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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Confissões de um ex-jornalista

Por Kiron Solari

Duvido muito que alguém tenha que ser lembrado que os média estão podres até ao tutâno; até as pessoas mais relutantes e de mente mais fechada estão a começar a aceitar isto como um facto. Mas apesar dos média serem amplamente condenados nos dias de hoje (agradecimento especial aos Alemães por trazerem de volta o termo “Lügenpresse”), poucas pessoas sabem ou entendem o que realmente acontece nas cozinhas jornalísticas, onde a vasta gama de mentiras diariamente disponibilizadas ao público são cozinhadas. No entanto, há formas de entrar lá - através de infiltração intencional ou, como no meu caso, por acidente.

Tenho um amigo de longa data - vamos-lhe chamar de Sven - que sempre conheci como um homem de bom coração e sincero. No entanto, esses traços estão também associados a assumir sempre o melhor das pessoas, e a ser um tanto ou quanto ingénuo. Devido a isto, ele acaba sempre por acabar em situações complicadas e por vezes perigosas.

Uma dessas situações foi quando, durante um breve período, ele passou por uma experiência como jornalista num popular jornal online. Durante esse período, ele mal manteve contacto, e eventualmente saiu da rede. Depois de ter passado um mês, ele voltou um homem diferente, e não para melhor. Tal como já expliquei, ele deixou o seu emprego, e fechou-se por completo (armado com nada mais que álcool) para lidar com a depressão resultante da profissão de jornalista.

Eu sei que isto soa muito "frágil" para muitos de vocês, e para mim também; os homens normalmente não mergulham em depressão e não bebem pra fugir dos problemas. Ao mesmo tempo que conferi ao meu amigo a clemência de ouvir os seus problemas, também reconheci a utilidade da sua experiência, e comecei a colocar-lhe questões em relação ao que ele viu durante o período em que ele esteve no tal emprego.

Vou, seguidamente, reportar-vos o que ele descobriu, mas não irei no entanto revelar o seu nome e nem o nome do seu antigo patrão; dado o país "livre" em que vivemos, isso pode-lhe causar problemas no futuro.

Quem te paga, é teu dono.

Sven juntou-se ao ramo do jornalismo para dizer a verdade às pessoas. Para crédito seu, ele realmente acreditava que estava a fazer exactamente isso. A sua primeira missão soava tão simples: falar com a pessoa, gravar a conversa, escrever o artigo, e publicá-lo. A realidade, no entanto, veio a ser diametricamente diferente: depois do recém-cozinhado jornalista voltou da sua primeira entrevista, foi imediatamente ordenado a que transcrevesse a gravação e enviasse a transcrição por email a gestor de conteúdo.

Passada que estava meia hora, Sven recebeu uma versão fortemente editada da transcrição, com partes que ele considerava cruciais a serem substituídas por chavões sem sentido ou removidas por completo. Quando ele se dirigiu ao gestor para vociferar a sua indignação, o gestor disse-lhe apenas que "Este homem não nos pagou para escrevermos um artigo que o atacava. Volta para a tua secretária!"

Este não foi o único caso, testemunhado por Sven, que revela o peso que o dinheiro tem dentro do jornalismo. Os seus numerosos colegas raramente escreviam conteúdo independente; eles estavam demasiado ocupados a publicar artigos pagos uns atrás de outros. Quando Sven perguntou se estes artigos deveriam ser marcados como "patrocinados", a única resposta que ele obteve foi um riso amargo.

Era muito frequente o gestor de conteúdo dirigir-se à sua mesa e dizer algo do tipo "Sabes que o homem sobre quem estás a escrever é um amigo íntimo do nosso patrão? Não estragues este artigo." Sven ficou também surpreso por ver tantas pessoas "entrevistadas" (normalmente, políticos) que nem se davam ao trabalho de falar com ele, referindo-o às suas secretárias ou aos seus assistentes. Uma destas pessoas chegou até a dar-lhe um discurso pré-escrito, e a dizer para ele "trabalhar" com ele, e avançar.

