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domingo, 14 de julho de 2013

Rosa Parks e a guerra racial como arma esquerdista

Rosa Parks não foi uma simples costureira cujo acto desafiador solitário levado a cabo em 1955 deu início ao movimento dos Direitos Civis, Ela foi, na verdade, uma activista ao serviço do Partido Comunista dos Estados Unidos da América [singla em inglês: C.P.U.S.A. = Communist Party of the United States of America]. A sua recusa em se sentar na parte de trás do autocarro não foi um acto espontâneo, mas uma provocação organizada pelo seu empregador, a  "National Association for the Advancement of Colored People" (NAACP).

Durante a semana passada Rosa Parks foi colocada num estado sob a Capitol Rotunda; uma honra só conferida 29 vezes durante a história americana a pessoas tais como  Abraham Lincoln, John Kennedy, e mais recentemente Ronald Reagan. Este tratamento ilustra o modo como o público americano é rotineiramente mentido e traído pelos seus líderes políticos e pelos média. O obituário presente no New York Times diz que a sua prisão "transformou uma mulher comum num símbolo relutante e numa portadora da torcha". O Presidente Clinton disse que a sua acção "deu início ao movimento social mais significativo da história Americana."

Embora eu esteja de acordo com os propósitos ostensivos do movimento dos Direitos Civis, uma vez que este movimento teve apoio Comunista, tenho que perguntar:  "Qual era a sua agenda oculta?" Falarei disto mais tarde.

Para entender o porquê da elite Americana honrar uma Comunista, temos que fazer uma alteração no paradigma.

Um grupo exclusivo de banqueiros sediados em Londres, que controla a maior parte do crédito e da riqueza mundial, quer consolidar este poder nas instituições mundiais permanentes de controle político, social e espiritual. Este grupo criou e financiou o Comunismo como instrumento usado para avançar com este propósito; isto envolve dissolver todas as "forças colectivas" que se possam opôr a ele, incluindo o estado-nação, a raça, a religião e a família.

Este "Comunismo", longe de ser uma relíquia da era da Guerra Fria, continua (nas suas diversas formas) a fazer parte das nossas vidas, corroendo as instituições nomeadas em cima. A "Guerra Fria" continua como a "Guerra ao Terror" - que nada mais é que uma fraude criada como forma de controlar as massas e concentrar ainda mais a riqueza e o poder nas mãos dos super ricos.

O PADRÃO DA DECEPÇÃO

A caracterização da Rosa Parks como uma cidadã comum levantou as minhas suspeitas. Betty Friedan, a "fundadora" do feminismo e uma activista comunista de longa data, foi também caracterizada como uma mãe doméstica comum. Graças a um fórum da internet repleto de informação, Daily Kos.com, descobri rapidamente que Rosa Parks começou a trabalhar como secretária da NAACP em 1943 e ainda mantinha essa posição quando foi presa. Em Julho de 1955, cinco meses antes do famoso incidente em Dezembro, ela frequentou a "Highlander Folk School", em Monteagle Tennessee. Myles Horton e James Dombroski, ambos membros do Partido Comunista, fundaram esta escola em 1932 como forma de treinarem activistas Comunistas. Betty Friedan também frequentou este estabelecimento.

Desde os anos 40 do século passado que Rosa Parks e muitos outros haviam em numerosas ocasiões desafiado as leis em torno da segregação nos autocarros. O boicote ao autocarro de Montgomery foi planeado antecipadamente e Martin Luther King foi trazido para o liderar. Rosa Parks foi escolhida para dar início ao incidente (See Aldon Morris, "The Origins of the Civil Rights Movement").

Um membro do Daily Kos.com que trabalha para o jornal do CPUSA disse que um membro-executivo do CPUSA lhe havia dito que Rosa Parks fazia parte do partido. (Isto não é algo que os Comunistas gostem de publicitar)

O testemunho de inúmeros desertores não deixa dúvidas em relação ao facto do Partido Comunista dos EUA estar a ser dirigido a partir de Moscovo. Apesar do que idealistas ingénuos ("idiotas úteis") tais como Rosa Parks e Betty Friedan pensam, o propósito era subjugar o povo Americano. O Movimento de Emancipação das Mulheres foi construído à imagem do Movimento dos Direitos Civis, sendo ambos operações psico-sociais prontas criadas pelos Comunistas. Para serem eficazes, estes movimentos têm que criar a aparência de serem atitudes que emanam de sentimentos populares, e não uma agenda elitista imposta a partir do topo. Embora estes movimentos tenham ractificado genuínas injustiças, o seu propósito oculto era o de dessestabilizar a sociedade Americana, exacerbando divisões internas.

