quarta-feira, 23 de setembro de 2015
"Ela recebeu os resultados do teste de paternidade há mais de 8 semanas, e tu não és o pai”
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Feminismo revelou a verdadeira natureza da sexualidade feminina
Se alguma coisa boa aconteceu com a chegada do feminismo, foi a apreciação elucidante do desejo sexual feminino e do seu potencial destruidor. O instinto monogâmico das mulheres foi largamente exagerado na imaginação popular, até por parte de realistas Darwinianos que se gabam de ter uma visão clara da natureza humana. A emancipação sexual revelou toda a extensão da deslealdade e do capricho das mulheres.
Pelo menos dois terços dos divórcios neste país são iniciados pelas mulheres. As mulheres estão mais desejosas que os homens de casar; mal se encontram casadas, elas estão mais desejosas que os homens de sair do casamento. Em muitos destes divórcios, as mulheres agem como se os maridos as tivessem desiludido ou ofendido quando na realidade estas mulheres desejam outro homem ou a possibilidade de ter um novo romance.
O poder económico para as mulheres e as leis de divórcio que garantem a custódia maternal ou a guarda junta desmascararam a verdade sobre os impulsos sexuais das mulheres. As mulheres não são fiéis inatas e nem a maioria das mulheres coloca os interesses das crianças acima dos seus próprios interesses. Elas expressam a sua inquietação sexual de formas totalmente diferentes dos homens, e muitas vezes de formas frequentemente confusas.
Durante séculos, as mulheres consolaram-se quando os seus maridos eram infiéis com o pensamento de que os homens eram naturalmente promíscuos. Esta ideia comummente reforçada permitiu que as mulheres sentissem que os adultérios dos maridos não eram necessariamente um reflexo sobre elas. O mesmo não acontece com a traição feminina. As mulheres são vistas como naturalmente monogâmicas, e como tal, as suas infidelidades causam um desespero maior e levam muitas mulheres a colocar mais peso sobre as paixões passageiras.
Quando eu tinha 14 anos, a minha família vivia do outro lado da rua dum casal bonito com cinco crianças. Era frequente eu tomar conta delas, sentada até tarde na sua sala de estar a ouvir o tic-tac do relógio. Numa noite de Primavera, lembro-se de ver o sr Minder a cortar a sua relva. Fiquei impressionada com a sua expressão; era como expressão de alguém totalmente desligado, como se o cortador o estivesse a arrastar com uma trela.
Dois dias mais tarde, o meu pai acordou-me bem cedo pela manhã. "Acorda, acorda", disse ele. "Aconteceu algo terrível." O sr Minder estava morto. Na noite anterior, ele tinha ido para a sua garagem, selado as portas e ligado o carro. Foi um evento devastador. Ele era um homem gentil e amável. Não posso evitar pensar que ele foi vítima da sua própria inocência visto que quando ficou a saber que a sua esposa estava a ter uma relação extra-conjugal com o vizinho, foi tomado pelo desespero; ele não estava preparado para uma coisa deste tipo.
Conheci várias mulheres que abandonaram homens decentes e amáveis. Para mim, esta é a tendência mais triste dos nossos tempos, numa altura de tendências culturais tristes e perturbadoras. Algumas destas mulheres trocaram os seus maridos por outros homens, enquanto outras deixaram os seus maridos pura e simplesmente pela alegria de viver uma vida de possibilidades românticas. De facto, os seus divórcios parecem ser os actos mais românticos das suas vidas.
Ao causarem o divórcio, elas olham para elas mesmas como pessoas a caminharem rumo ao bem, e não simplesmente a afastarem-se dum casamento que as desiludiu (e tendo expectativas tão elevadas em torno do casamento, as mulheres facilmente ficam desapontadas). De muitas formas, estas mulheres lembram-me a senhora Minder. Ela era uma mulher agradável e amável, e não o tipo de pessoa de quem se pudesse suspeitar uma traição.
Nunca irei esquecer a memória dela a caminhar pelo corredor da igreja durante o funeral do marido, com todos os filhos agarrados aos seus tornozelos. Foi uma cena terrível. Também ela parecia ser uma vítima da sua própria inocência, alguém que estava totalmente despreparada para lidar com os seus impulsos ilícitos. Num ponto, ela era totalmente diferente das mulheres de hoje em dia; se o sr Minder tivesse ficado vivo, estou segura que ela nunca o deixaria e o caso teria terminado.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Superior capacidade para a infidelidade
Quase todas as mulheres que traem o companheiro/marido nunca são apanhadas, embora 1/5 dos homens seja.
A grande diferença é que as mulheres são melhores a esconder os seus casos de infidelidade. Se olharmos para os dados da paternidade, mesmo usando dados conservadores, ficamos a saber que entre 8 a 15 porcento das crianças não foram geradas pelo homem que pensa que é o pai delas.
