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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Maçonaria: Duas Organizações - Uma Visível, Outra Invisível

Por Harry J. (citando David Bay)

Nós frequentemente vemos evidências do quão intrincada a Maçonaria se encontra com a agenda a Nova Ordem Mundial. Quando se faz isso, vale a pena levar em conta o artigo citado embaixo, que demonstra a forma como a Maçonaria tem ao mesmo tempo um núcleo externo, do qual pertence a maioria dos Maçons, e um núcleo interno secreto, que a maioria dos Maçons nem sabe. É este núcleo interno Luciferino (e provavelmente psicopático) que está a causar tantos problemas à humanidade (...).

.....

Sub-Titulo: Este é um pequeno artigo que eu espero que seja lido por todos os Maçons antes deles começarem a ler um outro artigo nosso. Há por aí uma organização Maçónica a qual a maior parte de vocês nem conhece, mesmo que sejam Maçons de 33º Grau.

Nós temos recebido com frequência emails de Maçons totalmente angustiados com os nossos artigos que caracterizam a Maçonaria como Satânica. Eles proclamam honestamente que esta NÃO é a realidade do que ocorre na sua Loja; para além disso, dizem eles, eles são Maçons de 32º ou 33 Grau, e certamente que saberiam o que a Maçonaria é e o que ela não é; e eles corajosamente proclamam: a Maçonaria NÃO é Satânica.

Ambos estamos certos; Vocês estão certos ao proclamar que a Maçonaria não é Satânica, tal como como vocês a practicam na vossa Loja, e nós temos razão quando afirmamos que a Maçonaria é Satânica no seu núcleo, e que ela milita de forma valente para a instalação do Cristo da Nova era [o Anti-Cristo].

De que forma, então, é que podemos os dois estar certos? Dito de forma simples, a Maçonaria é uma organização dentro doutra organização. Uma organização é deliberadamente mentida e enganada com uma interpretação falsa, enquanto que a organização interna sabe qual é Verdade espiritual da Maçonaria, e aceita-a com o coração, com a alma e com a mente.

DESCRIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO DA MAÇONARIA

Prestemos atenção ao autor Maçónico Manly P. Hall a descrever esta organização bi-dimensional da Maçonaria. A Maçonaria é composta por duas organizações distintas - uma visível e outra invisível e Hall descreve-as. [Hall foi honrado pelo "Scottish Rite Journal" que o chamou de "O Ilustre Manly P. Hall" em Setembro de 1990, para além de o chamar também de "O Maior Filósofo da Maçonaria", dizendo que "O mundo é um lugar melhor devido a Manly Palmer Hall, e nós somos melhores pessoas por o termos conhecido e por termos conhecido o seu trabalho"]. Isto foi o que Manly P. Hall disse:

A Maçonaria é uma fraternidade dentro doutra fraternidade - uma organização externa a esconder a irmandade interna composta pelos eleitos. ... É necessário estabelecer a existência destes duas, mas interdependentes, ordens - uma visível e outra invisível. A sociedade visível é uma camaradagem esplêndida de homens "livres e aceites", intimados a dedicarem-se a preocupações éticas, educacionais, fraternas, patrióticas e humanitárias.

A sociedade invisível é a fraternidade mais secreta a mais Augusta [definido como "com dignidade majestosa, grandeur"] cujos membros se encontram dedicados ao serviço dum misterioso arcannum arcandrum [definido como "secreto, um mistério"] [Hall, Lectures on Ancient Philosophy, p. 433]

Muitos homens bem intencionados são membros deste sociedade visível sem saberem da existência da sociedade interna invisível. De facto, Albert Pike tinha algums coisas a dizer sobre os irmãos da sociedade visível:

A Maçonaria, tal como todas as religiões, todos os Mistérios, o Hermetismo e Alquimia, esconde os seus segredos de todos, excepto para os Adeptos e Sábios, ou os Eleitos, e usa falsas explicações e falsas interpretações dos seus símbolos para enganar aqueles que só merecem ser enganados; para esconder a Verdade, que ela chama de luz, e afastar as pessoas dela." [Morals and Dogma, p. 104-5, 3rd Degree]

Prestaram atenção às palavras de Pike? Afinal de contas, a Maçonaria é uma religião, seguindo na ordem dos Mistérios Satânicos, da igualmente Satânica Filosofia Hermética, e da Alquimia. A Maçonaria esconde os seus segredos dos seus irmãos que se encontram na sociedade visível externa, independentemente do seu escalão; só os Eleitos da sociedade interna invisível é que sabem da verdade. Os pobres irmãos da sociedade visível são alimentados com "falsas explicações e falsas interpretações" dos seus símbolos; e porquê? Porque os coitados da sociedade visível "merecem ser enganados".

