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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Quem é mais susceptível de se opôr ao totalitarismo?

Antes de entregares a tua alma ao grupo "a religião envenena tudo", lê o que Robert Higgs escreve neste artigo.

Dediquei muito do meu trabalho de investigação ao estudo do Estado - a sua natureza, o seu crescimento e a sua relação com outros aspectos da vida.

Fui repetidamente atingido por um facto específico em torno de situações de expansão súbita ou extraordinária do Estado: quando os eventos s atingem um ponto crítico, aqueles que oferecem resistência - muitas vezes com a sua vida - tendem a ser pessoas com fé religiosa.

Na História dos EUA este grupo incluiu primariamente Anabaptistas, Testemunhas de Jeová e outras marginalizadas denominações Protestantes. Na Alemanha nacional-socialista, muitos dos opositores do regime eram Católicos Romanos, tal como o eram os polacos que se opuseram ao domínio comunista.

Os ateus como classe não se distinguiram como resistentes à tirania ou ao totalitarismo - embora alguns ateus individuais tenham oferecido resistência..

Claro que alguns do mais terríveis regimes [da História] - a União Soviética, a China comunista, a Coreia do Norte, [...] - tinham o ateísmo como parte integral da filosofia oficial do regime, e na Alemanha a Nacional-Socialista virtualmente nacionalizou muitas das igrejas Protestantes.

Os meus estudos deixam-me pessimista em relação às perspectivas de sobrevivência das sociedades livres, em parte devido a relação acima descrita. Quando os tiranos se apropriam do poder - normalmente em alturas de emergência - e usam a força para manter as pessoas em linha, apenas algumas pessoas com fé religiosa oferecem resistência (em vez de se tentarem aproveitar da situação).

Na maior parte do mundo [ocidental] a cultura moderna é em larga escala secular e mesmo anti-religiosa. Sem uma crença fundamental suficientemente forte para resistir até à morte, é pouco provável que resistência eficiente seja erigida.

Os piores chegarão ao topo, tal como F. A. Hayek avisou, e não prevejo que os membros da elite sejam outra coisa que não ateus devotos (embora em algumas sociedades como os EUA os tiranos possam fingir possuir fé religiosa).

Espero que a minha análise esteja errada visto que as implicações não são encorajadoras para aqueles que amam a liberdade e esperam que ela perdure.

* * * * * * *

A implicação da análise do Robert Higgs é óbvia: se os grupos sociais mais susceptíveis de oferecer resistência aos tiranos são aqueles que se identificam com a moral Cristã, o que é que aqueles que tencionam o poder total farão aos mesmos?

Imagina que tu tencionas levar a cabo um golpe de estado bem sucedido, e, com isto, obter e manter o poder absoluto nas mãos dum restrito grupo de pessoas - tradicionalmente na tua família. Se soubesses que um grupo ideológico específico é mais susceptível de oferecer resistência aos teus planos e, por consequência, galvanizar o resto da sociedade contra ti, como é que tratarias esse grupo?

Tendo isso em conta, observa estes textos:

É difícil não reparar no padrão.

Conclusão:

Se és um ditador e queres manter o poder - ou se és alguém com planos para obter poder absoluto - o melhor que tens a fazer é reduzir a influência do Cristianismo.

Como fazer isso? Avançando com a agenda gay, com o feminismo, com o aborto, com o multiculturalismo e com tudo o que possa ser usado para atacar o Cristianismo histórico.

Se isso não funcionar, faz o que Hitler fez: infiltra-te nas igrejas e subverte-as a partir do interior.

O terror dos tiranos.



segunda-feira, 1 de agosto de 2011

"A UE não é tão má como a URSS"

Sim, houve um membro do parlamento europeu que usou esse argumento. Isso é a mesma coisa que dizer "comer uma refeição por dia não é tão mau como comer uma refeição por semana". Talvez, mas ambos os cenários são maus.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Aquecimento Galáctico: o próximo eco-pânico.

Será que há leitura alternativa às notícias aterrorizadoras provenientes da NASA?

Dados recolhidos pelos satélites da NASA durante o período 2000-2011 mostram que a atmosfera terrestre está a permitir que demasiado calor seja libertado para o espaço - superando o que os modelos alarmistas haviam previsto.

O estudo indica que o aquecimento global futuro é muito menor do que os modelos informáticos das Nações Unidas haviam previsto, e suporta estudos anteriores que indicam que o aumento do dióxido de carbono atmosférico retém muito menos calor do que os alarmistas haviam alegado.

O co-autor do estudo revisto por pares (e publicado no jornal Remote Sensing) Dr. Roy Spencer declara que os dados reais do satélite "Terra" (da NASA) contradizem múltiplas pressuposições inseridas nos modelos computacionais.

As observações do satélite sugerem que há muito mais energia perdida para o espaço durante e após o aquecimento do que o que os modelos mostram. . . . Há uma enorme discrepância entre os dados e previsões, e esta é maior sobre os oceanos.
○Fonte○

Os governos mundiais têm que agir prontamente para acabar com a ameaça do aquecimento galáctico. Não é só o nosso futuro (e o das nossas crianças) que está em jogo, mas sim o futuro de crianças peludas com seis olhos a viver Xaraxifap VI cuja subsistência depende do término do nosso modo de vida industrial.

Claramente, as únicas formas de combater a ameaça do aquecimento galáctico são 1) disponibilizar poder ilimitado a um grupo de "homens sábios" - membros duma instituição centralizada e determinada a ter o governo mundial - e 2) financiar o seu "trabalho" com mais um conjunto de novos impostos.

Se não começarmos o combate hoje, a Via Láctea pode-se tornar na Via Gasosa.

Fim ao aquecimento galáctico, já!

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