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domingo, 1 de outubro de 2017

Socialista Italiana apoia a diversidade até que a sua filha se enamora por um "migrante"

A filha da socialista enviou uma carta a um jornal nacional e falou do seu relacionamento com um imigrante, algo que a sua mãe socialista não apoiou:
Enquanto trabalhava entre os imigrantes, apaixonei-me pelo Jeff [o imigrante]. Quando falei nisto à minha mãe, uma pessoa da Esquerda, fiquei desiludida com a sua reacção. 
Ela disse-me que eu era uma pessoa doente, e que os negros apenas merecem a nossa piedade, que eu deveria ser presa, e que ele está comigo pelo dinheiro.
Estas palavras provocaram reacções por parte de alguns políticos, tal como a reacção de Cristiano Romani, do "Movimento Sovranista":
Estas palavras destroem o véu de hipocrisia por parte dos esquerdistas e por parte do Partido Socialista, que aplicam à letra a filosofia de receber bem os imigrantes mas bem longe das suas casas e, acima de tudo, sem qualquer contacto ou sem qualquer tipo de relacionamento com as pessoas com quem eles se preocupam.

* * * * * * *
Pouco mais há a acrescentar às palavras de Cristiano Romani: os globalistas, os esquerdistas e os multiculturalistas são a favor dos "refugiados" desde que esses "refugiados" vivam bem longe de si, e que seja o povo nativo a sustentá-los.

O mesmo acontece com a religião do "aquecimento global", onde os mentores e os fiéis dessa seita querem que OS OUTROS paguem por aquilo que eles dizem que vai acontecer "a qualquer momento".
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- Medium.com

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Confissões de um ex-jornalista

Por Kiron Solari

Duvido muito que alguém tenha que ser lembrado que os média estão podres até ao tutâno; até as pessoas mais relutantes e de mente mais fechada estão a começar a aceitar isto como um facto. Mas apesar dos média serem amplamente condenados nos dias de hoje (agradecimento especial aos Alemães por trazerem de volta o termo “Lügenpresse”), poucas pessoas sabem ou entendem o que realmente acontece nas cozinhas jornalísticas, onde a vasta gama de mentiras diariamente disponibilizadas ao público são cozinhadas. No entanto, há formas de entrar lá - através de infiltração intencional ou, como no meu caso, por acidente.

Tenho um amigo de longa data - vamos-lhe chamar de Sven - que sempre conheci como um homem de bom coração e sincero. No entanto, esses traços estão também associados a assumir sempre o melhor das pessoas, e a ser um tanto ou quanto ingénuo. Devido a isto, ele acaba sempre por acabar em situações complicadas e por vezes perigosas.

Uma dessas situações foi quando, durante um breve período, ele passou por uma experiência como jornalista num popular jornal online. Durante esse período, ele mal manteve contacto, e eventualmente saiu da rede. Depois de ter passado um mês, ele voltou um homem diferente, e não para melhor. Tal como já expliquei, ele deixou o seu emprego, e fechou-se por completo (armado com nada mais que álcool) para lidar com a depressão resultante da profissão de jornalista.

Eu sei que isto soa muito "frágil" para muitos de vocês, e para mim também; os homens normalmente não mergulham em depressão e não bebem pra fugir dos problemas. Ao mesmo tempo que conferi ao meu amigo a clemência de ouvir os seus problemas, também reconheci a utilidade da sua experiência, e comecei a colocar-lhe questões em relação ao que ele viu durante o período em que ele esteve no tal emprego.

Vou, seguidamente, reportar-vos o que ele descobriu, mas não irei no entanto revelar o seu nome e nem o nome do seu antigo patrão; dado o país "livre" em que vivemos, isso pode-lhe causar problemas no futuro.

Quem te paga, é teu dono.

Sven juntou-se ao ramo do jornalismo para dizer a verdade às pessoas. Para crédito seu, ele realmente acreditava que estava a fazer exactamente isso. A sua primeira missão soava tão simples: falar com a pessoa, gravar a conversa, escrever o artigo, e publicá-lo. A realidade, no entanto, veio a ser diametricamente diferente: depois do recém-cozinhado jornalista voltou da sua primeira entrevista, foi imediatamente ordenado a que transcrevesse a gravação e enviasse a transcrição por email a gestor de conteúdo.

Passada que estava meia hora, Sven recebeu uma versão fortemente editada da transcrição, com partes que ele considerava cruciais a serem substituídas por chavões sem sentido ou removidas por completo. Quando ele se dirigiu ao gestor para vociferar a sua indignação, o gestor disse-lhe apenas que "Este homem não nos pagou para escrevermos um artigo que o atacava. Volta para a tua secretária!"

Este não foi o único caso, testemunhado por Sven, que revela o peso que o dinheiro tem dentro do jornalismo. Os seus numerosos colegas raramente escreviam conteúdo independente; eles estavam demasiado ocupados a publicar artigos pagos uns atrás de outros. Quando Sven perguntou se estes artigos deveriam ser marcados como "patrocinados", a única resposta que ele obteve foi um riso amargo.

Era muito frequente o gestor de conteúdo dirigir-se à sua mesa e dizer algo do tipo "Sabes que o homem sobre quem estás a escrever é um amigo íntimo do nosso patrão? Não estragues este artigo." Sven ficou também surpreso por ver tantas pessoas "entrevistadas" (normalmente, políticos) que nem se davam ao trabalho de falar com ele, referindo-o às suas secretárias ou aos seus assistentes. Uma destas pessoas chegou até a dar-lhe um discurso pré-escrito, e a dizer para ele "trabalhar" com ele, e avançar.

No entanto, Sven tem também um enorme sentido de justiça, e isto levou-lhe por várias vezes a 1) ignorar as "recomendações" que o gestor de conteúdo lhe dava, 2) desviar-se da historia oficial, e 3) permitir que pequenos vislumbres de verdade chegassem aos ouvidos do público. Por cada uma destas ocorrências, Sven foi chamado para o escritório do gestor de conteúdo, recebeu admoestações estritas, e viu o ordenado do mês a ser reduzido. E isto numa agência mediática que era suposta ser "neutra e objectiva"!

Padrões morais? Nunca ouvimos falar nisso.

Foi um choque enorme para Sven finalmente aperceber-se que os seus patrões eram seres sem consciência, que se prostituíam para quem pagasse mais. Foi um choque ainda maior descobrir a forma despreocupada com que os seus colegas tratavam as suas responsabilidades.

Jornalistas investigativos dependiam de informação que obtinham em  buscas no Google e nos posts do Twitter; editores e sub-editores usavam rumores e o diz-que-disse para escrever artigos mordazes; gestores de sites postavam qualquer tipo de conteúdo que capturava a sua atenção desde que fossem capazes de criar um título suficientemente chamativo para atrair pessoas. A verificação de factos practicamente não existia (a menos que alguém pagasse por isso).

Quando chegava a hora de escolher tópicos e de escrever artigos, a linha orientadora para todo o Establishment era simples: não causem a que as pessoas fiquem zangadas. E quando se diz "pessoas", não estamos a falar das pessoas comuns, que para o Establishment nem eram consideradas pessoas verdadeiras mas sim massa sem cara a quem se atiravam artigos e que, em troca, aumentavam as visualizações e o dinheiro que entrava.

Não, a identificação de "pessoas" estava reservada para as pessoas que realmente contavam. Isto incluía os representantes dos poderes estabelecidos, figuras públicas conhecidas, endinheirados com as mãos dentro do bolo político, e, claro, amigos pessoais o dono da companhia. Estas eram as pessoas protegidas, mimadas, e louvadas a qualquer custo; o resto das pessoas já não eram tratadas assim.

Escusado será dizer isto, mas dentro da companhia mediática, os políticos tinham tanto poder como os donos das bolsas; sempre que algo noticiável acontecia, os "protectores da verdade e da objectividade" começavam imediatamente a trabalhar de modo a distorcer os eventos duma forma desejável para aqueles que os tinham pela trela.

Eram publicados artigos de ataque contra opositores políticos e contra os indesejáveis; cortinas de fumaça eram erigida; factos eram omitidos, negados e mal-representados. Sven confessou-me mais tarde que o dia em que a sua companhia cobriu as eleições parlamentares foi o primeiro dia da sua vida em que ele passou a noite a beber. A ética jornalística, algo que os média adoram agitar aos quatro ventos, revelou-se como sendo uma farsa.