No entanto, Sven tem também um enorme sentido de justiça, e isto levou-lhe por várias vezes a 1) ignorar as "recomendações" que o gestor de conteúdo lhe dava, 2) desviar-se da historia oficial, e 3) permitir que pequenos vislumbres de verdade chegassem aos ouvidos do público. Por cada uma destas ocorrências, Sven foi chamado para o escritório do gestor de conteúdo, recebeu admoestações estritas, e viu o ordenado do mês a ser reduzido. E isto numa agência mediática que era suposta ser "neutra e objectiva"!

Padrões morais? Nunca ouvimos falar nisso.

Foi um choque enorme para Sven finalmente aperceber-se que os seus patrões eram seres sem consciência, que se prostituíam para quem pagasse mais. Foi um choque ainda maior descobrir a forma despreocupada com que os seus colegas tratavam as suas responsabilidades.

Jornalistas investigativos dependiam de informação que obtinham em  buscas no Google e nos posts do Twitter; editores e sub-editores usavam rumores e o diz-que-disse para escrever artigos mordazes; gestores de sites postavam qualquer tipo de conteúdo que capturava a sua atenção desde que fossem capazes de criar um título suficientemente chamativo para atrair pessoas. A verificação de factos practicamente não existia (a menos que alguém pagasse por isso).

Quando chegava a hora de escolher tópicos e de escrever artigos, a linha orientadora para todo o Establishment era simples: não causem a que as pessoas fiquem zangadas. E quando se diz "pessoas", não estamos a falar das pessoas comuns, que para o Establishment nem eram consideradas pessoas verdadeiras mas sim massa sem cara a quem se atiravam artigos e que, em troca, aumentavam as visualizações e o dinheiro que entrava.

Não, a identificação de "pessoas" estava reservada para as pessoas que realmente contavam. Isto incluía os representantes dos poderes estabelecidos, figuras públicas conhecidas, endinheirados com as mãos dentro do bolo político, e, claro, amigos pessoais o dono da companhia. Estas eram as pessoas protegidas, mimadas, e louvadas a qualquer custo; o resto das pessoas já não eram tratadas assim.

Escusado será dizer isto, mas dentro da companhia mediática, os políticos tinham tanto poder como os donos das bolsas; sempre que algo noticiável acontecia, os "protectores da verdade e da objectividade" começavam imediatamente a trabalhar de modo a distorcer os eventos duma forma desejável para aqueles que os tinham pela trela.

Eram publicados artigos de ataque contra opositores políticos e contra os indesejáveis; cortinas de fumaça eram erigida; factos eram omitidos, negados e mal-representados. Sven confessou-me mais tarde que o dia em que a sua companhia cobriu as eleições parlamentares foi o primeiro dia da sua vida em que ele passou a noite a beber. A ética jornalística, algo que os média adoram agitar aos quatro ventos, revelou-se como sendo uma farsa.

Na omelete mediática, tu és um ovo

O título diz tudo. Para as pessoas no topo das instituições mediáticas, o operário comum não é só um peão - ele é também um preservativo. Ao contrário do que as pessoas pensam, a vida normal do jornalista é relativamente patética: mal pago, subvalorizado, ingrato e constantemente alvo de ordens superiores. Mudanças no staff na "cozinha" são bastante elevadas, e isto não é porque as pessoas estão a ser promovidas. Nesta área profissional, o termo "empregado veterano" normalmente significa pobre coitado que não tem alternativas e não se pode despedir.

Segundo Sven, muitos dos seus colegas trabalhavam o suficiente apenas para receber o ordenado, o que explica a negligência. Faces acinzentadas, bocas tensas, olhos de quem trabalhou muitos turnos, e atitudes amargas - faz-se o que for necessário para superar o dia de trabalho. Para além disso, as pessoas que se encontravam no topo evitavam qualquer responsabilidade pelo material publicado. Sempre que um leitor enervado ligava para os escritórios, e se queixava de algum artigo, a pessoa que escreveu o dito artigo era responsabilizada imediatamente, mesmo que o seu trabalho tivesse sido revisto e aprovado pela gerência antes de ter sido publicado. Afinal de contas, o que é que custa encontrar outro drone de escritório com habilidades de escrita quase-decentes?

