mulheres me estavam a mentir.

Estas sete mentiras foram as mais comuns que as mulheres me disseram durante os muitos anos que usei um key logger. Irei linkar-me a vários artigos e estudos como forma de vos ajudar a entender o porquê das mulheres mentirem à vossa frente, e o porquê disso estar totalmente errado.

7. Idade

A maior parte das raparigas com quem saio têm idades compreendidas entre os 18 e os 22 anos. No entanto. reparei numa coisa junto do pequeno grupo de mulheres com mais de 24 anos com quem andei: elas frequentemente mentem em relação à sua idade. Podem ser só alguns anos, mas elas mentem. Normalmente não incluiria uma amostra tão pequena nesta lista, mas devido ao facto de muitas delas terem tentado "cortar" alguns anos, eu tive que acrescentar.

As mulheres mentem em relação à sua idade por motivos óbvios: os homens têm atracção por mulheres jovens [ed: isto tem o nome de coreogamia - do grego “kore“, para mulher jovem solteira, donzela, sugerindo uma mulher atraente núbil, e, claro, -gamia, que significa fertilização, ou reprodução, do grego gamos, que significa "casamento"]. Leiam este artigo que fala em que idades as mulheres e os homens se acham no ponto mais alto do seu poder de atracção.

Mesmo com as mentiras dos média ("40 são os novos 30"), as mulheres sabem instintivamente quando é que os homens as acham mais atraentes, e quando elas se encontram acima dessa idade, elas tentam saltar para dentro uma máquina do tempo. Infelizmente, isso não funciona.

6. Estar solteira

Outra mentira que as mulheres dizem é em relação ao facto de estarem ou não solteiras. Há a mentira óbvia que elas dizem de ter um namorado quando o homem que se aproxima delas não lhes interessar, mas vamos focar a nossa atenção na situação inversa. Quando as mulheres realmente gostam dum homem que elas acabam de conhecer, muitas mentem e dizem não ter namorado. Ou mentem, ou nunca chegam a mencionar, o que é o mesmo que mentir.

Houve algumas mulheres que se encontravam num relacionamento sério antes de me conhecerem. Eu normalmente nunca pergunto se ela está solteira; eu assumo que sim a partir do facto dela me deixar beijá-la e tocá-la duma forma muito mais que amigável. Estas raparigas nunca mencionavam que tinham namorados e eu nunca saberia deles disto, se não fossem telefonemas estranhos, mensagens no Facebook, ou o facto de eu usar o key logger contra elas e ficar a saber que elas estavam a fazer malabarismo com dois (ou mais) homens.

Por vezes, estas raparigas tentavam continuar a ter um relacionamento comigo e com o outro homem, mas em outras alturas elas acabavam o relacionamento com o outro homem se por acaso nós os dois homens estivéssemos a desenvolver um padrão de vida onde acabavamos por nos encontrar. E havia também as raparigas que traíam os namorados de longa data apenas e só pela paixão e pela excitação de estar com outro homem.

A coisa mais assustadora disto é que o homem com quem elas traem pode acabar por lhes engravidar. Vejam este estudo para verem o quão honestas elas são em relação a isto. 50% das mulheres ADMITEM que iriam mentir ao namorado e dizer que o filho era seu (quando não era), e 42% das mulheres iriam mentir em relação à pílula como forma de engravidarem (...).

5. Somos apenas amigos, ele não está interessado

Outra mentira comum que as mulheres dizem quando dizem que estão num compromisso contigo é dizer, "Nós somos apenas amigos, ele não está interessado em mim." Eu pensava que elas realmente acreditavam nisto, e que apenas eram ingénuas o suficiente para notar no que estava a acontecer.. Isto não mudou muito até que notei na maneira óbvia como estes outros homens agiam em relação a elas: "Estou com saudades tuas" , "Estão tão sensual nesta foto", etc.. 

A partir deste tipo de mensagens ficou claro que nenhuma pode honestamente acreditar que estes outros homens só estavam interessados em ter amizade com elas. Para além disso, havia mulheres que respondiam a estes homens da mesma forma como eles falavam com elas.

Porque é que as mulheres fazem isto? Existem alguns motivos: Por vezes elas fazem isto para obter algum tipo de validação. Noutras alturas pode-se dar o caso delas estarem aborrecidas, ou então elas terem outros planos.

As mulheres costumam ter "planos de segurança" e "aqueles que me escaparam" com quem elas continuarão a falar e a flirtar. Elas guardam os "planos de segurança" para o caso do relacionamento actual não funcionar, e elas terem alguém para quem correr sempre que ocorrer uma discussão enorme dentro do relacionamento. Elas guardam "aqueles que me escaparam" para o caso delas conseguirem conquistá-los. Vocês podem ser despachados brevemente se por acaso elas forem bem sucedidas em conquistar um dos "que escaparam".