A NAACP & MARTIN LUTHER KING: O LADO OCULTO

No seu livro, "My Awakening" David Duke pinta uma imagem da NAACP que sugere que esta organização nada mais seja que uma fachada construida por banqueiros e Comunistas (pp.282-284). Embora a organização tenha sido fundada em 1909, ela só teve um presidente negro em 1970. Até essa altura, os seus presidentes e os membros do conselho eram frequentemente escolhidos de entre os Judeus Comunistas.

[NOTA: O editor do blogue Marxismo Cultural não subscreve qualquer tipo de visão racista mantida por David Duke. A frase de cima foi deixada tal como está porque ela se encontrava no texto original e era importante para o contexto.]

Martin Luther King pode ter sido o típico homem-fachada; em privado, ele declarava-se como Comunista. Havendo frequentado a Highlander School, os seus secretários pessoais eram Bayard Rustin e Jack O'Dell - ambos Comunistas. Stanley Levinson . . . que escreveu os seus discursos e geria a angariação de fundos, era também um Comunista. Aparentemente, a integridade de King foi também colocada em questão quando foi alegado que largas secções da sua Tese de Doutoramento era uma cópia outro documento. Ele teve também encontros com protitutas, algo que foi gravado pelos FBI e confirmado pelo seu sucessor. Ralph Abernathy. (And the Walls Came Tumbling Down, 1989)

GUERRA RACIAL COMO ARMA DA ELITE

Eu considero o preconceito, a discriminação e a segregação como coisas repugnantes. A humanidade é uma família de raças, cada uma com talentos próprios e todas elas trazendo algo de único. Ao mesmo tempo, sou de opinião de que se deve encontrar algum tipo de  equilíbrio uma vez que os grupos raciais e nacionais têm o direito de proteger o seu carácter racial. Acho estranho que países como Israel, China e o Japão possam fazer isso sem qualquer tipo de crítica mas os países da Europa e da América do Norte não possam. Negros, Judeus e Hispânicos podem fazer isto, mas os Brancos já não podem. Eu acho também que discriminação em favor duma "minoria" é tão má como discriminação contra ela.

Sou Canadiano e não sou perito no movimento dos Direitos Civis, mas se o CPUSA esteve envolvido, então havia uma agenda oculta. Esta agenda parece estar bem deliniada num documento com o nome de "Um Programa Racial Para o Século 20" [A Racial Program for the 20th Century" (1912)], escrito por um Fabiano Britânico com o nome de  "Israel Cohen", citado pelo Congressista Thomas Abernathy durante o debate em torno dos Direitos Civis (e que entrou nos registos Congressionais - 1957), página 8559. Se este documento for autêntico, ele é bastante revelador

Temos que nos aperceber que a arma mais poderosa do nosso partido [Comunista] é a tensão racial. Ao propagar no consciente das raças escuras que durante séculos elas foram oprimidas pelos brancos, nós podemos movê-los na direcção do programa do Partido Comunista. Na América teremos como propósito a vitória subtil.

Ao mesmo tempo que inflamamos os Negros contra os brancos, colocaremos nos brancos o complexo de culpa pela sua exploração dos Negros. Ajudaremos os Negros ascender para lugares de proeminência em todas as esferas da vida - nas profissões e no mundo do desporto e do entretenimento. Com este prestígio, o Negro será capaz de se casar os Brancos e isto dará início ao processo que entregará a América à nossa causa.

Lembrem-se disto: os banqueiros centrais encontram-se envolvidos numa enorme fraude de imprimir dinheiro pelo preço de papel, emprestá-lo e depois exigir pagamento com juros. A única forma que eles têm de perpetuar esta fraude é distraindo-nos até que sejam capazes de colocar cadeados em nós. Isto envolve criar inimigos. Para confirmar isto, basta olhar para a França e para a sua minoria de 5 milhões de Muçulmanos. Actualmente [ed: isto é, na altura em que este artigo foi feito] a juventude muçulmana está a provocar tumultos. O Ministro de Interior Nicolas Sarkozy afirmou na Quinta Feira que os tumultos "não eram espontâneos" mas "muito bem organizados." (...) Os banqueiros centrais usam as minorias raciais como arma.

