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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Quem controla o mundo?

Será que um grupo sombrio de elitistas obscenamente ricos controla o mundo? Será que homens e mulheres com enormes quantidades de dinheiro realmente gerem o mundo na obscuridade? A resposta pode ser surpreendente. A maior parte de nós olha para o dinheiro como uma forma conveniente de levar a cabo transacções, mas a verdade é que ele também representa poder e controle. E actualmente nós vivemos num sistema neo-feudal, onde os super-ricos puxam todas as cordas.

Quando eu falo nos ultra-ricos, não estou a falar de pessoas que têm uns poucos milhões de dólares. Tal como se tornará visível mais adiante neste artigo, os ultra-ricos têm dinheiro suficiente localizado en bancos estrangeiros capaz de comprar todos os bens e serviços produzidos pelos Estados Unidos durante um ano inteiro, e ainda pagar toda a dívida externa nacional. Tal quantidade de dinheiro é tão grande que é incompreensível.

Dentro do sistema neo-feudal, todo o resto da população é escrava da dívida, incluindo os nossos governos. Olhem à vossa volta - todas as pessoas estão a afogar em  dívida e essa dívida está a fazer com que os super-ricos fiquem ainda mais ricos. Mas os super-ricos não ficam imobilizados sobre as suas fortunas; eles usam-na como forma de dominar os assuntos das nações. Os super-ricos são donos de virtualmente todos os bancos e todas as empresas de propaganda do planeta.

Eles usam a sua vasta rede de sociedades secretas, grupos de reflexão e organizações de caridade para avançar com a sua agenda e controlar os seus membros. Eles controlam a forma como olhamos para o mundo através da sua posse dos média e do seu domínio dos sistemas de ensino. Eles financiam as campanhas eleitorais da maior parte dos nossos políticos e exercem uma tremenda quantidade de influência sobre as organizações tais como as Nações Unidas, o Banco Mundial e a Organização Mundial do Comércio.

Quando recuamos um passo e olhamos para a imagem global, não restam dúvidas sobre quem manda no mundo. O que se passa é que a maior parte das pessoas não querem admitir a verdade.

Os ultra ricos não se dirigem ao banco local e depositam o seu dinheiro como eu e tu. Em vez disso, eles tendem a empilhar as suas posses em locais onde eles não serão taxados - tais como as Ilhas Caimão. Segundo uma notícia disponibilizada no ano passado, a elite global tem mais de 32 triliões de dólares colocados em bancos offshore por todo o mundo. O PIB dos Estados Unidos em 2011 era de cerca de 15 triliões de dólares, e a dívida nacional era de cerca de 16 triliões de dólares; portanto, pode-se somar as duas e mesmo assim, não chegaríamos aos 32 triliões de dólares.

E claro que isto nem leva em conta o dinheiro que acumulado em localizações que o estudo não levou em conta, como também não leva em consideração a riqueza que a elite global tem em activos tangíveis (tais como na imobiliária, metais valiosos, iates e assim por diante). De facto, a elite global amassou uma quantidade incrivel de dinheiro nestes tempos difíceis. As palavras que se seguem foram retiradas dum artigo do Huffington Post:

Os indivíduos ricos e as suas famílias têm à volta de 32 triliões de activos ocultos em paraísos fiscais offshore, o que, segundo a pesquisa publicada no Domingo, representa mais de $280 biliões de imposto de renda perdido. A pesquisa foi levada a cabo por James Henry (antigo economista-chefe e consultor da McKinsey & Co) que faz parte dum grupo de pressão com o nome de Tax Justice Network e que faz campanha contra os paraísos fiscais. Ele baseou as suas conclusões usando dados do Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional, Nações Unidas e bancos centrais.

Mas como eu já disse, a elite global não se limita só ter muito dinheiro. Basicamente, eles são os donos de quase todos os grandes bancos e empresas de todo o planeta. Segundo um artigo fantástico do NewScientist, um estudo levado a cabo a 40,000 companhias transnacionais por parte do "Swiss Federal Institute of Technology" em Zurique, descobriu que um pequeno grupo de bancos e companhias predadoras gigantescas domina por completo o sistema económico mundial:
Uma análise da relação entre as 43,000 companhias transnacionais identificou um grupo relativamente pequeno de companhias, maioritariamente bancos, com um poder desproporcional na economia mundial.
Os pesquisadores descobriram que este grupo centralizado é composto por apenas 147 companhias coesas.
Quando a equipa desembaraçou ainda mais a teia dos proprietários, ela descobriu que a maior parte dela era rastreada de volta a uma "super-entidade" de 147, ou até mais, companhias coesas - e toda sua posse era mantida por outros membros da super-entidade - que controlava 40% do total da riqueza mundial. "De facto, menos de 1% de todas as companhias era capaz de controlar 40% de toda a rede," diz Glattfelder. A maior parte eram instituições financeiras e entre o top encontravam-se companhias tais como Barclays Bank, JPMorgan Chase & Co, e o The Goldman Sachs Group.
O que se segue é a lista dos primeiros 25 bancos e companhias que se encontram no centro desta "super-entidade". Vocês irão reconhecer muitos nomes da lista:
1.Barclays plc
2. Capital Group Companies Inc
3. FMR Corporation
4. AXA
5. State Street Corporation
6. JP Morgan Chase & Co
7. Legal & General Group plc
8. Vanguard Group Inc
9. UBS AG
10. Merrill Lynch & Co Inc
11. Wellington Management Co LLP
12. Deutsche Bank AG
13. Franklin Resources Inc
14. Credit Suisse Group
15. Walton Enterprises LLC
16. Bank of New York Mellon Corp
17. Natixis
18. Goldman Sachs Group Inc
19. T Rowe Price Group Inc
20. Legg Mason Inc
21. Morgan Stanley
22. Mitsubishi UFJ Financial Group Inc
23. Northern Trust Corporation
24. Société Générale
25. Bank of America Corporation
A elite ultra-rica normalmente esconde-se por baixo de camadas e mais camadas de posse, mas a verdade é que, graças aos relacionamentos empresariais entrelaçados, a elite basicamente controla todas as companhias presentes na lista Fortune 500. A quantidade de poder e controle que isto lhes dá é difícil de descrever. Infelizmente, este mesmo grupo de pessoas já controla as coisas há já muito tempo. Por exemplo, em 1922 o então Mayor de Nova York, John F. Hylan disse o seguinte num discurso
A verdadeira ameaça à nossa República é o governo invisível, que como um polvo gigante espalha as suas pernas viscosas sobre todas as cidades, estados e nações. Para fugir um bocado às generalizações, deixem-me dizer que a cabeça deste polvo é composta pela Rockefeller-Standard Oil e por um pequeno grupo de banqueiros poderosos referidos como os banqueiros internacionais. Este pequeno circulo social de poderosos banqueiros internacionais virtualmente gere o governo dos Estados Unidos em prol dos seus interesses egoístas.

Eles practicamente controlam ambos os partidos, escrevem as plataformas políticas, manipulam os líderes políticos, usam os homens mais importantes das organizações privadas, e usam todos os engenhos possíveis para colocar na lista de nomeados para os mais elevados cargos públicos apenas os candidatos que serão submissos às exigências da corrupção do grande negócio.