As mulheres normalmente saltam dum barco a afundar para outro sempre que pensam que podem obter um homem de valor superior. Isto é perturbador devido a forma bem fácil através da qual ela pode acabar por ficar grávida de outro homem. Pode acontecer que "aquele que lhe escapou" durma com ela uma vez e nunca mais a veja, ou então um dos homens do "plano de segurança" consiga ter acesso às suas calcinhas bem no meio duma das vossas discussões.

De qualquer forma, ela pode acabar na mesma situação que este homem. Este homem educou uma criança, mas depois ficou a saber que a sua esposa o havia enganado com outro homem e este outro homem era o pai da criança. Depois disto tudo, eles acabaram por se divorciar. Vamos lá, adivinhem quem teve que continuar a pagar pensão alimentícia para a criança. Vou-vos dar uma pista: não é o pai biológico. Exacto; é o homem que foi enganado e levado a criar a criança de outro homem.

Para aumentar ainda mais o insulto, a sua ex-mulher acabou por voltar para o pai biológico da criança. Portanto, o homem acabou por pagar uma pensão para uma criança que não era sua e que vivia com a mãe e com o pai biológico. É bem provável que o affair da esposa tenha acontecido depois da mulher dizer ao marido que o pai biológico da criança "nada mais é que um amigo".

4. Eu não flirto com outros homens

A mentira comum que se segue é uma que elas dizem com frequência: "Eu não flirto com outros homens." Esta é uma mentira comum e uma difícil de levá-la a admitir porque tudo depende da definição vaga de "flirtar".

Eis aqui a minha definição de flirtar: falar com um homem normal duma forma que o leve a pensar que tu estás sexualmente interessada nele. As mulheres conseguem ler a linguagem corporal melhor que os homens, e como tal, elas sabem quando é que elas estão a flirtar e quando é que eles estão interessados em "algo mais". Elas fazem isto pelos mesmos motivos listados em cima: planos de segurança, aborrecimento, etc.

3. É a primeira vez que eu faço isto

Acho que todos os homens experientes já ouviram isto várias vezes. Depois de trazeres uma mulher para tua casa após o  primeiro encontro, ou depois de se terem conhecido no clube, ela dirá algo do tipo "Eu nunca havia feito isto antes." Ela diz isto só para que tu penses que ela á uma boa rapariga, e que ela é incapaz de ir para cama com um homem que acabou de conhecer, e que tu és um-num-milhão com quem isto acabou por acontecer. Claro que se ela diz isto, então nem de perto nem de longe esta foi a primeira vez que isto aconteceu.

As raparigas tentam gerar a aparência de inocência de modo a que não percam a chance de ter um relacionamento contigo. As raparigas sabem que "Não é possível transformar uma vadia numa dona de casa" e como tal, elas irão tentar gerar a ilusão na esperança de que tu acredites nela. Infelizmente, muitos homens caem no golpe e coisas tais como as mencionadas no estudo que se segue acabam por acontecer.
Quanto mais parceiros sexuais os inquiridos [homens e mulheres] haviam tido entre os seus 18 anos e o momento do seu primeiro casamento ou primeira coabitação, mais provável ele ou ela eram de serem infiéis. (1.01) Fonte.
Sim, tu entras num casamento, e surpresa!, ela trai-te.

2. A última vez que teve relações sexuais

Esta é uma das perguntas favoritas. Comecei a fazer esta pergunta há muito tempo, e ainda é engraçado perguntar devido à ridiculamente elevada percentagem de mulheres que mente nas suas respostas. Não sei porquê, mas a maioria das mulheres gosta de dizer que a última vez que tive relações sexuais foi há seis meses atrás. Por alguma razão, nas suas cabeças, isto soa bem. Que pena que 8 em cada 10 instâncias isto seja uma mentira descarada.

Tal como disse anteriormente, as mulheres estão bem cientes que os homens não querem ter um relacionamento sério com mulheres promiscuas, da mesma maneira que as mulheres não querem ter um relacionamento sério com um homem desempregado ou que vive com a sua mãe. Elas sabem disto, e como tal, elas fingem uma inocência que não têm e usam-na como uma arma.

Este é um artigo que escrevi há algum tempo atrás, documentando o facto duma mulher ter dormido com os três escritores de Swooptheworld no espaço de 9 meses. Isto revela as suas hilariantes respostas quando confrontada com o facto de todos nós os três sabermos que havíamos estado com ela. Mesmo assim, ela ainda queria ser vista como uma "boa moça".