(....)

CONCLUSÃO:

A santificação de Comunista Rosa Parks prova mais uma vez que a elite política e culural americana se encontra irremediavelmente corrompida. Mudanças sociais não ocorrem nos EUA a menos que os banqueiros centrais e os seus parceiros mediáticos estejam por trás. O seu plano a longo prazo (tendo em vista a sua ditadura) é pintada como uma revolta popular que emana espontaneamente da sociedade civil.

De um modo cada vez mais óbvio, os órgãos de comunicação de maior dimensão, os governos os centros de ensino revelam as suas verdadeiras cores e se auto-desacreditam aos olhos do público.

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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Pontapeando o multiculturalismo


Imagens recolhidas pelos sistemas de vigilância duma paragem de autocarro de Wolverhampton  mostram um homem de idade e receber violentos pontapés (semelhantes a pontapés de karaté) por parte de dois homens. O ataque descabido - que terminou com um sinal do ataque no peito - deixou o homem inconsciente.

A polícia de Midlands publicou os vídeos do ataque na esperança de que alguém possa identificar os atacantes e disponibilizar informação que leve a sua captura.

O homem que foi vítima do ataque parecia estar bêbado à medida que ia falando com as pessoas que se cruzavam com ele na paragem de autocarro. Mas a polícia ressalvou que, mesmo que ele tenha dito algo ofensivo, não há justificação para o ataque. 

O policial que lidera a investigação, o Sargento Adrian Brown, afirmou:

Vê-se o homem de idade a movimentar-se pela paragem de autocarro . . . o seu caminhar não parece seguro, e é bem provável que ele esteja bêbado. A gravação mostra-o a falar com as pessoas da paragem e parece que os agressores não gostaram de algo que ele estava a dizer.

Mas independentemente do que ele tenha dito, não há qualquer desculpa para o castigo imposto na vulnerável e indefesa vítima. Ele foi pontapeado até ao chão, e enquanto se encontrava no chão, outro homem deu um salto e pontapeou-o no peito.

Antes das outras pessoas que se encontravam no local se abeirarem do homem e chamarem a ambulância, ambos os agressores fugiram do local, deixando o  idoso inconsciente.

Este foi um ataque revoltante e cobarde e eu apelo a qualquer pessoa que acredite ser capaz de reconhecer os homens, ou tenha alguma informação sobre eles, que entre em contacto connosco.

O atacante que infligiu o golpe de karaté no idoso é descrito como um homem negro no final da adolescência, ou no início dos anos 20, magro e musculado. Ele vestia uma característica camisa preta com a palavra "NERD" sobre ela, e com uma figura dos Smurfs. Ele tinha sobre os ombros uma mala desportiva.

O seu cúmplice foi descrito como um negro mais magro com um corte de cabelo afro, e vestindo um casaso preto 3/4, e auscultadores brancos.

O Sgt Brown acrescentou

Ainda não fomos capazes de identificar a vítima, que acreditamos ser um local, e como tal, gostaríamos muito de ouvir alguém que o conhece ou que é capaz de identificar. Ele foi deixado inconsciente e é bem possível que ele não se lembre do ataque.

O incidente ocorreu no Sábado passado, por volta das 8 da noite (20:00)

Qualquer pessoa que tenha informação relevante pode contactar anonimamente o número 0800 555111.

       

* * * * * * *

O problema deste ataque não é ter sido feito por negros, brancos, azuis, amarelos ou roxos, mas sim o facto de não haver forma empiricamente testada de lidar com alguns membros de culturas distintas, visto muitos deles terem sido cuidadosamente indoutrinados de modo a constatemente terem à flor da pele um raiva artificial, pronta a explodir se a pessoa errada (leia: branca/heterossexual/judia/cristã) agir duma forma que eles não aprovam. E isto vai continuar a acontecer até que os habitantes da Europa Ocidental acordem e se apercebam que estão a ser liderados por pessoas que têm planos para destruir a sua civilização, cultura e valores morais.