No entanto, Sven também descreveu aqueles colegas que gostavam do seu emprego. Eles chegavam ao escritório com a Primavera nos seus passos, um sorriso a cobrir as suas faces, e um brilho malicioso no seu olhar. Estes eram os "talentosos", favoritos do patrão da empresa - pessoas insensíveis e frias que poderiam vender a própria mãe por um saboroso pedaço de fofoca, que eles iriam, posteriormente, espalhar por toda a internet.

Sempre que estes tinham chance de escrever um artigo de ataque, espalhar um rumor, ou destruir a vida de alguém, quase que poderíamos ver o seu interior a brilhar. Lembram-se de todos aqueles artigos presunçosos, mais-santo-que-tu, pseudo-intelectuais avançados por trapos tais como Salon, Dagens Nyheter e Huffington Post? Podes ter a certeza que eles são escritos por este tipo de pessoas. O que nos leva para o tópico seguinte.

Não é permitido pensamento errado.

Tal como provavelmente já se aperceberam há muito tempo, o campo mediático é enorme e acomoda uma vasta variedade de Kulturbolschewismus. No caso do Sven, não era só o caso de existir uma política empresarial baseada no medo, de denuncia e auto-censura, mas sim um plano real em operação. Ele disse-me que havia um fluxograma pendurado na redacção que explicava o que fazer quando se reportavam crimes e incidentes. Era algo do tipo:

O criminoso era um nativo (branco)?
    S = Reportar detalhadamente, amplificar.
    N = Ignorar os detalhes, minimizar.

A dada altura, Sven escreveu um artigo em torno do feriado nacional, mas o seu gestor de conteúdo recusou-se a aprovar a sua publicação devido ao facto do mesmo ser "demasiado patriótico", aconselhando-o em vez disso a "escrever de forma mais inclusiva" sobre a "participação das minorias no festival".

Qualquer coisa que louvasse o país e os seus habitantes indígenas era, sempre que fosse possível, indesejável e omitido, enquanto que qualquer artigo que gerasse auto-ódio, louvasse os habitantes de outros países (leia-se: Africanos e Muçulmanos) ou atacasse os nativos e o seu estilo de vida, era um sucesso automático e era rapidamente aprovado pela gerência.

Escusado será dizer isto, mas a redacção estava cheia de mulheres, dos seus animais de estimação cucks, e, claro, de Judeus. As primeiras desfrutavam de poder absoluto independentemente da sua posição; bastava uma simples queixa ao departamento de Recursos Humanos para que alguém fosse despedido; evidências não eram necessárias.

Os cucks, representados pelas criaturas de braço fino, cheias de piercing, com barba rala, e t-shirts do Che Guevara, estavam bem contentes com a forma como as coisas estavam a avançar, bebendo lattes e denunciado todos aqueles que expressassem ideias incompatíveis com a narrativa.

Os Judeus estavam no seu ambiente natural dentro da redacção, executando o seu papel tradicional de "intelectual arrogante" e obtendo promoções do nada. Um estudo posterior do site do jornal revelou que a maior parte dos artigos que atacavam os nativos, a sua cultura, e os seus valores eram escritos pelos Judeus.

Contratam-se mentirosos.

Portanto, para resumir: os média não estão cheios de pessoas boas, mas enganadas como muitos pensam. Pelo contrário, o establisment mediático tem um propósito e está bem ciente disso, e ele posiciona-se algures entre um oportunista sem escrúpulos e um leal cão amestrado do Estado. Na melhor das hipóteses, é falsamente patriótica ("que pais maravilhoso que temos aqui; vamos convidar mais imigrantes"), mas na pior das hipóteses, é abertamente hostil em relação à população indígena do país onde ele existe.

Mais ainda, os média permitem a consolidação e a auto-afirmação das forças globalistas - os governos traidores, os Judeus internacionais, as multinacionais, a indústria do entretenimento e assim por adiante - contra a população nativa cada vez mais desprivilegiada e cada vez mais em declínio.