Na omelete mediática, tu és um ovo

O título diz tudo. Para as pessoas no topo das instituições mediáticas, o operário comum não é só um peão - ele é também um preservativo. Ao contrário do que as pessoas pensam, a vida normal do jornalista é relativamente patética: mal pago, subvalorizado, ingrato e constantemente alvo de ordens superiores. Mudanças no staff na "cozinha" são bastante elevadas, e isto não é porque as pessoas estão a ser promovidas. Nesta área profissional, o termo "empregado veterano" normalmente significa pobre coitado que não tem alternativas e não se pode despedir.

Segundo Sven, muitos dos seus colegas trabalhavam o suficiente apenas para receber o ordenado, o que explica a negligência. Faces acinzentadas, bocas tensas, olhos de quem trabalhou muitos turnos, e atitudes amargas - faz-se o que for necessário para superar o dia de trabalho. Para além disso, as pessoas que se encontravam no topo evitavam qualquer responsabilidade pelo material publicado. Sempre que um leitor enervado ligava para os escritórios, e se queixava de algum artigo, a pessoa que escreveu o dito artigo era responsabilizada imediatamente, mesmo que o seu trabalho tivesse sido revisto e aprovado pela gerência antes de ter sido publicado. Afinal de contas, o que é que custa encontrar outro drone de escritório com habilidades de escrita quase-decentes?

No entanto, Sven também descreveu aqueles colegas que gostavam do seu emprego. Eles chegavam ao escritório com a Primavera nos seus passos, um sorriso a cobrir as suas faces, e um brilho malicioso no seu olhar. Estes eram os "talentosos", favoritos do patrão da empresa - pessoas insensíveis e frias que poderiam vender a própria mãe por um saboroso pedaço de fofoca, que eles iriam, posteriormente, espalhar por toda a internet.

Sempre que estes tinham chance de escrever um artigo de ataque, espalhar um rumor, ou destruir a vida de alguém, quase que poderíamos ver o seu interior a brilhar. Lembram-se de todos aqueles artigos presunçosos, mais-santo-que-tu, pseudo-intelectuais avançados por trapos tais como Salon, Dagens Nyheter e Huffington Post? Podes ter a certeza que eles são escritos por este tipo de pessoas. O que nos leva para o tópico seguinte.

Não é permitido pensamento errado.

Tal como provavelmente já se aperceberam há muito tempo, o campo mediático é enorme e acomoda uma vasta variedade de Kulturbolschewismus. No caso do Sven, não era só o caso de existir uma política empresarial baseada no medo, de denuncia e auto-censura, mas sim um plano real em operação. Ele disse-me que havia um fluxograma pendurado na redacção que explicava o que fazer quando se reportavam crimes e incidentes. Era algo do tipo:

O criminoso era um nativo (branco)?
    S = Reportar detalhadamente, amplificar.
    N = Ignorar os detalhes, minimizar.

A dada altura, Sven escreveu um artigo em torno do feriado nacional, mas o seu gestor de conteúdo recusou-se a aprovar a sua publicação devido ao facto do mesmo ser "demasiado patriótico", aconselhando-o em vez disso a "escrever de forma mais inclusiva" sobre a "participação das minorias no festival".

Qualquer coisa que louvasse o país e os seus habitantes indígenas era, sempre que fosse possível, indesejável e omitido, enquanto que qualquer artigo que gerasse auto-ódio, louvasse os habitantes de outros países (leia-se: Africanos e Muçulmanos) ou atacasse os nativos e o seu estilo de vida, era um sucesso automático e era rapidamente aprovado pela gerência.

Escusado será dizer isto, mas a redacção estava cheia de mulheres, dos seus animais de estimação cucks, e, claro, de Judeus. As primeiras desfrutavam de poder absoluto independentemente da sua posição; bastava uma simples queixa ao departamento de Recursos Humanos para que alguém fosse despedido; evidências não eram necessárias.

Os cucks, representados pelas criaturas de braço fino, cheias de piercing, com barba rala, e t-shirts do Che Guevara, estavam bem contentes com a forma como as coisas estavam a avançar, bebendo lattes e denunciado todos aqueles que expressassem ideias incompatíveis com a narrativa.

Os Judeus estavam no seu ambiente natural dentro da redacção, executando o seu papel tradicional de "intelectual arrogante" e obtendo promoções do nada. Um estudo posterior do site do jornal revelou que a maior parte dos artigos que atacavam os nativos, a sua cultura, e os seus valores eram escritos pelos Judeus.

Contratam-se mentirosos.

Portanto, para resumir: os média não estão cheios de pessoas boas, mas enganadas como muitos pensam. Pelo contrário, o establisment mediático tem um propósito e está bem ciente disso, e ele posiciona-se algures entre um oportunista sem escrúpulos e um leal cão amestrado do Estado. Na melhor das hipóteses, é falsamente patriótica ("que pais maravilhoso que temos aqui; vamos convidar mais imigrantes"), mas na pior das hipóteses, é abertamente hostil em relação à população indígena do país onde ele existe.

Mais ainda, os média permitem a consolidação e a auto-afirmação das forças globalistas - os governos traidores, os Judeus internacionais, as multinacionais, a indústria do entretenimento e assim por adiante - contra a população nativa cada vez mais desprivilegiada e cada vez mais em declínio.

Por fim, mas não menos importante, devido à ofuscação intencional dos crimes cometidos contra o Ocidente por parte dos imigrantes não-Brancos, os média são cúmplices dos mesmos e, se isto falhar, geradores da agitação pública com o propósito de colocar pressão sobre os tribunais de modo a que os criminosos possam sair livres. Para mim, só este último motivo é suficiente para mandar todos os jornalistas e todos os seus donos para a forca.

O ponto a reter é que os média não são de maneira nenhuma teus amigos, mesmo que os seus operacionais da camada mais baixa se encaixem na descrição de vítimas indefesas e não inimigos destruidores e nações. Os média têm que ser resistidos, expostos, e boicotados sempre que possível - até que comecem a sagrar dinheiro e se engasguem no seu próprio veneno.



~ http://bit.ly/2eJ5gqO



sábado, 6 de junho de 2015

Marxismo Cultural: gerindo a quinta de formigas.

Por Anthony Migchels

Karl Marx sabia que estava condenado: 
‘Thus heaven I’ve forfeited / know it full well. 
My soul, once true to God, / is chosen for hell.’ *
(Esta tristeza profunda prolifera actualmente na destruição das vidas de milhões de pessoas sob o nome de "progresso".)

Moses Mordecai Marx Levi (‘Karl Marx’) foi um escritor-fantasma para os Rothschild. O Marxismo é oposição controlada contra o Capitalismo, criando o que se tornaria na dialéctica clássica Capitalismo vs Marxismo que a elite usa para que se chegue ao Governo Mundial através dum conflicto controlado.

O propósito do Marxismo é transferir o Monopólio Capitalista para as mãos do Estado, alegando que isto irá colocar um ponto final na Plutocracia, mas "ignorando" o facto do Estado estar e sempre ter estado nas mãos da tal Plutocracia. Na dialéctica, ambos os "protagonistas" têm atributos ocultos em comum, e tanto o Capitalismo como o Marxismo são Monopólios Materialistas Sem-Deus.

Do ponto de vista económico, Marx conseguiu esconder o facto do Capitalismo ser Usura e Comércio Bancário. Ele promoveu a ideia duma amorfa classe Capitalista, escondendo o facto da Finança (Usura) dominar de igual modo sobre o Comércio, sobre a Indústria, sobre a Terra e sobre o Trabalho. Naturalmente que um pequeno comerciante tem mais em comum com o operário do que com o banqueiro. 

No Ocidente, a implementação do Marxismo simplesmente não era uma opção e como tal, os seus estrategistas tomaram a decisão de, primeiro, subverter a sociedade antes de consolidar tudo num Estado Marxista Global. Consequentemente, o Marxismo transformou-se em Marxismo Cultural, encabeçado pela Frankfurter Schule.

Eles começaram a subverter tudo: a arte moderna, por exemplo, passou a ser um total lixo desalmado, algo totalmente diferente da maravilhosa e inspiradora arte dos anos 1800 e antes. Este ataque à estética degrada o nosso sentido do belo e reduz a nossa capacidade de distinguir o impróprio do inspirador.

