Mostrar mensagens com a etiqueta Maçonaria. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Maçonaria. Mostrar todas as mensagens

sábado, 9 de junho de 2018

A maçonaria e o genocídio

A maçonaria ofereceu ao mundo estas revoluções sangrentas:

- O assassinato de 17 mil sacerdotes (padres) e 30 mil religiosos durante o ano 1789, primeiro ano da Revolução Francesa;

- A morte de 250 mil Católicos durante a Batalha de Vendéia entre os anos de 1793 e 1796 (1/4 de milhão de Católicos em apenas 3 anos) somente porque rejeitaram e resistiram à república maçónica, quando os maçons derrubaram a Monarquia Católica;

- Financiou a Revolução comunista na Rússia em 1917;

- A morte de 30 mil Cristeros (Católicos) no México entre os anos de 1926 e 1929;

- O assassinato de meio milhão de Católicos entre os anos de 1936 e 1939 durante a Revolução Comunista na Espanha;

- A maçonaria utilizou a república para destronar os Reis Católicos e levar o caos ao povo Cristão para que posteriormente pudesse implantar o seu liberalismo sobre os escombros, e levar à apostasia as nações!

Nota:

- Karl Marx escreveu o Manifesto Comunista de 1848 a mando da maçonaria; ele era maçom do grau 31;

- Lenine entrou na maçonaria em 1914 na loja mais subversiva: Das Nove Irmãs;

- Trotsky em 1917 entrou na maçonaria judaica na loja B'nai B'rith.

Além de tudo isto, a maçonaria está por trás do financiamento e promoção do aborto da união homossexual, através do alto escalão da NOM (Nova Ordem Mundial).

Fonte: http://bit.ly/2JpdTY7
-----------------------

domingo, 8 de outubro de 2017

A seita da "igualdade"

Posso resumir os últimos duzentos anos da história a Europa da seguinte forma: a revolução Francesa, e o fermento intelectual que a precedeu, deram origem a uma nova religião, a Religião da Igualdade.

Os dogmas desta religião podem ser progressivamente destilados até que se chegue a uma única proposição: todos os indivíduos são intercambiáveis; homens/mulheres, classe operária/classe abastada, homossexuais/heterossexuais, Britânicos/Polacos, Europeus/Africanos, Cristãos/Muçulmanos - todos são intercambiáveis segundo os cultistas da Igualdade.

O genocídio que está a ser presentemente infligido aos povos Europeus encontrava-se implícito desde que a ideologia da Igualdade foi formulada durante o século 18. Afinal de contas, o genocídio, a matança de povos, implica que tais povos, que são colectividades de indivíduos com as suas qualidades distintas, existam.

Mas o dogma central da religião da igualdade, nomeadamente de que os indivíduos são intercambiáveis, implica a inexistência de tais povos. Se os indivíduos são intercambiáveis, como é que os grupos de povos podem ter qualidades distintas?

Tendo como base o seu dogma, os aderentes da seita da Igualdade, têm, durante os últimos 200 anos (e ainda continuam  fazê-lo), exigido a transformação das sociedades nas quais eles vivem. Aqueles que resistiram, foram estigmatizados como "malignos".

Devido ao facto dos seus adversários serem taxados de "malignos", eles (os religiosos igualitários) não sentem qualquer tipo de remorso em suprimi-los, silenciá-los, aprisioná-los ou assassiná-los. Nós temos visto esta forma de agir desde os dias da Revolução Francesa até aos dias actuais.

O que aconteceu na Espanha, durante a guerra civil, nada mais foi que uma revolução Jacobina que provocou uma contra-revolução, tal como os Jacobinos esperavam. Eles pura e simplismente subestimaram a força da contra-revolução que, por fim, os derrotou e fez retornar os seus projectos de transformação.

As acções do establishment político dos nossos dias, a busca implacável pela deslegitimização dos adversários políticos - invocando mantras tais como "discurso de ódio", "racismo", "islamofobia" - e pela supressão da oposição através da ilegalização dos partidos adversários - negando-os financiamento, e infiltrando-os para os perturbar a partir do seu interior - e em alguns casos (tal como aconteceu na França à Frente Nacional), pela alteração das leis eleitorais com o propósito específico de os excluir, exibem paralelos óbvios com as acções do establishment esquerdista nos dias que antecederam a guerra civil Espanhola.

De facto, é mais do que óbvio que foram essas forças anti-democráticas que causaram a guerra civil. O que as suas acções irão causar nos dias actuais é algo que ainda vamos ver.

Modificado a partir dum comentário do blogue "Vox Populi"

* * * * * * *
Nota Informativa: Como já foi referido há algumas semanas atrás, o Facebook esmerou-se na arte de banir e apagar as contas do dono deste blogue (por "discurso de ódio" e por "racismo"), e como tal, o mesmo tomou a decisão de se afastar dessa rede social. O Lucas pode ser encontrado no Medium a comentar eventos actuais e partilhar pequenos trechos que foram publicados ou estão a ser traduzidos.

------------------------------


- Medium.com

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Como os Republicanos Maçónicos Mataram o Rei de Portugal

Título Original: "Regicídio – Mataram O Rei Duas Vezes"

A Carbonária foi uma organização terrorista secreta e armada, oriunda de Itália, e que se instalou em Portugal em 1822, liderada por Luz de Almeida a partir de 1898, que alistava grupos de civis que treinava nas técnicas de combate urbano e anarquista e procedia ao recrutamento de fidelidades nos quartéis entre os soldados e os sargentos. Apoiada pelo próprio grão-mestre do Grande Oriente Lusitano Unido, lançou-se mesmo em atentados bombistas como os do anarquista João Borges.

Era paralela da Maçonaria, embora sem vínculo orgânico à Maçonaria Portuguesa, não obstante utilizava algumas lojas do então Grande Oriente Lusitano Unido para aquartelar os seus órgãos superiores, os seus membros eram na maioria também maçons, e colaborou oficialmente com esta Obediência para a tentativa de revolução republicana falhada de 28 de Janeiro de 1908 – conspiração urdida pelos republicanos, pela Carbonária e pelos dissidentes progressistas -, para o Regicídio de 1 de Fevereiro de 1908, e, para a implantação da República, em 5 de Outubro de 1910.