Estes banqueiros internacionais e a Rockefeller-Standard Oil controlam a maior parte dos jornais e revistas neste país. Eles usam as colunas [editoriais] para submeter à força ou expulsar dos cargos públicos pessoas que se recusam a fazer o que este corrupto, exclusivo e poderoso grupo, que é o governo invisível, quer que eles façam. Ele opera sob a tela auto-criada, e tomam posse dos nossos directores, órgãos legislativos, tribunais, jornais e todas as agências criadas para a protecção do público.
Estes banqueiros internacionais criaram os bancos centrais do mundo (incluindo a Reserva Federal), e usam estes bancos centrais para fazer com que os governos mundiais fiquem presos a um ciclo infindável de dívida do qual não há escapatória. A dívida governamental é uma forma "legítima" de nos retirar o dinheiro, transferi-lo para o governo e posteriormente transferi-lo para os bolsos dos super-ricos.

Actualmente, Barack Obama e virtualmente todos os membros do congresso recusam-se a criticar o Fed [Reserva Federal], mas no passado existiram alguns corajosos membros do Congresso que se disponibilizaram a tomar uma posição. Por exemplo, a citação que se segue é dum discurso feito pelo Congressista Louis T. McFadden dado à Casa dos Representantes no dia 10 de Junho de 1932:

Senhor Presidente, nós temos neste país uma das mais corruptas instituições que o mundo alguma vez conheceu. Refiro-me ao Conselho da Reserva Federal e aos Bancos da Reserva Federal.

O Conselho da Reserva Federal, um conselho Governamental, já enganou o governo dos Estados Unidos e o povo dos Estados Unidos para além da quantidade de  dinheiro com o qual se poderia pagar a dívida nacional. As depredações e as iniquidades do Conselho da Reserva Federal já custaram a este país dinheiro suficiente para pagar várias vezes a dívida nacional.


Esta instituição maligna empobreceu e arruinou as pessoas dos Estados Unidos, entrou ela mesma na bancarrota, e virtualmente faliu o nosso Governo. E esta instituição fez isto através dos defeitos da lei sob a qual opera, através da má-administração da lei por parte do Conselho da Reserva Federal, e através das prácticas corruptas dos abutres endinheirados que a controlam.

Infelizmente, a maior parte dos americanos ainda acredita que a Reserva Federal é uma "agência federal", mas isso é simplesmente falso. O seguinte chega-nos da Factcheck.org:

Os accionistas dos 12 Bancos da Reserva Federal são bancos privados que se encontram sob o sistema da Reserva Federal. Entre estes incluem-se os bancos nacionais (fretados pelos Governo) e aqueles bancos fretados pelo governo que desejam associar-se e atingir certos requerimentos. Cerca de 38% dos mais de 8,0000 bancos nacionais são membros do sistema, e desde logo, são donos dos bancos da Reserva Federal.

Segundo os pesquisadores que olharam para a lista de donos dos grandes bancos de Wall Street que dominam a Reserva Federal, os mesmos nomes aparecem vez após vez: os Rockefellers, os Rothschilds, os Warburgs, os Lazards, os Schiffs e as famílias reais da Europa.

Mas os super-ricos não se limitaram a fazer isto só nos Estados Unidos. O seu propósito é criar um sistema financeiro global que eles irão dominar e controlar. Note-se no que Carroll Quigley, professor de História da Universidade de Georgetown, reportou:
[O]s poderosos do capitalismo financeiro tinham outro propósito de longo alcance: nada menos que a criação dum sistema mundial de controle financeiro possuído por entidades privadas, capazes de dominar o sistema político de cada país e a economia do mundo como um todo. Este sistema seria controlado duma forma feudalista pelos bancos centrais do mundo agindo em sintonia, por acordos secretos conseguidos em frequentes encontros e reuniões privadas. O ápice deste sistema seria controlado pelo "Bank for International Settlements" na Basileia, Suíça, sendo ele um banco privado possuído e controlado pelos bancos centrais do mundo que seriam também eles companhias privadas.
Infelizmente, a maior parte dos americanos nunca ouviu falar do "Bank for International Settlements" (BIS), mas ele encontra-se no coração do sistema financeiro mundial. O que se segue encontra-se na Wikipedia:
Como organização de bancos centrais, o BIS busca formas de fazer da política monetária algo mais previsível e mais transparente nos 58 bancos centrais que fazem parte dele. Embora a política monetária seja determinada por cada uma das nações soberanas, ela é sujeita ao escrutínio da banca central e privada, e  potencialmente à especulação que afecta as taxas de câmbio e, especialmente, ao destino das economias de exportação.

Falhas nos esforços de se manter a política monetária em linha com a realidade e a capacidade de fazer reformas monetárias a tempo, preferencialmente como política simultânea entre os 58 bancos membros, e envolvendo o Fundo Monetário Internacional, levaram historicamente à perda de milhares de milhões à medida que os bancos tentam manter a política usando os métodos do mercado livre que se provaram basearem-se em suposições irrealistas.
Os super-ricos desempenharam também um papel fundamental na criação de outras importantes instituições internacionais tais como as Nações Unidas, o FMI, o Banco Mundial, e a Organização Mundial do Comércio. De facto, ao local onde as Nações Unidas se encontram sediadas foi comprado e doado por John D. Rockefeller.

Os banqueiros internacionais são "internacionalistas" e eles usam isso como uma medalha de honra. A elite não só controla o sistema de educação dos EUA, como têm ao longo dos anos doado enormes quantidades de dinheiro para escolas Ivy League. Actualmente, as escolas Ivy League são consideradas as escolas-padrão dos EUA, e é em relação a elas que as outras universidades e escolas se comparam. Para além disso, os últimos 4 presidentes americanos foram educados numa escola Ivy League.

A elite exerce também uma tremenda quantidade influência sobre várias sociedades secretas ("Skull and Bones", a Maçonaria, etc.), sobre poderosos grupos de reflexão e clubes sociais ("Council on Foreign Relations", a Comissão Trilateral, o Grupo Bilderberg,o "Bohemian Grove", o "Chatham House", etc.), e também sobre uma vasta rede de instituições de caridade e organizações não-governamentais (a Fundação Rockefeller, Fundação Ford, a "World Wildlife Fund", etc.).

