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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Salazar e a neutralidade Portuguesa durante a 2ª Grande Guerra

Aqui fica mais um texto bem elucidativo das dificuldades de Salazar em lidar com os problemas adjacentes à segunda guerra mundial, diga-se de passagem um super diplomata, que conseguiu manter a nossa neutralidade contra todas as probabilidades no xadrez mundial.

Salazar pressente que os americanos podem resolver usar a força. E na noite de 8 para 9 de Janeiro de 1944, às duas da madrugada, chama Campbell: faz-lhe uma comunicação sóbria, é breve, incisivo: e com simplicidade informa o embaixador de que acaba de dar instruções ao comando português nos Açores para atacar as forças americanas, até ao extremo limite dos meios militares disponíveis, se aquelas procurarem desembarcar. Não tem Campbell dúvidas sobre a decisão de Salazar, e transmite a Londres a sua ansiedade. 

As autoridades militares portuguesas nos Açores confirmam ao comando inglês as ordens recebidas, e a sua decisão de cumpri-las. Depois, Campbell comunica durante a noite a Norweb e a Crocker, conselheiro americano, as consequências de um acto de força dos Estados Unidos. Norweb e Crocker ficam entorpecidos de assombro: "parecia que uma mola se desprendera subitamente de uma caixa e lhes esmagara o nariz". 

E Norweb cai doente, fica de cama. Mas Churchill, no seu americanismo, sente irritação: não tem paciência para os neutros que querem escapar às dificuldades e ainda beneficiar: e pretende que Campbell apoie os americanos vigorosamente. Então, de meias-palavras deixadas cair por Palmela, o Foreign Office torna na primeira quinzena de Janeiro à sua ideia anterior de fazer um convite a Salazar para uma visita oficial a Londres. 

No pensamento do Foreign Office, o convite não deveria ser apresentado, para não lhe diminuir a amplitude, como destinado apenas a discutir os Açores, ou Timor, ou o problema do volfrâmio. Dir-se-ia ao chefe do governo português que o governo britânico julgou chegado o momento de examinar em conjunto o futuro imediato, o desenvolvimento ulterior da aliança luso-britânica, a posição dos dois países no após-guerra. 

Em 13 de Janeiro, Eden telegrafa a Churchill, ausente no norte de África, e obtém a concordância deste ao convite a Salazar. Entretanto, em Lisboa, Campbell insistia, em 17, por uma resposta ao seu pedido de princípios de Janeiro, relativo à extensão de facilidades nos Açores. 

Salazar escreve pessoalmente ao embaixador uma longa carta em 20, e é firme, mesmo sobranceiro: o governo português tem em muita conta os interesses britânicos, e procura satisfazê-los; mas não tem em menor conta a defesa dos seus próprios interesses, ou dos seus direitos, ou dos acordos concluídos e no espírito em que o foram, nem pode afastar-se dos princípios políticos em que se baseia; e um certo número de acções precipitadas obrigam-no a dizer, como já foi dito em Londres, que não deseja trabalhar sob pressões que imponham soluções mal pensadas ou semivoluntárias, nem está disposto a aceitar factos consumados; e em qualquer caso o governo português quer nas suas decisões salvaguardar a sua completa liberdade de espírito. Salazar reage como quem pressente perigos iminentes. 

E na verdade, no mesmo momento, a embaixada britânica em Washington acentua junto do Foreign Office toda a amplitude das ambições americanas sobre os Açores. E sublinha: Roosevelt afirmara a Halifax que o governo americano estava "vivamente interessado no destino do arquipélago" e a "ideia de uma qualquer forma de ocupação americana das ilhas está de há muito no seu pensamento" uma vez que as "encaram como uma importante base avançada para defesa deste continente". 