Por fim, mas não menos importante, devido à ofuscação intencional dos crimes cometidos contra o Ocidente por parte dos imigrantes não-Brancos, os média são cúmplices dos mesmos e, se isto falhar, geradores da agitação pública com o propósito de colocar pressão sobre os tribunais de modo a que os criminosos possam sair livres. Para mim, só este último motivo é suficiente para mandar todos os jornalistas e todos os seus donos para a forca.

O ponto a reter é que os média não são de maneira nenhuma teus amigos, mesmo que os seus operacionais da camada mais baixa se encaixem na descrição de vítimas indefesas e não inimigos destruidores e nações. Os média têm que ser resistidos, expostos, e boicotados sempre que possível - até que comecem a sagrar dinheiro e se engasguem no seu próprio veneno.



~ http://bit.ly/2eJ5gqO



quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Jornalista Alemão afirma que a CIA quer causar uma guerra entre a Europa e a Rússia

Por Eric Zuesse

Udo Ulfkotte, antigo editor do jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung (que é um dos mais importantes jornais na Alemanha) decidiu vir a público falar da forma como ele e resto dos "média" Ocidentais foram corrompidos, porque ele é de opinião de esta corrupção está a levar a Europa para perto duma guerra nuclear com a Rússia; Ulfkotte é de opinião que é precisamente isto que a aristocracia Americana que controla a CIA quer, ou quer levar as coisas para bem perto desse estado de coisas.

Falando para a Televisão Russa, ele disse:

Sou jornalista há cerca de 25 anos, e fui ensinado a mentir, a trair e a não dizer a verdade ao público. ... Os média Alemães e Americanos tentam trazer a guerra aos povos da Europa, trazer uma guerra com a Rússia. Este é o ponto sem retrocesso e vou afirmar corajosamente que não está certo o que eu fiz no passado - manipular as pessoas, fazer propaganda contra a Rússia - e não está certo o que os meus colegas fazem, que eu fiz no passado, porque eles foram subornados para trair não só a Alemanha, mas toda a Europa.

Temo muito que uma nova guerra comece na Europa, e não gosto desta situação visto que a guerra não chega sozinha; há sempre pessoas que forçam as coisas nessa direcção, e não são só os políticos mas os jornalistas também. ... Nós traímos os nossos leitores como forma de forçar as coisas rumo a uma guerra. Já não quero fazer parte disto. Estou farto desta propaganda. Nós vivemos numa república da banana, e não num país onde existe a liberdade de imprensa.

Os média Alemães, especialmente os meus colegas, escrevem diariamente coisas contra os Russos; [estes jornalistas] fazem parte de organizações transatlânticas, e são apoiados pelos Estados Unidos para fazerem exactamente isso.

Eu tornei-me "cidadão honorário do estado do Oklahoma’ e porquê? Porque eu escrevo coisas pró-Americanas. Eu tinha o apoio da Central Intelligence Agency, a CIA. E porquê? Porque eu sou pró-Americano. Estou farto disto tudo; e já não quero mais fazer isto.

Devido a isso, acabo de escrever um livro, não para ganhar dinheiro - claro que não, porque o livro só me irá causar imensos problemas. [Escrevi o livro] para dar às pessoas deste país, à Alemanha, à Europa, e a todo o mundo, um vislumbre do que ocorre por trás das portas fechadas.

[4:40 do vídeo] A maior parte dos jornalistas que se encontram presentes nos países estrangeiros ... jornalistas Europeus ou Americanos, tal como eu o era no passado, são os assim chamados cobertura não-oficial. O que é que significa "cobertura não-oficial"? Tu fazes o trabalho para uma agência de serviços secretos, mas quando eles [o público] descobre que não só és um jornalista mas também um espião, eles [a CIA] nunca irão dizer "Este era um dos nossos homens".

Eu ajudei-os várias vezes no passado, e sinto-me envergonhado com isso. Fui subornado pelos bilionários, pelos Americanos, para não reportar a verdade exacta.