Emily Pope da Undercover Lovers, que possui mais de 650,000 membros, disse:
* * * * * * *
domingo, 14 de outubro de 2012
Adultério e divórcio
Todas as mães solteiras que já conheci, que cresceram com só com uma mãe solteira, fizeram o que fizeram porque o pai traiu a mãe. Todas as mães solteiras mais maduras que estão divorciadas que eu conheço, e que já conheci, está divorciada porque o marido a traiu. Eu sei porque tive o cuidado de perguntar...Esta alegação tem vários erros significativos, mas eu vou-me centrar especificamente num: adultério.
Embora o que cada um qualifica de adultério varia, i.e., infidelidade emocional versus infidelidade física/sexual, as pesquisas sociais tendem a concordar que, quando se fala em infidelidade física, os homens traem ligeiramente mais que as esposas - 23% e 19% respectivamente. Adicionalmente, a distância entre as taxas de infidelidade está a encurtar, muito devido ao aumento da participação laboral da mulher e a sua exposição a maiores oportunidades para ser infiel.
Portanto, três possibilidades surgem devido a frase anterior:
- Primeiro, os maridos e os pais no mundo da Wanderling são muito tolerantes da infidelidade das esposas e não se divorciam delas devido à sua indiscrição marital, indiscrição essa que nós sabemos que ocorre porque as próprias mulheres admitem que ocorre.
- Segundo, os casais do círculo social da Wanderling não se divorciam por qualquer outro motivo, trivial ou o que quer que seja, tais como a infelicidade, questões financeiras ou violência doméstica.
- Terceiro, o comportamento dos maridos, dos pais, das esposas e das mulheres do círculo social da Wanderling não se aproxima nem de perto nem de longe do comportamento da sociedade no geral; portanto, extrapolar qualquer tipo de heurística correcta usando esta população como base é muito complicado.
Se, quando comparados com as mulheres casadas, mais homens casados estão a trair, segue logicamente que mais mulheres solteiras estão a dormir com homens casados do que homens solteiros com mulheres casadas. Se é verdade que os homens casados traem mais frequentemente, então as mulheres solteiras são mais susceptíveis de serem destruidoras de lares que os homens solteiros.
Adicionalmente, se os homens casados traem mais que as mulheres casadas, e traem mais frequentemente, então em média os homens casados têm mais parceiras sexuais que as mulheres casadas. Dada a paridade numérica durante os anos primários de actividade sexual, isto significa que as mulheres solteiras têm mais parceiros sexuais que os homens solteiros.
Dado que os homens casados são mais susceptíveis de trair com mulheres mais jovens, isto significa que as mulheres solteiras e jovens têm significativamente mais parceiros sexuais que os jovens homens solteiros, incluindo entre eles homens casados.
Portanto, se nós aceitamos que os homens casados traem mais, e pode muito bem ser esse o caso . . . . então também temos que aceitar o seguinte:
- As mulheres solteiras têm mais parceiros sexuais que os homens solteiros.
- As mulheres solteiras são mais susceptíveis de serem as destruidoras de lares do que os homens solteiros.
- Entre todos os heterossexuais, as mulheres jovens e solteiras não só são o grupo mais promíscuo de todos, como são as que têm mais parceiros sexuais (e mais sexo) entre qualquer outro grupo heterossexual.* * * * * * *
..Se és um jovem homem, não te esqueças disto: há grandes probabilidades da jovem mulher que tu conheces no bar ter muito mais escapadelas sexuais que tu.
E como já foi falado noutro post, quanto mais parceiros sexuais uma mulher têm, menor é a sua capacidade de manter um relacionamento duradouro, estável e fiel.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Infidelidade e mulheres com carreira

‘Ascender na escada profissional pode fazer coisas estranhas nas pessoas e pode corromper tanto o homem como a mulher,’ diz ela. ‘Eu acho que é muito plausível que isso torne as mulheres mais promiscuas.’É sempre uma péssima ideia levar em frente uma relação com uma mulher que coloca demasiado ênfase no avanço da sua carreira. Como regra geral, elas não são boas esposas e costumam ser mães de inferior qualidade.
Isto foi notado no volume de tráfego do "Illicit Encounters." O site, que providencia encontros entre profissionais casados em busca de casos adúlteros, tem cerca de 600,000 membros, e as mulheres em busca de sexo extra-marital superam os homens na ordem dos 3½ para 1.A maioria é casada e com filhos, com idades compreendidas entre os 30 e os 40 e em busca duma carreira bem remunerada.
Podem existir alguns benefícios materiais num casal onde ambos buscam uma carreira bem remunerada, mas tais factores são balançados com a combinação de uma vida caseira degradada para todos - incluindo a mulher - e o risco acrescido de relacionamento extra-marital e divórcio.
O feminismo, na sua sede de destruir a família (como forma de preparar a ditadura esquerdista), ignora este fundamento (fragilizando a mulher) e gera o ambiente propício para o adultério e o divórcio ao enganar as mulheres com a alusão da realização pessoal através da carreira profissional.
Ver também:
○ O amor que nunca vai ser expresso
○ Zoe Lewis: Fui enganada pelo movimento feminista