Mas por alguns momentos, quero-me focar no poder que a elite tem sobre os média. Num artigo prévio detalhei como apenas seis companhias monolíticas gigantescas controlam a maior parte do que vemos, ouvimos e lemos diariamente. Estas empresas gigantescas são donas de canais de televisão, canais por cabo, estúdios de cinema, jornais, revistas, casas de publicação, editoras musicais e muitos dos nossos sites favoritos. Levando em conta que o americano comum vê em média 153 horas de televisão mensalmente, a influência que estas seis companhias gigantescas têm não pode ser subestimado. O que se segue são algumas companhias mediáticas que estes seis gigantes possuem:

Time Warner

Home Box Office (HBO)
Time Inc.
Turner Broadcasting System, Inc.
Warner Bros. Entertainment Inc.
CW Network (partial ownership)
TMZ
New Line Cinema
Time Warner Cable
Cinemax
Cartoon Network
TBS
TNT
America Online
MapQuest
Moviefone
Castle Rock
Sports Illustrated
Fortune
Marie Claire
People Magazine

Walt Disney

ABC Television Network
Disney Publishing
ESPN Inc.
Disney Channel
SOAPnet
A&E
Lifetime
Buena Vista Home Entertainment
Buena Vista Theatrical Productions
Buena Vista Records
Disney Records
Hollywood Records
Miramax Films
Touchstone Pictures
Walt Disney Pictures
Pixar Animation Studios
Buena Vista Games
Hyperion Books

Viacom

Paramount Pictures
Paramount Home Entertainment
Black Entertainment Television (BET)
Comedy Central
Country Music Television (CMT)
Logo
MTV
MTV Canada
MTV2
Nick Magazine
Nick at Nite
Nick Jr.
Nickelodeon
Noggin
Spike TV
The Movie Channel
TV Land
VH1

News Corporation

Dow Jones & Company, Inc.
Fox Television Stations
The New York Post
Fox Searchlight Pictures
Beliefnet
Fox Business Network
Fox Kids Europe
Fox News Channel
Fox Sports Net
Fox Television Network
FX
My Network TV
MySpace
News Limited News
Phoenix InfoNews Channel
Phoenix Movies Channel
Sky PerfecTV
Speed Channel
STAR TV India
STAR TV Taiwan
STAR World
Times Higher Education Supplement Magazine
Times Literary Supplement Magazine
Times of London
20th Century Fox Home Entertainment
20th Century Fox International
20th Century Fox Studios
20th Century Fox Television
BSkyB
DIRECTV
The Wall Street Journal
Fox Broadcasting Company
Fox Interactive Media
FOXTEL
HarperCollins Publishers
The National Geographic Channel
National Rugby League
News Interactive
News Outdoor
Radio Veronica
ReganBooks
Sky Italia
Sky Radio Denmark
Sky Radio Germany
Sky Radio Netherlands
STAR
Zondervan

CBS Corporation

CBS News
CBS Sports
CBS Television Network
CNET
Showtime
TV.com
CBS Radio Inc. (130 stations)
CBS Consumer Products
CBS Outdoor
CW Network (50% ownership)
Infinity Broadcasting
Simon & Schuster (Pocket Books, Scribner)
Westwood One Radio Network

NBC Universal

Bravo
CNBC
NBC News
MSNBC
NBC Sports
NBC Television Network
Oxygen
SciFi Magazine
Syfy (Sci Fi Channel)
Telemundo
USA Network
Weather Channel
Focus Features
NBC Universal Television Distribution
NBC Universal Television Studio
Paxson Communications (partial ownership)
Trio
Universal Parks & Resorts
Universal Pictures
Universal Studio Home Video

E é claro que a elite é também dona da maior parte dos nossos políticos. O que se segue é uma citação do jornalista Lewis Lapham:

A modelagem da vontade do Congresso e a escolha do presidente Americano tornou-se um privilégio reservado âs classes equestres do país, isto é, 20% da população que é dona de 93% da riqueza, os poucos felizes que dirigem as companhias e os bancos, os que são donos e operam os média noticiosos e de entretenimento, os que  compõem as leis e governam as universidades, os que controlam as fundações filantrópicas, os institutos que criam as politicas, os casinos e as arenas desportivas.

Já te questionaste do porquê as coisas permanecerem na mesma em Washington DC, independentemente de quem tu votas? Isso é porque ambos os partidos são propriedades do mesmo establishment. Seria bom pensar que o povo americano estão no controle do que se passa nos EUA, mas não é assim que as coisas funcionam no mundo real. No mundo real, o político que mais donativos consegue angariar vence mais de 80% das vezes em eleições nacionais. Os nossos políticos não são estúpidos: eles irão agir de forma muito positiva para as pessoas que lhes podem conferir as pilhas de dinheiro que eles precisam para as suas campanhas eleitorais. E as pessoas que podem fazer isso são os ultra-ricos e as companhias gigantescas que os super-ricos controlam.

Começas a entender as coisas agora? Existe um motivo para os super-ricos serem chamados de "o establishment": eles geraram um sistema que muito os favorece, e que lhes permite controlar tudo.

Então, quem é que manda no mundo? Eles mesmos é que mandam no mundo. De facto, eles chegam mesmo a admitir este facto. No seu livro de 2003 com o nome de "Memórias", David Rockefeller escreveu o seguinte:

Por mais de um século, os extremistas ideológicos de ambos os lados do espectro político apoderaram-se de incidentes amplamente publicitados, tais como o meu encontro com [o ditador genocida Fidel] Castro, para atacar a família Rockefeller devido à excessiva influência que eles alegam que nós temos sobre as instituições políticas e económicas Americanas. Alguns chegam até a acreditar que fazemos parte duma cabala secreta operando contra os melhores interesses os Estados Unidos, caracterizando a minha família e eu de "internacionalistas", e que conspiramos com outros por todo o mundo para construir uma estrutura económica e política global mais integrada - um mundo unificado, se assim podemos dizer. Se essa é a acusação, então sou orgulhosamente culpado.

Muito mais poderia ser dito em torno deste assunto. De facto, livrarias cheias de livros poderiam sr escritas em relação ao poder e à influência sobre os super-ricos banqueiros internacionais que controlam o mundo, mas, espero eu, isto é o suficiente para dar início a uma conversa.

Fonte:"Who Runs The World? Solid Proof That A Core Group Of Wealthy Elitists Is Pulling The Strings" http://bit.ly/TkOj7D

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Convém ressalvar que é esta mesma elite de super-ricos que financia os "movimentos sociais" de todo o mundo ocidental - Gayzismo, Feminismo, Aborcionismo, Movimento Negro, Indigenismo, Movimentos anti-Brancos, Multiculturalismo, Controle Populacional, Ambientalismo, Neo-Ateísmo, etc.



terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Christiana Figueres: O regime político que melhor combate o [não-existente] aquecimento global é o Comunismo

As alterações climáticas têm sido um tópico de conversa popular ultimamente, e parece que as Nações Unidas estão a cimentar a sua posição no que toca as alterações ambientais. A chefe-climática das Nações Unidas, Christiana Figueres, também parece saber a forma como os sistemas de governo afectam o clima.

Ah, não, espera. Parece que ela não sabe.

Ela declarou recentemente que a democracia é um sistema político fraco na luta contra o aquecimento global. Ela disse também que a China comunista é, por sua vez, um modelo melhor.

Embora a China seja o maior emissor de dióxido de carbono do mundo, e enfrente questões ambientais sérias, aparentemente a senhora Figueres pensa que eles estão a fazer "as coisas certas" no que toca o combate o aquecimento global.
Figueres acrescentou que a profunda divisão partidária do Congresso dos EUA é "muito detrimental" para a aprovação de qualquer tipo de legislação na luta contra o aquecimento global. O Partido Comunista Chinês, por sua vez, pode avançar com políticas e reformas por sua própria conta. De forma bem vincada, a legislatura nacional do país apenas coloca em acção as decisões tomadas pelo Comité Central do partido e por outros departamentos executivos.
Parece que esta (ir)responsável da ONU se esqueceu que o Comunismo é responsável pela morte de 94 milhões de seres humanos na China, na União Soviética, na Coreia do Norte, no Afeganistão, no Cambodja e na Europa Oriental durante o século 20. Só na China mais de 60 milhões de pessoas foram mortas pelo Comunismo. Mas claramente isso significa que o Comunismo é um sistema politico grandioso que deve ser emulado em todo o lado.