1. Número de parceiros sexuais

A mentira mais comum dita pelas mulheres centra-se na sua contagem de parceiros sexuais. Eu diria que 90% das mulheres mentiram-me em relação a isto, e esta foi a primeira mentira em relação a qual eu reparei, há anos atrás, na existência dum padrão. As raparigas querem ser vistas como inocentes, mas elas querem também que isso seja credível para ti. A maior parte de nós viu o filme “American Pie.” Nesse filme há uma cena que menciona o seguinte:
Jessica: Se um homem te diz o número de raparigas com quem ele já teve um relacionamento, esse número nem de perto nem de longe está perto da realidade. Pegas nesse número e divides por três, e então chegas ao número verdadeiro. Ok. Portanto, se ele te diz três raparigas, então é bem mais provável que seja apenas uma ou nenhuma. 
Vicky: Nenhuma? 
Jessica: A regra é três. Isto é uma ciência exacta. Consistente como a gravidade.
A regra dos três também funciona nesta situação, mas em sentido contrário. Quando a rapariga te diz que ela só teve três homens, então o mais provável é terem sido 9. Se ela te diz seis, então são 18. No entanto, já descobri que em muitas situações o número é 6 ou mesmo 7 vezes mais elevado que o número que ela te disse. Ao contrário do que a Jessica diz em relação à regra dos três, isto não é uma ciência exacta, mas usar esta regra é uma boa forma de ver o número de homens com quem ela já esteve.

É estranho que ninguém fale nisto visto que é uma mentira óbvia, e uma que pode levar um homem a dar tudo o que tem uma mulher que tem andado a saltar de cama em cama durante toda a sua vida. Reparem neste estudo que revela a forma drástica como os divórcios aumentam após cada um dos parceiros com quem ela dormiu:


O que estas mentiras comuns nos dizem:

Sim, as mulheres têm-te mentido durante toda a tua vida, mas há um dado positivo que pode ser extraído destas mentiras todas: elas significam que ela está interessada em ter um relacionamento contigo. Infelizmente, isso é a ÚNICA coisa positiva destas mentiras. Só porque elas querem algo sério contigo, isso não justifica o uso de mentiras como forma de tu teres um relacionamento com elas.

Elas usam o facto dos homens quererem uma mulher inocente [para relacionamento sério], e como tal,  tornaram-se mestres na arte de gerar a ilusão de serem mais inocentes do que realmente são. 

Elas querem o seu príncipe mas não querem viver como princesas. Não se deixem enganar.




terça-feira, 21 de outubro de 2014

Promiscuidade feminina e felicidade matrimonial

Daily Mail

Segundo uma nova pesquisa levada a cabo pelo National Marriage Project, mais de metade das mulheres que só haviam tido relações sexuais com o marido actual sentiam-se bastante satisfeitas no seu casamento. Mas esta percentagem caiu para 42% mal as mulheres que haviam tido relações sexuais com pelo menos 2 parceiros, e caiu 22% para as mulheres que tinham tido 10 ou mais parceiros.

Com os homens, o seu número de parceiras sexuais não parece influenciar a felicidade que eles sentem dentro do casamento. Os pesquisadores disseram que o estudo mostrou que o sexo com muitos parceiros "pode ser arriscado" se a mulher está em busca dum casamento de qualidade. O mesmo estudo conclui:

Lembrem-se de que aquilo que vocês fazem antes de casar parece ter um impacto notável na vossa vossa futura vida matrimonial.

Os dados recolhidos foram apresentados no artigo 'Before 'I Do': What Do Premarital Experiences Have to Do with Marital Quality Among Today’s Young Adults?', e publicados na Universidade da Virginia.

O relatório, escrito por Galena K Rhoades e Scott M Stanley, defende que a primeira conclusão a ser retirada do estudo é "O que acontece em Las Vegas, não fica em Las Vegas". Segundo eles, isto significa que as nossas experiências passadas, especialmente no que toca ao amor, estão directamente associadas à nossa futura qualidade matrimonial.

Os pesquisadores disseram que as mulheres que tiveram mais parceiros sexuais tinham mais dificuldades em firmar-se no compromisso com o esposo uma vez que estavam cientes das alternativas. Eles acrescentaram também que quantos mais as pessoas passam por separações, mais susceptíveis elas são de terem uma "visão mais apodrecida do amor", o que pode afectar os relacionamentos futuros. O relatório diz:

Muitos da geração YOLO ("you only live once" = "Só Se Vive Uma Vez") acreditam que o que acontece na juventude não irá afectar o seu futuro, mas a nossa pesquisa revela algo totalmente diferente. Isto não significa que o sexo antes do casamento irá condenar o casamento, mas o sexo com muitos parceiros distintos pode ser arriscado para alguém que busca um casamento de qualidade.

Ter tido mais relacionamentos amorosos antes do casamento significa também ter mais experiências de separação. Uma história de múltiplas separações pode fazer com que as pessoas tenham uma visão mais pobre do amor e dos relacionamentos.