Enquanto conduzia para esta entrevista, tentei imaginar o que teria acontecido se eu tivesse escrito um artigo pró-Russo para o Frankfurter Algemeine. Pois bem, fomos educados a escrever artigos pró-Europeus, pró-Americanos, mas por favor, nunca pró-Russos. Mas é precisamente isto que eu não entendo para uma democracia, para a liberdade de imprensa, e sinto pena que isso aconteça assim. 

[6:30] A Alemanha ainda é um tipo de colónia dos Estados Unidos e isso pode-se ver em muitas situações. Por exemplo, a maior parte dos Alemães não quer armas nucleares no seu solo, mas ainda temos armas nucleares Americanas. Devido a isto, nós ainda somos uma espécie de colónia Americana, e sendo uma colónia, é muito fácil abordar jovens jornalistas através de (e isso é muito importante aqui) organizações transatlânticas.

Todos os jornalistas que trabalham em organizações respeitáveis e em jornais, revistas, estações de rádio e estações de televisão Alemães importantes, são todos membros ou convidados destas grandes organizações transatlânticas, e é nestas organizações somos contactados de modo a que sejamos pró-Americanos; para além disso, eles convidam-te para ires ver os Estados Unidos, tudo pago por eles.

Tu és subornado, e vais ficando gradualmente mais corrupto porque eles arranjam-te bons contactos. Vais fazendo amigos, tu pensas que são teus amigos, e tu cooperas com eles. Eles perguntam-te "podes-me fazer este favor?", "podes-me fazer aquele favor?", e pouco a pouco o teu cérebro vai recebendo uma lavagem cerebral por parte destas pessoas.

Será que isto só acontece com os jornalistas Alemães? Eu acho que não, e acho que isto ocorre de modo especial com os jornalistas Britânicos devido ao facto deles terem um relacionamento mais próximo. Certamente que isto ocorre com os jornalistas Israelitas, e claro que ocorre com os jornalistas Franceses. É o que acontece com os jornalistas Australianos, Neozelandeses, jornalistas do Taiwan - bem, existem muitos países, tais como a Jordânia, por exemplo.

[9:17] Por vezes acontece os serviços secretos irem ao teu escritório e quererem que tu escrevas um artigo. Lembro-me [dum exemplo] onde os serviços secretos Alemães no estrangeiro, a Bundesnachrichtendienst - que nada mais é que uma organização-irmã da Central Intelligence Agency, visto que foi fundada pela agência de serviços secretos Americana -  veio ao meu escritório, e queria que eu escrevesse um artigo sobre a Líbia e sobre o Coronel Muammar Gaddafi. … Eles deram-me toda esta informação secreta e apenas queriam que eu assinasse o artigo com o meu nome. 

Eu fiz isso, e o artigo foi publicado no Frankfurter Algemeine; o mesmo falava da forma como ele havia tentado construir secretamente uma fábrica de gás venenoso…O artigo tinha uma história que dias depois foi publicada em todo o mundo mas eu não tinha qualquer tipo de informação em relação a isso [a CIA escreveu o artigo].

[11:25] Um bom exemplo do que acontece quando se diz não [à CIA]. ... Portanto [em relação a um empregado particular que tinha dito "não"], o que aconteceu foi que ele perdeu o seu emprego.

[12:40] Por seis vezes a minha casa foi revistada, e a minha casa foi atacada por três vezes, [mas] eu não tenho filhos e como tal, é mau para a verdade [para os jornalistas cujas famílias podem ser ameaçadas, e não só para eles próprios].

(....)

* * * * * * *

Como se torna cada vez mais óbvio, as atitudes irracionais da elite globalista que controla a CIA, e a banca internacional, revelam que a mesma olha para Putin com um misto de terror e de desprezo.

A ascensão do bloco geo-político-financeiro com o nome de BRICS [em inglês, Brazil, Russia, India, China, South Africa] está a ameaçar o poder que o dólar ainda tem na economia mundial, e como tal, a elite globalista aparentemente está disposta a dar início a uma guerra contra a Rússia como forma de reter o seu poderio financeiro.