Corroborando a informação da embaixada britânica nos Estados Unidos, Roosevelt envia uma mensagem pessoal a Churchill: baseando-se nas entrevistas iniciais entre Salazar e Norweb, que este interpretara para Washington como consentimento de Lisboa ao desembarque de forças americanas, o presidente americano, embora admita que Salazar haja depois mudado de opinião, informa Churchill da sua intenção de não ter em conta tal mudança e do seu desejo de enviar em breve forças americanas para os Açores, que ficariam sob controle inglês para efeitos de operações. 

Mas em 20 de Janeiro, Norweb, já refeito, volta a avistar-se com Salazar: fala de Timor, da guerra no Oriente, da eventual participação portuguesa: mas não é discutido o problema dos Açores. Eden entretanto lê a mensagem de Roosevelt para Churchill, e com urgência intervém junto deste. Para Eden, "não há a menor dúvida de que o ministro americano não compreendeu Salazar de todo, e está fora de questão que este haja faltado à sua palavra". 

Dera o chefe do governo português o seu acordo à estadia de algumas forças americanas nos Açores sob comando inglês: não dera acordo ao desembarque de forças americanas independentes, nem à permanência de uma esquadra aérea dos Estados Unidos, como Roosevelt pretende. 

E a verdade é que Salazar "tem sido muito compreensivo em todos estes importantes problemas, não obstante a confusão e inépcia das diligências americanas"; se Washington persistir na sua atitude, "poderá prejudicar outros importantes desejos americanos e britânicos"; e é óbvio que o "Presidente não conhece Salazar, que é perfeitamente capaz de repetir a sua ameaça de resistir pela força a desembarques americanos - ainda que isso possa ser havido como loucura - se estes preferirem o facto consumando à negociação". 

Não se contentando em enviar ao primeiro-ministro os seus comentários escritos, Eden fala pessoalmente a Churchill sobre o assunto, no dia imediato, e submete-lhe um projecto de resposta a Roosevelt, que na sua substância é perfilhado pelo primeiro-ministro. 

Este afirma ao presidente não ter dúvidas de que Norweb está agindo num equívoco, baseado num acordo que Salazar não deu; Salazar está pronto a cooperar, desde que salvaguardados os princípios; não se pode esquecer que os alemães aceitam os ingleses nos Açores, mas não os americanos, porque a aliança não se aplica a estes; e sem embargo dos anglo-americanos possuírem força esmagadora, seria "incoerente com a nossa atitude geral para com pequenas potências tratá-las brutalmente em questões de neutralidade". 

Churchill recomenda que quaisquer forças americanas se apresentem como britânicas, e promete enviar a Salazar uma mensagem pedindo-lhe para satisfazer os desejos dos Estados Unidos. Em Lisboa, também a 20 de Janeiro, é dada resposta oficial a pedido inglês de extensão das facilidades nos Açores: Salazar recusa a utilização de Ponta Delgada: e vai considerar o problema das Lajes. 

No dia seguinte Norweb, em nota, limita-se a solicitar autorização para que seja construído, em local a escolher, um aeroporto, que possa ser usado em alternativa ao das Lajes. E ao receber João Neves, embaixador do Brasil, Salazar queixa-se da rudez e insensibilidade de Norweb; João das Neves confidencia as queixas a Campbell; e este confidencia-as ao Foreign Office e a Norwerb. Desde este momento, os americanos actuam cautelosamente, e com extremo respeito pelos escrúpulos e princípios de Salazar.

Entretanto, chegam a Campbell as instruções de Londres para convidar Salazar a uma visita oficial a Inglaterra. Salazar recebe o embaixador em 22 de Janeiro, e este faz o convite em termos prementes e persuasivos. Salazar agradece: mas lamenta desde logo não o poder aceitar. Campbell insiste: "estou certo de que gostaria de ir a Londres, pense bem no convite". Salazar responde: "não tenho dúvidas, vou pensar". 