Se no princípio da sua relação com a Maçonaria um homem fosse conhecido por reverenciar o Senhor Jesus Cristo, ele seria imediatamente afastado para a sociedade visível, e nunca ficaria a saber da verdade. Tu nunca serias considerado um Adepto ou um Sábio, ou um dos Eleitos, visto que esses termos encontram-se reservados para os membros da sociedade invisível. Tu serias um daqueles que são propositadamente enganados em relação às doutrinas da Maçonaria, e receberias falsas interpretações dos símbolos de modo a que fosses levado a pensar que sabias da Verdade.

Pike completa então as suas instruções de enganar intencionalmente os membros da sociedade visível dizendo: "Portanto, a Maçonaria esconde invejosamente os seus segredos e intencionalmente desencaminha os interpretadores vaidosos." [Ibid., p.105] Os membros da sociedade visível são identificados como as "massas", e tu fazes parte dos 95% de todos os Maçons. Prestemos atenção ao que Pike diz em relação a dizer a verdade da organização às 'massas':

Um Espírito que ama a sabedoria e observa a Verdade de maneira próxima, é forçado a mascará-la de modo a induzir as multitudes [isto és tu] a aceitá-la. ... É necessária a ficção para as pessoas, e a Verdade torna-se mortífera para aqueles que não são suficientemente fortes para contemplá-la com todo o seu brilho. [Morals and Dogma, p. 103, 3rd Degree]

Se a pessoa não é capaz de aceitar a Verdade nuclear de que a Maçonaria secreta adora e serve a Satanás, então tal verdade torna-se "mortífera" para ti. Logo, é necessária a "ficção" de modo a que os Maçons visíveis não fiquem devastados, abandonem a Maçonaria e revelem os seus segredos internos.

Um livro recente fala também destas duas organizações. David Ovason, um conhecido astrólogo, escreveu um livro (publicado em 1999) com o título de "The Secret Architecture of our Nation's Capital:  The Masons and the Building of Washington, D.C".

Este livro não é uma livro anti-Maçonaria; de facto, ele é um livro seguinte que é seguido por outro altamente enaltecedor escrito por não outro que C. Fred Kleinknecht, Maçon de 33º Grau, Soberano Grande Comendador, O Conselho Supremo, Grau 33º (Conselho Mãe do Mundo), Jurisdição do Sul, U.S.A., Washington, D.C.

Por outras palavras, as conclusões do seu livro são altamente valorizadas por aquele que é um dos Maçons mais importantes do mundo actual. Veja-se o que este livro diz sobre a Maçonaria.

Depois de falar da "viagem cósmica astral em termos Maçónicos", Ovason fala do significado dos símbolos Maçónicos mais comuns:

Bromwell injectou um nível profundo de esoterismo para dentro dos símbolos de aparência branda presentes nas Lojas. Estes proliferam nas assim-chamadas placas de seguimento e nas carpetes ... usadas pelos Maçons-Mestres como forma de demonstrar os símbolos Maçónicos aos neófitos. Quando não são usados como instrumentos educacionais, as placas de seguimento e as carpetes continuam a ser símbolos da Loja - tanto da forma interna [da Loja} como da forma externa do Ofício. [Page 99]

Portanto, David Ovason admite que a Maçonaria tanto tem a sociedade "interna" [invisível] como a "externa" [visível]. E Albert Pike proclamou corajosamente que os "neófitos" são deliberadamente ensinados com mentiras em relação aos símbolos.

O escritor da Nova-Era Bill Cooper disse o seguinte em relação a estas duas fraternidades - uma dentro da outra:

A maior parte dos membros da Maçonaria não estão cientes de que os Illuminati practicam o que é conhecido como "segredos dentro de segredos" ou organizações dentro de organizações. [Behold A Pale Horse, p. 79]



quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A invisível estrutura de poder

A Suécia tem a reputação de ser a nação mais igualitária do mundo - um lugar onde os homens da política são votados como "A Mulher do Ano", onde os jovens pais em licença de paternidade tomam conta das crianças enquanto as mulheres vão trabalhar, e onde as escolas podem banir pronomes relativos ao sexo. Um recente "World Economic Forum" reportou que a Suécia é o país do mundo onde a igualdade de género é mais forte.

No entanto, aparentemente algumas mulheres suecas pensam que a imagem que este país tem como um paraíso feminista é apenas uma fachada que esconde uma misoginia bem enraizada. Qual é a sua evidência? Homens que dormem de forma relaxada nos comboios, autocarros, metros ao mesmo tempo que ocupam mais do que um assento.

Para reverter esta "demonstração de poder internalizada " (isto é o que elas chamam de "slouching"), um grupo de feministas com demasiado tempo livre decidiu abrir um blogue com o nome de "Macho i Kollektivtrafiken" ("Macho in Public Transport"), encorajando os leitores a enviar fotos de homens em poses relaxadas.