Mas estes gestos da elite Americana são o que os anglófonos chamam de "dead man walking"; estas são as últimas braçadas do império Anglo-Americano (controlado pelo cartel liderado pela família do escudo vermelho).

Por mais que eles não se tenham ainda apercebido disso, o seu fim está próximo e a sua raiva contra a Rússia, ou contra o Brasil, ou contra a Índia - ou contra qualquer outro país dos BRICS - é tempo perdido.  Além disso, os Americanos têm outros problemas internos a resolver.




sexta-feira, 30 de novembro de 2012

O arrependimento de Claudia Connell


Se tu és uma mulher inglesa com qualificações universitárias, é bem provável que venhas a ter filhos numa idade avançada da vida - se é que chegues a ter filhos:
Mulheres com cursos superiores estão a atrasar a idade do primeiro filho até cerca dos 35 anos - quase uma década depois, quando comparadas com as mulheres que não obtiveram qualificações universitárias.
A tendência das mulheres com cursos superiores em atrasar a formação de famílias era já aparente em Melbourne quando eu [Mark] estava na casa dos 20, no princípio dos anos 1990. Lembro-me de pensar que as minhas colegas eram doidas por deixar para o fim algo tão importante, e estava certo que algumas delas lamentariam tal decisão.

Hoje em dia chegamos, então, ao tal ponto do arrependimento. Uma das últimas é a jornalista Claudia Connell:
Com 46 anos de idade, aceito que as minhas oportunidades para ter uma família chegaram ao fim, e as probabilidades de conhecer um homem decente não se afiguram animadoras.
A Claudia fez o que era suposto ser feito: manteve a sua autonomia dedicando-se a ser independente e solteira durante os anos 20-30
Para mim, o estilo de vida de solteira que adoptei e celebrei com entusiamo durante os anos 80 e 90 perdeu muito do seu brilho, e começa a parecer-me vazia. Eu fazia parte da geração "Sex in the City" - mulheres bem sucedidas, briguentas, que geravam o seu próprio dinheiro e não davam satisfações a ninguém. Em relação aos homens, a nossa atitude perante eles era a mesma atitude que mantinhamos na presença da última pulseira: só a melhor servia; não se fazia qualquer tipo de compromisso e mesmo quando se fazia, eles eram rapidamente colocados de lado. 
Enquanto ela era jovem, e enquanto avaliava os homens como se eles fossem pulseiras, Claudia não pensou muito no futuro e nas consequências da adopção do comportamento promovido pela sociedade actual:
O que nenhuma de nós passou muito tempo a pensar quando tinhamos 20 anos, ou mesmo 30 anos, era como é que o nosso estilo de vida nos afectaria quando chegassemos à meia-idade. (. . . .) Quando olho para as minhas amigas solteiras - e hoje há muitas - nenhuma delas se encontra realmente feliz por estar sozinha. De repente, todas aquelas mulheres que nós desdenhávamos por abdicar da liberdade em favor do casamento e dos filhos são as mesmas que agora nos desdenham.

A liberdade é excelente, se tu a podes explorar; mas se tu tens liberdade a mais que não sabes o que fazer com ela, então as coisas tornam-se sem sentido.
Ela ainda assume que liberdade é autonomia individual e não oportunidade para realizar aspectos importantes da sua vida.

Quando ela era jovem, ela tinha confiança suficiente para estabelecer as regras nos romances. Mas, como é normal nas carreiristas, ela não olhou para o futuro:
O que eu nunca considerei, no entanto, foi que um dia eles [os homens] parariam de vir. Quem me dera que eu soubesse na altura que quando estás na parte final dos anos 30, os homens são uma raridade. E quando chegas as 40, é como se eles tivessem sido varridos da Terra.
[ed: Isto é uma forma de pensar tipicamente característica neste tipo de mulheres. Ela realmente assume que há uma "seca" de homens só porque eles já não lhe cobiçam como antigamente. A verdade dos factos é que não há uma "escassez" de homens; o que há é uma escassez de homens interessados nela.  Como já foi dito várias vezes, os homens estão biologicamente construídos para terem atracção física pelas mulheres mais próximas do ponto mais alto da sua fertilidade (biologia não perdoa) e psicologicamente construídos para buscarem as mulheres menos complicadas.