Depois, Campbell levanta uma outra questão: as exportações de volfrâmio. Londres atribui máxima importância àquela matéria-prima, e ao seu valor estratégico; e desejaria que fosse embargada a sua exportação, estando Londres disposta em princípio a compensar os prejuízos económicos. Salazar exprime dúvidas; queixa-se de que no assunto o ponto de vista inglês parece mudar constantemente; salienta que dois terços da produção portuguesa se destinam aos aliados; e invoca mais uma vez as possíveis reacções alemãs. Mas pretende-se discutir a matéria imediatamente? 

Não, responde o embaixador, apenas quereria que o governo português reflectisse no caso. Para Londres, Campbell informa ser pouco provável que Salazar aceite o convite, pois está convencido de que se estiver ausente três ou quatro dias "todo o país ficará em pedaços"; e no problema do volfrâmio parecem-lhe genuínas as preocupações de Salazar. 

Mas dois dias mais tarde Campbell avista-se com Teixeira de Sampaio, e repisa junto deste todas as questões. Passam duas horas em conversa. Sampaio tinha estado doente, com violento ataque de gripe; e retomava agora o serviço. 

E confidencia a Campbell que não é bom o estado de espírito de Salazar. Este ficara ressentido com a pressão de Campbell para que tudo fosse decidido com urgência: e despendera dezasseis horas seguidas, sozinho, a estudar os assuntos pendentes e a redigir respostas às notas do embaixador. 

Além disso, Sampaio não ocultava que Salazar continuava desconfiado, e que tinha razões para tanto. Sob a capa dos serviços de informação ingleses a polícia descobrira factos de onde se concluía o envolvimento da embaixada britânica numa conspiração, em conluio com os oposicionistas, para derrubar o governo português. Campbell desmente com energia as conclusões da polícia. 

Na sua transmissão desta conversa para Londres, todavia, Campbell comenta que já sabia que Salazar sabia; assim o dissera Catela [inspector-superior da Polícia de Vigilância e Defesa do Estado, colaborador da confiança de Agostinho Lourenço. 

Havido ao tempo por pró-alemão, e mesmo nazi, as suas simpatias reais estavam no entanto do lado inglês], informador da embaixada, a Risso-Gil, que imediatamente o comunicara ao embaixador. E quanto aos oposicionistas, Campbell dá o seu parecer em carta a Roberts, do Foreign Office: "a minha impressão sobre a oposição aqui é a de que esta consiste em pequenos grupos, trabalhando em segredo, e desprovidos de qualquer coesão. 

Estou convencido de que, se Salazar desaparecesse subitamente, começariam a apunhalar-se uns aos outros. E duvido que Monteiro (ou qualquer outro) seja suficientemente forte para pôr todas as cabeças de acordo e formar um governo homogéneo". 

Decerto: Salazar sabe que, ao aproximar-se a vitória aliada, "os portugueses, de harmonia com os seus hábitos, hão-de querer imitar o resto de uma Europa em que o autoritarismo sofrerá um forte desconto"; mas a verdade é que, segundo as informações chegadas à embaixada, Salazar tem motivos para "estar satisfeito com a situação que considera haver melhorado". 

Nos primeiros dias de Fevereiro, a 3, Sampaio chama Campbell, e em nome de Salazar declina o convite para este visitar oficialmente Londres.

Paralelamente, Salazar responde aos pedidos americanos. Todos são recusados. Exceptua a construção de um aeroporto alternativo nos Açores, que poderá interessar à aviação civil em futuro próximo. Concorda em estudar a sua localização, na ilha do Faial ou na de Santa Maria. Mas para o efeito o governo português dirigir-se-á a uma companhia civil americana quando puder dispor dos técnicos necessários para acompanharem os daquela [na altura, a Pan American Airways]. 

Quando a conhece, Campbell ressente esta concessão: considera-a como significando a penetração dos Estados Unidos num país até agora na exclusiva esfera de influência britânica. E em carta comenta para Roberts: "creio que os americanos, por estarem muito fortes, julgam que ninguém lhes deve recusar coisa alguma"».