O estudo apurou também que os casais que haviam tido mais do que 150 convidados no casamento tinham uma qualidade matrimonial superior com o passar do tempo:

Somos de opinião de que isto centra-se no facto de se fazer uma declaração pública de compromisso e ter um apoio comunitário. Quanto mais apoio o casal tiver, mais eles serão capazes de navegar através das ocasionais águas conturbadas associadas ao casamento.

O estudo analisou os relacionamentos duma amostra nacional representativa na América composta por 1,294 homens e mulheres solteiros com idades entre os 18 e os 24. Os pesquisadores acompanharam-nos durante um período de cinco anos. Por essa altura, 418 estavam casados. Apenas 23% das pessoas que se casaram durante a pesquisa havia mtido sexo apenas e só com a pessoa com quem se tinham casado.

..

Este tipo de informação ressalva a importância de casar com uma mulher com um número de parceiros sexuais baixo ou igual a zero, especialmente para a maioria dos homens que não se enquadram dentro da definição de "macho alfa". Cada parceiro adicional que a mulher teve aumenta as probabilidades dela ser uma Viúva dum Alfa (ver mais embaixo), e apenas estar a ficar com um homem por não ter mais opções (e vir a qualificar o teu casamento de "insatisfatório").

Este tipo de informação é uma que as mulheres também têm que levar em conta. O custo do sexo fora do casamento é uma redução da felicidade matrimonial na ordem dos 21%, na eventualidade dela vir a sentir-se altamente realizada no casamento. E o custo da promiscuidade pré-matrimonial é uma redução na ordem dos 58%, na eventualidade de vir a existir felicidade matrimonial.

Isto não significa que o homem deve rejeitar automaticamente a mulher que já teve mais do que 10 parceiros sexuais; afinal, há 25% de hipóteses dela sentir-se feliz no casamento. No entanto, essas probabilidades não são suficientes para dar tranquilidade a um homem com a intenção de casar.

"Viúva dum Alfa" ou "Viuvez Alfa" é a descrição dum comportamento observado nas mulheres, e não algo criado com o propósito de assombrar os maridos com um estatuto sexual-social baixo.

O Steve já está comigo há 50 anos, e Ron há 47, mas nenhum deles é o homem com quem me casei, e nunca mais falei com eles desde que tinha os meus 20 anos. Ao mesmo tempo, não há a mínima dúvida que isso perturbou o meu casamento com o Olly, o homem que tem estado ao meu lado há 40 anos.

Dei por mim a pensar neles à medida que lia a pesquisa que nos informava que as mulheres que eram promiscuas antes do casamento eram mais infelizes no matrimónio do que as mulheres que entraram virgens para o casamento. A minha primeira reacção foi: porque é que as coisas são assim?

Eu sempre acreditei que um bocado de experiência, tanto no amor como no sexo, era algo benéfico para o nosso entendimento do que realmente queremos quando escolhemos um parceiro para toda a vida. Ter uma história a qual se referir - assentar sem ter uma ideia do que o mundo tem para oferecer - parece ser uma receita para o desastre e não para a satisfação.No entanto, não dá para negar que os meus antigos parceiros fizeram sentir a sua presença no meu casamento - chegando até a colocar em causa o meu compromisso.

Segundo Susan Nolen-Hoeksema, psicóloga de Yale e autora do livro Women Who Think Too Much, as mulheres, muito mais do que os homens, são muito mais susceptíveis do que os homens a pensar no rumo que a sua vida teria tomado se elas tivessem ficado com alguns dos parceiros mágicos da altura - se a excitação teria ficado, e se isso teria produzido um relacionamento muito mais satisfatório que o actual.

Da forma como eu vejo, estas fantasias são fantasmas poderosos, assombrando as zonas ocultas da nossa psique, prontos a manifestarem-se e a causar problemas, se lhes dermos essa chance. Certamente que o meu casamento fica assombrado quando, depois da primeira década de casamento com o Olly, pequenas coisas que na altura nada mais eram que imperfeições passaram a ter um significado maior.

Note-se que a Viuvez Alfa não se centra primariamente no sexo, embora seja aí que os fantasmas dos Alfas se formem. Mesmo depois de 40 anos de casamento, esta mulher ainda se encontra presa às memórias de dois homens em particular que causaram uma impressão duradoura na sua psique sexual; nem chegar a ser surpreendente que um deles a tenha deixado porque achava a fidelidade como algo "difícil".

E note-se que a insegurança masculina não é responsável pelo facto das mulheres literalmente colocarem em causa o seu compromisso de quase meio século devido a experiências sexuais passadas. O facto simples e facilmente observável é que mulheres com experiência sexual têm mais dificuldade em estabelecer uma ligação com o marido e viver de acordo com os compromissos matrimonias. Isto não quer dizer que é impossível ela fazer qualquer uma das duas, mas sim que isso é um desafio enorme para que ambas as partes têm que reconhecer e ultrapassar - especialmente a esposa.