A Carbonária era uma organização política, mas de cariz armado, uma espécie de brigada de artilharia, inimiga da Monarquia, do clero e das congregações religiosas. A Carbonária impunha aos seus filiados que ‘possuíssem ocultamente uma arma com os competentes cartuchos’.

O órgão supremo da Carbonária Portuguesa era a Venda Jovem-Portugal, tão secreta que os seus membros não se conheciam uns aos outros e que apenas se reunia em caso de deliberações importantes. O seu Presidente honorário era o Grão-Mestre eleito na Venda Jovem-Portugal e mais quatro Bons Primos nomeados e escolhidos por este de entre os membros da Carbonária Portuguesa. Este era o órgão de gestão da Carbonária Portuguesa e o seu pólo dinamizador principal.

Na Carbonária havia quatro graus: Rachador, Aspirante, Mestre e Mestre Sublime. Os filiados tratavam-se por Primos e por Tu, havendo entre eles sinais de reconhecimento e palavras especiais, e, nas sessões apresentavam-se sempre todos de capuz geralmente negro ou com a cara encarvoiçada, para dificultar a exposição dos chefes, mas os quais, todavia, conheciam os seus homens. 

O estandarte carbonário era vermelho e verde e nele estava representado um Estrela de Cinco Pontas, que encima o Globo Terrestre e três pontinhos, dispostos em forma triangular com o vértice na parte inferior.

Do lado político das conspirações formou-se ainda um comité revolucionário composto pelos dissidentes do Partido Progressista, Visconde da Ribeira Brava e Alpoim, e, os republicanos Afonso Costa e Alexandre Braga, entre outros e que era conhecido pelo Grupo dos 18. Prepararam então a revolução.

Tudo servia de desculpa para denegrir o governo e o Rei: a maior das crises políticas, que El-Rei Dom Carlos I enfrentou foi, logo no início do seu reinado, o Ultimato britânico de 1890 usado pelos republicanos para inflamar a insatisfação popular e acicatar o ódio à Família Real Portuguesa. 

O Reino Unido apresentou a Portugal o Ultimato britânico de 1890, que intimava o desígnio expansionista de Portugal, concretizado no Mapa Cor-de-Rosa a desocupar os territórios compreendidos entre Angola e Moçambique num curto espaço de tempo, caso contrário seria declarada a guerra entre os dois países. 

Assim se perderam importantes áreas e a propaganda republicana aproveitou o momento de grande alvoroço nacional para responsabilizar a Coroa pelos reveses no Ultramar. Em 31 Janeiro de 1891, no Porto deu-se mesmo um golpe republicano, mas que foi debelado.

O que a propaganda republicana não divulgava, pois não lhes interessava, foi o papel do Rei que soube inverter a conjuntura e, fruto do seu exímio dom diplomático instalou Portugal no centro da diplomacia europeia da primeira década do século XX; a questão dos adiantamentos, isto é, das supostas dívidas da Casa Real ao Estado; a greve académica de Coimbra em Março de 1907, com o falso pretexto da reprovação de um candidato a Doutoramento em Direito; que João Franco governava em ditadura – ora acontece que depois de quebrado o apoio dos progressistas, passou a governar à turca, mas tratou-se de uma ditadura apenas administrativa, pois era impossível governar com o Parlamento que não funcionava; havia forte especulação de que Dom Carlos I intervinha muito na governação, ora, por causa da inoperância das instituições, designadamente o parlamento enredado no quiproquó do rotativismo, o Rei era, na prática, obrigado a exercer o poder real por vezes de forma significativa, embora sujeito pela Constituição a actuar no conselho do Gabinete – ou isso ou o País parava enredado no jogo rotativista! D. Carlos, foi até menos intervencionista que o regente D. Pedro, depois de 1834, ou que D. Maria II e Dom Pedro V.

De resto, os inimigos da Coroa, menos que uma ditadura, temiam a hipótese de uma nova forma de reinar, capaz de confirmar um caminho novo para o regime, limpo de toda a ferrugem que encardia a engrenagem da máquina. 

Aliás, tudo parecia resolver-se, até porque o partido de João Franco alcança os acordos indispensáveis com os círculos eleitorais de maneira a garantir a desejada maioria, e são marcadas eleições para o parlamento, o que poria fim à ditadura administrativa e permitiria regressar a um cenário de normalidade e equilíbrio parlamentares.

A Família Real encontrava-se em Vila Viçosa desde 6 de Janeiro, no Paço Ducal dos Braganças, e que era tanto do gosto do Rei que apreciava o bucolismo e a vida simples e rural. Só Dom Manuel, após uma curta estadia, apressara a sua vinda para Lisboa com o objectivo de se preparar para os exames da Escola Naval.

Dia 28 de Janeiro de 1908 foi a data escolhida pelo comité revolucionário para a revolução pelas armas, mas um inconfidência de um dos conspiradores fez chegar a notícia da sublevação às autoridades que actuaram de imediato: António José de Almeida, Luz de Almeida, João Chagas, França Borges, João Pinto dos Santos e Álvaro Poppe foram presos imediatamente.

Afastados estes, a chefia e orientação do coup recaiu sobre Afonso Costa, mas com a rápida intervenção das forças da ordem comandadas pelo general Malaquias de Lemos, acabou detido juntamente com Egas Moniz e o Visconde da Ribeira Brava de armas na mão, no Elevador da Biblioteca, de onde contavam chegar à Câmara Municipal para proclamar a república. 

José Maria de Alpoim conseguiu fugir para Espanha. As tropas por agora mantiveram-se fiéis ao regime e Machado dos Santos não conseguiu sublevar o quartel da Marinha em Alcântara, nem Cândido dos Reis apoderar-se do cruzador São Miguel.

João Franco extrapola e decide usar mão-de-ferro preparando um decreto-lei de excepção vaticinando o exílio para o estrangeiro ou a expulsão para as colónias, sem julgamento, de indivíduos que fossem pronunciados em tribunal por atentado à ordem pública e segurança do Estado. El-Rei hesitou, mas reflectindo, após insistência de Franco anui: ‘Cada vez temos mais necessidade acabar com agitação. Aprovo resolução tomada’. 

Dom Carlos I
Dom Carlos assina o Decreto de 31 de Janeiro que prevê a deportação dos que atentassem contra a segurança do Estado. O Monarca terá, então, dito:  ’assino a minha sentença de morte!’.