Mas se calhar pode-se dizer que isso em nada está relacionado com as suas fontes de energia.

Bem, em 2012 a China obteve 9% da sua energia a partir de fontes renováveis, ao mesmo tempo que os EUA obtiveram 11%. Ah, e é importante não esquecer que o Wall Street Journal ressalvou que a qualidade do ar na China é tão mau, que no ano de 2010, 1,200,000 pessoas morreram prematuramente como efeito da polução do ar. Para além disso, os dados do governo Chinês dizem que "o cancro do pulmão é agora a causa de morte primária entre os tumores malignos. Muitos daqueles que morrem são não-fumadores."

Portanto, qual é o melhor país quando se trata de proteger o meio ambiente?

Talvez a Sraª Figueres precise de fazer mais pesquisas antes de começar a afirmar que um tipo de governo é melhor que o outro, quando se fala do ambiente ou o que quer que seja.


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Christiana Figueres afirma que a China tem um modelo melhor para combater o aquecimento global, mas o foco das suas palavras não é o combate ao não-existente aquecimento global, mas sim o modelo político existente na China. O Comunismo permite que a classe política concentre nas mãos duma minoria o poder total - tanto militar, como económico, mediático, etc - e é precisamente por isso (ou também por isso) que a elite, difectamente ou indirectamente, o promove. 

Uma pergunta que claramente revela isto mesmo é: se a China tem um regime político "melhor" para o combate ao aquecimento global, porque é que a China é o maior poluidor mundial?



quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Os véus académicos em torno da violência doméstica

Existem milhões de pessoas compassivas e amorosas por toda a América a quem lhes foi dada informação errada em torno da violência doméstica. Através dos anos, os média e os círculos académicos forneceram ao público um fluxo constante de informação que indica que as mulheres são as únicas vítimas de violência doméstica, e os homens os únicos perpetradores. Fomos todos enganados; o que a maior parte de nós não sabe é que a decepção foi intencional e veio da comunidade científica.

Por mais difícil que seja de aceitar, isto é algo indisputável. Mais e mais tem sido revelado sobre a simetria de vitimização na violência doméstica entre homens e mulheres.  Um dos avanços importantes na identificação da decepção foi um artigo escrito por de Murray Straus Ph.D. Há já algum tempo que Straus tem sido um aclamado pesquisador da violência familiar e interpessoal. No seu artigo, ele revela as formas como esta informação errada tem sido intencionalmente propagada através das "pesquisas". Ele revela 7 formas através das quais a verdade tem sido distorcida.

O artigo, fascinante e sóbrio, revela a forma como os pesquisadores, sem mentir, foram capazes de distorcer as coisas e dar a impressão de que o que eles revelam é algo que nós não sabíamos. Todos nós sabemos que mal a pesquisa é publicada, os média agarram-se a ela e imprimem os resultados como se fossem um evangelho. Devido a isto, pode-se dizer que os média foram os megafones usados para propagar a informação falsa mal esta foi apresentada nas publicações científicas.

Recomendo a leitura da reportagem de Straus por inteiro, e ela pode ser encontrada aqui.

Analizemos as 7 formas uma a uma.
  • 1. Supressão das evidências
A primeira forma de decepção que Straus descreve é a supressão de evidências. Os pesquisadores fazem perguntas aos homens e às mulheres, mas só reportam as respostas das mulheres. Esta metade-da-história deixa os leitores com a impressão de que só as mulheres são vitimas de violência doméstica embora os pesquisadores tivessem na sua posse as respostas dos homens (mas tivessem escolhido não as reportar). Os dados em torno das vitimas masculinas foram pura e simplesmente enterradas e os dados das vítimas femininas reportadas. Straus discute o relatório com o nome de "O Estatuto da Mulher" (feito em Kentucky no final dos anos 70), que foi o primeiro a usar esta estratégia. Eles recolheram os dados de homens e mulheres mas só as vítimas femininas foram discutidas nas publicações.

O método científico depende de se gerar um hipótese e testá-la. Se por alguém obtém dados que se encontram em oposição à hipótese, isto é tão importante como obter dados que estão de acordo com a hipótese, sendo até úteis para a rever e a modificar. Ignorar os dados que nós próprios recolhemos só porque eles estão em contradição com a hipótese é o pináculo da rejeição dos fundamentos da investigação cientifica.
  • 2. Evitar Obter Dados Inconsistentes Com a Teoria da Dominação Patriarcal
O segundo método descrito por Straus foi o de simplesmente não fazer perguntas que pudessem gerar respostas que não eram as desejadas. As pesquisas perguntavam às mulheres àcerca da sua vitimização, e perguntavam aos homens àcerca do seu papel como perpetradores, mas falhavam ao não perguntarem às mulheres sobre os seus actos violentos, e ao não perguntarem aos homens sobre o seu papel como vítimas. Se por acaso nós fizermos perguntas que só lidam com metade do problema, então de certeza que a nossa conclusão só terá metade das respostas.

Straus ressalva uma palestra que ele deu no Canadá onde ele avaliou 12 estudos em torno da violência doméstica.  Dez dos doze estudos só fizeram perguntas em torno da mulher como vítima e o homem como perpetrador. Se nós não fizermos as perguntas, de certeza que não teremos as respostas. Publicar meias-verdades é enganar de modo deliberado.
  • 3. Citar Apenas Estudos que Demonstram o Homem como Perpetrador
Straus revela um número de situações onde os estudos ou os documentos oficiais só citavam outros estudos que revelavam a mulher como vítima e os homens como perpetradores. Ele usa o Comunicado de Imprensa do Departamento de Justiça como um exemplo dum documento oficial que cita dados da "predominância durante a vida" porque estes revelavam maioritariamente os homens como perpetradores. Eles omitiram a referência aos "dados do ano passado" embora estes fossem muito mais exactos uma vez que revelavam que as mulheres levavam a cabo 40% da violência nas relações.

O artigo de Straus mostra artigos de revistas cientificas e nomeia organizações tais como as Nações Unidas, a "World Health Organization", o "US Department of Justice" e outros que usam esta táctica de modo a passar a imagem de que as mulheres são as vítimas primárias da violência doméstica e os homens os perpetradores primários.

4. Concluir Que os Resultados Estão De Acordo Com As Crenças Feministas Quando Eles Não Estão

Straus mostrou um exemplo dum estudo de Kernsmith (2005) onde o autor alegou que a violência feita pelas mulheres era muito provavelmente em legítima defesa embora os dados que poderiam servir de apoio a esta crença não existissem. Aparentemente ele fez esta alegação sem qualquer tipo de evidência que a pudesse confirmar.