Pior ainda, eles inventaram o Feminismo, mudando o problema da Plutocracia para o Patriarcado e colocando as mulheres [brancas] contra os homens [brancos]. O propósito principal é destruir a família, isolar os indivíduos, tornando-os mais vulneráveis ao controle top-down. Isto foi um sucesso total, visto que actualmente temos uma taxa de divórcio na ordem dos 50% e todos os anos há cada vez menos pessoas a casarem-se.

O Homolobby também faz parte disto tudo, visto que a sua agenda é a "emancipação sexual" - um excelente exemplo do aprisionamento das pessoas ao desejo sexual em vez de as inspirar a superá-los. O Feminismo, o Homolobby, a Pornografia e a "Emancipação" são UM, e eles têm um outro efeito-chave: assassinar a fertilidade. As taxas de fertilidade no Ocidente mal são suficientes para manter a população actual, e isto ajuda a agenda de despovoamento.

O outro lado desta moeda é a Imigração em Massa - substituindo os Brancos nas suas terras ancestrais. A Imigração em Massa é vendida como Multiculturalismo, que também faz parte do Marxismo Cultural. Todos estes lobbies têm os seus próprios rótulos "misógino", "homofóbico", "racista". Estes rótulos lucram com o sucesso do maior de todos os rótulos: "anti-semita".

Estes rótulos têm como propósito envergonhar e silenciar as vozes dissidentes, e colocar um ponto final no pensamento crítico e no ouvido atento por parte dos membros do lobby quando se deparam com um argumento coerente ("ah, ele é um misógino!") Isto fomenta um esprit de corps junto dos membros do lobby, baseado no vitimismo e no medo dos "racistas", etc.

A conexão com o rótulo anti-semita não é coincidência visto que todos estes lobbies, espalhados por todo o mundo, encontram-se dominados por Judeus. Tal como o mundo da Banca.

[ed: Em relação a este ponto, o Judeu Ben Shapiro diz: "A questão que mais me fazem, graças ao meu kippa, é o porquê dos Judeus votarem na Esquerda. A resposta é simples: a maior parte dos Judeus não se preocupa com o Judaísmo e nem com Israel. Eles preocupam-se com o esquerdismo secular, que é a sua religião.".]

 O ponto-chave a entender é que todos estes lobbies "protegem" as "minorias", alegando que elas são "oprimidas", mas na verdade, o que se passa é que a maioria está a ser alvo dum ataque. Por exemplo, as árvores de Natal são vistas como "não-inclusivas" só porque alguns poucos Judeus e muçulmanos podem achar isso "ofensivo".

Esta é a mentira por trás da "tolerância": só há tolerância para as minorias, e há tolerância zero para com a maioria, de quem se espera que saia do seu lugar e o dê aos outros. E desta forma, os Banqueiros dividem e conquistam à medida que caminhamos para o Governo Mundial.


(As mulheres, devido à sua natureza, são mais vulneráveis a histórias comoventes em torno de "vítimas" e são muito mais susceptíveis de ver o Irmão Grande como família. As mulheres  adultas da foto de cima beberam todas as mentiras com paixão, traíram os seus maridos e os votos matrimoniais ("divorciaram-se"), roubaram as crianças aos seus pais, e estão a agora a viver juntas como lésbicas. A maior parte das pessoas que olha para estas coisas assume que eles se estão a divertir, e poucos se apercebem que os pais estão em falta. E poucas pessoas pensam no que é que eles podem estar a sentir em relação a isto. O rapaz protege os seus genitais como um esforço fútil de resistir à emasculação)

- http://wp.me/pHHUn-13b.

* "E desde logo o céu perdi, e eu sei bem. A minha alma, a dada altura fiel a Deus, está escolhida para o inferno."



segunda-feira, 23 de março de 2015

Como o feminismo beneficia a mulher branca acima das outras mulheres

Modificado a partir do original de Nick Chiles

Os mais recentes comentários de Patricia Arquette logo após ter vencido um Óscar, salientaram a longa divisão racial que existe dentro do movimento feminista. Isto foi o que Arquette disse:

Portanto, a verdade é que, embora nós possamos sentir que temos direitos iguais na América, um pouco abaixo da superfície existem questões em jogo que afectam de modo real as mulheres. E chegou a hora de todas as mulheres na América, e de todos os homens que amam as mulheres e de todos os homossexuais, e de todas as pessoas de cor por quem nós tanto lutamos, de lutar agora por nós!

Claramente que na sua mente de Patricia Arquette o "nós" não incluía as mulheres Negras visto que estas já estavam incluídas no grupo das "todas as pessoas de cor por quem nós tanto lutamos". Eis então cinco evidências que confirmam que o feminismo é um movimento criado para o benefício exclusivo da mulher branca da classe média-alta (tal como Patricia Arquette):

1. O Movimento Não Inclui as Experiências das Mulheres Negras.

As mulheres negras que participaram no movimento feminista durante os anos 60 depararam-se frequentemente com um tipo de racismo que assumia a forma de exclusão: segundo a revista "The Thistle", do "Massachusetts Institute of Technology", as mulheres negras nunca eram convidadas para participar em painéis de conferências que não estavam focados especificamente nas mulheres negras ou nas mulheres do Terceiro Mundo.

Semelhantemente, elas não se encontravam igualmente, ou proporcionalmente, representadas nos departamentos de estudos femininos das faculdades, e nem havia disciplinas especificamente dedicadas a estudar a história da mulher negra. Na maioria dos escritos do movimento das mulheres, as experiências da mulher branca da classe média-alta eram descritas como "experiências femininas" universais, ignorando de modo claro as diferenças entre as experiências que existem entre as mulheres negras e as mulheres brancas (consequência da etnia e da classe social).

Para além disso, as mulheres negras mais conhecidas eram frequentemente tratadas como símbolos; o seu trabalho era aceite como representativo "da" experiência negra, e o mesmo raramente era criticado ou questionado.

2. As Feministas Brancas Não Admitiam o Seu Racismo.

Parte da frustração que a maioria das mulheres negras dentro do movimento das mulheres sentia era a falta de vontade das feministas brancas em admitir o seu racismo. Segundo o The Thistle, esta falta de vontade vem do sentimento de que aqueles que são oprimidos não podem oprimir os outros. As mulheres brancas acreditavam que devido à opressão que elas sofriam por parte dos homens brancos, elas eram incapazes de assumir o papel dominante na perpetuação do racismo dos brancos.

Mas é por demais óbvio que elas absorveram, apoiaram e até promoveram ideologias racistas, chegando até a agir de modo individual como opressoras racistas. Tradicionalmente, a esfera de influência feminina tem-se estendido para fora de casa, e não é acidental o facto, em 1963, sete vezes mais mulheres de cor do que mulheres brancas (das quais 90% eram negras) se encontrarem empregues como trabalhadoras domésticas privadas.

As feministas brancas olham para os homens brancos (e nunca para si mesmas) como parte da sociedade patriarcal, racista e classista dentro da qual todos nós vivemos.

3. Todos os Movimentos das Mulheres Foram Fundamentados no Racismo.

Não só as feministas brancas se recusaram em reconhecer a sua habilidade para oprimir as mulheres de cor, como algumas alegaram que elas sempre haviam sido anti-racistas. A falecida escritora feminista Adrienne Rich alegou:

As nossas ancestrais brancas....frequentemente colocaram em causa o patriarcado ... não para benefício próprio, mas para o benefício dos homens negros, das mulheres negras, e das crianças negras. Nós temos uma forte tradição feminina anti-racista.

Mas Bell Hooks salientou que "existem poucas evidências históricas que documentam a alegação de Rich de que as mulheres brancas, como um grupo colectivo ou como defensoras dos direitos das mulheres, fazem parte duma tradição anti-racista.”

Todos os movimentos das mulheres nos Estados Unidos foram construídos sobre um fundamento racista: sufrágio feminino para as mulheres brancas, a abolição da escravatura como forma de fortalecer a sociedade branca, o movimento de temperança como forma de elevação moral da sociedade branca. Nenhum destes movimentos era para a emancipação da mulher negra ou para a igualdade racial; em vez disso, e tal como afirmado pela revista "The Thistle", eles emergiram dum desejo de fortalecimento da sociedade ou da moral branca, ou dum desejo de elevar a mulher branca dentro da sociedade.

