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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

África do Sul à beira do genocídio e da ditadura comunista


Ao mesmo tempo que a maior parte do mundo se recusa a aceitar o que está a acontecer na predominantemente comunista África do Sul, a organização sem fins lucrativos com o nome de Genocide Watch declarou no mês passado que os preparativos para as atrocidades genocidas contra os camponeses sul-africanos brancos estavam já bem encaminhados, e que as fases iniciais do genocídio provavelmente já tinham começado.

De modo geral, o chefe da Genocide Watch, o Dr. Gregory Stanton, explicou que as poderosas forças comunistas tencionam também abolir a propriedade privada e esmagar todos os potenciais resistentes.

Segundo os peritos e os números ofciais, pelo menos 3,000 camponeses brancos, conhecidos por Boers, foram brutalmente massacrados durante a última década. Muitos mais, incluindo crianças - e até as crianças mais pequenas - foram também violadas ou torturadas de modo tão selvagem que meras palavras não podem expressar o horror. E o problema só está a piorar, afirmam os observadores das organizações dos direitos humanos presentes na África do Sul.

O governo sul-africano, dominado pela Congresso Nacional Africano (ANC = African National Congress) que tem um forte apoio comunista, respondeu à crescente onda de assassinatos racistas negando o fenómeno, alegando de modo pouco plausível que muitos dos ataques simplesmente são crimes regulares. Apesar das críticas ferozes, as autoridades pararam de registar as estatísticas que poderiam disponibilizar uma imagem mais correcta do que realmente está a acontecer na chamada "Nação Arco-Íris".

Em muitos casos, os assassinatos são simplesmente qualificados de "assaltos", e ignorados. Devido a isto, é seguro afirmar que os números em volta dos assassinatos certamente são mais elevados do que aqueles que as entidades oficiais admitem. Entretanto, múltiplas fontes reportam que as forças policiais estão muitas vezes envolvidas nos assassinatos ou, pelo menos, nas manobras que visam esconder a realidade dos eventos ("cover-ups")

Um sul.africano exilado nos EUA declarou à "The New American" que, quando as vítimas são capazes de se defender, e os perpetradores capturados, muitos deles costumam estar afiliados ao ANC ou à sua facção jovem.

Os peritos não estão a acreditar na ocultação dos factos feita pelo governo. "Estamos cada vez mais convencidos que os assassinatos de camponeses [brancos] não são acidentais," declarou o Dr. Stanton da Genocide Watch durante a sua missão de averiguação dos factos no mês passado. Ele acrescentou ainda que era bem óbvio que os massacres não eram crimes comuns principalmente devido à barbaridade usada contra as vítimas.

Não sabemos ainda quem está a planeá-los mas apelamos a uma investigação internacional que julgue e determine quem está por trás destes assassinatos.

De facto, os analistas mais honestos concedem que as milhares de matanças brutais, e as dezenas de milhares de ataques, fazem parte dum padrão mais abrangente. E segundo o Dr. Stanton, que esteve envolvido no movimento anti-Apartheid da África do Sul e tem décadas de experiência na análise de genocídios e usurpação comunista, a tendência aponta para um futuro conturbado para esta nação.

Este tipo de coisas é o que eu já observei em outros genocídios," disse ele dos assassinatos dos camponeses brancos, listando vários exemplos tais como uma vítima que foi abandonada com uma Bíblia aberta sobre ela, ou outras vítimas que foram torturadas, desventradas, violadas ou pior.

Isto foi o que aconteceu no Burundi, e foi o que aconteceu no Rwanda. Já aconteceu em muitas outras partes do mundo.

Falando em Pretória num evento organizado pelo grupo anti-comunista Transvaal Agricultural Union, o Dr. Stanton atacou os esforços que são feitos no sentido de desumanizar os brancos sul-africanos caracterizando-os de "colonos." Esta qualificação tem como propósito construir em torno dos Afrikaner - descendentes de imigrantes da Europa do Norte que chegaram ao país há séculos atrás - uma imagem de pessoas que não pertencem ao país.

Este foi o processo que foi levado a cabo contra os Arménios Cristãos que viviam na Turquia, explicou Stanton. O fenómeno da desumanização ocorreu também contra o povo Judeu na Alemanha que se encontrava debaixo do regime Nacional Socialista, muito antes de Hitler implementar a "Solução Final."

Os peritos defendem que, infelizmente, a África do Sul pode ser a próxima na linha. Stanton declara:

Sempre que tens este tipo de desumanização, estás perante o princípio dum processo descendente até ao genocídio.

Stanton acrescentou que a situação na África do Sul já passou esta fase [desumanização]. A próxima fase antes do extermínio, que começou há já alguns anos, é a logística para o levar a cabo.

Nós estávamos preocupados com a existência de grupos organizados que estão de facto a fazer o planeamento. . . . Tornou-se claro para nós que a Youth League [da ANC] é este tipo de grupo e eles estiveram a planear este tipo de massacre genocida ao mesmo tempo que forçavam a remoção dos brancos sul-africanos.

A Genocide Watch levantou o alerta para a África do Sul da fase 5 para a 6 - a 8ª fase é a negação depois do facto - quando o então líder da ANC Youth League Julius Malema começou a cantar abertamente uma canção racista que incitava o assassínio de camponeses brancos sul-africanos:

Disparem sobre o Boer! Matem o Boer!