Os idiotas úteis do multiculturalismo, ao forçarem pessoas de culturas distintas a co-existir, não levam em consideração as sensibilidades distintas e incompatíveis das diferentes culturas. Não é possível a sã co-existência entre uma cultura bárbara e cultura civilizada, não por motivos biológicos ou étnicos, mas precisamente porque as culturas distintas valorizam atitudes e comportamentos distintos. A cultura muçulmana valoriza uma vasta gama de comportamentos, ao mesmo tempo que o povo israelita valoriza outros; a cultura trazida pelos negros provenientes de países africanos (ou provenientes das Caraíbas) não é compatível com a cultura existente em países como a Suécia, Inglaterra ou mesmo Espanha ou Itália. Esta incompatibilidade centra-se no comportamento e não na genética.

Quando a elite esquerdista europeia (e não os idiotas úteis) impõe o multiculturalismo como dogma social absoluto na Europa Ocidental, eles fazem-no perfeitamente conscientes dos resultados destrutivos dessa ideologia. E é precisamente porque o multiculturalismo terá consequências sociais destrutivas que o mesmo é promovido como a nova fé ou uma nova religião. Se o multiculturalismo fosse de facto benéfico para a harmonia e coesão social, ele nunca seria promovido pela elite marxista cultural.

O multiculturalismo é, portanto, uma arma de destruição social usada pela elite esquerdista (e não uma ideologia unificadora e pacíficadora). Dado isto, somos capazes de fazer uma mini-previsão em relação ao futuro da Europa: os países que mais apoio dão ao multiculturalismo, serão, a curto prazo (ou já são), os países que terão (ou já têm) maiores problemas de coesão comunitária entre os vários grupos culturais.

Por outro lado, os países que menos trabalham em prol do destrutivo multiculturalismo, serão, a longo prazo, aqueles que terão menos problemas em torno de fricções sociais e choque de culturas.



quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A invisível estrutura de poder

A Suécia tem a reputação de ser a nação mais igualitária do mundo - um lugar onde os homens da política são votados como "A Mulher do Ano", onde os jovens pais em licença de paternidade tomam conta das crianças enquanto as mulheres vão trabalhar, e onde as escolas podem banir pronomes relativos ao sexo. Um recente "World Economic Forum" reportou que a Suécia é o país do mundo onde a igualdade de género é mais forte.

No entanto, aparentemente algumas mulheres suecas pensam que a imagem que este país tem como um paraíso feminista é apenas uma fachada que esconde uma misoginia bem enraizada. Qual é a sua evidência? Homens que dormem de forma relaxada nos comboios, autocarros, metros ao mesmo tempo que ocupam mais do que um assento.

Para reverter esta "demonstração de poder internalizada " (isto é o que elas chamam de "slouching"), um grupo de feministas com demasiado tempo livre decidiu abrir um blogue com o nome de "Macho i Kollektivtrafiken" ("Macho in Public Transport"), encorajando os leitores a enviar fotos de homens em poses relaxadas.

O propósito é alertar as pessoas para esta "recreação activa e simbólica não só de poder, mas também de masculinidade estereotipada."

Será que as mulheres suecas sentem-se mesmo ameaçadas com homens que dormem de forma relaxada nos metros? Será que isto é mesmo um tópico feminista? Será que as feministas olham para as mulheres como seres tão fracos que não só ficam traumatizadas com homens que ocupam mais do que um assento, como são incapazes de pedir que eles disponibilizem mais espaço?

É tentador sugerir às mulheres - que enviam estas fotos de homens em poses relaxadas dentro dos transportes públicos - que desenvolvam "um par deles", e que se lembrem que o feminismo lutou de forma árdua para afastar das mulheres a imagem de vítimas ultra-sensíveis ao mesmo tempo que tentava provar que elas são pessoas com capacidade de decisão, poder e muito mais.

A fundadora do blogue - My Vingren (27 anos) - assegura que Macho i Kollektivtrafiken não é brincadeira, e que o mesmo é uma forma modesta de tentar mudar o mundo.

O que se segue é a entrevista que ela deu à autora deste texto. Pelo meio faço o meu comentário.