4. O Movimento Focou-se Exclusivamente nas Preocupações das Mulheres Brancas da Classe Média-Alta.

Tal como salientado pela escritora Kerilynn Engel, uma das principais batalhas da segunda vaga do feminismo era o de permitir que as mulheres trabalhassem fora de casa - em vez de se esperar delas que cumprissem o papel de donas de casa e o papel de mãe. Mas as mulheres negras nunca se poderiam identificar com esta realidade porque elas tinham um historial de escravatura e de trabalho forçado. A maior parte delas nunca teve a escolha de ficar em casa a cuidar do lar e dos filhos porque elas não tinham essa liberdade.

Semelhantemente, o foco nos direitos abortivos ignorou a história e a realidade das mulheres de cor que no passado haviam visto negado o seu direito de ter filhos, ou haviam visto os seus filhos a serem retirados delas.

5. As Feministas Assumiram que Todas as Suas Líderes Seriam Mulheres Brancas.

As mulheres com quem falar, tais como Betty Friedan e Gloria Steinem, eram tidas como as porta-vozes do movimento feminista embora elas não tivessem como, e nem pudessem, representar as preocupações de todas as mulheres.

Segundo a escritora Kerilynn Engel, feministas negras tais como Flo Kennedy e Dorothy Pitman Hughes, que também falavam do racismo, não eram frequentemente colocadas em posições de destaque como líderes do movimento feminista. Nunca foi assumido que elas pudessem representar os interesses das mulheres brancas, mas só o contrário (as mulheres brancas a representar os interesses das mulheres negras).

http://goo.gl/5ZrG4J.



quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Escola Primária Inglesa acusada de ser "demasiado Branca"

Por Graeme Paton

A Ofsted foi acusada de ser "politicamente correcta" depois de ter feito um downgrade a uma escola rural de topo efectivamente por ser demasiado Inglesa. O watchdog educacional sofreu repercussões por parte dos MPs [Membros do Parlamento] e dos pais depois da sua decisão de penalizar a escola primária de Middle Rasen(Lincolnshire) por não ter suficientes alunos negros ou asiáticos.

No seu relatório, os inspectores disseram que a escola ainda "não era proeminente" porque o desenvolvimento cultural dos alunos encontrava-se limitado "devido à falta duma experiência em primeira mão da composição diversa da sociedade Britânica". Este gesto seguiu-se uma agitação de inspecções por parte da Ofsted introduzidas depois do plano "Cavalo de Tróia" de Birmingham, que tinha como propósito impor valores islâmicos da linha-dura nas escolas estatais.

Actualmente é dito às escolas que coloquem os valores Britânicos fundamentais no centro do horário, incluindo o respeito mútuo e a tolerância para com as diferentes confissões religiosas e crenças. Mas as reformas já foram criticadas por terem um efeito de arrastamento nas escolas religiosas e nas escolas dominadas por alunos dum particular grupo étnico.Durante o mês passado, foi alegado que uma pequena escola Cristã dos Home Counties havia sido penalizada por não ter convidado líderes de outras religiões - tais como imãs - para liderar as assembléias.

Comentado este caso, Sir Edward Leigh, o MP Conservador para Gainsborough, disse que ele havia escrito para Nicky Morgan, Secretária para a Educação, "levantando uma objecção tenaz aos novos assim-chamados regulamentos para a "igualdade" que ela está a implementar nas escolas. Isto é um caso dum politicamente descontrolado. A escola primária de Middle Rasen é proeminente segundo qualquer tipo de padrão. O multiculturalismo é algo irrelevante em Lincolnshire, consequência do seu baixo número de minorias étnicas que já são bem vindas e já estão bem integradas nas nossas comunidades locais, tal como tem que ser."
 
A escola primária comunitária, que tem como base a pitoresca zona rural de Market Rasen, só tem 104 alunos com idades que vão dos 4 aos 11 anos. Ela recebeu uma avaliação "satisfatória" durante a sua última inspecção em 2012. O último relatório fez um upgrade à escola para "Bom" - a segunda marca mais elevada - por ter levado a cabo melhorias importantes, com uma equipa que criou "um ambiente onde a aprendizagem floresce".

Mas a escola perdeu a chance de ser classificada de "Proeminente" por ocasionalmente falhar ao não dar trabalho difícil e conferir aos funcionários chances de melhorarem as suas capacidades. Num gesto importante, a escola foi também alvo dum downgrade por limitar os alunos duma "experiência em primeira mão" da sociedade moderna. O relatório dizia:

A maioria dos alunos são Britânicos Brancos. Muito poucos pertencem a outros grupos étnicos, e actualmente nenhum aluno fala Inglês como língua adicional. A escola tem que ampliar o entendimento dos alunos em relação à diversidade cultural da sociedade Britânicamoderna , gerando oportunidades para que eles possam ter interacção em primeira mão com os seus pares que chegam até eles vindos de ambientes distintos da vizinhança imediata.

A escola tenta agora estabelecer parcerias com escolas do interior das cidades como forma de lidar com estas preocupações. Melonie Brunton, a professora-chefe, disse que as viagens escolares normalmente envolvem visitas ao campo, a quintas e jardins zoológicos, mas que agora ela encontrava-se focada em visitas a mesquitas e fábricas.

Os comentários da Ofsted foram criticados pelos pais. Jodie Miller, de 35 anos e com uma filha de 6 anos que frequenta a escola, disse:

Nós somos uma pequena comunidade rural em Lincolnshire e por aqui não há crianças de ambientes culturais distintos. A escola não pode andar pelas ruas, forçando as pessoas a entrarem nela.

Benjamin Bannan, de 33 anos e pai de duas crianças, disse:

É chocante que uma escola seja punida por ser demasiado Britânica. Isto não faz qualquer sentido. Nós haveríamos de receber bem as pessoas de outras culturas, mas por aqui não existem minorias étnicas.

O Reverendo Charles Patrick, que era o líder dos governadores por altura do relatório, disse:

Esta é uma zona rural, tal como 80% do país, e não temos muitos residentes não-Brancos. É provável que as coisas fossem diferentes se por acaso estivéssemos no centro de Londres, em Manchester ou algo assim.

A Ofsted negou que a escola tenha recebido um downgraded exclusivamente por um motivo só:

O relatório ressalva um pequeno número de áreas onde a escola deve tentar melhorar; não lhe foi negada a qualificação de "Proeminente" apenas e só devido ao desenvolvimento cultural dos alunos. Todas as escolas têm que ensinar aos seus alunos os valores Britânicos fundamentais, incluindo o respeito mútuo e a tolerância para com aqueles de outras confissões religiosas e crenças. Deste forma, os alunos estarão preparados para o futuro, para onde quer que eles vão.

* * * * * * *

O motivo que leva a que os líderes Ocidentais tentem "diversificar" as áreas de maioria Branca prende-se com o seu propósito de tornar essas mesmas zonas numa amálgama de etnias, confusa e desordenada, facilmente controlada pela elite. Esse plano de "diversificação" forçada, e genocídio étnico, pode ser lido neste texto.





segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Como o politicamente correcto causou o abuso sexual de mais de 1400 meninas

Por Roger Scruton

Uma história de abuso sexual  desenfreado - ignorada e encorajada pela polícia - está a emergir d povoação Britânica de Rotherham. Até hoje, a sua dimensão e alcance seriam impensáveis num país civilizado, e os seus detalhes irão causar a que os vossos cabelos fiquem de pé.

Imaginem o seguinte caso: uma rapariga é levada para os cuidados dos serviços sociais da sua área porque os seus pais são tóxico-dependentes e porque ela tem sido negligenciada e tem faltado à escola.

Ela é uma de muitas, visto que isto é normal na Inglaterra actual. E as entidades governamentais locais - Concílios - podem ser ordenados pelos tribunais a ocupar o lugar dos pais perante a criança negligenciada. O Concílio coloca  rapariga numa casa, onde ela é mantida sob supervisão do departamento dos serviços sociais.

A casa é frequentemente visitada por homens jovens que tentam seduzir a jovem rapariga para dentro dos seus carros como forma de lhes dar drogas, álcool, e levá-las a ter sexo com elas. A rapariga, que se encontra solitária e sem ninguém que se preocupe com ela, encontra-se com os homens no exterior, que lhe prometem idas ao cinema e a festas onde estão crianças da sua idade.

