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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

"Ela recebeu os resultados do teste de paternidade há mais de 8 semanas, e tu não és o pai”

Por Drew Vox

Na Primavera de 2002 a minha vida mudou drasticamente. A minha mãe havia estado a batalhar contra o cancro há quase um ano, e em Maio de 2002 ela perdeu a batalha. Embora o meu pai não tenha estado totalmente ausente, eu diria que a minha mãe foi a maior responsável por me educar e educar o meu irmão.

Ela era a "mãe fixe" da vizinhança e era também uma das minhas maiores amigas. Era comum os meus amigos virem passar algum tempo comigo e acabarem por ficar na sala ou na cozinha a conversar com a minha mãe. Por essa altura eu pensei que perder a minha mãe aos 22 anos era a dor mais profunda que eu poderia alguma vez experimentar.

Eu estava errado.

Por altura em que a minha mãe foi diagnosticada, eu já estava a namorar com uma rapariga (vamos-lhe chamar de "Liz") há dois anos. Ela era tudo o que eu poderia querer numa mulher: tinha sentido de humor, era encantadora e generosa. Ela era também muito bonita e parecia ser honesta. Crescemos na mesma área e claro que conhecíamos a família um do outro. Eu não tinha dúvidas nenhumas que ela era tudo aquilo que eu queria numa parceira. Olhando para trás, tenho a sensação de que eu buscava estabilidade na minha vida, dado tudo que eu havia sofrido.

Poucos depois da minha mãe ter morrido, foi-me oferecida uma posição no departamento de Tecnologia de Informação num centro de distribuição localizado no Sul da Flórida. Isto deu-me a chance de avançar com a minha carreira bem como uma oportunidade de (tentar) avançar para além da minha dor.


Falei a hipótese de mudança com a Liz, e tomamos a decisão e tentar fazer com que a relação funcione à distância. Tomei também a decisão de lhe pedir em casamento logo na minha primeira visita e pedir-lhe que ela viesse viver comigo na Flórida. Foi isso que fiz, ela aceitou, e duas semanas mais tarde ela estava comigo na Flórida permanentemente.

Tudo correu bem durante dois meses, até ao momento em que recebi a notícia que mudou a minha vida de que ela estava grávida. Depois de muita deliberação, concordamos que seria melhor para nós (e para a criança ainda por nascer) voltar para o nosso estado para vivermos perto das nossas famílias. Afinal de contas, estávamos à beira de sermos pais jovens, e queríamos um sistema de apoio.

Também tomamos a decisão de adiar o casamento até o nascimento da criança. 

No final de 2002 mudamo-nos de volta para o nosso estado e em Abril de 2003 o nosso filho nasceu. A minha família ficou extática com o primeiro neto, e tal como todas as famílias, fez do pequeno rapaz o centro do seu universo. A Liz e eu raramente discutíamos e estávamos extremamente felizes com a nossa pequena família.

Tudo isto mudou no dia em que ela disse que já não me amava. Isto apanhou-me totalmente de surpresa e por mais que eu lhe tentasse convencer a reconsiderar as coisas, ela recusou. Continuei a pagar o nosso apartamento de modo a que ela e o nosso filho tivessem um lugar para viver, e passei a viver no sofá dum amigo. Numa das semanas que se seguiram consegui encontrar um apartamento para mim, e continuei a ver o meu filho durante os fins de semana.

No preciso momento em que me adaptava à minha nova vida, o golpe que se seguiu (o mais fatal de todos) foi lançado contra mim. A Liz ligou-me uma noite e disse-me que tinha algo de importante para falar comigo. Fiz planos para ir à casa ela no dia seguinte de modo a que pudéssemos falar. Eu ainda estava cego por mor e como tal, não tinha ideia nenhuma do que estava para acontecer.

No dia seguinte, enquanto conduzia para a casa da Liz, o meu telemóvel tocou. Era a minha tia Debbie, a mesma que havia assumido o papel maternal depois da morte da minha mãe.