Mesmo assim decide regressar a Lisboa no dia seguinte, para não pensarem que o Rei se escondia.

Quem não parara de se movimentar na sombra era a Carbonária que, com a conivência do mencionado comité revolucionário, urdia um atentado para assassinar a Família Real desde 1907, data em que, numa deslocação a Paris, um grupo de republicanos decidira numa reunião com revolucionários anarquistas franceses assassinar o presidente do Conselho e o Monarca português

Houve depois vários encontros para preparar o atentado, sendo o último na madrugada desse dia 1 de Fevereiro de 1908, nos Olivais, onde uns primos da Carbonária, simultaneamente membros de uma loja maçónica não regularizada, decidem avançar com a impiedade. Decidem assassinar, primeiro o Rei Dom Carlos I, depois o Príncipe Real Dom Luís Filipe, depois o Infante Dom Manuel e, finalmente, a Rainha Dona Amélia.

O REGICÍDIO

A Família Real deixou Vila Viçosa às 11h00 de 1 de Fevereiro de 1908 e Dom Carlos I, Dona Amélia e Dom Luís Filipe viajaram de comboio até ao Barreiro onde apanharam o vapor Dom Luís.

Estava uma tarde linda, solarenga e vestida de azul, Dom Manuel, o Infante Dom Afonso, os conselheiros que compunham o governo e vários dignitários e áulicos da Corte, esperavam no cais fluvial de Lisboa o vapor que trazia a Família Real. Dom Carlos I, Dona Amélia e Dom Luís Filipe desembarcam às 17h10m no Terreiro do Paço. Dona Amélia é oblatada com um ramo de flores por uma rapariguinha, Dom Carlos desce de seguida e combina com João Franco reunião no Paço. 

Trocam-se rapapés vagarosos entre Dom Carlos e o Ministro da Guerra Vasconcellos Porto, e Dom Luís Filipe, o último a descer, vai entretendo boa parte dos 80 elementos que os esperavam, até que o Conde de Figueiró faz saber que as carruagens estavam prontas – pois, ao contrário da insistência do estribeiro-menor Coronel Alfredo Albuquerque, El-Rei decidira que seguiria num laudau de capota descida, prescindindo, dos automóveis.

Sobem a carruagem aberta que os levaria às Necessidades. De acordo com o Protocolo, Dona Amélia subiu primeiro e ocupou o lugar à esquerda de frente, Dom Carlos o da direita, Dom Manuel de costas à esquerda e Dom Luís Filipe defronte ao Rei.

O cortejo saiu da estação e evoluía em marcha lenta com a carruagem real à frente e sem grandes medidas de segurança, com uns batedores a cavalo tomando a dianteira e o oficial às ordens a cavalo a ladear o Rei. O laudau seguia, um pouco destacado da comitiva, já nas arcadas à esquerda e quando, quase a dobrar para a Rua do Arsenal, nas arcadas do Ministério da Fazenda, ouve-se um tiro e um grito de ordem: ‘A Eles!!!’ Era a Carbonária!!!!!!

O Duque de Beja, o Infante Dom Manuel, olha perscrutante e repara num indivíduo de densas barbas negras e de varino, no passeio: era o Manuel Buiça! O facínora de olhar vítreo abre o capote e retira uma carabina, atira as faldas do varino para os ombros e corre numa fúria homicida a aproximar-se da carruagem; já na rua ajoelha-se à forma de atirador – com um joelho no chão e a coronha da Winchester 1873, encostada ao ombro! Manuel dos Reis Silva Buiça, professor primário, fixou o olhar duro e frio no Rei e disparou usando como alvo a gola vermelha do capote do pequeno uniforme de Marechal-General do Exército que o Rei envergava!


A poderosa bala de calibre 44 acerta em cheio no Rei Dom Carlos, atravessando-lhe o corpo, fracturando a coluna vertebral e saindo pelo maxilar inferior, o Rei faz um esgar, mas abate-se de seguida, morto. Buiça continua a fuzilar El-Rei, o que faz o Príncipe Real, já recuperado do espanto sacar do Colt e disparar 3 tiros na direcção dos cinco terroristas – parece que atingiu José Nunes; Alfredo Costa surge por trás do Rei e dispara-Lhe sobre a nuca, depois coloca o pé direito no apoio de subida do landau e eleva-se ficando ao nível da Família Real, disparando sobre o corpo inerte e tombado de costas do Monarca português.

Dom Luís Filipe dispara sobre o terrorista, mas os solavancos fazem-no errar o alvo. Enquanto isso, a Rainha Dona Amélia aos gritos de ‘Infames!’, armada do ramo de flores ofertado à chegada pela criança, flagelava corajosamente o Costa, mas em vão, pois Alfredo Luís Costa vira-se para o Príncipe Real e dispara-lhe em cheio no esterno, mas não mortalmente.

 O Príncipe Real não nega a sua varonia e corajoso descarrega os restantes 4 tiros no Costa que cai morto da carruagem.

Ao ver isso, o Buiça que continuava a espingardearia atingindo Dom Manuel no braço direito, vira-se para Dom Luís Filipe e dispara sobre o já jovem Rei, que não reinaria, pois é atingido em cheio na face esquerda com uma bala que atravessa a cabeça e que sai pela nuca, matando-o. Estava consumado o magnicídio!

O tenente Francisco Figueira trespassou, então, o Buiça com a espada e pôs-lhe um fim. Ainda restavam três terroristas, mas graças à acção do Marquês de Lavradio e do Visconde de Asseca que se colocam a servir de escudo e do sangue-frio do cocheiro Bento Caparica, que mesmo ferido, à brida toda dispara os ginetes em direcção ao Arsenal, os intentos assassinos dos carbonários não conseguem completar o plano gizado e Dom Manuel e Dona Amélia sobrevivem. Os outros carbonários, acabaram, também, às mãos do sabre ou da pistola da guarda.

Uma mulher do povo exclama: ‘Mataram agora o Rei!’ ‘Mataram o Rei! Mataram o Príncipe Real!’, eram 17h20m, a terrível notícia espalha-se pela capital.

Estava consumada a tragédia do Regicídio! João Franco e Vasconcellos Porto, corriam a pé atrás da carruagem real!  A Monarquia estava ferida de morte pelos golpes desta tragédia!

‘O meu Pai… o meu Irmão!!!!’

