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sábado, 6 de janeiro de 2018

Alemanha: Empresas passam a ser obrigadas a informar mulheres sobre salário dos colegas do sexo masculino

As grandes empresas alemãs, a partir deste sábado, dia 6 de Janeiro, vão passar a ser obrigadas a revelar/informar quanto ganham os seus colegas do sexo masculino.

“Se uma mulher souber com certeza que o seu salário é menor do que o auferido por um homem poderá exigir em tribunal que lhe seja pago o mesmo para realizar um trabalho equivalente”, refere a ministra alemã da Mulher, da Família e da Juventude, Katarina Barley.

Além disso, “a mulher poderá ainda utilizar a informação na próxima negociação salarial com o empregador, fortalecer a sua posição para exigir uma remuneração mais elevada”, declara ainda a ministra.  

A Alemanha é dos países da União Europeia (UE) com maior desfasamento entre géneros, sendo que os homens recebem cerca de 21% a mais do que as mulheres. Agora, Berlim quer lançar uma base de forma a reduzir esta diferença salarial.

A “lei para a promoção de transparência nas estruturas salariais” já tinha entrado em vigor na Alemanha no mês de Julho, mas só agora será aplicada. Segundo esta legislação, os funcionários das empresas passam a ter direito a solicitar informações relativas aos salários dos homens que realizem funções iguais ou idênticas.


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Note-se que nenhuma das pessoas envolvidas na luta pela "igualdade salarial" salienta a hipótese de se "produzir o mesmo" ou "trabalhar o mesmo número de horas" como base para se "ganhar o mesmo".

Qualquer pessoa que já trabalhou com mulheres sabe que a sua disponibilidade não é a mesma que a dos homens; muitas vezes elas têm que sair a uma determinada hora por causa dos filhos, e salvo raras excepções, elas não estão disponíveis (ou dispostas) a trabalhar noutra parte do país (ou mesmo fora do país) por algum tempo.

Os homens em média ganham mais que as mulheres não porque existe discriminação contra as mulheres, mas sim porque os homens, em média,  produzem mais do que as mulheres. E não há nada que se possa fazer em relação a isso porque a distinção na produção centra-se na biologia de cada uma dos dois sexos.

Basicamente, a luta pela "igualdade salarial" é uma luta que visa colocar os homens e as mulheres em guerra uns contra os outros, e não algo que tem em vista ajudar as mulheres.
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domingo, 8 de outubro de 2017

A seita da "igualdade"

Posso resumir os últimos duzentos anos da história a Europa da seguinte forma: a revolução Francesa, e o fermento intelectual que a precedeu, deram origem a uma nova religião, a Religião da Igualdade.

Os dogmas desta religião podem ser progressivamente destilados até que se chegue a uma única proposição: todos os indivíduos são intercambiáveis; homens/mulheres, classe operária/classe abastada, homossexuais/heterossexuais, Britânicos/Polacos, Europeus/Africanos, Cristãos/Muçulmanos - todos são intercambiáveis segundo os cultistas da Igualdade.

O genocídio que está a ser presentemente infligido aos povos Europeus encontrava-se implícito desde que a ideologia da Igualdade foi formulada durante o século 18. Afinal de contas, o genocídio, a matança de povos, implica que tais povos, que são colectividades de indivíduos com as suas qualidades distintas, existam.

Mas o dogma central da religião da igualdade, nomeadamente de que os indivíduos são intercambiáveis, implica a inexistência de tais povos. Se os indivíduos são intercambiáveis, como é que os grupos de povos podem ter qualidades distintas?

Tendo como base o seu dogma, os aderentes da seita da Igualdade, têm, durante os últimos 200 anos (e ainda continuam  fazê-lo), exigido a transformação das sociedades nas quais eles vivem. Aqueles que resistiram, foram estigmatizados como "malignos".

Devido ao facto dos seus adversários serem taxados de "malignos", eles (os religiosos igualitários) não sentem qualquer tipo de remorso em suprimi-los, silenciá-los, aprisioná-los ou assassiná-los. Nós temos visto esta forma de agir desde os dias da Revolução Francesa até aos dias actuais.

O que aconteceu na Espanha, durante a guerra civil, nada mais foi que uma revolução Jacobina que provocou uma contra-revolução, tal como os Jacobinos esperavam. Eles pura e simplismente subestimaram a força da contra-revolução que, por fim, os derrotou e fez retornar os seus projectos de transformação.

As acções do establishment político dos nossos dias, a busca implacável pela deslegitimização dos adversários políticos - invocando mantras tais como "discurso de ódio", "racismo", "islamofobia" - e pela supressão da oposição através da ilegalização dos partidos adversários - negando-os financiamento, e infiltrando-os para os perturbar a partir do seu interior - e em alguns casos (tal como aconteceu na França à Frente Nacional), pela alteração das leis eleitorais com o propósito específico de os excluir, exibem paralelos óbvios com as acções do establishment esquerdista nos dias que antecederam a guerra civil Espanhola.

De facto, é mais do que óbvio que foram essas forças anti-democráticas que causaram a guerra civil. O que as suas acções irão causar nos dias actuais é algo que ainda vamos ver.

Modificado a partir dum comentário do blogue "Vox Populi"

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Nota Informativa: Como já foi referido há algumas semanas atrás, o Facebook esmerou-se na arte de banir e apagar as contas do dono deste blogue (por "discurso de ódio" e por "racismo"), e como tal, o mesmo tomou a decisão de se afastar dessa rede social. O Lucas pode ser encontrado no Medium a comentar eventos actuais e partilhar pequenos trechos que foram publicados ou estão a ser traduzidos.

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- Medium.com

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Feminismo para iniciantes

Por Ken Gallagher

"O feminismo centra-se na igualdade e ele é benéfico para todos." Esta declaração não poderia estar mais longe da verdade.

Eu sou um anti-feminista acérrimo porque o feminismo teve um efeito negativo na minha vida - nomeadamente, a óbvia descriminação sexual no local de trabalho, e mais de 3 anos num tribunal de família a tentar resolver um divórcio que ainda não está resolvido. E a pensar que há apenas 5 anos atrás eu qualificava o feminismo de um movimento inofensivo de raparigas universitárias que nada mais queriam que atenção.

Eu estava enganado - totalmente enganado - de muitas maneiras. Embora eu acredite que muitos jovens levaram uma lavagem cerebral de forma a acreditar na definição de "feminismo" que se encontra nos dicionários, foi a discriminação mencionada em cima, para além do divórcio e da injustificável devastação financeira, que me levaram a prestar mais atenção a esta coisa chamada feminismo - um movimento totalmente enraizado no ódio e na ganância ao mesmo tempo que alega ser em favor da igualdade sexual.

E agora cheguei à conclusão que o feminismo não só arruinou a minha vida, como a vida de muitas outras pessoas - homens, mulheres e crianças. Eu queria escrever este artigo como forma de explicar aos outros exactamente como o feminismo se tornou tão furtivamente entrincheirado na nossa sociedade, e a forma como esse movimento opera e debilita os homens, as suas famílias e a sociedade, de modo a que as pessoas que buscam respostas possam começar a entender mais sobre este tóxico flagelo social.

O feminismo em poucas palavras

Graças as organizações tais como a National Organization for Women (N.O.W.), o feminismo é excepcionalmente bem financiado principalmente através de donativos uqe têm sido dados durante as décadas. São os bolsos fundos do feminismo que fazem com que ele tenha poder e influência impressionante sobre o governo, os média e o sistema de educação.