Franco Nogueira («Salazar», III)..



quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Jornalista Alemão afirma que a CIA quer causar uma guerra entre a Europa e a Rússia

Por Eric Zuesse

Udo Ulfkotte, antigo editor do jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung (que é um dos mais importantes jornais na Alemanha) decidiu vir a público falar da forma como ele e resto dos "média" Ocidentais foram corrompidos, porque ele é de opinião de esta corrupção está a levar a Europa para perto duma guerra nuclear com a Rússia; Ulfkotte é de opinião que é precisamente isto que a aristocracia Americana que controla a CIA quer, ou quer levar as coisas para bem perto desse estado de coisas.

Falando para a Televisão Russa, ele disse:

Sou jornalista há cerca de 25 anos, e fui ensinado a mentir, a trair e a não dizer a verdade ao público. ... Os média Alemães e Americanos tentam trazer a guerra aos povos da Europa, trazer uma guerra com a Rússia. Este é o ponto sem retrocesso e vou afirmar corajosamente que não está certo o que eu fiz no passado - manipular as pessoas, fazer propaganda contra a Rússia - e não está certo o que os meus colegas fazem, que eu fiz no passado, porque eles foram subornados para trair não só a Alemanha, mas toda a Europa.

Temo muito que uma nova guerra comece na Europa, e não gosto desta situação visto que a guerra não chega sozinha; há sempre pessoas que forçam as coisas nessa direcção, e não são só os políticos mas os jornalistas também. ... Nós traímos os nossos leitores como forma de forçar as coisas rumo a uma guerra. Já não quero fazer parte disto. Estou farto desta propaganda. Nós vivemos numa república da banana, e não num país onde existe a liberdade de imprensa.

Os média Alemães, especialmente os meus colegas, escrevem diariamente coisas contra os Russos; [estes jornalistas] fazem parte de organizações transatlânticas, e são apoiados pelos Estados Unidos para fazerem exactamente isso.

Eu tornei-me "cidadão honorário do estado do Oklahoma’ e porquê? Porque eu escrevo coisas pró-Americanas. Eu tinha o apoio da Central Intelligence Agency, a CIA. E porquê? Porque eu sou pró-Americano. Estou farto disto tudo; e já não quero mais fazer isto.

Devido a isso, acabo de escrever um livro, não para ganhar dinheiro - claro que não, porque o livro só me irá causar imensos problemas. [Escrevi o livro] para dar às pessoas deste país, à Alemanha, à Europa, e a todo o mundo, um vislumbre do que ocorre por trás das portas fechadas.

[4:40 do vídeo] A maior parte dos jornalistas que se encontram presentes nos países estrangeiros ... jornalistas Europeus ou Americanos, tal como eu o era no passado, são os assim chamados cobertura não-oficial. O que é que significa "cobertura não-oficial"? Tu fazes o trabalho para uma agência de serviços secretos, mas quando eles [o público] descobre que não só és um jornalista mas também um espião, eles [a CIA] nunca irão dizer "Este era um dos nossos homens".

Eu ajudei-os várias vezes no passado, e sinto-me envergonhado com isso. Fui subornado pelos bilionários, pelos Americanos, para não reportar a verdade exacta.

Enquanto conduzia para esta entrevista, tentei imaginar o que teria acontecido se eu tivesse escrito um artigo pró-Russo para o Frankfurter Algemeine. Pois bem, fomos educados a escrever artigos pró-Europeus, pró-Americanos, mas por favor, nunca pró-Russos. Mas é precisamente isto que eu não entendo para uma democracia, para a liberdade de imprensa, e sinto pena que isso aconteça assim. 