Descrito pelo grupo anti-genocídio como um "racista marxista-leninista", Malema foi também citado afirmando que "todos os brancos são criminosos" e ameaçando tirar as terras dos camponeses brancos das suas mãos à força. Depois dos seus apelos ao genocídio terem chegado aos ouvidos da comunidade internacional, o Tribunal Supremo Sul Africano declarou que a canção que incitava a matança dos brancos, era discurso de ódio ilegal.



Surpreendentemente, o presidente sul-africano e membro do ANC, Jacob Zuma, começou este ano a entoar a mesma canção em público. Desde então, o número de camponeses brancos sul-africanos assassinados têm aumentado todos os meses. Outros oficiais governamentais séniores têm apelado abertamente para a "guerra."

O Dr Stanton declara que "Este é o tipo de conversa que, obviamente, não só é pré-genocídio, como vem antes dos crimes contra a humanidade." Stanton apelou a todos a não esquecer que somos todos membros da raça humana.

Aqueles que seriam os negacionistas, e que tentam rejeitar os sinais de aviso, na minha opinião estão a ignorar os factos.

Stanton explicou ainda a lógica do progresso até ao genocídio onde também há a "polarização" onde a população-alvo - camponeses brancos, neste caso - e até os moderados são caracterizados como "o inimigo." E o fenómeno é cada vez mais aparente na África do Sul, levando a Genocide Watch a classificar a África do Sul como estando já na fase final do genocídio..

A questão em torno da distribuição das terras, que se tornou num dos pontos-chave nesta progresso descendente, é também uma das maiores preocupações. A minoria branca ainda é dona da maioria das terras sul-africanas, apesar do ANC prometer redistribui-las aos negros. Mas a redistribuição que já ocorreu - como por exemplo, no Zimbabwe - resultou num falhanço total.

Apesar do registo das atrocidades até agora, alguns extremistas, incluindo elementos do governo dominado pelo ANC, tencionam agora ficar com as terras dos brancos o mais rapidamente possível, chegando ao ponto de algumas facções argumentar que isso deveria ser feito sem qualquer tipo de compensação. Para além disso, a agenda comunista, tal como em todo o lugar onde a redistribuição coerciva ocorreu, tem planos ainda mais vastos. O Dr Stanton, que alega já ter vivido em países comunistas, avisa:

Qualquer que seja o sistema de posse de terras que a África do Sul adopte, os comunistas - a longo prazo - tencionam abolir toda a propriedade privada. Isso nunca deve ser esquecido. Em todos os lugares que os comunistas se apoderam, a possessão privada é abolida uma vez que esta dá às pessoas poder - poder económico - de se oporem ao governo. Mal te é retirado tal poder. não há qualquer base sobre a qual tu podes ter o poder económico para te opores ao governo.

Entretanto, o governo sul-africano está a desenvolver esforços para desarmar os já-de-si-afligidos camponeses brancos, retirando-lhes assim a sua última linha de defesa. Naturalmente, e como tem sido consistente através de toda a História, o desarmamento é sempre um precursor necessário para o totalitarismo e até o eventual massacre do grupo-alvo. De facto, as armas nas mãos dos cidadãos são normalmente a última fronteira até à escravatura total e até mesmo o extermínio.

No seu site, a Genocide Watch ressalvou o seguinte:

O governo separou as unidades commando dos camponeses brancos que outrora protegiam os campos, e aprovou leis que visam confiscar as armas dos camponeses. O desarmamento dum grupo-alvo é um dos sinais mais sérios dum possível futuro genocídio.

O exilado que falou com a TNA disse que muitas das armas confiscadas aos brancos foram mais tarde encontradas nos horriveis locais do crime. Até a mera possessão de uma arma "não registada" ou "não licenciada" - obter uma licença tornou-se bastante difícil, senão impossível - pode resultar em cadeia. Na África do Sul, especialmente para um camponês branco, ir para a cadeia, com as violações generalizadas e as infecções HIV a serem a norma, é practicamente uma sentença de morte.

O Dr. Stanton prometeu aos Afrikaners que visitaria a embaixada dos EUA e colocaria o assunto em cima da mesa perante os líderes mundiais. No entanto, ele apelou para que eles não abdicassem das suas armas e que continuassem a resistir a "ideologia" comunista proposta por muitos líderes políticos e partidários que agora dominam o coercivo aparato do governo da nação.

As Nações Unidas definem um genocídio como "a destruição deliberada e sistemática, no seu todo ou parcial, de um grupo étnico, racial, religioso ou nacional." No entanto, o termo inclui ainda acções que estão para além da simples matança. Segundo a ONU, entre os crimes que podem ser classificados de genocídio incluem-se:
  • actos que: visem causar dolo a membros dum grupo minoritário específico,
  • infligir à minoria - e de modo deliberado - condições que resultam na sua destruição total ou parcial,
  • buscar ou prevenir nascimentos entre os grupos-alvo,
  • e transferir de modo coercivo as suas crianças menores para outros
Os activistas e os exilados alegam que muitas destas condições foram já atingidas - e, tecnicamente, qualquer uma delas pode constituir um acto de genocídio se faz parte duma tentativa sistemática de destruir um grupo em particular. Entretanto, os peritos afirmam que o governo está a exacerbar o problema discriminando de modo activo contra os brancos, e em muitos casos, facilitando as atrocidades que já ocorrem.

Obviamente, esta não seria a primeira vez que uma tragédia similar ocorria na zona Sul do continente africano. Quando o ditador marxista Robert Mugabe tomou o poder no Zimbabwe (conhecida previamente como "Rodésia", e um dos países mais abastados do continente) ele deu início a uma guerra impiedosa contra a população branca e contra os seus oponentes políticos. O país rapidamente mergulhou num caos e em fome generalizada quando o regime Mugabe "redistribuiu" as terras e a riqueza existente entre os seus amigos e parceiros políticos que, obviamente, nada sabiam de agricultura.