O Rei morreu… duas vezes!!! Dom Manuel era o novo Rei, obrigava-o o dever do trono e destino dos Reis… reinar sobre a morte de quem lhe deu vida!

Miguel Villas-Boas – Plataforma de Cidadania Monárquica

Fonte:  http://bit.ly/2gdmM9s

* * * * * * *

Para desgraça da nação Lusitana, as sementes maçónicas semeadas por esta altura germinaram e tomaram por completo conta de Portugal nos últimos 40 anos, o que explica a decadência e o crescente endividamento dos Portugueses.
------------------------------


- Minds.com
- Gab.ai
- Medium.com

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Polícias Franceses manifestam-se contra a traição

Há 2 dias atrás, dois polícias que se encontravam a patrulhar uma zona "No-Go" (uma daquelas que deixaram de existir mal o Trump falou nelas) foram atacados com cocktails molotov por cerca de 40 jovens não-brancos. Um dos polícias ainda se encontra em estado grave.

O ministro do interior, o globalista e pró-invasão afro-islâmica Bernard Cazeneuve, saudou o "profissionalismo" e a "compostura" dos dois polícias visto que eles não usaram as armas para se defenderem dos ataques.

Visto que o seu "patrão" lhes disse que eram melhor eles morrerem do que ferirem ou matarem os criminosos não-Europeus, os polícias começaram a levar a cabo demonstrações um pouco por toda a França.

Neste vídeo podemos ouvi-los a gritar "Maçons na cadeia!"; cerca de 99% dos políticos Franceses pertencem à maçonaria e estão constantemente a promover o genocídio Branco através da imigração não-Branca.


Claramente, a elite globalista está muito confiante nos seus métodos de "controle" das massas. Vamos ver como as coisas vão acabar.



sábado, 24 de setembro de 2016

O paganismo da elite mundial

Ai dos Estados Unidos cuja elite está cheia de adoradores de Satanás e de servos conscientes do mal. Eles admitem ser controlados por Satanás, o deus deste mundo (2 Cor 4:4), e ele controla-os através do oculto (isto, organizações "ocultas").

O Senhor Jesus disse "nada fiz em segredo" (João 18:20) porque Ele nada tinha a esconder. Porque é que existe um tal secretismo em relação aos líderes da nação? O que é que eles escondem? Porque é que eles não querem que saiba a quem eles servem?

O grupo "Skull and Bones" é demoníaco, tal como o é a maçonaria. Quase 2,000 de oficiais governamentais, magnatas empresariais, e outros ilustres - homens com poder para moldar o futuro - reúnem-se todos os meses de Julho numa floresta de sequóias 65 milhas a norte de São Francisco. O encontro inclui um ritual sombrio que exibe a queima druida duma efígie, cânticos feitos por parte dum coral vestido com robes, bebida desenfreada e promiscuidade.

O bizarro ritual pagão do "Bohemian Grove" - a cerimónia "Cremation of Care" - é practicado por todos os seus membros (todos homens), incluindo ambos os presidentes Bush, Bill Clinton, Ronald Reagan, Alan Greenspan, Richard M. Nixon, Jimmy Carter, Walter Cronkite, Colin Powell, e Henry Kissinger, só para nomear alguns. O encontro decorre todos os meses de Julho e crê-se que Obama e John McCain tenham visitado o "Bohemian Grove" em Julho de 2008.

A divindade Cananéia Moloque era adorada na Grécia, na Babilónia e mais tarde na Europa [ed: isto demonstra o ridículo de alguns neo-pagãos anti-Cristãos que acusam o Cristianismo de ser uma religião "não-europeia", ao mesmo tempo que adoram deuses oriundos do Médio Oriente].

Moloque é normalmente simbolizado como um touro, ou como uma coruja, ou como algum outro tipo de criatura com chifres, e normalmente crianças são sacrificadas em sua honra.

Esta religião é a precursora de todos os cultos da morte.

Qual é o propósito disto tudo - isto é, de realizar uma congregação e levar a cabo rituais Cananeus imitando sacrifícios humanos? Nada mais é que uma forma de unir a elite em torno dum propósito comum.

A elite mundial tem uma religião comum, mas em público eles promovem a "pluralidade religiosa" e a "tolerância".

Nesta cerimónia, uma coruja com 40 pés é adorada, e uma figura com aparência humana é sacrificada na efígie. O oculto [isto é, o paganismo] sempre esteve associado à idolatria e ao Satanismo. David Rockefeller também faz parte deste grupo Satânico, e o próprio Arnold Schwarzenegger já tomou parte nele.

Acredita-se que o "Bohemian Grove" seja uma ramificação do "Skull and Bones" da Nacional Socialista.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2d1FVqc



* * * * * * *

Como geralmente acontece neste tipo de notícias, os intelectualmente preguiçosos irão rejeitar tudo o que foi dito usando a tradicional falácia genética (baseando-se em Alex Jones para isso). Mas quem realmente busca a verdade das coisas, irá ver que há algo de estranho em relação a isto, posição que é solidificada se levarmos em conta a forma como membros da elite Americana reagem quando são questionados em relação ao Bohemian Grove.

O que isto parece significar é que a promoção do "secularismo" e dos movimentos anti-Cristãos no ocidente não são feitos como etapa para o estabelecimento duma cultura sem religião, mas sim com  o propósito de estabelecer uma religião [pagã] subserviente aos interesses da elite.

Como sempre, o Cristianismo é a única força ideológica que se encontra em oposição aos interesses da elite globalista-maçonica-pagã.



quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Maçonaria: Duas Organizações - Uma Visível, Outra Invisível

Por Harry J. (citando David Bay)

Nós frequentemente vemos evidências do quão intrincada a Maçonaria se encontra com a agenda a Nova Ordem Mundial. Quando se faz isso, vale a pena levar em conta o artigo citado embaixo, que demonstra a forma como a Maçonaria tem ao mesmo tempo um núcleo externo, do qual pertence a maioria dos Maçons, e um núcleo interno secreto, que a maioria dos Maçons nem sabe. É este núcleo interno Luciferino (e provavelmente psicopático) que está a causar tantos problemas à humanidade (...).

.....

Sub-Titulo: Este é um pequeno artigo que eu espero que seja lido por todos os Maçons antes deles começarem a ler um outro artigo nosso. Há por aí uma organização Maçónica a qual a maior parte de vocês nem conhece, mesmo que sejam Maçons de 33º Grau.