[6:30] A Alemanha ainda é um tipo de colónia dos Estados Unidos e isso pode-se ver em muitas situações. Por exemplo, a maior parte dos Alemães não quer armas nucleares no seu solo, mas ainda temos armas nucleares Americanas. Devido a isto, nós ainda somos uma espécie de colónia Americana, e sendo uma colónia, é muito fácil abordar jovens jornalistas através de (e isso é muito importante aqui) organizações transatlânticas.

Todos os jornalistas que trabalham em organizações respeitáveis e em jornais, revistas, estações de rádio e estações de televisão Alemães importantes, são todos membros ou convidados destas grandes organizações transatlânticas, e é nestas organizações somos contactados de modo a que sejamos pró-Americanos; para além disso, eles convidam-te para ires ver os Estados Unidos, tudo pago por eles.

Tu és subornado, e vais ficando gradualmente mais corrupto porque eles arranjam-te bons contactos. Vais fazendo amigos, tu pensas que são teus amigos, e tu cooperas com eles. Eles perguntam-te "podes-me fazer este favor?", "podes-me fazer aquele favor?", e pouco a pouco o teu cérebro vai recebendo uma lavagem cerebral por parte destas pessoas.

Será que isto só acontece com os jornalistas Alemães? Eu acho que não, e acho que isto ocorre de modo especial com os jornalistas Britânicos devido ao facto deles terem um relacionamento mais próximo. Certamente que isto ocorre com os jornalistas Israelitas, e claro que ocorre com os jornalistas Franceses. É o que acontece com os jornalistas Australianos, Neozelandeses, jornalistas do Taiwan - bem, existem muitos países, tais como a Jordânia, por exemplo.

[9:17] Por vezes acontece os serviços secretos irem ao teu escritório e quererem que tu escrevas um artigo. Lembro-me [dum exemplo] onde os serviços secretos Alemães no estrangeiro, a Bundesnachrichtendienst - que nada mais é que uma organização-irmã da Central Intelligence Agency, visto que foi fundada pela agência de serviços secretos Americana -  veio ao meu escritório, e queria que eu escrevesse um artigo sobre a Líbia e sobre o Coronel Muammar Gaddafi. … Eles deram-me toda esta informação secreta e apenas queriam que eu assinasse o artigo com o meu nome. 

Eu fiz isso, e o artigo foi publicado no Frankfurter Algemeine; o mesmo falava da forma como ele havia tentado construir secretamente uma fábrica de gás venenoso…O artigo tinha uma história que dias depois foi publicada em todo o mundo mas eu não tinha qualquer tipo de informação em relação a isso [a CIA escreveu o artigo].

[11:25] Um bom exemplo do que acontece quando se diz não [à CIA]. ... Portanto [em relação a um empregado particular que tinha dito "não"], o que aconteceu foi que ele perdeu o seu emprego.

[12:40] Por seis vezes a minha casa foi revistada, e a minha casa foi atacada por três vezes, [mas] eu não tenho filhos e como tal, é mau para a verdade [para os jornalistas cujas famílias podem ser ameaçadas, e não só para eles próprios].

(....)

* * * * * * *

Como se torna cada vez mais óbvio, as atitudes irracionais da elite globalista que controla a CIA, e a banca internacional, revelam que a mesma olha para Putin com um misto de terror e de desprezo.

A ascensão do bloco geo-político-financeiro com o nome de BRICS [em inglês, Brazil, Russia, India, China, South Africa] está a ameaçar o poder que o dólar ainda tem na economia mundial, e como tal, a elite globalista aparentemente está disposta a dar início a uma guerra contra a Rússia como forma de reter o seu poderio financeiro.

Mas estes gestos da elite Americana são o que os anglófonos chamam de "dead man walking"; estas são as últimas braçadas do império Anglo-Americano (controlado pelo cartel liderado pela família do escudo vermelho).

