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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Abuso sexual de menores: “Pensava que não era crime”

Um homem, natural do Equador, abusou sexualmente de uma criança do sexo feminino -12 anos de idade - alegando que tal acto não é considerado crime no seu país.

A Audiência Providencial de Sevilha, em Espanha, condenou a três anos de prisão e ao pagamento de uma indemnização de 3 mil euros o jovem de nacionalidade equatoriana que abusou sexualmente de uma menina de 12 anos em casa dos seus tios sem que tivesse noção de que esta conduta constituía crime, "ao fazer parte da mentalidade do seu país de origem que as relações sexuais com uma mulher desde o momento do seu desenvolvimento são impunes".

Na sentença, consultada pela Europa Press, a primeira secção do Tribunal Providencial de Sevilha condena o violador - com 31 anos - como autor de um delito continuado de abusos sexuais no qual acorre um erro vencível de proibição por ignorar que um contacto carnal com uma menor de 12 anos é sempre crime. Erro que "pode ser evitado empregando um diligência objetiva e subjetivamente exigível".

A Audiência Providêncial considera provado que a menor, nascida em Janeiro de 1998, passou o Verão de 2010 em casa dos tios - La Algaba -, vivenda na qual o acusado, "por ser primo da tia da vítima, acudia com frequência", chegando mesmo a pernoitar com a menor.

Assim, "e conhecido" que a menor tinha apenas 12 anos, o responsável "aproveitou que os restantes moradores não se apercebessem e levou-a para um dos compartimentos da casa penetrando-a, ato que voltou a realizar dias depois".

É de acrescentar que o violador, "com grave e indevida ignorância, não teve consciência de que em Espanha esta conduta constituía crime, pois fazia parte da mentalidade do seu país que as relações sexuais com a mulher podem acontecer desde a sua adolescência sem punição".

A violação foi descoberta depois da mãe da menor se ter apercebido de algumas alterações na personalidade da criança. Procedeu então à denúncia desta calamidade.

Para além da prisão e da indemnização, a Audiência impôs ainda a proibição do acusado se aproximar a menos de 300 metros da menor.

Fonte
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Sempre muito elucidativo observar a forma como as teses "todas as culturas são moralmente iguais" ou "não existem verdades absolutas" desaparecem quando essas posições são levada até à sua consequência lógica.

Segundo o relativismo moral da era vigente, porque é que um imigrante se deve submeter ao código moral do país anfitrião? Não é isso uma forma implícita de afirmar que a moralidade do país que recebe os imigrantes é superior a dos imigrantes?

E ao se afirmar a superioridade moral duma cultura sobre a outra, não se está a refutar teses basiilares do multiculturalismo?



quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Como usar o esquerdismo duma feminista contra ela.


Uma jornalista feminista inglesa, esquerdista e arrogante, quixoticamente chamada de Cinnamon Heathclote-Drury, viu o seu esquerdismo a ser usado contra ela ao mesmo tempo que viu o seu mundo a  ser virado do avesso. Chega até a dar pena,  obviamente - mesmo que seja só um pouco. Mas mesmo assim, o riso atinge-nos mais depressa que a simpatia.

Imaginem a cena. Uma jornalista feminista britânica vê uma mulher de hijab [muçulmana] a carregar um largo número de compras para a caixa de pagamento. A feminista olha para isto, e enerva-se com o facto do marido [muçulmano]  encontrar-se por perto e não fazer nada para ajudar a mulher. 

A femi-jornalista não aguenta a sua raiva e abre a sua boca para "ajudar" a muçulmana. Primeiro ela confronta o homem dizendo que a sua esposa precisa de ajuda a colocar as compras na caixa de pagamento. Depois disto, ela passa à frente do homem e começa a ajudar a maometana porque "o feminismo é isto - mulheres a ajudar outras mulheres."



Segundo se sabe, nem a muçulmana nem o marido dela apreciaram muito esta "lição social" que a femi-jornalista resolveu dar a ambos. E tal como muitos maometanos a viver no Reino Unido, eles levaram o caso mais longe e usaram o esquerdismo da feminista contra ela: o casal alegou ter sido vítima de "racismo" e a jornalista foi presa por "crime de ódio".

Demasiado hilariante.

Primeiro que tudo, a jornalista realmente pensou que poderia ser a imagem das crenças liberais [esquerdistas]. Afinal, ela é a rainha do feminismo, e como tal, ela sabe tudo sobre o sofrimento das pessoas de pele castanha. Ela é o ser humano liberal perfeito. Em caso de dúvidas, pergunte-lhe.

Acusada de racismo? De crime de ódio? Como é possível tal coisa?!!