Nós temos recebido com frequência emails de Maçons totalmente angustiados com os nossos artigos que caracterizam a Maçonaria como Satânica. Eles proclamam honestamente que esta NÃO é a realidade do que ocorre na sua Loja; para além disso, dizem eles, eles são Maçons de 32º ou 33 Grau, e certamente que saberiam o que a Maçonaria é e o que ela não é; e eles corajosamente proclamam: a Maçonaria NÃO é Satânica.

Ambos estamos certos; Vocês estão certos ao proclamar que a Maçonaria não é Satânica, tal como como vocês a practicam na vossa Loja, e nós temos razão quando afirmamos que a Maçonaria é Satânica no seu núcleo, e que ela milita de forma valente para a instalação do Cristo da Nova era [o Anti-Cristo].

De que forma, então, é que podemos os dois estar certos? Dito de forma simples, a Maçonaria é uma organização dentro doutra organização. Uma organização é deliberadamente mentida e enganada com uma interpretação falsa, enquanto que a organização interna sabe qual é Verdade espiritual da Maçonaria, e aceita-a com o coração, com a alma e com a mente.

DESCRIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO DA MAÇONARIA

Prestemos atenção ao autor Maçónico Manly P. Hall a descrever esta organização bi-dimensional da Maçonaria. A Maçonaria é composta por duas organizações distintas - uma visível e outra invisível e Hall descreve-as. [Hall foi honrado pelo "Scottish Rite Journal" que o chamou de "O Ilustre Manly P. Hall" em Setembro de 1990, para além de o chamar também de "O Maior Filósofo da Maçonaria", dizendo que "O mundo é um lugar melhor devido a Manly Palmer Hall, e nós somos melhores pessoas por o termos conhecido e por termos conhecido o seu trabalho"]. Isto foi o que Manly P. Hall disse:

A Maçonaria é uma fraternidade dentro doutra fraternidade - uma organização externa a esconder a irmandade interna composta pelos eleitos. ... É necessário estabelecer a existência destes duas, mas interdependentes, ordens - uma visível e outra invisível. A sociedade visível é uma camaradagem esplêndida de homens "livres e aceites", intimados a dedicarem-se a preocupações éticas, educacionais, fraternas, patrióticas e humanitárias.

A sociedade invisível é a fraternidade mais secreta a mais Augusta [definido como "com dignidade majestosa, grandeur"] cujos membros se encontram dedicados ao serviço dum misterioso arcannum arcandrum [definido como "secreto, um mistério"] [Hall, Lectures on Ancient Philosophy, p. 433]

Muitos homens bem intencionados são membros deste sociedade visível sem saberem da existência da sociedade interna invisível. De facto, Albert Pike tinha algums coisas a dizer sobre os irmãos da sociedade visível:

A Maçonaria, tal como todas as religiões, todos os Mistérios, o Hermetismo e Alquimia, esconde os seus segredos de todos, excepto para os Adeptos e Sábios, ou os Eleitos, e usa falsas explicações e falsas interpretações dos seus símbolos para enganar aqueles que só merecem ser enganados; para esconder a Verdade, que ela chama de luz, e afastar as pessoas dela." [Morals and Dogma, p. 104-5, 3rd Degree]

Prestaram atenção às palavras de Pike? Afinal de contas, a Maçonaria é uma religião, seguindo na ordem dos Mistérios Satânicos, da igualmente Satânica Filosofia Hermética, e da Alquimia. A Maçonaria esconde os seus segredos dos seus irmãos que se encontram na sociedade visível externa, independentemente do seu escalão; só os Eleitos da sociedade interna invisível é que sabem da verdade. Os pobres irmãos da sociedade visível são alimentados com "falsas explicações e falsas interpretações" dos seus símbolos; e porquê? Porque os coitados da sociedade visível "merecem ser enganados".

Se no princípio da sua relação com a Maçonaria um homem fosse conhecido por reverenciar o Senhor Jesus Cristo, ele seria imediatamente afastado para a sociedade visível, e nunca ficaria a saber da verdade. Tu nunca serias considerado um Adepto ou um Sábio, ou um dos Eleitos, visto que esses termos encontram-se reservados para os membros da sociedade invisível. Tu serias um daqueles que são propositadamente enganados em relação às doutrinas da Maçonaria, e receberias falsas interpretações dos símbolos de modo a que fosses levado a pensar que sabias da Verdade.

Pike completa então as suas instruções de enganar intencionalmente os membros da sociedade visível dizendo: "Portanto, a Maçonaria esconde invejosamente os seus segredos e intencionalmente desencaminha os interpretadores vaidosos." [Ibid., p.105] Os membros da sociedade visível são identificados como as "massas", e tu fazes parte dos 95% de todos os Maçons. Prestemos atenção ao que Pike diz em relação a dizer a verdade da organização às 'massas':

Um Espírito que ama a sabedoria e observa a Verdade de maneira próxima, é forçado a mascará-la de modo a induzir as multitudes [isto és tu] a aceitá-la. ... É necessária a ficção para as pessoas, e a Verdade torna-se mortífera para aqueles que não são suficientemente fortes para contemplá-la com todo o seu brilho. [Morals and Dogma, p. 103, 3rd Degree]

Se a pessoa não é capaz de aceitar a Verdade nuclear de que a Maçonaria secreta adora e serve a Satanás, então tal verdade torna-se "mortífera" para ti. Logo, é necessária a "ficção" de modo a que os Maçons visíveis não fiquem devastados, abandonem a Maçonaria e revelem os seus segredos internos.

Um livro recente fala também destas duas organizações. David Ovason, um conhecido astrólogo, escreveu um livro (publicado em 1999) com o título de "The Secret Architecture of our Nation's Capital:  The Masons and the Building of Washington, D.C".

Este livro não é uma livro anti-Maçonaria; de facto, ele é um livro seguinte que é seguido por outro altamente enaltecedor escrito por não outro que C. Fred Kleinknecht, Maçon de 33º Grau, Soberano Grande Comendador, O Conselho Supremo, Grau 33º (Conselho Mãe do Mundo), Jurisdição do Sul, U.S.A., Washington, D.C.

Por outras palavras, as conclusões do seu livro são altamente valorizadas por aquele que é um dos Maçons mais importantes do mundo actual. Veja-se o que este livro diz sobre a Maçonaria.