Por mais que eles não se tenham ainda apercebido disso, o seu fim está próximo e a sua raiva contra a Rússia, ou contra o Brasil, ou contra a Índia - ou contra qualquer outro país dos BRICS - é tempo perdido.  Além disso, os Americanos têm outros problemas internos a resolver.




sexta-feira, 13 de julho de 2012

O imposto climático

ONU quer criar uma "reserva" com dinheiro alheio:

Outra proposta iria distribuir o custo dos investimentos em outros países através da sociedade.

"Apelamos ao cumprimento dos compromissos de assistência de desenvolvimento, incluindo os compromissos feitos pelo países desenvolvidos de atingir os 0,7% do produto nacional bruto para a assistência de desenvolvimento aos países em desenvolvimento até ao ano de 2015."

A proposta iria fornecer entre .015 a .020% do produto nacional bruto em forma de assistência para os países em desenvolvimento. Segundo a CFACT, isto iria custar cerca de $1,325 a cada família americana composta por 4 pessoas.

Ou seja, um grupo de burocratas não-eleitos, não-representativos e sem ninguém a quem prestar contas quer usar o dinheiro das famílias americanas para "parar com o aquecimento global", ao mesmo tempo que viajam de avião - aumentando o aquecimento global - para locais como o Rio de Janeiro para as suas férias exóticas. E quando chegarem a esses locais, vão comer carne, o que, como sabemos, é mau. Sem dúvida que eles vão-se empanturrar de comida "maligna" ao mesmo tempo que a apenas alguns quilómetros de si centenas de milhares de necessitados passam fome.

Enquanto isso, os países empobrecidos por ditaduras esquerdistas em desenvolvimento ficam a saber que são obrigados a seguir o que a ONU manda, em vez deles tentarem enriquecer através dos seus próprios meios e talento. Os países pobres têm que se manter pobres, e os ricos têm que dar dinheiro à ONU para que eles mantenham os países pobres dependentes da ONU. Perfeito.

Mais uma vez, não deixa de ser surpreendente que as "soluções" dos esquerdistas da ONU - e dos esquerdistas no geral - se centrem na redistribuição de dinheiro alheio. A ONU, tal como todo o esquerdista militante, olha para o sector privado como galinha dos ovos de ouro e agentes financiadores da sua agenda política. Eles demonizam os empreendedores mas tentam sempre ficar com o fruto do trabalho desses mesmos empreendedores através de impostos cada vez mais insuportáveis.

Burocratas em busca do dinheiro alheio.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Falta de evidências em favor do aquecimento global aumenta número de negacionistas

Para as pessoas que desejam uma maior acção contra o aquecimento global, uma verdade inconveniente emergiu durante a última década: as médias anuais das temperaturas globais mantiveram-se relativamente constantes - e caíram nos EUA - apesar da emissão crescente de gases para a atmosfera.

O hiato no aumento das temperaturas pode ter contribuído para um maior cepticismo público em torno do aquecimento global, especialmente nos EUA.

No entanto, estes factos não alteraram as opiniões da maioria dos pesquisadores climáticos no que toca a suposta actividade humana por trás do aumento das temperaturas deste século.

Fonte

* * * * * * *

A elite esquerdista europeia tem um prazer mórbido em auto-colocar-se numa posição de superioridade moral em relação aos americanos porque - supostamente - estes últimos são essencialmente uns pacóvios ignorantes armados até aos dentes e com visões apocalípticas do futuro da humanidade.

A verdade dos factos é que o americano médio é mais resistente a imposições estatais do que o europeu médio. É devido a isto que a elite esquerdista europeia possui uma visão tão baixa e negativa dos primeiros.

No que toca a questão do totalmente desacreditado "aquecimento global", os americanos, no geral, nunca se deixaram convencer com a mesma. O mesmo se passa com a teoria da evolução e com muitos outros "consensos" que são promovidos por uma elite como forma de avançar com políticas esquerdistas.

Aquilo que a elite esquerdista quer usar como evidência da suposta ignorância americana (falta de fé no aquecimento global) é na verdade um bom argumento em favor da solidez intelectual dos "yankees".


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