Com o passar do tempo, o feminismo tem usado o seu poder e a sua influência para, gradualmente, mudar estas instituições de modo a que elas passem a propagar apenas e só a mensagem feminista, nomeadamente, a supremacia feminina baseada no ódio aos homens, e em última análise, a transferência de riqueza dos homens para as mulheres.

Como o feminismo influencia os governos.

De forma simples, os políticos vencem eleições com votos. As feministas colocam os políticos uns contra os outros fazendo exigências de leis sexuais [que favorecem as mulheres] em troca dos tão necessitados votos. Os políticos, sedentos dos votos dos indecisos, muitos dos quais são jovens mulheres solteiras com inclinações feministas, dão às feministas o que elas exigem, e aprovam leis que descaradamente discriminam contra os homens. Exemplos desta discriminação são os que se seguem:

Leis do Trabalho

A Acção Afirmativa ["Affirmative Action"] está construída especificamente para dar preferência a certos candidatos de emprego com base no seu sexo, raça e orientação sexual de tal modo que os homens brancos heterossexuais qualificados "não precisam de se candidatar". Visto que a maior parte das pessoas que conseguem o emprego são de modo real, incompetentes, essas pessoas são transferidas para posições de gestão onde aparentemente não precisam dum conhecimento profundo da profissão, mas que em vez disso, dependem do conhecimento e da orientação dos subordinados para tomar decisões.

Com o passar do tempo, as subordinadas femininas são promovidas ao mesmo tempo que os subordinados masculinos são pura e simplesmente ignorados ou intimidados de modo a que estes abandonem o emprego; isto causa a que a organização fique vazia de pessoas realmente qualificadas, o que explica as nossas sociedades disfuncionais.

Eu já conheci muitas pessoas que alegaram que este ciclo de domínio feminino é normal, especialmente no mundo académico e no governo, e eu acredito nelas porque durante anos eu vi isso a acontecer. A Drª Janice Fiamengo, Professora de Inglês na Universidade de Otawa no Canadá, também é uma acérrima anti-feminista por este mesmo motivo.

Agora imaginem um homem qualificado a ser alvo duma entrevista de emprego numa organização dominada por gestoras incompetentes que só têm o emprego que têm devido ao seu sexo. As probabilidades deste homem vir a ficar com o emprego são reduzidas, especialmente se levarmos em conta que a última coisa que uma gestora incompetente quer são subordinados competentes que podem revelar a sua incompetência. Devido a isto, os subordinados competentes são vistos como um ameaça, quer seja real ou não. E, obviamente, a última coisa que as misandristas querem é trabalhar 40 horas por semana com um homem.

O pior disto tudo é que estas pessoas incompetentes são rapidamente colocadas em posições de gestão onde a sua incompetência pode ser escondida, e o seu poder exercido, mas depois temos temos as feministas a queixarem-se continuamente em torno das assim-chamadas "diferenças salariais". Isto é, no mínimo, hilariante, e na pior das hipóteses, criminoso.

Lei Familiar

Nos Estados Unidos o divórcio passou a ser uma "indústria" que movimenta milhares de milhões de dólares, e que incentiva as mulheres a se divorciarem dos seus maridos onde elas:
  • São mais susceptíveis de serem acreditadas quando fazem uma falsa alegação de abuso contra o marido e, desde logo, são mais susceptíveis de receber simpatia dum tribunal e custódia dos filhos, e
  • São mais susceptíveis de receber pensões lucrativas durante longos períodos, o que muito frequentemente deixa os maridos divorciados financeiramente arruinados.
As leis em torno da paternidade estão totalmente disfuncionais, e dentro delas, os homens são forçados a dar apoio financeiro a crianças que eles podem provar (através de testes de ADN) que não são seus, ou então são forçados a apoiar financeiramente crianças sem que no entanto tenha qualquer tipo de direito de visita.

Embora as mães solteiras que têm dificuldade em sustentar os seus filhos recebam assistência governamental, os homens que se encontram na mesma situação são punidos  muitas vezes de forma severa - e podem ver a sua carta de condução confiscada, o que faz com que lhes seja impossível trabalhar, causando a que sejam presos e totalmente impedidos de sustentar os filhos amados.

Lei Criminal

As falsas acusações de violação e abuso sexual são ocorrências frequentes nos dias de hoje, e em muitas jurisdições, há pouca - se alguma - penalização para as pessoas que fazem falsas acusações de violação. Por outro lado, aqueles que são acusados são frequentemente arruinados financeiramente e as suas reputações são totalmente destroçadas.

Embora estudos científicos extensivos tenham provado que cerca de metade da violência doméstica é levada a cabo pelas mulheres, graças a algo com o nome de “Duluth Model” (que não só nunca foi provado, como já foi totalmente refutado), os homens são automaticamente presumidos como os perpetradores e as mulheres como as vítimas - para não falar no facto de não haver virtualmente ajuda alguma para as vítimas masculinas da violência doméstica.

Muitas alegações de violência doméstica são também falsas e ocorrem depois das mulheres darem entrada ao processo de divórcio, não só como forma de gerar simpatia junto dos tribunais familiares, mas também como forma de garantir que o pai nunca tenha custódia da criança.

Notem n diferença no diagrama entre a alegação feminista que os homens odeiam as "mulheres" e a realidade da discriminação contra os homens resultar nos homens a odiar as "feministas". No entanto, as feministas continuam a insistir que todos os homens são misóginos, o que não pode estar mais longe da verdade.

A influência do feminismo nos média

O propósito da infiltração feminista nos média é simples: propagar as mentiras e a propaganda feminista como forma de convencer a sociedade que só os homens são potenciais perpetradores do mal, e que todas as mulheres são potencias vítimas indefesas e inocentes. Tal como Joseph Goebbels, o Ministro da Propaganda do Partido Nacional Socialista liderado por Adolfo Hitler durante os anos 30 e 40, as feministas entendem de maneira perfeita o poder dos média e a eficácia da expressão "se disseram algo a alguém repetidamente, eventualmente essa pessoa irá acreditar."

Não sei como é na vossa vida, mas eu parei de ver televisão por cabo há alguns anos atrás, principalmente devido à incessante quantidade de misandria onde os homens (e os rapazes) são constantemente vilipendiados ao se passar a imagem de que eles são estúpidos, perigosos ou ambos. O propósito oculto de tal acção este difamação flagrante é:
  • As feministas querem caracterizar as mulheres não só como mais inteligentes, mas também como vítimas indefesas à mercê de homens malignos (e só de homens) como forma de obter tratamento especial e privilégios, o que é uma contradição interna visto que, se as mulheres são mais inteligentes que os homens, como é possível elas serem vítimas?
  • As feministas também querem caracterizar as mulheres como mais inteligentes e mais capazes como forma de avançar ainda mais com a exclusão sistemática dos homens das escolas secundárias, dos colégios, das universidades, e, em última análise, dos bons empregos - o que causará a que os homens sejam incapazes de sustentar as suas famílias.
As feministas esperam emascular os homens de forma sistemática como forma deles se tornarem subservientes às mulheres de modo a que:
  • As mulheres possam ter poder sobre homens que são demasiado fracos para se defenderem visto que homens que foram sujeitos a uma constante mensagem anti-homem, com o passar do tempo, desenvolveram uma baixa auto-estima e acreditaram na idiotice de que as mulheres são de alguma forma mais fortes que os homens, mas são também mais fracas que os homens. E também
  • Para destruir a família nuclear ao tentar desafiar a natureza e onde as mulheres foram treinadas e rejeitar homens que não são subservientes, mas a nível sexual, as mulheres desprezam homens fracos. A contradição entre o seu sistema de crenças e os seus naturais desejos sexuais causam uma interacção disfuncional com os homens, e, por fim, causam famílias destroçadas e crianças sem um pai.
Este poder sobre os média, e a propagação constante de misandria subtil, resultou numa sociedade onde todas as formas de masculinidade são desencorajadas, o que em última análise cria um fosse entre os homens e as mulheres, sendo que o propósito do feminismo é destruir a família nuclear de modo  "libertar" a mulher duma imaginária vida de servidão sob o homem.