Depois de falar da "viagem cósmica astral em termos Maçónicos", Ovason fala do significado dos símbolos Maçónicos mais comuns:

Bromwell injectou um nível profundo de esoterismo para dentro dos símbolos de aparência branda presentes nas Lojas. Estes proliferam nas assim-chamadas placas de seguimento e nas carpetes ... usadas pelos Maçons-Mestres como forma de demonstrar os símbolos Maçónicos aos neófitos. Quando não são usados como instrumentos educacionais, as placas de seguimento e as carpetes continuam a ser símbolos da Loja - tanto da forma interna [da Loja} como da forma externa do Ofício. [Page 99]

Portanto, David Ovason admite que a Maçonaria tanto tem a sociedade "interna" [invisível] como a "externa" [visível]. E Albert Pike proclamou corajosamente que os "neófitos" são deliberadamente ensinados com mentiras em relação aos símbolos.

O escritor da Nova-Era Bill Cooper disse o seguinte em relação a estas duas fraternidades - uma dentro da outra:

A maior parte dos membros da Maçonaria não estão cientes de que os Illuminati practicam o que é conhecido como "segredos dentro de segredos" ou organizações dentro de organizações. [Behold A Pale Horse, p. 79]



quarta-feira, 27 de maio de 2015

O Dólar Maçónico

Por Laura Wood

Embora a implantação da educação pública e secular tenha sido historicamente um dos propósitos do movimento secreto anti-Cristão com o nome de Maçonaria, que reclama para si figuras tão importantes tais como George Washington e Benjamin Franklin, é interessante notar que as crianças sejam ensinadas quase nada sobre esta seita poderosa e sobre a sua influência junto dos fundadores dos Estados Unidos.

Quantos estudantes aprendem sobre o Grande Selo e o simbolismo presente na nota do dólar? Nunca fui ensinada nada sobre isso. Mas, também, essa é a forma como supostamente as coisas devem funcionar.

A construção da Nova Ordem Mundial, ou da Novus Ordo Seclorum, tal como ela chamada no dólar - uma ordem onde a religião  genuína é abolida e onde todas as nações do mundo são combinadas numa irmandade universal segundo os princípios Maçónicos, uma ordem onde os dias de festa em honra de heróis da santidade tais como São José são uma memória distante - requer sigilo.

Consequentemente, quase todos os dias, o Grande Selo passa pelas nossas mãos e nós estamos ignorantes do seu sinistro significado. Os Maçons gostam de chamar de "teóricos da conspiração" qualquer pessoa que realmente veja o significado - uma repreensão bem eficaz visto que os Americanos bem intencionados e sociáveis não querem ser vistos como malucos.

Os símbolos do Grande Selo, que estão presente na nota do dólar, claramente têm o propósito de incorporar as crenças daqueles que fundaram os Estados Unidos da América. O actual design do Grande Selo foi aprovado pelo congresso no dia 20 de Junho de 1782, e o selo foi introduzido na nota do dólar em 1935. O uso contínuo e  oficial dos símbolos Maçónicos nos dias actuais indica que estas crenças continuam a estar no coração do establishment dos Estados Unidos.

Quais eram as crenças dos fundadores dos Estados Unidos? Numerosas fontes [aparentemente] externas à Maçonaria reportam que a maioria dos fundadores Americanos e signatários da Constituição dos Estados Unidos eram Maçons. O material anti-maçónico alega repetidamente que quase todos os pais fundadores dos Estados Unidos eram membros duma Ordem Maçónica.

Fontes oficiais que se encontram dentro da Maçonaria alegam, em oposição, que alguns dos fundadores da América eram Maçons, mas que nem todos o eram - para além de afirmarem que o estatuto de Maçons de muitos alegados Maçons fundadores dos Estados Unidos não pode ser provado de forma conclusiva.

A escola de pensamento mencionada em cima é confirmada por relatórios muito bem documentados provenientes de fontes Maçónicas autoritárias; logo, Manly Palmer Hall, um Maçon de 33º Grau, escreveu: "Dos cinquenta e cinco membros da Convenção Constitucional, todos, exceptuando cinco, eram Maçons.”[3]

Um dos lados do Grande Selo mostra uma antiga pirâmide Egípcia, por baixo dum triângulo que tem um olho. O brilhante olho dentro do triângulo certamente que é um símbolo Maçónico famoso e comum, embora as fontes Maçónicas prefiram negar isto.

O Olho Que Tudo Vê ..... é um dos símbolos espirituais Maçónicos mais importantes, e o distinto Maçon George Washington, o primeiro presidente ds Estados Unidos da América, usava-o orgulhosamente estampado sobre o seu avental Maçónico.

A parte frontal do Grande Selo exibe um Águia, que também é um símbolo importante dentro da tradição Maçónica. O uso do olho brilhante no triângulo, rodeado de raios de luz, no selo oficial do Ordo Templi Orientis, confirma o significado oculto deste símbolo

.



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

A falsa oposição e o falso nacionalismo

Por Henry Makow

O meu título original era "Confissões dum ingénuo". Desde os 18 aos 40 anos, eu fui um ardente nacionalista Canadiano e membro de vários grupos "nacionalistas", incluindo o "Comité para um Canadá Independente", de Mel Hurtig. No ano de 1968 eu organizei um discurso para Hurting na Universidade de Carleton. Em 1988, quando eu estava rico devido ao jogo "Scruples", contribui com cerca de $20,000 nos esforços que estavam a ser desenvolvidos para levantar oposição ao acordo de comércio livre devido à perda de soberania Canadiana.

O que vou dizer é contra-intuitivo, mas os grupos nacionalistas esquerdistas que apoiei eram uma fachada para a Nova Ordem Mundial (NOM) e os seus líderes eram, na verdade, internacionalistas. Mel Hurtig pertencia à facção Canadiana do "Royal Institute of International Affairs", de Arnold Toynbee. Abe Rotstein, co-presidente de Hurtig, tomou parte na Conferência Bilderberg de 1971.

Outros assim-chamados nacionalistas como Mel Watkins, Eric Kierans e Maud Barlow eram todos esquerdistas. A Esquerda serve de fachada para a Nova Ordem Mundial Comunista, isto é, o governo inchado ao serviço do Grande Capital. As massas são subornadas com "serviços sociais" e enganadas pelo conflito "Esquerda - Direita", mas ambos servem (trabalham) para os grupos com o monopólio financeiro mundial.