VICE: O seu blogue alega que os homens que ocupam mais espaço do que aquele que ele fisicamente precisam estão a practicar uma "expressão inconsciente e invisível de poder todos os dias, nos lugares públicos." Será que os homens podem oprimir as mulheres sem se aperceberem disso?

My Vingren: Sem dúvida. Eu acho que um dos aspectos mais problemáticos de termos uma estrutura de poder tão intensa é que muitas pessoas não estão cientes de como a forma como agem pode afectar os outros. O facto dos homens obterem mais espaço nas salas de aula, nas reuniões empresariais, e assim por diante, é parte duma opressão estrutural que nem todas as pessoas sabem que estão a tomar parte.

Ou seja, os homens oprimem as mulheres e nem sabem disso. Felizmente, as sociedades ocidentais têm a presença das feministas "Olho de Águia" para observar e descobrir o que mais ninguém consegue ver.

Que tipo de motivos os homens dão para o facto de ocuparem mais espaço que as mulheres nos metros, autocarros e comboios?

Varia desde "o suor do escroto não é agradável" até a "é-me fisicamente impossível sentar-me de modo diferente uma vez que tenho um pénis."

De facto, não é nada agradável sentar duma forma que causa dor física - quer seja homem ou mulher. A biologia, neste caso, toma preeminência sobre as sensibilidades feministas.

Agora, a questão do suor é no mínimo estranha. Nos vários anos que já ando de autocarro nunca ouvi um homem a afirmar que se senta desta ou daquele forma por causa do suor neste ou naquele lugar. Verdade seja dita, também nunca me passou pela cabeça perguntar a um homem (ou a uma mulher) sobre os motivos que o/a levam a sentar-se duma forma específica. Afinal, quem pensa nessas coisas? Nenhuma pessoa normal se preocupa minimamente com isto.

O que é que você diria àqueles que alegam que, no grande esquema das coisas, esta questão é uma "problema de luxo?

O que eu quero dizer é que isto é parte do tipo de opressão que leva a mulher a ser violada, obter salários mais baixos, e ser exposta à violência nas relações.

Ou seja, se tu és um homem que gosta de dormir de forma relaxada dos transportes públicos, fica sabendo que é esse tipo de atitude que causa a violação de mulheres, e causa a que as mulheres tenham salários inferiores. Aposto que não sabias disso.

Como é que a sua campanha se ajusta na história da luta feminista pela igualdade?

Falar de espaço - quem toma mais, e quem disponibiliza mais - é, a meu ver, algo substancial dentro do feminismo.

Tradução: como não há nada de importante para fazer, as feministas dedicam-se a questões ridículas. Saber quem ocupa quanto espaço nos autocarros só é "substancial" se tu fores uma feminista desocupada.

A Suécia tem uma reputação internacional de ser uma sociedade igualitária, quase um paraíso feminista. Isto é verdade?

Não, não é. Trabalho com vítimas de violação e vejo as partes ocultas do nosso país. Obviamente, já atingimos muitos objectivos e hoje em dias as mulheres têm mais escolhas do que aquelas que tinham há 30 anos, mas ainda estamos longe de seremos iguais.

Primeiro: a maior parte da violação nos países nórdicos é feita por imigrantes (especialmente muçulmanos). Se ela se preocupa assim tanto com isso, ela que se centre nesse segmento da sociedade.

Segundo: o facto dos imigrantes violarem muitas mulheres nórdicas não invalida que a Suécia seja um asilo feminista. Não se esqueçam: este é o país onde um grupo de feminista pode apregoar o racismo impunemente.

Terceiro: a busca pela igualdade não tem como propósito a obtenção dessa mesma igualdade, mas sim a instalação duma constante "guerra de classes" entre homens e mulheres - uma guerra permanente, portanto. Nós sabemos que a guerra entre os sexos é um único resultado dessa "busca pela igualdade" pelo simples e científico facto dos homens serem diferentes das mulheres.

É virtualmente impossível algum dia atingirmos a igualdade uma vez que o homem e a mulher são totalmente diferentes (mas complementares). Quem busca a igualdade sexual não quer a igualdade sexual. Quem busca a igualdade sexual busca um constante clima de suspeição entre os homens e as mulheres. Quem ganha com isso são os suspeitos do costume: o governo (que ocupa o lugar do homem na vida da mulher e dos filhos) e a elite feminista (que lucra com o estatuto de vítima conferido às mulheres).