Mais ainda, isto resultou no seguinte:
  • Nunca em tempos recentes houve uma altura como a nossa, onde houvesse tantos homens em idade de casamento que não tivessem interesse no casamento.
  • Ser um homem divorciado ou solteiro a viver sozinho, não só se tornou aceitável, como passou a ser comum.
  • Ser mãe solteira também passou a ser aceitável e comum.
  • As crianças sem o pai na suas vidas são comuns nos dias de hoje, e elas são mais susceptíveis de passar por dificuldades na interacção com outras crianças, dificuldades na escola, e mais frequentemente acabam por ter vidas improdutivas e insatisfatórias como homens solteiros.
A agenda mediática feminista é especialmente destrutiva para os rapazes porque eles aprendem desde a mais tenra idade que são inferiores e efectivamente inúteis. Isto, combinado com um sistema educacional que lhes enche a cabeça com a mesma mensagem, acaba por causar a que os rapazes tenham problemas de comportamento, que tenham notas fracas na escola, o que leva a que eles passem a ser propriedade do estado, e prossigam passando a fazer parte do sistema de justiça criminal.

É isto que o feminismo faz junto dos homens e dos rapazes.

Como o feminismo influencia o sistema educacional

As feministas entendem muito bem a influência que os adultos têm sobre as crianças. É por isso que o sistema educacional moderno encontra-se especificamente criado para  o sucesso das raparigas e o fracasso dos rapazes. Ao agir assim, as raparigas têm melhores chances de seguir para os colégios e para as universidades, e obter os bons empregos mencionados previamente.

Os rapazes que são prejudicados, no entanto, são menos susceptíveis de receber a educação que precisam para levar uma vida produtiva e plena. Para aqueles rapazes emasculados que terminam a escola secundária, o colégio e a universidade podem ser um campo minado social de discriminação sexual que vai desde o tormento e da  intimidação, até às falsas acusações de violação.

Para citar um autor anónimo:

Tentem adivinhar o que pró-igualdade, pró.-diversidade, ênfase nos sentimentos, avisos de gatilho, histeria em torno da violação, aulas obrigatórias de feminismo, cultura anti-lad, invasão dos espaços masculinos, presunção da culpa masculina, politicamente correcto, aversão a debates acalorados, e a transformação no espaço duma geração têm em comum? Mulheres"

Dito de forma simples, a realidade actual é que os colégios e as universidades tornaram-se em locais de indoutrinação onde os jovens aprendem o que pensar e não como pensar, avançando com os propósitos do feminismo ao repetir as mentiras, demonizando a masculinidade, e, em última análise, minimizando o número de homens que recebem uma educação decente que lhes irá dar uma vida próspera.

De facto, os colégios e as universidades deixaram de ser locais onde a liberdade de expressão e o pensamento crítico eram encorajados, e passaram a ser infernos politicamente correctos onde a liberdade de expressão e o pensamento crítico não só desencorajados, como é pouco tolerado que os alunos "sem reservas" falem abertamente porque quando o fazem, são expulsos, o que destrói as suas aspirações profissionais.

Resumidamente, a atitude das jovens feministas de hoje é simples: qualquer pessoa que coloque em causa as suas alegações sem fundamento de serem vítimas constantes da agressão masculina, ao mesmo tempo que alegam serem superiores que os homens, é considerada como uma ameaça que tem que ser neutralizada.

Não só é este tipo de comportamento devastador para os jovens homens que não conseguem terminar o colégio ou a universidade, mas mais importante ainda, muitas das pessoas que terminam os seus estudos são o produto duma lavagem cerebral esquerdista, incapazes de tolerância e de pensamento crítico, e totalmente inúteis para a sociedade visto que a sua capacidade para contribuir de forma significativa para o mundo foi totalmente neutralizada.

Devido a isto, muitos homens jovens estão a evitar os estudos pós-secundários, pavimentando o  caminho para ainda mais feminismo radical, tornado as coisas ainda piores.

Fica a pergunta: como é que ficaremos, como sociedade, quando existe uma falta de homens jovens especializados prontos para ajudar a gerir o mundo? Mais ainda, como é que isso pode ser feito quando as pessoas que empurraram esses jovens para longe do ensino pós-secundário só são boas numa coisa - no politicamente correcto?

Sumário

Espero que consigam ver como as três áreas de influência do feminismo - os governos, os média e o sistema de ensino - trabalham em conjunto de modo a que possam, sorrateiramente, avançar com os propósitos do feminismo ao mesmo tempo que destroem os homens e as famílias.

A consequência da elevação das mulheres à custa dos homens resulta em ganhos económicos para as mulheres e perdas económicas para os homens. Dito de forma simples, é a transferência de riqueza dos homens para s mulheres. À medida que as mulheres vão ganhando mais dinheiro, elas vão ganhando mais poder e, por sua vez, mais dinheiro e doado para as causas feministas, o que dá ainda mais poder para as feministas e acelera a transferência de riqueza.

Infelizmente, todo este processo de roubo aos homens aprovado pelo governo é feito, em larga parte,  sem o conhecimento do público, sob a máscara da "luta pela igualdade dos sexos". 

Tal como Robin Hood roubava aos ricos para dar aos pobres, o feminismo rouba aos homens e dá às mulheres. Um dos motivos que levava a que Robin Hood fosse tão popular era o facto dos ricos serem sempre caracterizados como como vilões e os pobres como vítimas indefesas, que é exactamente o que o feminismo faz - excepto que os homens são os vilões e as mulheres são as vítimas indefesas.

É desta forma que o feminismo, mascarado de luta em favor da igualdade sexual, se torna tão apelativo para tantas pessoas. Mas ao contrário de Robin Hood, o feminismo é uma fraude cujas autoras deveriam ser julgadas por tratamento injusto aos homens, e pela destruição sistemática das famílias e da sociedade como um todo. Dito de forma simples, o feminismo é uma mentira, uma transferência de riqueza - riqueza essa que os homens conquistaram mas que lhes é retirada e é dada às mulheres.

Portanto, a minha pergunta é simples: Será que o feminismo realmente é uma luta pela igualdade sexual ou é mais uma luta pela supremacia feminina mascarada de luta em favor da igualdade sexual?




terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Feminismo e a saúde das mulheres

Números oficiais sugerem que as mulheres estão a perder a sua normal habilidade de viver mais que os homens devido ao impacto que a pressão de acomodar o trabalho a tempo inteiro e a família está a ter na sua saúde.

Uma nova análise das taxas de mortalidade entre os homens e as mulheres durante os últimos 50 anos publicada pelo Office for National Statistics revela que os homens estão a encurtar rapidamente a falha que existe entre a sua longevidade e a longevidade das mulheres.

Esta mais recente mudança está a ser largamente atribuída às alterações consideráveis que ocorreram dentro do ambiente de trabalho masculino, especialmente o declínio da indústria pesada e da exploração mineira, e aos estilos de vida, incluindo a queda nas taxas de consumo de tabaco.

Mas este mais recente estudo, que compara as taxas de mortalidade dentro do periodo que vai de 1963 a 2013, ressalva os efeitos da transformação da vida das mulheres durante o último meio-século. Ele conclui que, embora os homens estejam a ficar cada vez mais saudáveis que nunca no passado, as mulheres estão a ser prejudicadas pelos padrões de stress laboral, e traços associados tais como o consumo de tabaco e de bebidas, coisas normalmente associadas aos homens.