O partido socialista Canadiano, os Novos Democratas, é membro da Internacional Socialista, uma construção da Maçonaria Bancária. O seu logotipo é um punho e rosas vermelhas, símbolos Comunistas e Maçónicos.

O "Nacionalismo" no Canadá floresceu no rasto da Conferência Bilderberg de 1968, no Monte Tremblant. Um documento secreto proveniente da conferência esboçava um plano onde os financiadores Canadianos aparentariam serem os donos da área negocial Canadiana quando na verdade ela era controlada pelos bancários internacionais - isto é, os bancários Illuminati. O nacionalismo Canadiano foi outra psy op.

UM JOVEM EM BUSCA DE IDENTIDADE

Eu tinha 18 anos em 1968, e "em busca duma identidade." Eu buscava isso porque Deus e a religião me haviam sido retiradas. Para além disso, eles haviam também esvaziado o sexo (masculinidade) e a família. Ingenuamente, busquei a minha identidade junto da "comunidade". Inicialmente, investiguei Israel mas senti que havia algo de errado com o Sionismo. Depois disso, dediquei-me ao nacionalismo Canadiano, obtendo qualificações em Literatura Canadiana. Mal sabia que eu me estava a unir a uma oposição fictícia.

Depois da eleição de 1988 em torno do livre comércio da América do Norte, eu estive presente numa conferência de grupos nacionalistas esquerdistas em Otawa. Nós havíamos perdido. O propósito era decidir a estratégia para seguir em frente. Durante a conferência observei três coisas que pensei serem anormais:

1) Os amigos organizadores aqui em Winnipeg, que eram na verdade Comunistas que se haviam infiltrado dentro do movimento operário, não queriam que eu fosse. Achei estranho que activistas sinceros não quisessem incluir todo o seu talento (ou mesmo dinheiro) ao qual tivessem acesso.

2) Eu fiquei surpreso pelo comportamento dos professores esquerdistas e dos activistas durante a Conferência. Eles não pareciam zangados nem desapontados pela perda. Era exactamente o oposto. Havia um sentimento palpável de satisfação presunçosa. Eles estavam satisfeitos com a sua "actuação" e estavam contentes por poderem voltar para os seus locais e darem continuidade ao processo de enganarem os estudantes ingénuos. Estas pessoas piedosas ganham mais de $100K "lutando pelos pobres" e "lutando contra o establishment."

Finalmente,

3) Durante o encontro sugeri algumas acções militantes como forma de continuar a batalha contra o livre comércio. A presidente da reunião, Maude Barlow, que ainda é a presidente do "Concílio dos Canadianos", colocou-me de parte verbalmente, prometendo discutir o assunto pessoalmente mais tarde. Ela nunca me procurou. Quando eu entrei em contacto com ela, ela disse que estava demasiado atarefada. Eu havia sido "enganado" por uma profissional.

CONCLUSÃO:

Claramente os liberais e a "esquerda" socialista fazem parte da falsa oposição. Eles não representam as pessoas. Eles são Maçónicos e fazem parte do duplo passo Maçónico que termina no governo mundial controlado pelos banqueiros. O "establishment" é cúmplice na escravização da sociedade.

Semelhantemente, nos EUA e na Europa, todos os partidos políticos são dirigidos pela Maçonaria e governados pelo cartel Rothschild. Eu duvido muito que algum grupo ou individuo ganhe publicidade se não for uma marioneta. A nossa vida política e cultural pode ser comparada ao filme "The Truman Show", onde nós somos a personagem desempenhada por Jim Carey. Tudo é orquestrado e tudo está "sob controle".

Claramente, Ron Paul ajusta-se na perfeição ao papel de falsa oposição. Ele é Maçónico. A sua esposa é Maçónica, Estrela Oriental. As suas filhas são Maçónicas, Raparigas Arco-Iris.


"John Birch Society" faz um trabalho excelente mas aparentemente eles foram fundados pelos Rockefellers que fizeram um acordo muito bom com o fundador pela sua companhia de sumo de uva. 

O propósito da falsa oposição é usar a oposição e desencorajar qualquer movimento político de base genuíno de ser iniciado. A sua missão é combater batalhas triviais e distrair-nos da instalação sorrateira do governo mundial. Lembram-se do ano que os Republicanos passaram a tentar acusar Bill Clinton devido ao que aconteceu com Monica Lewinski? O governo paralisou por completo.

Será que temos verdadeiros líderes? Vocês podem reconhecê-los se eles forem marginalizados e feitos anátemas pelos órgãos de comunicação em massa. Os nossos verdadeiros líderes são as pessoas que eles atacam, arruínam, lançam na prisão ou matam.

Fonte: http://ow.ly/rldlw

* * * * * * *
Quem são os líderes mais criticados pelos média no vosso país? É bem provável que esses estejam genuinamente a trabalhar para o povo e fora do controle da elite financeira mundial.