“Drew, estás a caminho de falar com a Liz?” perguntou ela.

“Sim.......porquê?” respondi eu.

“Diz à Liz que falei com a mãe dela, e que eu sei da verdade.....e que ACHO BEM que ela te diga a verdade.”

Eu sei que por esta altura da história parece que eu estou totalmente alheio, mas eu honestamente não sabia o que estava a acontecer. Sentei-me para falar com a Liz, e ela procedeu dizendo que me havia traído antes de se mudar para a Flórida, e que havia a chance do filho não ser meu.

Embora eu tivesse motivos para estar preocupado, eu não estava. Afinal, o nosso filho parecia-se comigo e já me chamava de "papá". Não havia a mínima possibilidade dele não ser meu filho.

À medida que eu estava ali sentado a brincar com a criança, o telefone da Liz tocou. À medida que ela se levantava para atender o telefone, o meu telefone começou também a toar. Atendi e era a minha tia Debbie.

“Drew, falaste com a Liz?” perguntou ela.

“Falei. Ela disse que me traiu antes de ir para a Flórida e que há possibilidade do nosso filho não ser meu.”

Houve um silêncio do outro lado. De facto, houve demasiado silêncio. Hoje, olhando para trás, acho que sabia o que estava para vir a seguir.

“Drew…” respondeu ela. “A Liz está a mentir. Ela recebeu os resultados do teste de paternidade há mais de 8 semanas, e tu não és o pai.”

É difícil imaginar como duas pequenas frases podem destruir por completo o teu mundo, mas foi isso que aconteceu. O meu queixo caiu e eu deixei cair o telefone à medida que o meu filho estava a subir a minha perna e a dizer "papá", pedindo que eu o tomasse ao colo. Peguei-o ao colo e agarrei-o o mais próximo que pude de mim, e chorei.

Os três meses que se seguiram foram os piores da minha vida. Até esse ponto eu não tinha a certeza se acreditava que a depressão era algo real. Tal como aprendi, é real. Vou-me afastar por alguns instantes da minha história, e dizer a todas as pessoas que enfrentam depressão para, por favor, buscarem ajuda o mais rapidamente possível. A depressão é real e pode ser perigosa. Eu senti-me abandonado, enganado e totalmente destruído.

Por todo o sítio onde ia era seguido por uma nuvem negra de desespero. Eu chorava e soluçava durante o dia todo. Tinha um pesadelo recorrente onde eu estava a dirigir tendo ao lado o meu filho, e chocava numa árvore. Eu era ejectado do veículo e o mesmo ficava envolvido em chamas. Por mais que eu tentasse, eu não conseguia tirar o meu filho do veículo. Tudo o que eu podia fazer era assistir ele a ser queimado até à morte.

Por diversas vezes contemplei o suicídio, chegando até a amarrar uma corda à volta do meu pescoço e a ficar de pé sobre uma cadeira. Não sei bem porquê, mas posso dizer que estive próximo de não estar aqui hoje, a contar a minha história.

Os meus pais e membros familiares obviamente também que ficaram perturbados e naturalmente tiveram que retirar das paredes, e efectivamente apagar das nossas vidas, uma pequena pessoa maravilhosa. Em termos prácticos, o meu filho havia morrido. Eu perdi-o. Os meus pais perderam um neto.

Depois de 3 meses de depressão severa, a minha tristeza transformou-se em raiva. Ela era culpada de tudo, aquela vadia! E assim começou a minha busca por um advogado, embora eu não soubesse bem o que chamar a isto. Mas certamente que o que ela fez tinha que ser ilegal de alguma forma, certo?

Claro que não há recursos disponíveis para homens na minha posição, e como tal, comecei a ligar aleatoriamente para advogados e a explicar minha história. A minha elaboração em relação ao potencial de receber justiça rapidamente se transformou em desespero à medida que advogado atrás de advogado me foi dizendo que não estava interessado no meu caso. Não é ilegal, disseram-me eles. Não há caso legal estabelecido para este tipo de coisas no nosso estado.