Se uma mulher de 45 anos passou 10/15 anos da sua vida com uma fama de briguenta, mandona, machona e carreirista, invariavelmente os homens em seu redor assimilam a mensagem e param de lhe cobiçar. E quer se queira quer não, a fama do mau comportamento de algumas mulheres propaga-se rapidamente (muito graças a outras mulheres).]
Um mulher para lá dos 45 anos num site de encontros fica com a sensação de ser tão bem vinda como uma multa. Os sites podem estar cheios de homens nos seus 40 anos, mas eles não buscam mulheres da mesma idade!
Parece que ela passou os seus anos mais jovens a ter relacionamentos com um certo número de homens enquanto esperava pelo senhor Alfa. Ela apercebeu-se agora que tais homens preferem esposas mais doces e menos complicadas do ela alguma vez foi:
Acho . . . que é uma verdade desconfortável saber que o tipo de macho alfa bem sucedido que nós esperávamos não quer mulheres como nós. Todos os homens de sucesso que conheço casaram-se com mulheres doces e descomplicadas que ficam perfeitamente satisfeitas em deixar de lado as suas carreiras para apoiar o marido.
Convém ressalvar que a solução para as mulheres não é entrar em pânico e casar com o primeiro homem que aparece. O ponto político que estou a fazer é que as mulheres modernas têm à sua frente dois propósitos difíceis de harmonizar:
  • Autonomia máxima
  • Formação de família.
O "arranjo" de ser uma mulher petulante e independente durante os anos 20-30, confiante de que sempre haverá homens compatíveis e disponíveis e, como tal, um compromisso decisivo pode ser adiado perpetuamente, não é um passo inteligente. A mulher tem que escolher o que é mais importante, e como a Claudia descobriu, liberdade sem comprimisso pode não fazer sentido algum.

* * * * * * *
Quem fica a ganhar com o facto de existir mais uma mulher que deixou de lado a função mais importante da sua existência - gerar vida humana (existe algum curso universitário mais importante que um ser humano?) - em favor duma carreira profissional, foi o Governo; quanto menos mulheres existirem a gerar filhos, mais mulheres haverá no mercado de trabalho e, desde logo, mais pessoas haverá a quem se extrair impostos. (Para além disso, a ideologia do "controle populacional" tem um peso maior do que muitos de nós imagina (dai a importância do aborto); portanto, mulheres que não geram filhos é sempre "bom".)

Uma das coisas mais irónicas do movimento que domina as mulheres actuais é o facto do mesmo só subsistir porque um leque de homens poderosos quer que ele subsista. Por mais que as feministas ergam os punhos fechados, e andem com os seios à mostra como forma de se "manifestarem", a verdade dos factos é que o seu movimento é controlado e financiado por homens interessados em ter o maior número possível de mulheres no mercado de trabalho. Quando, por fim, o feminismo deixar de ser relevante para a elite masculina esquerdista, eles imediatamente cortarão o financiamento, e as mulheres descobrirão que foram enganadas.

O que é trágico no feminismo não é só o facto de existirem pessoas que literalmente trabalham para a sua própria destruição - as pessoas que subscrevem a religião Cristã sabem que a maior parte do mundo faz precisamente isso - mas sim o facto das evidências estarem plenamente disponíveis às mulheres, mas elas continuarem a entregar a sua alma a um movimento que não tem os seus genuínos interesses em vista.

Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o Seu galardão. Salmo 127:3
..



quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Como usar o esquerdismo duma feminista contra ela.