O regime matou dezenas de milhares de vítimas, e alguns estimam que milhões tenham morrido como consequência directa das políticas marxistas de Mugabe. Os brancos que se recusaram a abandonar a propriedade durante a "redistribuição", foram frequentemente torturados e mortos pelo regime ou pelos seus esquadrões da morte. Com Mugabe ainda no controle, o trágico sofrimento do Zimbabwe continua a piorar, mas o tirano assassino ainda é visto com bons olhos pelos oficiais seniores do ANC.

Nem todos os sul-africanos - especialmente os citadinos - estão convencidos que está a ocorrer um genocídio no seu país, ou que um se aproxima. De facto, a vasta maioria dos negros e dos brancos apenas quer viver em paz uns com os outros. Para além disso, há outros problemas mais sérios a serem resolvidos pelo governo sul-africano.

No entanto, virtualmente todos concordam que, sem uma solução, a situação precária da "Nação Arco-Íris" vai continuar a decair - de má para pior. Muitos activistas que buscam atrair a atenção das pessoas para este assunto apelam aos governos europeus e aos EUA que comecem imediatamente a aceitar os refugiados brancos mais vulneráveis provenientes da África do Sul.

Há menos de 5 milhões de brancos a viver no país, 10% da população, uma queda abismal se levarmos em conta que há algumas décadas atrás os brancos eram quase 1/4 da população total. Os analistas afirmam que fornecer-lhes asilo vai ser politicamente duro, parcialmente porque isso levantaria o véu sobore os mitos da elite em torno de Nelson Mandela e do seu partido ANC, como sendo "heróicos" e "combatentes pela liberdade."

Sem surpresa alguma, os órgãos de comunicação da elite ocidental raramente reportam a calamidade que se aproxima. E quando resolverem contar a verdade aos seus leitores, pode já ser tarde demais.

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sábado, 21 de julho de 2012

Homem de 71 anos afugenta dois bandidos.

Na 6ª Feira passada dois jovens mascarados entraram no "Palms Internet Cafe" por volta das 10 da noite. Um deles apontou uma arma aos clientes enquanto o outro agitava um taco de basebol.

Para seu grande azar, entre os clientes encontrava-se um idoso de 71 anos chamado Samuel Williams munido com uma arma.

Quando este idoso se apercebeu do que se estava a passar, pegou na arma e começou a disparar.

Ele continuou a disparar enquanto os suspeitos caiam um em cima do outro à medida que fugiam.

Por fim, eles lá conseguiram fugir.

Se este velhote não estivesse no local e armado, provavelmente pessoas inocentes teriam sido vitimas dos assaltantes.



* * * * * * *

Este é provavelmente um dos melhores exemplos demonstrativos da eficácia do porte de armas. Bastou um velho de 71 anos, munido com uma arma, para afugentar dois jovens ladrões, protegendo assim a vida das pessoas que se encontravam no local.

Da próxima vez que alguém tentar assaltar este Internet Cafe, ele vai pensar duas vezes.


sexta-feira, 18 de maio de 2012

Esvaziando os cofres portugueses (literalmente)

Três clientes aguardavam para pagar nas bombas de gasolina da BP de Casalinho de Alfaiata, Torres Vedras, e outro estava na cafetaria, quando dois encapuzados, de caçadeira em punho, irromperam na loja e semearam o terror durante 44 segundos como demonstram as imagens de vídeo vigilância a que o CM teve acesso.

Os ladrões serão os mesmos que, segundo a GNR, meia hora antes atacaram a Associação Recreativa Casais de São Lourenço, na Ericeira.

Eram cerca das 23h45 de terça-feira quando os clientes e dois funcionários foram surpreendidos pelos atacantes, que falavam com sotaque brasileiro. O homem com a arma ficou na porta a vigiar, enquanto o outro cúmplice se dirigiu ao balcão para chegar à caixa registadora.

"O que passou pelos clientes disse para estarem quietos", contou ao CM a responsável Sónia Franco. "Foi ao pé da caixa e retirou cerca de 300 euros", continuou. Nas imagens vê-se o ladrão a esvaziar completamente a gaveta.

O grupo fugiu numa viatura estacionada nas traseiras do posto, fora do alcance das câmaras de vigilância. Esta foi a segunda vez que o posto da BP de Casalinhos de Alfaiata foi alvo de um assalto à mão armada.

Antes, pelas 23h20, também a colectividade de Casais de São Lourenço tinha sido assaltada. Tendo em conta a roupa usada pelos assaltantes, tudo indica que sejam os mesmos. Surpreenderam clientes e uma funcionária e fugiram com 300 euros, bebidas alcoólicas e tabaco. A Polícia Judiciária investiga os dois roubos.

Fonte

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Ainda "bem" que a elite europeia não permite que os escravos súbditos andem armados senão um destes assaltantes ainda seria ferido ou - pior - morto. E isso seria muito mau.

Vejam o vídeo no link.


sábado, 24 de março de 2012

domingo, 29 de janeiro de 2012

Idoso de 65 anos mata adolescente e fere outro em legítima defesa


Mais uma demonstração óbvia da eficácia de se andar com armas escondidas.

Um homem de 65 anos (Pennsylvania) que foi derrubado da sua bicicleta por 3 adolescentes disparou a sua arma contra dois deles, matando um.