Depois de ter ligado para todos os advogados das páginas amarelas, desisti e segui com a minha vida. Três meses mais tarde recebi uma chamada dum número que não conhecia. Atendi e o homem do outro lado apresentou-se e disse-me que havia ouvido o meu caso da boca dum colega seu. Embora ele nunca tivesse lidado com um caso como o meu, ele já havia lidado com casos semelhantes num estado próximo, e a sua licença permitia que ele exercesse advocacia no meu estado.

Ele simpatizou com a minha situação e disponibilizou-se a tomar conta do caso numa base de contingência.  Contratei-o imediatamente e ele disse-me que o que a Liz havia feito era, na verdade, fraude. Aparentemente há dois tipos de fraude:

1) Fazer uma declaração como se fosse verdadeira embora tu saibas que é falsa. (Por exemplo: vender um carro a outra pessoa depois de lhes teres dito que colocaste um motor novo, quando na verdade o motor já fez 150,000 milhas.)

e

2) Fazer uma declaração como se fosse verdadeira embora tu não saibas se é ou não verdadeira. (Ex: Dizer a um homem que ele é o pai da criança quando na verdade não sabes se ele é ou não pai da criança).

Durante as deposições, a sua defesa essencialmente foi que ela se embebedou durante uma festa, teve sexo com uma pessoa, mas que não se lembrava de nada. (Embora todas as suas amigas soubessem que ela sabia, nenhuma destas amigas teve o pensamento de me dizer que se calhar o filho não era meu.)

O que fazia deste argumento particularmente interessante é que, por essa altura, ela estava casada com o homem com quem ela me havia traído, e ela estava grávida de outro filho. Portando, ela estava a dizer que "Eu estava bêbada e nunca cheguei a consentir e nem sequer me lembro do sexo", mas no entanto ela casou-se com o homem que, segundo a declaração dela, a havia violado.

Durante os dois anos que se seguiram o advogado dela arrastou o caso usando todo o tipo de tácticas legais. Por essa altura eu havia voltado a casar e este caso estava a começar a causar problemas no meu casamento. Embora a minha, agora, ex-esposa me tenha apoiado durante o processo, ela sentiu que havia chegado a altura de cortar a ligação e seguir com a vida.

O meu caso acabou numa mediação e o meu advogado sugeriu que eu aceitasse um acordo; e foi isso que fiz.

A minha experiência foi horrível e nenhum homem deveria passar pelo que passei. Embora tenha sido bom que eu a tenha perseguido pelo que ela me fez, deixem-me deixar algo bem claro: a fraude na paternidade deveria ser uma ofensa criminal, e um crime doloso.

Decidi partilhar a minha história na esperança de que ela possa ajudar outra pessoa na minha posição. Pode ser que ela lhes dê forças para lutar, ou talvez lhes dê forças para seguir com a sua vida.

Título original: "The ultimate lie" - http://bit.ly/1P2acPj



quarta-feira, 22 de abril de 2015

Feminismo revelou a verdadeira natureza da sexualidade feminina

Por Laura Wood

Se alguma coisa boa aconteceu com a chegada do feminismo, foi a apreciação elucidante do desejo sexual feminino e do seu potencial destruidor. O instinto monogâmico das mulheres foi largamente exagerado na imaginação popular, até por parte de realistas Darwinianos que se gabam de ter uma visão clara da natureza humana. A emancipação sexual revelou toda a extensão da deslealdade e do capricho das mulheres.

Pelo menos dois terços dos divórcios neste país são iniciados pelas mulheres. As mulheres estão mais desejosas que os homens de casar; mal se encontram casadas, elas estão mais desejosas que os homens de sair do casamento. Em muitos destes divórcios, as mulheres agem como se os maridos as tivessem desiludido ou ofendido quando na realidade estas mulheres desejam outro homem ou a possibilidade de ter um novo romance.