Straus mostrou que a categoria da legítima defesa era primariamente mais sobre a raiva e a coerção e não sobre a legítima defesa, mas isto não impediu o pesquisador de alegar os resultados errôneos que, naturalmente, pudessem ser mais tarde citados como "evidênckia" de que tais dados existiam.
  • 5. Gerar "Evidências" Através da Citação
O efeito “woozle” é descrito por Straus como um que ocorre quando "citações frequentes de publicações prévias ausentes de evidências de apoio levam-nos a pensar que tal evidência existe." Ele lista o estudo de Kernsmaith e o relatório da "World Health Organization" como exemplos. Ambos alegam (sem qualquer tipo de evidência) de que a violência feita pelas mulheres é maioritariamente em legítima defesa. As alegações foram citadas repetidamente e as pessoas eventualmente começaram a acreditar que estas alegações eram verdadeiras.
  • 6. Obstruir a Publicação de Artigos e Obstruir o Financiamento de Pesquisas que Podem Contradizer a Ideia de que a Dominação Masculina é a Causa da Violência Pessoal
Straus menciona dois incidentes que ilustram a sua alegação. Um foi um apelo feito em Dezembro de 2005 pela "National Institute of Justice" para que fossem enviados artigos em torno do tópico da violência entre parceiros onde se dizia que "propostas que se determinem a investigar a vitimização masculina não serão consideradas." Outro foi uma objecção levantada por um crítico das suas [de Straus] propostas devido ao facto dele ter dito que "a violência dentro dos relacionamentos é um problema humano."

Ele declarou também que "o padrão mais frequente é a auto-censura por parte de autores que temem o que a publicação de tais estudos pode fazer à sua reputação, e, no caso de estudantes, o que esse estudo pode fazer à sua habilidade de obter um emprego.
  • 7. Importunar, Ameaçar e Penalizar os Pesquisadores que Produzem Evidências que Contradizem Crenças Feministas.
Straus revela detalhadamente incidentes onde pesquisadores (que descobriram evidências de simetria sexual na violência doméstica) foram importunados ou ameaçados. Ele descreve um certo número de instâncias tais como ameaças de bombas em eventos pessoais, a negação de posição catedrática nas universidades (inglês: "tenure"), negação de promoções e "gritos e bater de pé" durante apresentações orais (como forma de as perturbar). Ele lembra-se de ser chamado de "espancador de mulheres" como forma de o denegrir, e denegrir o resultado do seu trabalho científico.

Straus conclui afirmando que "um clima de medo tem habitado dentro das pesquisas e das publicações dedicadas  ao estudo da simetria sexual na violência pessoal." As suas palavras ajudam-nos a entender os motivos que levam a que o nosso público esteja tão convencido de que as mulheres são as únicas vítimas da violência doméstica e os homens os únicos perpetradores. Isto acontece como o resultado de anos e anos de pesquisas a contar só metade da história, e quando nós só recebemos metade da história e consideramos toda a verdade, é bem provável que nós formemos um muro protector em redor da versão limitada da verdade, e condenemos ao ostracismo aqueles que podem nos disponibilizar explicações diferentes.

O assunto é tornado ainda mais complexo devido ao facto dos média terem agido como megafones de metade da história, que entretanto emergiu como "conhecimento comum", e não nos terem revelado os dois lados da história. Basicamente, isto é má informação. O que isto nos demonstra é que temos que ficar bem alertas em torno das pesquisas sociais. O artigo de Straus ajudou-nos de uma forma imensa aos nos revelar como uma pesquisa pode ser montada de modo a criar a ilusão de estar a dizer a verdade (quando não está).
Embora, tecnicamente, os pesquisadores não estejam a mentir, o resultado final é semelhante uma vez que produz apenas uma imagem parcial da realidade da violência doméstica, deixando as pessoas sem os detalhes com os quais eles podem completar a realidade da situação. É uma boa ideia analisar a forma como cada estudo obtém os dados, a natureza exacta das pessoas usadas como sujeitos, e a conclusão que é feita no final do estudo. Importa também ver se a dita conclusão está de acordo com os dados recolhidos.

Por Tom Golden



terça-feira, 31 de julho de 2012

Nações Unidas ataca identidade cultural europeia


O representante especial para os assuntos em torno da migração afirmou que a União Europeia (UE) deve fazer "os possíveis" para debilitar a "homogeneidade" dos seus estados membros. Peter Sutherland declarou que a prosperidade futura de muitos dos países da UE depende deles se tornarem multiculturais.

Ele sugeriu também que a política governamental do governo do RU (Reino Unido) não tem qualquer tipo de apoio junto do sistema legal internacional.

As suas palavras foram proferidas quando ele estava a ser interrogado por um comité dedicado a investigar a migração global.

Sutherland, que é um presidente não-executivo da Goldman Sachs International e um antigo presidente da BP, encabeça o "Global Forum on Migration and Development", que reúne representantes de 160 nações como forma de partilhar propostas e políticas.

Ele disse ainda ao comité que a migração era "crucial para o crescimento económico" em algumas nações da UE, "por mais difícil que seja explicar isto aos cidadãos desses estados."

Fonte

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Obviamente que Sutherland está errado quando diz que a prosperidade futura de muitos dos países da UE depende deles se tornarem multiculturais. Como é que ele sabe disso? Que estudos é que ele tem que suportem a tese de que a homogeneidade dos países membros europeus é um impedimento ao seu progresso económico?

Imaginem que temos 10 pessoas numa fábrica em apuros financeiros e que como "medida de recuperação" é-lhes proposto que contratem pessoas que não estejam cientes da operacionalidade da mesma como passo para ela sair da crise. As 10 pessoas imediatamente lhe dirão que a sua "proposta" não faz sentido económico algum.

O que tira países da crise é o talento e a forma como o mesmo é posto em práctica - independentemente da etnia das pessoas. O Japão é um exemplo disso.

Ao contrário do que disse Sutherland, quem lucra com a destruição da unidade cultural europeia não são os europeus, mas sim o esquerdismo defendido pelas Nações Unidas e pelos globalistas. Esta "medida" proposta por este representa da ONU é uma manobra cultural tendo em vista um propósito político.

Claro que este mesmo homem, perante representantes muçulmanos, africanos, chineses ou indianos, nunca se atreveria a dizer que a medida que eles precisam para sair da crise é a destruição da "homogeneidade" da sua sociedade.

O marxismo cultural fica claramente patente com esta gritante dualidade de critérios.


sexta-feira, 13 de julho de 2012

O imposto climático

ONU quer criar uma "reserva" com dinheiro alheio:

Outra proposta iria distribuir o custo dos investimentos em outros países através da sociedade.

"Apelamos ao cumprimento dos compromissos de assistência de desenvolvimento, incluindo os compromissos feitos pelo países desenvolvidos de atingir os 0,7% do produto nacional bruto para a assistência de desenvolvimento aos países em desenvolvimento até ao ano de 2015."

A proposta iria fornecer entre .015 a .020% do produto nacional bruto em forma de assistência para os países em desenvolvimento. Segundo a CFACT, isto iria custar cerca de $1,325 a cada família americana composta por 4 pessoas.

Ou seja, um grupo de burocratas não-eleitos, não-representativos e sem ninguém a quem prestar contas quer usar o dinheiro das famílias americanas para "parar com o aquecimento global", ao mesmo tempo que viajam de avião - aumentando o aquecimento global - para locais como o Rio de Janeiro para as suas férias exóticas. E quando chegarem a esses locais, vão comer carne, o que, como sabemos, é mau. Sem dúvida que eles vão-se empanturrar de comida "maligna" ao mesmo tempo que a apenas alguns quilómetros de si centenas de milhares de necessitados passam fome.