O jornal Reading Eagle declarou que o adolescente ferido foi levado para o hospital enquanto que o terceiro, de 15 anos, foi levado para questionamento e preso num centro de correcção juvenil.

Segundo a polícia, o idoso encontrava-se a andar de bicicleta quando 3 adolescentes derrubaram-no. Enquanto dois deles o agrediam, ele sacou da sua arma e disparou.

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A morte do jovem é de lamentar, mas entre a vida dele a do velho inocente, quem é que escolheríamos?

Veja-se como um pequeno utensílio pode ter ramificações que vão para além do evento em si. O que pensarão todos os outros criminosos que tentarem roubar outros velhotes de Pennsylvania? "É melhor não porque este velhote pode estar armado!"

O que é que este incidente fará ao volume de vendas das armas?

Mais importante ainda, os cidadãos locais vão-se sentir mais seguros ou mais fragilizados, agora que sabem que o uso de armas para auto-defesa é eficaz?

O porte de armas para auto-defesa é um dos métodos mais eficazes para a redução da criminalidade. Os criminosos ficam a saber com este evento que nem os velhos se encontram em posição fragilizada quando estão armados.

Que pena que a esquerdalha queira fragilizar a população deixando-os totalmente à mercê dos criminosos armados.


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Viúva de 18 anos protege vida do filho matando criminoso invasor

Esta história demonstra de um modo empírico que quem quer desarmar a população não está a levar em conta a sua segurança, mas sim a tentar deixá-los totalmente à mercê dos criminosos (exactamente o que a esquerdalha quer).

Uma jovem de 18 anos de Oklahoma City, mãe duma pequena criança, matou um intruso como forma de se proteger e de proteger o bebé. Isto ocorreu menos de uma semana depois do pai da criança morrer de cancro.

Sarah McKinley disse que no dia de Natal, no próprio dia em que o marido foi enterrado, um homem identificado como Justin Martin apareceu na sua casa alegando ser um "vizinho", e que apenas queria deixar saudações. A srª McKinley não acreditou na história e como tal, não o deixou entrar.

Na véspera de Ano Novo o tal homem regressou mas desta vez veio com outro homem (Dustin Stewart) e armado com uma faca de 30cm. Obviamente, eles haviam feito algum tipo de investigação e descoberto que a srª Mckinley estava sozinha com o bebé. Devido a isto, os criminosos tentaram arrombar a casa, assumindo que ela seria uma vítima fácil.

Infelizmente para eles, ela não foi uma vítima fácil. Ela nem sequer foi uma vitima.

Mal ela se apercebeu do que estava a acontecer, pegou no bebé, na garrafa do mesmo e nas armas, e correu para o quarto. De lá, entrou em contacto com o 911.

Eis parte da conversa telefónica:

Tenho duas armas na minha mão - posso disparar contra ele, se ele vier à minha porta? Estou aqui sozinha com o meu bebé. Podem enviar algum tipo de ajuda para aqui imediatamente?
A pessoa com quem a sra McKinley falou confirmou se as portas da casa estavam fechadas e trancadas e depois disse:
Eu não posso de maneira nenhuma dizer o que você tem que fazer, mas você tem que fazer tudo para proteger o bebé.
Quando Martin deu um pontapé na porta do quarto e veio atrás da jovem, armado com uma faca, foi recebido com balas pelo corpo adentro, matando-o imediatamente. Dustin, o criminoso que vinha com ele, apercebendo-se do que havia acontecido, fugiu e mais tarde entregou-se à polícia.

Como - graças a Deus - Oklahoma não é como qualquer país europeu, onde andar armado pode ser crime, os polícias estão a tratar isto como homicídio justificado e, como tal, nenhum processo legal será levantado contra a mulher.

Dan Huff, da polícia de Blanchard disse:

É permitido atirar contra uma pessoa não autorizada que entre na nossa casa. A lei providencia o recurso e sanciona o uso de força letal.
A jovem srª McKinley disse o seguinte à afiliada da ABC News em Oklahoma City, a KOCO:
Normalmente eu não faria isto, mas estava em jogo o meu filho. Não foi uma decisão fácil, mas ou era ele ou era o meu filho. E de maneira nenhuma seria o meu filho.

Não há nada mais perigoso que uma mãe a proteger o seu filho.

. . . . . . .

Lembrem-se deste tipo de notícias da próxima vez que um imbecil esquerdista, a viver numa mansão murada e guardada 24 horas por dia por seguranças armados até aos dentes, tentar construir um argumento estúpido em favor do desarmamento civil.

Mostrem-lhe esta história e perguntem-lhe quanto tempo demoraria até que a policia chegasse ao local, e o que é que o James faria à mulher e à criança entretanto.

Como disse o Olavo de Carvalho num dos seus excelentes vídeos, "pobre armado é mais poderoso que rico desarmado".

Pessoas livres andam armadas. Escravos andam desarmados.

Quem te quer tirar as armas, quer-te tornar vulnerável perante os criminosos e dependente da "protecção governamental". Infelizmente (e daí talvez não) o governo não pode estar em todo lugar. A dada altura a nossa protecção tem que ser feita por nós mesmos.


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Homem de meia idade luta pela vida depois de ter sido espancado por confrontar ladrões

Perto dum caixote de lixo em Ealing, um homem de meia idade encontra-se deitado e severamente magoado depois de ter sido espancado e roubado pelo "crime" de ter repreendido um gangue de imigrantes mal agradecidos, preguiçosos, ignorantes e violentos jovens. Estes mesmos jovens haviam posto fogo a uma instalação.