O poder económico para as mulheres e as leis de divórcio que garantem a custódia maternal ou a guarda junta desmascararam a verdade sobre os impulsos sexuais das mulheres. As mulheres não são fiéis inatas e nem a maioria das mulheres coloca os interesses das crianças acima dos seus próprios interesses. Elas expressam a sua inquietação sexual de formas totalmente diferentes dos homens, e muitas vezes de formas frequentemente confusas.

Durante séculos, as mulheres consolaram-se quando os seus maridos eram infiéis com o pensamento de que os homens eram naturalmente promíscuos. Esta ideia comummente reforçada permitiu que as mulheres sentissem que os adultérios dos maridos não eram necessariamente um reflexo sobre elas. O mesmo não acontece com a traição feminina. As mulheres são vistas como naturalmente monogâmicas, e como tal, as suas infidelidades causam um desespero maior e levam muitas mulheres a colocar mais peso sobre as paixões passageiras.

Quando eu tinha 14 anos, a minha família vivia do outro lado da rua dum casal bonito com cinco crianças. Era frequente eu tomar conta delas, sentada até tarde na sua sala de estar a ouvir o tic-tac do relógio. Numa noite de Primavera, lembro-se de ver o sr Minder a cortar a sua relva. Fiquei impressionada com a sua expressão; era como  expressão de alguém totalmente desligado, como se o cortador o estivesse a arrastar com uma trela.

Dois dias mais tarde, o meu pai acordou-me bem cedo pela manhã. "Acorda, acorda", disse ele. "Aconteceu algo terrível." O sr Minder estava morto. Na noite anterior, ele tinha ido para a sua garagem, selado as portas e ligado o carro. Foi um evento devastador. Ele era um homem gentil e amável. Não posso evitar pensar que ele foi vítima da sua própria inocência visto que quando ficou a saber que a sua esposa estava a ter uma relação extra-conjugal com o vizinho, foi tomado pelo desespero; ele não estava preparado para uma coisa deste tipo.

Conheci várias mulheres que abandonaram homens decentes e amáveis. Para mim, esta é a tendência mais triste dos nossos tempos, numa altura de tendências culturais tristes e perturbadoras. Algumas destas mulheres trocaram os seus maridos por outros homens, enquanto outras deixaram os seus maridos pura e simplesmente pela alegria de viver uma vida de possibilidades românticas.  De facto, os seus divórcios parecem ser os actos mais românticos das suas vidas.

Ao causarem o divórcio, elas olham para elas mesmas como pessoas a caminharem rumo ao bem, e não simplesmente a afastarem-se dum casamento que as desiludiu (e tendo expectativas tão elevadas em torno do casamento, as mulheres facilmente ficam desapontadas). De muitas formas, estas mulheres lembram-me a senhora Minder. Ela era uma mulher agradável e amável, e não o tipo de pessoa de quem se pudesse suspeitar uma traição.

Nunca irei esquecer a memória dela a caminhar pelo corredor da igreja durante o funeral do marido, com todos os filhos agarrados aos seus tornozelos. Foi uma cena terrível. Também ela parecia ser uma vítima da sua própria inocência, alguém que estava totalmente despreparada para lidar com os seus impulsos ilícitos. Num ponto, ela era totalmente diferente das mulheres de hoje em dia; se o sr Minder tivesse ficado vivo, estou segura que ela nunca o deixaria e o caso teria terminado.

Michelle Langley, no seu livro "Women’s Infidelity", lança um olhar profundo ao fenómeno numa altura em que as mulheres, ao contrário da senhora Minder, estão prontas para pedir o divórcio. Ela acredita que muitos estes divórcios são causados por uma combinação de culpa, insensibilidade, e ignorância por parte das mulheres. Ela escreve:

…. as mulheres jovens são condicionadas para acreditar na sua monogamia natural e elas levam essa crença por toda a sua vida. Logo, quando a mulher experimenta sentimentos que se desviam desta crença, particularmente depois do casamento, esses sentimentos podem causar conflitos internos enormes. Muitas mulheres resolvem o dilema dissolvendo o casamento.