De modo geral, o estudo revela que as taxas de mortalidade - que são as mortes que ocorrem por cada 1000 pessoas dum dado grupo - têm melhorado tanto para os homens como para as mulheres por todas as faixas etárias.

O mesmo estudo ressalva melhorias consideráveis no combate às doenças circulatórias, tais como doenças do coração, ataques cardíacos, parcialmente devido às inferiores taxas de consumo de tabaco e avanços médicos tais como a introdução de estatinas.

Mas embora ambos os sexos estejam a viver mais tempo, e embora as mulheres ainda vivam mais tempo que os homens, a diferença está a encurtar. A faixa etária dentro da qual os homens são estatisticamente mais susceptíveis de morrer avançou 15 anos durante o último meio-século, embora o ponto mais alto para as mortes feminina encontra-se essencialmente igual.

As análises compararam o número de mortes de ambos os sexos nas faixas etárias em 1963, e outra vez no ano passado. No princípio dos anos 60, a idade onde era mais comum os homens morrerem era o início dos seus anos 70, que continha 15% de todas as mortes masculinas. Ao mesmo tempo, as faixas etárias onde morriam mais mulheres era entre anos 80 anos e após 85 anos - ambos os grupos com 18% das mortes femininas nessa altura.

Por contraste, o ponto mais alto de ambos os sexos é actualmente depois dos 85 anos.

Semelhantemente, em 1963 a taxa de mortalidade para os homens com idades entre os 55 e os 69 era o dobro da taxa de mortalidade das mulheres. Hoje em dia, essa taxa ainda é 50% mais elevada mas o fosso é metade do que era no passado.

No seu comentário, a ONS ressalvou o impacto dos padrões de vida distintos dos homens e as chances de sobrevivência das mulheres durante os últimos 50 anos:

O encurtamento geral da diferença entre a mortalidade dos homens e das mulheres pode ser explicado através dum variado número de motivos incluindo a melhoria da saúde masculina, levando a uma aumento da expectativa de vida, que aumentou mais que a mesma taxa junto das mulheres.

O aumento do número de mulheres dentro da força laboral durante os  últimos 50 anos é identificado como factor que aumentou os níveis de stress, de consumo de tabaco e bebida, levando a mudanças na saúde das mulheres.

Os números mostram que, embora ambos os sexos tenham feito grandes avanços em áreas tais como o consumo de tabaco, o impacto junto dos homens foi maior. Durante os anos 70 e 80, 44% dos homens e 26% das mulheres com mais de 60 anos fumava , mas hoje em dia só 13% dos homens dentro desse grupo de idade fuma, números quase idênticos aos das mulheres.

A maior queda nas taxas de mortalidade veio junto dos homens na faixa etária que se encontrava nos finais dos seus anos 60, com uma queda de 60% desde o princípio da década 60. Para as mulheres, a maior queda ocorreu junto das mulheres no início dos seus anos 70, com uma queda de 60% na mortalidade.

De modo geral, a diferença entre a mortalidade masculina e feminina encurtou em todas as faixas etárias, exceptuando os homens nos seus 30 anos.





segunda-feira, 8 de setembro de 2014

As raízes satânicas do feminismo

Por Jay

Embora existam muitos blogueiros, activistas dos "direitos dos homens" e cabeças falantes anti-feministas a desbastar de modo contínuo o ídolo maior dos tempos actuais (igualismo/igualitarismo), poucos estão cientes das origens do "igualismo" e da sua hedionda descendência, e nem do movimento feminista como uma ofensiva planeada, projectada e estrategicamente colocada em marcha, não só para atacar as mulheres, mas toda a população. E embora o aspecto planeado do feminismo possa surgir em algumas raras ocasiões, mais raras ainda são as menções da agenda oculta profunda que, no seu âmago, é satânica. Neste artigo irei analisar as origens e a aplicação deste movimento, as suas ligações e a sua implantação, bem como o propósito mais alargado do feminismo e do pensamento igualitarista.

As concepções modernas do igualitarismo surgem de pressuposições filosóficas que emergiram durante o Iluminismo. Do nominalismo medieval veio a tradição moderna de que, na verdade, os objectos do mundo não possuem "naturezas", mas sim que a atribuição de tais categorias metafísicas e "essências" era estritamente uma estrutura conceptual humana. 

Logo, a naturexa humana não era na realidade uma descrição ontológica existente de algo presente no mundo, mas sim um símbolo linguístico que corresponde à imagem mental que a mente tabula rasa havia registado, tal como os empiricistas Britânicos mais tarde afirmaram, brincando com as implicações do nominalismo. Durante os seus dias, ainda era comum pensar que o "homem" designava um lado do espectro sexual, e "mulher" o outro, mas podemos observar as sementes duma revolução do pensamento a atingir todo o espectro visto que todas as "naturezas" ontológicas seriam rejeitadas.

É frequente eu mencionar o Iluminismo como a universalização da razão humana, o que muito provavelmente se está a tornar em algo enfadonho para os leitores, mas deixem-me garantir-vos que, como o escritor, encontro-me igualmente nauseado com estas filosofias ridículas, mas elas são os fundamentos inquestionáveis de todo o mundo moderno que têm que ser destruídos.

O que eu quero dizer com a universalização da razão humana é a alteração na percepção da civilização ocidental da antropologia em relação à própria natureza humana. Uma vez que o Ocidente se desenvolveu sem a ideia Oriental do nous do homem como uma capacidade mais elevada ou ponto de contacto com Deus, o substituto Agostiniano tornou-se no intelecto e na razão do homem. O que se encontrava em forma de semente com Agostinho tornou-se, então, na norma com Descartes e com os Empiricistas Britânicos.

Especialmente para o Agostinho inicial, a razão era o caminho maior para se atingir Deus, a mente do homem era o reflexo das ideias dentro da essência Divina. Ao acreditar, o homem poderia limpar a sua mente da fixidez em torno do temporal e transitório, e caminhar rumo ao bem eterno. É por isso que a "Cidade de Deus" de Agostinho contém o mesmo argumento "cogito" que mais tarde Descartes reformula. É também por causa disso que em Soliloquies, o jovem Agostinho propõe uma forma de idealismo empírico que Berkeley mais tarde formulou.

Resumidamente, a migração do pensamento ocidental segue das implicações das suposições Agostinianas, variando apenas sobre qual o lado do dilema dialéctico teológico a pessoa escolhe: empirismo ou racionalismo, ou até o idealismo empírico. A rejeição do nous na antropologia ocidental significou que a redefinição da antropologia humana do pensamento Iluminista só poderia ser uma outra forma de dualismo, onde o homem é definido como um corpo e uma alma, ou através de algum tipo de reducionismo, onde a alma é abandonada.

Os materialistas mais radicais desse período tiveram de alguma forma que manter o seu silêncio, visto que o materialismo ainda era socialmente inaceitável e poderia levar à perseguição. No entanto, passaram poucas gerações até que os philosophes, Jacobinos e Iluministas, tornaram possível a aderência pública ao ateísmo e ao materialismo. O dualismo mente/corpo que era tão prevalente durante os debates do Iluminismo rapidamente cederam para o materialismo pragmático à medida que a revolução científica eleva o empirismo para o seu ponto mais alto. A respeito disso, os philosophes do Grande Oriente eram mais consistentes com a sua filosofia do que os seus antepassados do Iluminismo - se a natureza era apenas uma construção linguística e conceptual, então os homens e as mulheres só eram distintos nos seus tubos e acessórios. Não existia qualquer "essência" do homem ou "natureza" feminina, da mesma forma que não existiam anjos ou demónios.

Não é por acaso que o sufrágio feminino e o movimento dos "direitos das mulheres" tenham surgido essencialmente na mesma altura, com pessoas como Mary Wollstonecraft. Embora obviamente não seja algo empiricamente verdadeiro, a teoria por trás do igualitarismo emergente era ainda fundamentado nas rejeitadas premissas metafísicas da universalização da razão humana. Uma vez que a razão era a capacidade primordial do ser humano, e as mulheres também eram humanas, todos os seres humanos têm que ter, portanto, as mesmas capacidades de raciocínio e pelo menos o mesmo potencial latente.

Uma vez que o indíviduo simplesmente era uma acumulação de impressões empíricas registadas, tal como diria Hume, os igualistas agarraram-se de modo firme à crença de que todos os seres humanos possuíam o mesmo potencial latente, diferindo apenas nos factores ambientais adversos. A pobreza, a dieta, a falta de atenção médica, etc., eram portanto propostas como as causas do sofrimento e da distinção nas habilidades, e como tal, as mulheres não eram diferentes dos homens, excepto na composição biológica e na repressão e opressão milenares. À medida que cada vez mais e mais formas radicais de igualismo e igualitarismo foram obtendo conquistas, o Marxismo e o liberalismo espalharam-se como fogo por todo o globo, ao mesmo tempo que a vitimização e a inveja permitiam que as mulheres e as minorias declarassem de um modo mais confiante que todos eram iguais.

Ao mesmo tempo que isto acontecia, ocorreu a ascenção do liberalismo económico e dos cartéis bancários que eram o verdadeiro poder operacional por trás do Império Britânico (ler Tragedy and Hope por parte do Dr. Carroll Quigley). A elite bancária havia aprendido há muito tempo que prever e controlar os movimentos e tendências sociais de larga escala tinha um potential enorme para a engenharia social em massa, bem como para a colectivização e transferência de riqueza. Por volta dos anos 60, os totalmente criados e controlados movimentos de "contra-cultura" pavimentaram o caminho para o colapso final do Ocidente para o emergente socialismo e comunismo.

Iniciada pela Sociedade Real e pela Sociedade Fabiana, a re-engenharia do homem rumo à utopia tecnocrática só poderia ser atingida através de crises globais e da complementar ordem global. Como descendentes directos da tradição empírica do Império, os tecnocratas cientificistas do século 20 e dos dias actuais acreditam de maneira firme, e assim propagam, a mitologia de que o género não é objectivamente real. Uma vez que o homem nada mais é que um robô biológico, é mais do que óbvio que ele pode ser reprogramado para o que quer que a elite assim queira - homem, mulher, trans-qualquer-coisa. E como historicamente o homem sempre tendeu a resistir a tais intrusões tirânicas, os tecnocratas globalistas determinaram-se re-escrever a existência do homem inteiramente através da aniquilação.

É importante não olhar para esta aniquilação como um apocalipse catastrófico, evento singular e cataclismico, mas sim como uma abordagem incremental dos Fabianos. Através da alteração gradual do tudo o que durante o milénio anterior era considerado "normal", os tecnocratas socialistas planearam a lenta inversão da natureza que eles professam não acreditar que existe. O plano tornou-se realidade como forma de subverter e inverter toda a existência do homem, de modo a que o homem se visse livre dele mesmo. Sendo firmes crentes na teoria Darwiniana, a planeada inversão da natureza iria, portanto, remover os menos desejáveis, e uma pequena minoria de tecnocratas iria, então, ter acesso à Arca de Noé 2.0, avançado para a próxima utopia científica.

Feminismo e Satanismo

Mas rejeitar a crença na natureza, e, em vez disso, tentar destruí-la, iria ter consequências inesperadas. E essas consequências são onde nos encontramos agora: nós já estamos há algumas décadas dentro desta "revolução final", tal como a chamou Huxley, contra o próprio homem. Nesta guerra, uma das principais armas da destruição levada a cabo contra o homem, e uma arma que durante os últimos 50 anos tem causado uma devastação enorme, tem sido o feminismo.

Apoiado tanto pelos Rockefellers como pela CIA, o feminismo, estando directamente conectado ao Marxismo, é uma ideologia satânica. O princípio que rege o satanismo clássico tem sido sempre o princípio da inversão. A crença dentro da magia negra é a de que poder desce sobre o ocultista individual através da execução de actos de inversão ou actos de rebelião que desafiam de modo específico os designs do Deus da Bíblia. Logo, se Deus diz para não assassinar, assassinar torna-se assim num potencial acto ritualista que armazena energia demoníaca no practicante sério.

Quanto mais sério for o practicante, mais sério será o acto de desafio.

Eu não falo aqui de satanistas populares ou jovens alienados, mas practicantes reais e da elite. A longa história de pactos humanos com os demónios, a feitiçaria genuína e o satanismo ritualista, são todos fundamentados no princípio fundamental da inversão. Embora geralmente venha por trás de promessas de liberdade, independência e poder, a artimanha do diabo é sempre a mesma - o homem acaba sempre por ser enganado, usado, prejudicado na sua estrutura psicológica, física, ou pior ainda, possuído por demónios.


A ascensão do Wiccanismo e das espiritualidades "Nova Era" ou "deusa" são manifestações deste mesmo princípio de oposição e desafio, todos com o grande objectivo de destruir o homem. Actualmente, adolescentes sem a mínima ideia e yuppies obcecados com o yoga, absorvem todo o tipo de prácticas espirituais alternativas, e tais espiritualidades irracionais e "femininas" estão directamente associadas à ideologia feminista. As massas ignorantes e mal-informadas normalmente não têm as capacidades de raciocínio necessárias para descobrir de onde vem o financiamento para tais "movimentos", e se soubessem, a maioria não seria capaz de discernir o arquitectado plano estratégico do feminismo, e do igualismo, de destruir a ordem existente como um acto de desafio satânico.

Para os praticantes sérios da magia negra, a inversão de toda a ordem e a promoção de sacrifícios em massa através do aborto, e a destruição da família nuclear, são oferendas ritualistas. Pode-se ver isto de modo claro na recente exposição de Jimmy Saville e do escândalo na Grã-Bretanha. O propósito é o de se cortar o joio do compostos por pessoas de cérebro fraco e com mentalidade de escravo, e forçar um equilíbrio pontual através dum salto Darwiniano, levando a que uns poucos selectos tecnocratas satânicos possam continuar com o futuro.

O infindável vómito das mulheres "empoderecidas" e harpias feministas que chilreiam nas televisões e nos média irão aprender uma lição dura à medida que a ordem social entra em colapso. Todos os vestidos brilhantes prometidos bem como os comprimidos para a boa disposição cobertos por chocolate da femocracia que elas trouxeram (à medida que os homens foram também emasculados e envenenados pela cultura tóxica) irá transformar-se em cinzas e fezes.

A mentira satânica tem como propósito a sua própria destruição, e não para o seu "empoderamento", visto que nenhum "empoderamento" pode vir que seja contrário às naturezas que Deus criou. A natureza só pode ser transformada e deificada por Deus, e não aniquilada e reformada através da energia humana, ocultista ou demoníaca.