Ela cai na armadilha.

Depois de ter sido repetidamente abusada sexualmente por um grupo de cinco homens, é-lhe dito que, se ela disser a alguém o que ocorreu com ela, ela será retirada da casa e espancada. Quando, depois da repetição do episódio, ela ameaça ir à polícia, ela é levada para o campo, regada com gasolina, e ameaçada com fogo até que ela promete não ir para a polícia.

Entretanto, ela tem que aceitar ser abusada semanalmente em troca de drogas e álcool. Rapidamente ela dá por si a ser levada para outras áreas da povoação, e contratada para propósitos sexuais por parte de outros homens. Ela sente-se atormentada e deprimida, e quando chega ao ponto de já não conseguir mais aguentar, ela dirigi-se à polícia. Ela só consegue dizer atabalhoadamente algumas palavras e não consegue acusar alguém em especial. A sua queixa é rejeitada com base de que qualquer contacto sexual que tenha ocorrido foi consensual.

A assistente social a cargo do seu caso ouve a sua queixa, mas diz que ela nada pode fazer até que a rapariga identifica os abusadores. Mas quando a rapariga os identifica, a  assistente social rejeita as suas palavras e diz que ela nada pode fazer. O seu pai, apesar do vício das drogas, tentou manter o contacto com a filha e suspeita que algo está a acontecer. Mas quando ele se dirige à polícia, ele é preso por "obstrução de justiça" e acusado de fazer a polícia  perder o seu tempo.

Durante os dois anos que se seguem, por várias vezes ela tenta acabar com a sua vida, mas eventualmente acaba abandonada e sem-abrigo, sem uma educação formar e sem perspectiva de algum dia vir a ter uma vida normal.

"É Impossível", dirão vocês, "que tal coisa possa ocorrer na Grã-Bretanha". Na verdade, este é apenas um de 1,400 casos, todos eles materializados durante os últimos 15 anos na povoação South Yorkshire de Rotherham, e todos ele envolvendo raparigas vulneráveis que se encontravam ao cuidado do Concílio ou sem protecção adequada por parte da sua família (e totalmente à mercê de gangues de predadores sexuais).

Quase ninguém foi preso, nenhuma assistente social ou membro da polícia foi repreendido, e até recentemente, o assunto foi ignorado por todos os responsáveis e classificado de "insignificante". No entanto, um aumento do conhecimento público em relação ao caso levou a queixas, despoletando uma série de relatórios oficiais. O mais recente, do Professor Alexis Jay - antigo inspector-chefe de trabalho social na Escócia - e com 153 perturbadoras páginas, revela a verdade pela primeira vez. Um facto torna-se bem óbvio, e ele é que as vítimas eram brancas e os violadores eram Paquistaneses.

Os sociólogos convenceram o governo de que a polícia era racista.

Há quinze anos atrás, quando estes crimes estavam a começar, o Stephen Lawrence Inquiry na conduta da polícia Britânica foi feito pelo Sir William Macpherson - Juiz do Tribunal Supremo. A ocasião imediata havia sido o assassinato  onde a vítima era negra, os assassinos brancos, e o comportamento da polícia de investigação havia sido negligente e provavelmente preconceituoso. O relatório acusou a polícia - não só aqueles envolvidos no caso, mas toda a força policial do país - de "racismo institucionalizado". Esta propaganda sociológica foi, na altura, muito popular entre os sociólogos esquerdistas visto que fazia uma acusação que não poderia ser refutada por alguém que tivesse o azar de ser acusada dela.

Independentemente da forma como alguém se comportasse e da forma como alguém tratava as pessoas de raças distintas (sem levar em conta a sua identidade étnica ou a cor da sua pele), essa pessoa seria acusada de "racismo institucionalizado" pura e simplesmente devido a facto de se pertencer a uma dada instituição, e em nome de quem se falava. Sem surpresa alguma, os sociólogos e as assistentes sociais, maioritariamente dispostos a acreditar que a classe média é incuravelmente racista, agarrou-se à expressão.

Também MacPherson se juntou ao vagão na altura visto que, na altura, era a forma mais fácil e segura de lavar as mãos em público, e dizer que eu, pelo menos, não sou culpado do único crime que é universalmente reconhecido e cujas evidências estão por todo o lado.

A polícia estava mais preocupada com o politicamente correcto do que com o crime.

A consequência disto tem sido que as forças policiais têm-se desdobrado como forma de evitarem a acusação de racismo, ao mesmo tempo que as assistentes sociais  hesitam em intervir em casos onde podem ser acusadas de discriminação contra uma minoria étnica. As coisas ficam ainda piores com o aumento do islão militante, que acrescentou ao antigo crime de racismo um novo crime: a "islamofobia".

Actualmente, nenhuma assistente irá arriscar er acusada dum crime. Em Rotherham, uma assistente social teria que ser maluca, e a polícia ainda mais, para dar início a uma investigação de abuso sexual quando os criminosos são muçulmanos Asiáticos e as vítimas etnicamente Inglesas.  O melhor é varrer tudo isto para debaixo do tapete, encontrar formas de acusar as vítimas ou os seus pais (ou a cultura existente) de "racismo institucionalizado", e focar a atenção em assuntos muitos mais importantes tais como habitação para os recém-imigrantes, ou as infracções de trânsito cometidas pelos racistas da classe média.

Também os Americanos conhecem este síndrome. O politicamente correcto deriva de convicções sociológicas e das já-gastas teorias que as produziram, mas para as pessoas normais, ela deriva do medo. As pessoas de Rotherham sabem que não é seguro uma rapariga [branca] entrar num táxi com alguém com traços Asiáticos [ed: muçulmanos] eles sabem que, com relativa frequência, os muçulmanos não tratam as raparigas brancas com o mesmo respeito com que tratam as raparigas da sua comunidade. Eles sabem, e já sabem há 15 anos, que existem gangues de predadores que buscam raparigas vulneráveis, e que esses gangues são na sua maioria jovens homens Asiáticos que, na sua maioria, olham para a sociedade Inglesa não como uma comunidade a que pertencem, mas sim como uma campo de caça sexual.

Mas os habitantes de Rotherham não se atrevem a expressar este conhecimento - quer seja em palavras ou em actos. Menos ainda eles se atrevem a fazer isso se o seu emprego é o de uma assistente social ou um oficial da polícia. Se deixarem escapar a sugestão de que muçulmanos Paquistaneses são mais susceptíveis que os homens Ingleses  de levar a cabo crimes sexuais, serão classificados de racistas islamofóbicos, e serão ostracizados no local de trabalho e, de agora em diante, colocados sob monitorização.

Ninguém perderá o emprego

Isto seria menos importante se não houvessem consequências. Infelizmente, o politicamente correcto causa a que as pessoas não só disfarcem as suas crenças, mas se recusem a agir de acordo com elas, acusem os outros que confessam essas crenças, e, de modo geral, agir de acordo com as políticas que têm sido forçadas aos Ingleses por parte duma minoria de activistas.

O propósito dos activistas é perturbar e desmantelar as antigas formas de ordem social. Eles acreditam que a nossa sociedade não só é racista, como demasiado confortável, demasiado desigual, demasiado limitada a uma forma de estar antiquada que é tida pelas pessoas na base da nossa sociedade - a classe operária, os imigrantes, os sem-abrigo, os imigrantes ilegais - como opressiva e exigente. Eles [os activistas] propagam de modo entusiasta doutrinas do politicamente correcto como uma forma de vingança contra a nossa ordem social (da qual eles se sentem alienados).

As pessoas normais encontram-se tão intimidadas com isto que repetem estas doutrinas, como se elas fossem mantras religiosos com os quais eles esperam ficar protegidos dentro dum território hostil. Consequentemente, as pessoas Britânicas aceitaram sem resistência a enorme transformação com a qual foram afligidos durante os últimos 30 anos - transformação essa levada a cabo maioritariamente por activistas a operar através do Partido Trabalhista. Eles aceitaram políticas de imigração que encheram as nossas cidades com muçulmanos descontentes, muitos dos quais foram agora lutar contra nós na Síria e no Iraque.