Algumas mulheres acham mais fácil acreditar que se casaram com a pessoa errada do que olhar para elas mesmas como algum tipo de aberração da natureza. A sua errónea crença na pré-disposição monogâmica, impede que elas se tornem cientes da sua tendência sexual. Esta falta de conhecimento pode causar uma reacção em cadeia que em ultima análise coloca um ponto final nos seus casamentos.

Langley faz observações astutas sobre este assunto. Ela é uma feminista com simpatias para com o inimigo. Não acredito em muitos dos seus pontos e fiquei ofendida com a sua linguagem rude. Ela parece também não conhecer o efeito que o adultério tem sobre as crianças, para além de ter uma atitude casual em relação ao divórcio. Mas, ela faz umas observações surpreendentemente correctas em relação à forma como as mulheres se tornaram livres para expressar os seus instintos mais básicos:

Tal como o comportamento masculino, o comportamento feminino pode ser bom, mau, e tudo pelo meio. As mulheres são tão capazes como os homens de abusar o seu poder. Os homens podem crescer sentido-se poderosos e superiores às mulheres, usando-as para obter o que querem, descartando-as de seguida, mas quando as mulheres conseguem o que querem dos homens, elas estão igualmente inclinadas a descartá-los visto que no mundo actual, elas podem. Hoje em dia, as mulheres são livres para expressar esta característica humana.

Langley entrevistou dezenas de homens e mulheres em torno da sua vida privada. Ela concluiu que as mulheres frequentemente manipulam os esposos como forma de evitarem assumir as responsabilidades pelos seus erros e pelos seus desejos.

As suas observações fazem-me lembrar dum casal que eu sei estar a atravessar actualmente um processo de divórcio. A esposa acabou tudo justificando a sua a acção com queixas mesquinhas em relação ao seu marido (muito provavelmente em busca de alguma excitação vaga). Recentemente eles estavam a discutir os seus tópicos financeiros quando ela fez a referência improvisada de que a separação deles era algo que "ambos tínhamos decidido". O marido teve que parar tudo e dizer-lhe o seguinte:

Olha, nós não tomamos a decisão de fazer isto; tu tomaste essa decisão.

Na mente da mulher, distorcida pela auto-pena, pelo pensamento esperançoso, e pela vaga excitação duma nova vida, o divórcio era uma decisão mútua. Langley diz que muitas vezes as mulheres enganam-se a elas mesmas desta forma, mas ela (Langley) está optimista de que, mal a imagem da mulher como pessoa naturalmente fiel seja perfurada para sempre, as mulheres passem a ser mais capazes de prosseguir com a sua vida com menos auto-decepção. Ela escreve:

Mal as mulheres passem a perceber que elas buscam o compromisso da mesma forma que os homens buscam o sexo - busca e descarte - as mulheres pararão de olhar para si mesmas como vítimas, e irão passar a assumir a responsabilidade pelas suas escolhas.

Ela tem alguns bons conselhos para os homens, tal como o conselho para o homem que subitamente se depara com uma mulher que se queixa duma infelicidade vaga e por um desejo de mudança: que ele se recuse a aceitar qualquer responsabilidade pela sua inquietação. A pior coisa que ele pode fazer é culpar-se a ele mesmo se por acaso ela não tem uma queixa específica.

Conheço uma mulher que já vai no 4º marido. Bem, na verdade, ela não está casada com este último, mas ele é, essencialmente, como outro marido. "Gosto de estar casada", diz ela. "Infelizmente não sou boa nisso." Ela olha para a destruição que ela causou a 4 crianças e a 3 homens omo algo infeliz que aconteceu a ela.



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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Superior capacidade para a infidelidade


Quase todas as mulheres que traem o companheiro/marido nunca são apanhadas, embora 1/5 dos homens seja.

Embora as infidelidades de homens famosos como jogadores de futebol encham as manchetes dos tablóides, cada vez mais as mulheres traem os parceiros, mas não são apanhadas.