Embora eu seja um preterista no que toca à datação e à exposição do Apocalipse, sem dúvida que podemos aplicar o princípio espiritual do capítulo 18 à Babel na qual habitamos actualmente. A Babilónia irá cair, no fim, porque é antinatural e é a sua própria maior inimiga:

Quanto ela se glorificou, e em delícias esteve, foi-lhe outro tanto de tormento e pranto, porque diz em seu coração: Estou assentada como rainha, e não sou viúva, e não verei o pranto; Portanto, num dia virão as suas pragas, a morte, o pranto e a fome; e será queimada no fogo; porque é forte o Senhor Deus que a julga. E os Reis da terra que se prostituíram com ela, e viveram em delícias, a chorarão, e sobre ela prantearão, quando virem o fumo do seu incêndio, Estando de longe, pelo temor do seu tormento, dizendo: Ai! ai daquela grande Babilónia, aquela forte cidade! pois numa hora veio o seu juízo. - Revelação 18:7-11

Fonte: http://bit.ly/1t7pZT6.



quarta-feira, 23 de julho de 2014

Juízes ordenados a dar tratamento preferencial às mulheres

Foi dito aos juízes [Britânicos] que tratassem as criminosas de uma forma mais branda que os homens no momento em que eles vierem a estabelecer uma sentença. As novas directrizes declaram que as mulheres sofre "desvantagens" e que os tribunais "têm que levar estes assunto em conta".

As novas regras declaram que as criminosas normalmente têm uma má saúde mental ou têm pouca educação formal, não cometeram violência e têm crianças para cuidar. Segundo a "Equal Treatment Bench Book",

As experiências femininas como vitimas, testemunhas, e infractoras são, em muitos aspectos, diferentes das experiências masculinas. Estas diferenças ressalvam a importância dos sentenciadores terem estas coisas bem cientes quando estabelecem uma sentença.

A controversa sugestão veio do Conselho de Estudos Judiciários ("Judicial Studies Board"), que é responsável por treinar a judiciária. No passado, o conselho causou comoção ao sugerir que os Rastafaris têm crenças religiosas que os permite usar  canabis. Para além disso, o conselho tentou também banir dos tribunais palavras tais como "imigrante", "requerente de asilo", e até "Indiano Ocidental" alegando que são palavras ofensivas.

As últimas directrizes causaram também irritação, mas desta vez junto dos activistas que militam em prol das vítimas masculinas da violência doméstica. O "Bench Book" diz aos juízes que o problema "centra-se essencialmente na violência dos homens contra as mulheres", acrescentando ainda que "a realidade dos factos é que alguns dos incidentes físicos mais violentos são cometidos por homens contra as mulheres". O documento sugere ainda que os actos agressivos das mulheres contra os homens são "raros", afirmando também que "os homens e os parceiros em relações homossexuais podem também ser vítimas de violência".

No entanto, os activistas pelas vítimas masculinas da violência doméstica alegaram que os homens estão a ser tratados como cidadãos de segunda classe nestas novas directrizes. Eles ressalvam também uma análise aos números oficiais feitos pelo grupo "Parity", que concluiu na semana passada que 4 em cada 10 vítimas de violência doméstica são homens. Mark Brooks, do grupo ManKind, afirmou:

Para um documento que se centra na igualdade sexual, ele claramente deixa a impressão de que as vítimas masculinas são vistas como cidadãos de segunda classe quando, obviamente, todos deveriam ser vistos da mesma forma. É inaceitável que os homens, muitas vezes sofrendo em silêncio em casa, sejam exibidos como vítimas de segunda por parte daqueles que controlam o sistema legal. Admitir com má vontade que os homens podem também ser vítimas é varrer o problema para baixo do tapete, quando os próprios números do governo mostram que anualmente centenas de milhares de homens sofrem.

O estudo feito pelo grupo "Parity" baseia-se nas estatísticas do "Home Office" e da "British Crime Survey", as medidas criminais mais fiáveis por parte de Whitehall. O grupo disse que a proporção média de vítimas de violência doméstica do sexo masculino tem sido de 40%.

As directrizes actualizadas em torno da forma como as criminosas devem ser sentenciadas foi distribuída em Abril último na secção da "igualdade de género" [sic], e elas dizem:

As mulheres permanecem em desvantagem em muitas áreas públicas e privadas das suas vidas: elas estão sub-representadas na judiciária, no Parlamento, e em cargos de chefia um pouco por todos os empregos; e ainda existem diferenças salariais substanciais entre os homens e as mulheres.

Em relação às mulheres acusadas de crimes, o documento-directriz cita a Juíza Baronesa Hale, a única mulher entre os 11 do Tribunal Supremo, que se descreve como "ligeiramente feminista":

Actualmente é amplamente reconhecido que uma concepção de igualdade mal orientada resultou num tratamento desigual para as mulheres e para as raparigas.

As regras foram preparadas por uma equipa liderada pela juiza Dama Laura Cox, que escreveu:

Dificilmente pode ser considerado revolucionário o facto dos juízes terem que saber dos assuntos fulcrais para as vidas daqueles que se fazem presentes nos tribunais, e buscar formas de gerar juízes com esse conhecimento.

Fonte:  http://bit.ly/bwGZJD

* * * * * * *

Duas feministas colocadas em lugares-chave exercem o seu poder para perverter o normal curso da justiça (que deveria ser cega) de modo a que pessoas com uma configuração genética específica (XX) sejam tratadas de uma forma mais privilegiada do que pessoas com outra configuração genética (XY). Imagine-se a comoção que seria se um tribunal Europeu usasse outra configuração genética imutável (a quantidade de melanina na pele) para favorecer um grupo de pessoas acima de outras.

Mas então, porque é que um país Europeu, ou qualquer país, considera justo tratar melhor pessoas com um alinhamento cromossómico em detrimento das outras? O que há de tão especial no cromossoma XX que faz com que os crimes levados a cabo por pessoas com essa genetica vejam os seus crimes punidos com penas mais leves?

Este texto revela-nos um pouco mais da mentalidade por trás do "Equal Treatment Bench Book".





quinta-feira, 10 de julho de 2014

Grupo feminista não quer igualdade prisional


O projecto que teve início em Brighton na costa sul da Grã-Bretanha gere um conjunto de centros que organizam instalações de reabilitação comunitária para as mulheres. A pressão política levada a cabo por este grupo milita de modo a que esta abordagem seja aplicada numa escala mais ampla, visto que o mesmo grupo alega que esta metodologia se revelou mais eficaz.

Um proporção significativa sofreu também violência séria e contínua, ou violência sexual, quer em idade adulta quer em idade infantil.
– Inspire Women’s Project, Executive Summary.

Qual seria, então, o argumento para que as mulheres evitassem ir para a prisão? Este artigo publicado no ano passado resume muito bem o argumento feminista. O próprio título, "Mães & Prisão: As Alternativas" (“Mothers & Prison: The alternatives”), começa mal desde o início visto que é injusto alegar que as mães merecem um estatuto especial na mesma sociedade onde os homens não têm direitos de custódia iguais.

A partir daqui, o artigo só piora. Tal como muitas feministas, os argumentos usados pelo grupo Inspire usam o truque da omissão quando tentam  justificar o tratamento desigual para os criminosos do sexo masculino e para as criminosas do sexo feminino. Os apoiantes desta política afirmam que as transgressoras femininas são tipicamente de ambientes familiares desfavorecidos e abusivos. Muito provavelmente estão correctas, mas o que elas deixam de fora é que isto resume o ambiente familiar de virtualmente todos os homens na prisão. Uma história de violência e negligência é frequentemente o que caracteriza a vida inicial dum transgressor criminal reincidente. De mesma forma, uma larga proporção dos homens nas prisões sofreram, ou ainda sofrem, de doença mental - precisamente o mesmo argumento que a Inspire usa para as transgressoras do sexo feminino.

Ponderar sobre estes tópicos é tocar numa questão que deu trabalho aos filósofos e comentadores através dos tempos. Qual é o propósito do castigo? Será para reformar os indivíduos, ou infligir um castigo que envolve um sentido de satisfacção dentro da sociedade mais alargada? Será que é para intimidar o criminoso, e, através do exemplo, intimidar os outros membros da sociedade?