Eles aceitaram o crescimento de escolas islâmicas dentro das quais as crianças são ensinadas a ficarem prontas para a jihad contra a ordem que os rodeia. Eles aceitaram a constante difamação do seu país, das suas instituições e da sua religião herdada, pelo simples motivo de que estas coisas são delas e, portanto, manchadas com lealdades proibidas [ed: Deus, patriotismo e família].

E quando finalmente a verdade é expressa, ninguém perde o seu emprego, ninguém é preso, e a Polícia eleita e o Comissário Comunitário para Rotherham, embora forçado a sair do Partido Trabalhista, recusa-se a apresentar a sua demissão. Depois de algumas semanas, tudo isto estará sob a tapete, e o trabalho de destruição poderá prosseguir como normal.

Fonte:  http://onforb.es/Y2QcsA



domingo, 28 de setembro de 2014

"A minha filha esquerdista tem medo de passar por zonas predominantemente negras"

Por Claire English

Algo peculiar ocorreu quando a minha filha esquerdista e eu conduzíamos através duma zona predominantemente negra de Joanesburgo quando regressávamos do aeroporto (aquando da sua mais recente viagem): ela expressou medo dos seus amados negros, o mesmo grupo que há apenas duas décadas ela defendia. 

A minha filha já não visitava a África do Sul há alguns anos visto que ela se havia mudado para os Estados Unidos depois do fim do Apartheid. Tal como muitos esquerdistas ricos e com formação universitária, ela abandonou o país depois do governo nacionalista que ela tanto odiava ter sido derrubado, e o ANC ["African National Congress", partido comunista Sul-Africano] ter sido instalado em seu lugar.

Quando regressávamos do aeroporto, tomamos um caminho que eu havia tomado tantas vezes no passado - um caminho que milhares de brancos usam quando se dirigem para o aeroporto (ou regressam dele). Passados que estavam alguns minutos depois de ter visto caras predominantemente negras, a minha filha comentou que ela "não se senti confortável em guiar por este tipo de zonas". Inicialmente eu não sabia do que é que ela estava a falar, e não queria parecer racista; devido a isto, perguntei-lhe, visto que sabia que ela é uma pessoa favoralmente motivada em favor da causa Negra, e nunca iria, pensei eu, ter algum tipo de reserva em estar onde ela se encontrava.

Não se dava o caso de estarmos em Soweto ou em Alexandria Township, locais que justificariam os seus receios. Nós encontrávamos literalmente numa vizinhança mista,  apenas com mais caras negras do que aquelas a que ela estava habituada. Mas mesmo assim, apesar da minha preocupação de que ela estava desconectada com a realidade, ela estava positivamente resistente tanto ao tópico como com o facto de eu conduzir para casa através duma área predominantemente negra.

Como uma Esquerdista Marxista, e ainda defensora ardente do ANC, fiquei bastante surpresa com a hipocrisia dela. Durante os anos 90, ela foi uma crítica feroz do Apartheid, chegando até a fazer campanha pelo nosso primeiro presidente negro. Embora eu seja uma moderada e uma realista, eu estava aberta à mudança. As minhas reservas, quando vocalizadas, foram sempre enfrentadas com críticas, chegando até a ser acusada de racismo.

E agora, eis-me aqui, 20 anos mais tarde, eu, supostamente a supremacista Branca, a conduzir sem problemas alguns por uma área com população mista, e a pessoa que se havia colocado do lado da causa Negra, nervosa ao meu lado. Isto deixou-me bastante perturbada porque com frequência eu preocupei-me com os motivos que a minha filha tinha, e cheguei a perguntar o que é que a tinha influenciado tanto, mas ela não se apercebeu da hipocrisia da sua atitude.

Ela é uma Marxista declarada, e de modo literal ela chama os Negros e os apoiantes do ANC de "seu povo". Ela tende a culpar os Brancos sempre que há um discussão em torno dos falhanços sociais dos negros, classificando isso de "ódio racial" e "opressão" contra o povo Negro. No entanto, quando eu, que não tenho o tempo ou o dinheiro para gastar em combustível  (como forma de evitar certas partes da cidade) a conduzo por uma área habitada pelo "seu povo", ela colocou objecções devido ao seu medo.

Os Esquerdistas criaram estes guetos como forma de manter, com segurança, os Negros longe das suas portas, mas eles não conseguem estar perto deles. Por outro lado, aqueles que entre nós realmente se preocupa com o nosso país, e que não se levantou e se foi embora, estamos em risco devido às políticas em favor das quais eles batalharam. Normalmente, eu não gosto de escrever sobre assuntos pessoais em forums abertos - especialmente quando envolve a minha família - mas senti que isto tinha que ser dito.

Nos Estados Unidos, Marxistas como Barack Obama e o Mayor de Chicago, Rahm Emmanuel, desenvolveram políticas que facilitaram a perpetuação das matanças que diariamente ocorrem na cidade. Eles proíbem as armas, facilitam as greves dos professores e consequentemente os jovens são colocados nas ruas; só quando as coisas ficam realmente más é que eles decretam que polícias extras sejam trazidos para o local.

Essencialmente, eles destroem a cidade de modo a que os gastos públicos aumentem. O próprio Emmanuel colocou mais polícias nas ruas como forma de combater o crime que  ele criou. Ele esqueceu-se de informar os residentes que os polícias só trabalhariam de Segunda-Feira a Quinta-Feira, e não durante os fins de semana, que é quando as matanças ocorrem.

O que está a acontecer em Chicago e em outras cidades Americanas é igual à situação na África do Sul uma vez que os Negros estão-se a matar mutuamente, e isto na ausência da lei e da ordem. Quem é que no seu normal estado mental iria desculpar uma coisa dessas? Isto demonstra também a natureza divisiva da ideologia Marxista, onde o ódio é fomentado de tal forma que nenhuma comunidade fica segura - e particularmente no caso da África do Sul, a população branca está a ser mutilada pelos Negros e não há ninguém que os ajude.

Pergunto-me com frequência se isto é uma consequência  intencional ou não-intencional da intromissão esquerdista. Fico triste que a minha filha tenha tido influência nisto,  antes dela, tal como muitos dos seus camaradas esquerdistas, ter fugido para a América do Norte.

Da próxima vez que ela me visitar, farei todos os possíveis para lhe conduzir através duma vizinhança negra.




sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Como o comunismo do Congresso Nacional Africano prejudica os negros

Por Giacomo Vallone & Laura Oneale

Há já algum tempo que ouvimos falar em redistribuição de terras. Quando estamos em ano de eleições, os políticos prometem apressar o processo de redistribuição de terras, e embora até hoje as tentativas tenham falhado, parece que é uma questão de tempo até que, por um método ou por outro, os brancos sejam expulsos das suas terras. Há já algumas décadas que a redistribuição de terras para os negros tem sido discutida - inicialmente por parte dos terroristas do CNA, e depois por parte da sua ala política, e desde então, por todos os partidos que tentam agradar a maioria negra. Logo, ela não é nova nem recente.

Embora os membros moderados do CNA tenham prometido reformas que ainda não se materializaram, a ala negra nacionalista radical do CNA continua a usar a sugestão da expropriação em massa das terras como forma de manter o seu feitiço sobre a maioria negra. De facto, Julius Malema disse à BBC que apoiava a expropriação de terras, que idolatrava Robert Mugabe, e quando foi perguntado se estava certo os brancos estarem a ser mortos nas suas terras, ele respondeu:

É mais fácil redistribuir as terras quando as pessoas já não querem viver nelas.

Mesmo assim, enquanto falava das críticas em torno da lentidão da reforma agrária, o Secretário-Geral do CNA Gwede Mantashe, que se referiu a Julius Malema como um cruzamento entre Hitler e Estaline (nós preferimos compará-lo a Kaganovich), assegurou recentemente aos agricultores Sul-Africanos que o governo não iria seguir o exemplo de Mugabe:

Não iremos expropriar a terra sem algum tipo de compensação porque isso seria desastroso. Não iremos tomar posse das vossas terras. Se elas forem vendidas, haverá compensação.

"Compensação" é a palavra-chave.

Certamente que seguir o modelo imposto no Zimbabwe seria uma receita para o desastre. O Zimbabwe, tal como o Uganda que expropriou as terras aos Indianos e aos Ingleses, encontra-se actualmente arruinado graças às suas violentas e caóticas reformas agrárias - algo que o secretário geral Gwede Mantashe reiterou esta semana enquanto assegurava aos agricultores Sul-Africanos que as suas terras não seriam tomadas à força. Mantashe disse:

O Zimbabwe era o cesto de alimentos de África, mas actualmente está um desastre.