Uma pesquisa recente apurou que quase 100% das mulheres que trai o parceiro nunca é apanhada, mas os homens não são tão bons a cobrir os rastos (com 17% a admitir terem sido apanhados).

A pesquisa levada a cabo num site de encontros românticos para casados, descobriu que 95% das mulheres  e 83% dos homens confessou ter levado a cabo encontros ilícitos sem que o parceiro (ou a parceira) descobrisse.

UndercoverLovers.com questionou 3,000 homens e 3,000 mulheres se os seus parceiros sabiam que eles haviam sido infiéis, e verificou que em termos globais, em 89% das vezes o conjugue nunca soube de nada.

Segundo o Dr David Holmes, psicólogo na Manchester Metropolitan University, as mulheres estão a levar a cabo mais actos de infidelidade do que em qualquer outra era da história, mas elas comportam-se de forma totalmente diferente quando traem. Estudos recentes sugerem que perto de 20% dos homens e 15% das mulheres é infiel. O Dr Holmes diz:

As mulheres mentem melhor que os homens porque psicologicamente, elas são mais sofisticadas. Emocionalmente, elas  planeiam as coisas e constroem estratégias, enquanto que os homens são mais impulsivos.



A grande diferença é que as mulheres são melhores a esconder os seus casos de infidelidade.  Se olharmos para os dados da paternidade, mesmo usando dados conservadores, ficamos a saber que entre 8 a 15 porcento das crianças não foram geradas pelo homem que pensa que é o pai delas.

Emily Pope da Undercover Lovers, que possui mais de 650,000 membros, disse:
Muitos dos nossos membros, tanto masculinos como femininos, têm estado a namoricar há anos sem serem apanhados. Estudos já revelaram que as mulheres são melhores mentirosas que os homens, portanto não é surpresa alguma que as adúlteras sejam melhores que os adúlteros.

* * * * * * *
Por alguma razão as sociedades mais bem sucedidas da história do Homem exerciam um controle rígido sobre a sexualidade, especialmente sobre a sexualidade feminina.

Os comentários são mais ou menos o que seria de esperar. Eis três:







domingo, 14 de outubro de 2012

Adultério e divórcio


A comentadora com o nome Wanderling alega que a infidelidade masculina é a causa única para a existência e mães solteiras:
Todas as mães solteiras que já conheci, que cresceram com só com uma mãe solteira, fizeram o que fizeram porque o pai traiu a mãe. Todas as mães solteiras mais maduras que estão divorciadas que eu conheço, e que já conheci, está divorciada porque o marido a traiu. Eu sei porque tive o cuidado de perguntar...
Esta alegação tem vários erros significativos, mas eu vou-me centrar especificamente num: adultério.

Embora o que cada um qualifica de adultério varia, i.e., infidelidade emocional versus infidelidade física/sexual, as pesquisas sociais tendem a concordar que, quando se fala em infidelidade física, os homens traem ligeiramente mais que as esposas - 23% e 19% respectivamente.  Adicionalmente, a distância entre as taxas de infidelidade está a encurtar, muito devido ao aumento da participação laboral da mulher e a sua exposição a maiores oportunidades para ser infiel.

Portanto, três possibilidades surgem devido a frase anterior:
  • Primeiro, os maridos e os pais no mundo da Wanderling são muito tolerantes da infidelidade das esposas e não se divorciam delas devido à sua indiscrição marital, indiscrição essa que nós sabemos que ocorre porque as próprias mulheres admitem que ocorre.
  • Segundo, os casais do círculo social da Wanderling não se divorciam por qualquer outro motivo, trivial ou o que quer que seja, tais como a infelicidade, questões financeiras ou violência doméstica.
  • Terceiro, o comportamento dos maridos, dos pais, das esposas e das mulheres do círculo social da Wanderling não se aproxima nem de perto nem de longe do comportamento da sociedade no geral; portanto, extrapolar qualquer tipo de heurística correcta usando esta população como base é muito complicado.
Para nos divertimos um bocado, vamos assumir que a alegação da Wanderling está inteiramente correcta - isto é, que a infidelidade matrimonial masculina é a única causa de divórcio. Com quem é que estes destruidores de lares masculinos cometem adultério? Ora, com mulheres solteiras destruidoras de lares, obviamente:*
Se, quando comparados com as mulheres casadas, mais homens casados estão a trair, segue logicamente que mais mulheres solteiras estão a dormir com homens casados do que homens solteiros com mulheres casadas. Se é verdade que os homens casados traem mais frequentemente, então as mulheres solteiras são mais susceptíveis de serem destruidoras de lares que os homens solteiros.
Adicionalmente, se os homens casados traem mais que as mulheres casadas, e traem mais frequentemente, então em média os homens casados têm mais parceiras sexuais que as mulheres casadas. Dada a paridade numérica durante os anos primários de actividade sexual, isto significa que as mulheres solteiras têm mais parceiros sexuais que os homens solteiros.

Dado que os homens casados são mais susceptíveis de trair com mulheres mais jovens, isto significa que as mulheres solteiras e jovens têm significativamente mais parceiros sexuais que os jovens homens solteiros, incluindo entre eles homens casados.
Portanto, se nós aceitamos que os homens casados traem mais, e pode muito bem ser esse o caso . . . . então também temos que aceitar o seguinte:
- As mulheres solteiras têm mais parceiros sexuais que os homens solteiros.
- As mulheres solteiras são mais susceptíveis de serem as destruidoras de lares do que os homens solteiros.
- Entre todos os heterossexuais, as mulheres jovens e solteiras não só são o grupo mais promíscuo de todos, como são as que têm mais parceiros sexuais (e mais sexo) entre qualquer outro grupo heterossexual.

..Se és um jovem homem, não te esqueças disto: há grandes probabilidades da jovem mulher que tu conheces no bar ter muito mais escapadelas sexuais que tu.
* * * * * * *
E como já foi  falado noutro post, quanto mais parceiros sexuais uma mulher têm, menor é a sua capacidade de manter um relacionamento duradouro, estável e fiel.


segunda-feira, 13 de junho de 2011

Infidelidade e mulheres com carreira

Para os homens que trabalham em escritórios não é novidade que as mulheres com emprego são mais susceptíveis de trair o esposo:
‘Ascender na escada profissional pode fazer coisas estranhas nas pessoas e pode corromper tanto o homem como a mulher,’ diz ela. ‘Eu acho que é muito plausível que isso torne as mulheres mais promiscuas.’

Isto foi notado no volume de tráfego do "Illicit Encounters." O site, que providencia encontros entre profissionais casados em busca de casos adúlteros, tem cerca de 600,000 membros, e as mulheres em busca de sexo extra-marital superam os homens na ordem dos 3½ para 1.

A maioria é casada e com filhos, com idades compreendidas entre os 30 e os 40 e em busca duma carreira bem remunerada.

É sempre uma péssima ideia levar em frente uma relação com uma mulher que coloca demasiado ênfase no avanço da sua carreira. Como regra geral, elas não são boas esposas e costumam ser mães de inferior qualidade.

Podem existir alguns benefícios materiais num casal onde ambos buscam uma carreira bem remunerada, mas tais factores são balançados com a combinação de uma vida caseira degradada para todos - incluindo a mulher - e o risco acrescido de relacionamento extra-marital e divórcio.

Fonte


O facto das sociedades estáveis estarem assentes no fundamento estrutural dos maridos que providenciam para a mulher e a mulher que cuida dos filhos é algo que existe por alguma razão.

O feminismo, na sua sede de destruir a família (como forma de preparar a ditadura esquerdista), ignora este fundamento (fragilizando a mulher) e gera o ambiente propício para o adultério e o divórcio ao enganar as mulheres com a alusão da realização pessoal através da carreira profissional.

Ver também:

○ O amor que nunca vai ser expresso

○ Zoe Lewis: Fui enganada pelo movimento feminista



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