Para o homem com intenções matrimoniais, a forma mais lógica de evitar este tipo de complicações é ignorar as mulheres com uma experiência sexual proibitiva, e focar a atenção nas mulheres castas

Fonte do comentário: http://bit.ly/1u1ljCc

* * * * * * *

Quanto mais parceiros sexuais a mulher tem, menores são as probabilidades dela (e não o marido) se sentir satisfeita no casamento. A lógica leva-nos a inferir que a mulher que realmente quer um casamento de qualidade, guarda-se para o seu futuro marido. Como o feminismo defende não existir qualquer tipo de consequência negativa na promiscuidade feminina, nós podemos inferir também que e o feminismo não quer que a mulher tenha um casamento feliz.

Mas isso já nós sabemos





domingo, 31 de agosto de 2014

Mulher que "só" teve 18 parceiros sexuais chocada por descobrir que os homens não se querem casar com ela

Por Wintery Knight

A Sunshine Mary linkou-se a um post do Reddit escrito por uma mulher "progressista" de 32 anos que se encontra surpreendida com o facto de que dormir com 18 homens diferentes em 15 anos não ser atraente para homens com intenção de casar:
Os meus pais são imigrantes de primeira geração. Tenho um irmão mais novo e uma irmã mais nova. Na minha família eu sempre fui a rebelde: com relativa frequência eu desafiava os meus pais. A minha família era muito severa no que toca aos encontros românticos e os meus irmãos normalmente seguiam o que eles diziam. No entanto, eu desafiava as normas. Como consequência, o meu irmão e a minha irmã foram muito reprimidos sexualmente enquanto que eu perdi a minha virgindade com 17 anos (com o meu namorado de então). 
O meu irmão e a minha irmã seguiram o tradicional percurso matrimonial indiano: ele não teve qualquer tipo de relacionamento sexual até à noite de núpcias, casando-se com a idade de 25 anos (casamento combinado), e a minha irmã (que nunca havia beijado um rapaz) casou-se recentemente com um rapaz indiano que conheceu no nosso Templo (ela tinha 24 anos e ambos os pais aprovaram o casamento). 
Vivo em L.A. [Los Angeles], cidade onde tanto homens como mulheres se casam um bocado mais tarde, no entanto eu passei os meus anos 20 com o sentimento de que, de alguma forma, eu havia estragado tudo. Segui o percurso errado, e como tal, a linha temporal dos meus "momentos-importantes-de-vida" estavam desligada. Até com os meus amigos mais progressistas as coisas começaram lentamente no início, quando eu tinha 27 anos...... um post de noivado no Facebook, um convite para um casamento - as coisas estavam a acontecer. As pessoas que eu conhecia estavam a dar início à fase seguinte das suas vidas e a dizer "Aceito". 
Durante toda a minha vida eu nunca cheguei a ter relacionamentos com homens indianos; eu só me relacionava exclusivamente com homens brancos. No entanto, hoje apercebo-me mais do que tudo que os homens com quem eu me relacionava nunca me levaram a sério. Eles nunca olharam para mim como alguém com quem eles eventualmente se casariam. Para eles, eu nada mais era que uma diversão exótica; quando me apercebi disto, fiquei magoada até as partes mais íntimas do meu ser. 
Eu nunca rejeitei os homens indianos para os provocar ou algo assim. Eu fiz o que a maioria das minhas amigas brancas fazia, pensando que eu era igual a elas. Mas isto não poderia estar mais longe da verdade. A maioria dos homens com quem me relacionei queria casar com uma mulher branca. 
Actualmente tenho 32 anos e parece que todas as pessoas da minha família passaram por cima de mim. Eu também quero uma família e um casamento, no entanto as minhas probabilidades de encontrar alguém esfumaram-se. Na minha idade, obter um casamento combinado ou encontrar um homem indiano que queira casar comigo está fora de questão. A maioria dos homens indianos normalmente casa-se bem cedo, e normalmente com uma rapariga indiana que conhecem aqui, ou então voltam para Índia para ter um casamento arranjado. 
Os meus pais tentaram inscrever-me num site matrimonial, mas os homens que conheço por lá ficariam desanimados com a minha história (eu bebo, como carne, não sou virgem). [...] A maioria dos meus relacionamentos foram de longa duração, e eu só estive com 18 homens (tendo começado a minha actividade sexual com a idade de 17 anos).
Ela só teve relacionamentos sexuais estáveis com 18 homens em 15 anos! Isso não muito, certo? Vejamos o que a Sunshine Mary tem a dizer sobre isto:
No entanto, quanto mais eu penso nisto, mais me parece que artigos como este são uma coisa boa porque revelam a mentira. As feministas venderam um carta de bens às mulheres - que elas podem viver como os homens, ter sexo como os homens, e voltar a viver como mulheres quando bem lhes apetecer. 
Nós rimo-nos com mulheres como esta, e afirmamos coisas como "Será que ela não sabia que as coisas acabariam assim?" Não, ela não sabia. E isto acontece porque quando se tem 17 anos, não se pensa muito (especialmente neste cultura de adolescência prolongada). E quando te dizem desde a tenra idade que, como rapariga, é o teu destino Obter Tudo Exactamente Quando Tu Quiseres, certamente que é desorientador dares por ti na casa dos 30 sem marido algum e sem a perspectiva de algum dia vir a ter algum, e com a realização de que o teu emprego e o teu apartamento solitário não são tão enriquecedores como ser uma esposa e uma mãe o teria sido. 
[...] Pessoalmente, não sinto qualquer tipo de alegria com o sofrimento desta mulher. Não acho que um Cavaleiro Branco deva agir de forma a salvar esta mulher visto que ela deve sofrer as consequências naturais das suas decisões, mas não me alegro sabendo que a sua vida terá este destino. 
No entanto, o que a maioria de nós parece não entender é que as mulheres jovens fazem escolhas terríveis porque é-lhes dito desde que são jovens que essas escolhas são boas. Algumas raparigas são capazes de resistir a essa mensagem (que satura todos os aspectos dos média e das escolas) mas a maioria delas não é, e elas não desenvolvem a  sabedoria necessária até quando já é tarde demais.
(...)
Deixem-me dizer o que vai acontecer ao homem que se casa com uma mulher que passou os seus anos 20 a envolver-se com homens bonitos que não tinham qualquer interesse em casar, e que nem demonstraram qualquer habilidade para proteger, prover e liderar em tópicos morais/espirituais.