O propósito é alertar as pessoas para esta "recreação activa e simbólica não só de poder, mas também de masculinidade estereotipada."

Será que as mulheres suecas sentem-se mesmo ameaçadas com homens que dormem de forma relaxada nos metros? Será que isto é mesmo um tópico feminista? Será que as feministas olham para as mulheres como seres tão fracos que não só ficam traumatizadas com homens que ocupam mais do que um assento, como são incapazes de pedir que eles disponibilizem mais espaço?

É tentador sugerir às mulheres - que enviam estas fotos de homens em poses relaxadas dentro dos transportes públicos - que desenvolvam "um par deles", e que se lembrem que o feminismo lutou de forma árdua para afastar das mulheres a imagem de vítimas ultra-sensíveis ao mesmo tempo que tentava provar que elas são pessoas com capacidade de decisão, poder e muito mais.

A fundadora do blogue - My Vingren (27 anos) - assegura que Macho i Kollektivtrafiken não é brincadeira, e que o mesmo é uma forma modesta de tentar mudar o mundo.

O que se segue é a entrevista que ela deu à autora deste texto. Pelo meio faço o meu comentário.

VICE: O seu blogue alega que os homens que ocupam mais espaço do que aquele que ele fisicamente precisam estão a practicar uma "expressão inconsciente e invisível de poder todos os dias, nos lugares públicos." Será que os homens podem oprimir as mulheres sem se aperceberem disso?

My Vingren: Sem dúvida. Eu acho que um dos aspectos mais problemáticos de termos uma estrutura de poder tão intensa é que muitas pessoas não estão cientes de como a forma como agem pode afectar os outros. O facto dos homens obterem mais espaço nas salas de aula, nas reuniões empresariais, e assim por diante, é parte duma opressão estrutural que nem todas as pessoas sabem que estão a tomar parte.

Ou seja, os homens oprimem as mulheres e nem sabem disso. Felizmente, as sociedades ocidentais têm a presença das feministas "Olho de Águia" para observar e descobrir o que mais ninguém consegue ver.

Que tipo de motivos os homens dão para o facto de ocuparem mais espaço que as mulheres nos metros, autocarros e comboios?

Varia desde "o suor do escroto não é agradável" até a "é-me fisicamente impossível sentar-me de modo diferente uma vez que tenho um pénis."

De facto, não é nada agradável sentar duma forma que causa dor física - quer seja homem ou mulher. A biologia, neste caso, toma preeminência sobre as sensibilidades feministas.

Agora, a questão do suor é no mínimo estranha. Nos vários anos que já ando de autocarro nunca ouvi um homem a afirmar que se senta desta ou daquele forma por causa do suor neste ou naquele lugar. Verdade seja dita, também nunca me passou pela cabeça perguntar a um homem (ou a uma mulher) sobre os motivos que o/a levam a sentar-se duma forma específica. Afinal, quem pensa nessas coisas? Nenhuma pessoa normal se preocupa minimamente com isto.

O que é que você diria àqueles que alegam que, no grande esquema das coisas, esta questão é uma "problema de luxo?

O que eu quero dizer é que isto é parte do tipo de opressão que leva a mulher a ser violada, obter salários mais baixos, e ser exposta à violência nas relações.

Ou seja, se tu és um homem que gosta de dormir de forma relaxada dos transportes públicos, fica sabendo que é esse tipo de atitude que causa a violação de mulheres, e causa a que as mulheres tenham salários inferiores. Aposto que não sabias disso.

Como é que a sua campanha se ajusta na história da luta feminista pela igualdade?

Falar de espaço - quem toma mais, e quem disponibiliza mais - é, a meu ver, algo substancial dentro do feminismo.

Tradução: como não há nada de importante para fazer, as feministas dedicam-se a questões ridículas. Saber quem ocupa quanto espaço nos autocarros só é "substancial" se tu fores uma feminista desocupada.

A Suécia tem uma reputação internacional de ser uma sociedade igualitária, quase um paraíso feminista. Isto é verdade?

Não, não é. Trabalho com vítimas de violação e vejo as partes ocultas do nosso país. Obviamente, já atingimos muitos objectivos e hoje em dias as mulheres têm mais escolhas do que aquelas que tinham há 30 anos, mas ainda estamos longe de seremos iguais.

Primeiro: a maior parte da violação nos países nórdicos é feita por imigrantes (especialmente muçulmanos). Se ela se preocupa assim tanto com isso, ela que se centre nesse segmento da sociedade.

Segundo: o facto dos imigrantes violarem muitas mulheres nórdicas não invalida que a Suécia seja um asilo feminista. Não se esqueçam: este é o país onde um grupo de feminista pode apregoar o racismo impunemente.