Acha que as mulheres podem-se impor por si próprias?

Sim, estou convencida que sim. Mas acho que é mais eficaz as raparigas trabalharem juntas, para variar, em vez de termos cada rapariga individual a tentar resolver as questões das estruturas de poder.

No estilo tipicamente marxista, o colectivo toma preeminência sobre o individual; a "classe" sobre a iniciativa pessoal.

Será que as mulheres não têm corajem de confrontar um homem e exigir que ele se afaste um bocado, se faz favor?

Não creio que as mulheres ou as meninas conseguem lidar com isso. Elas escolhem não assumir essa batalha.

Caros misóginos que - infelizmente - acompanham o blogue: se vocês querem mais argumentos com os quais atacar as mulheres, tomem atenção ao que as feministas dizem das capacidades das mesmas. Segundo elas, as mulheres são tão idiotas, tão fracas e tão amedrontadas que não conseguem pedir a um homem (num espaço público) que se afaste um pouco para que ela se possa sentar. Tem que ser o "colectivo" a fazer isso por ela, pobre coitada.

Sinceramente, se um homem dissesse uma coisa destas das mulheres, ele seria justificadamente criticado por colocar as mulheres num patamar inferior às crianças.

O que é que você acha que aconteceria se uma mulher pedisse a um homem que se afastasse um bocado? Será que você ou alguma conhecida sua já tentou?

É difícil prever como é que os homens reagiriam. Para que haja alguma mudança, eu acho que os homens têm que se aperceber por eles mesmos que algo precisa mudar.

Típico sacudir das responsabilidades feminista; não são elas que têm que mudar, são eles que têm que mudar. ("Não tranque a porta de casa; ensine o ladrão a não roubar").

Para começar, não é "difícil prever como é que os homens reagiriam." Se uma mulher pedisse que eles se afastassem, a esmagadora maioria dos homens afastaria-se sem problemas nenhuns. Aliás, muitos dariam até o seu lugar se tal fosse necessário. Esta feminista propositadamente cria um falso problema como forma de justificar esta "estrutura de poder" invisível que ela diz existir - mas que mais ninguém consegue ver.

Parece que muitas pessoas acham que o vosso blogue é uma anedota. Porque é que isso acontece?

Honestamente, não sei.

Ela não sabe, mas o resto do mundo sabe. O blogue dela é uma anedota porque centra-se num problema não existente como forma de capitalizar mais argumentos em favor da não existente "estrutura de poder" (invisível) que alegadamente "oprime" as mulheres (talvez). Homens que dormem de forma relaxada nos transportes públicos não estão interessados em "oprimir" as mulheres: eles estão interessados em dormir.

Será que o vosso blogue vai fazer alguma diferença?

Claro. Nós vamos mudar o mundo.

Sonhos sem dúvida grandiosos. Felizmente, a única coisa que vai mudar - espero eu - é a forma como as mulheres olham para este movimento com o nome de "feminismo." É absolutamente ridículo alguém realmente pensar que a forma como os homens dormem nos autocarros é uma forma de "opressão" - que também de encontra nos homens que violam as mulheres.

Na verdade, o problema desta feminista é a masculinidade - e não o acto de dormir em si. O mínimo sinal de masculinidade é ameaçador para as feministas uma vez que demonstra empiricamente algo que elas tentam abafar: as mulheres nunca vão ser homens. Aliás, as mulheres não querem ser homens; as feministas, sim.

O problema é que elas não conseguem ser homens, e como tal, lutam de forma árdua para remover da sociedade todos os indícios de masculinidade. Só que esta é uma guerra perdida visto que, mesmo que a masculinidade dos homens suecos seja totalmente erradicada, ela será substituída por outro tipo de "masculinidade". A diferença é que essa tal outra masculinidade não vai ser tão tolerante da idiotice feminista tal como a masculinidade ocidental o é.