Numa cena que representa bem o desgoverno da situação, o homem foi atacado em frente a um policial depois de ter confrontado um grupo largo de adolescentes negros. Estes mesmos jovens haviam assaltado um centro comercial em Ealing, (Londres ocidental) e encontravam-se a atear fogo a caixas.

Enquanto o homem se encontrava inconsciente, magoado e em dores, os jovens negros roubaram os seus pertences. Ontem à noite os polícias ainda não conheciam a identificação do homem (ou a sua idade) uma vez que os jovens haviam roubado a sua carteira.

Quando os outros polícias chegaram, eles prosseguiram em atacar os jovens como forma de permitir que os seus colegas providenciassem os primeiros socorros ao homem ferido.

O homem, que se pensa estar nos seus 40 ou 50 anos, encontrava-se ontem em condições bastante sérias no hospital, e pensa-se que muito provavelmente ele não vai sobreviver aos ferimentos causados pelos jovens negros.

Segundo se pode ver nas câmaras de segurança, os adolescentes assaltaram o centro comercial Arcadia e posteriormente atacaram o homem - provavelmente com garrafas - um pouco antes das 23 horas de Segunda feira.

Um video a circular no youtube mostra oficiais policiais a ajudarem o homem que, por esta altura, encontra-se deitado no chão.



Eis aqui a parte que revela o propósito de cidadãos responsáveis terem o direito humano de possuir armas de defesa pessoal:

O ataque ao homem de meia idade foi observado por um polícia solitário que nada pôde fazer até que os seus colegas chegassem.
É para impedir situações como esta que os americanos tem a sua 2ª Emenda - que lhes permite ter armas para defesa própria. Se o pobre do homem tivesse consigo uma arma para defesa pessoal, sem dúvida que os adolescentes pensariam duas vezes antes de o atacar. Mas como os delinquentes sabem que os cidadãos andam desarmados, eles não têm nada com que se preocupar.

O desarmamento da população só ajuda os ditadores e os criminosos e como tal deve ser por isso que os esquerdistas gostam tanto disso.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Inglaterra: venda de tacos de basebol aumenta

A queda da Grã-Bretanha para a anarquia, ao mesmo tempo que atravessa a selva no seu percurso natural do esquerdismo para o autoritarismo colectivista ao estilo soviético, teve um efeito benéfico em pelo menos um sector da economia.

Apesar dos britânicos não jogaram basebol, as vendas de tacos de basebol aumentaram exponencialmente (cliquem na imagem):

bat sales britain

O governo que criou o presente status quo com as suas políticas de imigração em massa e as suas políticas pensionistas não deixa que os seus cidadãos se defendam dos ataques violentos com armas, e como tal, os cidadãos têm que adquirir tacos de basebol.

Parabéns, esquerdistas. O vosso plano de destruir a civilização está a avançar tal como vocês sempre quiseram.

-Fonte-


Há medida que imigrantes não-assimiláveis e não-respeitadores das leis locais continuarem a aumentar o seu número, a superior civilização ocidental vai continuar a ser minada e destruída a partir do seu interior.

Os ingleses não aprenderam a lição da Roma e da China Imperial, quando estes mostraram (há mais de 2000 atrás) que nunca se deixa que os bárbaros venham viver para dentro dos teus muros. Bárbaros são bárbaros. A sua cultura não é civilizada. Eles não constroem, eles não produzem e não tem o mínimo interesse em fazer algo mais que não seja reproduzir, subsistir e destruir.

Como forma da civilização sobreviver, os seus promotores têm que construir barreiras para manter os bárbaros fora. Se eles tentarem invadir (tal como eles tentaram em Poiters em 732, ou Lepanto em 1571, ou no cerco a Viena em 1683) o mundo civilizado tem que usar disciplina civilizada para os manter fora.

Tu podes tentar civilizá-los nas suas próprias terras (e muitos de facto irão adoptar costumes e normas civilizadas), mas faças o que fizeres, nunca deixes que eles venham viver para perto de ti.

Os ingleses aparentemente estão a aprender essa dura lição histórica, mas o que eles não sabem é que esta destruição é algo que foi planeado há muito tempo atrás. O que estamos a assistir em Londres e em outras cidades inglesas são 30/40 anos de maquinação a corroer as normas sociais tendo em vista a futura implantação duma ditadura esquerdista.

Estes desacatos mais cedo ou mais tarde terminarão mas as políticas que serviram de pano de fundo para este terror vão continuar em movimento.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Armas matam sozinhas

Isto vem directamente do nosso departamento "Eu Sei que Estou Doente Mas Não Quero Cura" ou ainda "Mas Eu Pensava Que Sem Deus Tudo Seria Um Mar de Rosas!"

O artigo exposto no Telegraph diz que desde o princípio do ano que um adolescente morre de cinco em cinco dias nas ruas britânicas devido a facadas mortais.

Os números oficiais de cada força policial revelam que 65 adolescentes encontraram morte violenta desde 1 de Janeiro, e que destes 65, dois terços foram esfaqueados até a morte.
Talvez o problema seja com a dominante cultura ateísta, pagã e islâmica presente entre os britânicos?

O facto de as facas estarem a fazer o mesmo trabalho que dantes era feito com armas de fogo deveria alertar as pessoas para o facto de que banir as armas não resolve o problema.

Aparentemente os britânicos não entenderam isso:

Em resposta a isto, a MET lançou a sua maior operação, visando facas, chamada de "Operation Blunt 2". Esta operação usa detectores de metal do mesmo tipo presente nos aeroportos, para além de operações de busca.