Enquanto isso, os países empobrecidos por ditaduras esquerdistas em desenvolvimento ficam a saber que são obrigados a seguir o que a ONU manda, em vez deles tentarem enriquecer através dos seus próprios meios e talento. Os países pobres têm que se manter pobres, e os ricos têm que dar dinheiro à ONU para que eles mantenham os países pobres dependentes da ONU. Perfeito.

Mais uma vez, não deixa de ser surpreendente que as "soluções" dos esquerdistas da ONU - e dos esquerdistas no geral - se centrem na redistribuição de dinheiro alheio. A ONU, tal como todo o esquerdista militante, olha para o sector privado como galinha dos ovos de ouro e agentes financiadores da sua agenda política. Eles demonizam os empreendedores mas tentam sempre ficar com o fruto do trabalho desses mesmos empreendedores através de impostos cada vez mais insuportáveis.

Burocratas em busca do dinheiro alheio.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

ONU quer controlar a internet

Uma das formas mais eficazes de estragar a internet é colocá-la a cargo da Nações Unidas (ONU). Infelizmente, é precisamente isso que essa organização totalitária quer.

A ONU está a mover-se de forma decidida de modo a obter o controle total sobre a internet. A proposta, que tem o apoio de países mundialmente conhecidos pela liberdade de expressão tais como a China, a Rússia, a Arábia Saudita, o Irão (juntamente com a Índia e o Brasil), daria o controle da internet a uma organização da ONU com o nome de "International Telecommunication Union." Esta talvez seja a maior ameaça que a internet, livre e aberta, sofre em anos.

Na conferência da ONU que se vai realizar em Dubai, em Dezembro próximo, representantes de 193 nações irão debater esta proposta. Os Estados Unidos e muitos países europeus estão de modo firme contra esta proposta mas não se sabe se, por esta altura, eles possuem os votos necessários para travar os projectos da ONU.

Ao contrário do Conselho de Segurança, não há vetos quando se fala do que procede da ITU. Disto se conclui que os EUA podem não conseguir impedir que a controle mundial da internet seja oferecido à ONU. Os EUA podem-se retirar de qualquer novo tratado, mas isto poderia resultar numa balcanização da internet.

Se a ONU consegue tomar controle da internet, podemos esperar uma nova era de censura, impostos e vigilância. Isto seria absolutamente catastrófico para a livre circulação do comércio e de informação por todo o globo.

Infelizmente, muitos regimes repressivos estão insatisfeitos com a forma como a internet opera actualmente. Como tal, estes países estão a trabalhar de modo a que possam usar o poder da ONU para taxar, regular e censurar a internet. Não é preciso dizer isto, mas tal situação seria um desastre para a liberdade.

O controle total da internet por parte da ONU seria um pesadelo, e como tal, isso tem que ser resistido a todos os níveis.

Prontos para decidir o que podes ou não publicar na internet.

Fonte


sábado, 23 de junho de 2012

Estátua de Cristo Rei convertida a ícone do ambientalismo

O guru ambientalista James Lovelock estava certo quando afirmou que a "religião verde [ambientalismo] está a tomar o lugar da religião Cristã." Agora, na "Earth Summit" das Nações Unidas (ONU), a imagem de Cristo foi forçosamente convertida à eco-fé à medida que a cidade banha a estátua icónica com luz verde.

O famoso anti-aquecismista Lord Monckton disse o seguinte:

O desejado triunfo da nova religião sobre a antiga foi simbolizado pelo oneroso sistema de diodo emissor de luz verde que transformou a normal luz dos holofotes em torno da estátua de Cristo Redentor numa desagradável e lúgrebe luz verde.

Felizmente, a intervenção Divina (ou o efeito Gore) gerou uma incaracterística nuvem densa - e chuva - o que tornou este rude mas custoso sacrilégio virtualmente invisível. Lord Monckton acrescenta:
Dez pontos para a antiga religião. Com Deus não se brinca.
Soldados com metralhadoras e outras armas "guardam este extravagante e custoso gesto de propaganda para se assegurarem que ninguém simbolicamente reafirma o triunfo da Ressurreição, cortando o desnatural brilho verde e substituindo-o pela tradicional e gloriosa luz branca."

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Se mais evidências fossem necessárias para se ver a natureza religiosa do ambientalismo, este gesto deve ser suficiente.

Ambientalistas e adoradores da Terra em "oração".
A mulher com o símbolo do Diabo (pentagrama) na camisola tem estrategicamente a mão sobre o seu útero.
Porque será?



domingo, 25 de março de 2012

Scientific American: "Precisamos dum governo mundial para controlar o ambiente"

Pessoalmente falando, talvez a forma mais eficiente dos aquecimistas convencerem o resto da população mundial da urgência desta questão seja a deles mesmos abdicarem do conforto trazido pela tecnologia do século 21, e começarem a viver de acordo com o que propagam.

Mas enquanto isso não acontece, eis aqui a "solução" da elite científica mundial:

Um Governo Mundial Eficiente Será Necessário Para Evitar Catástrofe Climática
(Scientific American)

Impressionante como uma extraordinária quantidade de "soluções" propostas pela esquerda militante envolve dar mais poder e autoridade ao governo. Por isso é que os governos adoram fomentar projectos como "Occupy Wall Street" e relacionados; as pessoas envolvidas neste tipo de actividades são mais facilmente controláveis pelo governo.

De qualquer forma, depois de mencionar um relatório que declara que grandes alterações terão que ser feitas na "UN Conference On Sustainable Development 2012" eis o que nos é dito:

Infelizmente, é necessário muito mais. De modo a poderem ser eficientes, um novo conjunto de instituições teriam que ser imbuídas com poderes autoritários e executivos com alcance supranacional.

Portanto, como forma de se resolver o não existente "problema" do aquecimento global, a elite científica propõe um "governo mundial" com poder para fazer o que bem entender. Para o bem de todos, obviamente. Afinal de contas, todos nós sabemos que demasiado poder nas mãos duma minoria resulta sempre.

Líderes supranacionais com poderes executivos e autoritários.


sexta-feira, 9 de março de 2012

Acabou o sofrimento da mulher muçulmana


Pelo menos a julgar pelas conclusões dum grupo focado na condição da mulher.

A Comissão pelo Estatuto da Mulher das Nações Unidas (CEM) termina hoje a sua sessão anual e espera-se que ela aprove uma resolução condenando Israel pela deterioração das condições de vida das mulheres palestinas, ao mesmo tempo que nada diz do tratamento que as mulheres recebem um pouco por todo o mundo islâmico - especialmente na guerra civil que decorre na Síria.

A sessão de hoje vai incluir resoluções em torno de assuntos como "a mulher e os desastres naturais", "mulheres reféns", "mulheres, raparigas e a SIDA", e "a mortalidade entre as mulheres". Não há notícia de que assuntos semelhantes mas em torno dos homens sejam discutidos num futuro próximo.

No entanto. espera-se que o painel emita uma resolução determinando que "a ocupação israelita" - incluindo os territórios de Jerusalém Este - é o principal obstáculo para a melhoria da condição da mulher palestina.

O painel, que inclui representantes de 45 países incluindo Israel, é considerado como um dos mais activos e respeitados da ONU.