Uma jornalista feminista inglesa, esquerdista e arrogante, quixoticamente chamada de Cinnamon Heathclote-Drury, viu o seu esquerdismo a ser usado contra ela ao mesmo tempo que viu o seu mundo a  ser virado do avesso. Chega até a dar pena,  obviamente - mesmo que seja só um pouco. Mas mesmo assim, o riso atinge-nos mais depressa que a simpatia.

Imaginem a cena. Uma jornalista feminista britânica vê uma mulher de hijab [muçulmana] a carregar um largo número de compras para a caixa de pagamento. A feminista olha para isto, e enerva-se com o facto do marido [muçulmano]  encontrar-se por perto e não fazer nada para ajudar a mulher. 

A femi-jornalista não aguenta a sua raiva e abre a sua boca para "ajudar" a muçulmana. Primeiro ela confronta o homem dizendo que a sua esposa precisa de ajuda a colocar as compras na caixa de pagamento. Depois disto, ela passa à frente do homem e começa a ajudar a maometana porque "o feminismo é isto - mulheres a ajudar outras mulheres."



Segundo se sabe, nem a muçulmana nem o marido dela apreciaram muito esta "lição social" que a femi-jornalista resolveu dar a ambos. E tal como muitos maometanos a viver no Reino Unido, eles levaram o caso mais longe e usaram o esquerdismo da feminista contra ela: o casal alegou ter sido vítima de "racismo" e a jornalista foi presa por "crime de ódio".

Demasiado hilariante.

Primeiro que tudo, a jornalista realmente pensou que poderia ser a imagem das crenças liberais [esquerdistas]. Afinal, ela é a rainha do feminismo, e como tal, ela sabe tudo sobre o sofrimento das pessoas de pele castanha. Ela é o ser humano liberal perfeito. Em caso de dúvidas, pergunte-lhe.

Acusada de racismo? De crime de ódio? Como é possível tal coisa?!!

É preciso levar em conta que a indiferença do marido muçulmano ao esforço da mulher é algo tipicamente próprio da cultura maometana. Afinal, depositar as compras no balcão era "trabalho para mulheres." Em muitos países islâmicos, as mulheres são cidadãos de segunda. No mundo muçulmano, dominado pelos homens, as mulheres fazem todo o trabalho relativo às lides domésticas, e todo o trabalho relativo a situações que envolvam crianças. Todo o trabalho mesmo.

Mas a feminista realmente pensou que poderia causar o homem a seguir as suas ideias em torno da forma como ele se deveria comportar. No entanto, ao mesmo tempo que ela pensava que estava a dar uma lição de moral - em torno do liberalismo ocidental - a este chauvinista, a sua própria ideologia é responsável pela  entrada destes mesmos muçulmanos no Reino Unido.  Mas não foram só as pessoas que vieram de países maometanos; os seus costumes também vieram com eles, e, segundo o esquerdismo defendido pela jornalista, a cultura desses colonos muçulmanos é tão válida como a cultura ocidental. Como tal, eles não precisam de ajustar o seu comportamento ao Ocidente.

A ideologia que a feminista subscreve [esquerdismo] é responsável por não dar aos maometanos qualquer tipo de razão para adoptar os valores culturais que ela [a feminista] defende. Portanto, porque é que o muçulmano haveria de ajudar a sua esposa, se a sua cultura não vê problemas nisso, e a cultura da feminista diz que a cultura islâmica é perfeitamente compatível com o Ocidente?

O facto  do casal ter usado a fraqueza da cultura da jornalista para a atacar, usando as famosas "leis do crime de ódio", é verdadeiramente hilariante.

No fim, a jornalista teve sorte uma vez que o sistema judicial absolveu-a das acusações e ela foi liberta. Mas a próxima feminista arrogante que tente usar os seus valores culturais para criticar os maometanos pode não ter tanta sorte.

Portanto, o liberalismo esquerdista pode causar a que o liberal esquerdista vá parar à prisão por querer que os imigrantes adoptem o liberalismo esquerdista, embora o mesmo liberalismo esquerdista defenda que todas as culturas (incluindo aquelas que são totalmente distintas do liberalismo esquerdista) são moralmente válidas.

Não dá para inventar estas coisas.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

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