Desde que começou na Primavera, 150,000 pessoas já foram revistadas, 5,370 pesssoas já foram presas, e 3,242 facas foram apreendidas.

As duras medidas que estão a ser impostas juntamente com a elevada taxa de detectação e os milhões que estão a ser investidos nas iniciativas de prevenção de crimes usando facas, não pararam o aumento do número de assassínios: 17 no ano de 2006, 16 nos anos de 2005 e 2004, e 13 no ano de 2003.

No entanto. o último esforço reduziu significativamente a taxa de assassínios em Londres durante os últimos 3 meses.

Esta última estatística vai, sem dúvida, convencer as autoridades policiais e os os líderes políticos que a confiscação dos meios de assassínio vai, de alguma forma, impedir o motivo do assassínio.

Será que mais cedo ou mais tarde vamos começar a lêr sobre o aumento dos assassínios feitos com colheres de pau?

sábado, 7 de maio de 2011

Armas e liberdade

Recentemente aconteceu algo em Buffalo, Nova York, que contradiz a propaganda daqueles que apóiam o "controle de armas" — isto é, o controle de cidadãos cumpridores da lei que desejam apenas ter uma arma para se proteger dos vários elementos nefastos deste mundo. Um cidadão de fato usou uma arma, uma espingarda, para defender sua casa e sua família de invasores armados. E, de acordo com a manchete, ele já havia sido vítima de outras invasões domiciliares.

Não, sua arma não lhe foi tomada e usada contra ele — essa seria a conseqüência inevitável de se possuir uma arma, dizem os defensores do desarmamento. Não, sua arma também não foi roubada. Não, ele não teve tempo de esperar pela polícia, não obstante esta tivesse chegado minutos depois, tendo também atirado nos invasores, ferindo um deles. Sim, ele foi capaz de pegar sua arma a tempo. Sim, ele apontou, mirou e acertou os alvos maléficos. De acordo com a propaganda desarmamentista, as pessoas raramente — quase nunca — usam armas para a auto-defesa.

O desarmamento é uma daquelas idéias que, na superfície, parecem fazer sentido; uma idéia que as pessoas sensatas inicialmente estão inclinadas a aceitar; uma idéia que parece oferecer uma solução fácil para um problema difícil. E esse é o problema com o controle de armas. Não passa de uma auto-ilusão, um pensamento baseado no desejo; é simplista, ingênuo e até mesmo infantil. É um pensamento tipicamente esquerdista: achar que problemas sociais podem ser resolvidos colocando-se palavras num papel e transformando-as em estatutos federais e estaduais.

Sempre que você ouvir que esse ou aquele tipo de arma foi banido, lembre-se que palavras escritas num papel jamais mudaram a natureza humana. Existem pessoas ruins lá fora que irão se aproveitar das pessoas boas. Elas não serão impedidas por palavras em um papel, seja onde for. As pessoas boas, por outro lado, desejosas de obedecer a lei, serão. E é por isso que assaltantes, estupradores e assassinos sabem que em paraísos desarmamentistas — isto é, qualquer lugar em que saibam que as potenciais vítimas estão desarmadas — os cidadãos estão totalmente indefesos contra eles.

Nos EUA, em particular, acontece um fenômeno interessante. Sempre que o congresso ameaça aprovar novas regulamentações anti-armas, o povo americano responde comprando e estocando a maior quantidade de armas possível.

Em 1989, o congresso aprovou restrições sobre as chamadas "armas de ataque" (assault weapons), tais como a Colt AR-15, a H&K G36E, a TEC-9, todos os AK-47s, e as Uzis. Esse fato provocou uma explosão na venda de armas. Após uma breve folga da máquina legislativa, surgiu a Brady Bill em 1993, um projeto de lei que impunha a checagem do histórico do comprador. Os políticos alegaram estar apenas atrás dos criminosos. Mas o principal efeito da lei foi o de convencer as pessoas de que o governo federal estava mesmo era determinado em desarmar o público.

Os políticos, é claro, sempre dizem que estão atrás apenas dos criminosos, e não de caçadores e de pessoas que apenas desejam a auto-proteção. Mas, por definição, os criminosos não ligam muito para regulações. Restrições legais sobre a venda de armas só servem para fazer com que as pessoas que escrupulosamente seguem a lei não consigam se defender daqueles que não a seguem.

Esse ponto pode ser demasiado complicado para os políticos entenderem, mas as pessoas comuns entendem. Após a aprovação da Brady Bill houve mais uma explosão na venda de armas, com a população aumentando seus estoques, antecipando-se a mais regulamentações futuras.

As percepções da população provaram-se certeiras. Sem perder tempo, os federais baniram a fabricação doméstica de armas de estilo militar e de pentes com capacidade para mais de 10 projéteis. O resultado foi o maior tiro pela culatra da história das regulamentações. O limitado número de "armas de ataque" ainda em circulação passou a ser vendido pelo dobro do preço pré-banimento. E como era necessário ter mais balas para poder se igualar ao poder de fogo antigo, os fabricantes de munições passaram a desfrutar de lucros recordes, de acordo com dados reunidos pelo Wall Street Journal.

E, por fim, o que levou o mercado à velocidade total de operação foi a ameaça de que os fabricantes de armas seriam levados à falência por conta de ações judiciais. As pessoas viram o que os tribunais fizeram com as empresas de tabaco e o que aconteceu com os preços do cigarro como conseqüência. Ao contrário dos cigarros, armas não são perecíveis, e assim as pessoas perceberam que poderiam - aliás, deveriam - começar a estocar o mais rápido possível, antes que os juízes fizessem com os fabricantes de armas o mesmo que fizeram com os fabricantes de cigarro.