Terceiro: a busca pela igualdade não tem como propósito a obtenção dessa mesma igualdade, mas sim a instalação duma constante "guerra de classes" entre homens e mulheres - uma guerra permanente, portanto. Nós sabemos que a guerra entre os sexos é um único resultado dessa "busca pela igualdade" pelo simples e científico facto dos homens serem diferentes das mulheres.

É virtualmente impossível algum dia atingirmos a igualdade uma vez que o homem e a mulher são totalmente diferentes (mas complementares). Quem busca a igualdade sexual não quer a igualdade sexual. Quem busca a igualdade sexual busca um constante clima de suspeição entre os homens e as mulheres. Quem ganha com isso são os suspeitos do costume: o governo (que ocupa o lugar do homem na vida da mulher e dos filhos) e a elite feminista (que lucra com o estatuto de vítima conferido às mulheres).

Acha que as mulheres podem-se impor por si próprias?

Sim, estou convencida que sim. Mas acho que é mais eficaz as raparigas trabalharem juntas, para variar, em vez de termos cada rapariga individual a tentar resolver as questões das estruturas de poder.

No estilo tipicamente marxista, o colectivo toma preeminência sobre o individual; a "classe" sobre a iniciativa pessoal.

Será que as mulheres não têm corajem de confrontar um homem e exigir que ele se afaste um bocado, se faz favor?

Não creio que as mulheres ou as meninas conseguem lidar com isso. Elas escolhem não assumir essa batalha.

Caros misóginos que - infelizmente - acompanham o blogue: se vocês querem mais argumentos com os quais atacar as mulheres, tomem atenção ao que as feministas dizem das capacidades das mesmas. Segundo elas, as mulheres são tão idiotas, tão fracas e tão amedrontadas que não conseguem pedir a um homem (num espaço público) que se afaste um pouco para que ela se possa sentar. Tem que ser o "colectivo" a fazer isso por ela, pobre coitada.

Sinceramente, se um homem dissesse uma coisa destas das mulheres, ele seria justificadamente criticado por colocar as mulheres num patamar inferior às crianças.

O que é que você acha que aconteceria se uma mulher pedisse a um homem que se afastasse um bocado? Será que você ou alguma conhecida sua já tentou?

É difícil prever como é que os homens reagiriam. Para que haja alguma mudança, eu acho que os homens têm que se aperceber por eles mesmos que algo precisa mudar.

Típico sacudir das responsabilidades feminista; não são elas que têm que mudar, são eles que têm que mudar. ("Não tranque a porta de casa; ensine o ladrão a não roubar").

Para começar, não é "difícil prever como é que os homens reagiriam." Se uma mulher pedisse que eles se afastassem, a esmagadora maioria dos homens afastaria-se sem problemas nenhuns. Aliás, muitos dariam até o seu lugar se tal fosse necessário. Esta feminista propositadamente cria um falso problema como forma de justificar esta "estrutura de poder" invisível que ela diz existir - mas que mais ninguém consegue ver.

Parece que muitas pessoas acham que o vosso blogue é uma anedota. Porque é que isso acontece?

Honestamente, não sei.

Ela não sabe, mas o resto do mundo sabe. O blogue dela é uma anedota porque centra-se num problema não existente como forma de capitalizar mais argumentos em favor da não existente "estrutura de poder" (invisível) que alegadamente "oprime" as mulheres (talvez). Homens que dormem de forma relaxada nos transportes públicos não estão interessados em "oprimir" as mulheres: eles estão interessados em dormir.

Será que o vosso blogue vai fazer alguma diferença?

Claro. Nós vamos mudar o mundo.

Sonhos sem dúvida grandiosos. Felizmente, a única coisa que vai mudar - espero eu - é a forma como as mulheres olham para este movimento com o nome de "feminismo." É absolutamente ridículo alguém realmente pensar que a forma como os homens dormem nos autocarros é uma forma de "opressão" - que também de encontra nos homens que violam as mulheres.

Na verdade, o problema desta feminista é a masculinidade - e não o acto de dormir em si. O mínimo sinal de masculinidade é ameaçador para as feministas uma vez que demonstra empiricamente algo que elas tentam abafar: as mulheres nunca vão ser homens. Aliás, as mulheres não querem ser homens; as feministas, sim.

O problema é que elas não conseguem ser homens, e como tal, lutam de forma árdua para remover da sociedade todos os indícios de masculinidade. Só que esta é uma guerra perdida visto que, mesmo que a masculinidade dos homens suecos seja totalmente erradicada, ela será substituída por outro tipo de "masculinidade". A diferença é que essa tal outra masculinidade não vai ser tão tolerante da idiotice feminista tal como a masculinidade ocidental o é.

Pensando bem, talvez este tipo de iniciativa mude de facto o mundo. O problema é que vai mudá-lo para pior, e não para melhor.





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