Convém ressalvar que a maior parte dos casos que são apresentados como forma de apoiar o argumento feminista são o produto da própria boca da transgressora. É um cliché bem conhecido que todos os criminosos são peritos na construção de histórias emotivas. Se eles tivessem essa possivbilidade, virtualmente todos os homens das prisões iriam alegar terem sido "vítimas" e que o seu caso merece algum tipo de simpatia. As mulheres que usam este tipo de argumentação têm a vantagem de ser complicado andar por uma rua duma cidade sem ver um poster duma mulher a sofrer algum tipo de injustiça, consequência duma sociedade que é rápida em olhar para a mulher como vítima.

Custa £45,000 manter uma mulher na prisão durante o ano inteiro - ao mesmo tempo que 45% de todas as mulheres que foram libertas em 2010 sob regime de custódia voltaram a transgredir no espaço de 12 meses.
 – site do Ministério da Justiça

É difícil ver de que forma qualquer um destes exemplos que a Inspire e os apoiantes com a mesma filosofia usam podem, de alguma forma, ser útil para justificar o tratamento desigual entre homens e mulheres; o que quer que seja dito das transgressoras e do tratamento que elas merecem é tipicamente verdade em relação aos transgressores (homens).

Será houve algum conjunto de regras universais feitas para excluir alguns transgressores do tratamento normal? Se o criminoso tem uma história de vida triste, será que ele deve evitar a prisão? Ou será que uma história de doença mental é motivo para não se ir para a prisão? Se sim, então preparem-se para retirar 90% dos transgressores do sexo masculino das prisões e colocá-los dentro da população geral. Sem dúvida que a curto prazo isso iria poupar dinheiro, visto que o elevado custo de manter as mulheres na prisão é um argumento usado pelas feministas para conferir tratamento especial às mulheres. No fundo, este argumento falha o mesmo teste básico de todos os argumentos que militam por tratamento injusto visto: tudo o que possa ser dito das mulheres pode também ser dito dos homens transgressores.

No fundo, algumas pessoas podem debater se a sentença comunitária, em oposição à detenção, é uma "opção suave", e a maior parte da retórica emprega fraseologia tal como "duro esquema comunitário". Um teste simples seria oferecer a cada criminoso sentenciado a escolha de ir para a prisão ou cumprir uma sentença comunitária. É preciso levar em conta que quando chegar a altura do criminoso enfrentar a cadeia, normalmente ele já está suficientemente familiarizado com o sistema de justiça de forma a fazer uma decisão informada. Segundo os apoiantes dos esquemas-específicos-para-as-mulheres, os criminosos não revelariam qualquer tipo de preferência pela sentença comunitária em vez da prisão.

E mesmo que sejam encontradas diferenças na eficácia das sentenças comunitárias para os homens e para as mulheres, isso não mudaria nada. Se ficasse provado que a taxa de reincidência criminosa entre os homens que haviam cumprido uma sentença comunitária era mais elevada, as feministas iriam alegar que isso era uma evidência forte de que o serviço comunitário não era abordagem correcta para os homens. No entanto, se ficasse provado que a reincidência das criminosas era maior entre aquelas que haviam cumprido serviço comunitário, as feministas alegariam que isso era evidência de que as mulheres criminosas precisavam de um apoio maior. Não há forma de vencer esta lógica.

Uma experiência intelectual pode ser usada para esclarecer ainda mais o assunto. Imaginemos que era descoberto que durante os anos 70, na África do Sul, o governo havia declarado que os brancos iriam receber um tratamento diferente dos negros caso ambos levassem a cabo o mesmo crime. Poderia ser alegado que os brancos eram menos susceptíveis de se envolverem em actividades criminosas e que a minoria que se envolvia era tipicamente vitima das dificuldades e da pobreza. Mais ainda, medidas tais como a educação e o serviço comunitário pareciam ser mais eficazes do que a prisão entre os criminosos brancos. Será que serias capaz de viver com isso?


* * * * * * *

Um dos propósitos do feminismo é separar as mulheres das consequências do seu próprio comportamento, elevando assim as mulheres para uma artificial posição de impunidade moral que só lhe faz mal. Esse é um dos propósitos do aborto. Agora, ficamos a saber que as feministas não querem que as mulheres sejam presas, mesmo que cometam exactamente o mesmo crime que os homens. Ou seja, as feministas querem "igualdade" de regalias com os homens, mas não querem igualdade de responsabilidade.

O propósito final disto, obviamente, não é ajudar as mulheres (porque pessoas a quem não são exigidas responsabilidades, mais cedo ou mais tarde, entram em rota de auto-destruição) mas sim destruir ainda mais os relacionamentos entre os homens e as mulheres, causando a que os homens comecem a olhar para as mulheres da mesma forma que todas as pessoas que foram vítimas de injustiça olham para quem beneficiou com a injustiça.



quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Mulheres esquerdistas ricas preferem homens conservadores

Daily Mail

Quando se fala em encontros amorosos e romance, a maior parte das pessoas prefere que o parceiro ou a parceira partilhe das suas visões políticas. Mas parece que quando se fala em dinheiro, esta preferência é colocada de parte. Quase 77pct (porcento) das mulheres milionárias esquerdistas, e 82pct das mulheres milionárias no geral, disseram que "preferem ter uma relação com um homem conservador", segundo a MillionaireMatch.com. "Não quero um homem esquerdista, quero alguém que acredita na família tradicional" disse uma mulher milionária.

Outro motivo por trás desta preferência é a ambição. "Quero um homem que seja ambicioso e os homens esquerdistas não são tão ambiciosos," disse uma mulher milionária, segundo o mesmo site (que alega tentar unir solteiros bem sucedidos).

Aparentemente, as milionárias esquerdistas também são de opinião de que os homens esquerdistas são "menos masculinos". "Dito de forma simples, os homens conservadores são homens de verdade. Eles são provedores, eles são os homens da casa e eles tratam-te como uma mulher", afirmou uma das mulheres.

No entanto, outros eram mais tolerantes afirmando que estavam abertas a outras opções. Uma mulher bem sucedida e solteira disse que "A visão política não interessa quando se está dentro do quarto."

Só 10pct das mulheres milionárias afirmou que preferia um homem esquerdista. Uma delas disse:

Os homens esquerdistas dão mais apoio à mulher e aos seus objectivos. Quero um homem que me dê apoio enquanto em caminho para o topo. Os homens esquerdistas são mais sensíveis e mais pacientes. Quero alguém que me entende e que apoie os meus direitos como mulher.

Concordando com a posição da mulher citada em cima, outra mulher esquerdista disse:

Quero um homem que não force em mim os papéis sexuais tradicionais. Os homens esquerdistas tratam-te como igual, e não há nada de "abrir a porta do carro" que me faz sentir como se estivéssemos nos anos 50.

Darren Shuster, representante de MillionaireMatch.com, culpou os pais destas mulheres pelas suas preferências políticas:

Muitas das mulheres milionárias cresceu em lares conservadores e eram muito próximas aos seus pais (que eram os líderes da família). Embora as mulheres milionárias sejam capazes de tomar conta delas mesmas, elas ainda querem que alguém tome conta delas.

* * * * * * *
Portanto, quando se fala em casamento, os homens esquerdistas preferem as mulheres conservadoras (castas, recatadas e genuinamente femininas) ao mesmo tempo que as mulheres preferem os homens conservadores (mais masculinos e defensores dos papéis sexuais tradicionais).