Ela ter-se-á convencido de que é mais bonita do que realmente é visto que, na sua mente, ela merece um homem tão atraente quanto ela. Que outro critério ela poderá ter para julgar os homens para além da aparência? Nenhum.

Portanto, não recomendo a homem algum a casar com esta mulher tal como ela se encontra actualmente. O que os homens precisam num casamento é afeição, respeito, afirmação e aprovação. Uma mulher com este passado não terá a confiança e a vulnerabilidade que um homem com intenção de casar quer. A única forma de remediar esta confiança destruída é um longo período de castidade. Ela tem que escolher formar um relacionamento com um homem que seja um bom protector/provedor/líder moral/espiritual, e essa é a única forma de reparar os estragos causados pela promiscuidade sexual (se é que algum dia podem ser reparados).

O homem pode sentir o quanto que a mulher confia nele, e o quão vulnerável ela é, através da forma como ela confia nele e o encoraja nos seus planos. Se a mulher o manda abaixo constantemente, chamando-lhe nomes, e inventado desculpas do porquê ela não ter que se preocupar com as necessidades e sentimentos dele, então isso é a o seu passado promíscuo a vir ao de cima. Mulheres virgens que tiveram um bom relacionamento com o pai não menosprezam os homens dessa forma; elas escolhem homens bons que estão a fazer coisas boas, e encorajam-nos.

A minha recomendação para as mulheres é que elas se apercebam de que estão a fazer más escolhas em relação aos homens, e ter um atitude negativa em relação aos homens que escolhem nada mais é que olhar no espelho e assumir que elas são problema. A solução é, portanto, encontrar um bom homem e trabalhar de forma árdua para ser submissa e sua apoiante, mas de forma casta.

Parem de escolher homens com motos; parem de escolher ateus; parem de escolher bêbados; parem de escolher homens que são a favor do aborto e do "casamento" homoerótico. Parem de escolher homens que querem um governo de maiores dimensões. Pura e simplesmente, parem.

Este é o conselho que daria a esta mulher. Escolham homens que podem fazer o trabalho que os homens fazem dentro dum casamento. Descubram quais são os planos dos homens, e apoiem-no nas habilidades necessárias para o seu plano. Casem-se com ele.


* * * * * * *
Uma coisa que o autor do texto não comentou é a forma como esta mulher indiana aparentemente não entende o porquê de não ter muitas hipóteses de se casar com quem quer que seja. Os motivos que ela usa como justificação para os homens lhe rejeitarem é o facto dela beber, comer carne e não ser virgem, e não o facto dela ter dormido com 18 homens diferentes em 15 anos (!).