Durante a entrevista Mantashe disse também que os agricultores brancos não têm "nada a temer". Bem, é bem provável que os agricultores brancos nada tenham a temer do actual governo - feliz em manter o status quo desde que o dinheiro continue a fluir - mas o mesmo não pode ser dito das empoderadas massas Marxistas, convencidas de que é seu direito de nascença possuir as terras da África do Sul.

É a opinião deste site [EKP] que o processo de expropriação já teve início - e não é devido à possessão igualmente dividida que Mantashe e, antes dele, o ministro Nkwinti, o  propuseram, mas porque os agricultores estão a vender, as pessoas estão a partir, as famílias estão a ser chacinadas, e um medo palpável está a ser instigado nos brancos por todo o país por parte dos negros.

63% de pequenos agricultores questionados por Johannes Coetzee declararam que se fossem compensados em 1/4 do valor das suas terras, e lhes fossem dados visas para abandonar o país, eles abandonariam a África do Sul. Alguns estavam com tanto medo de falar que eles, e de modo literal, pediram-nos que apagássemos as mensagens mal nós tivéssemos usado a informação. Isto assume que alguns destes negros iria de alguma forma obter a habilidade para hackear um conta de email. Os negros deste país mal conseguem escrever os seus nomes, algo confirmado pelo analfabetismo existente nas comunidades rurais.

Mesmo assim, isto é o que o medo faz às pessoas; faz com que elas abandonem as suas terras por um punhado de rands, desde que haja uma forma de sair, imaginando a existência de hackers negros dispostos a obter acesso ilegal às suas contas de email. Psicologicamente, os agricultores estão prontos para a redistribuição de terras. E isto é triste porque sem os agricultores, nós não iremos comer. A maior parte de nós sempre pode arranjar alguma coisa para comer noutro sítio, mas os negros que vivem nos distritos e nas comunidades não podem. Sem os agricultores brancos, estes negros irão morrer à fome.

Estes negros não conseguem ver isso porque eles estão cegos com o ódio que lhes é alimentado pelos média marxistas e pelos agitadores comunitários. Em vez de reconhecerem a realidade da situação, eles são manipulados pelas politicas de vitimização e incitados ao ódio e à violência. Lembrem-se: estes negros estão a ser usados como instrumentos de destruição.

Laura Oneale escreve que os relatórios do CNA indicam que cerca de 13% de todas as terras pertencem aos negros, quando uma previsão mais acertada ficaria mais perto dos 50%. Há cerca de 15 anos atrás havia cerca de 60,000 agricultores na África do Sul, mas hoje esse número dificilmente chega aos 30,000. A comunidade agrícola continua a ser uma preocupação constante e cada vez mais terras estão a ser apropriadas através de acções ilegais e duvidosas. A intensificação dos assassinatos dos agricultores e a implementação de factores económicos abrangentes contribuem para este desastre.

Embora os projectos de reforma agrária estejam a ser lentos, apelar para uma alteração acelerada iria criar um desastre para o governo do CNA à medida que a nação mergulha na ruína financeira. Tem que haver um esclarecimento do porquê as reformas agrárias implementadas anteriormente terem falhado. Colocar um peso acrescido sobre a comunidade agrária e sobre a sua habilidade de produzir comida resultaria num colapso catastrófico da indústria e numa escassez alimentar e na fome - tal como aconteceu no Zimbabwe.

Porque é que as zonas agrícolas na posse dos negros têm uma produtividade inferior do que as zonas agrícolas na posse dos brancos? Para além das razões óbvias, pode-se sempre apontar para a falta de experiência e para a falta de perícia na gestão de fazendas e de negócios. Alguns negros gostam da ideia de ser dono duma zona agrícola até o momento em que eles vêem o que é preciso para fazer as coisas funcionarem.

As políticas de reforma agrária tiveram início nos anos 90, e o seu propósito era o de alterar as "desigualdades" da lei da era do Apartheid, altura em que não era permitido aos negros possuir terras na África do Sul. Há dez anos atrás um artigo em torno do falhanço da redistribuição das terras foi capa dos jornais quando Solomon Mokwena exibiu orgulhosamente o seu equipamento agrícola, apesar do facto dele não o usar. As autoridades locais compraram as terras a um agricultor branco e deram-nas a agricultores negros desfavorecidos. Mokwena e mais 200 agricultores deram início a uma cooperativa agrícola.

Para resumir a história, Mowena disse aos média que as máquinas que lhe haviam sido dadas só foram usadas uma vez, em 2002, e desde então nunca mais foram usadas para arar. Ele explicou que uma falta de financiamento para comprar material essencial, tais como sementes e gasolina, continuava a ser um problema. Será que é isto que nós queremos que ocorra em larga escala?

Desde que a redistribuição de terras teve início há cerca de 18 anos atrás, estima-se que cerca de 90% das zonas agrícolas na posse de negros encontram-se sem produtividade. Isto é algo alarmante se levarmos em conta que os agricultores têm o fardo de produzir alimento suficiente para alimentar toda a nação.

Durante a era inicial dos anos 90, quando a reforma agrária teve início, mais de 80% das terras para uso comercial estavam na posse de agricultores brancos. O governo do CNA havia prometido redistribuir 1/3 das terras até ao final de 2014, mas até hoje só foram distribuídas menos 8% das terras. Jacob Zuma admitiu que a politica de reforma agrária na África do Sul é uma das promessas mais arrebatadoras feitas ao povo negro - depois do fim do Apartheid - que não havia ocorrido tal como planeado.

Na nossa opinião, as estratégias anunciadas pelo governo para a implementação a reforma agrária mais não eram que um jogo político, e a redistribuição das terras para os negros pobres foi pouco mais que um truque político. Os negros aperceberam-se disso e estão, agora, a usar de tácticas de intimidação para forçar os agricultores a sair das suas terras. Quer seja através da expropriação, reforma ou através do medo e do assassinato, os Sul-Africanos brancos estão a ser forçados para fora das suas terras.



sábado, 18 de janeiro de 2014

O verdadeiro propósito da "diversidade"

Por Henry Makow

Todos nós somos afectados pela "Diversidade" mas poucos entendem a sua natureza. Aviso: não é bonita. A "Diversidade" é uma modificação comportamental gigantesca a longo prazo que usa as minorias para deserdar a maioria. Em inglês, a "Diversidade" significa o reconhecimento das diferentes raças, religiões e "orientações sexuais".

No jogo duplo da Nova Ordem Mundial (NOM), a "Diversidade" é uma forma leviana de diluir e discriminar contra a maioria Branca, heterossexual e Cristã na Europa, Canadá, Austrália e Estados Unidos. Ao mesmo tempo que ela finge propor a "igualdade", o seu verdadeiro propósito é o de colocar um sentimento de culpa nos homens heterossexuais Brancos de modo a que eles possam ceder posições e poder.

O objectivo é o de preparar a América do Norte e a Europa para a sua inclusão num "governo mundial" dirigido pelo cartel financeiro sediado em Londres. O poder deste cartel é medido pelo facto de quase todas as instituições, sistemas educacionais e agências governamentais fornecerem "treino em diversidade" (isto é, indoutrinação política) aos seus funcionários. Apesar dos estudos revelarem que esses treinos não têm qualquer efeito benéfico na economia, todos os anos 8 mil milhões de dólares são gastos neles. Só a Toyota tenciona gastar essa verba toda nos próximos 10 anos.

Eis aqui um exemplo de shamming [ed: da palavra "shame", vergonha] feito aos Brancos numa dessas sessões. O exemplo específico encontra-se no texto com o nome  "Seeing Ourselves: Exploring Race Ethnicity and Culture" (1999) por Carl James. um dos participantes, como o nome Greg, diz o seguinte ao grupo: 

Quanto à minha raça, eu sou branco mas nunca tive que pensar muito nisso no passado. Eu não acho que isso tenha afectado as pessoas com quem eu me associei ou com quem falei. Os meus dois melhores amigos são um Negro e um Indiano (Canadiano). Fui criado numa família que não acredita no preconceito e sinto orgulho por isso. Se eu não gosto duma pessoa, isso deve-se à sua personalidade e não à sua raça ou herança cultural.