Fanáticos anti-armas viram toda essa estocagem como uma catástrofe, uma vez que sua meta era o desarmamento completo da população. Mas eles estavam em um dilema. Costurar o processo legislativo para implantar o desarmamento completo toma mais tempo do que os períodos de espera e as barreiras regulatórias já aprovadas e transformadas em lei. As janelas de liberdade existentes permitiram às pessoas desafiar as intenções dos desarmamentistas enquanto ainda havia tempo.

A estocagem que passou a ocorrer em todo o país provavelmente animou até mesmo as pessoas que não tinham interesse em ter uma arma. Isso porque uma posse de armas amplamente difundida por toda a sociedade confere aquilo que os economistas chamam de "externalidades positivas" sobre as pessoas que não planejam ter armas. Por exemplo, mesmo que você não possua uma arma, ainda assim você se beneficiará da percepção de que você ainda pode vir a ter uma, uma percepção que só vai durar enquanto a realidade da posse difusa de armas continuar existindo. O temor de que as pessoas estejam dispostas a reagir é o que mantém os criminosos acuados.

Uma literatura maciça e detalhada já comprovou, seguidamente, que quanto mais armas uma comunidade possui, menor é a criminalidade que essa comunidade tem de aturar. Os dados são tão devastadores que nenhuma pessoa sensata poderia negá-los. (A "planilha de fatos das armas de fogo" deveria estar na lista de favoritos de cada ser pensante). Por que, então, o lobby desarmamentista continua a dizer que as restrições às armas são a chave para diminuir a criminalidade?

Um livro altamente elogiado pelos desarmamentistas — o Arming America: The Origins of a National Gun Culture, escrito por Michael A. Bellesiles, professor da Emory University — foi inteiramente desacreditado por ser baseado em fatos fajutos — para não dizer fraudulentos —, e o autor foi forçado a se demitir de seu posto. Bellesiles tentou contestar a sabedoria convencional e argumentou que no período colonial os americanos tinham poucas armas e muitas delas não funcionavam. (Joe Stromberg já refeutou devidamente tal asserção).

Ele parecia não estar ciente de que a Revolução Americana foi originada por uma tentativa de desarmamentistas britânicos de confiscar armas americanas em Concord. Na batalha de Lexington e Concord, esses americanos supostamente mal armados de alguma forma conseguiram infligir 273 baixas no mais bem treinado exército do mundo, os Redcoats.

Um bom antídoto para o livro de Bellesiles é o livro Guns and Violence, escrito por Joyce Lee Malcolm, professor de história do Bentley College. Malcolm argumenta que na Inglaterra a taxa de crimes violentos vinha declinando por séculos à medida que mais armas iam se tornando disponíveis. Foi só começarem a aprovar leis anti-armas e a taxa começou a subir.

Já um estudo do economista John R. Lott, Jr. — Ph.D. e autor dos livros Mais Armas, Menos Crimes e O Preconceito Contra as Armasmostra que em 1985 apenas oito estados tinham leis que permitiam às pessoas andarem armadas livremente — as leis permitiam que uma pessoa automaticamente conseguisse uma licença, desde que ela tivesse seu histórico aprovado e completasse um curso de treinamento. Atualmente existem quarenta estados que apresentam alguma versão dessas leis. O exame que Lott fez dos dados mostrou que "de 1977 a 1999, os estados que adotaram leis que permitiam o porte livre de armas apresentaram uma queda de 60% nos ataques contra indivíduos e uma queda de 78% nas mortes em conseqüência de tais ataques".

Já é hora de a orientação ideológica desses confiscadores de armas ser examinada mais minuciosamente. Observe que a teoria deles sobre a posse de armas não aparece isolada; ela é parte de um pacote maior, um pacote de crenças políticas sobre o papel do governo na sociedade. Quase sem exceções, eles defendem toda a agenda estatista típica do politicamente correto. O que eles querem não é uma sociedade desarmada, mas uma sociedade onde o governo tem o monopólio da posse de armas.

O que nos leva ao dia 11 de setembro de 2001. Nesse dia, descobrimos que todo o aparato de $400 bilhões do governo federal dos EUA não foi capaz de proteger os americanos contra um catastrófico ataque terrorista, ao passo que uns poucos revólveres nas cabines de comando dos aviões — medida essa que há muito havia sido desencorajada pela polícia federal americana — poderiam ter salvado o dia. E, apesar disso, a idéia de que pilotos tenham permissão para estar armados contra invasores ainda é controversa, após quase 7 anos e duas guerras sangrentas que já mataram muitos milhares.

O propósito principal da Segunda Emenda é fornecer a todos os cidadãos os meios para se defenderem contra a tirania governamental. No século XX, muitos governos por todo o mundo mataram milhões de seus próprios cidadãos, que estavam desarmados espontânea ou compulsoriamente. Isso ocorreu na União Soviética, na Alemanha Nazista, na China Comunista, na China Nacionalista, no Camboja, na Coréia do Norte, em Cuba e em vários outros lugares.

Nesse quesito, devemos ser muito gratos ao que restou do livre mercado de armas, que tornou possível às pessoas responderem à ameaça de regulamentação de armas comprando e estocando. Se realmente valorizamos a liberdade e a segurança, precisamos não de mais restrições sobre a propriedade privada, mas da revogação das restrições existentes. E com os recentes eventos no Iraque, já deveria estar claro que o congresso precisa aprovar restrições muito severas é na liberdade de burocratas e políticos belicistas adquirirem e usarem armas.