Ou seja, para esta mulher, aparentemente os homens dão mais importância à carne que uma mulher come (se come), ou ao facto dela beber, mas os homens não dão assim tanta importância ao facto dela se ter entregue sexualmente a vários homens num curto espaço de tempo. (OBS: quer seja curto ou longo, é irrelevante. O motivo da rejeição masculina centra-se no número de parceiros sexuais)

Este desconhecimento na natureza masculina vai-lhe sair caro, mas certamente que com 15 anos de experiência sexual, ela já deveria saber que a forma mais rápida de perder um homem honrado é dando-lhe aquilo (sexo) que as mulheres castas só dão após um compromisso sério e exclusivo ter sido firmado (isto é, depois do casamento).

Mas nem tudo são más notícias para as mulheres promiscuas......






domingo, 17 de agosto de 2014

Guerra fria entre as mulheres

Quão agressivas são as mulheres? Quando há três décadas atrás a antropóloga Sarah B. Hrdy pesquisou a literatura existente, concluiu que "a componente competitiva da natureza da mulher permanece anedótica, sentida de maneira intuitiva, mas ainda não confirmada pela ciência.” A ciência avançou muito desde então, tal como nota a Drª Hrdy na sua introdução para a edição mais recente de "Philosophical Transactions of the Royal Society" inteiramente dedicada ao tópico da agressividade feminina. Ela atribui a "espantosa" quantidade de novas evidências parcialmente às melhores técnicas de pesquisas e parcialmente à entrada de tantas mulheres nos ramos científicos anteriormente dominados pelos homens.

A existência de competição entre s mulheres pode parecer óbvio para qualquer pessoa que já esteve num refeitório duma escola secundária ou num bar de solteiros, mas analisar isso mesmo tem sido difícil visto que essa mesa competição tende a ser subtil e indirecta (e muito menos violenta) que a variedade masculina. Agora que os pesquisadores têm olhado para as coisas de uma maneira mais atenta, eles afirmam que esta "competição intrassexual" é o factor mais importante que explica a pressão que as jovens mulheres sentem para atingir padrões de conduta sexual e de aparência física.

As antigas dúvidas em torno da competitividade feminina derivavam parcialmente da análise das probabilidades reprodutivas das antigas sociedade onde imperava a poliginia, onde alguns homens eram deixados solteiros devido ao factos dos machos dominantes terem múltiplas esposas. Devido a isso, os homens tinham que competir por uma chance de se reproduzirem, enquanto que virtualmente todas mulheres estavam seguras que se reproduziriam.

Mas mesmo nessas sociedades, as mulheres não eram troféus passivos nas mãos dos homens vitoriosos visto que elas tinham os seus próprios incentivos para competirem umas com as outras como forma de obterem os parceiros mais desejáveis e mais recursos para os seus filhos. E hoje que as maior parte das pessoas vive em sociedades monogâmicas, a maior parte das mulheres enfrenta as mesmas probabilidades que os homens. De facto, elas enfrentam probabilidades mais duras em alguns locais, tais como em muitas universidades visto que as mulheres são mais que os homens.

A jovem mulher

Para se ver a forma como as estudantes reagiam à presença duma rival, os pesquisadores trouxeram um par de rivais para o laboratório da McMaster University, para o que era ostensivamente uma discussão em torno da amizade feminina.

Mas a verdadeira experiência começou quando outra jovem mulher entrou na sala, perguntando onde é que ela poderia encontrar um dos pesquisadores.

Esta última mulher havia sido escolhida pelas pesquisadoras - Tracy Vaillancourt e Aanchal Sharma - porque tinha as qualidades físicas consideradas atraentes para os homens, isto é, "relação cintura-quadril baixa, pele clara, e seios enormes." Às vezes ela usou uma t-shirt e jeans, mas noutras ocasiões usou blusa justa e uma saia pequena.

Quando ela usou jeans, a jovem mulher atraiu pouca atenção e nenhum comentário negativo por parte das estudantes, cujas reacções estavam a ser secretamente gravadas durante a presença da jovem assistente e depois dela sair da sala. Mas quando ela usou a pequena saia e a t-shirt justa, virtualmente todas as estudantes reagiram com hostilidade. Elas olharam para ela dos pés à cabeça, reviraram os olhos, e por vezes exibiram sinais de raiva. Uma das estudantes perguntou, descontente, "Mas que [obscenidade] é esta?"

A maior parte da agressividade, no entanto, acontecia depois dela sair da sala. As estudantes riram-se dela e atribuíram-lhe motivos, Uma das estudantes sugeriu que ela estava vestida daquela forma para fazer sexo com o professor. Outra disse que os seios dela "estavam quase a saltar para fora."
Os resultados da experiência mostram evidências de que esta forma de agressão indirecta ao estilo "rapariga má" é mais usada pelas adolescentes e pelas jovens mulheres do que as mulheres com mais idade, visto estas últimas terem menos motivos para colocar em desvantagem as suas adversárias uma vez já casadas Outros estudos demonstraram que quanto mais atraente for a rapariga ou a mulher, mais provável ela é de ser vítima da agressão indirecta de outras mulheres.