Seria de esperar que Greg visse as suas palavras aprovadas de uma forma clara, mas quem pensa assim não leva em conta a agenda oculta. O autor, um professor de "Diversidade", ataca o Greg por assumir que ele é "a norma". Greg falha ao não reconhecer o seu "privilégio racial," esse "conjunto de bens imerecido" que é o "legado colonial dos brancos". Os Brancos como o Greg negam "as formas através das quais eles produzem relações de domínio, quer seja ao nível social, como cultural e político." (p.44)

Ou seja, os Brancos oprimem os outros de forma natural. Isto tem toda a aparência de racismo. 

Como se pode ver, as sessões de "Diversidade" estão construídas para colocar sentimentos de culpa nos Brancos, especialmente nos homens, de modo a que eles possam abdicar do seu poder em prol de minorias agradecidas e que agem em conformidade, embora elas não o mereçam. Isto não só é uma fraude, como é perigoso visto que quem levanta objecções a esta agenda política comete suicídio profissional. Isto nada mais é que perseguição política.

Quero deixar bem claro que eu olho para a raça humana como uma família a quem Deus ama de forma igual. Tal como o Greg, acredito que as pessoas devem ser julgadas com base no seu mérito, independentemente da raça, género [sic] ou orientação sexual [sic]. Não tenho problemas com o facto das "minorias" obterem posições de poder, desde que elas o façam de modo justo. Aprecio a rica contribuição que os imigrantes fazem (eu cheguei ao Canadá quando era um bebé, em 1951).

Mas a "Diversidade" não se centra na justiça e nem no enriquecimento da sociedade, mas sim na promoção artificial das minorias. Esta promoção não é feita para ajudar as minorias mas sim para minar e controlar a maioria [os homens Brancos Cristãos heterossexuais].

IRONIA

É irónico que os banqueiros tentem impor esta culpa sobre os Brancos quando os banqueiros são responsáveis pelo imperialismo e pelas guerras passadas e presentes. Eles foram ficando cada vez mais ricos através do negócio da escravatura, do tráfico do ópio, e eles controlam o crime organizado actual através dos seus agentes.

A população dos EUA é mais de 75% Branca e Cristã. O plano é o de reduzir os Brancos de modo a que eles sejam uma minoria por volta de 2050 ou antes. Espera-se que os Brancos adoptem uma atitude passiva e se tornem convidados na sua própria casa. Quando os Brancos se tornarem numa minoria, ninguém irá defender os seus direitos. Actualmente há mais 2 milhões de mulheres do que homens nas universidades americanas. Algum de vocês ouviu alguém falar em acção afirmativa para proteger os homens?

A "Diversidade" é practicamente inexistente na China, no Japão, em Israel, na Índia e na América Latina, locais onde os seus líderes têm a "permissão" para preservar as suas características raciais. Mas uma vez que os povos de origem Europeia têm noção de que têm direitos materiais, espirituais e políticos, eles são mais difíceis de ser absorvidos na Nova Ordem Mundial, e desde logo, são o alvo dos programas de "Diversidade".

Os donos dos bancos centrais usam a táctica "divide e conquista" como forma de demolir os quatro pilares da identidade humana: raça, religião, nação e família. Primeiro, eles fingiram defender os trabalhadores como forma de se verem livres do regime Czarista da Rússia. Depois, eles fingiram defender as mulheres e os homossexuais como forma de fragilizar os valores heterossexuais e a família. Agora, eles estão a enganar os Brancos de modo a que eles aceitem passivamente a discriminação e a redução do seu estatuto.

(...) Os (escolha um) Trabalhadores, os Judeus, os Negros, os homossexuais, as mulheres têm sido "oprimidos" há séculos. Deixem que os banqueiros coloquem os seus escolhidos (e as suas escolhidas) em lugares de poder.

CONCLUSÃO

O cartel dos bancos centrais é o verdadeiro "colonizador", e as pessoas de origem Branca Cristã são as vítimas de colonização; a "Diversidade" faz parte deste programa. Este mesmo cartel financeiro cria dinheiro usando o crédito nacional, e como resultado, a sociedade foi subvertida por um poder estrangeiro com uma agenda satânica. A nossa elite cultural é composta por traidores.... e nós fomos sujeitos a uma constante inundação de mentiras provenientes destes peões egoístas hipócritas.

Numa sondagem feita no dia 18 de Outubro de 2007 por parte do Toronto Globe e pelo Mail, 63% das pessoas responderam negativamente à pergunta "Você acha que as políticas multiculturais do Canadá têm sido um sucesso?" A amostra era composta por cerca de 11,000 pessoas e os leitores do Globe tendem a ser esquerdistas.

As pessoas do Ocidente têm o direito de manter a sua identidade nacional e de florescerem. Os imigrantes esperam integrar-se na sociedade ao mesmo tempo que preservam a sua herança; eles não esperam serem usados como forma de fragilizar a maioria. 

Devido a isso, não sejamos vítimas da táctica "divide e conquista" ao focarmos a nossa atenção e a nossa indignação nas minorias. Elas são tão manipuladas como nós o somos. Concentremos a nossa atenção nos banqueiros centrais e nos seus lacaios na política, no sistema de ensino, nos negócios e nos média.

(...)
----------------------

Alguns comentários presentes no original:

Muito obrigado pelo seu mais recente artigo sobre a Diversidade. Há bem pouco tempo eu fui despedido dum emprego governamental por me recusar a participar no programa de diversidade da empresa. Passei 12 anos nas mesmas instalações, recebi excelentes recomendações anuais, e conquistei o respeito dos meus colegas. O meu superior imediato, o gerente local e o gerente do programa tentaram todos convencer a companhia a não me despedir, mas sem sucesso.

Qualquer pessoa que se posicione contra a indoutrinação da "diversidade" estando empregada numa grande companhia, está a cometer suicídio profissional, tal como você disse. Quando os líderes duma companhia não se importam com o que os seus gestores dizem em relação a manter um bom profissional, torna-se óbvio que eles trabalham para os banqueiros.

Sabe duma coisa interessante em relação ao treino em torno da "diversidade" na minha antiga companhia? Quando o requerimento para terminar o treino foi recebido por email, todos os homens do meu grupo receberam o email com insatisfação e com queixas. Todos eles odiaram-no! Há algo nos homens, bem dentro deles, que faz com que eles sintam repulsa por este lixo de treino em favor da diversidade. É ofensivo e insultuoso
para a inteligência e honra dos homens assistir a este vídeo estúpido sobre a diversidade que fala com eles como se eles estivessem na primeira classe.

Sou um homem branco, casado e com fortes princípios Cristãos e tenho a sorte de ter uma esposa que me apoiou na minha decisão. Ela disse-me o quão orgulhosa ela está por eu estar disposto a perder todos os meus benefícios laborais devido aos meus princípios. - Gary

O Anthony diz:
Mais um artigo perspicaz por parte do Henry que ressoou de maneira bem forte em mim. Sou um estudante na Austrália que teve o azar de estudar ciências sociais numa suposta universidade "Católica" aqui em Melbourne. 
O meu azar é ainda maior visto que eu sou um dos dois homens da turma. Desde o primeiro dia que tive que ouvir palestra após palestra a atacar tudo o que era bom e decente ao mesmo tempo que louvavam tudo o que era feminista, anti-família e anti-Cristão (sim, isto numa universidade Católica!). (...) 
Todas as minhas palestrantes são mulheres e todas elas são feministas militantes. Tive que manter os meus pensamentos para mim durante os primeiros dois anos (por mais difícil que tenha sido) mas tive que estabelecer limites durante uma leitura que nos foi apresentada, escrita por um activista homossexual, que colocava em causa a inocência das crianças. Escrevi que este tipo de coisas não ajudava a refutar os medos em torno da natureza pederasta de ALGUNS homossexuais. 
A resposta (proveniente do chefe do departamento de sociologia) foi um discurso retórico com 200 palavras, qualificando-me de "homofóbico" e avisando-me de modo bem claro que este tipo de escrita não era aceitável. (O resto do meu trabalho mal foi mencionado.) 
Tudo isto numa revista que estava estruturada para ser uma "resposta crítica" às leituras oferecidas. 
Graças a Deus pela "diversidade" e pela "liberdade de pensamento"...... desde que tu penses como eles querem que tu penses.




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