O perigo para a existência de uma sociedade livre não está nas armas em posse dos cidadãos, mas em um governo que é livre para agir, especialmente um que está mais bem armado do que o povo. Uma sociedade armada é uma sociedade autônoma e independente, assim como um povo desarmado está vulnerável a poderes arbitrários de todo tipo.

Cidadãos armados resultam em menos crime e mais segurança, e ainda faz com que o governo seja constantemente lembrado de que seus burocratas não são os únicos com poderes.

E é exatamente por isso que a matança horrível e sem sentido ocorrida em abril de 2007 na Universidade de Virginia Tech serviu para reforçar esse sentimento inquietante ao qual muitos americanos se acostumaram após o 11 de setembro: o sentimento de que o governo não pode protegê-los. Não importa quantas leis sejam aprovadas, não importa quantos policiais ou agentes federais sejam colocados nas ruas, um indivíduo ou um grupo de indivíduos decididos ainda podem causar grandes danos. Talvez o único bem que ainda pode advir dessa matança terrível é um reforço na compreensão de que nós como indivíduos é que somos responsáveis por nossa segurança e pela segurança das nossas famílias.

Apesar de o estado da Virginia de fato permitir que indivíduos possam portar armas ocultas caso eles tenham antes obtido uma licença, os campi universitários do estado estão especificamente excluídos dessa lei. A Virginia Tech, assim como todas as outras faculdades da Virginia, são zonas livres de armas, ao menos para civis. E como pudemos ver, não importou quantas armas a polícia tinha. Apenas os indivíduos presentes na cena poderiam ter impedido ou ao menos diminuído a tragédia. A proibição de armas no campus fez com que os estudantes da Virginia Tech ficassem menos seguros, e não mais.

Você se sentiria seguro se pusessem um aviso na frente da sua casa dizendo: "Essa casa é uma zona livre de armas, seus moradores NÃO possuem arma de fogo"? Cidadãos cumpridores da lei poderiam ficar satisfeitos com tal aviso, mas para criminosos ele seria um convite irresistível. Aliás, por que será que ninguém entra atirando nas reuniões da National Rifle Association?

Também de acordo com John Lott, antes de 1995 era permitido a professores levar armas para as universidades em vários estados e "a erupção de tiroteios estudantis nas escolas começou em outubro de 1997, na cidade de Pearl, Mississipi, após a proibição".

Já dá pra ouvir a gritaria: "E se um professor for psicótico e decidir atirar nos seus alunos?" Ora, se um professor for emocionalmente instável não há absolutamente nada que o impeça de levar uma arma para a universidade e cometer este ato covarde e patético hoje.

Ademais, se tivéssemos um livre mercado para a educação, aqueles pais que não confiassem em professores armados mandariam seus filhos para escolas livres de armas e aqueles que sentissem que uma escola com professores armados pudesse fornecer um ambiente mais seguro iriam recompensar com seu dinheiro as escolas que oferecessem esse serviço. O treinamento e a avaliação dos professores poderiam ser feitos por instituições do setor privado.

É válido também mencionar que Israel e Tailândia têm sido citados como exemplos de como armas nas escolas podem salvar vidas.

A tragédia da Virgina Tech pode não necessariamente levar a mais controles e regulamentações sobre a venda de armas, mas provavelmente irá levar a mais controle sobre as pessoas. Graças à mídia e a muitos funcionários do governo, as pessoas ficaram acostumadas a ver o estado como seu protetor e como a solução para todos os problemas. Sempre que algo terrível acontece, principalmente quando se torna notícia nacional, as pessoas reflexivamente exigem que o governo faça alguma coisa. Esse impulso quase sempre leva a leis ruins e à perda de mais liberdade. Isso está em completo desacordo com as melhores tradições individualistas, como a auto-confiança e a austeridade.

Será que realmente queremos viver em um mundo repleto de postos policiais, câmeras de vigilância e detectores de metal? Será que realmente acreditamos que o governo pode fornecer segurança total? Será que queremos involuntariamente encarcerar todo indivíduo descontente, perturbado ou alienado que tenha fantasias sobre violência? Ou será que podemos aceitar que a liberdade é mais importante do que a ilusão de uma segurança fornecida pelo estado?

É bem possível que o Congresso ainda venha a usar esse evento terrível para tentar implementar mais programas obrigatórios de saúde mental. O estado-babá terapêutico só sabe estimular os indivíduos a se enxergarem como vítimas, e a rejeitar qualquer responsabilidade pessoal por seus atos. Certamente existem doenças mentais legítimas, mas é função de médicos e da família, não do governo, diagnosticar e tratar tais doenças.

A liberdade não é definida pela segurança. A liberdade é definida pela capacidade que os cidadãos têm de viver sem interferência governamental. O governo não pode criar um mundo sem risco, e nem nós iríamos querer viver em ambiente tão fictício. Apenas uma sociedade totalitária poderia alegar a segurança absoluta como um ideal válido, porque isso iria requerer um controle total do estado sobre a vida de seus cidadãos. A liberdade só tem sentido se ainda acreditamos nela quando coisas terríveis acontecem e um falso manto de segurança governamental nos acena.

(Fonte)


Lew Rockwell, James Ostrowski e Ron Paul

Lew Rockwell é o presidente do Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, editor do website LewRockwell.com, e autor dos livros Speaking of Liberty e The Left, the Right, and the State.; James Ostrowski é advogado e mora em Buffalo, New York; Ron Paul é um congressista republicano do Texas e foi candidato à nomeação para as eleições presidenciais de 2008.

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