Respondendo à decisão de condenar Israel, o enviado de Israel para as Nações Unidas Ron Prosor afirmou à Haaretz que "o concílio eleva ainda mais os níveis do absurdo e do cinismo."

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Portanto, o Estado Judaico de Israel é responsável pela condição da mulher palestina. Eis aqui uma lista de incidentes que sem dúvida são da responsabilidade de Israel:

Segundo a ONU, este tipo de incidentes recorrentes em todo o mundo islâmico, são da responsabilidade de Israel quando ocorrem na "palestina". Em alguns países muçulmanos as mulheres nem podem sair de casa sem estarem acompanhadas, no entanto a ONU condena o único país do Médio Oriente que trata as mulheres muçulmanas como seres humanos.

Alguém tem dúvidas que a ONU trabalha para o esquerdismo e para o bloco islâmico?


sexta-feira, 2 de março de 2012

Nações Unidas: "Dêem-nos o controle da vossa água e da vossa comida. É só isso que pedimos"


Relatório ambientalista emitido por uma agência das Nações Unidas levou a que alguns críticos soassem o alarme, afirmando que o mesmo é um apelo a um "governo global" em torno da forma como a Terra é gerida.

O relatório, com o nome de “21 Issues for the 21st Century,” e proveniente da United Nations Environment Program (UNEP) Foresight Process, é o culminar dum processo deliberativo com a duração de 2 anos e com a participação de 22 cientistas.

Os cientistas que escreveram o relatório afirmam que o mesmo foca-se na identificação de "assuntos emergentes" no ambiente global, e que o mesmo não estabelece qualquer tipo de obrigatoriedade em termos de soluções.

Mas os críticos afirmam terem reparado num plano e numa agenda presente no relatório de 60 páginas, que apela a uma vistoria total à forma como a comida e a água são geradas e distribuídas - algo que o relatório afirma ser "urgentemente necessário" para que a espécie humana se continue a alimentar e hidratar de modo seguro.

Chris Horner, autor do livro "Red Hot Lies: How Global Warming Alarmists Use Threats, Fraud and Deception to Keep You Misinformed" ["Mentiras Vermelhas e Quentes. Como os Alarmistas em Torno do Aquecimento Global Usam da Decepção Para Te Manter Mal Informado"], afirma:

Isto nada mais é que utopianismo e promessas suplicantes como forma de obter "governo global", incluindo o que eles chamam de "novos arranjos governamentais" contendo "alianças entre grupos ambientalistas e outros grupos sociais".
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Onde estão os "negacionistas" que qualificaram de "fanáticos" e "conspiracionistas" todos aqueles que correctamente afirmaram que as Nações Unidas é uma organização construída com o propósito de governar os destinos políticos do mundo?

A teoria do aquecimento global, como demonstrado por este e este aquecimista, nada mais é que uma construção pseudo-científica que visa gerar um "calamidade" global que, obviamente, necessite duma "resolução" ao nível global.

Por isso é que as Nações Unidas absolutamente precisam de promover a teoria do aquecimento global; o aumento do seu poder depende disso.


Nações Unidas: Porque o poder centralizado nas mãos de esquerdistas
é a resposta para os nossos problemas.


terça-feira, 16 de agosto de 2011

ONU considera usar os soldados da paz para avançar com medidas climáticas

Escondam as vossas mulheres e os vossos filhos. A ONU está a considerar usar as forças de manutenção de paz como forma de aplicar as políticas que visam reduzir os conflitos causados pelo não-existente AGA (aquecimento global antropogénico).

O The Guardian reportou que um encontro especial do conselho de segurança das Nações Unidas (NU) pondera expandir a sua missão de manter a paz numa era de mudanças climáticas (como se "mudanças climáticas" fossem uma coisa recente e não uma constante).

Países que são (ou contém) pequenas ilhas , que, segundo a mitologia do aquecimento global, podem "desaparecer" devido à elevação dos mares, estão a forçar o conselho de segurança para que este intervenha para combater a ameaça que o aquecimento global (ou "mudanças climáticas) constituem à sua existência.

Entretanto, tem-se falado numa nova força de manutenção de paz focada no meio ambiente - capacetes verdes - que poderiam intervir em conflitos causados pela escassez de recursos.

Mas a Alemanha, que convocou o encontro, avisou que é prematuro esperar que concílio mergulhe no projecto que tem em vista a criação dos "capacetes verdes", ou adopte a área das "alterações climáticas" como uma prioridade.

Peter Wittig, o embaixador alemão para a ONU, disse o seguinte:

É demasiado cedo para se pensar seriamente numa acção do concílio no assunto das alterações climáticas. Isto claramente não está na agenda.

Um bom primeiro passo seria reconhecer a realidade das alterações climáticas e as suas inerentes implicações à paz e unidade internacional.

-Fonte-


Impressionante como as pessoas ainda acreditam no que esse grupo de charlatães e ditadores da ONU afirma. Com então os países pobres esperam que a ONU use seus violadores soldados como forma de resolver conflitos causados pela escassez de recursos? E isto porque supostamente os oceanos vão aumentar?

Muito bem. Quem é que vai pagar por isso? Os países "ricos"? Ou seja, os países pobres querem usar a ONU para levar a cabo a sua versão de "justiça social".

Quanto à questão do nível dos mares aumentar, ficam as perguntas: se isso é verdade, como é que se explica que o "profeta" do aquecimento global/mudanças climáticas, Al Gore, tenha comprado uma casa bem perto dos oceanos? Será que ele sabe algo que nós não sabemos?

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Aquecimento Galáctico: o próximo eco-pânico.

Será que há leitura alternativa às notícias aterrorizadoras provenientes da NASA?

Dados recolhidos pelos satélites da NASA durante o período 2000-2011 mostram que a atmosfera terrestre está a permitir que demasiado calor seja libertado para o espaço - superando o que os modelos alarmistas haviam previsto.

O estudo indica que o aquecimento global futuro é muito menor do que os modelos informáticos das Nações Unidas haviam previsto, e suporta estudos anteriores que indicam que o aumento do dióxido de carbono atmosférico retém muito menos calor do que os alarmistas haviam alegado.

O co-autor do estudo revisto por pares (e publicado no jornal Remote Sensing) Dr. Roy Spencer declara que os dados reais do satélite "Terra" (da NASA) contradizem múltiplas pressuposições inseridas nos modelos computacionais.

As observações do satélite sugerem que há muito mais energia perdida para o espaço durante e após o aquecimento do que o que os modelos mostram. . . . Há uma enorme discrepância entre os dados e previsões, e esta é maior sobre os oceanos.
Fonte

Os governos mundiais têm que agir prontamente para acabar com a ameaça do aquecimento galáctico. Não é só o nosso futuro (e o das nossas crianças) que está em jogo, mas sim o futuro de crianças peludas com seis olhos a viver Xaraxifap VI cuja subsistência depende do término do nosso modo de vida industrial.

Claramente, as únicas formas de combater a ameaça do aquecimento galáctico são 1) disponibilizar poder ilimitado a um grupo de "homens sábios" - membros duma instituição centralizada e determinada a ter o governo mundial - e 2) financiar o seu "trabalho" com mais um conjunto de novos impostos.