Pensando bem, talvez este tipo de iniciativa mude de facto o mundo. O problema é que vai mudá-lo para pior, e não para melhor.





sábado, 26 de novembro de 2011

Mulher-motorista expulsa idoso do autocarro antes de abandonar passageiros a meio da viagem

Os passageiros afirmam que foi um pesadelo de viagem. Um autocarro Greyhound destinado a St. Louis ficou retido toda a noite numa paragem de camiões depois da motorista ter saído do autocarro e nunca mais ter regressado.

Os passageiros alegam que o primeiro problema da viagem ocorreu em Sikeston quando a motorista expulsou do autocarro um homem de 65 anos apenas por não gostar do que ele dizia.

Depois deste incidente, o autocarro continuou para North na I-55.

Perto de Cape Girardeau, a motorista encostou o autocarro e disse aos passageiros que se ia embora. Ela trancou a porta e foi para fora esperar uma boleia. Os passageiros chamaram o 911. Mais tarde a polícia ordenou que a motorista regressasse ao autocarro.

Depois de ter voltado para o autocarro, e em vez de se dirigir para St. Louis como era suposto, ela deu meia volta, saiu da interestadual em Charleston, MO, saiu do autocarro e abandonou-o de vez. Os passageiros ficaram retidos numa paragem de camiões.

Pouco depois pediram a ajuda da Greyhound mas a mesma só chegou várias horas depois. Os passageiros acabaram por passar a noite no autocarro.

Danyel Thompson, um dos passageiros do autocarro disse:

Ela fez isto duas vezes. Primeiro trancou-nos dentro do autocarro quando este estava encostado na auto-estrada, e depois disto, ela simplesmente foi-se embora. Foi horrível.
Depois de todos estes percalços, eles finalmente chegaram a St. Louis, quase 12 horas depois do previsto.


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

30 assaltantes lançam pânico em autocarros

O pânico instalou-se em dois autocarros da Rodoviária de Lisboa, na zona de A-da-Beja, Amadora, depois de um grupo com mais de 30 elementos ter invadido anteontem à noite os veículos, num espaço de meia hora. Um motorista foi assaltado, ficando sem dinheiro e pertences – e a PSP ainda apanhou 12 suspeitos, que levou à esquadra para identificação.

Depois dos dois incidentes, que levaram a polícia a comparecer em peso, as restantes carreiras já foram efectuadas sob vigilância dos agentes. O pesadelo começou ainda na zona de Casal de Cambra, Sintra, pelas 23h00, quando cerca de 30 pessoas, todas jovens, saíram de uma festa. Ali perto invadiram um autocarro, onde seguiam poucos passageiros. Fizeram-no sem pagar bilhete, gerando logo alguma confusão.

Durante o trajecto, já na zona da Amadora, alguns dos jovens acercaram-se do motorista, com cerca de 35 anos, e acabaram por roubar-lhe o dinheiro dos bilhetes que tinha em caixa, bem como alguns dos seus bens pessoais. Concretizado o roubo, o gang abandonou o autocarro, mas, pouco depois, tomou de assalto um outro ali perto.

Já no outro veículo, onde seguia apenas o motorista, os distúrbios mantiveram-se. No entanto, devido à primeira ocorrência, as autoridades já tinham sido alertadas, acabando por interceptar o autocarro.

Em clara inferioridade numérica, a patrulha da PSP acabou por pedir reforços, com várias equipas do Corpo de Intervenção a deslocarem-se até ao local, tendo os membros do gang ficado retidos durante largos minutos no interior do autocarro. Sob forte aparato policial, as pessoas foram retiradas faseadamente do autocarro, com doze delas a serem levadas à esquadra para identificação.

-Fonte-


Quem conhece Lisboa sabe que tipo de cultura predomina nos subúrbios de Amadora: violência, delinquência, promiscuidade, mães solteiras, etc, etc, ou seja, tudo aquilo que o marxismo cultura tem vindo a "construir" um pouco por todo o mundo.

Há poucos dias falei com um cliente sobre a perspectiva dele comprar um sistema de vídeo vigilância. A resposta que ele me deu deixou-me sem resposta:

Para quê comprar sistemas de captação de imagem e vídeo vigilância? Mesmo que se apanhe algum criminoso, daí a alguns dias ele está cá fora outra vez..
Pura verdade. A nossa cultura hoje em dia tem mais em consideração os "sentimentos" dos delinquentes do que os das vítimas.

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