Parece que, apesar de toda a publicidade e toda a engenharia social, só uma minoria de homens e mulheres tem um interesse genuíno em gerar laços eternos com homens e mulheres esquerdistas; a maior parte dos homens e das mulheres prefere pessoas do sexo oposto que age em conformidade com o seu papel sexual natural.

Biologia supera ideologia.



sábado, 8 de fevereiro de 2014

Tyema Sanchez: "Onde estão os nossos homens?"

Por Jenice Armstrong

Enquanto Tyema Sanchez, de Northern Liberties (Filadélfia, EUA) se vestia, ela considerou cuidadosamente que bolsa levar. Dados os recentes tiroteios e furtos de bolsas, ela ponderou se deveria levar a sua bolsa Louis Vuitton com pequenas tiras.

Devido às circunstâncias, talvez fosse melhor levar a imitação marrom Marshalls com tiras longas que circulam o seu peito e deixam as suas mãos livres.  Melhor ainda, talvez a coisa mais inteligente seria não levar de todo bolso algum, e colocar o seu dinheiro no seu sutiã. Tudo seria melhor que circular pelas estradas com o que foi qualificado como o "bilhete da morte".

As mulheres por toda a cidade estão a ter conversas semelhantes entre si, à medida que Filadélfia cambaleia para fora de mais um roubo/homicídio. O último ocorreu no Domingo de manhã à medida que duas mulheres saíam do clube nocturno Tropical Heat (...) depois duma noite de karaoke. Dois homens em hoodies confrontaram as mulheres por volta das 2:35 da madrugada, roubaram as suas bolsas, dispararam contra elas, matando Melissa Thomas, de 29 anos, e ferindo a sua amiga.

E tudo isto por causa duma maldita bolsa. Sanchez, uma assistente administrativa, afirma:

Ela desistiu mas mesmo assim foi morta. Eram 2:40 de manhã. Ela está a sair do bar. Por volta das duas da manhã muito provavelmente elas não têm assim tanto dinheiro com elas.

Com a sua voz carregada de frustração, Tyema diz ainda:

Onde estão os nossos homens? Porque é que eles não nos estão a proteger? Os homens estão a falhar connosco. Sinto como se nós não estivéssemos a ser protegidas.

Tal como muitas de nós, ela está bastante enraivecida com o que tem estado a acontecer, no entanto ela [Sanchez] está a converter a sua raiva em acção ao tentar alcançar as mulheres locais, apelando para que elas se reúnam com ela, por volta das 9 da manhã, no local onde Melissa foi assassinada como forma de apelar aos oficias da cidade que as protegam. A demonstração recebeu o nome de "Handbags 4 Peace" ["Bolsas pela Paz"]. Mannwell Glenn, consultor político que está a aconselhar Sanchez sobre o evento de Sábado, afirmou:

Este evento centra-se na declaração das mulheres de que já chega. Quando as mulheres ficam zangadas, elas tomam passos para resolver a questão.

Ele ressalvou que o antigo código das ruas, que os ladrões não devem causar danos físicos às mulheres e às crianças, já não é mais seguido. Profundamente enojado com isso, Glenn acrescentou que, "Esta é uma nova geração, e eles não fazem ideia nenhuma."

Segundo a polícia, nos últimos dois meses três mulheres foram baleadas por ladrões que queriam o que elas tinham nos bolsos. Na Quinta-Feira um homem foi baleado quando perseguia homens que haviam roubado a carteira da sua namorada.

Escrevendo numa página do Facebook para um grupo de defesa que ela fundou no ano passado (com o nome de Pink Soldiers), Sanchez escreveu:

Eu não me deveria vestir de manhã com medo de que o meu bolso venha a ser um bilhete para a morte.

No dia 19 de Janeiro, Amber Long, de 26 anos, foi fatalmente baleada depois de se recusar a entregar o seu "bilhete da morte". Por volta das 10:30 da noite, ela e a sua mãe caminhavam  na direcção do carro quando foram abordadas por dois homens. Um dos homens estendeu a mão para bolsa da Amber enquanto o outro estendeu a sua para a carteira da sua mãe. Amber levou um tiro no peito feito com uma arma de pequeno calibre, e 45 minutos depois foi declarada morta. A bolsa que ela trazia consigo havia sido comprada nesse dia por 14 dólares.

Michelle Martin, cuja escola "Urban Racing" está a pouca distância do local onde Amber foi mortalmente baleada e que, para além de ter parado de andar com uma bolsa, guarda o seu dinheiro e a sua identificação no bolso de trás, afirmou:

Por vezes ficamos com a ideia de que andamos com um alvo em nós. Será que eles pensam que nós andamos por todo o lado com milhares de dólares? Eu não ando. Nós temos maquilhagem e temos lenços. Eu não entendo o que eles pensam que nós temos nas nossas bolsas que vale tanto dinheiro para eles.

No incidente de Quinta-Feira em cima mencionado, um homem de 24 anos e a sua namorada de 23 anos tinham acabado de sair da sua casa, na "26th Street" perto da "Lehigh Avenue", por volta das 11:53, quando um ladrão agarrou na bolsa da mulher. Quando o namorado o perseguiu, um segundo homem disparou sobre o seu peito. Ele já recebeu, no entanto, alta do "Temple University Hospital".

No seguimento do que tem estado a acontecer, Sanchez parou de andar com o seu iPad e o seu portátil (...) com medo que ambos sejam roubados. Mas no Sábado, ela espera que a demonstração traga mulheres usando as suas malas, até as de marca.

A bolsa faz parte dos nossos acessórios. Como uma mãe, eu levo comigo os medicamentos da minha filha, tudo o que é dela, os seus brinquedos e tudo o que ela precisa para superar o dia. E, honestamente, se alguém me roubar a bolsa, tudo o que levarão é uma mala cheia de contas.

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Comentário de Vox Day:

Mas o que foi que aconteceu com todas aquelas mulheres fortes e independentes que são iguais aos homens? É sempre divertido observar a forma como as pretensões femininas de igualdade desaparecem mal o perigo se faz presente. Há já 40 anos que os homens são atacados com propaganda que lhes diz que esses códigos estão ultrapassados. Eles foram ensinados deste a creche que os homens e as mulheres são exactamente iguais, logo, as mulheres não se podem admirar quando os homens param de tratá-las com luvas, e começam a atacá-las tal como eles atacam outros homens.

Para além disso, elas não se podem surpreender quando os homens não fazem qualquer tipo de esforço para as proteger ou correm riscos para as defender.

Se tu queres a minha protecção, então tens que estar pronta para admitir que não és igual a mim, que não estás ao mesmo nível que eu. Para além disso, tens que subscrever aos tais códigos do passado.

As pessoas não podem apelar para aquilo que não existe. Os homens não falharam perante as mulheres, as mulheres é que rejeitaram os códigos antigos e a protecção masculina associada a esses códigos sem levarem em conta as consequências.

Resumindo: a mulher moderna quer desfrutar dos benefícios da "liberdade" sem levar em conta a responsabilidade associada a essa "liberdade". 

Se a mulher moderna realmente subscreve a noção de que os papéis sociais associados aos sexos são "construções sociais" (e, historicamente, um dos papéis sociais atribuídos aos homens era o de garantir a segurança das mulheres), então elas não se podem espantar quando a sociedade "constrói" um novo papel social para o homem, papel esse onde o homem já não tem responsabilidade nenhuma perante as mulheres.

E Mannwell Glenn está errado quando diz que "Esta é uma nova geração, e eles não fazem ideia nenhuma"; pelo contrário. Os homens sabem exactamente o que fazem, e o que estão a fazer é a agir de uma forma menos masculina (isto é, menos protectora) porque foi-lhes dito que havia uma relação entre a masculinidade e o estupro.





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