É preciso levar em conta que a indiferença do marido muçulmano ao esforço da mulher é algo tipicamente próprio da cultura maometana. Afinal, depositar as compras no balcão era "trabalho para mulheres." Em muitos países islâmicos, as mulheres são cidadãos de segunda. No mundo muçulmano, dominado pelos homens, as mulheres fazem todo o trabalho relativo às lides domésticas, e todo o trabalho relativo a situações que envolvam crianças. Todo o trabalho mesmo.

Mas a feminista realmente pensou que poderia causar o homem a seguir as suas ideias em torno da forma como ele se deveria comportar. No entanto, ao mesmo tempo que ela pensava que estava a dar uma lição de moral - em torno do liberalismo ocidental - a este chauvinista, a sua própria ideologia é responsável pela  entrada destes mesmos muçulmanos no Reino Unido.  Mas não foram só as pessoas que vieram de países maometanos; os seus costumes também vieram com eles, e, segundo o esquerdismo defendido pela jornalista, a cultura desses colonos muçulmanos é tão válida como a cultura ocidental. Como tal, eles não precisam de ajustar o seu comportamento ao Ocidente.

A ideologia que a feminista subscreve [esquerdismo] é responsável por não dar aos maometanos qualquer tipo de razão para adoptar os valores culturais que ela [a feminista] defende. Portanto, porque é que o muçulmano haveria de ajudar a sua esposa, se a sua cultura não vê problemas nisso, e a cultura da feminista diz que a cultura islâmica é perfeitamente compatível com o Ocidente?

O facto  do casal ter usado a fraqueza da cultura da jornalista para a atacar, usando as famosas "leis do crime de ódio", é verdadeiramente hilariante.

No fim, a jornalista teve sorte uma vez que o sistema judicial absolveu-a das acusações e ela foi liberta. Mas a próxima feminista arrogante que tente usar os seus valores culturais para criticar os maometanos pode não ter tanta sorte.

Portanto, o liberalismo esquerdista pode causar a que o liberal esquerdista vá parar à prisão por querer que os imigrantes adoptem o liberalismo esquerdista, embora o mesmo liberalismo esquerdista defenda que todas as culturas (incluindo aquelas que são totalmente distintas do liberalismo esquerdista) são moralmente válidas.

Não dá para inventar estas coisas.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

"Faz parte da cultura cigana as raparigas casarem-se e iniciarem família muito cedo, com 12 ou 13 anos."

Um homem de 34 anos abandonou a mulher para se casar, segundo a tradição cigana, com uma menina de 13 anos, que já engravidou. A denúncia foi feita por Andreia Gomes, uma imigrante brasileira, também de 34 anos, casada com o suspeito – e confirmada pelo patriarca do acampamento em Vale Formoso, Covilhã.

Tiago Gomes tem estado fora da região "em negócios", mas, de acordo com o seu pai, Manuel Gomes, "a situação não tem nada de estranho". "O meu filho não estava bem com a mulher, que o tratava mal, e deixou-a", explicou ao CM, justificando o relacionamento com a menor, que já está grávida: "Faz parte da cultura cigana as raparigas casarem-se e iniciarem família muito cedo, com 12 ou 13 anos."

Além disso, Manuel Gomes releva o facto de a "a rapariga já ter vivido um ano com outro cigano". "Nem foi o meu filho que a desonrou", destaca. À face da lei portuguesa, os contactos sexuais com menores de 14 anos são crime.

Ainda a 17 de Maio deste ano, o Tribunal de Montemor-o-Velho condenou um jovem de 18 anos a quatro anos e meio de prisão, suspensa por igual período, por ter raptado uma prima, de apenas 11 anos, com quem se casou segundo a tradição cigana. A menor foi levada de Santa Maria da Feira, onde vivia, a 14 de Abril de 2009, com a conivência de familiares do ‘noivo’ também julgados.

"Eu não podia saber uma coisa destas e ficar calada. Já fiz queixa às autoridades e espero que a polícia investigue o caso porque isso é crime", salienta Andreia Gomes, mostrando a certidão de casamento.

A mulher apresentou uma queixa na Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) há mês e meio e entregou de novo uma carta na comissão, na última sexta-feira, onde volta a acusar o marido de querer "fazer uma vida dupla" – com ela e com a menor.

A CPCJ da Covilhã está a investigar a denúncia e já pediu à GNR para averiguar a situação descrita por Andreia Gomes.

Fonte

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Segundo o credo do multiculturalismo, o que este homem fez é perfeitamente aceitável. Se nenhuma cultura é superior a outra, e se não há forma absoluta de se classificar comportamentos morais provenientes de outras culturas, com que base se pode dizer que o que este homem fez está errado?

Se o multiculturalista diz que isto está errado porque é ilegal, então ele defende que o que é moralmente correcto é o que é legal. Isto implica que se o multiculturalista vivesse na Alemanha nacional-socialista dos anos 30, ele não veria nada de mal no anti-semitismo prevalecente na altura visto vez que era "legal".



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