Se não começarmos o combate hoje, a Via Láctea pode-se tornar na Via Gasosa.

Fim ao aquecimento galáctico, já!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Nações Unidas Exige Corromper Crianças

A organização que se dá pelo nome de "Nações Unidas" recomenda que crianças a partir dos 5 anos de idade recebam educação sexual mandatórias que inclua a masturbação e tópicos como a violência genérica (eng: gender violence")

A UNESCO lançou um relatório com 98 páginas oferecendo um plano universal de ensino direccionado a crianças com idades compreendidas entre os 5 e os 18 anos: o mesmo visa ser uma "visão informada acerca da sexualidade, relacionamentos" e educativo em torno do HIV que eles afirmam ser essencial para "todos os jovens".

O programa vai também indoutrinar as crianças acerca do horror da "transfobia". Aqueles que atingirem a idade adulta de 9 anos vão ser ensinados acerca das benesses do aborto. Um dos objectivos é "promover o direito e o acesso aos abortos seguros".

Os adultos de 9 anos vão também aprender acerca de afrodisíacos, "as funções dos géneros sexuais, estereótipos, e violência baseada no género sexual".

Se sobrar algum tempo, e se as elas não estiverem demasiado ocupadas a "brincarem com elas mesmas", as crianças vão receber aulas de escrita e leitura.

Bem vindos ao novo mundo secular, onde as crianças vão ser mais um campo de batalha entre o bem e o mal. Remove-se Deus da vida social e ficamos com instituições como as Nações Unidas onde ensinar a masturbação a crianças de 5 anos é perfeitamente normal. Aliás, exige-se!

Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem da escuridade luz, e da luz escuridade; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!
Isaías 5:20

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Governo Mundial: Ficção ou Intenção?

O Luciano tem um post onde ele expõe as verdadeiras intenções dos secularistas. É bastante elucidativo. Ênfase meu.
Mas que tal observarmos as palavras de Bertrand Russell, ídolo de todos os autores neo ateus, em “A Última Oportunidade do Homem”?

Vejamos:

Pode evitar-se a guerra por algum tempo por meio de paliativos, expedientes ou uma diplomacia sutil, mas tudo isso é precário, e enquanto durar o nosso sistema político atual, pode ser considerado como quase certo que grandes conflitos irão surgir de vez em quando. Isso acontecerá inevitavelmente enquanto houver diferentes Estados soberanos, cada um com as suas forças armadas e juiz supremo dos seus próprios direitos em qualquer disputa. Há somente um meio de o mundo poder libertar-se da guerra, é a criação de uma autoridade mundial única, que possua o monopólio de todas as armas mais perigosas.

Para que um governo mundial pudesse evitar graves conflitos, seria indispensável possuir um mínimo de poderes. Em primeiro lugar precisava de ter o monopólio de todas as principais armas de guerra e as forças armadas necessárias para o seu emprego. Devia também tomar as precauções indispensáveis, quaisquer que fossem, para assegurar, em todas as circunstâncias, a lealdade dessas forças ao governo central.

O governo mundial tinha de formular, portanto, certas regras relativas ao emprego das suas forças armadas. A mais importante determinaria que, em qualquer conflito entre dois Estados. cada um tinha de se submeter às decisões da autoridade mundial. Todo o emprego da força, de um Estado contra o outro, tornaria o agressor um inimigo público e implicaria o emprego, contra ele, das forças armadas do governo mundial.

Estes seriam os poderes essenciais para salvaguardar a paz. Uma vez conseguidos, outros se lhes seguiriam. Haveria necessidade de corpos constituídos para desempenhar as funções legislativas e judiciais; mas tais corpos desenvolver-se-iam naturalmente se as condições militares fossem realizadas; o que é difícil e vital é dotar de uma força irresistível a autoridade central.

O governo mundial pode ser democrático ou totalitário; pode ter a sua origem no consentimento ou na conquista; pode ser o governo nacional de um Estado que conseguiu conquistar o mundo ou, pelo contrário, uma autoridade em que cada Estado, ou cada ser humano, tenha iguais direitos. Por minha parte creio que se tal governo se constituir um dia será à base do consentimento nalgumas regiões e à base da conquista noutras. Numa guerra mundial entre dois grupos de nações, pode suceder que os vencedores desarmem os vencidos e comecem a governar o mundo por meio de instituições unificadoras desenvolvidas durante o conflito.

Gradualmente, à medida que se desvaneça a hostilidade provocada pela guerra, as nações vencidas poderão ser admitidas como associadas. Não creio que a espécie humana tenha suficiente habilidade política ou um elevado espírito de tolerância para estabelecer um governo mundial somente à base do consentimento.

Por isso penso que um elemento de força deve ser necessário, tanto para o seu estabelecimento como para a sua protecção durante os primeiros anos.

Preparando o caminho para o "filho da perdição"? (2 Tess 2:2)

sábado, 9 de julho de 2011

Perito da comissão dos direitos humanos das Nações Unidas publica cartoon racista

Um grupo que monitoriza as acções das Nações Unidas apelou ao chefe dos direitos humanos da ONU para condenar a publicação duma caricatura racista e anti-semita por parte de Richard Falk, perito do Concílio dos Direitos Humanos da ONU em assuntos envolvendo a "Palestina".

Hillel Neuer, director executivo da UN Watch, enviou uma carta ao alto comissário para os direitos humanos dizendo:

Para que o sistema dos direitos humanos da ONU tenha credibilidade na luta contra o racismo, os seus representantes não podem ter permissão para incitar o ódio e a descriminação racial com impunidade.

Caracterizar os Judeus como cães e sedentos de sangue é algo com uma história sombria. . . . Apelamos ao sr Pillar para condenar este incitamento ao racismo por parte dum oficial dos direitos humanos, e exigimos que o sr Falk remova imediatamente a caricatura ofensiva e peça desculpas.


Eu iria mais longe: eu exigiria que ele fosse removido do cargo de perito mas não antes de tomar parte em "aulas de sensibilidade" em favor da cultura Judaica e viagens (pagas por ele) ao Yad Vashem para ver o que pessoas com a sua ideologia causaram.

Entretanto, o anti-semita Richard Falk "respondeu" ao incidente.

["Publiquei o cartoon, mas com a intenção de ilustrar a dualidade de critérios em relação à responsabilidade criminal no contexto das autorizações legais para a prisão de Qaddafi. Não descortinei conotações racistas, e certamente nenhuma implicação anti-semita, e uma vez que ofende as pessoas, removi o cartoon sem entender bem porquê"]

Esta palhaço homem não entende bem porquê das pessoas normais ficarem ofendidas com uma imagem que mostra um cão com vestimenta Judia devorando ossos e urinando sobre a mulher que simboliza a justiça. Atenção que ele não removeu a imagem porque ele a vê como ofensiva. Não; ele removeu-a porque OS OUTROS pensam que ela é ofensiva. Ele pelos vistos não vê nada de mal nela

Das duas uma: ou o homem é burro que nem uma porta, ou então está a mentir de forma descarada. Fico-me mais pela segundo opção embora não exclua a conclusão da primeira.

Este incidente demonstra de forma clara (e gráfica) de que lado é que as Nações Unidas estão no que toca ao fictício e auto-gerado "problema palestino".

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