quinta-feira, 25 de abril de 2013

O apagamento dos registos cristãos na União Europeia

Por José Ribeiro e Castro

É cada vez mais difícil ter dúvidas de que existe uma agenda europeia escondida no sentido de, pé aqui, pé acolá, apagar os registos cristãos do nosso continente. É uma manifestação do que muitos designam de cristofobia.
Aquando do fracassado projecto de Tratado Constitucional, foi muito acalorado o debate sobre apagar, ou não deixar apagar, qualquer referência histórica ao Cristianismo no preâmbulo da Constituição Europeia. Nessa altura, participei num vasto movimento transeuropeu contra esse apagamento, que vinha proposto pela Convenção. Entregámos mais de 1 milhão de assinaturas à Presidência italiana, em 2004, afirmando a herança cristã da Europa - a luta saldou-se por um empate, consagrado pela Presidência irlandesa, em 2005: não ficou menção expressa às raízes cristãs,  mas o Preâmbulo caiu todo, sendo substituído por um texto mais simples onde se falava em geral da espiritualidade. A querela geral mereceu vários comentários como do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura ou do Cardeal Ratzinger, futuro Papa Bento XVI.
Há dois anos, foi a vez da forte polémica em torno na descoberta e denúncia de que a Comissão Europeia há anos que editava anualmente uma agenda escolar, onde constavam as festas judaicas, muçulmanas, hindus, etc., mas de que as festas e feriados cristãos haviam sido meticulosamente apagados. Houve protestos fartos. A agenda foi recolhida e substituída. 
Agora, chega nova notícia: na Bélgica francófona, estão a ser eliminadas por ordem do Governo todas as denominações cristãs associadas a férias escolares, substituindo-as por referências às estações do ano. Roça o ridículo, mas é sinal de extremismo - extremismo soft, mas extremismo na mesma. 
Deve dizer-se, aliás, que não é facto novo Antes integra a crise geral de descristianização que atingiu a Bélgica e, mais intensamente, as regiões francófonas. Já há vários anos, por exemplo, que o próprio partido democrata-cristão francófono mudou de CDC para CDH, isto é, de Centre Démocrate-Chrétien para Centre Démocrate Humaniste... 
No meu caso, não me esqueço da minha primeira sessão no Parlamento Europeu, quando lá entrei pela primeira vez como deputado, na semana de plenário em Estrasburgo. É um episódio que gosto sempre de contar. Foi em Dezembro de 1999. Era uma 2.ª feira ao fim da tarde, na abertura da última semana de sessão, antes do Natal. Entro na sala e deparo com uma discussão armada entre um deputado dinamarquês, e um deputado alemão de origem turca. O detonador da discussão tinha sido uma interpelação à Mesa sobre os cartões de Boas Festas editados pelo Parlamento Europeu. 
E o que discutiam eles? Discutiam se o Natal era, ou não era, uma tradição europeia. O dinamarquês dizia que sim; o turco-alemão berrava que não. Vários deputados molharam a sopa na discussão. Passados alguns minutos, quem presidia à sessão tirou as conclusões: o Natal não era uma tradição europeia
Fiquei esclarecido sobre o sítio onde estava a chegar.



sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Afonso Costa, o mata-frades e herói dos esquerdistas

Talvez este ódio que o Afonso Costa tinha a uma parte importante da identidade portuguesa (o Catolicismo) revele a reverência que os militantes ateus tem por ele.

Ênfase adicionado.


Por Miguel Sousa Pinto

A alcunha de "mata-frades" dada a Afonso Costa pelos seus opositores reflecte bem a intensidade com que este político levou a peito a tarefa de desmontar o poderio da Igreja após o 05 de Outubro.

Mal assumiu a pasta de ministro da Justiça e Cultos no governo provisório saído da revolução, Afonso Costa decidiu-se a concretizar, com uma determinação pessoal que gerou amplo anedotário, um combate sem quartel aos poderes religiosos na política, sociedade, cultura e mentalidade portuguesas.

As ordens religiosas, principalmente os jesuítas, foram encerradas e o ministro em pessoa notabilizou-se pela sua participação nos interrogatórios dos religiosos condenados por não obedecerem às novas regras.

O ensino religioso foi retirado das escolas, o Estado torna-se laico [Falso. O Estado tornou-se anti-Cristão e não "laico"], o juramento de funcionários públicos e militares deixou de ter alusões a Deus, o divórcio foi instituído, o casamento passou a obedecer a registo civil...

Reparem como o esquerdismo usa a dissolução do casamento como um dos passos a tomar quando se quer destruir o Cristianismo.
a sequência de medidas tomadas pelo Governo nos primeiros meses da República é galopante e Afonso Costa foi um dos seus principais paladinos.

A convicção anti-clerical deste advogado nascido em Seia em 1871 vinha de longe e já em 1895 atacava violentamente as políticas sociais da Igreja na sua dissertação de doutoramento.

Quais políticas sociais? As casas de apoio aos órfãos? A ajuda aos pobres? A defesa da dignidade do ser humano?
A sua primeira intervenção política ocorreu em 1897 no Porto, num protesto contra o plano de alienar as linhas ferroviárias do Estado.

Desde então protagonizou várias lutas pela causa republicana, tendo sido eleito deputado em 1899 e disputado desde então várias eleições pelo círculo do Porto, ao mesmo tempo que conspirava intentonas, como o golpe do Elevador da Biblioteca, dias antes do regicídio de 1908.

Na Primeira República, Afonso Costa tornou-se rapidamente num dos políticos dominantes do regime, tendo anunciado a 29 de agosto de 1911, poucos dias após a aprovação da Constituição, o novo programa político do Partido Republicano Português.

Em 1912 promovia o aparecimento do Partido Democrático, mais radical, de que se tornou líder incontestado.

Pouco depois, em 1913, chefiava o seu primeiro governo e transformava o seu partido na força dominante da Primeira República até 1926.

Em 1915 liderava o seu segundo governo, assumindo a partir de março de 1916 a pasta das Finanças num executivo de unidade nacional - a "União Sagrada, decretada após a entrada de Portugal na I Grande Guerra - chefiado por António José de Almeida.

De abril a dezembro de 1917 regressou pela última vez à liderança do governo.

Nesta época chegou a invocar o marxismo e a luta de classes.

Óbvio. O ódio a Deus e o marxismo andam de mãos dadas.
Em outubro daquele ano visitou as tropas do Corpo Expedicionário na Flandres, acompanhado por Bernardino Machado. De regresso foi preso um tempo no Porto por ocasião do golpe de Sidónio Pais.

Após o assassinato deste, e terminada a Guerra, passou a chefiar a delegação portuguesa à Conferência de Paz, assinando em representação de Portugal o Tratado de Versalhes. Foi o representante português na primeira assembleia da Sociedade das Nações.

Em 1926, estando o Partido Democrático no poder, dá-se o golpe de 28 de maio que instalou a ditadura militar e que culminou no Estado Novo.

Afonso Costa exilou-se então em Paris e em fevereiro de 1927, juntamente com Álvaro de Castro, José Domingues dos Santos, Jaime Cortesão e António Sérgio, fundou a Liga de Defesa da República, em Paris.

No início do ano de 1937 foi indigitado Grão-Mestre da Maçonaria Portuguesa, cargo que já não chegou a assumir, já que faleceu a 11 de maio.

Ocultismo, ódio ao Cristianismo, marxismo e militância ateia.
O seu corpo encontra-se actualmente em Seia, no jazigo da família.
O descanso do seu corpo sem dúvida é bem mais tranquilo que o descanso da sua alma eterna.

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT