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domingo, 14 de julho de 2013

Rosa Parks e a guerra racial como arma esquerdista

Rosa Parks não foi uma simples costureira cujo acto desafiador solitário levado a cabo em 1955 deu início ao movimento dos Direitos Civis, Ela foi, na verdade, uma activista ao serviço do Partido Comunista dos Estados Unidos da América [singla em inglês: C.P.U.S.A. = Communist Party of the United States of America]. A sua recusa em se sentar na parte de trás do autocarro não foi um acto espontâneo, mas uma provocação organizada pelo seu empregador, a  "National Association for the Advancement of Colored People" (NAACP).

Durante a semana passada Rosa Parks foi colocada num estado sob a Capitol Rotunda; uma honra só conferida 29 vezes durante a história americana a pessoas tais como  Abraham Lincoln, John Kennedy, e mais recentemente Ronald Reagan. Este tratamento ilustra o modo como o público americano é rotineiramente mentido e traído pelos seus líderes políticos e pelos média. O obituário presente no New York Times diz que a sua prisão "transformou uma mulher comum num símbolo relutante e numa portadora da torcha". O Presidente Clinton disse que a sua acção "deu início ao movimento social mais significativo da história Americana."

Embora eu esteja de acordo com os propósitos ostensivos do movimento dos Direitos Civis, uma vez que este movimento teve apoio Comunista, tenho que perguntar:  "Qual era a sua agenda oculta?" Falarei disto mais tarde.

Para entender o porquê da elite Americana honrar uma Comunista, temos que fazer uma alteração no paradigma.

Um grupo exclusivo de banqueiros sediados em Londres, que controla a maior parte do crédito e da riqueza mundial, quer consolidar este poder nas instituições mundiais permanentes de controle político, social e espiritual. Este grupo criou e financiou o Comunismo como instrumento usado para avançar com este propósito; isto envolve dissolver todas as "forças colectivas" que se possam opôr a ele, incluindo o estado-nação, a raça, a religião e a família.

Este "Comunismo", longe de ser uma relíquia da era da Guerra Fria, continua (nas suas diversas formas) a fazer parte das nossas vidas, corroendo as instituições nomeadas em cima. A "Guerra Fria" continua como a "Guerra ao Terror" - que nada mais é que uma fraude criada como forma de controlar as massas e concentrar ainda mais a riqueza e o poder nas mãos dos super ricos.

O PADRÃO DA DECEPÇÃO

A caracterização da Rosa Parks como uma cidadã comum levantou as minhas suspeitas. Betty Friedan, a "fundadora" do feminismo e uma activista comunista de longa data, foi também caracterizada como uma mãe doméstica comum. Graças a um fórum da internet repleto de informação, Daily Kos.com, descobri rapidamente que Rosa Parks começou a trabalhar como secretária da NAACP em 1943 e ainda mantinha essa posição quando foi presa. Em Julho de 1955, cinco meses antes do famoso incidente em Dezembro, ela frequentou a "Highlander Folk School", em Monteagle Tennessee. Myles Horton e James Dombroski, ambos membros do Partido Comunista, fundaram esta escola em 1932 como forma de treinarem activistas Comunistas. Betty Friedan também frequentou este estabelecimento.

Desde os anos 40 do século passado que Rosa Parks e muitos outros haviam em numerosas ocasiões desafiado as leis em torno da segregação nos autocarros. O boicote ao autocarro de Montgomery foi planeado antecipadamente e Martin Luther King foi trazido para o liderar. Rosa Parks foi escolhida para dar início ao incidente (See Aldon Morris, "The Origins of the Civil Rights Movement").

Um membro do Daily Kos.com que trabalha para o jornal do CPUSA disse que um membro-executivo do CPUSA lhe havia dito que Rosa Parks fazia parte do partido. (Isto não é algo que os Comunistas gostem de publicitar)

O testemunho de inúmeros desertores não deixa dúvidas em relação ao facto do Partido Comunista dos EUA estar a ser dirigido a partir de Moscovo. Apesar do que idealistas ingénuos ("idiotas úteis") tais como Rosa Parks e Betty Friedan pensam, o propósito era subjugar o povo Americano. O Movimento de Emancipação das Mulheres foi construído à imagem do Movimento dos Direitos Civis, sendo ambos operações psico-sociais prontas criadas pelos Comunistas. Para serem eficazes, estes movimentos têm que criar a aparência de serem atitudes que emanam de sentimentos populares, e não uma agenda elitista imposta a partir do topo. Embora estes movimentos tenham ractificado genuínas injustiças, o seu propósito oculto era o de dessestabilizar a sociedade Americana, exacerbando divisões internas.

A NAACP & MARTIN LUTHER KING: O LADO OCULTO

No seu livro, "My Awakening" David Duke pinta uma imagem da NAACP que sugere que esta organização nada mais seja que uma fachada construida por banqueiros e Comunistas (pp.282-284). Embora a organização tenha sido fundada em 1909, ela só teve um presidente negro em 1970. Até essa altura, os seus presidentes e os membros do conselho eram frequentemente escolhidos de entre os Judeus Comunistas.

[NOTA: O editor do blogue Marxismo Cultural não subscreve qualquer tipo de visão racista mantida por David Duke. A frase de cima foi deixada tal como está porque ela se encontrava no texto original e era importante para o contexto.]

Martin Luther King pode ter sido o típico homem-fachada; em privado, ele declarava-se como Comunista. Havendo frequentado a Highlander School, os seus secretários pessoais eram Bayard Rustin e Jack O'Dell - ambos Comunistas. Stanley Levinson . . . que escreveu os seus discursos e geria a angariação de fundos, era também um Comunista. Aparentemente, a integridade de King foi também colocada em questão quando foi alegado que largas secções da sua Tese de Doutoramento era uma cópia outro documento. Ele teve também encontros com protitutas, algo que foi gravado pelos FBI e confirmado pelo seu sucessor. Ralph Abernathy. (And the Walls Came Tumbling Down, 1989)

GUERRA RACIAL COMO ARMA DA ELITE

Eu considero o preconceito, a discriminação e a segregação como coisas repugnantes. A humanidade é uma família de raças, cada uma com talentos próprios e todas elas trazendo algo de único. Ao mesmo tempo, sou de opinião de que se deve encontrar algum tipo de  equilíbrio uma vez que os grupos raciais e nacionais têm o direito de proteger o seu carácter racial. Acho estranho que países como Israel, China e o Japão possam fazer isso sem qualquer tipo de crítica mas os países da Europa e da América do Norte não possam. Negros, Judeus e Hispânicos podem fazer isto, mas os Brancos já não podem. Eu acho também que discriminação em favor duma "minoria" é tão má como discriminação contra ela.

Sou Canadiano e não sou perito no movimento dos Direitos Civis, mas se o CPUSA esteve envolvido, então havia uma agenda oculta. Esta agenda parece estar bem deliniada num documento com o nome de "Um Programa Racial Para o Século 20" [A Racial Program for the 20th Century" (1912)], escrito por um Fabiano Britânico com o nome de  "Israel Cohen", citado pelo Congressista Thomas Abernathy durante o debate em torno dos Direitos Civis (e que entrou nos registos Congressionais - 1957), página 8559. Se este documento for autêntico, ele é bastante revelador

Temos que nos aperceber que a arma mais poderosa do nosso partido [Comunista] é a tensão racial. Ao propagar no consciente das raças escuras que durante séculos elas foram oprimidas pelos brancos, nós podemos movê-los na direcção do programa do Partido Comunista. Na América teremos como propósito a vitória subtil.

Ao mesmo tempo que inflamamos os Negros contra os brancos, colocaremos nos brancos o complexo de culpa pela sua exploração dos Negros. Ajudaremos os Negros ascender para lugares de proeminência em todas as esferas da vida - nas profissões e no mundo do desporto e do entretenimento. Com este prestígio, o Negro será capaz de se casar os Brancos e isto dará início ao processo que entregará a América à nossa causa.

Lembrem-se disto: os banqueiros centrais encontram-se envolvidos numa enorme fraude de imprimir dinheiro pelo preço de papel, emprestá-lo e depois exigir pagamento com juros. A única forma que eles têm de perpetuar esta fraude é distraindo-nos até que sejam capazes de colocar cadeados em nós. Isto envolve criar inimigos. Para confirmar isto, basta olhar para a França e para a sua minoria de 5 milhões de Muçulmanos. Actualmente [ed: isto é, na altura em que este artigo foi feito] a juventude muçulmana está a provocar tumultos. O Ministro de Interior Nicolas Sarkozy afirmou na Quinta Feira que os tumultos "não eram espontâneos" mas "muito bem organizados." (...) Os banqueiros centrais usam as minorias raciais como arma.

(....)

CONCLUSÃO:

A santificação de Comunista Rosa Parks prova mais uma vez que a elite política e culural americana se encontra irremediavelmente corrompida. Mudanças sociais não ocorrem nos EUA a menos que os banqueiros centrais e os seus parceiros mediáticos estejam por trás. O seu plano a longo prazo (tendo em vista a sua ditadura) é pintada como uma revolta popular que emana espontaneamente da sociedade civil.

De um modo cada vez mais óbvio, os órgãos de comunicação de maior dimensão, os governos os centros de ensino revelam as suas verdadeiras cores e se auto-desacreditam aos olhos do público.

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