A Drª. Vaillancourt, actualmente psicóloga na Universidade de Otawa, afirmou:

As mulheres são de facto muito capazes de comportamento agressivo umas com as outras, especialmente para com as mulheres que elas vêem como rivais. (...) A pesquisa demonstra também que a supressão da sexualidade feminina é feita por outras mulheres, e não necessariamente pelos homens.

A estigmatização da promiscuidade feminina - isto é, o "slut-shamming" - é frequentemente atribuída aos homens, que têm um incentivo natural para desencorajar as esposas de se afastarem, mas este mesmo incentivo natural leva-os também a encorajar as outras mulheres a serem promíscuas. A Drª  Vaillancourt afirmou que as experiências, bem como outras pesquisas, sugerem que o estigma da promiscuidade feminina é imposto sobretudo pelas mulheres:

O sexo é desejado pelos homens. Consequentemente, as mulheres limitam o acesso a ele como forma de manter a vantagem na negociação deste recurso. As mulheres que fazem do sexo algo prontamente disponível colocam em causa a posição de poder de todo o grupo, e é por isso que muitas mulheres não toleram as mulheres que são, ou são vistas, como promíscuas.

A agressão indirecta pode ter consequências psicológicas nas mulheres que são ostracizadas on sentem-se pressionadas para atingir padrões impossíveis - tal como a moda do corpos magros presente em muitos países modernos. Estudos demonstraram que a forma corporal ideal das mulheres é mais magro que a média - e mais magro do que aquele que os homens qualificam de corpo ideal. Esta pressão é tida como consequência dos corpos ultra-magros das modelos que se encontram nas revistas e na televisão, mas Christopher J. Ferguson, psicólogo na "Stetson University", e outros pesquisadores dizem que ess pressão é o resultado da competição entre as mulheres, e não das imagens dos média:

De certo modo, os média reflectem as tendências que estão a decorrer na sociedade, mas não as criam.

O Dr. Ferguson diz ainda que a insatisfação das mulheres em relação aos seus corpos não está relacionada com o que elas vêem na televisão, e nem foram elas influenciadas pelos programas de televisão mostrados nas experiências de laboratório: ver as actrizes esbeltas da série "Scrubs" não induziu maiores sentimentos de inferioridade do que ver a não-tão-esbelta actriz principal da série “Roseanne.”

Mas o Dr. Ferguson apurou que as mulheres eram mais susceptíveis de se sentirem piores quando elas se comparavam com as mulheres do seu círculo social, ou mesmo quando se encontravam na mesma sala com uma mulher desconhecida - tal como a assistente do Dr. Ferguson quando este levou a cabo uma experiência com estudantes universitárias. Quando ela usou maquilhagem e um elegante traje de negócios, as estudantes ficavam menos satisfeitas com os seus próprios corpos do que quando a assistente usava calças alargas e não usava maquilhagem. E estas estudante sentiam-se ainda piores se se encontrasse um homem atraente na sala. O Dr. Fergunson afirma:

A competição sexual entre as mulheres parece aumentar devido a circunstâncias que tendem a ser particularmente comuns ns sociedades afluentes.

Nas povoações tradicionais, as pessoas casam-se cedo e com alguém de perto, mas os homens jovens e as mulheres jovens das sociedades modernas são livres para adiar o casamento à medida que fazem uma busca alongada e extensa por uma melhor opção. A consequência disto é mais competição visto existirem muito mais rivais - e já não há qualquer dúvida científica de que ambos os sexos estão nesta competição para ganhar..


* * * * * * *

Portanto, sempre que as feministas levarem a cabo manifestações contra a "limitação da sexualidade" da mulher, ou outro argumento-palha qualquer, convém ressalvar que a pessoa mais susceptível de querer "limitar" a sexualidade da mulher é outra mulher. Se os homens "limitam" a sexualidade de alguma mulher, é porque essa mulher já é dele - esposa, filha ou outra menina ao seu cuidado.

Por outro lado, as mulheres vêem com bons olhos a limitação da sexualidade feminina porque isso aumenta o seu poder de negociação junto dos homens: os homens querem sexo, e estão dispostos a trocar o fruto do seu trabalho por sexo (junto da mulher que eles olhem como digna disso).

Isto implica que as feministas que promovem a promiscuidade junto das mulheres, estão, na verdade, a fragilizar o seu poder de negociação junto dos homens, visto elas estarem a dar gratuitamente o que eles querem (sem que eles tenham que prescindir de nada seu). Para os homens promíscuos o feminismo é uma dádiva. Para as mulheres, uma tragédia.

O slut-shamming é, portanto, feito pelas mulheres e não pelos homens; se as feministas querem acabar com o slut-shamming, o melhor que têm a fazer é mudar a psicologia da mulher. (Boa sorte).





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